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Você sabe quais são os vestibulares mais concorridos do Brasil? Neste texto, o Redação Online compilou os principais. Descubra!

Quer saber mais sobre “Direitos dos animais no esporte”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Você viu nos textos motivadores que a legislação brasileira é considerada frágil quando se trata de direitos dos animais. Essa fragilidade se dá porque não há uma lei específica que trata do tema e, além disso, as leis que abordam os animais são conflitantes: ao mesmo tempo que no Código Civil brasileiro os animais são entendidos como “objetos”, há outras leis vigentes e em tramitação que protegem os animais de crueldade. O tema é polêmico, nós sabemos! No entanto, é importante que o debate seja feito. Para você entender mais sobre o tema “Direitos dos animais no esporte”, separamos alguns repertórios socioculturais para ajudar você a fundamentar a sua redação. Boa leitura! Legislação | Constituição Federal Embora não haja uma lei específica que assegura os direitos dos animais no esporte, é possível usar na redação outros artigos da legislação brasileira que mencionam a proteção dos animais. A Constituição Federal, por exemplo, fala sobre a proteção dos animais e o meio ambiente nos artigos 23 e 225. O art. 23 afirma que é dever dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios preservar as florestas, a fauna e a flora. Já o artigo 225 estabelece que todos têm o direito ao meio ambiente “ecologicamente equilibrado” e enfatiza que o Poder Público e a coletividade devem preservá-lo e defendê-lo para as futuras gerações. Além disso, este artigo diz que o Poder Público deve: “VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.” Vídeo | Direito e proteção aos animais no Brasil Neste vídeo, as professoras de Direito Ana Cristina Tasaka e Gisele Porto Barros apontam uma problemática relacionada à Constituição Federal. Como vimos, a Constituição ressalta que é dever de todos proteger os animais da crueldade, porém o artigo 225 apresenta uma exceção: não são consideradas práticas cruéis aos animais aquelas desportivas consideradas manifestações culturais (como a vaquejada). Essa exceção foi incluída por meio da Emenda Constitucional 96 e enfatiza que práticas como essas devem assegurar o bem-estar dos animais envolvidos. Confira o bate-papo: Documento | Declaração Universal dos Direitos dos Animais A Declaração Universal dos Direitos dos Animais, criada em 1977 pela Liga Internacional dos Direitos dos Animais e proclamada pela UNESCO, reforça a ideia de que os animais não humanos possuem o direito a uma vida digna. O documento apresenta 14 princípios que servem até hoje como referência para a criação de leis focadas nos direitos dos animais em todo o mundo. Leia a Declaração completa aqui. Documentário | Animais Seres Sencientes – WSPA Brasil O documentário “Animais Seres Sencientes”, produzido pela WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal, discute um conceito comprovado cientificamente: a senciência, ou seja, a capacidade dos animais em sentir dor, alegria, saudade, prazer etc. Trata-se de um conceito fundamental para a defesa dos direitos dos animais e a proteção da sua integridade. O documentário aborda a senciência de animais de companhia, animais silvestres e os animais utilizados para produção, trabalho e entretenimento. Assista a seguir: Filósofo | Jeremy Bentham Jeremy Bentham foi um filósofo do século XVIII que ajudou a criar a base para os direitos dos animais. Na época ele já argumentava que os animais devem ter direitos pelo fato de possuírem a capacidade de sofrer. Além disso, ele recusava a ideia de que a falta de “lógica” deveria ser um critério para tratarmos outros seres como inferiores. O autor ficou conhecido pela famosa frase: “A questão não é ‘eles pensam?’ ou ‘eles falam?’, a questão é ‘eles sofrem?’”. Filme | Como treinar o seu dragão (2010) Você já assistiu a animação “Como treinar o seu dragão” (2010)? Ele é um repertório de entretenimento perfeito para esse tema! A história gira em torno de Soluço, um adolescente viking que vive em um lugar onde os combates entre vikings e dragões são muito comuns. O conflito da história começa quando Soluço captura um dragão, mas não consegue matá-lo. Após esse episódio, Soluço solta o dragão, cuida do seu ferimento e constrói uma verdadeira relação de amizade com o dragão que passa a se chamar Banguela. O filme está disponível na Netflix. Confira o trailer: Documentário | Zero boi (2016) A vaquejada é considerada uma prática desportiva de manifestação cultural do Nordeste brasileiro que volta e meia está em pauta no Congresso por conta da pressão pública pelos direitos dos animais. O mini-documentário “Zero Boi” aborda a legalidade/ilegalidade da vaquejada e mostra diferentes pontos de vista (a favor e contra) sobre essa prática. Hoje, a vaquejada é considerada legal e é entendida como patrimônio cultural brasileiro. Assista ao documentário abaixo: Cartilha | Manual de Boas Práticas para o Bem-Estar Animal em Competições Equestres No Brasil, os esportes que envolvem animais devem priorizar os cuidados com a saúde e bem-estar animal. Em 2015, o MAPA lançou o “Manual de Boas Práticas para o Bem-Estar Animal em Competições Equestres”. O guia conta com orientações sobre o uso de equipamentos adequados, métodos de treinamento dos animais, conduta dos esportistas, regulamentos das competições, entre outros. Confira o manual completo neste link. Artigo | Direitos dos animais: quais são e por que eles precisam ser defendidos Este artigo da ONG Animal Equality apresenta um panorama sobre os direitos dos animais no Brasil, os principais teóricos que ajudaram a fundamentar o conceito e casos marcantes da história relacionados à causa animal na justiça. No artigo, a advogada Letícia Filpi, da ABRAA, faz uma crítica às normas de bem-estar animal vigentes na legislação brasileira, afirmando que elas “não trazem efetivamente bem-estar para um ser senciente pois ele está sendo tratado como coisa”. Acesse o artigo completo aqui. Agora queremos saber: qual é o seu ponto de

Vai fazer a redação do vestibular da Unesp? Saiba como funciona a redação e prepare-se para o dia da prova! A redação da Unesp será cobrada na segunda etapa do vestibular, que acontecerá no próximo domingo (19). Nesse dia, além da redação, serão avaliadas 60 questões objetivas de múltipla escolha, divididas entre as áreas de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. A redação é uma das maiores preocupações de quem está prestando vestibular. Afinal, ela tem um grande peso na nota final da prova. Por isso, fizemos este artigo para explicar para você como funciona a redação da Unesp, quais são os critérios de avaliação e os últimos temas cobrados. No final do artigo, também daremos algumas dicas para você se sair bem na redação e garantir a vaga tão sonhada em uma das melhores universidades do país. Continue a leitura! Como funciona a redação da Unesp? A redação da Unesp faz parte da segunda etapa do vestibular. Essa etapa possui caráter classificatório e vale 28 pontos dos 100 pontos totais desta etapa do processo seletivo. Assim como no Enem, a redação exigida pela Unesp é um texto dissertativo-argumentativo. Portanto, com base nos textos motivadores e no seu conhecimento de mundo, você deverá apresentar o seu ponto de vista sobre o tema de redação e defendê-lo com bons argumentos. No entanto, diferente da redação do Enem, você não precisará apresentar uma proposta de intervenção na conclusão. Assim, ao final da redação, espera-se que você apenas apresente uma consideração final de acordo com os argumentos apresentados ao longo do texto. Como a redação da Unesp é avaliada? Para se sair bem na redação, é importante que você conheça os critérios de avaliação da instituição. Assim, você se sentirá mais preparado/a no dia da prova e conseguirá desenvolver uma boa redação. Segundo o manual do candidato da Unesp, a avaliação é realizada conforme