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Olá estudantes do meu Brasil! Estamos aqui com mais um texto sobre o Enem pra você que tá se preparando pra essa prova! Já escrevemos anteriormente um texto sobre a receita infalível pra se dar bem na redação ENEM nesse ano. Agora chegou a hora de separarmos um pouco este conteúdo, falando sobre cada uma das competências do ENEM. Assim, poderemos analisar cada uma de forma individual. Belezinha, então? Vambora! Como a gente já cansou de contar pra vocês, a redação do Enem é avaliada de acordo com 5 competências e o aluno deve se sair muito bem em todas elas pra conseguir obter a nota máxima nesta redação. Mas, seria humanamente possível se dar bem em todas as competências do ENEM? Sim senhor, senão não teria tanta gente por aí tirando nota 1000 neste teste, né? Pra você ser um desses no Enem deste ano, você precisa saber a teoria e conseguir aplicá-la na prática, então, vamos ver como são as tais competências: Competência 1: avalia a estrutura sintática e a quantidade de desvios. Para ganhar nota máxima nela, a estrutura sintática deve ser excelente e pode haver, no máximo, dois desvios. Esta é a teoria. E na prática? Você só vai conseguir se dar bem nessa competência se praticar MUITO a sua escrita! Não adianta ler e estudar várias regras gramaticais se, na hora do “vamovê”, você se atrapalhar todo. Sim, leitura e aulas são muito importantes, mas você precisa escrever também. Associe, então, aulas de gramática, redação e prática textual. Competência 2: avalia a compreensão da proposta e domínio da tipologia. “comassim?” você me pergunta. Pra se sair bem nessa competência você precisa saber muito sobre interpretação de texto, e sabe por quê? Porque o Enem vai trazer vários textos motivadores e um tema pra você, e é a partir disso que você precisa escrever seu texto. Então, nesta competência é avaliado se você conseguiu compreender a proposta de forma correta. No Enem passado, por exemplo, o aluno deveria falar sobre “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” e teve gente falando sobre a necessidade de haver rampas de acesso para cadeirantes nas cidades! Além disso tudo, a competência 2 avalia também o domínio da tipologia que, no caso do Enem, é um texto dissertativo-argumentativo. Para ganhar nota máxima nesta competência, o aluno precisa trazer uma argumentação consistente, a partir de repertório sociocultural produtivo, e apresentar excelente domínio da tipologia. E aí, você domina bem a redação dissertativo-argumentativa? Não esqueça que nela você precisa desenvolver uma tese e trazer argumentos bem embasados para defendê-la. Competência 3: o aluno deve selecionar, interpretar e organizar os argumentos. Além disso, deve ser capaz de relacionar os argumentos em defesa de um ponto de vista. Agora ficou fácil, né? Se esta competência avalia a organização do seu texto, basta você planejar ele antes de começar a escrever. A gente sempre fala, aqui no blog e nas redes sociais, sobre a importância de fazer o “esqueleto” da redação antes de começar a escrever. Bom, agora você sabe que esta organização é cobrada na competência 3. Então, faça o esqueleto, delimite qual será a sua tese e quais serão os argumentos a serem desenvolvidos em cada parágrafo, e retome a tese na conclusão. Com isso você vai conseguir apresentar um texto bem organizado, com desenvolvimento consistente e raras falhas, além de apresentar traços de autoria. Competência 4: esta competência avalia se existem ou não recursos coesivos e se eles são usados com propriedade, de maneira adequada e diversificada. Outro ponto que você só vai conseguir desenvolver bem a partir da prática. Já falamos aqui sobre recursos coesivos, basta você conseguir inserir isso na sua redação. Competência 5: trata da tão temida proposta de intervenção. Para atingir nota máxima nela o aluno precisa apresentar uma proposta muito bem elaborada, detalhada e articulada à discussão. Vale destacar que, no Enem 2017 esta competência teve uma variação, então, não sabemos se ela vai continuar sendo cobrada da mesma forma neste ano, até porque agora a banca também será outra. Mas, seguindo os padrões do Enem do ano passado, para se dar bem nesta competência o aluno precisa apresentar os seguintes elementos: Ação – o que deve ser feito? Agente – quem irá fazer? Como? – modo, meio através do qual a ação será realizada; por meio de quê? Como é executada? Efeito/finalidade – para quê? Com qual objetivo? Além disso, o aluno precisa trazer detalhamento, seja na ação ou na forma de implementação dela. Assim, para ganhar nota máxima, a proposta deve apresentar 4 elementos válidos e detalhamento. Depois de todas estas dicas, tá na hora de colocar elas em prática, né? Em nosso site você vai encontrar planos que vão te ajudar a desenvolver estas competências com um acompanhamento de um profissional qualificado. Tá esperando o quê, querido? Leia também: Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem Como não zerar a redação do Enem

