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👋 E aí, RedAlunos, tudo bem? Hoje vamos falar sobre um tema que está em alta e que pode aparecer na sua redação: a Mpox. Você sabe o que é essa doença? Como ela se dissemina? E, mais importante, como você pode usar esse conhecimento para gabaritar a Competência 2 da sua redação? Vamos entender um pouco mais sobre essa questão e como podemos utilizá-la como repertório sociocultural na construção de uma argumentação sólida. A seguir, você encontrará textos motivadores, repertórios culturais, fatos históricos, legislações relevantes e argumentos estruturados para enriquecer sua redação. Vamos nessa! Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Obstáculos na luta contra doenças emergentes no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre Mpox Texto I – Mpox: Sinais, Sintomas e Prevenção A Mpox, causada pelo vírus do gênero Orthopoxvirus, é uma doença viral zoonótica cuja transmissão pode ocorrer através de contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres. Os sintomas incluem erupções cutâneas, linfonodos inchados, febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. O período de incubação varia entre 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Após a manifestação das erupções, o período de transmissão continua até que as crostas desapareçam e a pele esteja completamente cicatrizada. O diagnóstico da Mpox é realizado por meio de testes laboratoriais, com a coleta de amostras das lesões. Quando as lesões estão secas, as crostas são enviadas para análise. A doença geralmente evolui para quadros leves a moderados, durando de 2 a 4 semanas. Medidas preventivas são fundamentais, como evitar contato direto com pessoas infectadas e utilizar equipamentos de proteção individual em casos de necessidade de contato. Atualmente, o tratamento para Mpox envolve suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A vacinação é recomendada para grupos de risco, como pessoas vivendo com HIV/Aids e profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus. A notificação imediata dos casos é obrigatória, conforme a Portaria GM/MS nº 3328, de 22 de agosto de 2022. Fonte: Adaptado de Ministério da Saúde Texto II – A Resposta Global à Emergência da Mpox A resposta global à crise da Mpox tem enfrentado inúmeros desafios, especialmente na África Central, onde uma mutação da doença circula há meses. A falta de vacinas e a ausência de coordenação internacional adequada têm dificultado a contenção do surto. Embora o Congo seja o epicentro atual, a resposta internacional tem sido lenta, com vacinas sendo aprovadas e distribuídas somente após o aumento significativo dos casos. O contexto global contribuiu para a gravidade da crise, com guerras e outras emergências sanitárias desviando a atenção de governos e organizações internacionais. Especialistas afirmam que a falta de vigilância de doenças e cuidados primários pode resultar em crises de saúde mais graves no futuro, como observado no caso da Mpox. Além disso, a falta de apoio financeiro adequado tem sido um grande obstáculo para países como o Congo, que luta para controlar o surto. Com mais de 15.700 casos suspeitos, a necessidade de uma resposta coordenada e financiada é urgente. Organizações internacionais e países doadores estão começando a coordenar esforços, mas a demora pode ter consequências graves para a saúde pública global. Fonte: Adaptado de Bloomberg Texto III – A Letalidade da Nova Cepa da Mpox A disseminação de uma nova cepa da Mpox, mais letal e transmissível, preocupa autoridades de saúde em todo o mundo. A Mpox, semelhante à varíola humana erradicada em 1980, é dividida em duas linhagens principais: Clado 1 e Clado 2. A nova cepa, Clado 1b, identificada no final de 2023, é até dez vezes mais letal do que a cepa que causou o surto de 2022, com uma taxa de mortalidade de até 10%. Esta cepa, que circulava principalmente na República Democrática do Congo, já se espalhou para países vizinhos e outros continentes, causando grande preocupação devido à sua alta transmissibilidade e letalidade. A disseminação dessa variante também é facilitada por novas mutações que aumentam a capacidade de transmissão entre pessoas, tornando a população mundial vulnerável ao vírus. Especialistas alertam que, sem uma resposta global coordenada, a nova cepa da Mpox pode causar um impacto devastador em termos de saúde pública, especialmente em regiões já afetadas por crises humanitárias e falta de infraestrutura médica adequada. Fonte: Adaptado de O Globo Texto IV: Infográfico: Como é o Vírus da Mpox? Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2024/08/19/infograficos-explicam-como-e-o-virus-da-mpox-um-dos-maiores-e-mais-resistentes-virus-de-dna.ghtml Repertórios para o tema sobre doenças emergentes Séries: Pandemic: How to Prevent an Outbreak (Documentário Netflix): esta série aborda os desafios enfrentados pela humanidade na luta contra pandemias, mostrando como a falta de prevenção e resposta rápida pode levar a crises globais de saúde. A série destaca a importância da preparação e da resposta coordenada para lidar com surtos virais, como a Mpox. The Hot Zone (Série NatGeo): baseada em fatos reais, a série retrata o surgimento do vírus Ebola e a resposta das autoridades. Assim como na série, a resposta tardia à Mpox pode agravar a situação e dificultar a contenção do vírus. Filmes: Contágio (Filme de 2011): o filme ilustra a rápida disseminação de um vírus mortal e as consequências sociais e políticas de uma pandemia global. Mostra como a falta de uma resposta rápida e eficaz pode levar a um caos generalizado, refletindo os desafios enfrentados na contenção da Mpox. Vírus (Filme de 2013): este filme sul-coreano explora a propagação de um vírus altamente letal e a resposta desesperada das autoridades para contê-lo. A narrativa reflete os desafios enfrentados por países com infraestrutura limitada, semelhante ao que ocorre na África Central com a Mpox. Fatos Históricos: A Peste Negra (Século XIV): a peste bubônica foi uma das pandemias mais devastadoras da

Agosto é o mês destinado à campanha do Agosto Dourado, uma iniciativa que visa promover a importância do aleitamento materno. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e continuado até os dois anos ou mais é fundamental para a saúde e o desenvolvimento do bebê, além de trazer inúmeros benefícios para a mãe e para a sociedade. No contexto de uma redação sobre esse tema, é essencial utilizar repertórios que garantam a excelência na Competência 2 e elaborar argumentos sólidos para se destacar na Competência 3. Preparar-se adequadamente para abordar essa temática é crucial para alcançar uma nota 1000 na redação. Proposta de Redação para o Agosto Dourado A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a promoção do aleitamento materno no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o Agosto Dourado Textos motivadores para o tema de redação sobre aleitamento materno O aleitamento materno é uma prioridade do Governo Federal. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros seis meses o bebê receba somente leite materno, sem necessidade de sucos, chás, água ou outros alimentos. Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com impactos no estado nutricional da criança, na sua habilidade de se defender de infecções, na sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional. O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias, diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. Para a mulher, amamentar reduz os riscos de hemorragia no pós-parto e diminui as chances de desenvolver câncer de mama, ovários e colo do útero. Além disso, o leite materno é uma fonte sustentável de alimento, pois não gera poluição e não demanda energia, água ou combustível para sua produção. O retorno ao trabalho pode ser um momento crítico para a continuidade da amamentação, mas é possível conciliar. A extração do leite algumas vezes ao dia vai contribuir para que a mulher continue amamentando mesmo quando estiver longe do bebê. O leite humano é essencial para todos os bebês, especialmente para a saúde e sobrevivência de prematuros e de baixo peso. Fonte Adaptada: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aleitamento-materno Texto II: Importância do Aleitamento Materno Os bebês até os seis meses de idade devem ser alimentados somente com leite materno, sem necessidade de chás, sucos, outros leites ou água. Amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal. O aleitamento materno na primeira hora de vida é importante tanto para o bebê quanto para a mãe, auxiliando nas contrações uterinas e fortalecendo o vínculo afetivo entre mãe e filho. Bebês amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem outros tipos de alimento. Utilizar substitutos do leite materno, como fórmulas infantis ou leite de outros animais, pode ser um grande risco para a saúde do bebê. Quase todas as mães conseguem amamentar com sucesso com o estímulo e apoio prático da família e da comunidade. Todos devem ter acesso às informações sobre os benefícios do aleitamento materno, e é obrigação de cada governo garantir esse acesso. Fonte Adaptada: Unicef Texto III: Desafios da Amamentação no Brasil No Brasil, quase 100% das mulheres iniciam a amamentação, mas muitos param no meio do caminho. A OMS recomenda que os bebês recebam aleitamento materno exclusivo até seis meses de idade e continuado até dois anos ou mais. Contudo, o país ainda enfrenta desafios para atingir esses objetivos. A lei trabalhista brasileira prevê quatro meses de licença-maternidade, mas o retorno ao trabalho aos quatro meses não coincide com a recomendação de amamentação exclusiva até os seis meses. O SUS oferece serviços gratuitos, como centros de apoio à mulher e bancos de leite, que podem ser acessados por quem precisa de ajuda e informação durante a amamentação. O Instituto Fernandes Figueira, no Rio de Janeiro, é referência no atendimento a lactantes, atendendo 11 mil mulheres por ano. Especialistas desmistificam a ideia de que a amamentação é necessariamente dolorida e oferecem dicas para lidar com desafios como a “pega errada”. Fonte Adaptada: G1 Texto IV: Agosto Dourado: campanha de amamentação do Ministério da Saúde O Ministério da Saúde lançou uma campanha de amamentação com foco na redução de desigualdades. Estima-se que a amamentação seja capaz de diminuir em até 13% a morte das crianças menores de cinco anos por causas preveníveis. A pasta está preparando um novo Programa Nacional de Amamentação para ampliar ainda mais os esforços nessa área. Fonte Adaptada: Ministério da Saúde Repertórios para o Tema sobre o Agosto Dourado: desafios para a promoção do aleitamento Materno no Brasil Filmes: Este documentário explora a importância dos primeiros anos de vida das crianças, destacando o papel crucial do aleitamento materno no desenvolvimento infantil. Apresenta depoimentos de mães e especialistas, ressaltando os benefícios do leite materno para a saúde e o vínculo afetivo. Este filme aborda a vida de uma mãe de três filhos que enfrenta os desafios da maternidade, incluindo a amamentação. A história mostra a realidade e as dificuldades que muitas mães enfrentam, trazendo à tona a importância do suporte durante o período de amamentação. Séries: Em vários episódios, a série retrata a experiência de amamentação de uma das personagens principais, Rebecca, e os desafios que ela enfrenta para amamentar seus trigêmeos. A série destaca a importância do apoio familiar e profissional durante o processo de amamentação. Em um dos episódios, a personagem principal, Lorelai, enfrenta os desafios da maternidade e da amamentação. A série aborda a relação entre mãe e filha e a importância do aleitamento materno no desenvolvimento infantil. Legislações e

Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 foram um marco para os atletas brasileiros, destacando a importância do esporte não apenas como um meio de competição, mas também como uma ferramenta poderosa de inclusão social. A história de medalhistas como Rebeca Andrade, Bia Souza, Rayssa Leal e Caio Bonfim exemplifica como o esporte pode transformar vidas e abrir portas para novos sonhos, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Neste post, exploraremos a importância do esporte na inclusão social, apresentando repertórios socioculturais, legislações e exemplos históricos que podem ser utilizados em redações de concursos e vestibulares. Textos Motivadores para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Texto I A prática de esportes é uma forte ferramenta para a inclusão social. Ela contribui em diversos ensinamentos motores e cognitivos para formação do indivíduo e é capaz de abrir oportunidades para toda a vida. Quando orientados de maneira correta, os exercícios funcionam como peças-chave para aprender a ter mais empatia e respeito. O futebol, por exemplo, auxilia no desenvolvimento do pensamento estratégico, na colaboração do grupo e na interação social. Além dos benefícios à saúde, o esporte é uma forma de criar e fortalecer laços sociais, independentemente de gênero, raça, religião ou classe social. Nelson Mandela destacou: “O esporte tem o poder de mudar o mundo. Tem o poder de inspirar, tem o poder de unir as pessoas de um jeito que poucas coisas conseguem”. Fonte adaptada: Transforma Brasil Texto II O Brasil é um dos 10 países mais desiguais do mundo, segundo o IBGE. A concentração de renda é um problema persistente, resultando em uma realidade onde oportunidades de vida e acesso a serviços básicos são distantes para milhões de pessoas. A inclusão social, através de políticas de cotas, distribuição de renda e proteção a grupos marginalizados, visa transformar esse cenário. Projetos voltados para cultura e esporte são formas eficazes de inclusão, proporcionando oportunidades para sair da exclusão social. Fonte adaptada: Instituto Algar Texto III A participação do Brasil nos Jogos Olímpicos tem sido objeto de muita discussão, tanto em termos de desempenho geral quanto no número de participantes. Esse número poderia ser significativamente maior se os governos anteriores tivessem ampliado os investimentos nos esportes. O programa Bolsa Atleta, criado em 2004, beneficia muitos desses atletas, mas sofreu cortes significativos nos últimos anos. A ampliação de programas de incentivo ao esporte é fundamental para o desenvolvimento de novos talentos e para a redução da violência e inclusão de jovens no mercado de trabalho. Fonte adaptada: Sindipúblicos Texto IV sobre esporte 42% dos atletas brasileiros em Tóquio não tinham nenhum patrocínio. Muitos viviam com menos de dois salários mínimos e alguns chegaram a fazer vaquinhas para participar dos jogos. Esse cenário evidencia a necessidade urgente de maior apoio e investimento nos esportes para garantir que mais atletas possam competir em igualdade de condições. Fonte adaptada: Globo Esporte Repertórios para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Filmes e Séries Livros Legislações Fatos Históricos sobre o esporte Personalidades Argumentos para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Argumento 1: negligência governamental Argumento 2: lacuna educacional Por fim, o esporte tem um papel crucial na inclusão social e na valorização dos atletas brasileiros. Utilizando repertórios socioculturais, legislações e exemplos históricos, é possível construir argumentos sólidos em redações de concursos e vestibulares. Aproveite os conhecimentos adquiridos e aplique-os em suas redações para alcançar a alta performance.

