
Você sabia que o Setembro Amarelo® é a maior campanha de prevenção ao suicídio do mundo e já caiu em provas como o ENEM 2020 e o Encceja 2023?
Criado em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o movimento surgiu para quebrar o tabu sobre saúde mental e incentivar a busca por ajuda.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. No Brasil, a média é de 38 mortes por dia, um desafio que evidencia falhas nas políticas públicas de saúde e de educação. Por isso, além de ser um tema urgente na sociedade, o assunto é forte candidato para cair em redações de exames nacionais e concursos.
👉 Clique aqui e treine uma redação sobre saúde mental agora mesmo.De forma geral, a saúde mental corresponde ao estado de equilíbrio emocional, psicológico e social que permite ao indivíduo lidar com as pressões da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a comunidade.
Além disso, segundo a OMS, não se trata apenas da ausência de doenças, mas da capacidade de viver plenamente, mantendo relações saudáveis e tomando decisões responsáveis.
👉 Veja aqui como treinar temas de saúde mental em redações anteriores.Entre os principais problemas de saúde mental estão:
Esses problemas, quando não diagnosticados e tratados, podem se agravar e estar associados a índices de suicídio, principalmente entre jovens.
👉 Clique aqui para acessar dados oficiais sobre saúde mental no Brasil.Em primeiro lugar, é importante compreender que a expressão “saúde mentais” se refere, na verdade, às diferentes dimensões ou categorias de saúde psicológica e emocional. Assim, podemos destacar:
Desse modo, falar em “saúdes mentais” é falar em múltiplos aspectos da vida psíquica que, juntos, garantem bem-estar integral.
👉 Clique aqui e veja exemplos de redações já corrigidas sobre saúde mental.Para responder a essa pergunta, devemos recorrer às diretrizes utilizadas por profissionais da psicologia e da saúde coletiva. De maneira geral, os 4 pilares da saúde mental são:
Além disso, pesquisas mostram que esses pilares são fortalecidos quando há políticas públicas eficazes, como campanhas de prevenção, acesso a psicólogos na rede pública e programas educativos de conscientização.
👉 Clique aqui para escrever sua redação sobre os pilares da saúde mental no ENEM.Antes de tudo, é fundamental destacar que a campanha Setembro Amarelo é a maior iniciativa de prevenção ao suicídio do mundo. Criada em 2013 por Antônio Geraldo da Silva, então presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a ação ganhou força nacional a partir de 2014.
Desde então, o mês de setembro tornou-se referência para a conscientização sobre saúde mental, promovendo palestras, ações comunitárias, iluminação de prédios públicos na cor amarela e campanhas de informação. Além disso, o dia 10 de setembro é oficialmente reconhecido como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, reforçando a relevância dessa mobilização.
👉 Clique aqui para acessar o site oficial do Setembro Amarelo e conhecer os materiais da campanha.De forma simples e objetiva, o Setembro Amarelo é um movimento global que busca quebrar o estigma em torno da saúde mental e salvar vidas por meio da conscientização. Seu principal objetivo é incentivar as pessoas a pedirem ajuda e mostrar que o suicídio pode ser prevenido.
Nesse sentido, o laço amarelo tornou-se símbolo do cuidado com a vida. Ele representa luz, esperança e acolhimento. Além disso, a cada ano o movimento ganha um lema específico. Em 2025, por exemplo, o lema é: “Se precisar, peça ajuda!”, destacando a importância da escuta ativa e do apoio mútuo.
👉 Clique aqui para treinar uma redação sobre o impacto da campanha Setembro Amarelo na sociedade brasileira.Antes de mais nada, é importante compreender que o laço amarelo é o símbolo oficial da campanha. Ele foi escolhido porque o amarelo está associado à luz, esperança e valorização da vida, em oposição à escuridão do sofrimento.
A origem do laço remete a uma história dos Estados Unidos: em 1994, um jovem chamado Mike Emme, que tinha um carro Mustang amarelo, faleceu por suicídio. Seus amigos distribuíram laços amarelos em seu funeral como forma de chamar atenção para a importância de falar sobre saúde mental. Desde então, o símbolo se espalhou pelo mundo e foi adotado em campanhas de conscientização.
Na redação, você pode usar o laço amarelo como recurso simbólico para reforçar a ideia de união social e a necessidade de combater o estigma em torno da saúde mental.