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de Redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Texto 1 Cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes brasileiros, com idade entre 9 e 17 anos, isto é, em idade escolar, nunca acessaram a internet em suas vidas e, em 2015, cerca de 6 milhões não estavam conectados à rede – 20% da população dessa faixa etária. Os dados são da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2015, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) com a finalidade de investigar o acesso e uso das TIC (Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) entre os jovens do País. O levantamento apontou a desigualdade socioeconômica como um entrave para a inclusão digital. No Brasil, enquanto 97% dos jovens da classe AB são usuários de Internet e 85% da classe C, apenas 51% das crianças e adolescentes da classe DE têm acesso à rede. Fonte: carta educacao Texto 2 Uma análise de alguns indicadores diponíveis sobre as classes sociais revela que é a classe alta a que regista maiores taxas de utilização de novas tecnologias como o computador, telemóvel e ligação à Internet. Os três indicadores analisados, e representados no gráfico, revelam grandes discrepâncias de posse e utilização segundo a classe social. Se, por exemplo, 86.7% dos indivíduos da classe alta residem em lares com computador pessoal, apenas 13.2% dos que pertencem à classe baixa também estão nessas condições. Da mesma forma, enquanto 59.2% dos indivíduos da classe alta residem em lares com ligação à Internet, apenas 4.2% dos que pertencem à classe baixa também têm meios de aceder a esta plataforma. Fonte: marktest Texto 3 Fonte: Ivan Cabral A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais?, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado Tema de Redação: Pobreza no Brasil

Texto 1: O mercado financeiro é um bom exemplo de como a tecnologia evolui de maneira escalável para transformar um setor inteiro e, consequentemente, a demanda por mão de obra. Imagine a transformação do trabalho como uma escada de muitos degraus. No setor bancário, o primeiro degrau foi o surgimento dos caixas eletrônicos. O segundo, os protocolos de segurança para o uso do banco online e, a partir daí, o surgimento de aplicativos de celular para gerenciar as contas. Até pouco tempo atrás era necessário nos deslocarmos até uma agência para efetuar um simples TED, ou seja, por muito tempo nem sonhávamos que um dia poderíamos fazer isso com alguns passos de onde quer que estivéssemos, sem sair do lugar. Tudo isso fez com que os clientes precisassem cada vez menos utilizar a infraestrutura das agências bancárias e, portanto, com a diminuição da clientela nas agências certamente houve a necessidade de rever a quantidade de Caixas disponíveis. Apesar de termos presenciado a redução deste posto de trabalho, a partir do surgimento da tecnologia, muitos outros foram criados nessa cadeia de produção. Se olharmos também mais adiante, enxergamos o surgimento de novas moedas digitais como os Bitcoins e o protocolo de pagamento Blockchain, que possivelmente são, os próximos degraus que irão revolucionar mais uma vez os meios de pagamento. Não é à toa que as fintechs estão chamando tanto a atenção. Quando pensamos em futuro do trabalho é fato presumir que as atividades relacionadas à tecnologia e ao mundo digital terão grande impacto no que diz respeito a novas profissões. Nesse sentido, novas e mais funções poderão surgir a partir de cientistas ou engenheiros de dados, especialistas em cloud computing, designer de realidade aumentada, entre outros. Fonte: Administradores.com.br Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões. Confira mais temas: Tema de redação: O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Cooperativismo como alternativa social

Oi, pessoal! O texto desta semana é leve, tranquilinho, bem amorzinho, pra vocês relaxarem, vai ser sobre temas do Enem! Hoje vamos falar sobre um conjunto de temas do Enem para os quais você deveria dar atenção. Não vamos abordar todos os temas do Enem, mas apenas os mais recentes para que a gente consiga, com isso, entender como a prova gosta de cobrar cada assunto. Já de cara, podemos dizer que os temas do Enem geralmente tratam de assuntos ligados à sociedade brasileira, demonstrando certa criticidade ao que ocorre em nosso país. Diferentemente de alguns vestibulares, que costumam cobrar temas mais subjetivos. Confira os temas do Enem solicitados pelo exame nos últimos anos Tema do Enem 2017 O tema da redação do Enem 2017 foi “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. O tema surpreendeu bastante os candidatos e professores, já que se trata de um tema com bastante especificidade. Enem 2016 Em 2016 o Enem teve duas aplicações, então, teve dois temas distintos. O primeiro deles foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” e o segundo foi “Caminhos para combater o racismo no Brasil”. Em 2016, 77 estudantes tiraram nota 1000 na redação. Alguns estudantes que tiraram nota 1000 na redação do Enem 2016 foram Vinícius Oliveira de Lima, Jornada Bottin Ecco e Giovanna Tami Soares Takahashi. Redação nota 1000 do Enem 2016 da Jornada Bottin Ecco transcrita: A curiosidade humana acerca do desconhecido e a sua incapacidade de explicá-lo através da razão fez com que, desde os primórdios, o homem atribuísse acontecimentos do seu cotidiano à vontade de seres sobrenaturais. Apesar dos avanços científicos e de suas respostas lógicas