Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Saiba como usar a nota do ENEM para ingressar em universidades de outros países! Neste momento, você deve estar se preparando para as provas do Enem, provavelmente, pensando em qual universidade brasileira você gostaria de estudar no ano que vem. Mas que tal ampliar esse horizonte e usar a sua nota do Enem para estudar fora do Brasil? Se essa ainda não era uma possibilidade, saiba que diversas instituições de ensino internacionais aceitam a nota no Exame como requisito para ingresso. Então, acompanhe neste post em qual delas você poderá se inscrever e, quem sabe, comece a se planejar e arrumar as suas malas! Portugal Desde 2014, o Inep mantém um acordo com instituições de educação superior portuguesas, chamado Enem Portugal. Hoje, são 50 universidades que aceitam a nota do Enem para o ingresso. Mas fique atento: cada uma delas tem seus critérios individuais para aceitar alunos, além de um calendário próprio. Portanto, é necessário acessar a página do Inep, conhecer esses locais e ver os pré-requisitos que você precisa atender em cada uma delas. No site da Universidade de Coimbra, por exemplo, você pode consultar um passo a passo para a inscrição. Também é possível verificar o cronograma, que já está em andamento. Se você perdeu os primeiros prazos, haverá uma fase extraordinária de inscrição entre os dias 18 e 29 de outubro deste ano. Não fez o Enem 2020? Não se preocupe. Conheça o Ano Zero, uma nova forma de acesso a essa universidade. Trata-se de um curso preparatório, com a duração de 1 ano letivo, que permite a aquisição de conhecimentos linguísticos e disciplinares necessários à candidatura aos cursos de graduação da Universidade de Coimbra. Mas se essa cidade não está nos seus planos, conheça as outras 49 instituições disponíveis pelo Enem Portugal se sua escolha para estudar fora for nesse país! Reino Unido No Reino Unido, você tem algumas opções também para estudar fora usando a sua nota do Enem. Uma delas é tentar uma vaga na Universidade de Oxford, a mais antiga de língua inglesa e a segunda mais antiga da Europa. Também é possível tentar a sua chance em Bristol e Kingston, que, assim como em Portugal, podem ter outros critérios de seleção além da nota na prova. Pode ser solicitada, por exemplo, a comprovação da fluência em inglês, o seu histórico escolar no ensino médio e uma relação de atividades extracurriculares desenvolvidas por você aqui no Brasil. Ainda, é possível que, além da nota do Enem, você precise realizar um vestibular local. Se você está pensando nessa região para estudar, talvez se interesse também pela Universidade de Glasgow, na Escócia, que também aceita Enem como parte da inscrição. As informações (em inglês) podem ser encontradas no site do local. França Parlez-vous français? Se a resposta foi sim, você talvez queira usar a sua nota do Enem para estudar na França. Porém, lá o processo pode ser um pouco mais complexo e, novamente, vai exigir de você muita organização e fluência no idioma. Você não quer passar pelos mesmo perrengues que a Emily em Paris, não é mesmo? Então, saiba que uma das exigências para ingressar nas universidades francesas é a aprovação em uma universidade brasileira, seja pública ou privada. Assim, o curso precisa ser semelhante com aquele que você quer fazer na França. Porém, se você não passou em nenhuma ou em uma instituição que não aceita o Enem (como a USP), pode apresentar como comprovante de acesso uma declaração de admissão oficial, em um curso na mesma área de estudos da que pretende ingressar na França. Então estava pensando que estudar fora com a nota do Enem seria mais tranquilo que no Brasil? Além de tudo isso, você tem que comprovar a proficiência em francês e ter um histórico escolar impecável. Ainda, é possível que cada universidade peça outros documentos que complementem as informações sobre você. Entre as opções francesas estão as universidades Paris 6 e Paris 11. Então… Nada mal, né? América do Norte Agora, se você não tem a intenção de ir para o outro lado do Atlântico, há oportunidades aqui mesmo nas Américas. A New York University pode ser a sua escolha caso queira ir para os Estados Unidos. Isso porque, devido à falta de preparação dos estudantes estrangeiros para as provas tradicionais norte-americanas, elas acabavam sendo um empecilho para o ingresso. Portanto, a instituição passou a aceitar recentemente os exames de outras nacionalidades. Legal, né? Mas, nesse caso, mesmo podendo usar a própria nota, a escola em que o candidato fez o ensino médio precisa confirmá-la. Já no Canadá, a Universidade de Toronto pode ser o seu destino para estudar fora. Além de apresentar a sua nota, é preciso também mostrar o diploma ou certificado de conclusão do ensino médio. Se você começou a pensar agora nessa possibilidade de estudar fora durante a graduação, lembre-se de que: Gostou dessas dicas? Então, conta aí pra gente nos comentários se você pretende usar a nota do Enem para estudar fora do Brasil! Ah, lembre-se de estudar redação durante a preparação para o ENEM! Ela corresponde a 20% da nota e pode te ajudar a alcançar uma pontuação excelente para conseguir estudar no exterior! Por isso, conte com o auxílio da nossa plataforma de correção de redações!