👉 Clique aqui para acessar a história completa do laço amarelo e como ele se transformou em um símbolo global.Quando falamos em Setembro Amarelo na redação, nos referimos à forma como a campanha pode aparecer como tema ou repertório sociocultural em provas como ENEM, Encceja, vestibulares e concursos públicos.
Por exemplo, no ENEM 2020, o tema foi: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Esse tema dialoga diretamente com os objetivos do Setembro Amarelo, que busca diminuir preconceitos e incentivar a busca por ajuda.
Além disso, outros exames também já exploraram essa linha temática:
Ou seja, a campanha pode servir tanto como repertório legitimado para enriquecer sua argumentação quanto como inspiração direta para um possível tema futuro, como “Políticas públicas de prevenção ao suicídio no Brasil” ou “A importância da escuta ativa na promoção da saúde mental”.
👉 Clique aqui para enviar sua redação sobre Setembro Amarelo na plataforma Redação Online e receber correção detalhada.Antes de tudo, é importante compreender que o tema central da prevenção ao suicídio é a valorização da vida. Isso significa falar abertamente sobre saúde mental, combater o estigma em torno das doenças psiquiátricas e ampliar o acesso a políticas públicas de cuidado.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo que 96% dos casos estão associados a transtornos mentais que poderiam ser tratados. Assim, a prevenção não é apenas uma questão individual, mas um compromisso coletivo e governamental.
👉 Clique aqui para escrever uma redação sobre valorização da vida e prevenção ao suicídio na plataforma Redação Online.Em seguida, precisamos destacar que a prevenção depende de ações integradas em diferentes esferas: família, escola, serviços de saúde e Estado. Entre as medidas mais relevantes estão:
No campo da redação, você pode usar esses elementos como propostas de intervenção, associando a cada uma um agente (ex.: Ministério da Saúde), uma ação (ampliar CAPS), um meio (políticas públicas de financiamento) e um efeito (redução das taxas de suicídio).
👉 Clique aqui para acessar materiais oficiais sobre prevenção ao suicídio no site do Setembro Amarelo.Quando falamos em melhor tema, não existe um único, mas sim aqueles que permitem explorar causas, consequências e soluções de forma consistente. No contexto do Setembro Amarelo®️, alguns exemplos estratégicos são:
Esses temas se conectam com atualidades, legislações e campanhas. Além disso, já tiveram relação direta com provas, como o ENEM 2020, que trouxe o tema “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”, ou o Encceja 2023, sobre “Ações para cuidar da saúde mental do trabalhador”.
👉 Clique aqui para treinar um tema já cobrado em vestibulares e concursos na plataforma Redação Online.Sim, é possível utilizar a palavra suicídio em uma redação, mas com responsabilidade e linguagem formal. Os corretores esperam clareza, objetividade e respeito ao caráter sensível do tema.
Em vez de termos coloquiais ou expressões estigmatizantes, recomenda-se:
Exemplo de frase em uma redação:
“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prevenção ao suicídio depende de políticas públicas integradas que ampliem o acesso ao cuidado em saúde mental, o que reforça a urgência de estratégias como o Setembro Amarelo no Brasil.”
Para alcançar uma redação nota máxima, é essencial utilizar repertórios legitimados, variados e que dialoguem diretamente com o tema. A seguir, uma lista organizada em legislações, pensadores, livros e obras, filmes e séries.
Estudo clássico que relaciona o suicídio a fatores sociais, como anomia e falta de pertencimento.
Obra que relata a experiência do autor em campos de concentração e a importância de ter sentido na vida.
Relato jornalístico sobre o hospital psiquiátrico de Barbacena, onde milhares de pessoas foram internadas sem tratamento digno.
Exemplo de descaso histórico com a saúde mental no Brasil.
Aborda a depressão de forma profunda, explicando suas consequências individuais e sociais.
👉 Clique aqui para treinar sua redação com base em repertórios literários.Mostra os desafios da saúde mental na adolescência, como ansiedade e depressão.
Série que aborda o suicídio adolescente e a importância da escuta ativa e do combate ao bullying.
Filme da Netflix sobre uma jovem com transtornos alimentares, útil para ampliar a discussão sobre doenças mentais.
Animação da Pixar que mostra a importância das emoções para o equilíbrio mental.
Produção que traz depoimentos e ações da campanha no Brasil.
👉 Clique aqui para acessar nossa lista de repertórios audiovisuais para redação.Quando o tema envolve saúde mental ou prevenção ao suicídio, o candidato precisa estruturar ideias com clareza, profundidade e coesão, conectando causas, consequências e soluções.