para fatos da realidade, as crenças em divindades perpassaram a história e continuam muito presentes nas sociedades, talvez por suprirem a necessidade humana de reconforto, talvez por levarem à transcendência espiritual. Atualmente, a grande diversidade religiosa existente traz a possibilidade de escolha a cada cidadão e essa liberdade é, ou deveria ser, garantida a todos os membros de uma população. Contudo, práticas de intolerância religiosa vêm impedindo um número cada vez maior de pessoas de exercitarem tal direito, ferindo sua dignidade e devendo, portanto, serem combatidas veementemente. O contexto histórico brasileiro indubitavelmente influencia essa questão. A colonização portuguesa buscou catequizar os nativos de acordo com a religião europeia da época: a católica. Com a chegada dos negros africanos, décadas depois, houve repressão cultural, consequentemente, religiosa que, infelizmente, perpetua até os dias de hoje. Prova disso é o caso de uma menina carioca praticante do candomblé que, em junho de 2015, foi ferida com pedradas, e seus acompanhantes, alvos de provocações e xingamentos. Ainda que a violência verbal, assim como a física, vá contra a Constituição Federal, os agressores fugiram e, como em outras ocorrências, não foram punidos. Além disso, é importante destacar que intolerância religiosa é crime de ódio: não é sobre ter a liberdade de expressar um descontentamento ou criticar certa crença, mas sim sobre a tentativa de imposição, a partir da agressão, de entendimentos pessoais acerca do assunto em detrimento dos julgamentos individuais do outro sobre o que ele acredita ser certo ou errado para sua própria vida. Tal visão etnocêntrica tem por consequência a falta de respeito para com o próximo, acarretando em episódios imprescritíveis e humilhantes para aqueles que os vivenciam. Conclui-se, então, que o combate à discriminação religiosa é de suma importância para que se assegure um dos direitos mais antigos a todas as pessoas e, por conseguinte, seu bem-estar. Para isso, é preciso que os órgãos especializados, em parceria às delegacias de denúncia, ajam de acordo com a lei, investigando e punindo os agressores de forma adequada. Ademais, o governo deve promover campanhas contra condutas de intolerância e as escolas devem gerar debates, informando seus alunos sobre o tema e desconstruindo preconceitos desde cedo. Por fim, a mídia pode abordar a intolerância religiosa como assunto de suas novelas, visto que causa forte impacto na vida social. Assim, o respeito será base para a construção de um Brasil mais tolerante e preocupado com a garantia dos direitos humanos de sua população. Tema do Enem Enem 2015 O tema de 2015 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Neste ano só havia um posicionamento possível perante o tema: contrário à violência; Enem 2014 Em 2014, o Enem cobrou o tema “Publicidade infantil em questão no Brasil”. Como já falamos antes, este tema também seguiu um viés social, abordando um dos aspectos de relevância para o nosso país naquele ano. Enem 2013 Em 2013 o tema surpreendeu um pouco: “Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil”. Esperava-se que o candidato conseguisse discorrer sobre um dos principais efeitos esperados por esta nova legislação: a redução das mortes provocadas por acidentes de trânsito. E aí, tá conseguindo entender como o Enem costuma cobrar o tema da redação? Como há diversos aspectos sociais possíveis de serem abordados, todo ano as propostas podem seguir por caminhos bem diferentes. Se em 2013 e 2014 a prova focou em temas relacionados a legislações específicas, em 2015 e 2016 o tema focou em aspectos culturais negativos da nossa sociedade. Interessante, né não?! Enem 2012 Naquele ano o Enem cobrou o tema “Movimento migratório para o Brasil no século 21”. Apesar de já fazer 6 anos da aplicação da prova, o tema continua super atual, né? O que demonstra que problemas sociais não são resolvidos com tanta facilidade como a simples criação de uma proposta de intervenção. Enem 2011 O tema, desta vez, foi “Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado”. Outro tema bastante atual, certo? Se em 2011 já estávamos preocupados com nossa privacidade na internet, hoje em dia nem se fala, né?? Depois de 2011, porém, temos bastante novidade em relação a legislações sobre este assunto, já que em 2014 criou-se a lei sobre o Marco Civil da Internet, que regula o uso da internet no Brasil. Enem 2010 Em 2010 o Enem focou

Texto 1 O Brasil ainda tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população de 15 anos ou mais. Os dados, divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e se referem ao ano de 2016. […] “Há uma questão estrutural do analfabetismo. Ele está muito mais presente entre a população idosa. O que vemos é algo histórico, mais concentrado em uma população mais velha. Vamos diminuir o analfabetismo à medida que essa população mais velha for morrendo, porque atualmente há mais crianças na escola. Basta olhar os percentuais por faixa etária para comparar isso”, avalia a pesquisadora do IBGE, Marina Aguas. Os dados mostram que, se entre a população de 15 anos ou mais a taxa de analfabetismo é de 7,2%, na faixa etária de 60 anos ou mais esse índice é quase três vezes maior e alcança 20,4%. Há diferenças também entre as regiões do país. O Nordeste é a área com maior taxa de analfabetismo de todo Brasil: 14,8%. O menor índice é registrado na região Sul, que apresenta percentual de analfabetismo de 3,6%. Somente as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste conseguiram alcançar a meta intermediária fixada pelo PNE (Plano Nacional de Educação). Fonte: oglobo – brasil ainda tem 118 milhões de analfabetos segundo ibge Texto 2 Fonte: Nani A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para superar o analfabetismo no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira O histórico desafio de se valorizar o professor Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet

Texto 1 “Fazer o bem sem olhar a quem”: essa é a proposta de trabalho das cooperativas. Ainda pouco conhecido, o cooperativismo pode ser um meio eficaz para beneficiar a sociedade em relação à coletividade e ao meio ambiente. Diante disso, percebe-se que o objetivo maior não é o movimento do capital, mas o bem-estar de todos, com a junção do social para transformar o mundo em um lugar melhor, mais saudável, confortável, protocooperativo e humano. Para Karl Marx, pensador alemão do século 19, que difundiu ao mundo diversas ideias socialistas, o cooperativismo entre os cidadãos é uma das maiores formas de desenvolver a sociedade. No entanto, no Brasil, ele é encontrado em poucos números de cooperativas, assim como a divulgação nas mídias sociais não é priorizada. Com isso, percebemos que boas atitudes ainda não recebem o devido valor, o que dificulta a ampliação desse trabalho e um maior resultado de sua ação. Este que é muito positivo, principalmente para um país em crise. Faz-se necessário, dessa forma, que bons exemplos sejam divulgados para que mais pessoas sejam motivadas a participar e contribuir para a melhora, seja de uma comunidade, seja de alguma agricultura, por exemplo, pois agir é um dos passos mais importantes para que a transformação comece a acontecer, porque a maioria dos indivíduos apenas dizem ter vontade de fazer algo positivo. Fonte: https://meu-cantinho2014.blogspot.com/2016/03/cooperativismo-como-alternativa-social.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Cooperativismo como alternativa social. Confira mais temas: Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível? Tema de redação: Energia e Sustentabilidade
Oi, pessoal. tudo bem? Hoje decidimos trazer mais algumas dicas para redação do ENEM que podem ajudar a conseguir uma ótima nota. O tema da vez são os recursos argumentativos. E aí você me pergunta: mas o que é uma argumentação? Uma argumentação é uma manifestação linguística, com enunciados que se relacionam uns com os outros e incluem uma afirmação capaz de levar a uma conclusão. Não entendeu nada? Vamos ver, por exemplo, o que se espera na redação do ENEM em relação a isso. O participante deve ser capaz de: Ou seja, você deve fazer seu leitor refletir, tentar convencê-lo de que o que você está falando faz sentido. Você sempre deve buscar a persuasão e o convencimento. Tá certo, mas vamos então para o que interessa? Veja os recursos argumentativos que você pode utilizar 1. Argumento de autoridade Para utilizar este recurso você pode fazer citações de personalidades reconhecidas e relacioná-las com o tema. Com isso, seu texto terá mais credibilidade, pois se baseia na opinião de um especialista. Mas, lembre-se: a citação deve estar relacionada com o tema! Não adianta nada trazer um pensador famoso, que está falando sobre um tema completamente diferente daquele pedido pela banca. 2. Argumento de consenso Neste caso, você se baseia em ideias e valores aceitos como verdadeiros na sociedade, por um grupo social. É importante destacar que, neste caso, as ideias se assemelham a evidências do discurso científico. Aqui você não precisa trazer provas sobre o que está dizendo. Por exemplo, se você estiver falando sobre educação, e disser que “deve-se investir em educação para que haja desenvolvimento do país”, estará utilizando um argumento de consenso. 3. Argumento de provas concretas Aqui você deve apresentar dados concretos para comprovar a sua tese (lembra que já escrevemos sobre tese aqui?). Os dados podem ser retirados de órgãos oficiais, levantamentos estatísticos, relatórios e pesquisas. Lembre sempre de trazer uma fonte confiável. 4. Argumentação lógica Se baseia em operações de raciocínio lógico, como implicações de causa e consequência. 5. Exemplos Para defender seu argumento você pode trazer exemplos que te ajudem nisso. Mas, evite a colocação excessiva de exemplos. Um para cada argumento já está bom, ok? É importante não perder o viés argumentativo. E agora, entendeu tudinho? É importante que você utilize diversos recursos argumentativos em um mesmo texto. Inserir apenas recursos de consenso, por exemplo, não vai te ajudar a construir uma argumentação rica. Tente intercalar os recursos. Depois das dicas você ficou animado pra escrever? Então essa é a hora de conhecer nossos planos e começar a praticar! Leia mais: 5 dicas para uma boa argumentação Receita infalível pra se dar bem na redação do ENEM nesse ano Como sair do senso comum? Por que eu não consigo tirar 1000 na redação do Enem?