Prepare-se para a redação! Explore o tema da positividade tóxica com textos motivadores e análise crítica. Descubra como o otimismo irrestrito pode ser prejudicial e aprenda a equilibrar emoções em te

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a positividade tóxica? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Recentemente, pessoas famosas como Claudia Leitte e Juliana Paes foram acusadas de apresentarem uma “positividade tóxica” nas redes e nos programas de televisão. No ano passado, a apresentadora Angélica também foi “acusada” pelo público, devido a falas positivas demais e descoladas da realidade. Tudo isso causa indignação em muitas pessoas. É por isso que, nesta semana, trouxemos diversos repertórios sobre o tema ”Positividade tóxica”. Vamos lá? Síndrome de Poliana e a positividade tóxica Poliana é uma personagem da escrita Eleanor Porter. A obra nasceu em 1913 e conta histórias de uma garota que só vê o lado positivo das coisas, vendo sempre tudo “cor de rosa”, sem maldades. Antes disso, em 1978, a síndrome de Poliana foi descrita por Margaret Matlin e David Stang como um distúrbio psicológico. Para saber mais, confira este artigo que fala sobre a Síndrome de Poliana! O Segredo da Felicidade | Blogueirinha do fim do mundo Este vídeo, que contém ironia (já avisamos), fala sobre o segredo da felicidade. Nele, a atriz Maria Bopp traz alguns “conselhos” positivos para lidar com situações desastrosas, como “nada como uma tragédia com 3 mil mortos por dia para fazer a gente sair da nossa zona de conforto”. Apesar de conter ironia, é interessante assistir ao vídeo e pensar que muitas pessoas, de fato, defendem este tipo de discurso. https://youtu.be/LFKzhaUDQmQ LIVRO | A Sutil Arte de Ligar o Foda-se Durante a nossa vida somos bombardeados com discursos de coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal e mentalização positiva para fazer com que pensemos positivo enquanto a nossa vida desmorona. Mas, e se tivermos um outro caminho, em busca de uma vida melhor? Um caminho que não envolva a positividade tóxica? Este livro, de Mark Manson, propõe que nós nos livremos da felicidade maquiada e superficial que nos rodeia. Deixo aqui um trecho da obra: “Qualquer tentativa de escapar do negativo, evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo, falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento”. A positividade tóxica e a teoria das emoções em Divertida Mente (Pixar) Se você já assistiu a este maravilhoso filme, deve lembrar que a Alegria era a emoção “protagonista” no centro de comando das emoções da personagem Riley. As outras emoções, como raiva e medo, são vistas em um papel secundário. No vídeo o psicólogo Ricardo Chagas analisa o filme e também fala sobre a importância de aceitarmos todas as nossas emoções. Então, anote os pontos importantes e pegue sua pipoca para rever o filme! A positividade tóxica dos influenciadores “Abrir o instagram e ver selfies 100% positivas o tempo todo pode ser uma experiência desanimadora”. Ao falarmos sobre positividade tóxica, não podemos deixar de lado o papel dos “influencers” e das redes sociais, que, basicamente, transparecem um mundo “cor de rosa” como o de Poliana. Ao assistir o vídeo abaixo você poderá refletir mais sobre os problemas desta positividade tóxica apresentada pelos influenciadores. Você sabe o que é positividade tóxica? Por fim, para ampliar ainda mais os seus conhecimentos sobre o tema, acesse este artigo que trata sobre o assunto. Nele você irá ler sobre a importância de reconhecer sentimentos como angústia, raiva e baixo astral. O artigo também fala sobre as postagens das redes sociais e o motivo de estas terem impacto negativo em muitas pessoas. Por fim, nele há a indicação de um filme sobre o assunto (Um Lindo Dia na Vizinhança). Então, leia o que foi escrito e selecione as partes que podem te ajudar em seu texto. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre este assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! E claro, não se esqueça de enviar a sua redação pra gente após escrevê-la! Você receberá a correção em até 3 dias úteis! Super rápido, né?!
Otimismo é uma coisa, mas positividade tóxica é outra totalmente diferente, e que pode ser muito prejudicial à saúde mental das pessoas. Você já ouviu falar do termo? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Positividade tóxica”. TEXTO 1 Quando a ONU (Organização das Nações Unidas) criou, em 2012, o Dia Internacional da Felicidade – 20 de março – para celebrar a importância desse sentimento na vida das pessoas, a pandemia de Coronavírus e todas as suas consequências nefastas não eram parte da realidade global. Mas como comemorar – e sentir – a felicidade num ambiente tão carregado como o atual? A orientação dos especialistas para quem deseja encontrá-la ou mantê-la é começar essa busca assumindo e acolhendo a própria tristeza e todos os outros sentimentos desconfortáveis com os quais temos convivido no último ano. “Felicidade tem a ver com viver intensamente o presente, para o bem e para o mal, com seus dias de pesar e gravidade, como os que estamos passando agora. Tem menos a ver com expectativas e mais com a realidade”, diz o psicanalista Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). A afirmação corrobora o trabalho feito em 2014 por pesquisadores da University College London, no Reino Unido, que criaram uma fórmula matemática capaz de prever o quanto uma pessoa será feliz com base no que ela projeta e na relação disso com a realidade. A conclusão, veja só, já pôde ser conferida em memes nas redes sociais: quanto menor a expectativa, maior a felicidade. “Essa relação ficou ainda mais evidente durante a pandemia. Notamos em nossos estudos sobre felicidade que quanto mais a pessoa cria ideações sobre o que vai acontecer nos próximos meses, mais vulneráveis elas ficam”, disse à CNN o neurocientista Robb Rutledge, que liderou a pesquisa. Mas como não ter esperança de dias melhores diante do caos em que o mundo se enfiou? A pandemia já fez mais de 2,5 milhões de mortos no planeta e trouxe graves consequências econômicas, que resultaram em fechamento de postos de trabalho e aumento do desemprego. Além disso, as restrições impostas pelo isolamento social também foram responsáveis por um aumento dos transtornos mentais. O Brasil foi o país que apresentou mais casos de ansiedade e depressão entre os 11 países que participaram de um levantamento realizado pela USP. #Goodvibesonly Esse cenário trágico pode estimular reações opostas e igualmente nocivas: uma tristeza irremediável ou um otimismo descabido. Imaginar que é possível estar sempre alegre agora é, no mínimo, irreal. Mas o discurso que prega o otimismo irrestrito como forma de enfrentar adversidades também pode trazer graves consequências à saúde mental, alertam os estudiosos do assunto. Esse movimento ganhou força recentemente nas redes sociais com a #Goodvibesonly, que já contabiliza mais de 13 milhões de menções no Instagram. E foi batizado pelos especialistas de “positividade tóxica”. “Trata-se de um fenômeno de negação da tristeza e de outras emoções consideradas negativas”, afirma o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Ao acreditar nessas afirmações de positividade contínua e achar que a felicidade é uma obrigação, começamos a nos esforçar para não sentir medo, raiva ou tristeza, emoções que, apesar de desconfortáveis, têm funções essenciais à sobrevivência humana. “Se ignoramos esses sentimentos, passamos a ter dificuldade de acessá-los, até o ponto de não conseguirmos mais identificá-los. Só que eles continuam lá e em algum momento explodem em forma de adoecimento psicológico”, explica o psiquiatra. Barros cita um estudo, publicado na revista científica “Journal of Personality and