três critérios: tema, estrutura e expressão. Veja a seguir o que se avalia nesses três critérios: Quando a redação pode ser zerada? Como vimos, uma redação dentro dos parâmetros da Unesp deve obedecer o tema proposto, a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e, claro, a norma-padrão da língua portuguesa. Porém, há também alguns critérios para que uma redação seja zerada e, por isso, você deve evitar ao máximo esses erros. São eles: Quais foram os últimos temas cobrados? Uma boa forma de se inspirar e se preparar para a redação é conhecer os temas cobrados nos vestibulares anteriores. Para ajudar você a ter uma ideia das temáticas propostas na redação do vestibular da Unesp, selecionamos os temas cobrados nos últimos cinco anos. São eles: Como fazer uma boa redação da Unesp? Agora que você já sabe como funciona a redação da Unesp, confira a seguir algumas dicas práticas que ajudarão você a garantir uma ótima nota! Faça um projeto de texto Essa dica vale para toda redação de vestibular: projete o seu texto. Ou seja, antes de escrever na folha de entrega, use o rascunho para projetar as ideias da sua redação, definir o seu ponto de vista e os argumentos que você irá utilizar para sustentá-lo. Aproveite este momento para pensar também nos repertórios que serão produtivos para os seus argumentos e como você irá concluir a redação. Após fazer o esboço, passe a redação a limpo na folha oficial de entrega. Foque no tema de redação Essa dica parece óbvia, mas acredite: não é! A pressão do momento muitas vezes faz com que os/as participantes não prestem tanta atenção na frase temática e nos textos motivadores, o que pode ocorrer fuga do tema – erro que, como vimos, pode zerar a redação. Sendo assim, leia com atenção a frase temática e os textos de apoio. Aproveite para circular as palavras-chave e/ou dados importantes dos textos. Lembre-se que eles estão ali para servir de inspiração para você! O ideal é que você saiba interpretar as informações dos textos de apoio, o tema proposto e associá-los à sua argumentação. Faça uma boa argumentação Como já falamos, a argumentação é a base de um texto dissertativo-argumentativo. Assim, é necessário que você defina o seu posicionamento sobre o tema e, depois, selecione os argumentos para defendê-lo. A argumentação na redação Unesp deve ser bem consistente. Por isso, assim como na redação do Enem, você pode fazer uso de citações, dados de pesquisas, livros, filmes ou casos que você viu nos jornais para fundamentá-la. Mas, é claro, lembre-se que o repertório deve ser coerente com a tese e os argumentos apresentados, certo? Administre o tempo da prova Por último, administre o tempo da prova! Defina o tempo necessário para realizar as questões de múltipla escolha e a redação. Lembre-se que a duração da prova é de 5 horas. Então, reserve um tempo para projetar o texto e passá-lo a limpo. Seguindo esses passos e mantendo a calma, temos certeza que você irá se sair bem! Gostou de saber como funciona a redação da Unesp? Esperamos que este conteúdo ajude você a se preparar para a segunda etapa de vestibular e se tranquilizar para a prova! Se você precisar de ajuda, pode contar com a gente! Confira os nossos planos e aproveite para treinar até lá. Não se esqueça de enviar o se rascunho pra gente após a prova! No mais, o Redação Online deseja a você uma ótima prova!

Dizem que a parte mais difícil de algo é iniciá-lo. Conta pra gente: você sabe como começar uma redação do ENEM de forma atraente, assertiva e que, de cara, já traga uma boa impressão do quem virá no restante do texto dissertativo-argumentativo? Chega a dar um frio na barriga, não é? Mas está tudo sob controle! A Redação Online tem dicas infalíveis para que, quando chegar a hora do “vamos ver” você possa mandar o medo para longe e começar a redação do ENEM da melhor maneira possível! Vem conosco? O que fazer antes de começar uma redação? A Redação Online já começa com um passo a passo para você seguir antes mesmo de começar a redigir seu texto: 1. Leitura atenta Nossa primeira dica pode parecer bem óbvia, mas leia os textos da coletânea oferecida e destaque os pontos principais, sublinhando as palavras mais importantes. Isso poderá, desde já, te fornecer ideias de qual será seu ponto de partida, e essa é uma premissa essencial para começar uma boa redação. Aqui, a interpretação de texto é essencial! 2. Aproveite a “chuva de ideias” e rascunhe Escreva tudo que vem à sua cabeça — e, nesse momento, deixe de lado as normas gramaticais e estrutura dissertativa —, procurando sempre relacionar o tema a diversas áreas de conhecimento (história, atualidades, filosofia, sociologia, etc.) 3. Faça a seleção e organização do roteiro: Selecione as melhores ideias que você já rascunhou, e a partir delas, elabore sua tese (posicionamento, ponto de vista) e dois ou três argumentos para defendê-la. Por fim, pense em duas ou três ações que possa suavizar ou solucionar o problema em questão. Não consegue pensar em nada? Tenha calma! Lembre que você deve problematizar a temática e algumas perguntas podem auxiliar nesse processo: 4. O rascunho é um guia! Agora que você já tem um mapa de seu texto é hora de iniciar a produção — na folha de rascunho — conforme a estrutura dissertativa, respeitando as normas gramaticais e utilizando os elementos coesivos (conectores). Para te ajudar mais ainda, já montamos um checklist para escrever uma redação excelente no ENEM, dê uma lida! Como começar uma redação: elementos de uma introdução ideal O tapete vermelho da sua aprovação é a sua introdução (não que o restante da redação seja menos importante: tudo é importante), então, é preciso que você abra um espaço para seus argumentos passarem. Isso se dá por 2 motivos principais: Essas são algumas das dicas básicas para uma introdução que lhe abra caminhos: Técnicas para uma começar uma redação do ENEM arrebatadora Você notou que nossos passos são codependentes, não? Então todas as dicas ditas acima devem se alinhar a essas técnicas ensinadas agora: 1. Alusão histórica Essa forma de introdução costuma funcionar muito bem nos textos dissertativos argumentativos, e se resume a citar um fato histórico e conectá-lo ao tema do seu texto. Aqui vai um ótimo exemplo do ENEM de 2019:Tema: “A manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados da internet”“A Revolução Técnico-científico-informacional, iniciada na segunda metade do século XX, inaugurou inúmeros avanços no setor de informática e telecomunicações. Embora esse movimento de modernização tecnológica tenha sido fundamental para democratizar o acesso a ferramentas digitais e a participação nas redes sociais, tal processo foi acompanhado pela invasão da privacidade de usuários, em virtude do controle de dados efetuado por empresas de tecnologia. Tendo em vista que o uso de informações privadas de internautas pode induzi-los a adotar comportamentos intolerantes ou a aderir a posições políticas, é imprescindível buscar alternativas que inibam essa manipulação comportamental no Brasil.” É sempre importante ter um repertório sociocultural rico, viu? 2. Citação para começar uma redação Outro mecanismo bastante interessante para chamar a atenção do avaliador no começo da redação é usar uma citação, seja ela direta, indireta, literária, ou até musical e cinematográfica — se for o caso, mas deve-se ter cautela. Estes é um bom exemplo de citação direta utilizada em uma redação real do ENEM:Tema: “Desafios da educação no Brasil do século XXI”“O educador e filósofo brasileiro Paulo Freire afirmava que “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Analisando o pensamento e relacionando-o à realidade da educação no Brasil, percebe-se a necessidade de um olhar mais atento para o aprimoramento do sistema de ensino, considerando sua importância para a promoção de uma sociedade mais crítica e reflexiva, que, consequentemente, tende a ser mais justa, igualitária e humanizada.” Mas também, uma boa citação nem sempre é a frase de um filósofo imortalizado pela