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Você sabe quais são as diferenças entre “onde” e “aonde”? Sabe quando cada um deles deve ser utilizado? Aprenda tudo isso aqui!

Você tem dificuldade de elaborar os meios na proposta de intervenção? Confira algumas dicas e exemplos que preparamos para você! A proposta de intervenção é uma das competências da redação do ENEM que mais gera dúvidas. Afinal, a banca exige alguns elementos específicos para que a proposta seja considerada completa, por exemplo, o meio/modo pelo qual a ação sugerida deverá ser realizada. Esse elemento, quando não é muito bem compreendido pelo(a) participante, gera muita confusão ou mesmo passa despercebido na hora de escrever a redação. Foi pensando nisso que preparamos este post para ajudar você a entender melhor o que são os meios na proposta de intervenção e alguns exemplos que podem ser utilizados. Boa leitura! O que é uma proposta de intervenção? Primeiro, precisamos entender o que é uma proposta de intervenção. Você já deve saber que o tema de redação do Enem sempre trata de uma problemática social, certo? Por isso, a banca avaliadora espera que você apresente medidas para solucionar o problema. Essa é uma exigência do Enem que, conforme a competência 5, deve estar na conclusão da redação. Nesse sentido, você deverá propor uma intervenção, ou seja, sugerir uma iniciativa para solucionar – ou, pelo menos, minimizar – o problema apresentado no tema. Segundo a Cartilha do Inep, a proposta deve estar muito bem articulada aos argumentos que você apresentou no desenvolvimento do texto e apresentar os seguintes elementos: Ação: O QUE deve ser feito para solucionar o problema? Agente: QUEM deve executar a ação? (lembre-se dos GOMIFES) Meio/modo: COMO deve ser feita a ação? Por meio do quê? Efeito/finalidade: PARA QUE essa ação deve ser feita? Detalhamento: que outra informação pode ser acrescentada para detalhar a proposta? (aqui você deve detalhar pelo menos um dos elementos anteriores para que a proposta seja considerada completa) É importante destacar que a banca do Enem exige que você apresente pelo menos uma proposta de intervenção, desde que seja muito bem detalhada e com todos os elementos citados acima. Ao cumprir isso, você garantirá os 200 pontos da competência 5! O que são os meios na proposta de intervenção? O meio/modo na proposta de intervenção se refere à forma que a ação deve ser executada ou ao recurso utilizado para que a ação se concretize. Sendo assim, não basta dizer o que deve ser feito, você precisa especificar o meio pelo qual será realizada a ação. Imagine que você está escrevendo uma redação cujo tema é sobre educação inclusiva no Brasil. Se você sugerir que “a escola (agente) deve promover a inclusão (ação)”, é necessário que você apresente COMO ela deve promover, ou seja, por meio de palestras e atividades culturais, avaliações adaptadas, espaços adequados, entre outras formas. Como elaborar os meios na proposta de intervenção? Um dos maiores erros na hora de elaborar a proposta de intervenção é não apontar, de forma objetiva, o meio/modo de realizar a ação, o que acaba deixando a proposta muito vaga. Para evitar esse deslize, siga as seguintes dicas: Planeje a sua redação: o planejamento prévio da redação conta muito na competência 3 e ajuda você a elaborar uma proposta articulada com os argumentos apresentados ao longo do texto. Pense como o agente escolhido pode se mobilizar: o meio apontado por você deve ser viável para o agente escolhido. Por exemplo, se o seu agente for uma ONG, ela poderá realizar campanhas de conscientização, porém não poderá criar leis. Entendido? Use a expressão “por meio de”: o uso dos elementos coesivos “por meio de” ou “por intermédio” é uma forma de enfatizar o meio na proposta de intervenção e ajudar o próprio corretor a identificá-lo. Então, ao pensar na medida para o problema, pergunte-se sempre: “por meio do quê?” Agora que você já sabe como elaborar o meio/modo na proposta de intervenção, vamos ver alguns exemplos a seguir? Siga a leitura! Exemplos de meios para utilizar na proposta de intervenção Existem várias maneiras de realizar uma ação na sociedade. Na redação do Enem, ela irá depender do agente envolvido e, claro, dos argumentos apresentados no desenvolvimento. Contudo, é possível pensarmos em alguns exemplos de meios/modos que podem ser utilizados em uma proposta. Por exemplo, várias medidas podem ser concretizadas por meio da: criação de uma lei; divulgação em veículos de comunicação; supervisão da legislação vigente; contratação de profissionais capacitados; elaboração de projetos pedagógicos acerca do tema em questão. Viu como é fácil? Para facilitar o entendimento, veja a seguir alguns exemplos de propostas de intervenção extraídas de redações que tiraram nota máxima nas edições anteriores do