E aí, RedAluno! Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 trazem uma nova perspectiva sobre a inclusão e equidade de gênero no esporte. Pela primeira vez, todos os 32 esportes olímpicos terão paridade de gênero, refletindo um progresso significativo na luta pela igualdade. No entanto, os desafios à inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro ainda são evidentes. Vamos explorar os fatores históricos, sociais e culturais que influenciam esse cenário, além de argumentos e repertórios que podem ser utilizados para abordar esse tema em uma redação. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios da inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro à luz dos Jogos Olímpicos”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre jogos olímpicos TEXTO I Apesar de o esporte ser um fenômeno que envolve milhares de pessoas no mundo inteiro com grande mobilização mesmo fora dos períodos de competições, a participação das mulheres como atletas de alto rendimento ganhou visibilidade somente a partir das primeiras décadas do século XX. De maneira geral, a cultura que envolve o esporte está ligada a palavras como força, rivalidade e competição, que integram um campo semântico facilmente associado à masculinidade. O que dificulta, portanto, a expressão feminina no ambiente esportivo. Certas crenças correntes em épocas passadas também apresentaram papéis limitantes, como a de que a exaustão da mulher em competições poderia levar a uma variedade de comprometimentos de saúde. Inclusive à esterilidade em razão da perda da “força vital”, hipótese desmentida cientificamente ao longo do tempo. As origens dessa construção cultural, que cria barreiras à participação das mulheres em ambientes esportivos, podem ser encontradas no berço da tradição ocidental. Nos pilares históricos da Grécia Antiga, a figura masculina representava a força advinda do Monte Olimpo. Enquanto às mulheres era reservado o papel de instrumento direto de procriação. Deveriam andar protegidas, cobertas dos pés à cabeça e, por consequência, não podiam participar de competições esportivas para que não se expusessem. Fonte adaptada: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/arquivos/mulheres-no-esporte-pesquisa-sobre-equidade-de-genero TEXTO II A Olimpíada de Paris 2024 é um marco na história dos esportes internacionais. Pela primeira vez, todos os 32 esportes olímpicos terão paridade de gênero, com 5.250 vagas destinadas a cada sexo. Isso é resultado de um progresso de um século na participação das mulheres nos jogos. Quando Paris sediou uma Olimpíada pela primeira vez, em 1900, apenas 22 mulheres competiram. Nos jogos de Atlanta 1996, as atletas participaram de 26 esportes, representando 34% dos competidores. Tóquio 2020 teve mulheres em 33 esportes, e Paris 2024 completa essa trajetória com equilíbrio de gênero em todas as categorias olímpicas. Embora progressos significativos tenham sido feitos, os desafios persistem. A disparidade salarial de gênero continua a ser uma preocupação em muitos esportes. Isso também é evidente na liderança esportiva, em que as mulheres ainda estão sub-representadas, ocupando apenas 27% dos cargos executivos nas federações esportivas internacionais. Fonte:https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/07/por-que-a-olimpiada-pode-ser-o-ponto-de-virada-para-a-igualdade-de-genero-nos-esportes/ Texto III Desde os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, realizados em Atenas no ano de 1896, onde as mulheres foram completamente excluídas, a participação feminina tem sido uma luta constante por reconhecimento e igualdade. Diante disso, muito se espera para as Olimpíadas de Paris 2024, pois pela primeira vez teremos uma igualdade numérica em termos de gênero, com uma expectativa que a proporção atinja os 50% de atletas mulheres e homens. Essa paridade não é apenas numérica, mas também simbólica diante do compromisso que muitas entidades esportivas têm firmado com a pauta feminista. Fonte: https://observatorioracialfutebol.com.br/a-equidade-de-genero-na-elite-do-esporte-brasileiro-anda-em-passos-lentos Texto IV Fonte: https://observatorioracialfutebol.com.br/a-equidade-de-genero-na-elite-do-esporte-brasileiro-anda-em-passos-lentos/ Repertórios para o Tema: os desafios da inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro à luz dos Jogos Olímpicos Filmes e séries 1. “Battle of the Sexes” (2017) – Filme que retrata a histórica partida de tênis entre Billie Jean King e Bobby Riggs, destacando a luta pela igualdade de gênero no esporte. 2.“I Am Woman” (2019) – Biografia da cantora Helen Reddy, que aborda a luta feminina por reconhecimento e igualdade, incluindo no esporte. Livros 1.“O Segundo Sexo” de Simone de Beauvoir” – Obra fundamental para compreender as questões de gênero e as barreiras enfrentadas pelas mulheres em diversas áreas, incluindo o esporte. 2. “A Room of One’s Own” de Virginia Woolf” – Livro que discute a necessidade de espaço e oportunidades iguais para as mulheres se expressarem e competirem em igualdade de condições. Argumentos para o tema sobre jogos olímpicos Argumento 1: desigualdade histórica Causa A cultura patriarcal e as crenças históricas que associam o esporte exclusivamente à masculinidade criaram uma barreira significativa para a inclusão feminina no esporte. Consequência A participação feminina nos esportes foi limitada por séculos, resultando em menos oportunidades para mulheres se destacarem e receberem apoio. Possível solução Promover campanhas educacionais e políticas públicas que incentivem a igualdade de gênero desde a infância, incluindo o acesso igualitário a atividades esportivas. Repertório filosófico Simone de Beauvoir, em “O Segundo Sexo”, argumenta que as mulheres são feitas, não nascem. A sociedade constrói barreiras que limitam o potencial feminino, incluindo no esporte. Argumento 2: a persistência de estereótipos de gênero Causa A persistência de estereótipos de gênero e a falta de cobertura midiática igualitária para esportes femininos. Consequência Menor visibilidade e apoio financeiro para atletas femininas, perpetuando a desigualdade de gênero no esporte. Possível solução Implementar políticas de igualdade de gênero nos meios de comunicação e garantir que patrocinadores apoiem igualmente atletas de ambos os gêneros. Repertório Filosófico Pierre Bourdieu, em suas obras, discute como o capital cultural e social influencia a percepção e valorização dos indivíduos, destacando a necessidade de transformar a estrutura cultural para promover a igualdade. Em resumo, a inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro ainda enfrentam muitos desafios, apesar dos avanços significativos, como a paridade de gênero