Texto 1: O ano começou com uma boa notícia para os professores da educação básica. Um aumento de 6,81% na chamada Lei do Piso (LP), bem acima da inflação de 2,8% estimada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Com isso, o piso salarial de um professor no Brasil passa de R$ 2.298,80 para R$ 2.455,35. Desde a implantação da LP, estados e municípios têm feito uso dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A Lei do Piso e o Fundeb são, sem dúvida, dois instrumentos importantes para o atingimento da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece equiparar o rendimento médio dos profissionais do magistério das redes públicas àquele dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do 6º ano da vigência deste PNE, ou seja, 2020. Fonte: isto é – valorização do professor Texto 2: Fonte: Latuff Texto 3: Em entrevista ao Centro de Referências em Educação Integral, a especialista destaca aspectos ligados à temática e convoca a sociedade a intervir nos casos de paralisação. “A educação não é uma questão de professores e estudantes, apenas, é social. A sociedade não pode aceitar que o Estado não negocie com os professores, permitindo assim greves extremamente longas. É preciso que se mobilize para o cumprimento do direito à educação a toda a população e que exija das autoridades competentes condições salariais e de trabalho adequadas aos profissionais da educação”, atesta, reforçando os prejuízos desses episódios, que vão para além de uma única categoria. Fonte: educação integral – para especialista busca pela valorização docente deve ser uma pauta de toda sociedade Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: O histórico desafio de se valorizar o professor. Confira mais temas: Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil Tema de Redação: Fake News no Cenário Político Mundial Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental

Vai fazer o Enem neste ano? Já tá cansado de ir mal na redação? É a milésima vez que vai fazer o Enem? Ou, então, é seu primeiro Enem e você NEM SABE POR ONDE COMEÇAR A ESCREVER A REDAÇÃO? Então este texto é pra você! Venha ver Receita infalível pra se dar bem na redação do ENEM nesse ano! Assim como você, todos os alunos querem se dar bem na redação, né? E sabe o que vai te diferenciar de todo o resto? O seu conhecimento! Antes de mais nada, é preciso ter em mente algumas informações importantes. Vamos a elas? 1. Precisa ler o edital e entender o que o Enem espera de você na hora de produzir o seu texto; 2. Leia também o manual do aluno e conheça os aspectos do seu texto que serão avaliados. Assim, você estará, em teoria, preparado para começar a escrever; 3. Procure temas das redações de ENEMs anteriores, para se familiarizar com o estilo da prova. Tudo bem, feito! E depois, é pra fazer o quê? Agora chegou a parte mais complicada: a hora de colocar em prática as informações. E sabe como fazer isso? Você precisa praticar, espertão (como o nome já diz)! Mas, pra iniciar essa prática, nós podemos te ajudar nisso! Vamos, então, aos passos mais importantes na hora de se preparar pra redação do ENEM. Confira a nossa receita infalível para você acertar na redação do Enem 1. Planeje o seu texto! Este é o momento de planejar a sua redação! Depois de escolher um tema, em um rascunho, anote, pontualmente, os tópicos que serão desenvolvidos em cada parte do seu texto – introdução, desenvolvimento e conclusão. Isso mesmo, você precisa fazer um “esqueleto”, um esquema ou sei lá, escolhe um nome aí pra isso. A questão é: você precisa planejar o que vai ser desenvolvido. Então, você vai precisar escolher um tema, decidir qual vai ser o seu posicionamento e planejar os argumentos que vão te ajudar. 2. Está na hora de escrever! Vamos para a escrita da redação! Siga o esquema que você criou e vá desenvolvendo os parágrafos, sempre lembrando de manter uma clara organização. Neste momento você precisa lembrar que na introdução deve haver uma tese clara, que a argumentação deve ser consistente, a partir de repertório sociocultural produtivo e trazer excelente domínio da tipologia. 