
De início, nossa equipe tem um tema (violência nas escolas) bem sério para sua redação desta semana. Sério e triste. Mas é um problema social urgente e pode cair no Enem.
Afinal, estamos falando do tema a violência nas nossas escolas, a temática envolve professores, alunos, ex-alunos, pais de alunos e gente de fora. Então, podemos observar que é um tema complexo, não é? Felizmente, soluções despontam aqui e acolá e queremos que você as conheça para usar na redação!
Por isso, abaixo, você vai encontrar o melhor conteúdo sobre o assunto, tanto no Brasil quanto em outros países. Desse modo, Leia-os com atenção e escreva uma redação dissertativa-argumentativa para o Enem, sobre o tema “A violência nas escolas brasileiras: desafios e soluções”.
Assim, pense com carinho no que você acha melhor escrever – uma vez que isso indica autoria.
Bom trabalho!
MANIFESTO
Nota de Alerta da SBP contra os crimes cibernéticos
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) – preocupada com a saúde, a segurança e o
bem-estar das crianças e adolescentes, bem como ciosa da importância que tem a Escola no desenvolvimento deste grupo etário – alerta os pediatras, pais, educadores e responsáveis sobre a divulgação de mensagens e vídeos nas redes sociais e grupos de WhatsApp com discurso de ódio, provocando insegurança nas famílias e na população.
Nesse momento em que o Brasil passou por recentes episódios de violência nas escolas, a SBP recomenda aos pais e responsáveis para agirem evitando a viralização desses vídeos, caso os recebam em seus celulares ou pelas diferentes redes sociais. Além disso, é importante ressaltar que o não compartilhamento desse material ajuda a enfraquecer o mercado de desinformação e de fake News, além de ajudar a cessar ataques desse perfil.
Sempre atenta a conteúdos desta natureza, a SBP sugere ainda que:
Por fim, a SBP reforça que está engajada e compartilhando das ações estratégicas com órgãos governamentais e instituições afins visando o enfrentamento à violência e aos crimes cibernéticos.
Rio de Janeiro (RJ), 13 de abril de 2023. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (SBP)
fonte: Canguru News(texto adaptado)

fonte: Oabes – violência no âmbito escolar
Psicóloga explica como lidar com traumas após ataque em creche de SC
Para Catarina Gewehr [psicóloga], experiências de ataques como a de hoje geram sentimentos de desolação nas pessoas.
— Blumenau está um silêncio. Não é normal nem para o horário, nem para o dia da semana. É um peso, uma sensação de que algo muito irregular aconteceu — conta.
Nas crianças, conforme ela, o fato causa impasses primeiro na linguagem, sendo que a percepção delas é alterada conforme o adulto repassa a informação, mesmo entre as que presenciaram o crime.
— Geralmente, o adulto chora e dá resposta sem nexo para criança. É necessário entender que é legítimo estar triste, necessário manifestar, não fingir que está tudo bem. Assim, as crianças tendem a superar de maneira melhor casos devastadores como o ataque à creche — explica.
Conforme a profissional, é normal que a população sinta desolação nos próximos períodos, sentindo tristeza, raiva, depois querer justiça, em seguida pensar o que poderia ter feito para evitar e, em seguida, novamente tristeza.
— Serão muitos ciclos de perda de força. Todos os envolvidos vão precisar de ajuda profissional até que a situação perca a força de tirar a força das vítimas. Esses acontecimentos impactam por muito tempo — lamenta.
Catarina reforça ser necessário que o país pense em ferramentas e políticas públicas com objetivo de promover uma cultura de paz, de diferenças e de valorização da vida, em vez de promoção de ideias a favor de armas, por exemplo.
Adaptado de NscTotal
Mochilas vazias em frente ao Congresso, em Brasília, lembram vítimas de violência em escolas
Diante desse cenário, dezenas de mochilas vazias, colocadas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, lembram as vítimas da violência em escolas de todo o país, na manhã desta terça-feira (2). De acordo com o movimento cívico Avaaz, 35 jovens morreram em ataques desde 2012.