Causa:
Consequência:
Possível Solução:
📌 Exemplo de frase para redação:
“Diante da insuficiência de políticas públicas voltadas à saúde mental, a população brasileira permanece vulnerável a transtornos psicológicos que poderiam ser prevenidos com investimento no SUS e fortalecimento de campanhas de conscientização.”
Causa:
Consequência:
Possível Solução:
📌 Exemplo de frase para redação:
“O estigma associado aos transtornos mentais perpetua o silêncio e o isolamento de indivíduos em sofrimento, o que reforça a necessidade de campanhas educativas que normalizem a busca por tratamento.”
Causa:
Consequência:
Possível Solução:
📌 Exemplo de frase para redação:
“As pressões econômicas e sociais intensificadas pelo excesso de conectividade digital têm contribuído para o adoecimento psíquico coletivo, o que demanda políticas de regulação do trabalho e de conscientização sobre o uso saudável da tecnologia.”
Causa:
Consequência:
Possível Solução:
📌 Exemplo de frase para redação:
“A ausência de educação emocional no ambiente escolar perpetua a falta de preparo dos jovens para lidar com frustrações, tornando urgente a inclusão desse eixo no currículo educacional.”
Vestibulares e Concursos: Já apareceram propostas ligadas à depressão, saúde do trabalhador e políticas de prevenção.
Por fim, refletir sobre a saúde mental e a prevenção ao suicídio não é apenas um exercício acadêmico, mas também um compromisso social. O Setembro Amarelo mostra que falar sobre o tema pode salvar vidas, reduzir estigmas e incentivar políticas públicas eficazes.
Se você ou alguém próximo está passando por um momento difícil, não hesite em pedir ajuda:
📞 CVV – 188 (atendimento gratuito, 24h em todo o Brasil)
🌐 setembroamarelo.com (materiais e orientações oficiais)
🏥 Procure atendimento em CAPS, hospitais e profissionais de saúde.
👉 E para você que está se preparando para o ENEM e vestibulares, esse tema pode aparecer na sua redação. Não perca tempo: clique aqui e treine esse tema na Redação Online, a plataforma nº1 em correção de redações.
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Ver Planos de CorreçãoA presença intensiva das redes sociais na vida cotidiana transformou a forma como informações sobre saúde circulam na sociedade brasileira. No contexto das campanhas de vacinação, esse fenômeno exerce influência direta na adesão ou rejeição da população aos imunizantes. Plataformas digitais, que poderiam fortalecer a comunicação científica, também se tornam ambientes onde boatos, interpretações equivocadas e conteúdos enganosos se espalham rapidamente, ampliando a hesitação vacinal e contribuindo para a queda da cobertura em diferentes regiões do país. Órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde, têm intensificado ações de enfrentamento à desinformação, reforçando a segurança dos imunizantes e a necessidade de manter altas taxas de vacinação para evitar surtos de doenças já controladas. Da mesma forma, instituições científicas, como o Instituto Butantan, atuam para corrigir afirmações falsas que comprometem a confiança da população em vacinas seguras e comprovadas. Compreender esse cenário é fundamental para estudantes que se preparam para redações de ENEM, vestibulares e concursos, cujas propostas frequentemente envolvem temas relacionados à saúde coletiva, cidadania e responsabilidade informacional. A seguir, apresentamos textos motivadores que aprofundam a discussão e auxiliam na construção de uma argumentação sólida sobre o tema. Textos motivadores sobre campanhas de vacinação Texto 1 – Vacinas salvam vidas Quais informações oficiais esclarecem boatos sobre vacinas e destacam a importância da imunização? Publicações recentes do Ministério da Saúde reforçam que as vacinas são uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças graves e reduzir a mortalidade, especialmente entre crianças. A pasta alerta que a queda na cobertura vacinal tem sido influenciada pela circulação de desinformação nas redes sociais, o que compromete a proteção coletiva e facilita o retorno de doenças como sarampo e poliomielite. Entre os boatos mais difundidos está a falsa associação entre vacinas e transtorno do espectro autista, originada por um estudo fraudulento de 1998, posteriormente retirado por má conduta ética e falta de rigor científico. O Ministério esclarece que não existe evidência que comprove essa relação e destaca que os imunizantes distribuídos pelo Sistema Único de Saúde são seguros, passam por análises rigorosas e têm eficácia comprovada. Fonte: Ministério da Saúde– @minsaude. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude Texto 2 – Butantan reage a boatos sobre HPV e reforça eficácia da vacina distribuída pelo SUS Como instituições científicas respondem à desinformação e reforçam a segurança da vacina contra HPV? O Instituto Butantan publicou uma nota oficial para combater informações falsas que circulam sobre a vacina do HPV, fundamental para prevenir cânceres como os de colo do útero, pênis, orofaringe e ânus. Mesmo sendo segura, eficaz e distribuída gratuitamente pelo SUS, a vacina ainda enfrenta resistência por causa de boatos que associam o imunizante a infertilidade, trombose, reações graves ou início precoce da vida sexual. Especialistas afirmam que essas alegações não têm qualquer embasamento científico. O imunizante é composto por partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, tornando impossível que cause infecção ou câncer. Evidências internacionais, como um estudo dinamarquês com mais de 500 mil mulheres, confirmam não haver aumento no risco de trombose ou outros efeitos graves. O Butantan também destaca a importância da vacinação masculina, que reduz a circulação do vírus e fortalece a proteção coletiva. Fonte: Infomoney. Texto 3 – Brasileiros ainda deixam de se vacinar por medo e desinformação, revela pesquisa desenvolvida pelo CNMP Como pesquisas nacionais explicam o impacto do medo e da desinformação na queda da vacinação no Brasil? O Conselho Nacional do Ministério Público, em parceria com a Universidade Santo Amaro e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgou o Estudo sobre Consciência Vacinal no Brasil, uma análise aprofundada das percepções e atitudes da população diante das vacinas do Plano Nacional de Imunizações. A pesquisa, realizada entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro de 2024 e aplicada a três mil pessoas de todas as regiões do país, revela que o medo e a desinformação exercem influência direta sobre o comportamento vacinal. Segundo o levantamento, ao menos 1 em cada 5 brasileiros (20%) já deixou de se vacinar ou de vacinar uma criança após ler uma notícia negativa em plataformas digitais. Além disso, 27% dos participantes afirmaram ter medo de reações adversas e 66% desses receiam efeitos colaterais graves. Apesar das dúvidas, a confiança nas vacinas permanece predominante: 72% dos entrevistados afirmam confiar na segurança e eficácia dos imunizantes, enquanto 90% os consideram importantes para a saúde individual, familiar e comunitária. Ainda assim, os dados mostram que grupos com menor escolaridade, renda mais baixa ou pertencentes a alguns segmentos religiosos demonstram índices menores de confiança. A pesquisa também aponta que 74% da população apoia a inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário nacional de vacinação e considera que pais e responsáveis devem ser obrigados a seguir o calendário vacinal básico do Ministério da Saúde. Outro achado significativo é que 77% dos entrevistados que usam redes sociais e aplicativos de mensagens afirmam ter identificado fake news sobre vacinas nessas plataformas e defendem a regulação legal das redes com possibilidade de punição para quem espalha conteúdos falsos. O estudo conclui que, embora haja confiança científica generalizada, persistem barreiras como medo, desconhecimento, circulação de informações enganosas e dificuldades logísticas de acesso às vacinas, como indisponibilidade de imunizantes ou tempo de espera prolongado nas unidades de saúde. Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Texto 4 – Fake news sobre vacinas: entenda os perigos da desinformação Como conteúdos enganosos nas redes sociais distorcem evidências científicas e prejudicam a confiança na vacinação? Uma publicação que circula nas redes sociais e um livro recentemente lançado na internet têm disseminado informações falsas sobre a segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19. Esses conteúdos apresentam alegações infundadas, como supostas falhas nos ensaios clínicos da Pfizer e a criação de uma doença inexistente chamada Doença CoVax, termo que não aparece em nenhuma literatura científica reconhecida. Especialistas alertam que tais narrativas distorcem dados, geram medo e podem comprometer a adesão da população à imunização. O vídeo que circula no Instagram, já com milhares de visualizações, promove um livro que afirma, sem qualquer embasamento científico, que a vacina
Na era digital, vale a pena fazer faculdade? Analisamos como a desvalorização do ensino superior impacta a formação crítica dos jovens e o futuro do Brasil.
Braille: ferramenta essencial para inclusão e cidadania de pessoas com deficiência visual. Tema relevante em vestibulares e no ENEM.