Oferta Especial: Garanta sua vaga em:
00
DIAS
14
HORAS
06
MINUTOS
51
SEGUNDOS
🚀 Redação Online agora é parte do ecossistema Ennia Education - empresa global de soluções tecnológicasConheça →
Logo Redação Online - Plataforma #1 em Correção de Redação ENEM com 5 alunos NOTA 1000
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQConteúdo
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQConteúdo

Blog

Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima

Categorias populares

Temas de redação

Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.

Competências do ENEM

Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.

Repertório para redação

Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.

Temas do Enem

Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.

Educação

Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.

Estudar para concursos

Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.

Por que ler o Blog do Redação Online?

O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.

Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.

Quer aprender na prática?

Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades

Ver Planos de Correção

📚 Estudos e Redação

  • Temas de redação
  • Como Escrever uma Redação
  • Redação Nota 1000 no Enem
  • Guia de Redação Enem
  • Redação Nota mil no Enem

📂 Categorias do Blog

  • Temas de redação
  • Competências do ENEM
  • Repertório para redação
  • Educação
  • Temas do Enem
  • Estudar para concursos
  • Temas e Repertórios

📖 Recursos e Materiais

  • Blog do Redação Online
  • Conteúdo Gratuito
  • Modelos de Redação
  • Estrutura da Redação
  • Mapa do site

🤝 Empresa e Suporte

  • Dúvidas frequentes
  • Trabalhe conosco
  • Quero ser corretor
  • Contato

Endereços

📍 MATRIZ

Sapiens Parque

Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus,
Florianópolis - Santa Catarina, 88056-000

📍 FILIAL

ESTAÇÃO HACK FROM FACEBOOK

AV PAULISTA - TÉRREO - BELA VISTA, SÃO PAULO - SP

Empresa

SITE 100% SEGURO
SSL CERTIFICADO
Certificações de segurança e conformidade - Site 100% seguro com SSL

🔗 Links Rápidos

Planos e PreçosNossa MetodologiaEspecialistasDepoimentosTemas de RedaçãoBlog

💬 Atendimento

Seg-Sex: 8h às 18h

Sáb: 8h às 12h

WhatsApp

Copyright © 2026. Todos os direitos reservados da Redação Online.

    enem 2020
    Claudia Bechler
    5 min

    Enem 2020: Como estudar redação faltando 1 mês para a prova

    É possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Veja nossas dica e dê o seu melhor nessa reta final! Pois é: 2020 está chegando ao fim. Neste ano, em função da pandemia, os participantes do ENEM 2020 ganharam alguns meses para se prepararem, pois a prova acontecerá em janeiro de 2021. No entanto, também por conta do surto de coronavírus, apareceram outras dificuldades com as quais os estudantes precisaram lidar. Assim, caso você não tenha gerido bem o seu tempo, é provável que esteja se perguntando: é possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Nossa resposta é sim! Separamos algumas dicas para quem viu o ano passar e não aproveitou ou não teve condições de estudar. Acompanhe a leitura! O ano que estamos vivendo trouxe uma série de desafios, mas para quem está tentando uma vaga na universidade eles ficaram ainda maiores. O impedimento das aulas presenciais e o ensino remoto pegaram muita gente de surpresa. A desigualdade de condições e de acesso à internet e a outros recursos educacionais provavelmente ampliará ainda mais as distâncias na busca por seu lugar na faculdade. No entanto, houve uma maior propagação de informações online, videoaulas, minicursos, além, é claro, de plataformas de correção como a Redação Online. Tudo isso isso pode ser usado para melhorar a performance do participante, mesmo que o dia das provas já esteja quase aí. Mesmo que você esteja muito cansado(a), vale a pena dar um último fôlego nos estudos. O que fazer nos próximos dias para escrever uma boa redação? Se você já concluiu o ensino médio, o foco deve ser em ampliar seu repertório sociocultural, relembrar alguns fatos importantes da política, cultura, saúde, educação. Enfim, pense nas diversas possibilidades de temas que a banca pode cobrar na prova de redação. Leia algumas redações nota mil, disponíveis na internet, e perceba como elas foram construídas. Use-as como inspiração. Depois, é hora de treinar! Não existe outro jeito de estudar redação, portanto, escreva! Conheça as particularidades do texto dissertativo-argumentativo e pratique muito! Faça um cronograma de estudos e reserve, pelo menos, 4 redações até a prova (uma por semana). Escolha temas interessantes e pesquise antes de escrever, isso ajuda a ter mais argumentos para desenvolver. Depois de prontos os textos, peça que alguém corrija e reescreva até atingir todos os objetivos. Não tem ninguém de confiança para ler e avaliar o seu texto? Conheça nossos planos! Certamente será importante o olhar de alguém que conhece a avaliação e sabe apontar o que melhorar nas suas redações! Se você está finalizando o terceirão, é provável que as ideias sobre redação ainda estejam fresquinhas na sua mente. Aproveite para conhecer tudo o que você não deve fazer no seu texto. Desse modo, evitará surpresas desagradáveis por falta de atenção aos detalhes. Mesmo cansado(a), continue a rotina de treinamento! Escreva pelo menos uma redação por semana e faça reescritas orientadas. Não é o momento de aprender coisas novas, então apenas revise. Relembre as três partes da dissertação-argumentativa e desenvolva algumas propostas de intervenção completas para diversas áreas. Assim, você terá ideias que ajudarão na hora de produzir a redação “pra valer”. Relembre quais são os elementos obrigatórios da proposta de intervenção e sempre faça a contagem deles para garantir que estão todos lá! Prepare a sua estratégia Por ser uma prova de duração extensa, não dá pra ir pro Enem sem um plano. Sim, é preciso PLANEJAMENTO para poder dar conta de tudo durante as horas de prova. Por essa razão treinar a escrita ANTES da prova é essencial. Desse modo, você conseguirá calcular o tempo que leva fazer a interpretação dos textos motivadores, esboçar o projeto, rascunhar e passar a redação a limpo. Não se esqueça que além de tudo isso você ainda terá que responder as questões das outras provas. É claro que cada pessoa tem o seu método e a tendência é que com a prática você consiga escrever cada vez mais em menos tempo. Se esse ainda não é o seu caso, preste atenção na nossa sugestão: Comece lendo os textos motivadores e saiba o tema, isso fará com que você se tranquilize e já comece a pensar em possíveis repertórios; Anote quais argumentos, dados e referências usará na prova e depois já inicie o rascunho; Feito o esboço, deixe de lado o texto e parta para a resolução de uma das outras provas, de preferência aquela que você tem mais facilidade. Isso ajuda com a autoestima. Volte ao seu texto e o releia algumas vezes. Faça ajustes, corrija problemas de fluidez do texto. Perceba se usou operadores argumentativos em todos os parágrafos. Confira se a proposta de intervenção está completa. Enfim, passe a limpo. Pronto! Agora é foco total nas outras disciplinas! Se sobrar tempo, releia mais uma vez seu texto antes de entregá-lo. Ajustes de última hora ainda poderão ser feitos – com cuidado! É isso! Não dá para perder mais nenhum segundo a partir de agora, portanto comece a se organizar já! Seguindo essas dicas você poderá se dar muito bem na redação Enem. Precisa de ajuda? Então conheça nossos planos!

    Para vestibulandosplano de estudoFundo de funil
    15 de dez. de 2020
    direitos autorais e plágio na internet
    Claudia Bechler
    5 min