sua literatura, por isso aqui vai outro exemplo de citação direta pouco comum, mas muito eficaz ao tema:Tema: Problema da saúde pública no Brasil“Plano de saúde de pobre, fi, é não ficar doente”. O trecho da música “Boca de Lobo”, do rapper Criolo, mostra o drama da saúde pública no Brasil. Enquanto os ministros, senadores e membros do alto escalão do governo usufruem, junto da elite, de hospitais particulares reconhecidos internacionalmente, a população fica à mercê de um sistema de saúde lento e sobrecarregado. Enquanto a classe política não precisar usar os serviços do SUS, ela continuará a negligenciá-lo. 3. Narração não-ficcional Você, ao se deparar com a proposta do tema da redação, lembra-se de um caso real ao qual sua mente se remeteu naquele momento? Narrar essa história pode ser uma opção interessante para começar de uma redação:Tema: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”“Em 2014, no Guarujá, litoral paulista, uma mulher foi amarrada, espancada e morta na rua por dezenas de pessoas que, após lerem boatos na internet, a acusavam de utilizar crianças em rituais de magia negra. Essa história, assim como inúmeras outras semelhantes, são resultado da persistência da intolerância religiosa na sociedade brasileira.” Perceba que a narração não-ficcional pode ser definida também como comparativa, afinal algo é narrado para ser comparado à realidade a ser aludida no tema. 4. Narração ficcional Aqui o seu repertório de séries, filmes e jogos pode te ajudar. Mas, cuidado: não confunda a narração ficcional (por ser uma coisa que existe) com uma citação (indireta, por exemplo). Uma coisa não tem ligação alguma com

Quer saber mais sobre “Crise energética no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! A crise energética no Brasil tem preocupado a população em geral. Isso porque os apagões e o racionamento de energia podem fazer com que o país enfrente diversas consequências, como o aumento do desemprego e a inflação – que, aliás, já se manifesta com a alta do preço de alimentos e energia. Além disso, o tema também abre a discussão para a importância de diversificar a matriz energética como uma forma de evitar o problema no futuro, uma vez que a principal fonte do país são as hidrelétricas. Para ajudar você a escrever a redação sobre o tema “Crise energética no Brasil”, selecionamos alguns repertórios socioculturais que podem enriquecer a sua tese. Boa leitura! Matéria | Diferentes partes do mundo enfrentam crises energéticas Esta matéria transmitida pela CNN Brasil mostra que a crise energética não está acontecendo apenas no território brasileiro. Países como a China e Reino Unido também estão enfrentando problemas na geração e distribuição de energia por diferentes motivos, o que influencia na alta de preços e prejudica a retomada global da economia após o período crítico da pandemia. Assista à matéria a seguir: Vídeo | Os fatores que fazem disparar risco de apagão no Brasil Este vídeo da BBC explica os fatores que contribuem para o risco de ocorrer apagões no Brasil, principalmente em épocas mais quentes em que há picos de consumo de energia. O vídeo também explica a crise energética de 2001 e como a crise atual está relacionada à crise hídrica. Ademais, diferentes especialistas opinam sobre se o governo federal deveria ter adotado um racionamento de energia severo para conter a crise, assim como foi feito em 2001. Confira no vídeo: História | Crise energética de 2001 A crise energética que ocorreu no Brasil em 2001, mais conhecida como a “crise do apagão”, é um ótimo repertório histórico que você pode utilizar na sua redação. Selecionamos dois artigos que comparam a crise atual com a que ocorreu há 20 anos atrás. Confira! Artigo | Como a crise atual do setor elétrico se compara a 2001 Este artigo do jornal Nexo conta como a atual crise de energia se assemelha à crise que ocorreu em 2001 no governo de Fernando Henrique Cardoso. Na época, a escassez de chuvas também foi considerada um fator que dificultou a geração de energia, mas não somente: a falta de investimento e planejamento na geração e distribuição de energia por conta do governo federal também contribuiu para a crise. Além disso, a falta de diversificação da matriz energética já era apontada como um problema, uma vez que cerca de 90% da energia do país era gerada pelas hidrelétricas. Segundo o Nexo, atualmente essa porcentagem é de 63% e é comum que haja o acionamento de termelétricas em momentos de seca. Leia o artigo completo aqui. Artigo | Crise energética no Brasil: o que mudou nos últimos 20 anos Neste artigo da Revista Piauí, especialistas afirmam que apesar da matriz energética ter sido diversificada desde 2001, com a criação de usinas eólica e fotovoltaica, ainda há necessidade de um maior investimento em fontes de energia renováveis no Brasil, onde o cenário é favorável. Segundo o professor do departamento de Ciências da Administração da UFSC, André Luís da Silva Leite, “A crise de energia atual, por falta d’água, decorre mais por uso ineficiente da água, ainda nosso principal insumo, no ano anterior, do que apenas por poucas chuvas.” Acesse o artigo completo neste link. Filme | Mad Max: estrada da fúria (2015) Você já viu o filme “Mad Max: estrada da fúria”? O quarto filme da franquia de ficção científica, dirigido por George Miller, narra uma história que se passa em um mundo pós-apocalíptico em que a escassez de recursos naturais – como energia, combustível e água – é motivo de conflitos políticos, econômicos e sociais. O filme abre uma reflexão sobre como momentos de crise e escassez de recursos podem aprofundar as desigualdades, favorecendo um cenário de caos social e guerras. Assista ao trailer a seguir: Documentário | “Futuro energético” (2010) O documentário “Futuro energético” (2010), produzido pelo Discovery HD Showcase, discute sobre a importância de diversificar a matriz energética e investir em fontes de energia renováveis, como a hidrelétrica, eólica, solar e geotérmica. Além disso, o documentário ressalta que a geração de energia a partir de combustíveis fósseis – as termelétricas – não são sustentáveis, uma vez que contribui para a emissão de gases de efeito estufa. O documentário está disponível no Youtube. Confira: Documentário | “Sol de Norte a Sul” (2016) Um dos maiores desafios no Brasil é investir em outras fontes de energia renováveis, além das hidrelétricas. O documentário “Sol de Norte a Sul” (2016), produzido pela Greenpeace Brasil, retrata os desafios e benefícios da geração de energia solar. Além de mostrar que ela é uma alternativa sustentável para o planeta, o documentário mostra os benefícios sociais dessa fonte de energia no Brasil e os entraves para a sua disseminação no país. “Sol de Norte a Sul” está dividido em partes e disponível no Youtube neste link. E aí, o que você achou dos repertórios? Esperamos que eles sejam produtivos para a sua tese. Agora, é só colocar a mão na massa! Escreva a sua redação sobre o tema “Crise energética no Brasil” e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

