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A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para o diagnóstico precoce do Transtorno do Espectro Autista no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento, que podem englobar alterações qualitativas e quantitativas da comunicação, seja na linguagem verbal ou não verbal, na interação social e do comportamento, como: ações repetitivas, hiperfoco para objetos específicos e restrição de interesses.
Ademais, o espectro identifica níveis que variam de níveis, com total independência e apresentação de discretas dificuldades de adaptação, até níveis de total dependência para atividades cotidianas ao longo de toda a vida.
Além disso, A suspeita inicial do Transtorno do Espectro Autista é feita normalmente ainda na infância, por meio da Atenção Primária à Saúde (APS), durante as consultas para o acompanhamento do desenvolvimento infantil.
Portanto, por ser essencialmente clínico, a identificação de traços do espectro autista é realizada a partir das observações da criança, entrevistas com os pais e aplicação de métodos de monitoramento do desenvolvimento infantil, durante as consultas de avaliação do crescimento da criança, que acontecem em qualquer unidade da APS.
Fonte: Gov saúde
A Lei Berenice Piana (12.764/12) criou a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, que determina o direito dos autistas a um diagnóstico precoce, tratamento, terapias e medicamento pelo Sistema Único de Saúde; o acesso à educação e à proteção social; ao trabalho e a serviços que propiciem a igualdade de oportunidades.
Desse modo, isto é importante porque permitiu abrigar as pessoas com TEA nas leis específicas de pessoas com deficiência, como o Estatuto da Pessoa com Deficiência (13.146/15), bem como nas normas internacionais assinadas pelo Brasil, como a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (6.949/2000).
Fonte: autismoerealidade.org.br
“Há 14 anos, quando o meu filho nasceu, a gente não ouvia falar em autismo. Percebemos algumas diferenças no desenvolvimento, como o olhar distante, e tudo que ele fazia eu pesquisava na internet. Hoje, temos associações, políticas públicas. Não está mais fácil, mas já se consegue um melhor desenvolvimento da criança.”
Nesse sentido, a situação vivenciada pela servidora pública Andreia Melo é bem diferente da realidade dos familiares que hoje descobrem que o filho tem Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Além disso, a internet foi a grande parceira dela para descobrir por que o filho apresentava determinados comportamentos diferentes das outras crianças. “Pouco se falava na deficiência, e qualquer reação diferente eu corria para o Google.
Mas ela ressalta que esse é um caminho que ainda precisa ser explorado, para que a população em geral saiba que o autismo existe e é uma deficiência relacionada ao comportamento da pessoa, o que nem sempre é, de imediato, visível.
Fonte :al.rr.leg.b

A ONU estabeleceu o Abril Azul para conscientizar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), já que de acordo com a OMS, uma em cada 160 crianças no mundo é diagnosticada com TEA, o qual apresenta desafios em comunicação e interação social.
“O Farol das Orcas: por exemplo, inspirado em uma história real, mostra a jornada de uma mãe por tratamento alternativo para seu filho autista.
“Atypical”: nesse sentido, o livro narra a adolescência de Sam, um jovem autista, destacando desafios e conquistas.
“The Good Doctor”: Shaun, um médico com autismo Savant, todavia enfrenta preconceitos no trabalho enquanto demonstra sua competência.
“Eleanor Oliphant está Muito Bem”: Eleanor, uma mulher autista, enfrenta desafios para se adaptar a novas experiências sociais.
“ A Diferença Invisível”: Marguerite, descobrindo-se autista, busca compreender suas dificuldades sociais.
“A Verdade Segundo Ginny Moon”: Ginny, uma adolescente autista, luta para se reconectar com sua mãe biológica.
Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre barreira do preconceito: desafios para o diagnóstico precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto brasileiro., que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil.
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