    Direitos autorais e plágio na internet | Repertórios para o tema

    Conheça algumas referências que poderão fundamentar a sua argumentação na redação sobre “Direitos autorais e plágio na internet”. Uma das frases mais célebres aprendida na escola é a do “Pai da Química Moderna”, Lavoisier. Segundo o cientista, “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Anos mais tarde o comunicador Abelardo Barbosa (o famoso Chacrinha) “transformou” também a frase de Lavoisier. Assim, ele afirmou que “nada se cria, tudo se copia”. Embora a ideia aqui se referisse a programas de televisão, aos poucos a adaptamos para outros contextos. De uma certa forma, isso nos remete à ideia de plágio e mostra a dificuldade de sermos originais em tudo que fazemos. As facilidades trazidas pela rede mundial de computadores potencializou tudo isso e, portanto, são muito comuns casos violação de direitos autorais e plágio na internet. E é sobre isso que você precisa refletir para escrever uma redação sobre o tema desta semana. Como sempre, selecionamos alguns conteúdos para você consultar e melhorar os argumentos em defesa do seu ponto de vista. Então, acompanhe a leitura! 1. Artigo: A Diferença Entre Direitos Autorais e Plágio Antes de começar a sua redação, é importante que saiba o que são os direitos atorais e o que é plágio. Nesta matéria você terá acesso a essa explicação. Assim, você conseguirá saber a diferença entre os dois, as similaridades, bem como os casos em que a legislação pode ser aplicada. 2. Artigo: Mark Zuckerberg, o homem que copiava O dono do Facebook  chama atenção desde a fundação de sua Companhia que hoje é uma das mais lucrativas do mundo. Um dos motivos para a fama, no entanto, são as acusações de roubo de ideias de outras organizações. A mais recente diz respeito a uma suposta cópia do aplicativo TikTok. O artigo que você vai diz respeito a todas esses situações controversas em que ele se envolveu. Você acha que Zuckerberg é um “plagiador”? Ou se, de outro modo, pensa que se estão na internet as ideias são públicas e passíveis de cópia? Enfim, dá para refletir por esse caminho na sua redação. 3 Filme: A rede social Ainda falando sobre Zuckerberg, você pode assistir ao filme “A rede social”, de 2010. Assim como comentado no artigo que sugerimos acima, esse drama biográfico mostra como surgiu o Facebook e os processos judiciais que seu criador enfrentou no caminho. Um desses processos foi impetrado pelos irmãos Winklevoss, que acusaram o criador de uma das redes sociais mais lucrativas do mundo de ter roubado as suas ideias. https://youtu.be/kAwIKMYN6UU 4. Vídeo: Plágio – Não CTRL + C essa ideia Então, aproveite que você já está no Youtube e assista a este vídeo produzido pela Unisinos explicando o que é plágio. Ele é curtinho (tem menos de 2 minutos) e pode trazer mais subsídios para você falar sobre o assunto. Aqui, no entanto, o foco é o plágio acadêmico, que já foi responsável pela queda de ministros mesmo antes de assumirem.https://youtu.be/6wEy3vGZSnA 5. Artigo: As consequências do plágio acadêmico Já que estamos falando de plágio no meio acadêmico, acesse este material da Universidade Federal de Minas Gerais. Nele, discute-se qual o limite entre a inspiração e a apropriação de ideias. Além de saber o que pode ser considerado plágio na academia você se informará sobre o que pode acontecer com quem pratica essa ação. No link, ainda, você consegue assistir a um vídeo produzido pela TV UFMG sobre o tema. Então, tá esperando o que pra clicar? 6. Artigo: Direito Autoral na Internet e Plágio No artigo publicado na JusBrasil, a advogada Rosane Monjardim explica tudo o que você precisa saber sobre propriedade intelectual. Embora tenha bastante linguagem jurídica, pois fala das leis sobre o tema, é acessível e você conseguirá entender sobre o panorama geral do assunto no Brasil, direitos de uso e de distribuição, exploração comercial e pirataria etc. Há também uma parte a respeito exclusivamente de conteúdo distribuído on-line. Vale a leitura! Certamente é uma referência bem fundamentada para você citar em seu texto! 7. Artigo: Pirataria, plágio e outras violações autorais Agora mais um conteúdo escrito por uma especialista em Direito para você se informar! Nesta matéria, a autora reflete sobre as possibilidades de transmissão, execução, exibição e reprodução das obras autorais que as tecnologias ampliaram. Violação de direitos autorais e plágio já existiam antes da internet, no entanto é evidente que ela facilita muito para que isso aconteça. Muitas pessoas inclusive desconhecem que estão cometendo esse crime. Enfim, quem nunca publicou um vídeo e depois ele foi bloqueado por direitos autorais? Entenda também o que é a “pirataria” nesse contexto. Boa leitura! E essas são as nossas dicas de hoje. Pesquisar sobre o tema, como sempre afirmamos aqui, é fundamental para que você faça um bom desenvolvimento da redação. Por isso, não deixe de fazer a sua própria pesquisa. Aqui são só alguns conteúdos para que você se inspire e busque seu próprio caminho. Afinal, para defender seu ponto de vista é preciso escolher as referências pertinentes ao seu projeto de texto. Se você já usa a nossa plataforma, mande seu texto para corrigirmos. Se ainda não comprou um plano de correções, tá esperando o quê? Conte conosco para conseguir uma boa nota na redação! Estamos esperando por você!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    10 de dez. de 2020
    direitos autorais
    Claudia Bechler
    6 min

    Direitos autorais e plágio na internet | Tema de redação

    Reflita sobre direitos autorais e plágio e aproveite para treinar seus conhecimentos de redação! Leia atentamente os textos a seguir. Com base na leitura e nos conhecimentos obtidos ao longo de sua formação, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas sobre o tema “Direitos autorais e plágio na internet“. Use a linguagem formal da língua portuguesa e escreva uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema Direitos autorais e plágio na internet: Texto 1 O que são direitos autorais? Direitos autorais são os direitos que todo criador de uma obra intelectual tem sobre a sua criação. Assim, esse direito é exclusivo do autor, de acordo com o artigo 5º da Constituição Federal. Está definido por vários tratados e convenções internacionais, entre os quais o mais significativo é a Convenção de Berna. No Brasil a Lei n. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, consolida a legislação sobre os direitos autorais. O registro da obra permite que a autoria seja reconhecida e garante a validade contra terceiros. Ademais, os direitos morais, patrimoniais, prazos de proteção e direito dos sucessores estão regulados na Lei n. 9.610/98. Desse modo, o registro contribui para a preservação da memória nacional, uma das missões da Fundação Biblioteca Nacional, por meio da Lei do Depósito Legal (Decreto nº. 1825, de 20 de dezembro de 1907). O Escritório de Direitos Autorais, que funciona desde 1898, é o órgão da Fundação Biblioteca Nacional responsável pelo registro de obras intelectuais e tem por finalidade dar ao autor segurança quanto ao direito sobre sua obra, de acordo com a Lei n. 9.610/98. A violação de direitos autorais, então, constitui crime com pena prevista de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa, de acordo com o Decreto Lei n. 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Fonte: sebrae Texto 2 A excelente ideia de querer uma escola livre de plágio O plágio não é um crime nascido com a Internet. Assim, se é verdade que ela torna extraordinariamente simples o copiar e o colar, não é menos certo que também permite apurar com muita facilidade, ainda que, eventualmente, com algum dispêndio de tempo, o que foi copiado e colado. Nas escolas, o plágio é uma prática banalíssima, não muito sancionada. Mas, no Verão, o indigitado ministro da Educação brasileiro não chegou a tomar posse por causa de suspeitas de plágio (e de ostentação de falsos títulos acadêmicos). A circunstância de o procedimento ser punido por lei é, tratando-se de alunos, menos relevante do que aquilo que revela sobre um modelo de ensino. Prestar atenção ao plágio escolar é também, por isso, cuidar de incentivar aprendizagens de qualidade. Fonte: Diário Domínio Texto 3 Direitos autorais e plágio na internet Fonte: Brasil Escola Texto 4 Pesquisa: 87% dos alunos chegam à universidade sem saber o que é plágio Pesquisa inédita realizada com alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que 87% deles chegaram à universidade sem ter noção exata do que é plágio e sem saber ao certo o que configura uma citação ou uma cópia de conteúdo em um trabalho acadêmico. (…) O levantamento, “Estudo para o desenvolvimento de uma política de integridade acadêmica para a Unicamp”, realizou-se em agosto e setembro deste ano [2018], por meio de um questionário online, seguido de entrevistas com amostras de estudantes. Ao todo, 958 estudantes de graduação (35%) e de pós-graduação (65%), de todas as áreas do conhecimento, responderam todas as questões. O trabalho é da consultoria acadêmica Data 14, em parceria com a empresa de software educacional Turnitin. A pesquisa mostrou, por exemplo, que a maioria dos alunos (98,4%) considera que copiar trechos de trabalhos é algo grave ou gravíssimo. No entanto, apenas uma minoria (4,5%) acredita que o plágio seja sempre intencional. Além disso, o levantamento aponta que 36,7% dos alunos admitem já ter copiado trechos de textos sem fazer a devida citação. Ademais, oito em cada dez alunos ouvidos afirmam que ações educativas podem prevenir que alunos cometam plágio. Certamente a preocupação com a ocorrência de plágio em trabalhos acadêmicos é universal, especialmente nos tempos atuais em que o acesso à informação é muito mais fácil. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 46% dos casos de retratações dos artigos científicos brasileiros foram causados por cópias de conteúdo. Portanto, significa que quase metade dos trabalhos identificados com alguma forma de má-conduta no Brasil copiaram trechos de outros textos publicados anteriormente. Fonte: Veja Abril Texto 5 Imagens na internet e o que vai pelo ar (…) Fiquei imaginando como seriam hoje as Iluminuras e achei na internet a imagem que principia esse texto, um trabalho do designer da Costa Rica, Jose Carlos Chaves, que fez uma linha chamada Eletromechanical Type. Assim, creio que encontrei a Iluminura representativa do início do século XX (a do séc. XXI ainda falta ser inventada). E aqui entramos no tema principal do artigo: a questão da autorização de uso de obras encontradas na internet. A preocupação que tive, portanto, para usar com tranquilidade essa letra, foi a de pedir autorização do autor para usar a imagem como capitular. Achei o site onde estavam expostas as letras, localizei o e-mail do designer, enviei uma primeira mensagem, sem resposta, insisti com outro e-mail, e o simpático autor me respondeu autorizando o uso (…). Ademais, já tinha falado a respeito com o meu zeloso editor, Leonardo Neto, que só usa imagens com autorização expressa ou em domínio público. Já o Carlo Carrenho ficou surpreso com envio da autorização por um simples e-mail, pois pensava que viria um contrato de seis folhas. Destaco esse ponto, pois recente decisão do Superior Tribunal de Justiça, de 20.02.2020, no Recurso especial 1822619, julgado inicialmente em São Paulo, considerou que: “o fato de a fotografia estar acessível mediante pesquisa em mecanismo de busca disponibilizado na internet não priva seu autor dos direitos assegurados pela legislação de regência, tampouco autoriza a presunção de que ela esteja em domínio público,