Selecionamos alguns repertórios para o tema de redação do ENEM 2021: “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”. Confira! Você fez a prova do ENEM 2021? Conseguiu pensar em repertórios socioculturais para o tema? Ou na hora do aperto não lembrou de nada? É verdade que o tema “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil” pegou muitas pessoas de surpresa, visto que se trata de um assunto pouco discutido. Recentemente, fizemos uma análise do tema para explicar como o problema proposto pelo Inep poderia ser abordado e solucionado. Hoje, vamos indicar alguns repertórios socioculturais que poderiam ser usados para fundamentar a argumentação no texto. Boa leitura! Campanha pelo Registro Civil de Nascimento da UNICEF Quando o tema da redação do ENEM 2021 foi divulgado na internet, muitas pessoas lembraram de uma campanha pelo registro civil de nascimento produzida pela UNICEF e transmitida na Rede Globo. A propaganda lembrava a gratuidade da certidão de nascimento e a importância de fazer a certidão para que o Estado reconheça a pessoa como cidadã e garanta benefícios, como escola e vacinação. Você lembra da música? Confira: Constituição Federal | Direito ao registro de nascimento Outro repertório que poderia ter sido usado é a Constituição Federal, principalmente o artigo 5º que garante vários direitos aos cidadãos, entre eles a gratuidade do registro civil de nascimento e a certidão de óbito. Além disso, o artigo 6º também poderia ser citado porque ele garante vários direitos sociais que são negados às pessoas que não possuem o registro civil. Veja o que diz o art. 6º a seguir: “Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” Livro | “Cidadão de papel”, Gilberto Dimenstein Embora a Constituição garanta o direito ao registro civil de nascimento, bem como outros direitos sociais – por exemplo, educação, saúde, alimentação e trabalho digno –, sabemos que na realidade essa garantia está apenas no papel. É isso que o escritor Gilberto Dimenstein, no livro “Cidadão de papel” (1994), aponta: os direitos dos cidadãos são garantidos apenas na Constituição, ou seja, na prática eles não existem (por isso o termo “cidadão de papel”). Trata-se de um livro perfeito para embasar uma redação sobre invisibilidade e registro civil, pois ele discute questões fundamentais sobre cidadania, democracia e direitos humanos, além de ressaltar que as desigualdades se mantêm com a falta desses direitos. Dados | IBGE Alguns dias antes da prova do ENEM, o IBGE divulgou a pesquisa “Estatísticas do Registro Civil de 2020”. De acordo com o estudo, o ano passado teve o menor número de registro civil desde 1998, sendo que nos meses de março e maio, comparado aos últimos cinco anos, houve uma queda de mais de 40 mil registros de nascimento nos cartórios. Além disso, o estudo constatou que do total de registros de nascimento feitos no ano passado, “49.281 (2%) são de nascidos em anos anteriores ou com o ano de nascimento ignorado”. Para ler os dados da pesquisa “Estatísticas do Registro Civil 2020”, clique aqui. Livros de literatura | “Vidas Secas” e “A hora da Estrela” Era possível também utilizar como repertórios para a redação do ENEM 2021 alguns clássicos da literatura brasileira. O livro “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, retrata a história de pessoas muito pobres que vivem no sertão e não possuem direitos básicos, como moradia e alimentação. Os filhos do personagem principal (Fabiano) não possuem nome e são identificados como o “filho mais velho” e o “filho mais novo”. Outro livro pertinente para o tema é “A hora da Estrela”, de Clarice Lispector. Neste livro, o nome da personagem principal (Macabéa) é identificado somente na metade da história em uma passagem que relata a demora da mãe para dar um nome à filha. Macabéa, assim como Fabiano de “Vidas Secas”, também é nordestina e vive às margens da sociedade. Filme | “Onde está segunda?” (2017) O filme “Onde está segunda?” se situa em um futuro distópico, em que a sociedade enfrenta problemas de superpopulação e escassez de recursos. Para conter a população, o governo permite que as famílias tenham apenas filhos únicos. Aquelas que não cumprem essa regra devem enviar os filhos que nasceram depois do primeiro a um sono criogênico – ou seja, eles são congelados até o problema da superpopulação ser resolvido. Nesse contexto, sete irmãs precisam se esconder do governo e, para viver em sociedade, elas adotam a mesma identidade e um sistema que permite a saída de apenas uma irmã a cada dia da semana. O filme está disponível na Netflix. Assista ao trailer a seguir: Animação | “Detona Ralph” (2012) Você já viu a animação “Detona Ralph”? Saiba que ela poderia ter sido utilizada na redação também! No filme, a personagem Vanellope é uma falha no sistema do jogo “Corrida Doce”. Por ser um “bug” no sistema, ela não é registrada oficialmente no jogo e, por isso, é impedida de participar das corridas, sendo assim invisibilizada. Confira o trailer: Esses são apenas alguns repertórios que poderiam ser usados na redação do ENEM 2021. Ainda há vários livros, filmes, séries e artigos que poderiam se encaixar no tema. A professora Chay, do Redação Online, fez um vídeo indicando alguns. Assista: E aí, você usou algum desses repertórios na redação do ENEM 2021? Ou não fez a prova neste ano? Então, que tal treinar o tema e se preparar para a prova de redação do ano que vem? Acesse a nossa plataforma e confira nossos planos!

Quer saber mais sobre “Superexposição de crianças e adolescentes nas redes sociais”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! A superexposição de crianças e adolescentes nas redes sociais têm preocupado cada vez mais profissionais da saúde e do direito. O tema, nos últimos anos, ganhou mais atenção por causa de uma prática conhecida como sharenting, que é quando os próprios pais compartilham conteúdos dos seus filhos na internet. Por serem consideradas mais vulneráveis no ambiente digital, as crianças e adolescentes correm muitos riscos, como: cyberbullying, pedofilia, roubo de identidade, entre outros. Assim, como você viu nos textos motivadores, o tema alerta para a importância da proteção de dados pessoais desse grupo e o direito de imagem. Confira a seguir os repertórios sobre o tema “Superexposição de crianças e adolescentes nas redes sociais” que selecionamos para você refletir e usar em sua redação! Reportagem | Exposição das crianças nas redes sociais pode gerar conflitos entre pais e filhos Esta reportagem do Domingo Espetacular aponta uma pesquisa feita pelo órgão público britânico Children’s Comissioner que revelou um dado interessante: os pais publicam em média 1.300 fotos de seus filhos na internet desde o parto até a adolescência. Além disso, a reportagem mostra casos de pessoas famosas que criaram perfis de seus bebês nas redes sociais e, também, casos que aconteceram fora do país de filhos que processaram seus próprios pais por causa da superexposição nas redes sociais. Interessante, não é? Assista à reportagem a seguir: Conceito | “Sociedade do espetáculo”, de Guy Debord O livro “Sociedade do Espetáculo”, publicado nos anos 60 pelo filósofo francês Guy Debord, apresenta um conceito que até hoje é pertinente em nossa sociedade. Nele, o autor afirma que as imagens midiáticas exercem um papel central nas relações sociais e que a vida em sociedade é cada vez mais “espetacularizada”. Nas palavras de Debord, “O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediatizada por imagens.” No contexto atual, podemos associar esse conceito à necessidade das pessoas de tornar público – por meio das redes sociais – os momentos mais íntimos da vida, sem mesmo se questionar sobre os efeitos negativos dessa exposição. Pense, por exemplo, nos casos de bebês que já possuíam perfis nas redes sociais antes mesmo de nascerem. Legislação | Estatuto da criança e adolescente Outro repertório que pode ser utilizado é o Estatuto da Criança e Adolescente, estabelecido na Lei nº 8.069. Você pode dizer que o ECA assegura que as crianças e adolescentes têm o direito de imagem e devem consentir com todo o conteúdo publicado. Nesse sentido, mesmo que os pais sejam responsáveis por autorizar o uso de imagens de seus filhos, eles não podem se considerar “proprietários” das suas imagens. O caminho, como vimos nos textos motivadores, é sempre manter o diálogo com a criança e adolescente. Veja o que o artigo 100 diz: “V – privacidade: a promoção dos direitos e proteção da criança e do adolescente deve ser efetuada no respeito pela intimidade, direito à imagem e reserva da sua vida privada.” Pesquisa | Acesso à internet aumenta entre crianças e adolescentes Uma pesquisa realizada pela TIC Kids Online Brasil 2019 aponta que o acesso à internet aumentou entre crianças e adolescentes e também alerta para os riscos da exposição na internet. De acordo com a pesquisa, “15 % das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos viram na Internet imagens ou