Enem. Tema: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet” A proposta de intervenção abaixo é de uma redação nota mil sobre o tema do Enem 2018: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Observe o elemento “por meio de” em destaque: Portanto, fica evidente a necessidade de combater o uso de informações pessoais por empresas de tecnologia. Para tanto, é dever do Poder Legislativo (agente) aplicar medidas de caráter punitivo às companhias que utilizarem dados privados para a filtragem de conteúdos em suas redes (ação). Isso seria efetivado por meio da criação de uma legislação específica e da formação de uma comissão parlamentar (meio), que avaliará as situações do uso indevido de informações pessoais. Essa proposta tem por finalidade evitar a manipulação comportamental de usuários e, caso aprovada, certamente contribuirá para otimizar a experiência dos brasileiros na internet (finalidade). (Luisa Sousa Lima Leite) Veja que os meios propostos foram “a criação de uma legislação específica” e a “formação de uma comissão parlamentar”. Esses meios estão devidamente relacionados com o agente escolhido para solucionar o problema – o Poder Legislativo. Vamos ver mais um exemplo? Tema: “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” A proposta de intervenção abaixo foi retirada de uma redação nota mil sobre o tema “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” do Enem 2019. Observe: Portanto, cabe ao Governo (agente) investir em

Conjunções para redação: quais são e como utilizá-las corretamente. Você sabe usar conjunções para redação da maneira correta? As conjunções estão constantemente presentes no nosso vocabulário e nas produções textuais; são elas que deixam nosso texto assertivo, organizado e mais atraente ao leitor. Por outro lado, muitas pessoas ainda não sabem como e onde utilizá-las. Quem conhece todas as categorias de conjunções consegue aproveitar o campo semântico a favor de uma redação mais assertiva e agradável. Pensando nisso, elaboramos uma publicação com todas as informações importantes sobre conjunção para você aprimorar seu conhecimento no assunto. Antes de discorrer sobre o tema, precisamos entender quais são as categorias e subcategorias das conjunções, junto aos seus significados. Começando com uma breve explicação do que é conjunção. Afinal, o que é uma conjunção? Conjunção é o nome dado às palavras de ligação entre uma oração e outra, com o mesmo valor gramatical. As conjunções não variam de gênero ou número e possuem valores diferentes; algumas significam adição (e, bem como, como também), outras conclusão (logo, portanto, assim), e por aí vai. Quer um exemplo? Então vamos lá: “Eu gosto de cachoeira e de acampar ao ar livre”. Neste caso, o “e” possui sentido de adição, ligando duas orações com dois termos comuns: “cachoeira” e “acampar ao ar livre”. Essa e outras conjunções são essenciais para construir uma boa redação e, por isso, devemos estar atentos aos seus significados e aplicações. Confira nossa publicação com dicas para fazer uma boa redação para o ENEM“ Quais os tipos de conjunções? As conjunções são divididas entre coordenativas e subordinativas e cada uma possui suas próprias subcategorias de conjunções: Conjunções Coordenativas Em poucas palavras, as conjunções coordenativas são aquelas que ligam duas orações independentes. Além disso, as conjunções coordenativas são subdivididas em outras 5 diferentes: 1. Aditivas São aquelas que expressam soma e adição à frase, como em: “Ele não só é lindo como também engraçado”. 2. Adversativas Expressam oposição e adversidade à frase, como em: “Não foram hexa, todavia, deixaram o Brasil todo orgulhoso com seu desempenho”; “Não era ator, contudo, caía com a destreza de um gato.” 3. Alternativas Simbolizam a escolha de pensamentos; por exemplo: “Ou você vai ou você fica”; “Ele faz um drama gigante, seja por dinheiro, seja por amor”. 4. Explicativas Exprimem razão e motivo, geralmente antecedidas por uma vírgula: “Coma vegetais, porque é importante!”; “Leve um casaco, pois vai chover” 5. Conclusivas Exprimem conclusão de pensamento: “Chorei bastante, portanto consegui um bom desconto”; “Estou passando mal, por isso não vou à escola” Conjunções Subordinativas As conjunções subordinativas, por sua vez, são aquelas que ligam duas orações dependentes entre si, como o próprio nome sugere. Dentre as conjunções subordinativas, há 10 subdivisões: 1. Integrantes Servem como a introdução de uma oração que vai completar o sentido da outra: “Quero que você compre um x-bacon agora para mim”; “A verdade é que estou com fome.”; “Não sei se vou hoje.” 2. Causais Introduzem orações que dão ideia de causa: “Como fingi que estava doente, não pude ir à aula.”; “A grama está molhada porque choveu.” 