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    10 de dez. de 2020
    provas do enem
    Claudia Bechler
    6 min

    Apostas de tema para o Enem 2020: pistas do Inep e do MEC

    Confira apostas de tema para o Enem 2020 com base nas redes sociais do Inep e do MEC. Prepare-se e saia na frente! Hoje estamos nos imaginando em um cassino, animados para fazer algumas apostas de tema para o Enem 2020. Nos últimos anos, circula um boato de que as redes sociais do MEC e do Inep costumam dar spoilers do tema de redação. No entanto, caso essa fofoca nunca tenha chegado até você, saiba que em 2019, cinco dias antes das provas, o Ministério da Educação fez a seguinte postagem no Instagram: Então, naquele ano, o tema da redação foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil“. Às vésperas da prova, o MEC publicou parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) para adaptar salas de cinema a pessoas com deficiência. Certamente, uma das formas de explorar o tema de redação 2019 era pelo viés da acessibilidade a PCDs. Coincidência? Há quem afirme que não! Nós – que não somos bobos nem nada – resolvemos dar uma boa olhada nas publicações dos dois órgãos a fim de caçar possíveis pistas. Assim, depois de uma análise dos temas mais recorrentes, podemos arriscar algumas dicas. Porém é importante que você siga esses perfis nas redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook etc.) pois eles podem soltar a bomba mais próximo da aplicação das provas! Além disso, lembre-se de que estamos apenas especulando, não há como afirmar que os temas que levantamos cairão, de fato, no Enem. São apenas possibilidades que esperamos que cheguem bem perto da realidade! Acompanhe os resultados da nossa investigação! Alfabetização  Ao longo de 2020, o MEC fez diversas postagens no Instragram abordando questões ligadas à alfabetização. A preocupação com a infância e, em especial, com medidas que garantam a alfabetização na idade certa estão em pauta há algum tempo. O Ministério da Educação divulgou com bastante frequência o programa “Tempo de Aprender“, que visa o enfrentamento das principais causas das deficiências na alfabetização no Brasil. Assim, o programa propões ações estruturadas em 4 eixos que vão desde a formação continuada até a valorização dos profissionais da área. É importante, portanto, que você conheça esse programa e também procure alguns dados sobre alfabetização bem como sobre analfabetismo no país. Em julho deste ano divulgou-se que, com atraso, o Brasil atingiu a meta de alfabetização projetada para 2015, e o país ainda possui cerca de 11 milhões de analfabetos. Além de fazer essa pesquisa, aproveite e já vá pensando em possibilidades de propostas de intervenção. Literacia familiar Você sabe o que é literacia familiar? Trata-se de um conjunto de práticas e experiências relacionadas com linguagem, leitura e escrita vivenciadas entre pais/cuidadores e filhos. Esse conceito tem contato com o tema da alfabetização e também consta na política nacional sobre o tema. Assim, encontramos no perfil do MEC uma série de postagens sobre a questão, especialmente divulgando outro programa: o Conta pra mim. Nele, há orientações e técnicas facilitadoras e inovadoras da alfabetização. A ideia é estimular a leitura de forma lúdica e participativa, preparando desde cedo as crianças para os anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, propõe momentos que podem fortalecer o vínculo familiar. O projeto conta com materiais multimídia e uma coleção de livros que podem ser acessados e lidos por pais para seus filhos. Pesquise sobre a leitura literária e sua importância para a primeira infância e conheça bem esse projeto. Como não é um conceito muito divulgado, cabe se apropriar dele. Busque referências de projetos como esse em outros lugares e seus efeitos. Assim desenvolverá a sua argumentação sem dificuldades. Educação Especial Outro tema que frequentou o perfil do MEC foi a Educação Especial. Certamente isso ocorreu porque, neste ano o governo instituiu a PNEE – Política Nacional de Educação Especial. Assim, por tratar-se de uma questão bastante polêmica, pode estar cotada para aparecer como tema de alguma forma. Há, de fato, um esforço governamental para divulgar essa política como positiva, com muitas propagandas nas mídias tradicionais sobre o assunto. Por outro lado, porém, há diversas entidades ligadas às pessoas com deficiência que a consideram um retrocesso. Recentemente lançamos um tema de redação para debater o capacitismo no Brasil. Desse modo, caso queira treinar, acesse também os repertórios para esse tema e saiba um pouco mais sobre como isso pode aparecer no Enem. Alimentação escolar Procurando com atenção, você encontrará algumas postagens sobre alimentação escolar. Desde o processo de escolha dos itens até a importância da nutrição na infância e adolescência, o tema aparece aqui e ali. Mas por que isso pode ser um tema? Bom, provavelmente você viu notícias que mostram o aumento da pobreza no país. O Banco Mundial divulgou que após 11 anos de redução da pobreza, o país retrocedeu nessa questão nos últimos 5 anos. Não é necessário ir muito longe para constatar esse dado na prática. Na sua cidade, aumentou o número de pessoas em situação de rua? Há mais pedintes? Está mais difícil comprar os itens da cesta básica? Possivelmente a sua resposta seja sim para uma ou mais dessas perguntas. Isso, obviamente, impacta a sociedade como um todo. Desse modo, a alimentação escolar têm novamente o papel central de talvez ser o único acesso à comida diário para muitas crianças adolescentes. É triste! É polêmico! E, sem dúvidas, bota a gente pra pensar, não é mesmo? E não é disso que o Enem gosta? Não é isso que o Enem quer? Portanto, cabe ficar ligado(a) nessa temática. Aproveite e escreva uma redação sobre isso também. Outras apostas de tema para o Enem Por conta da pandemia, tanto o perfil do MEC como do Inep trouxeram muitas postagens relativas ao coronavírus e seus efeitos na educação e na ciência. É pouco provável, no entanto, que a Covid-19 apareça como um tema de redação. Mas é possível que situações que tivemos que enfrentar em função da doença sejam abordados. Citamos duas que apareceram com frequência: ensino remoto e incentivo à pesquisa. Pois é, o distanciamento social e o fechamento das escolas forçou

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    07 de dez. de 2020
    poster da série o gambito da rainha
    Otavio Pinheiro
    4 min

    O GAMBITO DA RAINHA na redação: como usar a série como repertório?