É válido mencionar que o ato ocorre no dia programado para ocorrer a votação do Projeto de Lei 2630, conhecido como o PL das Fake News (veja detalhes abaixo). Portanto, a proposta torna crime a divulgação de notícias falsas pela internet.
Conforme os organizadores, uma pesquisa encomendada pela Avaaz aponta que 93,7% dos entrevistados acreditam que as redes sociais não são seguras para crianças e adolescentes.
fonte: Portal G1 – Globo(texto adaptado)
O Manifesto Juvenil #ENDviolence
Nós nos comprometemos
Com a gentileza
Comprometemo-nos a ser respeitosos e cuidadosos na forma como tratamos nossa comunidade e a nos manifestar quando for seguro fazê-lo. Além disso, a bondade é uma responsabilidade que começa com cada um de nós.
Com a denúncia de violência
Comprometemo-nos a quebrar tabus e a vitimização em torno da denúncia de violência. Mas também procuraremos autoridades de confiança, como professores, conselheiros, representantes da comunidade e outros alunos, quando testemunharmos ou soubermos de violência dentro e ao redor da escola. Também nos comprometemos a criar canais liderados por jovens para denunciar a violência.
Com a ação
Por fim, comprometemo-nos a iniciar e apoiar iniciativas que promovam unidade, curiosidade e respeito mútuo em casa, na escola e em nossas comunidades – inclusive online. Por isso, é importante a ideia de que vamos proteger uns aos outros e proteger uns aos outros. [#Eu te dou cobertura]
traduzido livremente de Unicef (texto adaptado)
vídeo – outrossim, a psicanalista Maria Homem explica por que as escolas são tão importantes na construção da personalidade dos jovens – isso pode ajudar você a entender causas da violência nas escolas.
notícia -só para exemplificar, e quando um professor considera normal a violência nas escolas? conheça este caso.
filme – agora, assista a “Mass”, de 2021: um filme forte sobre o que pode acontecer com os familiares de quem está envolvido em violência escolar.
opinião – por isso, dizem que a exposição na mídia dos responsáveis por ataques em escola pode incentivar outros ataques; veja aqui o que dizem os psicólogos.
reportagem – se acaso você não lembra bem o macabro caso Suzano, refresque sua memória com este artigo.
solução – afinal,você precisa conhecer algumas soluções encontradas pelo governo de SP para enfrentar a violência nas escolas – leia e inspire-se para as propostas de intervenção!
reportagem – além disso, existe o Massacre de Realengo ocorreu no Rio de Janeiro, entenda neste artigo todos os detalhes, para um possível repertório.
reportagem – e o que a Justiça pode fazer com quem planeja e executa ataques a escolas? veja aqui – carta capital – caso vila sônia.
Violência escolar: ações de intervenção e prevenção é um e-book gratuito, da USP, que pode ser um ótimo repertório para suas propostas de intervenção.
“O Ateneu”, de Raul Pompéia, no qual aborda a questão de bullying no ambiente escolar, isso já no final do século XIX; Então, aproveite para citar como repertório.
“Em Casa de Pensão”, de Aluísio Azevedo, você encontrará o mestre Antonio Pires, homem que tratava muito mal os alunos.
Outro livro gratuito da USP: Violência na escola: um guia para pais e professores, cheio de repertórios relacionados a tráfico, localização da escola, responsabilidade de órgãos públicos, e sugestões de intervenções passo a passo.
Aluno de BH, autista, foi agredido na escola, e o caso foi parar na Justiça.
Aluna de Fortaleza foi parar no hospital depois de ser agredida por colega.
Por fim, depois deste artigo, é impossível você ter um “branco” na hora da prova de redação do Enem se o tema for “A violência nas escolas brasileiras: desafios e soluções”.
Esperamos receber sua redação o mais rápido possível para ajudarmos você – o tempo está passando!
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
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Braille: ferramenta essencial para inclusão e cidadania de pessoas com deficiência visual. Tema relevante em vestibulares e no ENEM.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br