
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Limitação da internet fixa no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias.
TEXTO I
Presidente da Anatel diz que era da internet ilimitada acabou
Agência afirmou que não há mais possibilidades para que as operadoras ofereçam serviços sem uma limitação
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Resende, afirmou nesta segunda-feira que a era da internet ilimitada acabou, segundo o jornal Folha de São Paulo. A agência afirmou que não há mais possibilidades para que as operadoras ofereçam serviços sem uma limitação, o que obrigará o segmento a migrar para o modelo de franquias.
— A oferta tem que ser aderente à realidade. Nem todos os modelos cabem a ilimitação total do serviço, porque a rede não suporta. Essa questão do infinito acabou educando mal o usuário — disse Resende.
O presidente justificou que o uso de dados cresceu rapidamente nos últimos anos, principalmente por causa do uso de serviços de transmissão de vídeos, como YouTube e Netflix, e jogos online.
Nesta segunda-feira, a Anatel emitiu uma determinação que impede o corte, redução de velocidade ou cobrança extra por parte das operadoras aos clientes que consumiram toda a franquia por 90 dias, até que as empresas apresentem algumas adequações. Entre elas está disponibilizar uma ferramenta para acompanhamento do uso de dados e informar o consumidor quando a franquia está acabando — medidas previstas em lei pelo menos desde 2013. Com isso, na prática, as empresas ficarão livres para vender planos com limite de franquia, mudança amplamente criticada por organizações de defesa do consumidor e especialistas em internet.
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) afirmou que, com esta determinação, a Anatel ainda acabou “dando aval” para o bloqueio do serviço após o uso da franquia, depois que as empresas comprovares as adequações. A ONG alega que isso é ilegal, pois a lei só permite o corte em casos de atraso no pagamento.
Disponível em clicrbs – presidente da anatel diz que era da internet ilimitada acabou. Acesso em 08.05.2016.
TEXTO II
Usuários protestam contra limite de dados de internet por operadoras
Petição no Avaaz reúne mais de 272 mil assinaturas desde 22 de março
Por meio de páginas no Facebook e petições on-line, usuários de serviços de banda larga fixa têm protestado contra as medidas de grandes operadoras do país de limitar o uso de dados de internet –e até de cortar a conexão caso os pacotes contratados sejam excedidos, prática já existente na internet móvel.
Em três dias desde sua criação, no último sábado (9), a página no Facebook Movimento Internet Sem Limites, que advoga contra a medida, já obteve mais de 149 mil curtidas. Uma petição na plataforma Avaaz reúne mais de 278 mil assinaturas desde sua postagem em 22 de março.
A mobilização começou em fevereiro, quando a Vivo anunciou que iria bloquear ou reduzir a conexão de novos clientes que ultrapassem o plano contratado –com limites mensais de consumo entre 10 Gbytes e 130 Gbytes.
Assistir a um filme ou série no Netflix gasta cerca de 1 Gbyte de dados por hora, com definição de vídeo padrão, ou até 3 Gbytes por hora em alta definição.
Os novos contratantes da Vivo têm condições “promocionais” até 31 de dezembro deste ano, quando passa a valer o bloqueio. Contratos assinados antes das mudanças não serão afetados. Qualquer alteração ou melhoria no pacote resulta em um novo contrato, portanto, elegível ao novo modelo de cobrança.
Sites especializados informaram que a Oi começaria a reduzir a velocidade da conexão após o fim do pacote. A empresa nega e diz que “não pratica redução de velocidade ou interrupção da navegação após o fim da franquia”.
Já a Net afirma que sempre trabalhou com limite de consumo de dados, reduzindo a velocidade para a menor faixa disponível (1 Mbps) até o fim do mês, caso o plano seja ultrapassado.
“A existência do limite da franquia de dados não é a questão, a Anatel já tem uma regulamentação para isso”, diz Rafael Zanatta, pesquisador de telecomunicações do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
“O que nos assustou, e levamos isso para o Ministério da Justiça, é que as reduções são gritantes e feitas de forma sequenciada pelos principais players do mercado.”