3. Receba feedback! Essa é fácil: pra você melhorar, não basta ir escrevendo mil textos e deixa-los guardados. É preciso mostrar ao mundo do que você é capaz! Ou seja: você deve mostrar seu texto para alguém capacitado, para que esta pessoa avalie seus conhecimentos e, principalmente, mostre quais aspectos precisam ser melhorados (nós podemos te ajudar nisso hehe). 4. Reescreva seu texto! Ninguém disse que essa tarefa seria fácil, amiguinho! Depois de receber o feedback, você precisa reescrever o texto, levando em consideração os apontamentos e melhorando os aspectos nos quais você se saiu mal. E envie, novamente, a redação para correção! Prontinho! Depois disso, é só reiniciar o ciclo, sempre tendo em mente as dicas sobre os textos anteriores. O ideal é que você escreva sobre os diversos temas que podem cair no Enem (a gente já postou vários aqui no blog). Conseguiu “pegar” a nossa receitinha para o sucesso? Ela é bem simples: exige preparação, e preparação exige prática! Tem gente que chega no dia da prova sem saber, por exemplo, quais são as competências avaliadas no texto. Mas não é o seu caso, né? Você já vai chegar lá preparado, depois de seguir todas as nossas dicas! Nós sabemos que nem sempre é fácil se sentir estimulado para escrever, principalmente pra quem tem dificuldades neste aspecto. Porém, é a prática que vai te ajudar a melhorar, então, não há outro segredo! Quando bater o desespero, você precisa lembrar que nenhum sucesso vem sem esforço. Então, quando estiver desanimado, se imagine tomando uns bons drinks em uma praia paradisíaca, depois de ter conquistado o trabalho dos seus sonhos. Aí, pare de imaginar e vá escrever! Entre em nosso site e veja os planos que podem te ajudar! O que achou de nosso texto sobre a Receita infalível pra se dar bem na redação do ENEM nesse ano? Leia mais: Dicas de como estudar sozinho para o ENEM Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem Escolha profissional: 5 dicas importantes para o seu futuro

O tema de redação “Desafios para superar a homofobia no Brasil” aborda uma questão social e humanitária de extrema importância. A homofobia é caracterizada pela aversão, discriminação e violência contra pessoas por conta de sua orientação sexual ou identidade de gênero. No Brasil, a luta contra a homofobia é uma batalha constante, uma vez que a população LGBTQ+ ainda enfrenta inúmeros desafios para alcançar a igualdade de direitos e uma convivência livre de preconceitos. Confira abaixo textos motivadores sobre o assunto: Texto 1 Para conscientizar a sociedade sobre a necessidade de combater o preconceito contra a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a Rede Trans e o Grupo Gay da Bahia divulgaram dados estarrecedores. Só nos primeiros quatro primeiros meses deste ano, 53 transgêneros foram mortos no Brasil – um aumento de 18% em relação ao ano passado. Transgêneros são as pessoas que se identificam com o sexo oposto ao atribuído no nascimento. Os dados jogam luz sobre a intolerância contra a comunidade LGBT no país. Segundo o Grupo Gay da Bahia, no ano passado foram registrados 343 assassinatos de gays, travestis e lésbicas, vítimas de agressões físicas. Isso significa que a cada 25 horas uma pessoa com uma dessas orientações sexuais é morta. É o maior índice desde que o grupo começou a fazer este levantamento, em 1979. A organização também aponta que o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Fonte: guia do estudante – o combate a homofobia no brasil e no mundo Texto 2 Fonte: Laerte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para superar a homofobia no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Agora que você já leu os textos motivadores sobre o tema de redação “Desafios para superar a homofobia no Brasil”, não esqueça de escrever a sua redação para estar preparado para o Enem!