E aí, RedAluno! 👋 Hoje vamos abordar um tema de extrema importância para a sociedade brasileira: as consequências das saídas temporárias de presos no Brasil. A saída temporária, também conhecida como “saidinha”, é um benefício concedido aos detentos em regime semiaberto para visitas à família ou participação em atividades que colaborem para o convívio social. No entanto, essa prática tem gerado controvérsias e debates intensos. Neste post, vamos explorar os textos motivadores, repertórios relevantes e argumentos sólidos para ajudar você a escrever uma redação nota mil sobre esse tema. Vamos nessa? 🚀 Proposta de Redação sobre as consequências das saídas temporárias de presos no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As consequências das saídas temporárias de presos no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre saídas temporárias de presos TEXTO I O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nessa quinta-feira (11) lei que restringe a saída temporária com vetos que reduzem as limitações aprovadas pelo Congresso Nacional. O benefício ainda existirá para os casos de visita à família e de participação em atividades que colaborem para o convívio social, contrariando o texto enviado pelos parlamentares. A Lei 14.843, de 2024, foi publicada também na quinta em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e já está em vigor. A norma se originou do projeto de lei (PL) 2.253/2022, da Câmara dos Deputados, que previa revogação total da saída temporária. Esse direito dos condenados a regime semiaberto permite até cinco saídas da prisão ao ano, normalmente durante as datas comemorativas. Para isso, a norma altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). O Senado aprovou o projeto em fevereiro com emendas que retomaram a possibilidade de saída para realização de cursos profissionalizantes, de ensino médio ou superior, mas apenas pelo tempo necessário para realização das atividades educativas. Os senadores também vedaram o benefício para condenados por crime hediondo ou praticado com violência ou grave ameaça. O mesmo impedimento vale para trabalhos externos sem vigilância direta das forças de segurança. As mudanças do Senado foram acatadas pelos deputados e, agora, por Lula. Fonte: @agenciasenado TEXTO II A saída temporária dos presos, popularmente conhecida como “saidinha”, ganhou destaque a partir do Projeto de Lei 2.253/2022 que tem por objetivo restringir o benefício. A mudança busca conceder o privilégio aos detentos em regime semiaberto apenas se for para cursar supletivo profissionalizante, ensino médio ou superior. Atualmente, a saída temporária é prevista no art. 122 da Lei de Execução Penal. Conforme dispõe o caput do artigo, o benefício somente é concedido para aqueles que cumprem a pena regime semiaberto. Além disso, o dispositivo prevê que a saidinha é uma possibilidade e requer o preenchimento de diversas condições para sua concessão. Sendo assim, não se pode pensar que todos os presos em regime semiaberto automaticamente poderão usufruir do benefício, pois uma das exigências para adquiri-lo é ter um bom comportamento carcerário. No tocante aqueles que praticaram crimes hediondos com resultado morte, o benefício é vedado. Ainda, deve-se destacar que diante a não obediência das condições durante a saidinha, o processo penal prevê quais serão as punições, sendo uma delas o regresso ao regime fechado. A perda de tais direitos implica em grave prejuízo à ressocialização do apenado e diante ao fato de não existir pena perpétua no Brasil é mais prudente que seja ofertado aos condenados a reintegração gradual, pois seu retorno à sociedade é inevitável. Portanto, a restrição do benefício vai de encontro à função reeducativa da pena, tirando dos sentenciados a oportunidade de estabelecer contato com suas famílias e impedindo o contato com a sociedade. Fonte: JusBrasil TEXTO III Saidinha de Natal: foragido que não voltou para prisão no RS é preso após quatro meses de buscas Homem havia recebido benefício da saída temporária e não voltou para a cadeia em dezembro de 2023. Ele foi localizado na manhã desta sexta-feira (12) na casa de familiares em Tupanciretã, após 4 meses de buscas. A Polícia Civil recapturou, na manhã desta sexta-feira (12), um homem de 30 anos que era procurado há quatro meses após não voltar para a prisão depois da saída temporária de Natal em dezembro de 2023 na cidade de São Pedro do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul. Ele foi localizado na casa de parentes em Tupanciretã, na mesma região. De acordo com a Polícia Civil, o nome do homem é Leandro da Rosa Braz. Em dezembro, ele havia recebido o benefício da saída temporária devido ao Natal. No entanto, não voltou para a prisão como a legislação exige. O g1 procura a defesa dele. Testemunhas denunciaram à polícia que viram ele em três cidades (São Pedro do Sul, Toropi e Quevedos) invadindo residências. Ele teria furtado, entre outros bens, uma arma de fogo e um celular. Além disso, é suspeito de colocar fogo em uma dessas casas, que fica na localidade de Cerro Baltazar, entre São Pedro do Sul e Toropi. A investigação da polícia indica que, desde janeiro, Leandro passou pelo interior de Toropi, Quevedos e Tupanciretã, além de Cruz Alta. Por fim, no último fim de semana, Leandro voltou a Júlio de Castilhos e Tupanciretã, onde foi preso novamente. Fonte: g1 TEXTO IV Fonte: G1 Repertórios para o Tema: Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos Filmes e séries Livros Argumentos para o tema sobre saídas temporárias de presos Argumento 1: falta de fiscalização sobre as saídas temporárias de presos Argumento 2: impacto na ressocialização dos detentos Agora que você está equipado com todas essas informações, está pronto para escrever uma redação nota mil sobre as consequências das saídas

E aí, RedAluno? 🚨📞Hoje vamos abordar um problema sério que afeta a eficiência dos serviços de emergência: os trotes. Passar trotes para o SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é um crime previsto no Código Penal, causando grandes prejuízos para quem realmente precisa de ajuda. Você sabia que milhares de chamadas falsas são feitas todos os anos, atrapalhando o atendimento de emergências reais? Neste post, vamos entender melhor essa questão com textos motivadores, repertórios, argumentos e como você pode abordar esse tema na sua redação do Enem. Vamos nessa? 💡✍️ Proposta de Redação sobre crime de passar trotes para serviços de emergência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Texto I: Constituição Brasileira e o Código Penal No Brasil, passar trotes para serviços de emergência como SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é uma prática considerada crime, prevista no Código Penal. Segundo o Artigo 266, “interromper ou perturbar serviço telefônico ou de utilidade pública” é punível com detenção de um a três anos e multa. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) classifica essa ação como infração gravíssima, principalmente quando cometida por menores, destacando a necessidade de medidas educativas e preventivas para reduzir a incidência de tais delitos. Fonte: Planalto.gov.br Texto II: impacto nos serviços de emergência Os trotes aos serviços de atendimento de emergência ainda são uma prática expressiva. De acordo com dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram registrados 7.042 trotes no primeiro semestre na Paraíba. Em 2023, foram constatados 22.169 falsos chamados, o que representou aproximadamente 9% das 245.870 chamadas recebidas pelo serviço. “Tempo e recursos gastos por causa de trotes afetam diretamente a eficiência operacional do serviço” – Natália Siqueira, coordenadora médica do Samu. Fonte: A União Texto III: medidas para combater trotes no SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência recebeu mais de 10 mil ligações falsas no primeiro trimestre de 2024, quase 5 trotes por hora, com pedidos de ajuda para emergências que não existem, atrapalhando o funcionamento do serviço. Para o médico do Samu, Bruno Sant’anna, o prejuízo também recai para quem precisa de atendimento: “Quando uma equipe vai pra um atendimento que é um trote, todo esse empenho acaba se tornando algo ineficaz e prejudicando outras pessoas que poderiam estar sendo beneficiadas.” Fonte: G1 Repertórios para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Fato histórico Legislações Filmes e séries Livros Argumentos sobre o tema Argumento 1: falta de consciência e educação Argumento 2: negligência governamental Agora que você está equipado com informações, argumentos e repertórios sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência”, que tal treinar sua redação com nossa plataforma de correção de redação? ✍️ A prática é essencial para conquistar a nota máxima no Enem. Boa sorte! 🚀