Social Psychology”, que mostrou que pessoas que evitavam entrar em contato com seus sentimentos negativos apresentavam mais problemas de saúde mental do que as que costumavam aceitar todas as suas emoções. Resiliência x positividade negativa Por mais difícil que seja a realidade, a única maneira saudável de encará-la é aceitá-la do jeito que ela é. Isso não significa deixar de tomar atitudes conscientes para ter algum bem-estar, lembra o médico de família Marcelo Demarzo, fundador e coordenador do Centro de Pesquisa Mente Aberta – Mindfulness e Promoção da Saúde, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Frente a um momento de sofrimento, primeiro precisamos reconhecer que ele está ali e depois ver o que é possível fazer para amenizá-lo”, explica. Um exemplo prático e atual para entender como aplicar essa sequência: ao se perder o emprego, uma pessoa pode, para evitar a tristeza e o pânico, buscar um consolo na ideia de que já nem estava tão feliz naquele trabalho. Não há nenhum problema em enxergar na demissão uma possibilidade de mudança de carreira, que é algo positivo e motivador. Mas é fundamental lidar com a realidade, sem negar que existe ao menos um lado muito negativo nisso, que é a perda de renda. “Isso é uma positividade saudável”, afirma Demarzo. O especialista lembra ainda que a positividade saudável está relacionada à resiliência, que é a capacidade de, em uma situação de sobrecarga, lidar com ela e sair mais forte da experiência. “Ao contrário da resiliência, a positividade tóxica é um bloqueio, uma negação de uma situação, que não traz nenhum aprendizado”, conclui. Fonte: cnn brasil TEXTO 2 O conceito de positividade tóxica vem ganhando cada vez mais espaço nas discussões da web: influencers, psicólogos, gente como a gente – parece que, de repente, está todo mundo falando sobre isso. Especialmente em tempos de pandemia, em que nossa realidade, no geral, está condicionada às interações via internet, é preciso refletir e falar sobre a plasticidade e a superficialidade dos discursos apresentados nas redes sociais e, principalmente, sobre como eles alimentam a positividade tóxica e impõem uma supressão dos sentimentos que pode agravar dores emocionais e levar ao sofrimento. Como viemos parar aqui? A positividade tóxica vem acompanhada de frases como “mas pense pelo lado positivo”, “você atrai o que você emana”, “se isso aconteceu, é porque está vibrando nessa frequência”. Muitas vezes, podemos interpretar essas

Chegou a hora de falarmos sobre os temas de redação subjetivos. Eles tiram o sono de vestibulandos e de concurseiros, mas hoje vamos lhe mostrar como se dar bem com as bancas que exigem esse tipo de proposta. Para começo de conversa, é preciso que você entenda o que é algo subjetivo. No dicionário, “subjetivo” significa “Que é individual; relativo ao sujeito; próprio de cada pessoa; particular: opinião subjetiva”. Aplicando o conceito em um tema de produção textual, o que temos é uma proposta de redação mais “aberta”, que delega ao estudante a função de encontrar um caminho textual a ser seguido. Além disso, os temas geralmente são abstratos e bastante reflexivos. Mas não é assim sempre? Não! O ENEM, ao logo da sua história, ficou conhecido por trabalhar com propostas de redação que apresentam um recorte temático bem específico e pautadas em questões objetivas. Desde 2018, isso mudou um pouco e as propostas se tornaram um pouco mais abrangentes, mas nada que se compare aos temas subjetivos que são costumeiramente cobrados em vestibulares e concursos. https://youtu.be/ZHwNx84ZiTE Alguns exemplos para que você entenda melhor o que são temas de redação subjetivos Em 2017, o tema de redação do ENEM foi “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Note que não tem mistério, o caminho estava dado: era preciso falar sobre os empecilhos encontrados pelos deficientes auditivos em sua trajetória educacional. Não há espaço para que o estudante faça algo muito diferente disso sem ser penalizado. Já em 2018, o tema foi a “A manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Trata-se de uma temática que promove uma discussão objetiva, mas o recorte temático é mais amplo. A falta de uma palavra-chave fortemente norteadora como “desafios” deu ao estudante mais possibilidades de abordagem do tema. Até aqui, deu para você entender um pouco mais sobre recorte temático, o qual, conforme já falamos, costuma ser mais amplo quando se trata de temas de redação de vestibulares e concursos. Somado a isso, tem-se a discussão sobre temas bastante subjetivos: a UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina – , por exemplo, já propôs um tema cuja frase temática era apenas “Insegurança”. Sim, só isso. Dicas de como trabalhar com uma proposta assim 1 – Jamais ignore os textos motivadores, pois, muitas vezes, eles vão lhe salvar. Existem vários tipos de insegurança, certo? No entanto, ao ler com calma e atenção os textos de apoio, é possível compreender o que a banca quer: 2 – Entenda que a subjetividade contida na proposta é apenas a maneira que a banca escolheu para expor o tema, mas você, produtor do texto, não pode fazer uso dela. Sua redação deve, assim como quando se trata de temáticas objetivas, ser pautada na racionalidade e na argumentação científica. 3- Para isso, nunca se coloque dentro do fenômeno a ser analisado, mantendo distância do objeto de reflexão. Analise-o com objetividade, parta da conotação para a denotação. Pegue uma ideia abstrata e associe-a a coisas concretas. Como funciona na prática? Suponha que você precisa escrever um texto sobre o seguinte tema: “A pressa é inimiga da felicidade”. Vamos tornar isso um objeto de análise objetivo? Por que, na atualidade, vivemos com pressa? Crise econômica/ consequente necessidade de ter mais de um emprego/ longas horas perdidas no trânsito. E por que isso nos afasta da felicidade? Menos tempo com familiares e amigos/ menos tempo para projetos pessoais/ menos tempo para cuidar da saúde física e mental. Tudo isso que citamos pode ser amparado por pesquisas, pois todos os argumentos são passíveis de comprovação por meio de pesquisas, e não sentimentais e subjetivos. É possível, também, usar uma contextualização mais “leve” e acessível, com música, por exemplo. Enquanto escrevemos, pensamos na música “Paciência”, do Lenine”, e na música “Tocando em frente”, do Almir Sater. Além disso, veja que não se tratam de argumentos pessoais, uma vez que todos abordam um problema da sociedade, e não especificamente de um indivíduo. 4 – A linguagem nunca deve se voltar para o sentimentalismo. É preciso construí-la de forma clara e objetiva. 5 – Não abra mão de realizar todas as etapas do processo de escrita: interpretação da proposta, chuva de ideias e pesquisa sobre o tema, planejamento/projeto de texto, escrita, revisão e passagem do texto para a folha oficial. Não tem muito segredo, viu? E vai ficar ainda mais fácil depois destes exemplos. O tema é: “O dinheiro traz felicidade?“ Comece delimitando-o: essa temática suscita a subjetividade das preferências individuais que envolvem as relações do cotidiano dos atores sociais com o dinheiro, que podem resultar em enunciados pessoais, sentimentais, afetivos e passionais. Agora, determine uma tese. Afinal, dinheiro traz ou não traz felicidade? No exemplo abaixo, o autor do texto tenta sustentar o posicionamento de que dinheiro traz felicidade, porém não tem sucesso, porque utiliza argumentos sentimentais e subjetivos. “Para se desfrutar de todas as possibilidades benéficas do dinheiro é preciso lutar por aquilo que se quer, mantendo o foco em seus objetivos, se preparando profissionalmente através de um curso superior, para depois ter posses e poder se divertir, satisfazendo suas vaidades, e até mesmo ter segurança para as horas mais difíceis. Sendo assim, é fácil perceber que o dinheiro traz felicidade.” Percebam que o autor do texto não consegue se afastar do objeto analisado, trazendo, talvez, até algumas percepções e sentimentos acerca do dinheiro. Não há uma análise sociológica. No segundo exemplo, o estudante acredita que o dinheiro não traz felicidade e tem sucesso ao sustentar a sua tese porque constrói uma argumentação racional: “A partir da perspectiva sociológica das utopias sociais, o dinheiro, como produto, gera mecanismos de sedimentação dos desejos, proporcionando um bem-estar efêmero da sua posse, fundamentado em efeitos criados pelo ter, devidamente distanciado do estar. Tendo em vista que aquilo que move a busca incessante pelo dinheiro é o consumo, o ator social lida constantemente com a instabilidade emocional fomentada pela transitoriedade da satisfação desses