Olá, pessoal! Trouxemos Dicas para redação: O que são Conjunções? Aqui vai uma pergunta capciosa: você sabe usar as conjunções? Da maneira correta? Contribuindo pra um texto redondo, assertivo, organizado e esteticamente interessante? Vamos de Dicas para redação: O que são Conjunções? Sim ou não? Pelo sim ou pelo não, vamos começar do começo. 😉 Confira nesse texto mais uma das nossas dicas para redação do Enem. Bora de Dicas para redação: O que são Conjunções? 1. O que é uma conjunção? Pelo significado da palavra em si, dá pra perceber que conjunção tem alguma coisa a ver com ligação, união, junção e toda a horda de sinônimos. Uma conjunção não varia em gênero ou número e tem como função, dentro de uma frase, ligar orações de mesmo valor gramatical, como termos ou as orações em si. Não entendeu bulhufas? Toma exemplo: Exemplo de conjunção ligando termos iguais (os termos estão em itálico e a conjunção está em negrito): Você não gosta de Doritos de queijo Nacho e de guacamole. Exemplo de conjunção ligando orações em si (as orações estão em itálico e a conjunção está em negrito): Tirei 400 na redação e chorei muito. 2. Quais são as conjunções? Estas queridas são classificadas em dois tipos: coordenativas e subordinadas. Tá lendo essas palavras compridinhas e tendo arrepios na espinha lembrando do ensino médio? Pois é, chuchu. As conjunções são essenciais para a construção de uma boa redação, já que dentro delas moram grande parte dos preciosos conectivos (dizemos “grande parte” porque são advérbios e pronomes). Entender sua função e funcionamento é, talvez, o que você está precisando pra tirar, de vez, 200 na competência 4 da redação do Enem. Não sabe que competência é essa? Vixe. Clica aqui. Vamos, enfim, às conjunções: a) Coordenativas Tem a função de ligar duas orações independentes. Essas estão organizadas em cinco tipos (todas com nome autoexplicativo, o que não significa que não vamos explicar pra você): 1. Aditivas – expressam soma, adição. Conjunções: não só… mas também, nem, bem como, não só… como também . Ex.: Ele não só é lindo como também engraçado. 2. Adversativas – expressam oposição, adversidades. Conjunções: no entanto, todavia, não obstante, mas, porém, contudo, entretanto, Ex.: Não foram hexa, todavia deixaram o Brasil todo orgulhoso com seu desempenho. Não era ator, contudo caía com a destreza de um gato. 3. Alternativas – simbolizam escolha de pensamentos Conjunções: ou, ou… ou, ora… ora, já… já, quer… quer, seja… seja. Ex.: Ou você vai ou você fica. Ele faz um drama gigante, seja por dinheiro seja por amor. 4. Conclusivas – exprimem conclusão de pensamento. Conjunções: logo, portanto, por isso, pois, por conseguinte, assim. Ex.: Chorei bastante, portanto consegui um bom desconto. Não precisamos nem dizer que as conjunções coordenadas conclusivas são essenciais na sua conclusão, certo? 5. Explicativas – exprimem razão e motivo. Conjunções: que, porque, pois, porquanto, por conseguinte, assim. Ex.: Coma vegetais, porque é importante! b) Subordinativas As conjunções subordinativas têm a função de ligar duas orações que são subordinadas uma à outra, ou seja, que dependem uma da outra para expressar uma ideia completa. Destas, há dez tipos: 1. Integrantes Servem como a introdução de uma oração que vai completar o sentido da outra. Conjunções: que, se. Ex.: Quero que você compre um x-bacon agora pra mim. 2. Causais – introduzem orações que dão ideia de causa. Conjunções: que, porque, como, pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que. Ex.: Como fingi que estava doente, não pude ir à aula. 3. Comparativas – introduzem orações que dão ideia de comparação Conjunções: como, qual, que, do que (depois de mais, menos, maior, menor, melhor e pior). Ex.: Eu sempre fui melhor que você! 4. Concessivas – iniciam orações que indicam contradição. Conjunções: embora, ainda que, mesmo que, se bem que, posto que, por mais que, apesar de que. Ex.: Vou à praia, embora esteja chovendo. 5. Condicionais – dão início a orações que denotam hipóteses ou condições. Conjunções: se, caso, a menos que, contanto que, salvo se, desde que, a não ser que. Ex.: A menos que eu não queria, estarei lá amanhã. Eu te amarei, contanto que você se comporte. 6. Conformativas – iniciam orações que expressam acordo, resolução. Conjunções: como, conforme, segundo, consoante. Ex.: Cada um enriquece conforme trabalha As conjunções subordinadas conformativas são interessantes para fazer citações. 7. Consecutivas – dão o início de orações que indicam uma consequência ou um ato que é consequência de outro. Conjunções: que (precedido de tal, tanto, tão ou tamanho), de modo que, de forma que, de sorte que. Ex.: Ela esperneou tanto que conseguiu o que queria. 8. Temporais – iniciam orações que dão sensação de tempo. Conjunções: quando, mal, assim que, logo que, antes que, depois que, sempre que, desde que. Ex.: Fomos assim que deu vontade. 