    O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, trouxe uma dica de um repertório sociocultural para vocês: como usar a série O GAMBITO DA RAINHA na redação! Primeiramente, confira a ficha técnica e sinopse da série antes de conferir como usar O GAMBITO DA RAINHA na redação: O GAMBITO DA RAINHA: 2020 • Minissérie • 60min • 16+ SINOPSE: Em um orfanato no estado de Kentucky, EUA, nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham sua genialidade. ABANDONO PATERNO Em 1950, Beth Harmon, de 9 anos, sobrevive a um acidente de carro trágico que mata sua mãe. Mais tarde, é revelado que o ato tivera sido proposital, motivado pelo abandono à familia por parte do pai. No Brasil, o abandono paterno continua sendo uma das grandes pautas sociais a serem combatidas, com consequências graves à mãe e à criança. ADOÇÃO Dirigida ao orfanato Lar Methuen, Beth conhece Jolene, uma garota negra que espera pela chance de ser adotada há algum tempo. Jolene aponta um dos maiores problemas da seletividade injusta no processo adotivo em sua fala: “Ninguém vai vir atrás de nós agora. Estamos velhas demais. Ou pretas demais”. ABUSO DE DROGAS Na instituição, enquanto pílulas tranquilizantes eram distribuídas às crianças, Beth manipula o seu uso para alcançar prazer e torna-se dependente química. As pílulas Xanzolam, embora não sejam um medicamento real, se assemelham muito a um remédio popular nos anos 60, receitado como cura para a ansiedade, chamado Librium. ALCOOLISMO A longo prazo, todos esses elementos entram em jogo desenvolvendo o alcoolismo que Beth vivencia em sua vida adulta. O trauma na infância, o contato com tranquilizantes, a rejeição pelo pai adotivo, todos foram fatores que levaram o álcool a se tornar válvula de escape para a vida de Beth. SOCIEDADE PATRIARCAL “O Gambito da Rainha” retrata a realidade patriarcal dos anos 50 a 70, destacando os estereótipos impostos à protagonista. Ao demonstrar interesse pelo xadrez, seus pais adotivos sugerem algo “mais para meninas”. Campeã brasileira de xadrez, Juliana Terao diz que a série até pegou leve: “Os jogadores não aceitariam tão facilmente serem dominados por uma mulher”. INCLUSÃO NO ESPORTE A pauta feminina no xadrez implica um tema ainda maior: a inclusão no esporte e sua importância como mecanismo de reparação social. Como um grande polo de atenção global, o esporte se vê no dever de incluir grupos minoritários/reprimidos a fim de estabelecer um espaço igualitário e representativo. ESPORTE COMO POLÍTICA Além disso, o esporte também pode atuar como meio de comunicação de ideologias políticas. No contexto da série inserida na Guerra Fria, a disputa de Beth Harmon contra os russos se vê estendida além do tabuleiro: ela se torna peça política para a vitória simbólica dos americanos contra os soviéticos. EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: ”O abandono paterno no Brasil” Na minissérie norte-americana “O Gambito da Rainha”, Elizabeth Harmon perde sua mãe em um acidente de carro na infância e não conhece seu pai, que as abandonou cedo. Ao longo da narrativa, é revelado que o acidente fora proposital, provocado por uma discussão com o pai da garota, e o trauma gerado na criança é perpetuado na forma de dependência química, alcoolismo, e tabagismo. Fora da ficção, faz-se necessário discutir o abandono paterno no Brasil, como forma de injustiça social a mães-solteiras e como fator desencadeador de traumas afetivos a crianças. Agora que você já sabe como usar O GAMBITO DA RAINHA na redação, não deixe de enviar sua redação para que um de nossos professores a corrija em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosSéries para citar na redaçãoMeio de funil
    04 de dez. de 2020
    pessoa fazendo contas
    Claudia Bechler
    5 min

    A importância da educação financeira | Repertórios para o tema

    Precisa escrever um texto, mas não lembra de nada que explique sobre a importância da educação financeira na vida das pessoas? Veja a nossa lista! Nesta semana lançamos o tema de redação “A importância da educação financeira”. Você já viu nos textos motivadores que a relação dos brasileiros com o dinheiro é bastante emocional. Além disso, não temos uma cultura que privilegie o ensino sobre esse assunto no dia a dia. Assim, para poder argumentar melhor no seu texto, selecionamos alguns conteúdos que você poderá acessar para se informar melhor e poder desenvolver a sua tese. Quem sabe até se empolgue para cuidar das suas próprias finanças com mais responsabilidade, não é mesmo? Boa leitura! 1. Filme: Os delírios de consumo de Becky Bloom (2009) Quem nunca, na infância, imaginou que cartões de crédito eram mágicos, pois com eles não era necessário ter dinheiro? Pois bem, infelizmente a gente cresce e logo se depara com as famigeradas faturas . Geralmente, elas contêm diversos itens de “última necessidade” e levam boa parte do salários das pessoas comuns. Nessa comédia, Rebecca é uma dessas pessoas que se deslumbra com a facilidade dos cartões e não leva a sério seu consumismo. Dessa forma, acumula dívidas e precisa encarar o problema. No meio disso tudo, ainda vira colunista que dá dicas sobre finanças pessoas. Como isso funciona? Assista ao filme e saberá! 2. Palestra: O poder do não e o dinheiro | Nathalia Arcuri | TEDxDanteAlighieriSchool Partindo de uma experiência pessoal sobre a sua primeira meta financeira, Nathalia Arcuri conta como finanças passaram a ser preocupações suas desde os seus 8 anos de idade. Na história, ela conta situações com as quais muitos de nós se identificam, pois pensar sobre dinheiro não é comum para a maioria dos brasileiros. Assim, reforça como o hábito de cuidar da própria grana depende de questões culturais e familiares que a psicologia econômica explica. Também mostra a importância da economia para conseguirmos atingir metas maiores. Assista! Tem pouco mais de 15 minutos e muito aprendizado! 3. Palestra:  Os três piores conselhos sobre dinheiro | Thiago Nigro | TEDxSantos Aproveite o embalo e assista a mais esta palestra em que o educador financeiro Thiago Nigro comenta alguns dos piores conselhos que recebemos sobre dinheiro. Além disso, ele reforça como um histórico econômico instável do país há alguns anos criou gerações que não aprenderam a pensar no conceito de poupar. Assim, educação financeira tem sido uma problemática recente e que, se desenvolvida, pode mudar a vida das pessoas. Tem menos de 10 minutos, não deixe de assistir! 4. Podcast: Drops de Inteligência Financeira Hora de colocar os fones de ouvido! Nesse podcast, o educador financeiro Gustavo Cerbasi disponibiliza conteúdo sobre inteligência financeira, investimentos e finanças pessoais. São áudios curtos com diversos esclarecimentos e dicas que vão desde como lidar com dívidas até aumentar sua renda. Portanto, vale a pena acompanhar e quem sabe seguir algumas das sugestões desse especialista quando o assunto é a importância da educação financeira. 5. Caderno de Educação Financeira Gestão de Finanças Pessoais – Banco Central do Brasil Se você não tem medo de encarar um obra um pouco mais extensa (mesmo que seja só para dar uma olhadinha), acesse o caderno de educação financeira do BCB. O conteúdo pretende estimular os cidadão a desenvolverem habilidades para melhorar sua qualidade de vida. Dessa forma, estimula decisões assertivas a partir de uma gestão de finanças pessoais para aplicar no dia a dia. Assim, , ajuda na redação e ajuda a ter um bom relacionamento com o dinheiro. Além desse caderno, diversas entidades fizeram cartilhas sobre o tema que podem ser acessadas on-line. Então, como sempre dizemos por aqui: faça também a sua própria pesquisa para poder defender a sua tese! 6. Artigo:  Como trabalhar a educação financeira na escola? Nesta matéria publicada no G1, comenta-se a inclusão na Base Nacional Comum curricular da educação financeira como tema transversal. Assim, corrobora a importância de o assunto ser abordado desde a infância. Desse modo, criam-se hábitos mais conscientes sobre consumo, também propiciando um planejamento para a vida. O artigo ainda trata da importância da educação financeira e de como isso pode ser trabalhado na sala de aula. Quem sabe não rolam umas ideias para proposta de intervenção aí? Leia o conteúdo na íntegra! 7. Vídeo: DESABAFO: SAÚDE MENTAL NA VIDA FINANCEIRA | Finanças com a Nath Além de abalar a saúde financeira, o descontrole com os gastos afeta, e muito, a saúde mental das pessoas. Muitas pessoas perdem até o sono porque não sabem como lidar com esse tipo de problema. Nesse vídeo, a Nath desabafa sobre essa questão e sobre como é difícil para pessoas de baixa renda começar a organizar suas finanças. Na descrição do vídeo, ela disponibiliza uma série de cursos gratuitos e outros conteúdos para pensar sobre o tema de uma forma realista para todos. Confira! Depois de consumir esses materiais selecionados por nós, pesquise, leia e escreva seu rascunho da redação sobre o tema A importância da educação financeira. Precisa de ajuda para saber qual seria a sua nota caso esse fosse o tema do Enem? Mande sua redação pela nossa plataforma. Nossos corretores estão esperando para dialogar com você e ajudar a chegar à nota 1000! Bora treinar!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    02 de dez. de 2020
    imagem de porquinho com dinheiro
    Otavio Pinheiro
    7 min