vídeos de conteúdo sexual; 18% de 11 a 17 anos receberam mensagens de conteúdo sexual; e, 11% dessa faixa etária dizem que já pediram para eles, na internet, uma foto ou vídeo em que apareciam pelados.” Luisa Adib, coordenadora da pesquisa, ressalta que a restrição não é a melhor opção para evitar os riscos na internet. O ideal é que os pais e responsáveis conversem com as crianças e adolescentes para saber quais são as atividades que eles realizam no ambiente virtual e indiquem caminhos para um uso seguro. Leia a pesquisa completa aqui. Série | Black Mirror – “Arkangel” Como vimos, a privação do uso da internet não é o melhor caminho a ser seguido. O episódio “Arkangel” (“Arcanjo” em português), da série Black Mirror, é um exemplo de como a superproteção dos pais causa malefícios na vida dos filhos. Na história, Marie é uma mãe superprotetora que aplica um implante tecnológico chamado “Arkangel” em sua filha Sara. Esse implante monitora a vida da filha e ainda embaça imagens de violência que causam aflição na menina. A atitude da mãe, que a princípio pode parecer bem intencionada, provocou danos à filha que se viu controlada e sem privacidade. Esse episódio, ainda que de forma distópica, abre uma reflexão sobre o maior desafio do nosso tema: a importância de proteger os dados das crianças e adolescentes e ao mesmo tempo dar autonomia para que elas utilizem a tecnologia e desenvolvam as habilidades necessárias. “Arkangel” é o segundo episódio da quarta temporada de Black Mirror e pode ser assistido na Netflix. Prepara a pipoca! Animação | Que corpo é esse? (Sharenting) “Que corpo é esse?” é uma série de animação transmitida no canal Futura – criada em parceria com a Unicef Brasil e Childhood Brasil com coprodução da Split Studio –, que tem o objetivo de alertar as famílias e educadores sobre a importância do conhecimento do próprio corpo e a proteção e segurança de crianças e adolescentes. Neste ano, a animação ganhou um episódio sobre sharenting. A narrativa mostra um pai tentando fazer um vídeo de seu filho para postar nas redes sociais, mas o bebê não está à vontade com a ideia. Ao observar a situação, a irmã mais velha explica para o pai a importância de respeitar a privacidade do filho e protegê-lo das consequências da exposição. Assista ao vídeo a seguir: Agora é com você! Qual é o seu ponto de vista sobre o tema? Escreva a sua redação

Quer saber mais sobre “A importância da educação financeira em questão no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Nos textos motivadores que selecionamos para o tema “A importância da educação financeira em questão no Brasil”, você viu que a educação financeira é importante para quebrar o tabu que existe em torno do tema, buscar qualidade de vida, saber se planejar financeiramente e evitar o endividamento. Porém, o tema envolve muitos desafios no país: enfrentar o analfabetismo e garantir uma educação financeira de qualidade para todas as pessoas. Confira os repertórios socioculturais que selecionamos para ajudar você a fundamentar a sua tese e garantir 900+ na redação. Boa leitura! TEDx | Finanças reais para pessoas reais Neste vídeo do TEDx, a administradora e orientadora financeira Nathalia Rodrigues – mais conhecida na internet como Nath Finanças – fala sobre a importância da educação financeira ser acessível e próxima do cotidiano da população brasileira que possui renda baixa. Ela ressalta que é necessário romper a ideia de que a educação financeira é apenas para “engravatados” e pessoas de classe alta. Segundo ela: “Educação financeira é mais do que anotar os gastos: é entender como a relação com o dinheiro afeta sua saúde mental e das pessoas com quem você convive. A educação financeira emancipa pessoas, liberta, transforma vidas e famílias.” Assista ao vídeo a seguir: https://youtu.be/w5OGH0MrGH0 SÉRIE | Round 6 Você assistiu “Round 6”? A série sul-coreana lançada na Netflix fez sucesso no mundo todo e é um ótimo repertório para o nosso tema da semana. Em “Round 6”, 456 pessoas endividadas e desesperadas por dinheiro são convidadas para participarem de uma competição inspirada em brincadeiras infantis cujo prêmio final é uma quantia de 45,6 bilhões de Wons (moeda coreana equivalente a 40 milhões de dólares). Porém, o jogo tem consequências mortais e apenas uma pessoa leva o prêmio milionário. O personagem principal da série, Seong Gi-Hu, é um homem extremamente endividado que para tentar aliviar a sua situação financeira recorre a empréstimos com agiotas, o que acaba agravando a sua situação, pois ele não consegue quitar as suas dívidas. É aí que ele topa participar do jogo. A série aborda o superendividamento e alerta para a importância de poupar dinheiro e ter cuidado com empréstimos. Além disso, a série aborda outras questões como meritocracia e privilégios. A profa. Chay, do Redação Online, contou um pouco sobre a série em nosso canal do Youtube. Veja a seguir: MÚSICA | “Chopis Centis”, Mamonas Assassinas Os versos do refrão da música “Chopis Centis” (variação linguística de shopping center), dos Mamonas Assassinas, são muito pertinentes para falar sobre a cultura de parcelar compras, que teve início nos anos 50 com o surgimento dos crediários e está presente até hoje no dia a dia dos brasileiros – só que agora por meio do cartão de crédito. Os versos dizem o seguinte: “A minha felicidade É um crediário nas Casas Bahia” Comprar por meio dos crediários era uma forma de fazer aquela compra que não cabia no bolso por meio de pequenas parcelas. No entanto, essa forma de pagamento muitas vezes acaba provocando o consumismo, pois as pessoas passam a comprar mais do que podem pagar e acumulam cada vez mais dívidas. Escute a música no Youtube! FILME | Até que a sorte nos separe (2012) O filme nacional “Até que a sorte nos separe”, dirigido por Roberto Santucci, é uma trilogia de comédia romântica baseada no best seller “Casais inteligentes enriquecem juntos”. O primeiro filme da trilogia conta a história de um casal, Tino e Jane, que realizou o sonho de muitos brasileiros: ganhar na loteria. Só que após dez anos eles gastam todo o dinheiro em ostentação e ficam falidos. O filme mostra de forma bem humorada que mesmo tendo muito dinheiro é necessário ter um planejamento financeiro, saber economizar, poupar, gastar, investir e contar com ajuda profissional para administrar grandes quantias. Caso contrário, não adianta ganhar na loteria. O filme está disponível na Netflix, assista ao trailer a seguir: FILME | O homem que copiava (2003) “O homem que copiava” (2003), dirigido pelo cineasta Jorge Furtado, é outra produção brasileira que poderá enriquecer muito a sua redação. O protagonista André tem apenas 20 anos e é um operador de fotocopiadora em uma papelaria. Um dia ele tem uma ideia inusitada: imprimir o seu próprio dinheiro. O seu objetivo é ficar rico e impressionar Sílvia, a mulher dos seus sonhos. O filme retrata o cotidiano de muitos brasileiros que trabalham diariamente e vivem frustrados por serem mal remunerados, mas ainda assim sonham em melhorar a sua situação financeira para alcançar seus objetivos. Que tal assistir? Pega a pipoca e o caderno! O filme completo está disponível no Youtube: LIVRO | Vidas secas, de Graciliano Ramos O clássico da literatura brasileira “Vidas Secas”, do escritor Graciliano Ramos, é a nossa outra indicação. Em resumo, a narrativa retrata uma família miserável que vive no sertão e que de tempos em tempos se deslocam para fugir das regiões muito secas. O personagem principal é Fabiano, um homem analfabeto, que perde dinheiro no jogo, não sabe fazer conta e muito menos sabe o que é imposto. Fabiano é um retrato da realidade de uma boa parcela da população que é afetada pela desigualdade social e não possui um direito básico: a alfabetização. A partir dele podemos pensar que falar sobre educação financeira no Brasil não é uma tarefa fácil, pois o país ainda precisa lidar com problemas estruturais graves, como o analfabetismo. Segundo o IBGE, o Brasil possui 11 milhões de analfabetos – acesse esse dado aqui. E aí, o que você achou das nossas dicas de repertórios socioculturais sobre educação financeira? Como você usaria eles na sua redação? Conseguiu pensar em outros que não apontamos aqui? No ano passado nós indicamos outros repertórios sobre esse tema neste post, que tal dar uma olhadinha? Agora, é hora de