9. Finais – iniciam orações que exprimem finalidade. Conjunções: porque, a fim de que, para que. Ex.: Pelo amor de deus, sentem logo para que eu possa ver a Beyoncé. 10. Proporcionais – iniciam orações que exprimem concomitância, sequência, sincronia. Conjunções: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto menos, quanto menor, quanto maior, quanto melhor. Ex.: À medida que eu cresço, eu vejo a besteira que fiz. Agora que te mostramos a quantidade de conjunções existentes, quero ver muitos usos conscientes no seu texto, pra que ele fique fluido como água. Deixamos aqui uma tabelinha com todas as conjunções apresentadas acima. Assim, seu repertório de conectivos ficará riquíssimo! De bônus, aqui vai um vídeo da nossa querida Professora Josi sobre a competência 4 – mais uma das nossas dicas para redação do Enem. https://youtu.be/CDCJeSomcBACaso precise de ajuda, fala com a gente! Somos bacanas e corrigimos redação! O que acharam de nosso texto sobre Dicas para redação: O que são Conjunções? Muitas boas energias pra competência 4 e fé no pai que o 200 sai :*

Aqui exploraremos um tema fundamental para o nosso presente e futuro: energia e sustentabilidade. Nos dias atuais, a busca por soluções energéticas limpas e sustentáveis tornou-se uma prioridade global. Diante dos desafios ambientais e da necessidade de preservação dos recursos naturais, entender como a energia pode ser produzida e utilizada de forma responsável é essencial. Confira agora os textos motivadores sobre o tema: Texto 1 sobre energia e sustentabilidade: Uma revolução energética está em curso. Em 2015, pela primeira vez, mais da metade da capacidade de energia gerada em todo mundo foi originada de usinas eólicas e solares, superando a produzida por combustíveis fósseis, hidrelétricas e usinas nucleares. Essas informações constam do Relatório Mundial – Renováveis 2016, divulgado pela rede mundial de políticas em energia renovável – REN21 (www.ren21.net). As usinas solares e eólicas estão competindo com vantagens com as hidrelétricas, por necessitarem de menos investimento, serem construídas muito mais rapidamente do que as grandes barragens e serem muito menos agressivas ao meio ambiente. As usinas hidrelétricas que geram energia renovável predominam no Brasil como fontes geradoras de eletricidade, fato bastante positivo do ponto de vista do aquecimento global mas que, por outro lado, geram significativos impactos negativos ao meio ambiente onde são construídas as barragens, afetando não somente os ecossistemas, a sua fauna e flora, como expulsam indígenas de suas terras ancestrais. Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/colunistas/sustentabilidade-da-geracao-energetica/ Texto 2 sobre energia e sustentabilidade: Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/wp-content/uploads/2013/07/charge1.jpg Texto 3: De volta ao candeeiro e ao carro de boi Que tal dizermos agora aos milhões de brasileiros retirados da pobreza e que recém-ingressaram nas primeiras faixas do consumo que eles podem tudo, menos… consumir energia? Energia elétrica não brota dos roçados nem cai do céu, como a chuva. Precisa ser produzida, e é cara. As opções são poucas: as térmicas alimentadas por petróleo ou carvão, as usinas nucleares e as hidroelétricas, disponíveis em poucos países. O Brasil é um deles e dos mais ricos em recursos hídricos. Mas querem que desse recurso (limpo, renovável e menos caro) abramos mão, como querem que abramos mão da alternativa nuclear, embora sejamos possuidores de uma das maiores reservas de urânio do mundo. Mas saberão os inocentes do Leblon o que faz o governo quando a geração de energia elétrica, no Brasil derivada principalmente das hidroelétricas, não atenda à demanda? Aciona as termelétricas movidas a diesel ou carvão mineral, os termelétricas movidas a diesel ou carvão mineral, os campeões em emissão do CO², aumentando o aquecimento global. Em resumo: lutar contra hidrelétricas e usinas nucleares é defender a fonte fóssil. Não tem saída. Falar nas alternativas eólica ou solar em termos de alternativas para o país (produção em grande escala) é ignorar que essas fontes são ainda caras, tecnologias em desenvolvimento, mesmo pouco eficientes. Hoje, essas fontes geram 1.436 MW e podem chegar, em 2020, a 6.041 MW. Ora, isso representará apenas 3,59% do total de energia de que necessitaremos naquele ano. Basear nessas fontes nosso futuro energético… Voltemos para o candeeiro a azeite e ao carro de boi. Voltemos a nós, pois os ricos já estão comprando apartamentos em Miami. Fonte: AMARAL, Roberto. “De volta ao cadeeiro e ao carro de boi”. In revista CartaCapital. 13/12/2011 (fragmentos). Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Energia e sustentabilidade.