3. Comparativas Introduzem orações que dão ideia de comparação: “Eu sempre fui melhor que você!”; “Ele é tão bonito quanto você!” 4. Concessivas Iniciam orações que indicam contradição: “Vou à praia, embora esteja chovendo.”; “Estou com frio, mas vou assim mesmo.” 5. Condicionais Dão início a orações que denotam hipóteses ou condições: “A menos que eu não queira, estarei lá amanhã.”; “Eu te amarei, contanto que você se comporte.” 6. Conformativas Iniciam orações que expressam acordo, resolução: “Cada um enriquece conforme trabalha.”; “Fiz a atividade conforme a professora orientou.” Dica: As conjunções subordinadas conformativas são interessantes para fazer citações. 7. Consecutivas Dão o início de orações que indicam uma consequência ou um ato que é consequência de outro: “Ela esperneou tanto que conseguiu o que queria.”; “O bolo estava tão gostoso que comi tudo!” 8. Temporais Iniciam orações que dão sensação de tempo: “Fomos assim que deu vontade.”; “Melhor irmos antes que chova.” 9. Finais Iniciam orações que exprimem finalidade: “Pelo amor de deus, sentem logo para que eu possa ver a Beyoncé!” 10. Proporcionais Iniciam orações que exprimem concomitância, sequência, sincronia: “À medida que eu cresço, eu vejo a besteira que fiz.” Como utilizar as conjunções para redação? Agora que você conheceu todas as conjunções subordinativas e coordenativas, é o momento de saber como utilizá-las da maneira certa em sua redação. Para não ter erro, você deverá entender o sentido da sua frase, entender se as orações dependem uma da outra e de que forma dependem. Calma, vou explicar: “A verdade é…” é uma oração subordinada a outra, ou seja, depende de outra para ter sentido. Sua dependência é de complemento, integração, portanto, trata-se de uma oração subordinada integrante. Com isso, você só precisa encontrar a conjunção correta para que sua frase faça sentido. As conjunções integrantes são que e se, neste caso ficaria: “A verdade é que estou faminta!”. Muitas palavras podem ter sentidos diferentes, é o caso da conjunção “que”, que possui diferentes significados. Só nessa publicação descobrimos que o “que” pode ter o sentido de complemento, finalidade, consequência, comparação, causa e por aí vai. É necessário ter total controle do que está sendo dito na sua produção para que os sentidos sejam completos, sem que haja abertura para mais de uma interpretação. E aí, gostou das nossas dicas? Essas são as conjunções presentes na língua portuguesa. Apesar de serem muitas, com um bom entendimento sobre elas você ficará craque! Uma dica extra é experimentar e praticar sempre que possível: esse é o segredo para uma boa produção textual. Aproveite e confira também nosso post sobre “As palavras que você deve evitar (ao máximo!) na sua redação“.

As expressões a priori e a posteriori têm sido muito usadas como conectivos. Mas será que esse uso está correto? Acompanhe este post e entenda! Uma das maiores dúvidas em relação à redação do ENEM 2021 é se a banca avaliadora permite utilizar os termos a priori e a posteriori como conectivos. Se você chegou até aqui, acredito que também tem essa dúvida, certo? É verdade que esses termos têm sido muito utilizados pelos vestibulandos e até mesmo por veículos de comunicação como marcadores de tempo. No entanto, basta resgatarmos os significados dessas expressões para entendermos que elas não são sinônimos de “antes” e “depois”, ou “em primeiro lugar” e “em segundo lugar” como costumam ser usadas. Foi pensando nisso que preparamos este post para você aprender como usar adequadamente as expressões a priori e a posteriori e não cometer mais erros na redação. Boa leitura! O que significa a priori e a posteriori? Para usarmos qualquer palavra de forma correta é necessário primeiro entendermos o seu significado. Ambas as expressões são de origem latina e costumam ser usadas no campo da filosofia. Vejamos, a seguir, o significado de a priori de acordo com o dicionário Michaelis: Locução adjetiva: 1 Diz-se de conhecimento, raciocínio, método etc. que tem origem na estrutura inata do indivíduo; que independe da experiência. 2 Diz-se de saber, demonstração, conclusão etc. que explica um fenômeno, indicando sua causa. 3 Que se pressupõe, sem análise ou observação. Locução adverbial: 1 Por dedução, partindo de elementos previamente estabelecidos. 2 De maneira intuitiva; intuitivamente. Em outras palavras, a priori se refere a um conhecimento provisório e intuitivo, ou seja, que ainda não possui uma certeza. Sendo assim, o seu uso correto seria: “As conclusões, a priori, foram tiradas antes de analisar a fundo a realidade brasileira.” Vejamos agora o significado de a posteriori, ainda segundo o dicionário Michaelis: Locução adjetiva: 1 Diz-se de argumento, conhecimento, raciocínio etc. que deriva da experiência ou que dela depende. 