Quer saber mais sobre “Consumismo e publicidade excessiva na internet”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Você já foi bombardeado nas redes sociais por anúncios de um produto do seu interesse? Ou mesmo pensou em comprar algo na internet sem antes botar na balança se essa compra é realmente necessária? Certamente já, não é? Saiba que isso é mais comum do que se imagina! Ao mesmo tempo que a internet tem o seu lado positivo por facilitar a comunicação e agilizar processos de compras, por outro lado também intensificou outros problemas: o consumismo e publicidade excessiva. No ambiente digital, as pessoas estão mais vulneráveis por conta de tantos estímulos emocionais e o excesso de publicidade agrava um problema que já existe há anos – o consumo exagerado –, prejudicando a saúde emocional e financeira. Para ajudar você a escrever o tema “Consumismo e publicidade excessiva na internet”, selecionamos alguns repertórios socioculturais para você usar na redação. Confira neste post! Reportagem | Compulsão por compras afeta cerca de 600 milhões de pessoas no mundo Essa reportagem do Domingo Espetacular mostra como a internet impulsionou o consumismo e alerta sobre as consequências da compulsão pelo consumo: prejuízo na vida social, emocional e financeira. Além disso, a reportagem ressalta que o consumo compulsivo é considerado um transtorno de origem emocional – a oneomania –, que se caracteriza por três estágios: euforia (pela compra), culpa e negação. Segundo a OMS, 8% da população mundial sofre com essa doença, o que equivale a mais de 600 milhões de pessoas. Assista ao vídeo a seguir: https://youtu.be/zV7jJJzxcoo Livro | Vida para consumo, de Zygmunt Bauman O livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias (Editora Zahar, 2008), do sociólogo Zygmunt Bauman, também pode ser usado como repertório. Nesse livro, Bauman aponta que a estrutura da sociedade atual é baseada no consumo. Sua tese é de que o consumo contemporâneo transforma as pessoas – os consumidores – também em mercadorias, forma as suas identidades e as relações entre elas. Para Bauman, é por meio do consumo que as pessoas são aceitas na sociedade e conseguem conquistar “prêmios sociais”. A citação abaixo ilustra bem essa ideia: “Na sociedade de consumidores, ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria […]” (BAUMAN, 2008, p. 20). Nesse sentido, o autor analisa que as pessoas não apenas consomem, mas também estão expostas como “mercadorias” na sociedade. Por exemplo, um candidato para uma vaga de trabalho é visto como uma “mercadoria” para a empresa. Pareceu complicado? Para entender mais a análise de Bauman sobre a sociedade de consumo, indicamos o vídeo do canal Educa Periferia. Assista a seguir! Curta-metragem | Happiness, de Steve Cutts No curta Happiness (“Felicidade” em português), de 2017, o ilustrador e animador inglês Steve Cutts faz uma crítica à busca incessante pela felicidade por meio do consumismo. Essa ideia de “felicidade”, retratada no curta, depende da posse e do acúmulo de bens materiais para alcançar o “sucesso” – uma lógica constantemente estimulada pela publicidade. Cutts é muito conhecido pelas suas produções que fazem críticas duras à sociedade consumista e capitalista, como o curta-metragem Wake Up Call (2014). Neste curta, ele aborda a obsolescência programada, que é quando produtos são criados para se tornarem ultrapassados em pouco tempo – por exemplo, os smartphones. Para assistir esse curta, acesse aqui! Artigo | Consumir procurando uma felicidade que nunca chega Este artigo do jornal El País aborda a relação entre consumismo e publicidade, os impactos do consumo excessivo para o meio ambiente e outras problemáticas sobre o tema. Também aponta que a preferência por compras na internet está entre as principais mudanças de consumo ocorridas nos últimos anos. Leia o artigo completo aqui. Manchete | Por que as propagandas nos ‘perseguem’ na web? Esta manchete da Uol explica como os anúncios são direcionados às pessoas na internet, de acordo com o seus interesses, por meio dos cookies – arquivos de textos que os sites depositam nas máquinas dos usuários a fim de coletar seus dados e sites acessados anteriormente. Leia a manchete completa aqui e entenda! Documentário | O dilema das redes (2020) Já que o tema envolve o ambiente digital, você já assistiu o documentário O dilema das redes? Em resumo, é uma produção da Netflix (2020) que fala sobre os efeitos nocivos do uso excessivo das redes sociais e o controle do comportamento por meio dos algoritmos. Trata-se de um repertório interessante para falar sobre como as redes sociais afetam o psicológico dos usuários. Podemos pensar, por exemplo, que diante de tantos estímulos emocionais – provocados pela publicidade e influenciadores que promovem estilos de vida – as pessoas ficam mais vulneráveis no espaço virtual. Assim, a publicidade excessiva se torna um grande problema. O dilema das redes está disponível na Netflix. Documentário | Criança, a Alma do Negócio O documentário Criança, a alma do negócio, da cineasta Estela Renner, é de 2008, mas ainda assim continua recente. Isso porque o documentário analisa como as mídias de massa e a publicidade influenciam as crianças e, em consequência, a escolha dos produtos em casa. O documentário aborda os efeitos negativos da publicidade infantil e alerta para a importância de proteger esse público do excesso de anúncios, pois o estímulo do consumismo na infância pode afetar drasticamente a formação enquanto indivíduos. Esse é um dado importante, afinal, as crianças também são usuárias da internet. O documentário está disponível no Youtube. Assista! Filme | Amor por contrato O filme apresenta a família Jones, que demonstra ser perfeita. Steve e sua esposa Kate, além dos filhos, são populares e esbanjam produtos de última geração, que despertam o desejo de consumo da vizinhança. Contudo, eles não são uma família de verdade: são funcionários de um empresa de marketing que decidiu inserir famílias em mercados de luxo para aguçar o interesse das pessoas e aumentar a lucratividade. Mesmo sendo de 2009,

Quer saber mais sobre “Golpes financeiros na internet”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Os golpes financeiros na internet tomaram conta dos noticiários durante a pandemia, devido ao aumento alarmante de casos no Brasil. A crise econômica, o desemprego e o uso frequente de tecnologia são alguns fatores que contribuíram para um cenário mais vulnerável a essa prática criminosa. As modalidades de golpes são várias e afetam tanto investidores quanto pessoas que são enganadas por simples fraudes – como clicar em links falsos e fornecer seus dados pessoais a um suposto conhecido. Por ser um assunto em alta, selecionamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Golpes financeiros na internet” para você treinar a sua redação. Vai que o tema caia nessa edição do Enem, não é mesmo? Confira a seguir! Leis para golpes financeiros na internet Praticar fraudes financeiras no ambiente digital é crime, mas poucas pessoas sabem disso e acabam não registrando um boletim de ocorrência. Veja a seguir o que diz a lei: Crime de estelionato (Art. 171) e Lei 14.155 Os golpes financeiros na internet configuram crime de estelionato, previsto no Código Penal, no Art. 171. Mas você sabe o que é estelionato? Em resumo, é quando uma pessoa engana outra com a intenção de obter vantagem para si. Veja abaixo a definição de estelionato conforme o Art. 171: “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. Em maio de 2021, o governo sancionou a Lei 14.155 que altera o crime de estelionato e torna mais grave as fraudes eletrônicas. Observe o que foi incluído no Código Penal: “§ 2º-A. A pena é de reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa, se a fraude é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo.“ Além disso, a pena aumentou para golpes cometidos contra idosos ou pessoas vulneráveis e, ainda, para casos em que for utilizado servidor fora do território nacional. Matéria sobre a nova lei contra golpes financeiros na internet A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que a lei 14.155, que vimos anteriormente, endurece a pena para práticas criminosas como falso funcionário, clonagem de WhatsApp e golpes de phishing – quando o golpista tenta obter dados pessoais da pessoa com o uso de links e mensagens falsas. Segundo a Febraban, “A tipificação do crime digital é um passo muito importante e necessário para coibir delitos cometidos no mundo digital e punir com rigor as práticas desses crimes, que levam muita dor de cabeça e causam grande prejuízo financeiro para o consumidor”. Leia a matéria completa aqui. Pesquisa | Homens são as principais vítimas de golpes financeiros As fraudes não estão relacionadas apenas a transações comuns, como fazer uma compra/pagamento. Esta pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aponta que os homens são os principais alvos de golpes financeiros (91%) relacionados a investimentos. O perfil revelado foi homens, em sua maioria, na faixa etária de 30 a 39 anos (36,5%), ensino superior completo com pós-graduação (38%) e renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos (23%). O WhatsApp foi a ferramenta de comunicação principal para atrair essas vítimas. A CVM salienta que é importante desconfiar de promessas muito elevadas de rentabilidade e “desconfiar especialmente da pressão para investir tipo é agora ou nunca”. Que tal ler a matéria completa? Acesse aqui. Veja também uma reportagem da CNN sobre a pesquisa: https://youtu.be/JaerRWZPE_s Artigo | Educação midiática para a terceira idade A educação midiática – além da alfabetização digital – possibilita que as pessoas criem senso crítico diante do uso de tecnologias. Assim, ela é fundamental para que as pessoas não caiam em armadilhas. Em 2020, um levantamento também realizado pela Febraban indicou que o número de golpes financeiros contra idosos aumentou 60%. Como esse público não está acostumado com o ambiente digital, é comum que ele seja mais vulnerável a golpes e até mesmo a notícias falsas. Em vista disso, ações que promovam a educação midiática para a terceira idade são extremamente importantes, como é o caso do projeto EducaMídia, do Instituto Palavra Aberta. Para saber mais sobre esse assunto, leia esta matéria. Matéria | Como o Pix está sendo usado para esquemas de pirâmide O golpe da pirâmide financeira é um dos principais tipos de fraudes realizadas em nosso país. Esta matéria do jornal Nexo apresenta como funcionam os esquemas de pirâmide, principalmente por meio dos “grupos de Pix” no WhatsApp, e alerta sobre os perigos de acreditar nas promessas de “dinheiro fácil”. Acesse a matéria completa aqui. Veja também uma reportagem do Jornal da Record sobre o assunto: Documentário| Explicando… Dinheiro (Netflix, 2021) A série documental “Explicando… Dinheiro”, produzida pela Netflix, possui cinco episódios curtos e super didáticos sobre temáticas relacionadas a dinheiro. O primeiro episódio da série, cujo título é “Enriqueça fácil”, mostra que os golpes financeiros existem desde muito antes da internet e apresenta vários casos famosos na história, como o esquema criado por Charles Ponzi. A série também explica como funciona o golpe da pirâmide e os golpes conhecidos como “pump and dump” aplicados no mercado de criptomoedas. Ademais, a série alerta que a tecnologia facilitou a disseminação desses golpes, porém as estratégias são basicamente as mesmas de anos atrás. O documentário está disponível com legendas e dublagem na Netflix. Vale a pena assistir! Agora que você conheceu vários repertórios sobre o tema “Golpes financeiros na internet”, que tal treinar a sua escrita? Escreva a sua redação e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre “A questão do aborto no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Escrever sobre esse tema não é uma tarefa fácil, uma vez que é um assunto polêmico que divide a opinião pública. De um lado, há um grupo que defende a descriminalização, a legalização e entende isso como uma questão de saúde pública. De outro lado, há um grupo que se opõe à prática do aborto voluntário e defende a criminalização por questões morais e religiosas. Para ajudar você a escrever a redação sobre o tema “A questão do aborto no Brasil”, separamos alguns repertórios para você utilizar ou mesmo se aprofundar no assunto. Confira! VÍDEO | O aborto permitido por lei no Brasil Neste vídeo, produzido pela UFRGS, profissionais da saúde explicam como funciona o atendimento do aborto permitido por lei no Brasil, em especial no caso de gravidez resultante de estupro. Eles enfatizam a importância de haver um preparo dos profissionais na rede de saúde pública para que o atendimento seja adequado. Assista a seguir: https://youtu.be/zuxAxCwD86o VÍDEO | Descriminalização do Aborto Rosângela Talib, psicóloga e integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, fala sobre a questão da descriminalização e legalização disso, bem como as consequências da criminalização para as mulheres, principalmente as negras e pobres. Ela também cita o exemplo do Uruguai que legalizou o aborto e o índice de mortalidade de gestantes diminuiu. Recentemente, na América Latina, a Argentina também legalizou isso e o Chile descriminalizou. DOCUMENTÁRIO | Eu vou contar (2017) O documentário Eu vou contar, dirigido por Debora Diniz, retrata as histórias de nove mulheres que interromperam a gravidez. Elas contam as suas experiências e dores em clínicas clandestinas ou com abortivos caseiros. São mulheres de diferentes classes sociais e regiões brasileiras que decidiram recorrer a isso por motivos diversos. O documentário está disponível no Youtube, a seguir: DOCUMENTÁRIO | Uma História Severina (2005) Hoje, em nosso país, é permitido o aborto em caso de feto anencéfalo. No entanto, nem sempre foi assim. Em 2004, o STF derrubou a liminar que previa o aborto legal em caso de anencefalia, o que afetou a vida de milhares de mulheres. Este documentário, dirigido por Eliane Brum e Debora Diniz, mostra o caso de Severina, uma mulher pobre do interior de Pernambuco, que estava internada no hospital para retirar o feto com anencefalia justamente no dia em que o STF impediu o direito ao aborto. O documentário está disponível também no Youtube. Assista! SÉRIE | Sex Education (Netflix, 2019) Você já assistiu Sex Education? Se ainda não, prepara que lá vem spoiler! Na primeira temporada, a série retrata um episódio de aborto na adolescência por meio da personagem Maeve. Sem condições financeiras e emocionais para criar o filho, Maeve decide abortar assim que descobre que está grávida. Desde então a personagem passa por conflitos internos e ainda lida com ativistas antiaborto protestando em frente da clínica em que foi realizar o procedimento. Dados sobre o tema Selecionamos três dados, de âmbito nacional e internacional, sobre a questão disso para você enriquecer a sua tese. Veja a seguir! DataSUS Segundo o DataSUS, somente no 1º semestre de 2020, o SUS fez 1.024 interrupções de gravidez previstas em lei e 80,9 mil procedimentos pós-abortos, ou seja, curetagens e aspirações, que são necessários para a limpeza do útero após um aborto malsucedido. Esse dado indica que o sistema hospitalar tem realizado um número maior de atendimentos pós-abortos clandestinos do que abortos legais. Além disso, também aponta que as mulheres não têm acesso ao aborto seguro previsto por lei, uma vez que a taxa de abortos decorrentes de estupro é maior. Para entender mais, leia esta matéria do G1. Organização Mundial da Saúde (OMS) Neste documento Abortamento seguro: orientação técnica e de políticas para sistemas de saúde, publicado em 2013, a OMS recomenda que o aborto seguro deve ser realizado por meio de procedimentos cirúrgicos – aspiração a vácuo, dilatação e evacuação – entre o período de 6 a 16 semanas de gestação ou por meio do consumo de pílulas abortivas, como o misoprostol, que deve ser realizado até 12 semanas de gestação. A OMS entende o aborto como uma questão de saúde pública e afirma: “Apesar desses avanços, estima-se que a cada ano são feitos 22 milhões de abortamentos em condições inseguras, acarretando a morte de cerca de 47.000 mulheres e disfunções físicas e mentais em outras 5 milhões de mulheres. Na prática, cada uma destas mortes e disfunções físicas e mentais poderia ter sido evitada através da educação sexual, do planejamento familiar e do acesso ao abortamento induzido de forma legal e segura, juntamente com uma atenção às complicações decorrentes do abortamento.” Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) A Pesquisa Nacional do Aborto (PNA), realizada em 2016, relata que uma a cada cinco mulheres de até 40 anos já realizou pelo menos um aborto no Brasil. O perfil da mulher que aborta é: 67% têm filhos e 88% declararam ter religião (56% são católicas e 25% evangélicas). Ademais, o estudo mostra que apesar do aborto estar presente em todas as classes sociais, as mulheres negras e indígenas, que possuem menos escolaridade e vivem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, apresentam uma taxa mais alta de aborto. Acesse a pesquisa completa aqui. MÚSICA | “Carne de rã”, Mulamba & Ekena A banda brasileira Mulamba, em parceria com a cantora Ekena, compôs uma música que fala sobre o julgamento da sociedade e a culpabilização das mulheres que abortam. Além disso, denuncia o tabu em torno do tema que persiste há anos em nossa sociedade. Observe o trecho abaixo: “Mesmo que eu não morra fica o fardo Dum Matheus que eu não balanço É o peso da sociedade me punindo e me julgando E não se fala sobre o assunto Não se pensa sobre o assunto Pro Estado eu sou um

O ENEM 2021 acontecerá nos dias 21 e 28 de novembro. Confira as dicas que selecionamos para você estudar redação nesta reta final! Sim, falta apenas 1 mês para o ENEM! A ansiedade está batendo forte por aí? Respire fundo, estamos aqui para ajudar você! Nós sabemos que a redação deixa muitos vestibulandos ansiosos, pois ela conta muito para a nota final da prova que ajuda a ingressar na universidade dos sonhos. Saiba que a única forma de se tranquilizar é se preparar para o exame antecipadamente, por isso é essencial que você reserve um tempo para estudar a estrutura de redação cobrada pela banca avaliadora e praticar a escrita. Para ajudar você a estudar nesta reta final, preparamos este post com algumas dicas úteis de redação. Boa leitura! Faça um cronograma de estudos se baseando que falta 1 mês para o Enem A primeira dica de todas é: organize-se! Ou seja, nada de se desesperar e ficar horas e horas estudando uma quantidade enorme de conteúdos teóricos. Neste momento, não é uma boa ideia encher a cabeça de informação. Muito pelo contrário: você deve revisar somente o mais importante e, para isso, é necessário ter organização. Faça um cronograma de estudos e reserve uma hora do seu dia para estudar redação. Você pode utilizar alguns métodos de estudo, como o pomodoro, por exemplo. No cronograma, recomendamos que você inclua as seguintes tarefas: Além dessas tarefas, inclua no seu cronograma momentos de descanso. Isso é muito importante para você assimilar bem o conteúdo e não prejudicar a sua saúde mental. Então, tenha boas noites de sono, beba água e alimente-se bem. Lembre-se: equilíbrio é fundamental para ser produtivo nos estudos. Combinado? A seguir, vamos explicar cada uma das tarefas citadas no cronograma. Prepara o caderno! Revise redações escritas anteriormente nessa reta final, faltando 1 mês para o Enem Uma ótima forma de estudar é revisando as redações já escritas. Você pode revisar as suas próprias redações para encontrar pontos de melhoria e aperfeiçoá-las, bem como ler as redações nota mil do ENEM – assim, você terá uma ideia da estrutura esperada pela banca avaliadora. Ao fazer a revisão, é importante que você se atente à estrutura do texto dissertativo-argumentativo, observe se as ideias e parágrafos estão bem articuladas e se foi proposto uma solução para o problema. Veja, abaixo, o que você deve observar na redação. 1 – Estrutura da redação A estrutura de redação cobrada pela banca do ENEM é dissertativa-argumentativa, ou seja, ela deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Com isso em mente, confira se as suas redações estão estruturadas corretamente. Lembre-se de conferir se você distribuiu o texto de forma adequada. O ideal é que ele seja composto por quatro parágrafos: 1 parágrafo para introdução, 2 para desenvolvimento e 1 para conclusão. Cada uma dessas partes do texto deve conter os seguintes elementos: Esses elementos fazem parte das competências da redação e são fundamentais para que você alcance a nota máxima. No vídeo a seguir, a profa. Chay explica um pouco mais sobre a importância de saber a estrutura de redação para se sair bem no exame. Assista! https://youtu.be/JHjFPGhGb8U 2 – Elementos coesivos Ao revisar as redações anteriores, avalie se você utilizou conectivos (conjunções, pronomes, advérbios etc.) para encadear as suas ideias. Esses conectivos nada mais são do que elementos coesivos responsáveis por garantir que a sua redação tenha coesão textual, ou seja, que ela estabeleça uma relação lógica entre palavras, períodos e parágrafos. Esses recursos linguísticos são avaliados na competência 4 e são essenciais para que você alcance o nível máximo dela. Em especial, dê uma atenção ao conectivo do tipo operador argumentativo que deve aparecer, entre parágrafos, em pelo menos dois momentos da redação. Para entender de forma detalhada como é avaliada essa e as outras competências, sugerimos que você dê uma olhadinha na Cartilha do Participante disponibilizada pelo Inep. 3 – GOMIFES Lembra dos GOMIFES? Ou você não faz ideia do que significa? De forma resumida, essa sigla se refere aos agentes sociais responsáveis por realizar a proposta de intervenção que você deve apresentar na conclusão. Cada letra da sigla representa um agente, veja: Com essa sigla fica mais fácil lembrar as possibilidades de agentes sociais que podem ser usados na redação, não é? No vídeo a seguir, a professora Chay explica como utilizar os GOMIFES na sua proposta. Confira! Faça uma lista de repertórios Outra dica útil para a reta final é: amplie o seu repertório sociocultural! Isso não quer dizer que você deve mergulhar naquele livro de 500 páginas que você procrastinou até agora, viu? Nós sabemos que o tempo voa! Neste momento, o indicado é que você se atente às notícias atuais, relembre os repertórios que você já tem na sua bagagem – citação, música, livro, filme/série etc. – ou mesmo conheça alguns repertórios curingas que podem ser usados em qualquer tema. Com a memória fresca, anote esses repertórios e tente associá-los a diferentes eixos temáticos – por exemplo, política, cultura, saúde e educação. Essa estratégia ajudará você a lembrar mais facilmente do repertório e associá-lo à redação independente do tema proposto neste ano. Treine escrevendo Por último, coloque a mão na massa! Afinal, nós sabemos que a melhor forma de melhorar a escrita é escrevendo. Contudo, isso não quer dizer que você deve escrever uma redação por dia desesperadamente até o dia da prova, ok? Indicamos que você escreva em média duas redações durante este mês. Lembra do que falamos lá no início do texto sobre a importância de se organizar? Então, agora é hora de treinar a sua escrita considerando o tempo que você levaria para ler os textos motivadores, planejar a redação, escrever, revisar e, por fim, passar a limpo para a folha de entrega no dia da prova. Após escrever, é essencial que você peça para uma pessoa especializada corrigir a sua redação. Assim, ela poderá apontar os pontos