    A importância da educação financeira | Tema de Redação

    Reflita sobre a importância da educação financeira e produza uma redação. Leia os textos motivadores a seguir atentamente. Em seguida, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas sobre o tema “A importância da educação financeira“. Para tanto, use a linguagem formal da língua portuguesa. Além disso, não se esqueça de escrever uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Texto 1 Fonte: https://ddrh.propessoas.ufg.br/n/43941-educacao-financeira-inscricoes-abertas?locale=en Texto 2 Brasileiros ligam finanças pessoais a sentimentos ruins e perpetuam tabu sobre dinheiro Nunca se falou tanto sobre dinheiro, finanças pessoais e investimentos como atualmente. Com a ajuda da internet, conectando qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo a outras, diversos conteúdos são disseminados rapidamente e a educação financeira é um deles. Nos últimos anos, houve uma explosão de youtubers, sites jornalísticos (Valor Investe “nasceu” em maio de 2019) e cursos sobre o tema. Mas o brasileiro segue distante de quebrar o tabu – construído ao longo de décadas – com o assunto dinheiro. A raiz do problema está muito mais nas questões psicológicas que os brasileiros têm com suas finanças do que com as informações disponíveis sobre o assunto. A constatação é de um amplo estudo do Itaú Unibanco, em parceria com o Datafolha e a consultoria Box1824, sobre a relação emocional do brasileiro com dinheiro, e publicado pela primeira vez pelo Valor Investe. Foram ouvidos 2.071 brasileiros, sendo 49% homens e 51% mulheres das classes A, B, C, D e E, com idades entre 16 e 65 anos em todo o Brasil pelo Datafolha. Desses, metade (49%) evita até mesmo pensar em dinheiro para não ficar triste. Como o que os olhos não veem, o coração não sente, diz o ditado popular, 46% dos brasileiros preferem nem olhar para o próprio dinheiro porque acreditam estar fazendo algo errado em termos financeiros. (…) O tabu dos brasileiros em geral com o dinheiro é tão grande que a discussão vai além de posses, do tamanho da conta do cartão de crédito ou do que tem no carrinho do supermercado. Para boa parte dos pesquisados, o dinheiro (sua escassez ou abundância) pode moldar/mudar o caráter, como sugere um homem de 27 anos, em São Paulo, ao afirmar que “o dinheiro corrompe a família, as pessoas, é um divisor de águas”. Diante disso, o estudo buscou em quatro pilares – individual, familiar, social e cultural – entender como se deu a construção de todo esse tabu com o dinheiro e as formas de romper essa barreira para ampliar o entendimento do brasileiro sobre o tema e melhorar sua vida financeira. Fonte: https://valorinveste.globo.com/educacao-financeira/noticia/2020/11/10/brasileiros-ligam-financas-pessoais-a-sentimentos-ruins-e-perpetuam-tabu-sobre-dinheiro.ghtml Texto 3 Medo de dinheiro? Quase 50% dos brasileiros têm pavor de encarar suas finanças “Fobia financeira”. À primeira vista, a expressão parece estranha, mas a verdade é que o medo de lidar com o próprio dinheiro (ou com a falta dele) é bem mais comum do que se imagina. Assim, no Brasil, duas em cada três pessoas sentem algum tipo de cansaço causado por preocupações relacionadas às finanças. E as queixas não param por aí. De acordo com a pesquisa “O bolso do brasileiro”, realizada pelo Instituto Locomotiva com 1.501 entrevistados, a pedido da Xpeed (escola de educação financeira e negócios da XP Inc), 46% dos brasileiros afirmam ter frequentemente ansiedade em relação à sua situação financeira, enquanto 47% dizem se sentir inseguros em lidar com informações recebidas de serviços financeiros. Além disso, o mais preocupante é que esse receio leva 21% a evitarem abrir boletos e extratos. 39% adiam decisões financeiras pelo medo de encarar o orçamento. Também para 39%, o assunto dinheiro gera culpa e ansiedade. Outros 31% se sentem irritados de alguma forma com a atual situação financeira. Assim, isso significa que o brasileiro não tem o hábito de falar sobre finanças e atribui aspectos negativos ao assunto. É um tabu. Segundo Thiago Godoy, head de educação financeira da Xpeed, o objetivo do levantamento foi identificar como está o aprendizado do brasileiro em relação às finanças. Então, uma das frentes analisadas foi a questão da ansiedade perante o dinheiro. “Talvez o maior problema  para começar a educar as pessoas financeiramente é destravar esses medos e ansiedades”, diz. O especialista explica que, apesar de observarmos esse tipo de fobia em países do mundo inteiro, o Brasil tem níveis um pouco acima da média. “Ao olharmos do ponto de vista cultural e histórico, levando em conta a nossa herança de colonização, tivemos o maior número de escravizados das Américas, sem nunca haver uma reparação disso”, afirma Godoy. “Isso significa que o dinheiro  não foi dividido de maneira proporcional, são questões intergeracionais, passam de pai para filho há séculos”, diz o executivo da XP. Na opinião de Andreia Fernanda da Silva Castro, economista e fundadora da Rico Foco, consultoria de planejamento financeiro, falta quebrar o tabu de falar sobre dinheiro. “Há um desconhecimento mesmo, nós não falamos sobre dinheiro no sentido de desmistificar”, diz ela, lembrando, assim, de traumas históricos relacionados ao assunto. “Tivemos a questão da hiperinflação vivida no Brasil. Então, nos treinaram para gastar na hora, tudo, com medo de não conseguir comprar o básico no dia seguinte. Dessa forma, a geração hoje na faixa dos 40 anos cresceu vendo seus pais correrem para gastar o dinheiro por conta do aumento rápido de preços”, afirma. Esses “traumas” deixaram sequelas na forma com que os brasileiros tratam seus gastos. Com isso, as pessoas tendem a ser muito ‘curtoprazistas’ em relação às finanças, sem o hábito de poupar pensando no futuro. Portanto, é a hiperinflação calcada na memória. Assim, o resultado de todo esse histórico é uma relação muito emocional com o dinheiro, com a consequente dificuldade de encarar as próprias finanças de uma maneira fria e racional. Com isso, a pessoa acaba perdendo o controle sobre as próprias dívidas – o que só retroalimenta o medo. Existem várias tentativas para quebrar esse tabu entre os brasileiros. O Banco Central (BC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por exemplo, devem lançar até outubro de 2021 uma plataforma de educação financeira. Para isso, então, está sendo realizada uma pesquisa qualitativa

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    02 de dez. de 2020
    folha de redação do enem
    Claudia Bechler
    6 min

    Como introduzir citações na redação

    Aprenda como introduzir citações na sua redação para valorizar o seu repertório sociocultural e torná-lo produtivo. Mergulhe nesta leitura! Um bom texto dissertativo-argumentativo tem um desenvolvimento robusto. Nesse tipo de redação, o autor defende seu ponto de vista e desenvolve as ideias com base em conhecimentos diversificados. No Enem, espera-se dos participantes que essa argumentação apresente conceitos das diversas áreas de estudo. Assim, usar referências, dados, mostrar as fontes das informações é fundamental. Além disso, são muito bem-vistas as citações de pensadores nacionais e estrangeiros no texto. No entanto, nem todo mundo sabe como introduzir citações na redação corretamente. Se você tem dúvidas sobre isso, seus problemas acabaram! Leia até o final! Quando mostramos tudo o que você precisa saber sobre a competência 2, falamos sobre a importância do repertório sociocultural. Assim, citaremos o próprio Inep sobre isso: Elemento importante para a redação do Enem e requisito fundamental para que o participante atinja as notas mais altas na Competência II, o repertório sociocultural configura-se como toda e qualquer informação, fato, citação ou experiência vivida que, de alguma forma, contribui como argumento para a discussão proposta pelo participante. Então, saiba que não é qualquer citação que terá uso produtivo no texto. Por isso é importante que, a depender do tema, você escolha adequadamente algum especialista no assunto para citar. Desse modo, a frase citada será pertinente ao tema da redação e valorizará seu texto. O que acontece muitas vezes é que, com a grande quantidade de “macetes” para “se dar bem” na redação divulgados na internet,  muita gente pensa que basta citar qualquer frase que a nota automaticamente será alta. Mas não é bem assim (muito pelo contrário). Siga a leitura que daremos alguns exemplos! Mas afinal, o que é uma citação? Citação é a transcrição de parte de uma obra com a finalidade de reforçar uma ideia ou mesmo ilustrar um raciocínio. Nos trabalhos acadêmicos, é imprescindível mostrar fundamentação baseada em estudos anteriores sobre o assunto. Assim, a citação ajuda a sustentar as hipóteses. A maioria das redações medianas apresentam um repertório não legitimado, ou seja, as teorias descritas baseiam-se “na cabeça de quem escreveu”, e isso é muito pouco. Você deve, portanto, ir além, mostrar que estudou, que leu, que sabe do que está falando. Por isso, use as citações. A primeira regra é: informar o autor da citação! Sim! Sempre que você mencionar a ideia de outra pessoa em seu texto, diga quem ele é. Além disso, há duas formas de fazer a citação nos textos: direta e indireta. Citação direta A citação direta ou literal é quando se menciona as palavras do autor original exatamente como ele as produziu. Assim, usam-se de aspas antes e depois do trecho citado, destacando que o trecho não é produção do autor da redação. Veja um exemplo: No Brasil, existe uma grande disparidade com relação ao acesso ao cinema, não só para o público como também para os produtores. Segundo Fernando Meirelles, “os cineastas brasileiros são parecidos: pertencem à classe média, leem os mesmos livros, veem os mesmos filmes”. Essa fala demonstra o caráter elitista da produção audiovisual nacional, refletindo a ausência de democratização quando se trata não só de assistir, mas de fazer filmes. Citação indireta A citação indireta, por sua vez, é quando nos apropriamos das ideias de um autor e as parafraseamos. Ou seja, usamos nossas próprias palavras para nos referirmos aos estudo ou teoria citado. Nesse caso, não se usa aspas. Dica: se você olhar algumas das redações nota 1000 de 2019, verá que boa parte delas utiliza esse tipo de citação. Isso porque, quando o autor do texto faz uma paráfrase, ele compreendeu não só uma frase solta, mas todo o conceito por trás dela. Assim, fica mais interessante relacionar a citação com a discussão proposta para a defesa da tese. Veja como ficaria a citação indireta do exemplo anterior: Fernando Meirelles afirmou certa vez que os cineastas brasileiros são da classe social média, acessam, portanto, o mesmo tipo de referências, tanto literárias quanto audiovisuais. Isso mostra a existência de um nicho elitista em torno da produção de filmes nacionais, configurando a dificuldade de acesso do brasileiro às salas de cinema não só para assistir aos filmes, mas também para trabalhar por trás das câmeras.  Então, como introduzir citações na redação? Antes do dia da prova e enquanto estuda, faça um fichamento por eixos temáticos de algumas citações que você conhece e que pretende usar em prova. Prepare-se para qualquer situação! Entenda o contexto da frase ou trecho fichado e anote pelo menos alguns aspectos da biografia do autor que você quer citar. Isso ajuda a especificar mais a sua argumentação. Por exemplo: “Fernando Meirelles, diretor do filme “Cidade de Deus”, afirmou que…”. Certifique-se que a frase tem relação estrita com o tema de redação. Se o assunto é cinema, por exemplo, nada de buscar frases de Aristóteles, que viveu quando essa arte nem existia. O esforço para relacionar a frase ao tema será muito grande e possivelmente ineficiente. Prefira algo mais contemporâneo. Não cite apenas a frase ou trecho de obra sem relacionar com a discussão. Um projeto de texto estratégico, que inicia com alguma referência ou citação, necessariamente retoma esse mesmo trecho ou citação ao final, dando um fechamento à ideia. Prefira paráfrases a citar diretamente. Quando usar citação literal, não se esqueça de usar aspa no começo e no final da frase citada. Sempre indique o autor ou autora. Por isso, certifique-se de que você sabe escrever corretamente o nome e sobrenome dele ou dela. Prefira frases de no máximo uma linha e meia a duas linhas, pois o foco da redação devem ser as suas ideias. É isso que o avaliador quer ver! Não confunda frases/teorias trocando os nomes dos autores. Isso compromete a credibilidade do seu texto. Gostou dessas informações? Agora você está preparado para fazer boas citações na redação. Que outro aspecto de repertório sociocultural deixa você confuso? Comente neste post e quem sabe a gente escreve sobre isso