Quer saber mais sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”? Confira alguns repertórios que preparamos para o tema e escreva a sua redação! O estágio é um importante período da formação de todo profissional e, como tudo que envolve uma carreira, pode apresentar alguns desafios. Sendo assim, o tema de redação da semana, “Os desafios na prática do estágio”, é bastante relevante e, por conta disso, separamos alguns repertórios para você usar na sua redação: VÍDEO | Desafio Profissão – Estágio No vídeo abaixo, Celeste Melão, professora de direito da PUC-SP, fala sobre a distorção da função do estágio. De acordo com ela, esse recurso deveria ser visto como instrumento formativo, porém muitas empresas ignoram a importância da formação profissional e humana do estudante, priorizando a exploração da sua força de trabalho. A docente explica, ainda, que os próprios estudantes não compreendem o real objetivo do estágio, encarando-o somente como oportunidade de ingresso no mercado de trabalho, e não como um período de aprendizado. LEI NO RIO DE JANEIRO | O estagiário NÃO precisa ter experiência profissional Com a crise financeira e com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os estudantes se deparam com mais um desafio: a exigência de experiência como pré-requisito para vagas de estágio, o que parece bastante contraditório quando pensamos na função dele. Mas isso é permitido? No Rio de Janeiro, não mais. O governador Cláudio Castro sancionou uma lei que proíbe a exigência de experiência profissional prévia para vagas de estágio no estado. Os desafios da prática do estágio retratados na ficção FILME | Legalmente Loira No filme “Legalmente loira”, de 2001, a personagem Elle ingressou no curso de Direito pelos motivos errados, mas mostrou-se uma aluna dedicada e, mais tarde, conquistou uma disputada vaga de estágio. No escritório, a garota é colocada em uma posição de inferioridade mesmo mostrando ter capacidade para desempenhar o seu trabalho. Em um certo momento, Elle foi assediada pelo professor, que admitiu ter escolhido a garota para ocupar a vaga de estágio apenas por sua beleza. FILME | Um senhor estagiário Além do machismo, um estagiário pode se deparar com o choque de gerações. No longa-metragem “Um senhor estagiário”, rebatizado pela Netflix apenas como “O estagiário”, o personagem Ben, de 70 anos, resolveu estagiar em um site bem-sucedido de vendas de roupas. No local de trabalho, ele precisa lidar com conflitos relacionados a sua idade. Apesar os desafios, Ben constrói uma ótima relação na empresa. FILME | Os estagiários Este filme tem como protagonistas dois homens na casa dos 40 que, após demitidos, começam a procurar por um novo trabalho. Apesar de não saberem nada de tecnologia, eles são contratados como estagiários no Google, local em que convivem com chefes vinte anos mais novos do que eles. Eles precisam lidar com os desafios do estágio em conjunto com as diferenças de idade em um ambiente muito jovem. Os materiais que listamos vão, com certeza, ajudar você a refletir sobre o tema. Lembrou de algum outro repertório que trate sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outros estudantes! Agora, organize estes repertórios listados e escreva a sua redação! Lembre-se de que enviando a sua redação em nossa plataforma, você a recebe corrigida em até 3 dias úteis!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”! Uma redação sobre estágio! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Muitos estagiários entraram no mercado de trabalho no meio da pandemia e tiveram que começar seu primeiro emprego, na maioria dos casos, já em home office. Segundo eles, a maior dificuldade é em relação à integração nas atividades, porque presencialmente eles conseguem obter um melhor acompanhamento do supervisor no início do estágio e entender como funcionará seu cargo dentro da empresa. A distância não os impede de receber as orientações de suas funções, mas às vezes precisam ir um pouco pelo feeling. Fonte: em todo lugar TEXTO 2 De principal porta de entrada no mercado de trabalho, o estágio se tornou um obstáculo à formação de jovens que hoje encontram menos oportunidades e um grau de exigência mais elevado para contratação. Segundo especialistas em recursos humanos, a crise econômica fez crescer os casos de empresas que ignoram a finalidade principal do estágio. No lugar de uma experiência prática supervisionada que contribui para a formação profissional, os alunos — vistos muitas vezes como fonte de mão de obra barata — são alocados em postos essenciais, independentemente da área de estudo. Há empresas que já exigem conhecimento aprofundado de uma segunda língua e experiência para estudantes que ainda não concluíram nem mesmo o ensino médio. Fonte: oglobo TEXTO 3 Um ano depois da Covid-19 chegar ao Brasil, os universitários ainda sentem os impactos da crise econômica na hora de buscar estágio e ingressar no mercado de trabalho. Levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) aponta que foram abertas cerca de 26 mil vagas ao mês de janeiro a fevereiro de 2021. O patamar é o mais alto desde o início da pandemia, mas ainda é 37,1% menor em comparação com os dois primeiros meses de 2020, quando a Covid-19 ainda não havia chegado ao país. O percentual é semelhante ao enxugamento de vagas em 2020. No ano passado, 191.500 vagas foram abertas para jovens estudantes — 36,7% a menos que em 2019, quando 303 mil oportunidades foram ofertadas aos universitários. Fonte: g1 globo TEXTO 4 Todos sabem que o período de estagiário tem por objetivo o aprendizado, o conhecimento do aluno no ambiente de trabalho que esteja vinculado à área que escolheu estudar e atuar. Por essa razão, cabe à empresa designar um supervisor para acompanhar o desenvolvimento desse jovem em seu dia a dia dentro da empresa; além de auxiliá-lo, ensiná-lo e cobrá-lo sobre as atividades que lhe foram designadas. A sobrecarga de funções pode causar uma série de problemas tanto para o aluno quanto para a empresa. O trabalho excessivo pode gerar estresse, abrindo espaço para falhas, inseguranças, confusões, esquecimentos e, muitas vezes, ineficiência. O preconceito é outro fator comum sofrido por aqueles que deveriam ocupar um cargo de auxiliar, ajudando um funcionário experiente a executar seu serviço e aprendendo como este deve ser feito. No entanto, não é difícil ouvirmos a frase “a culpa é do estagiário” quando algo sai errado. Pode até ser que o erro tenha sido cometido pelo jovem iniciante, mas toda a responsabilidade não deve cair exclusivamente sobre ele, mas também sobre seu supervisor direto, pois este deveria estar atento ao trabalho executado pelo jovem. O estagiário precisa de supervisão e orientação constantes. Fonte: blog humber seguros Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios na prática do estágio” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!