E aí, Red Aluno! No dia 30 de julho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas, uma data essencial para refletirmos sobre as estratégias e ações necessárias para enfrentar esse grave problema e proteger as vítimas. O tráfico de pessoas é uma violação dos direitos humanos que afeta milhões de indivíduos em todo o mundo, especialmente mulheres e crianças. Neste post, discutiremos os caminhos para combater o tráfico de pessoas, abordando medidas de prevenção, proteção das vítimas e punição dos criminosos. Desse modo, vamos explorar argumentos, repertórios socioculturais, para que você consiga construir uma redação nota 1000 sobre este tema relevante e atual. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre tráfico de pessoas Textos motivadores para uma redação sobre tráfico de pessoas Texto motivador I A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), define tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a trafico Trabalho infantil, transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”. Além disso, segundo a ONU, o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares em todo o mundo. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual. Fonte: https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/trabalho-escravo-e-trafico-de-pessoas/trafico-de-pessoas/ Texto motivador II No próximo dia 30 de julho, o Brasil se une a países ao redor do mundo para marcar o Dia de Combate ao Tráfico de Pessoas. A data tem como objetivo alertar a sociedade sobre o crime que afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas e movimenta aproximadamente 32 bilhões de dólares por ano, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). A atividade criminosa é persistente por ser lucrativa e por estar diretamente ligada à desigualdade social, econômica, racial e de gênero. Essas desigualdades, também chamadas de estruturais por serem sistemáticas e duradouras, contribuem para que grupos vulneráveis da população, como as mulheres e crianças pobres, os migrantes, os refugiados e os socialmente excluídos, aceitem propostas enganadoras e abusivas. No Brasil, entre 2012 a 2019, foram registradas 5.125 denúncias de tráfico humano no Disque Direitos Humanos (Disque 100) e 776 denúncias na Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), ambos canais de atendimento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Entre os anos de 2010 e 2022 foram contabilizadas 1.901 notificações no Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde (SINAN). Esses números não representam a totalidade de casos existentes no país. A suposição é de que haja muito mais, uma vez que não há um sistema unificado de coleta de dados sobre o tema. Os registros atuais são feitos por órgãos do governo e de instituições que não podem ser somados, considerando que não são utilizados os mesmos critérios para o registro das situações de tráfico, conforme aponta o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no Relatório Nacional Sobre Tráfico de Pessoas (2017-2020). Fonte: Agência Senado Texto motivador III Medidas tomadas pelo Brasil no combate ao tráfico de pessoas O Brasil fundamenta suas ações no combate ao tráfico de pessoas na Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 5.948/2006), na Lei nº 13.344/2016 e nos Planos Nacionais de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Estas ações seguem diretrizes internacionais e se baseiam na ótica dos direitos humanos e nas dimensões socioeconômicas, culturais e políticas desse fenômeno. Atualmente, o Brasil implementa as metas do III Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 9.440/2018). Este plano prevê uma série de medidas e ações nos eixos de gestão da política, gestão da informação, capacitação, responsabilização, assistência à vítima e prevenção/conscientização pública. A plataforma Monitora 87 permite o acompanhamento de todas as metas. A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas utiliza um modelo de governança que envolve diversas instâncias, incluindo o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, o Grupo Interministerial de Monitoramento e Avaliação do III Plano e a Rede de Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Postos Avançados de Atendimento Humanizado ao Migrante. O Governo Federal, Estados e Municípios compartilham a responsabilidade pela implementação, com a colaboração de organizações da sociedade civil e organismos internacionais. FONTE: Ministério da Justiça Texto motivador IV Repertórios para o tema: caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas Fato histórico Protocolo de Palermo (2000) Legislações Filmes e séries que abordam o tema tráfico de pessoas Clássicos da literatura que abordam o tema tráfico de pessoas Argumentos para o tema de redação: caminhos para combater o tráfico de pessoas Argumento 1: falta de debate Argumento 2: negligência governamental Por fim, agora que você está equipado com todos esses repertórios e argumentos, está pronto para escrever uma redação completa e bem fundamentada sobre o tema “caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas”. Aliás, não esqueça de praticar com nossos especialistas para alcançar a nota máxima no ENEM! Boa sorte! 🚀

Você sabia que o preconceito contra pessoas com HIV ainda é um problema alarmante no Brasil? Estima-se que uma significativa parcela da população vivendo com HIV enfrenta discriminação diariamente. Quer entender melhor as medidas necessárias para combater esse preconceito e como abordar esse tema na sua redação do ENEM? Vamos explorar os textos motivadores, argumentos, repertórios e tudo que você precisa saber para arrasar na sua redação. Vamos nessa? ✍️📚 Proposta de Redação sobre o tema preconceito contra pessoas com HIV A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para combater o preconceito contra pessoas com HIV”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o tema preconceito contra pessoas com HIV Texto Motivador I Constituição Brasileira No Brasil, as pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS são amparadas pela legislação, garantindo acesso à saúde pública e respeito à dignidade humana. A Constituição brasileira, no seu Artigo 5º, institui que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.” Com relação aos direitos sociais, o Artigo 6º da Constituição define: “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” Amparados pela Constituição, as pessoas que vivem com HIV têm direitos garantidos, além de dispositivos legais para que possam recorrer. Fonte adaptada: UNAIDS Brasil Texto Motivador II Para o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, Draurio Barreira, o Brasil tem condições de alcançar a meta 95-95-95 proposta pelo Programa das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids) até 2030. Durante o seminário da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às ISTs, HIV/Aids e Hepatites Virais do Congresso Nacional, Draurio afirmou que o país avançou bastante em termos biomédicos, mas ainda precisa enfrentar o estigma e a discriminação. A diretora do Unaids no Brasil, Claudia Velasquez, reforçou o potencial brasileiro na resposta ao HIV e à aids, destacando o sucesso em termos de acesso a medicamentos e prevenção. O evento também contou com a participação de Carla Diana, representante da Articulação Nacional de Luta contra a Aids, que ressaltou a importância de considerar fatores como insegurança