    Para vestibulandosTopo de funilrepertório sociocultural
    01 de dez. de 2020
    estudante fazendo o enem
    Claudia Bechler
    5 min

    Erros na redação: Saiba o que fazer quando isso acontecer

    Erros na redação acontecem até nas melhores. Conheça quais desvios prejudicam o participante do Enem e saiba como consertá-los enquanto há tempo! Você já sabe da importância da redação no Enem, pois ela representa 20% da sua nota final nas provas. Assim, um mau desempenho na escrita do texto faz a sua média despencar. Além disso, já comentamos aqui que a nota da redação é importante para usufruir de programas governamentais como Prouni e Sisu. Ainda, ela pode carimbar seu passaporte para estudar em universidades portuguesas. Por isso, evite ao máximo os erros na redação. Hoje mostraremos o que fazer caso você cometa erros na redação. Acompanhe! Quantos erros na redação não prejudicam minha avaliação? Tratando-se dos erros gramaticais e ortográficos, para que você ainda receba 200 pontos na competência 1, é permitido até dois desvios. Também pode haver uma falha de estrutura sintática para manter o nível 5. Caso você não lembre como se avalia essa competência, lembre-se de que escrevemos um post no blog só sobre esse assunto. Vale a pena conferir de novo! Porém, mesmo que você estude muito sobre a língua portuguesa, pode acontecer de você escrever algo errado. Se você já estiver na fase de passar a limpo o seu texto, pode bater aquele desespero. E agora?! O que fazer? A folha de prova é insubstituível, por isso todo o cuidado é pouco para protegê-la de danos. Isso vale desde não deixar a garrafa de água perto dela (que pode molhar) até cuidar com as canetas para que não vazem. Especialmente nos dias quentes – como em geral são os dias das provas no Brasil – podem ocorrer acidentes como esses. Por isso, tenha atenção com as informações passadas pelos fiscais e cuide muito bem do seu material e da sua folha! Rasuras não descontam ponto Há muitos mitos em relação à prova do Enem, um deles afirma que provas não podem ter rasuras. Ora, é bastante provável que muitas pessoas erram na hora de transcrever a sua redação, por diversos fatores. Se isso fosse verdade, as notas teriam uma média muito abaixo do que elas realmente têm. De fato, uma folha de prova totalmente rasurada pode, em alguns casos, levar à nota a zero, mas são casos muito específicos. É certo também que a estética do texto conta positivamente para a avaliação, mas não é uma questão sobre a qual os avaliadores pontuam. Entretanto, quando uma redação aparece na tela de correção, ela deve estar legível, com todas as partes do texto dissertativo-argumentativo estruturalmente visíveis. Por exemplo, se o aluno não coloca as entradas de parágrafo, o corretor já sabe que se trata de um monobloco, e a nota já será mais baixa. Da mesma forma ocorre com o excesso de rasuras no texto: quem lê já percebe que encontrará uma série de erros na redação. Existe um jeito certo de fazer a rasura? Sim! Você pode rasurar algumas palavras ou mesmo trechos inteiros equivocados de sua prova sem prejudicar a sua avaliação. Nesse quesito, há muitas formas que são ensinadas pelos professores, mas a que você deve privilegiar é a seguinte: simplesmente passe um traço em cima da palavra errada e escreva-a corretamente ao lado. Isso mesmo! Basta um risquinho no erro que ficará tudo bem. Jamais rabisque freneticamente a palavra ou trecho errado, de um jeito que deixe o texto “machucado”, o que pode até rasgar a sua folha. Nada disso! A solução, como dito, é bem simples! Também é desnecessário colocar a palavra entre parênteses, embora algumas pessoas aprendam dessa forma. Não complique: só um tracinho basta! Veja: Ok, mas e se você só perceber o erro depois de já ter passado a limpo todo o texto? Bom, certamente vai dar um friozinho na barriga de nervoso, mas ainda tem jeito de resolver! Nesses casos, você também passará um traço simples na palavra ou trecho errado e escreverá corretamente acima desses elementos. É importante que fique o mais legível possível, por isso cuidado com o tamanho da letra! Se você escrever ocupando o espaço da linha inteira (letras grandes), pode ser que não consiga esse espacinho salvador na hora de corrigir um problema desses. Se não ficar bem clara a correção, a emenda pode ser pior que o soneto! Por isso redobre a atenção e, em caso de necessidade, mantenha a calma e procure a melhor maneira de resolver no seu caso. Atenção aos detalhes para não cometer erros na redação! Caso você perceba que apenas acentuou uma palavra que não precisaria de acento, faça a rasura simples somente nele. Não precisa anular toda a palavra e escrever de novo. Use o bom senso: em todos os casos em que for necessário rasurar, faça isso do modo menos invasivo possível. Ou seja, interfira o mínimo possível no visual da sua redação e, principalmente, no sentido do texto. No entanto, a correção precisa ficar evidente para quem for ler o seu texto. Errar é humano, mas insistir no erro… você sabe, não é? É isso! Nada de estresse caso você cometa erros na redação. Agora que já sabe como resolver, tudo ficará bem. Uma outra excelente forma de evitar esses problemas é revisar muito bem o rascunho do texto. Faça todas as alterações nele. Sempre releia algumas vezes e, na hora de passar para a folha de prova, muita – muita mesmo! – atenção é necessária! Portanto, não deixe para fazer isso quando você já estiver exausto(a) da prova. Quanto mais cansado(a), maior a probabilidade de ficar mais desatento(a)! Pra evitar esse tipo de situação, já sabe: treine muito a escrita! Se precisar de ajuda com isso, use a nossa plataforma! Tá esperando o que para nos mandar o seu texto!?