O Idec pretende entrar com uma ação na Justiça nesta semana contra a limitação, alegando que ela fere o Código de Defesa do Consumidor –ao elevar o custo sem justificativa técnica– e o Marco Civil (segundo o qual a conexão só pode ser cortada se a conta não for paga).
As operadoras não comentaram as acusações.
A Anatel disse que não regulamenta o tema. “A prática do bloqueio de internet após o consumo da franquia não é determinada pela agência tampouco advém de sua regulamentação.”
Mas a agência estabeleceu que cabe às operadoras comunicarem sobre a proximidade do término da franquia e disponibilizar algum recurso que possibilite acompanhar o uso do serviço contratado.
Disponível em folha uol – usuários protestam contra limite de dados de internet por operadoras. Acesso em 08.05.2016.
TEXTO III
Posição da Anatel sobre limite na banda larga é ‘inaceitável’, diz OAB
Para presidente da ordem, agência informa às empresas ‘o que devem fazer para explorar o cidadão’
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, afirmou nesta terça-feira, 19, que é ‘inaceitável’ a resolução cautelar da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicada no Diário Oficial da União. A medida impõe às empresas telefônicas condições para implantar novo modelo de prestação de serviços.
O presidente da Anatel, João Rezende, disse na segunda-feira, 18, que a era da internet ilimitada está chegando ao fim. Apesar de medida cautelar da agência ter proibido por 90 dias as empresas de banda larga fixa de reduzirem a velocidade da conexão ou cortarem o acesso, Rezende afirmou que a oferta de serviços deve ser “aderente à realidade”.
Para Lamachia, ao editar essa resolução, a Anatel ‘nada mais fez do que informar às telefônicas o que elas devem fazer para explorar mais e mais o cidadão’.
“É inaceitável que uma entidade pública destinada a defender os consumidores opte por normatizar meios para que as empresas os prejudiquem”, afirmou o presidente da OAB.
“A resolução editada fere o Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor. A Anatel parece se esquecer que nenhuma norma ou resolução institucional pode ser contrária ao que define a legislação. ”
De acordo com resolução da Anatel, uma das principais obrigações que as empresas terão que atender é criar ferramentas que possibilitem ao usuário acompanhar seu consumo para que ele saiba, de antemão, se sua franquia está próxima do fim. Se a opção for criar um portal, o cliente poderá saber seu perfil e histórico de consumo, para saber que tipo de pacote é mais adequado.
As empresas terão também que notificar o consumidor quando estiver próximo do esgotamento de sua franquia e informar todos os pacotes disponíveis para o cliente, com previsão de velocidade de conexão e franquia de dados. Uma vez que a Anatel apure o cumprimento dessas determinações, em 90 dias, as empresas poderão reduzir a velocidade da internet e até cortar o serviço se o limite da franquia for atingido. Para não ter o sinal cortado ou a velocidade reduzida, o usuário poderá, se desejar, comprar pacotes adicionais de franquia.
João Rezende disse não ver relação entre a mudança na postura das empresas e a queda da base de assinantes de TV por assinatura. Entre agosto de 2015 e fevereiro de 2016, as empresas perderam quase 700 mil clientes, de acordo com a base de dados da própria Anatel. Ao mesmo tempo, a Netflix, serviço de vídeo por streaming, já contava com 2,2 milhões de assinantes no início do ano passado.
Claudio Lamachia criticou o novo modelo de prestação de serviços proposto, que, segundo ele, afasta do mercado as novas tecnologias de streaming, por exemplo, termo que define a transmissão ao vivo de dados através da internet. “São medidas absolutamente anticoncorrenciais. ”
O presidente da OAB declarou também que a alteração unilateral dos contatos feitas pelas empresas, respaldada pelo artigo 52 do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), encontra-se em “total desacordo com o Código de Defesa do Consumidor e na imutabilidade dos contratos em sua essência”.
“Como se não bastasse a péssima qualidade do serviço oferecido e a limitação do acesso fora dos grandes centros, o corte da internet poderá vir a ocasionar o impedimento dos advogados utilizarem o PJe. É um absurdo que o acesso à justiça seja tolhido com a conivência da agência que deveria defender o direito do consumidor”, apontou Lamachia.
Disponível em gazeta online – posição da anatel sobre limite na banda larga é inaceitavel. Acesso em 08.05.2016.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br