Sinônimos são termos que têm o mesmo (ou quase o mesmo) sentido que outros. Mas por qual motivo devemos utilizá-los então, já que ambos os vocábulos teriam o mesmo significado? Veja, a seguir, uma lista com razões para fazer isso! Você já parou para escrever um texto e, ao parar para lê-lo em voz alta, percebeu que ele ficou “truncado”, com várias repetições de termos, e que a leitura não fluiu como deveria? Talvez você tenha sentido um “estranhamento” e não soube definir o motivo disso. Utilizar a mesma palavra na escrita, várias vezes, faz com que o leitor também sinta que a redação não está fluida, talvez pense até que o texto está monótono, e este leitor pode perder o interesse na sua redação no meio do caminho. Como a gente não quer que isto aconteça, listamos abaixo alguns motivos para você se preocupar mais com os sinônimos em seu texto. Vamos lá? 1.Melhora da coesão textual A coesão textual trata dos mecanismos que permitem a harmonia e a conexão entre os elementos de um texto. Para isto, utilizam-se preposições, conjunções, advérbios e locuções. Além destes, outras ferramentas podem ser utilizadas para dar à redação a harmonia e fluidez esperada: é o caso dos sinônimos! Para entendermos melhor isto, vamos reformular a introdução de um texto que recebeu nota máxima no Enem, e logo abaixo inserir a introdução originalmente criada pela aluna: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja um filme, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como no filme, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos brasileiros, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Vejamos, agora, a introdução criada pela candidata Fernanda Carolina Santos Terra de Deus: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja uma obra ficcional, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como na obra, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos cidadãos, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Link para a redação: portal mec gov. – outubro 24.10.2019 redacao link Repare que, na primeira versão, o texto não está harmônico, a leitura está difícil e menos prazerosa. O uso de sinônimos, feito pela candidata, foi o que permitiu a melhora na coesão do trecho! Além disso, na versão original há apenas uma repetição do termo “filme”. Isso, isoladamente, não prejudica a coesão do texto, pois devemos olhar para ele como um todo. No contexto geral, a repetição não foi o “fim do mundo” e não prejudicou a nota da candidata. 2. Vocabulário ampliado Ao procurar introduzir sinônimos no texto, para evitar repetições, você perceberá que seu vocabulário será ampliado. Assim, você irá incorporar os sinônimos no seu dia a dia e, quando menos esperar, estará falando (escrevendo) “obra cinematográfica” em vez de “filme” e irá impressionar todo mundo com o seu riquíssimo conhecimento sobre a nossa língua – mas sem exageros, ok? 3. Tornar o texto mais atrativo para o leitor Lembra que falamos, no início deste artigo, sobre textos monótonos? Existem assuntos que são considerados “interessantes” por uma maior quantidade de pessoas, certo? Apesar de haver textos que não sejam instigantes para todo mundo, não significa que estes precisem ser monótonos. Sendo assim, é possível escrever sobre um tema menos “favorecido” de uma forma que esta produção não fique enfadonha. Para captar o interesse do leitor, diversos mecanismos devem ser empregados e, dentre eles, estão os sinônimos! Portanto, utilize isto como uma ferramenta a seu favor. 4. Informação extra Se você pensa que é difícil empregar sinônimos em uma redação, saiba que isso não é impossível. Ao terminar o seu texto, circule os termos repetidos e pense em palavras que tenham o mesmo sentido (ou um sentido aproximado) para inserir no lugar daquelas. Foi isto que fizemos aqui neste artigo! Dica final Para saber quais sinônimos usar, sugerimos o site SINÔNIMOS, no qual você digita a palavra que já utilizou para receber indicações de palavras com o mesmo significado (ou quase o mesmo). Tente criar a sua própria lista de sinônimos antes de praticar redação! Temos certeza que irá te ajudar! Agora que você já sabe por que utilizar sinônimos, comece a escrever suas redações com um vocabulário ampliado para atrair o leitor! Após escrever seus textos, não se esqueça de enviá-los em nossa plataforma para receber a correção de nossos professores em até 3 dias úteis!