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    26 de nov. de 2020
    várias cirurgias plásticas
    Otavio Pinheiro
    5 min

    A banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais | Repertórios para o tema

    Conheça repertórios socioculturais para usar na sua redação a respeito da banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais. Confira a proposta de redação sobre o tema “A banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais”. Confira alguns filmes, vídeos e reportagens especiais que poderão ajudar na hora de desenvolver seus argumentos no texto sobre a banalização de cirurgias plásticas. Além disso, não se esqueça de que é fundamental saber selecionar e organizar fatos e opiniões de modo que seu ponto de vista seja defendido. Ah! E lembre-se de fazer também a sua própria pesquisa, visando demonstrar autoria ao seu texto. Boa leitura! 1. Filme: Linda de morrer Quem nunca quis tomar apenas um comprimido e ver as celulites desaparecerem? Médica famosa, Paula (Gloria Pires) descobre como resolver esse “drama” das mulheres modernas: o recém-criado Milagra. Porém, a protagonista toma o remédio e morre de um inesperado efeito colateral. Agora, seu espírito preso à Terra precisa denunciar o próprio remédio e salvar as futuras vítimas de seu inescrupuloso sócio. Nessa comédia de 2015, é possível ver em alguns momentos como a exposição midiática pode influenciar na procura do mesmo “remédio” por diversas pessoas. Especialmente quando famosos mostram que é um jeito “fácil” de resolver uma insatisfação com o corpo. O filme tem duração de 1h55 pode ser encontrado no Youtube e no Google Play. 2. Vídeo: Vida de modelo – Cirurgias plásticas banalizadas e autoestima das influencers – De quem é a culpa? No cana Chá das 8, da modelo Isis Sampaio, ela comenta sobre a banalização das cirurgias plásticas no Brasil. Segundo ela, jovens de 18 anos estão fazendo a famosa LIPO LED, prótese de silicone, rinoplastia. Para Isis, é revoltante ver os internautas julgando essas meninas como se elas não fossem tão vítimas da mídia e da indústria da beleza quanto todas as outras mulheres. A partir de sua vivência no mundo da moda, a modelo conta como isso mudou a sua percepção sobre si mesma. O vídeo tem pouco mais de 21 minutos. 3. Artigo: Lipo LAD e o polêmico debate sobre a romantização das cirurgias plásticas Ainda dentro do tema do momento na área de procedimentos estéticos, vamos saber mais sobre a Lipo LAD. Assim, no artigo da Revista Cláudia, discute-se como o sucesso entre as celebridades que fizeram a Lipo HD reacendeu o debate sobre pressão estética. Certamente você deve ter ouvido falar da atriz Fernanda Concon, que usou recentemente as redes sociais para se posicionar sobre o assunto. Ela criticou a romantização e a naturalização da lipo LAD, entre outras cirurgias plásticas, em seu Instagram. Além disso, ela levantou a questão: por que influenciadores digitais não costumam falar dos riscos de tais procedimentos e os motivos por que fizeram? Você pode acessar o perfil da atriz e, desse modo, além do texto, ver na fonte o que ela falou sobre o tema. 4. Artigo: Da estética ao financeiro: como os filtros do Instagram estão nos influenciando Então, quem não curte colocar um filtro antes de publicar uma foto no story? Pois é, as possibilidades de mudar o rosto virtualmente são muitas, desde ficar mais bonita, mudar a cor do cabelo (ou ficar sem) até ficar mais jovem ou mais velho. No entanto, os filtros que aumentam a boca ou causam efeito “harmonizado” são alguns dos preferidos, especialmente na quarentena. Assim, nesta matéria é mostrado como criar filtros para melhorar a autoestima das pessoas pode virar um negócio. Ao mesmo tempo, essa faz crescer em muitas pessoas uma insatisfação com sua imagem real. Por isso, vale a pena ler tudo para entender como esse fenômeno tem mudado nossa forma de pensar sobre nós mesmos. 5. Artigo: Como as redes sociais reforçam padrões de beleza irreais e incansáveis Chega mais! Aqui, mais um artigo para você pensar sobre como as redes sociais acabam nos influenciando de alguma forma com relação à estética. Nesta matéria, menciona-se um estudo de 2017 que mostrou que o Instagram é a rede social mais prejudicial para a saúde mental dos jovens. Além disso, fala da normalização das cirurgias e procedimentos estéticos, que nem mesmo o movimento “body positive”, também em alta nas redes, tem conseguido frear. 6. Podcast: #17 Cirurgias plásticas e os seus exageros Para não perdermos o hábito de dar uma opção para aqueles que preferem aprender ouvindo um podcast, separamos essa dica. Nesse episódio, discute-se o aumento de procedimentos estéticos em todo mundo, como se não houvessem riscos. Assim, comenta-se que existe muita falta de clareza dos pacientes. Mas, ainda, há muitos profissionais que, por meio de atitudes antiéticas, realizam procedimentos desnecessários ou não recomendados, especialmente em pessoas muito jovens. Já sabe, né? Coloque os fones de ouvido e ganhe mais um repertório sociocultural! 7. Notícia: Arrependido, Lucas Lucco reverte harmonização facial: “Perdi a identidade” E o que acontece quando o procedimento, em vez de aumentar, acaba diminuindo a autoestima? Foi o que aconteceu com o cantor Lucas Lucco. De fato, em setembro ele contou no Instagram a saga para reverter o procedimento de harmonização que realizou há cerca de um ano. Antes de fazer o procedimento, ele já era considerado por muitos fãs como um homem bonito. Assim, o que faz com que pessoas dentro do “padrão”, como muitos famosos e influencers, acabem fazendo essas intervenções no corpo e no rosto? Até que ponto vale a pena mexer na sua marca pessoal para seguir uma moda? Pense sobre isso! Então, curtiu?! Esperamos que essas dicas ajudem a escrever uma redação nota mil! Conhece algum filme, vídeo ou reportagem interessante sobre este tema? Compartilhe conosco nos comentários! Ah! E se precisar de ajuda com o seu texto, cadastre-se na nossa plataforma e aproveite a promoção da black friday!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    25 de nov. de 2020
    mulher se preparando para cirurgia plástica
    Claudia Bechler
    5 min

    Banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais

    Você sente que as redes sociais influenciam no desejo de fazer procedimentos estéticos? Acredita que há uma banalização de cirurgias plásticas? Reflita e treine sua redação sobre este tema. Leia atentamente os textos a seguir. Então, considerando seu repertório sociocultural, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas acerca do tema “Banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais”. Para isso, utilize a modalidade formal da Língua Portuguesa. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema Banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais abaixo: Texto 1 Tempo em casa e nas redes sociais aumenta busca por procedimentos estéticos na boca Além do aumento em casos de bruxismo e fraturas dentárias após os meses de quarentena, alguns profissionais de odontologia e saúde bucal começam a relatar também uma alta nas buscas por procedimento estéticos como harmonização facial, bichectomia e aplicação de botox. “As pessoas fizeram muitas lives e, se vendo depois no vídeo, queriam mudar o sorriso, melhorar a cor dos dentes, alguns também quiseram retocar a face”, aponta Mario Cappellette, presidente do núcleo paulista da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-SP). Desse modo, o movimento foi sentido também por Kamila Godoy. Pesquisadora da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) e ortodontista, ela diz que primeiro começou a receber pacientes com dentes quebrados, fissuras e dor na articulação temporomandibular (ATM). No entanto, em meados de julho, a demanda mudou. “Houve aumento absurdo de procura por procedimentos estéticos. Assim, as pessoas queriam aproveitar o momento para fazer algum procedimento que precisasse de repouso e, por ter que ficar em casa, houve, portanto, uma procura bem alta de cirurgias para retirar o siso, bichectomia (procedimento para reduzir as bochechas) etc.”, conta. “A questão de ficar em casa levou a um tempo ocioso muito grande. Desse modo, como aumentou também o uso de redes sociais, a pessoa passou a vislumbrar a imagem dela com mais frequência e visualizar pessoas ‘perfeitas’ o tempo todo”, explica a psicóloga Katree Zuanazzi, diretora do Instituto Brilhar Saúde Mental, de Curitiba. Assim, ela aponta que há uma diferença entre buscar o aperfeiçoamento e a mudança completa do rosto, provocado pelo mar de filtros e falsas perfeições que as redes sociais oferecem. “Todo mundo tem algo que gostaria de melhorar ou que não é perfeito. É importante ver quais desejos são amadurecidos e vêm de anos. No entanto, toda ideia que vem de repente foi, provavelmente, implantada por redes sociais ou ideais de perfeição.” Fonte: https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,tempo-em-casa-e-nas-redes-sociais-aumenta-busca-por-procedimentos-esteticos,70003491712 Texto 2 Efeito filtro: as redes sociais e nossa relação com a beleza Em momento de isolamento social, passamos boa parte do tempo vendo uns aos outros exclusivamente pelas telas dos telefones e computadores. Dessa forma, a preocupação com a aparência real x virtual é cada vez mais frequente. Assim, os padrões de beleza que até outro dia eram apenas inalcançáveis, hoje são ficção virtual. Assim, basta um filtro rápido para disfarçar a cara lavada e você fica “naturalmente” mais bela. Do desejo de uma pele lisa, com textura e coloração uniforme à vontade de fazer preenchimento labial… Como fica a nossa relação com o espelho no meio disso tudo? (…) Procedimentos não cirúrgicos Além da busca pela pele livre de imperfeições, alguns filtros – e imagens das redes sociais – podem inspirar o desejo por procedimentos como preenchimento labial, harmonização facial etc. Assim, segundo dados da Associação Americana de Cirurgia Plástica e Estética, a ISAPS, os procedimentos não cirúrgicos são os que mais aumentaram nos últimos tempos. “O impacto das redes sociais no psicológico das pessoas é um fenômeno que já vem sendo estudado há bastante tempo. Cada um, certamente, está querendo mostrar o seu melhor, ninguém quer mostrar momentos não favoráveis”, diz André Maranhão, cirurgião plástico carioca e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Portanto, de acordo com ele, as maiores buscas são por mudanças em relação à posição das sobrancelhas, espessura do nariz, volume dos lábios e formato das maçãs do rosto e queixo. “Já passei por situações em que pacientes vieram ao consultório buscar o resultado produzido por um filtro na hora de fazer um stories com a própria foto em mãos. Entretanto, cabe ao profissional orientar o paciente e observar as limitações técnicas de cada caso, porque nem sempre é possível reproduzir no mundo real o que filtro produz tecnologicamente”, conta. Fonte: Revista Marie Claire Texto 3 Fonte: Twitter Texto 4 Modinha no Instagram, desejo de vida: por que há tantas adolescentes obcecadas com cirurgia plástica? Por conta das redes sociais e da naturalização desse tipo de operação por influenciadores, jovens vêem procedimento como alternativa “simples”. Se você está um tantinho por dentro das últimas tretas das redes sociais sabe bem. Toda semana, uma nova famosa se submete à cirurgia plástica da vez, a chamada Lipo LAD. No entanto, nos últimos dias, chamou atenção o caso de uma influencer de 18 anos que entrou na faca. Nas redes, a guria contava sobre o processo de pós-operatório “com muita dor” aos seus milhões de seguidores – crianças e adolescentes, na maioria. Longe de mim querer crucificar a mocinha em questão, que é só mais um caso dentre tantos. Mas é impossível ver uma história dessas ganhar repercussão sem se perguntar: afinal, por que tantos adolescentes se submetem a plásticas? Fonte: gauchazh Escreva a uma redação sobre o tema Banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais após conferir a lista de repertórios que preparamos!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    25 de nov. de 2020
    Como manter a calma na hora de estudar
    Claudia Bechler
    6 min

