
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Marco Regulatório dos jogos no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias.
TEXTO I
Legalização de jogos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias
Está em debate na Câmara proposta que pretende legalizar jogos oficialmente proibidos, como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo.
Legalização de jogos ainda oficialmente proibidos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias e jogos. A estimativa foi feita, nesta quarta-feira, pelo vice-presidente de fundos de governo e loterias da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto, em audiência da comissão especial do marco regulatório dos jogos. Em 2014, a arrecadação das loterias da Caixa foi de R$ 13,5 bilhões e deve chegar a cerca de R$ 15 bilhões neste ano. Segundo Cleto, a legalização de jogos ainda proibidos – como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo – pode elevar esse valor para algo próximo a R$ 50 bilhões.
A comissão especial analisa 14 projetos de lei (PL 442/91 e apensados) que legalizam vários jogos, inclusive o de bicho e os eletrônicos, via internet. A discussão também acontece em meio à intenção do governo em buscar novas fontes de recursos. Para o deputado Paulo Azi, do DEM baiano, uma eventual legalização pressupõe eficiência na fiscalização do poder público.
“É fundamental que possamos entender como aproveitar o know-how da Caixa Econômica para a instalação, o controle, a fiscalização e o funcionamento dessas atividades, uma vez colocadas em funcionamento. Até porque eu entendo que cada tipo de jogo merece um tratamento diferente. Acho muito difícil que possamos construir uma legislação com um único modelo de autorização de funcionamento do governo para a iniciativa privada”.
Fábio Cleto, da Caixa, citou estudos da Fundação Getúlio Vargas que mostram um movimento anual de apostas estimado em até R$ 1,8 bilhão em relação aos bingos e até R$ 3 bilhões, no caso dos cassinos, mesmo proibidos no Brasil. No caso do jogo do bicho, a arrecadação estimada, em 2014, ficou entre R$ 1,3 bilhão e R$ 2,8 bilhões. O dirigente da Caixa recomendou alguns cuidados que devem constar do marco regulatório dos jogos.
“O mais importante é ter a certeza de que eventuais grupos interessados em explorar jogo no Brasil, seja em nível nacional ou local, tenham tamanho, porte, condições financeiras e, obviamente, lisura compatíveis com o tamanho do desafio de explorar jogo em um país do tamanho que é o Brasil. O potencial aqui é muito alto. Isso já acontece, mas de forma ilegal, e existe mercado para isso e a escolha de parceiros para o Estado explorar o jogo de forma mais efetiva tem que passar pela plena confiança nesta parceria”.
Disponível em camara leg camara Acesso em 04.05.2016.
TEXTO II
Projeto que legaliza jogos de azar no país avança no Senado
A Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos no país e regulamenta a exploração de jogos de azar como o jogo do bicho e jogos eletrônicos de aposta.
O colegiado analisou mudanças no substitutivo apresentado pelo senador Blairo Maggi (PR-PT) e concluiu sua votação. Agora, o texto será analisado pelo plenário da Casa antes de ser enviado à Câmara dos Deputados.
O projeto já havia sido aprovado pela comissão em dezembro mas voltou à pauta do colegiado devido a uma série de emendas que foram apresentadas por senadores. Segundo Maggi, das 16 mudanças propostas, ele acatou cinco.
Uma delas proíbe que cônjuges, companheiros ou parentes de primeiro grau de pessoas com mandato eletivo também sejam donas de estabelecimentos que exploram o jogo de azar. Inicialmente, o texto proibia apenas os próprios políticos de serem donos dos negócios.
Outra emenda acatada pelo senador estende os requisitos de idoneidade a todos os sócios de pessoa jurídica que detém direitos para a exploração dos jogos de azar. Segunda Maggi, essas mudanças garantem a maior controle sobre quem são as pessoas autorizadas a explorar jogos de azar.
No início de fevereiro, a Procuradoria-Geral da República publicou uma nota técnica contra o projeto por entender que ele não cria mecanismos mínimos de controle pelo Estado contra a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos.
A proposta, no entanto, faz parte de um conjunto de medidas referendadas pelo governo para se ampliar a arrecadação federal como forma de recuperar o caixa da União no momento de grave crise econômica. Segundo o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI), o país deixa de arrecadar cerca de R$ 15 bilhões todos os anos com a falta de regulamentação do setor.