Trabalha com educação e quer incentivar a prática da redação em sua escola? Confira o artigo que preparamos para professores, coordenadores e diretores de instituições de ensino! A prática de redação tem adquirido mais importância a cada ano que passa. Embora alguns alunos ainda torçam o nariz quando ouvem falar de redação, a verdade é que a habilidade de escrever bem e de saber argumentar tem sido cada vez mais cobrada em concursos, vestibulares e também na vida profissional. No Enem, por exemplo, a redação tem um peso enorme, ao qual não se pode furtar nenhum candidato que deseje ingressar em bons cursos e boas universidades. O mesmo vale para vestibulares e concursos em geral, que têm dedicado à redação uma porção valiosa da nota final. É fácil de concluir: apenas acertar questões objetivas já não serve muito — o diferencial para a classificação nos primeiros lugares tem sido a redação. Hoje, é a escrita que separa os aprovados dos demais. A redação, além disso, não tem servido apenas ao mundo das provas. Quando os estudantes deixam as escolas e faculdades e se aventuram no mercado de trabalho, a escrita também se torna um fator de destaque, tanto no processo seletivo quanto na prática do dia a dia. Isso porque a relevância da comunicação escrita tem sido amplamente divulgada e compreendida por um número cada vez maior de profissionais e de empresários. A capacidade de articular argumentos, de elaborar textos coerentes e concisos e de mostrar um verdadeiro domínio do idioma é a competência que hoje se espera dos candidatos a qualquer vaga de emprego. Diante de todo esse panorama e das exigências que aguardam os alunos de hoje, chegamos a uma questão fundamental: como incentivar a prática de redação na sua escola? Como fazer com que os estudantes adquiram gosto por essa atividade? COMO INCENTIVAR A PRÁTICA DE REDAÇÃO NA SUA ESCOLA 1. Conhecer e começar Em primeiro lugar, a compreensão do que significa a própria prática da redação e os benefícios que dela advêm é essencial para desenvolver o interesse dos alunos. Não é lá muito fácil gostar do que não se conhece. Se o estudante somente recebe a ordem de elaborar um texto e não tem muita experiência com a escrita, é de se esperar que levante barreiras e encontre na redação uma atividade maçante. É necessário, portanto, que o educador dê ao aluno a oportunidade de realmente desvendar o que é a redação. Mais do que isso, deve-se mostrar e explicar a ele a essência da própria prática. Não se trata de passar uma hora diante da folha em branco, fazendo a mente ferver, sem nenhuma finalidade. É preciso fazer o estudante compreender que a redação é seu meio de expressão, é o instrumento pelo qual ele pode dar vazão ao que pensa — habilidade que lhe será requerida em todas as suas interações futuras. Aqui entra o papel do educador de “advogar” em favor da redação, mostrando ao aluno como a escrita pode ser (e de fato é) uma atividade agradável, por meio da qual todos nós podemos registrar nossos pensamentos e expressar-nos como seres que têm opiniões e diferentes pontos de vista. Por meio do incentivo, pouco a pouco o aluno descobrirá o prazer de escrever e irá praticar cada vez mais! 2. Estimular o hábito de ler A boa redação é composta por diversos elementos: técnica, vocabulário, conhecimento da sintaxe da língua portuguesa, ligação das ideias para o fim proposto, etc. Embora seja possível ensinar cada um desses fatores em sala de aula, é principalmente por meio da leitura que o aluno observará e aprenderá os modos de construir bons textos, sejam eles dissertativos, argumentativos ou literários. Tendo contato com bons autores — e aqui compete ao professor indicá-los e apresentá-los de maneira interessante —, o aluno poderá desenvolver por si mesmo, com orientação do educador, a capacidade de estruturar uma linha de raciocínio coerente, escrita com excelência gramatical e de conteúdo. O aluno, afinal, terá poucas horas de aula para aprender a escrever redações. É a leitura que solidificará os conhecimentos necessários para tal prática. 3. Fomentar a discussão e a criatividade Não basta conhecer a redação em teoria e permanecer nas leituras. Essa é a base, é o ponto de partida, mas é necessário fazer mais. O aluno precisa ser levado, incentivado a apresentar suas ideias. Nesse sentido, a promoção de discussões saudáveis e de expressões da criatividade é fundamental para que o estudante aprenda a desenvolver seu próprio raciocínio, além de formular suas ideias e defendê-las. Quando o professor traz à aula temas relevantes para que sejam discutidos e ensina os alunos a analisá-los com inteligência, a formar um parecer e a sustentar uma argumentação que dê credibilidade a esse parecer, os próprios alunos sentem-se estimulados a argumentar. Ao mesmo tempo, o professor pode também fazer dessa uma atividade multidisciplinar, trazendo questões que são relevantes para outras matérias do currículo (Biologia, História, Geografia, etc.) e conduzindo os estudantes a ponderá-las, para a partir daí escreverem redações. Todos gostam de opinar e de dialogar sobre assuntos interessantes. Esse tipo de iniciativa ajudará a desenvolver o que é preciso para a prática da redação: a capacidade de interpretar uma questão e elaborar determinado argumento com base nela. 4. Adotar uma plataforma própria para redações Os alunos já foram apresentados à importância da redação, foram estimulados à leitura e incentivados a exercer sua criatividade e sua capacidade de argumentar. Ainda assim, os estudantes podem encontrar alguma dificuldade no próprio ato de escrever ou na interação com o professor (que tem poucas horas de aula com os mesmos alunos por semana), ou ainda na análise de seu próprio desenvolvimento — fatores que podem deixá-los inseguros. Devido a isso, o desempenho dos educandos com certeza será prejudicado. Como contornar tal situação? O Redação Online está aqui para que você chegue à melhor etapa com sucesso. Por meio de nossa plataforma virtual, sua

Saiba qual pontuação você deve fazer no ENEM para passar em medicina! O curso de medicina, tradicionalmente, é um dos mais concorridos nos vestibulares do Brasil. Para se ter uma ideia, na UEL (Universidade Estadual de Londrina), em 2021, o vestibular teve cerca de 265 candidatos por vaga. É bastante concorrência, não é mesmo? Porém, com as novas formas de ingresso nas faculdades via Sisu e Prouni, por exemplo, mais oportunidades de conseguir a sonhada vaga são possíveis. Mas você sabe qual a pontuação Enem necessária para passar em medicina? Venha com a gente que vamos contar como você pode tentar garantir a sua. No Sisu 2021, o curso de medicina teve a maior nota corte para ingressar na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A pontuação Enem mais alta para a vaga foi de 952,51, liderando o ranking. Para saber um pouco mais sobre essa disputa, você também pode acessar o comparativo das notas de corte dos cursos de medicina no Sisu 2021. Nele, foram consideradas as vagas relativas à ampla concorrência, mas já serve como uma base sobre a pontuação que você deve atingir quando chegar a sua vez. Mas o que é a nota de corte? A nota de corte equivale à menor nota que um candidato precisa ter para conseguir disputar por uma das vagas disponíveis na instituição de sua escolha. Para Medicina, estima-se que é necessário ter cerca de 70% de acertos no Enem para obter mais chances no Sisu. No ProUni também há notas de corte para pleitear as bolsas de estudos integrais ou parciais. Embora para se inscrever seja necessário apenas ter no mínimo 450 pontos e não ter tirado zero na redação, com essa pontuação no Enem é pouco provável que se consiga uma vaga em medicina. Tenha em mente que nos últimos anos a nota do Enem necessária para conseguir uma bolsa do ProUni nesse curso teve uma variação de 720 até quase 800. Então, será necessário que você consiga fazer quase o dobro da nota