    Ansiedade e estudos: aprenda a manter a calma na hora de estudar

    Não é fácil conciliar ansiedade e estudos, mas saiba que você pode aprender a manter a calma em situações de pressão. Por isso, vamos dar algumas dicas para enfrentar esses momentos e ficar de cabeça fria na hora de estudar! Você tem sentido dores de cabeça e irritabilidade? Tem dificuldades para dormir e sente que sua memória não é mais a mesma? Faltando menos de 2 meses para o Enem, é normal que você esteja se sentindo mais ansioso(a). Algumas pessoas têm maior propensão à ansiedade, uma condição mental, mas que afeta também o corpo. No entanto, com a proximidade das provas, fica mais complicado para todo mundo lidar com ansiedade e estudos. Neste ano, além de toda a tensão normalmente sentida em situações decisivas, tivemos uma dose extra de estresse: a pandemia. Um estudo noticiado no dia 10 deste mês, realizado pelo Instituto de Pesquisa sobre a Felicidade dinamarquês, mostrou que há 7 mil novos casos de ansiedade para cada 100 casos de Covid-19. Além disso, em outubro, a OMS alertou que a pandemia impactou de forma devastadora a saúde mental em escala mundial. Entre as situações que mais afetaram o bem-estar das pessoas está a solidão causada pelo distanciamento social. E como isso pode afetar a sua rotina de estudos? Então, saiba que o sintoma comportamental mais comum da ansiedade é evitar as situações. Assim, se você sente uma angústia ao pensar que precisa estudar, há uma forte tendência a procrastinar e acabar desistindo da tarefa. Com o passar do tempo (e com as provas cada vez mais perto), é provável que a pessoa ansiosa “trave”, sinta-se paralisada pelo medo. Isso porque as expectativas criadas também são muito altas, gerando um ciclo que pessoa imagina não conseguir romper. Isso pode manifestar os seguintes sintomas físicos: Aumento da frequência cardíaca Tensão muscular aumentada (causando dores) Dificuldade para respirar Sentir como se tivesse uma opressão/aperto em toda a área do peito Dores de cabeça tensionais Agitação Sensação de sufocamento Taquicardia Dificuldades para dormir Como manter a calma para estudar? A primeira coisa que se deve buscar é manter uma rotina. Mesmo que estejamos há quase 9 meses tendo que lidar com o tal “novo normal”, é importante que você trace um roteiro diário e tente segui-lo. Isso porque a falta de uma programação nos deixa perdidos diante de todos os estímulos que recebemos. Então, se você rende melhor pela manhã, acorde cedo e programe-se para estudar nesse período. Evite distrações nesse tempo que você determinou para os estudos. Na quarentena a Técnica Pomodoro tem feito sucesso. Você já ouviu falar dela? Embora tenha surgido nos anos 1980, muita gente só conheceu agora. Isso porque a vida de todo mundo foi afetada, com aulas remotas e trabalho home office. Com todas as distrações que temos em casa, fica difícil mesmo ter foco, e isso pode ser um gatilho para quem sofre com ansiedade. A técnica pomodoro é um meio de gerenciamento do tempo para se tornar mais produtivo. Pratique meditação Outra atividade que entrou na vida de muitas pessoas na quarentena foi a meditação. E são comprovados os efeitos positivos que ela causa em quem a pratica. Entre os diversos benefícios, está a redução da famigerada ansiedade. Além disso, ela pode reduzir outros sintomas que pessoas ansiosas apresentam, como dores crônicas, frequência cardíaca e pressão elevada, e ainda melhora o sono. Assim, a equação ansiedade e estudos pode ser resolvida com alguns minutos por dia de respirações profundas e trazendo sua mente para o momento presente. Um dos grandes mitos que afastam as pessoas da meditação é achar que meditar é “parar de pensar”. Nada disso! A mente não para de pensar nunca! O que a meditação faz é aumentar a capacidade de concentração e memorização, desenvolvendo a criatividade e aumentando o equilíbrio emocional. Hoje em dia é possível baixar aplicativos com meditações guiadas e há canais no Youtube que ensinam a prática desde o nível iniciante. Certamente vale a pena conhecer essa técnica e praticá-la diariamente, podendo ser usada para retomar o controle de si mesmo durante uma prova. Algumas respirações profundas e focadas por apenas 1 ou 5 minutos podem fazer milagres e dar mais clareza às suas ideias.https://youtu.be/03Owg92Yib4 Durma bem Noites mal dormidas fazem com que você não renda no dia seguinte. Se você habituou-se a estudar à noite, prefira fazer apenas revisão. Os estímulos cerebrais devem ser diminuídos cerca de 1h30 antes da hora que você pretende dormir. Ao acordar, é bem importante tentar não ceder ao vício de entrar nas redes sociais. Isso é outro fator que causa muita ansiedade. Assim, foque em levantar, fazer suas tarefas, deixando para se distrair somente depois de já ter cumprido suas metas do dia. Evite bebidas estimulantes Se você já está mais nervoso ou ansioso, é hora de diminuir essas sensações, e não de aumentá-las. Embora bebidas à base de cafeína sejam as preferidas dos vestibulandos, tente trocá-las por chás calmantes, como o de camomila, ou sucos, quem sabe de maracujá. Dessa forma você conseguirá descansar melhor, o que é fundamental para conseguir estudar de forma eficaz. Pratique alguma atividade física Ninguém precisa virar o Mister Universo, ainda mais em meio à pandemia e com as provas logo ali. Mas todo mundo deve (ou deveria) reservar ao menos 30 minutos diários para praticar alguma atividade física. Isso porque pesquisas já apontaram que exercícios físicos melhoram o desempenho nos estudos para o Enem. Entre os principais benefícios estão melhorias na memória, foco e resistência. Além disso, a prática de atividade física regular melhora a qualidade do sono. Como já dissemos aqui, uma boa noite de sono é essencial para quem está estudando e se preparando para as provas. Não se esqueça que é enquanto dormimos que a memória se consolida, portanto, é nesse momento que toda a carga de estudos do dia se “acomoda” no seu cérebro. Equilíbrio é tudo, não é mesmo? Você precisa, sim, estudar bastante e treinar muito a redação, por exemplo. Porém, o corpo não

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    23 de nov. de 2020
    Anterior
    1656667121

    1446 artigos encontrados

    Próxima