Disponível em Folha de São Paulo.
TEXTO III
Ao invés de diminuir, a corrupção deve aumentar com a legalização dos jogos de azar, diz MPF
Termina nesta quinta-feira (11) o prazo para a interposição de recurso no Senado em relação ao projeto de lei 186/2014, que regulariza a exploração dos jogos de azar no Brasil. Se pelo menos nove senadores não se manifestarem para que a discussão vá ao plenário da Casa, a proposta segue diretamente para a Câmara dos Deputados. E, para o Ministério Público Federal (MPF), há um sério risco de incentivo à corrupção no País.
Na opinião da entidade, que vem se destacando por sua atuação na Operação Lava Jato, ao invés de trazer mais recursos aos cofres públicos – o governo federal estima uma arrecadação mínima de R$ 15 bilhões com a regulamentação –, o projeto poderá incentivar a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos no Brasil. Segundo o MPF, os órgãos de controle fiscalização dos Estados não estão prontos para a tarefa de controlar a atividade.
“O percentual a ser tributado já é motivo para se concluir que haverá corrupção, sim. Quem explora e vai continuar explorando essas atividades procura aumentar seus ganhos a qualquer custo”, afirmou o MPF, em referência aos percentuais de exploração estabelecidos pelos senadores – de 50% a 70% da arrecadação bruta das casas deverá ser destinada a premiação, 10% em impostos e 20% a 30%, lucro da empresa.
Outra crítica à proposta é o fato das penas serem “pífias” para quem cometer irregularidades após a regulamentação de jogos de azar. “Legalizar a exploração dos jogos de azar em todo território nacional, por meio do PLS 186/14, que não prevê a implementação de mecanismos rigorosos de controle, implicará, certamente, na presença e dominância do crime organizado”, completa a entidade, que quer a reabertura das discussões para um melhor entendimento da questão.
Não há ainda a apresentação de estudos comparativos do projeto com outros países nos quais os jogos de azar são regulamentados. Para o MPF, há falhas em demonstrar que haverá combate e prevenção à lavagem de dinheiro com a atividade.
Tema polêmico
O Decreto-Lei nº 9.215, de 30 de abril de 1946, proibiu os jogos de azar no Brasil por considerar, entre outros pontos, “que a tradição moral jurídica e religiosa do povo brasileiro é contrária à prática e a exploração e jogos de azar”.
No caso dos bingos, a proibição veio em 2004. À época, o governo federal editou uma medida provisória com a proibição após denúncias de que então subchefe de Assuntos Parlamentares da Casa Civil, Waldomiro Diniz, teria recebido propina para financiar a campanha de Carlos Augusto Ramos – mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, acusado de envolvimento com o jogo do bicho.
Apesar desse escândalo, houve uma tentativa de regulamentar o tema já em 2007, com o projeto de lei 2254. Em 2010, essa proposta foi amplamente discutida na Câmara dos Deputados e acabou rejeitada pelos parlamentares. À época, o então presidente do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), Antônio Gustavo Rodrigues, afirmou que os órgãos de controle e fiscalização não estavam preparados para aprovação do projeto.
Os defensores da atual proposta argumentam que a regulamentação dos jogos de azar prevê tirar da clandestinidade uma atividade que sempre existiu no Brasil e que tem potencial não só de arrecadação para os cofres públicos, mas também de geração de empregos e de renda em regiões hoje pouco desenvolvidas do País.
“Não podemos deixar de perceber que a atividade do jogo no Brasil tem sido exercida, ainda que de modo ilegal. A ilegalidade acaba desencadeando outro efeito perverso à sociedade, já que os recursos obtidos com a exploração do jogo revertem-se para a corrupção de agentes públicos. Por outro lado, ao se regulamentar o tema, esperamos extirpar a corrupção que hoje existe e, ao mesmo tempo, concretizar um aumento expressivo das receitas públicas, aumentando a arrecadação governamental”, disse o senador Blairo Maggi (PMDB-MT), relator da proposta no Senado.
Na Câmara já há uma outra proposta (PL 442) de 1991, desenterrada pelo presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está pronta para ir a plenário, cujo conteúdo é legalizar especificamente o jogo do bicho no Brasil.
Disponível em brasil post Acesso em 04.05.2016.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br