mínima para ter mais chances. Neste ano, uma estudante de Uberaba que disputava uma vaga em medicina pelo Sisu produziu uma planilha com as notas de corte para o curso. Com base nos dados dos canais oficiais das instituições, ela analisou todas as notas de corte e depois divulgou o seu método, que acabou viralizando, conforme divulgado pelo Jornal da Manhã. Você pode consultar a planilha dela para ter mais informações, que depois incluíram a situação das pessoas que disputam as vagas por cotas. Como a redação pode melhorar a nota geral do Enem? Muitas pessoas tentam vagas em que a disputa não seja tão grande para tentar ingressar na universidade logo. Outras, no entanto, apostam na carreira dos sonhos desde o começo e, assim, investem seu tempo e energia para conseguir alcançá-la. Para boa parte dos estudantes brasileiros, uma nota alta no Enem pode colocá-los mais próximos de realizarem seus sonhos profissionais. Por isso, ir muito bem nas provas é primordial. E a redação, como você que nos acompanha já sabe, equivale a 20% da média geral do Exame Nacional. Então, é evidente que ela é muito importante, especialmente para quem busca uma vaga no curso de medicina. Além de ir muito bem em todas as demais provas, a redação precisa atingir os níveis mais altos em todas as competências para, dessa forma, garantir uma pontuação acima de 730. O que fazer para tirar uma boa nota na redação do Enem? Vamos relembrar as 5 competências e dizer como você pode atingir os níveis mais altos em cada uma delas para assegurar uma boa nota na redação. Anote aí e veja se já está fazendo o possível para ter uma boa pontuação Enem para medicina! Competência 1 Avalia o domínio da modalidade formal da língua portuguesa na escrita. Quanto menos desvios e melhor a estrutura sintática das suas orações, maiores são as chances de chegar a 200 pontos nessa competência. São permitidos até 2 desvios e uma falha de estrutura para atingir o nível 5. Competência 2 Avalia se o participante compreendeu a proposta de redação. Além disso, verifica-se se ele soube aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para fazer um bom desenvolvimento, dentro da estrutura dissertativo-argumentativa. Ou seja, aqui é analisado se foi atendido o tipo textual solicitado e se houve bom uso de repertório sociocultural, produtivo e pertinente ao tema. Quem está se preparando para ingressar em medicina certamente está também ampliando seu repertório. Isso é fundamental para conseguir 200 pontos nessa competência. Então, não tem outro jeito: é preciso também treinar muito a escrita! Competência 3 Este quesito avalia se o estudante conseguiu selecionar, relacionar, organizar e interpretar as informações, os fatos e as opiniões para defender o seu ponto de vista. Em outras palavras, avalia-se a coerência do projeto de texto e o nível de desenvolvimento da argumentação. Competência 4 Avalia se houve uso diversificado de elementos coesivos. Os níveis mais altos nessa competência são atingidos quando o participante faz uso de expressivos elementos coesivos inter e intraparágrafos, com raras repetições e sem inadequações, com pelo menos 2 momentos com operadores argumentativos entre os parágrafos e 1 elemento coesivo de qualquer tipo dentro de todos os parágrafos. Competência 5 A nota máxima nessa competência acontece quando os 5 elementos obrigatórios da proposta de intervenção aparecem no texto. São eles: agente, ação, modo/meio, efeito e um detalhamento. Prepara-se para vencer! Lembre-se: não é porque é difícil que é impossível! Portanto, mesmo sendo um curso bastante disputado, você tem chances, sim, de conseguir a sua vaga em medicina! Estude bastante e não se esqueça de treinar muito a redação! Ela pode elevar bastante a sua pontuação Enem geral, então dê atenção a ela no seu cronograma de estudos. E conte conosco para aumentar ainda mais a sua média. Conheça os nossos planos! Nós temos um especial para quem quer cursar medicina, o ENEM

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a desvalorização do futebol feminino no Brasil? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! As diferenças entre futebol masculino e futebol feminino em nosso país são gritantes – desde salários até situações de machismo em campo. Para entender melhor as causas deste problema, preparamos esta lista de repertórios. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação sobre o tema da semana: ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”. Boa leitura! Eu, jogadora | entre a realidade e o sonho | Curta-metragem sobre desvalorização do futebol feminino Este curta-metragem traz depoimentos de jogadoras e da primeira mulher a ter sido técnica da seleção brasileira de futebol feminino. As dificuldades dentro de casa, a falta de aceitação dos pais e dos amigos, os xingamentos dentro de campo e os desafios com a falta de dinheiro para perseguir o sonho – tudo isso é demonstrado por meio das falas das jogadoras. “Eu, Jogadora” é fruto de uma parceria entre A Vitrine do Futebol Feminino e o Acervo da Bola, com direção de Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento. Já sabe, né? Pegue sua pipoca e seu caderninho de anotações e curta o curta! https://youtu.be/ggv8l6p6500 Ela é o cara (She’s the Man) | 2006 Este é um filminho bem gostoso de assistir, pois traz pitadas de comédia e de drama adolescente. No filme, Viola jogava em um time de futebol que foi extinto, então ela decide fingir que é o irmão gêmeo e jogar no time da escola dele. Vale a pena assistir em uma tarde de preguicinha e anotar o que pode ser utilizado para o desenvolvimento da sua redação. Futebol Feminino no Brasil: Do seu Início à Prática Pedagógica Neste artigo a autora Suraya Cristina Darido se propõe a explicitar as discriminações e preconceitos associados à questão de gênero, a partir da prática do futebol feminino no Brasil. Ao ler o artigo, você irá descobrir, por exemplo, que o início do futebol feminino esteve associado a jogos realizados entre empregadas domésticas, boates homossexuais e jogos entre modelos, na década de 1970. Além de ser importante para entendermos o contexto histórico do futebol feminino no Brasil, o artigo se propõe a citar o papel do professor de educação física e procedimentos pedagógicos para incluir as meninas nos jogos escolares. Legislação | Decreto-Lei de 1941 Este artigo do Globo Esporte fala sobre o Decreto-Lei que proibiu a prática do futebol feminino. Em 14 de abril de 1941 (mais de 80 anos atrás), Getúlio Vargas baixou o decreto que proibia as mulheres de praticarem esportes que não fossem “adequados a sua natureza”. Além disso, durante a Ditadura Militar no Brasil, conforme já mencionado nos textos motivadores, o Conselho Nacional de Desportos citou o futebol, especificamente, como um dos esportes proibidos para o público feminino. Vale a pena ler o artigo e focar nas informações sobre leis e decretos que já existiram acerca do assunto. Minas do Futebol | “O impossível é temporário” Este filme traz a história do time feminino do A.D. Centro Olímpico. Como em 2016 não existia campeonato de futebol sub-13 feminino, o time propôs participar de um campeonato masculino (Copa Moleque Travesso). Marta, a melhor jogadora do mundo Se você não conhece a Marta, deveria conhecer. A brasileira já foi eleita seis vezes pela FIFA a melhor jogadora do mundo! Marta Vieira da Silva, de 34 anos, é a maior goleadora da seleção brasileira e dos Mundiais. Em 2019 jogou sua quinta Copa do Mundo, na França. Em homenagem a Marta, o estado do Rio de Janeiro decretou o dia 19 de fevereiro como o dia do Futebol Feminino (data de aniversário da jogadora). Vale a pena conhecer mais sobre a história da jogadora e os desafios que ela teve de superar para se tornar a jogadora de futebol feminino mais conhecida do mundo. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Foque na organização das ideias e até a próxima!
Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”! O futebol é um esporte que existe desde o século XIX e ganhou adeptos nas últimas décadas. O futebol masculino, hoje em dia, é um esporte multimilionário, com partidas veiculadas no mundo inteiro. Mas e o futebol feminino, por que é desvalorizado? Leia os textos motivadores e escreva sua redação sobre futebol feminino! Leia os textos motivadores para escrever sua redação sobre futebol feminino: Texto 1 para redação sobre futebol feminino A partir de 1983, quando o futebol praticado por mulheres foi liberado por lei no Brasil, milhares de meninas buscam por oportunidades tendo que lutar todos os dias por um esporte mais igualitário Por haver a chamada distinção de gênero em diversas atividades do cotidiano, as mulheres tiveram — e ainda têm — que enfrentar muitas dificuldades para exercer algumas delas, que são majoritariamente praticadas por homens. Um exemplo é o futebol. Segundo a Federação Internacional de Futebol (FIFA), o primeiro jogo oficial de futebol entre mulheres ocorreu em 23 de março de 1883, em Crouch End, na cidade de Londres, na Inglaterra. Naquela ocasião, os dois times foram classificados como Norte e Sul, representando as duas partes da cidade em que a partida era sediada. Porém, o futebol já era praticado por homens desde o século XVII. No Brasil, as mulheres começaram a conquistar seu lugar no futebol entre os anos de 1908 e 1909, quando foram datados os primeiros jogos de futebol com jogadores mistos — homens e mulheres juntos. Conforme noticiado pelo jornal A Gazeta, o primeiro jogo oficial no país entre mulheres ocorreu em 1921. As jogadoras eram dos bairros Tremembé e Cantareira, da cidade de São Paulo. Segundo o Jornal da USP, em 1941, as mulheres foram proibidas de jogar futebol ou qualquer outro esporte “incompatível com as condições da sua natureza”. O decreto-lei 3.199 de 14 de abril de 1941, foi criado na Era Vargas e vigente até 1983. Contudo, a proibição por lei não parou as jogadoras brasileiras, que continuaram jogando e resistindo ao Estado. Após mais de quarenta anos, em 1983, o decreto foi derrubado graças as muitas mulheres que defendiam que o esporte podia ser praticado por todos, sem exceção. Desde então, milhares de jovens mulheres buscam por seu espaço dentro do futebol tendo que enfrentar obstáculos que vão desde a dificuldade de inclusão no esporte até os vários tipos de assédio que enfrentam no dia a dia. Por ser praticado por mulheres, o futebol feminino no Brasil é categorizado por muitos como inferior, pois há muita comparação com o esporte praticado pelos homens. Dificuldades no início de carreira Em relação ao futebol masculino, as oportunidades de carreira dentro do esporte são bem diferentes, tendo em vista que a maioria dos clubes não investem em equipes femininas usando como justificativa o pouco retorno e visibilidade. Pensando em ajudar a mudar essa realidade, a Conmebol, em meio às mudanças que implementou em suas competições em meados de 2016, ordenou que os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana terão de ter pelo menos uma equipe feminina. Sobre o requisito, o documento fala que “o solicitante (a disputar a competição) deverá ter uma equipe feminina ou associar-se a um clube que possua a mesma. Ademais, deverá ter ao menos uma categoria juvenil feminina, ou associar-se a um clube que possua a mesma”. Além disso, os clubes deverão oferecer apoio técnico e toda a estrutura necessária para as equipes femininas, para que possam treinar e participar de torneios. Segundo Julia Pompeo, essa foi uma decisão muito importante pois mudou os rumos do futebol feminino no Brasil e em toda a América Latina, proporcionando uma maior visibilidade ao futebol feminino. Além da falta de oportunidades, a questão dos investimentos também é um fardo que o futebol feminino carrega. Uma situação inusitada que aconteceu em outubro de 2020 chamou a atenção das mídias para esse problema. Pela segunda rodada do Campeonato Paulista de futebol, em 21 de outubro de 2020, na Arena Barueri, o time do São Paulo goleou o Taboão da Serra por 29 a 0. Apesar de o placar chamar muita atenção, um depoimento dado pela capitã do time do Taboão da Serra serviu para mostrar a dura realidade que os times femininos enfrentam no dia a dia quanto a estrutura dos clubes. Segundo Nini, o time do interior de SP possui pouco investimento e não possui nenhum apoio do clube. “Em pouca coisa o clube nos ajuda. É mais a vontade da comissão técnica mesmo. Ninguém tem salário, ninguém tem condução. A gente não tem roupa de treino, não tem apoio nenhum do clube. A gente simplesmente usa o nome do clube para participar do Campeonato Paulista porque acredita que é uma oportunidade para as meninas mais novas”, relatou a capitã à FPF TV. Com os olhares voltados para o futebol feminino durante a Copa do Mundo, muitos temas surgiram. Um levantamento realizado pelo EXTRA no ano de 2019, mostra que os 20 clubes participantes da série A (até então) investiam no máximo 1% de seus orçamentos no futebol feminino. O Santos liderava a tabela sendo o time que mais investiu. O Flamengo investe cerca de R$ 1 milhão, o que equivalia na época ao salário de um mês do Gabigol. Diante dessa situação, com o baixo incentivo e investimento a prática futebolística se torna quase impossível para as jogadoras. Levando assim, a esperança de o futebol se tornar um esporte igualitário em questão de investimentos e oportunidades. Questão salarial das jogadoras no Brasil Além da falta de investimentos em equipamentos, lugares para treinos e preparação física, uniformes, entre outros, o futebol feminino também é financeiramente afetado na questão da disparidade salarial. Segundo o site de notícias da UOL, os contratos de jogadoras de futebol que atuam no Brasil possuem a duração de um ano. Isso quando existe realmente um
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