alimentar, falta de moradia e sofrimento mental, que deixam as pessoas mais suscetíveis à mortalidade por aids. Fonte adaptada: Governo Brasileiro Texto Motivador III Fonte adaptada: UNAIDS Brasil Texto Motivador IV Fonte adaptada: Senado federal Repertórios para o Tema sobre Preconceito contra Pessoas com HIV 🎬 Séries: 🎥 Filmes: 📚 Clássico da Literatura: 🌍 Agenda 2030: 📅 Atualidade: 📜 Fato Histórico: Argumentos para o Tema Argumento 1: Lacuna Educacional Causa: Falta de educação e informação sobre HIV nas escolas e na sociedade em geral. Consequência: A desinformação leva ao preconceito e à discriminação contra pessoas vivendo com HIV. Possível Solução: Implementar programas educacionais abrangentes sobre HIV/AIDS desde o ensino fundamental, incluindo campanhas de conscientização nas mídias. Repertório Filosófico: Paulo Freire – A educação é um ato de amor e, como tal, um ato de coragem. “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.” Argumento 2: Falta de Políticas Públicas Causa: Insuficiência de políticas públicas voltadas para a proteção e inclusão de pessoas com HIV. Consequência: Pessoas vivendo com HIV enfrentam dificuldades de acesso a serviços de saúde e direitos trabalhistas. Possível Solução: Fortalecer as políticas públicas que garantam acesso a tratamentos, proteção contra a discriminação e suporte social para pessoas com HIV. Repertório: Milton Santos – Cidadania mutilada, onde a falta de políticas públicas eficazes impede que os direitos das pessoas sejam plenamente realizados. Agora que você está equipado com todas essas informações, que tal praticar sua redação com a nossa plataforma de correção de redação? Com mais de 400 temas para você treinar, você pode colocar em prática tudo que aprendeu e ter sua redação avaliada por nossos especialistas. Boa sorte! 🚀📄

E aí, RedAluno! Você sabia que a evasão escolar é um dos maiores desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro? Atualmente, o Brasil tem cerca de 9 milhões de jovens fora da escola. A evasão escolar é definida como a desistência de estudantes antes da conclusão do ensino básico ou médio. Recentemente, o governo lançou o programa Pé-de-Meia com o intuito de diminuir esse número alarmante. No entanto, ainda há muitos obstáculos a serem superados, pois milhares de jovens continuam fora das salas de aula, principalmente devido à necessidade de trabalhar e apoiar suas famílias. Neste texto, vamos explorar como abordar o tema “Desafios para combater a evasão escolar no Brasil” na sua redação do Enem. Vamos fornecer argumentos, repertórios e textos motivadores para te ajudar a conquistar a nota máxima. Vamos nessa? Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para combater a evasão escolar no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos Motivadores para o Tema de Redação: Evasão escolar no Brasil Texto I: Brasil tem 9 milhões de jovens fora da escola, mostra pesquisa A pesquisa “Juventudes fora da escola”, divulgada pelo Itaú Educação e Trabalho e pela Fundação Roberto Marinho, mostra que 9 milhões de jovens abandonaram o ensino básico no Brasil. A principal razão é a necessidade de trabalhar para ajudar a família. A maioria dos evadidos são homens de famílias de baixa renda e sete em cada dez são negros. A evasão escolar está ligada a um ciclo de pobreza, e o país perde cerca de 3,3% do PIB por ano devido a este problema. Fonte Adaptada: Correio Braziliense Texto II: Evasão escolar no Brasil: uma tragédia silenciosa A evasão escolar impacta a economia brasileira e amplifica desigualdades sociais, segundo estudo da Firjan SESI e PNUD. Mais de 500 mil jovens acima de 16 anos abandonam a escola anualmente. Apenas 60,3% completam o ciclo escolar até os 24 anos. O prejuízo para cada aluno que não termina o ensino médio é de R$ 395 mil. O estudo sugere iniciativas para combater a evasão, como apoio financeiro, ambientes de aprendizagem inovadores e projetos de transição para o mercado de trabalho. Fonte Adaptada: CNN Brasil Texto III: Programa Pé-de-Meia O programa Pé-de-Meia oferece incentivos financeiros para estudantes do ensino médio, visando combater a evasão escolar. Os incentivos incluem pagamentos anuais pela matrícula, frequência, conclusão de anos letivos e participação no Enem. O programa é voltado para estudantes de baixa renda e exige a inscrição no Programa Bolsa Família. Segundo Hélio Santos, o programa combate a evasão escolar e proporciona oportunidades de um futuro melhor para os jovens. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto IV: dados sobre evasão escolar no Brasil Necessidade de trabalhar e desinteresse são principais motivos para abandono escolar. Fonte Adaptada: Agência de Notícias IBGE Repertórios para o tema sobre evasão escolar no Brasil Filmes e Séries Legislações Clássicos da Literatura Fato Histórico Argumentos para usar nesse tema Argumento 1: Desigualdade Social Argumento 2: Falta de Políticas Públicas Agora que você está equipado com argumentos, repertórios e um entendimento claro sobre como estruturar sua redação, que tal treinar sua escrita? Utilize a nossa plataforma de correção de redação, que oferece mais de 400 temas para você praticar. Tenha suas redações avaliadas por nossos especialistas e prepare-se para conquistar a nota máxima no Enem! Boa sorte! 🚀📚

Proposta de redação sobre legalização do aborto A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel das políticas públicas na legalização do aborto para vítimas de violência sexual no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema sobre aborto Texto I com o projeto sobre aborto Projeto sobre aborto atinge 3,1 milhões de visualizações em dois dias no site da Câmara Projeto equipara o aborto de feto com mais de 22 semanas ao crime de homicídio O setor responsável pela comunicação interativa da Câmara dos Deputados registrou um interesse atípico pelo Projeto de Lei 1904/24, do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros 32 parlamentares, que equipara ao homicídio o aborto de gestação acima de 22 semanas. A proposta atingiu 3,1 milhões de visualizações e 780 mil interações em apenas dois dias – 12 e 13 últimos. Desde o início do ano, estão sendo monitorados cerca de 109 mil propostas nos canais da Câmara, que juntas geraram quase 30 milhões de visualizações. O PL 1904/24 se tornou responsável por 12,22% dessas visualizações em apenas dois dias, enquanto a segunda proposta mais visualizada responde por apenas 3,02%. Até agora, houve 776.939 votos na enquete da proposta, no site da Câmara. A grande maioria (88%) declarou que “discorda totalmente” da proposta. Na quinta-feira (13), em razão do alto número de acessos simultâneos, a página de enquete retornou mensagem de erro para 4% dos usuários, mas o problema foi imediatamente corrigido. O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. Fonte: Agência Câmara de Notícias Texto II com dados sobre denúncias de estupro Entre 1º de janeiro e 13 de maio deste ano, foram feitas 7.887 denúncias de estupro de vulnerável ao serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100). A média de denúncias nos primeiros 134 dias do ano foi de cerca de 60 casos por dia ou de dois registros por hora, conforme reportado pela Agência Brasil. Em eventual aprovação do Projeto de Lei 1.904/2024, parte dessas meninas vítimas de estupro e que vivem em situações de vulnerabilidade social pode não conseguir interromper a gravidez indesejada. O projeto de lei, assinado por 32 deputados federais, equipara aborto a homicídio e prevê que meninas e mulheres que vierem a fazer o procedimento após 22 semanas de gestação, inclusive quando vítimas de estupro, terão penas de seis a 20 anos de reclusão – punição maior do que a prevista para quem comete crime de estupro de vulnerável (de oito a 15 anos de reclusão). A legislação brasileira não prevê um limite máximo para interromper a gravidez de forma legal. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, lembra que “as principais vítimas de estupro no Brasil são meninas menores de 14 anos, abusadas por seus familiares, como pais, avôs e tios. São essas meninas que mais precisam do serviço da legalização do aborto, e as que menos têm acesso a esse direito garantido desde 1940 pela legislação brasileira”. Em 2022, último período disponível nos relatórios do Sistema Único de Saúde (SUS), foram mais de 14 mil gestações entre meninas com idade até 14 anos. Em 2022, de cada quatro estupros, três foram cometidos contra pessoas “incapazes de consentir, fosse pela idade (menores de 14 anos), ou por qualquer outro motivo (deficiência, enfermidade etc.)”, informa publicação do FBSP. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que apenas 8,5% dos estupros no Brasil são relatados à polícia. A projeção do instituto é que, de fato, ocorram 822 mil casos anuais. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto III sobre um caso de aborto Uma menina de 10 anos, violentada por um tio em São Mateus, no Espírito Santo, iniciou o procedimento de aborto legal após o Tribunal de Justiça do Estado conceder a ela o direito de interromper a gravidez fruto de estupro. O caso, que deveria correr em sigilo para proteger a vítima, vazou para a imprensa, tornando-se um jogo político. O procedimento foi realizado no Centro Integrado de Saúde Amauri de Medeiros (Cisam) em Recife, conhecido por atender casos semelhantes. Apesar do sigilo e do apoio legal, o caso gerou protestos de ativistas conservadores que gritavam “Assassino” para o médico responsável. A menina, que era violentada desde os 6 anos, e sua avó perderam a privacidade inerente a situações tão delicadas. A decisão da avó em seguir com o pedido da neta foi apoiada pelo serviço de saúde, mas enfrentou resistência pública e política, exacerbada pela divulgação do caso nas redes sociais por figuras públicas. A interferência política no caso causou um clima de terror e exposição para a vítima, que é negra e vive em condições de vulnerabilidade. A situação evidenciou traços de racismo e indiferença pela classe social da vítima, que enfrenta um quadro comum a milhões de crianças pobres no Brasil. A legislação brasileira permite a legalização do aborto em caso de estupro há 80 anos, mas a pressão social e política continua a desafiar os direitos reprodutivos garantidos por lei. Fonte Adaptada: El País Texto IV com dados sobre violência sexual No período de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2022, registraram-se 438 notificações de violência sexual, estupro e aborto previsto em lei (0,7%, n=438/62.572) e 3,5% (n=438/12.364) das notificações de violência sexual e estupro. A idade dos indivíduos variou de 9 a 58 anos, moda de 23 anos de idade (7,3%), Figura-1. Repertórios para o Tema: “O papel das políticas públicas na legalização do aborto para vítimas de violência sexual no Brasil” Legislações Constituição Federal do Brasil (1988) Artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a

E aí, RedaAluno! Já se perguntou o que falar sobre a homofobia, quais são as principais causas da homofobia, como descrever a homofobia e LGBTfobia? 🤔 Essas são algumas das principais dúvidas que os estudantes têm ao abordar este tema, especialmente no mês de junho, quando celebramos o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ em 28 de junho. O tema da discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ é amplo e envolve várias questões complexas e urgentes. Neste artigo, vamos explorar esses aspectos e oferecer uma base sólida para a construção de uma redação argumentativa. Afinal, entender esses temas é essencial não só para alcançar uma redação nota 1000 no ENEM, mas também para promover a igualdade e o respeito em nossa sociedade. Proposta de redação sobre o tema homofobia A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater a discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre homofobia Texto I: Projeto de Lei sobre Casamento Homoafetivo A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A medida, defendida pelo deputado Pastor Eurico (PL-PE), recebeu 12 votos favoráveis e cinco contrários. Esse projeto contraria a atual jurisprudência brasileira, já que desde 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece a união homoafetiva como entidade familiar. Pastor Eurico argumenta que cabe ao Poder Legislativo, e não ao STF, deliberar sobre o tema. O texto do relator proíbe a união homoafetiva e determina uma interpretação estrita da lei, restringindo o casamento a casais heterossexuais. Além disso, a proposta protege os critérios religiosos do casamento, impedindo interferências estatais. Parlamentares contrários ao projeto destacam a inconstitucionalidade da proposta e os direitos já adquiridos por milhares de famílias homoafetivas. A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) ressaltou que 80 mil famílias já se casaram e têm direitos previdenciários e civis, que serão retirados se a proposta virar lei. Fonte adaptada: Agência Câmara de Notícias Texto II: mais de um terço de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz pesquisa Mais de um terço de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz pesquisa Estudantes LGBT relatam que são agredidos dentro das escolas, o que atrapalha significativamente o rendimento escolar. De acordo com a Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016, 73% dos alunos LGBT foram agredidos verbalmente e 36% fisicamente. Esses dados foram apresentados na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. Os alunos que sofrem agressões verbais frequentemente faltam mais às aulas. Entre aqueles agredidos por orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas no último mês. Já entre os agredidos por identidade de gênero, 51,9% faltaram às aulas. O desempenho escolar também é afetado, com notas piores para aqueles que enfrentam discriminação frequente. A pesquisa revelou que os alunos LGBT que vivenciam maiores níveis de agressão têm probabilidade 1,5 vezes maior de relatar altos níveis de depressão, baixos níveis de autoestima e até desejo de suicídio. O estudo destacou a necessidade de uma melhor formação para professores, para que possam lidar com a diversidade sexual e combater o preconceito. Segundo a pesquisa, 60,9% dos participantes relataram que se sentem à vontade para conversar com professores sobre questões LGBT. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) aponta a necessidade de políticas públicas e leis para combater a discriminação. A entidade está desenvolvendo uma plataforma para judicializar casos graves de agressão e prevenir suicídios entre estudantes LGBT. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto III Engajada no combate ao preconceito e à intolerância, a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio), por meio do seu Programa de Diversidade e Inclusão, promove diversas ações de conscientização ao longo do ano. Essas ações incluem debates sobre transgeneridade, transfeminismo e a questão da homofobia, temas extremamente atuais para a comunidade LGBTQIA+. Neste mês de junho, a comunidade celebra o Orgulho LGBTQIA+, reforçando a importância dessas discussões. Lígia Fabris, coordenadora do Programa Diversidade da FGV Direito Rio, destaca que a homofobia pode ser entendida como a aversão a grupos LGBTQIA+ e, infelizmente, ainda é frequente nos dias de hoje. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a homofobia é um crime imprescritível e inafiançável, aplicando a lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) aos casos de homofobia e transfobia. Conforme o artigo 20 dessa lei, a pena para quem comete esse crime varia de um a três anos de reclusão, além de multa. Ofensas homofóbicas podem também ser enquadradas como injúria, segundo o artigo 140, §3º do Código Penal. Para denunciar homofobia, existem vários canais: procurar delegacias especializadas como o Decradi em São Paulo, ligar para o 190 em casos de flagrante delito, ou utilizar o Disque 100. Para muitos, o ambiente doméstico pode ser inseguro. Existem diversas casas de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ no Brasil, além de espaços nas redes sociais que oferecem apoio psicológico, oportunidades de estudo e emprego. Essas iniciativas permitem o estabelecimento de redes de apoio, reconhecimento e inclusão social. Na FGV Direito Rio, os editais para mestrado e doutorado incentivam a participação de pessoas trans, negras, indígenas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica, comenta Fabris. Fonte Adaptada: FGV Direito Rio Texto IV Fonte: https://www.poder360.com.br/poderdata/percepcao-sobre-homofobia-no-brasil-cresceu-sob-lula-diz-poderdata/ Repertórios para o Tema: “Caminhos para Combater a Discriminação contra a Comunidade LGBTQIA+” Clássico da Literatura Filmes e Séries Legislações e Documentos Argumentos para o tema sobre homofobia Argumento 1: Impunidade Argumento 2: Falta de Educação Inclusiva Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre os caminhos para combater a discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em

A obesidade infantil é um problema crescente e alarmante, especialmente em comunidades carentes. No dia 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Mórbida Infantil, uma data crucial para chamar a atenção e conscientizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos e do combate a essa grave questão de saúde pública. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, enquanto 18,9% dos adultos estão acima do peso. Esses números mostram a urgência de abordarmos o problema com seriedade e ação efetiva. Neste post, vamos explorar como as políticas públicas podem ajudar a combater a obesidade infantil em comunidades carentes. Discutiremos as causas, consequências, e soluções possíveis, bem como apresentaremos repertórios valiosos para entender melhor esse desafio. Que tal praticar e refletir sobre como podemos contribuir para um futuro mais saudável para nossas crianças? Vamos lá! Proposta de redação sobre obesidade infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre obesidade infantil Textos motivadores sobre obesidade infantil Texto I A obesidade em crianças e adolescentes é multifatorial. Condições genéticas, individuais, comportamentais e ambientais podem influenciar no estado nutricional. O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade. Atualmente, a região Sul possui 11,52% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as regiões Sudeste, com 10,41%; Nordeste, com 9,67%; Centro-Oeste, com 9,43%; e Norte, com 6,93% das crianças acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/acompanhadas-pelo-sus-mais-de-340-mil-criancas-brasileiras-entre-5-e-10-anos-possuem-obesidade Texto II A necessidade de isolamento social instituída pela pandemia e a mudança de rotina que ela acarretou, em especial a diminuição de exercícios físicos, refletiu no aumento de peso em crianças e jovens. Segundo o boletim do Observa Infância, o período de 2019 a 2021 chama a atenção para um crescimento de 6,08% de crianças até 5 anos com sobrepeso ou obesas. Entre os adolescentes brasileiros houve um aumento de 17,2% no número de jovens. “A obesidade infantil e de adolescentes no Brasil ainda é uma grande preocupação de saúde pública. Apesar de observarmos uma queda nos últimos anos, o Brasil ainda possui números acima da média global e da América Latina. Nos anos de pandemia, observamos um aumento nos índices de obesidade infantil possivelmente consequência do aumento no consumo de ultraprocessados durante o período de isolamento”, alerta Cristiano Boccolini, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e coordenador do Observa Infância. Fonte: https://portal.fiocruz.br/noticia/obesidade-em-criancas-e-jovens-cresce-no-brasil-na-pandemia Texto III Por que a obesidade continua a crescer? De antemão, o maior desafio da obesidade é o fato de essa ser uma doença multifatorial. Por esse motivo, trata-se de uma condição complexa, pois exige ações em diversos setores, não só da saúde. Isso significa dizer que a oferta de alimentos, assim como a sua qualidade, influencia no surgimento da doença. Os ambientes e locais que as pessoas frequentam podem favorecer ou não a obesidade, o que é chamado de ambientes obesogênicos, e estimular a alimentação inadequada, o comportamento sedentário e a inatividade física. Os hábitos também impactam nas escolhas alimentares, assim como as questões econômicas. Até mesmo a infraestrutura de uma cidade é considerada um fator para o surgimento e crescimento da doença. E já que a obesidade é um desafio global para a saúde e para a sociedade, é necessário adotar estratégias efetivas em todo o mundo para prevenir e deter o avanço do problema. Mas a transformação também pode e deve acontecer localmente. A execução de estratégias em nível municipal é possível e necessária para reverter o cenário e prevenir os danos: – Investimento na Atenção Primária à Saúde (APS) para o monitoramento da situação alimentar e nutricional e para a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável em crianças menores de 2 anos; – Tornar as cidades favoráveis ao acesso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física com estruturas adequadas e segurança; – Veiculação de campanhas efetivas de comunicação em saúde; – Valorização da escola como um ambiente aliado a esta causa, inclusive para a prática da atividade física e para a restrição da oferta de alimentos não saudáveis; – Implementação de políticas fiscais e medidas regulatórias para facilitar o acesso aos alimentos saudáveis e reduzir o acesso e a exposição aos alimentos não saudáveis. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2022/como-seu-municipio-pode-avancar-na-prevencao-da-obesidade-infantil Texto IV Fonte: https://www.crefsp.gov.br/comunicacao/noticias/3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil Repertórios para o tema de redação sobre obesidade infantil 1. Filmes: • “Super Size Me” (2004): Um documentário que explora os impactos da alimentação de fast food na saúde. Ele destaca a importância de políticas públicas na promoção de dietas saudáveis e na regulação da indústria alimentícia. • “Wall-E” (2008): Embora seja uma animação, o filme apresenta uma sociedade futurista onde a obesidade é comum devido à vida sedentária e à dependência de alimentos processados, sublinhando a necessidade de intervenções políticas para promover estilos de vida saudáveis. 2. Séries: • “Jamie Oliver’s Food Revolution” (2010): Esta série documenta os esforços do chef Jamie Oliver para melhorar a alimentação nas escolas americanas, ressaltando a importância de políticas públicas na educação nutricional. • “The Magic School Bus” (Episódio: “Ready, Set, Dough”): Este episódio aborda a importância da nutrição, mostrando como a educação e a informação podem influenciar hábitos alimentares saudáveis desde a infância. 3. Legislações: • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
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