2 Diz-se de demonstração que procede dos efeitos às causas, que nos leva a conhecer as causas pelas quais o efeito tem existência. Locução adverbial: Que ocorre posteriormente à observação de dados empíricos; por indução. Em síntese, a posteriori se refere a um conhecimento que é obtido depois da experiência e observação. Um exemplo de uso correto seria: “A pesquisa, a posteriori, afirma os efeitos negativos da evasão escolar no Brasil. No exemplo acima, você pode ver que a palavra a posteriori não foi usada no sentido de “depois” e sim para se referir a um saber adquirido pela experiência. Mas, afinal, esses termos podem ser usados como conectivos? É o que veremos a seguir. Pode usar a priori e a posteriori como conectivos? Se você é uma pessoa atenta aos critérios de avaliação do ENEM, já deve saber que os elementos conectivos são essenciais para manter a coesão textual, certo? Os conectivos nada mais são do que elementos coesivos que dão um sentido à sua redação e, como já falamos aqui, existem conectivos para diferentes funções: introdução, conclusão, explicação, comparação, oposição etc. As expressões a priori e a posteriori, por exemplo, passaram a ser muito utilizadas como conectivos de introdução/relevância. Contudo, como vimos no tópico anterior, essas expressões latinas não possuem função de conectivos e, por isso, você não deve utilizá-las na redação para essa finalidade. Além disso, o ENEM espera que você priorize as palavras e expressões próprias da língua portuguesa. Nesse sentido, como a posteriori e a priori são expressões latinas, não é indicado usá-las. Prefira os seguintes conectivos de introdução/relevância: Agora, vamos ver um exemplo que caracteriza o uso incorreto da expressão a priori como conectivo? Observe a frase a seguir extraída de uma redação: “A priori, o Brasil está em uma posição tardia em relação às políticas públicas […]”. Observe que a priori foi utilizada como um conectivo de introdução/relevância, no sentido de “em primeiro lugar” ou “primeiramente”. O correto, então, seria: “Em primeiro lugar, o Brasil está em uma posição tardia em relação às políticas públicas […]”. Agora, a frase faz mais sentido, não é mesmo? Apesar da expressão “em primeiro lugar” ser considerada um conectivo, é importante que você não confunda com um conectivo interparágrafo – ou operador argumentativo – avaliado na competência 4. Lembre-se de que um conectivo interparágrafo deve se referir a uma ideia exposta anteriormente e “em primeiro lugar” não retoma algo que foi dito. O mesmo vale para o conectivo “primeiramente”, cuja função é iniciar uma ideia e não argumentar o que foi exposto antes. Anotado? Para finalizar, na Cartilha do Participante do ENEM 2020, o Inep ressalta a importância de utilizar os elementos coesivos de forma que façam sentido e não apenas para rebuscar o texto. De acordo com o Inep, “Uma boa coesão não depende da mera presença de conectivos no texto – é preciso que esses recursos estabeleçam relações lógicas adequadas entre as ideias apresentadas.” Então, o nosso recado é: estude os significados dos conectivos e palavras e use com sabedoria. Tenha em mente que você até pode utilizar a priori e a posteriori, desde que seja no sentido correto e com moderação. Se você quer ampliar os seus estudos sobre conectivos, a professora Chay, aqui da Redação Online, preparou um vídeo muito legal sobre conectivos interparágrafos. Assista: Quer conhecer a nossa plataforma de correção de redações? 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Já pensou perder pontos na redação do ENEM porque você não se expressou direito, usou uma palavra ou expressão inadequada? Pois é, isso acontece muito. Mas calma! Estamos aqui para te ajudar! Na redação do ENEM, além da banca avaliar se você possui um bom repertório e argumentos consistentes, ela também analisa o seu vocabulário e se você domina a modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Por isso, é importante que você cuide com as palavras. Foi pensando nisso que selecionamos as principais palavras para evitar na redação do ENEM. Confira a seguir! Palavras difíceis Quando falamos que você deve dominar a escrita formal, não significa que você deve escrever difícil, ok? Muitos candidatos usam palavras rebuscadas para impressionar a banca avaliadora, como “hodiernamente” ou “idiossincrasia”. Mas vai por mim, não caia nessa! Na maioria das vezes, o candidato usa uma palavra rebuscada sem saber o seu real significado e ela acaba não fazendo sentido no contexto da redação. Um erro assim, segundo a competência 1, caracteriza-se como um desvio de escolha vocabular. Um caso comum relacionado a esse desvio, segundo o Inep, é quando o candidato escreve uma palavra inexistente derivada de outra que já existe, por exemplo, “registramento” (criada a partir do verbo “registrar”). Evite também o uso de mesóclise, como “vê-lo-ei”. Afinal, cá entre nós, quem utiliza essa colocação pronominal hoje? Opte por palavras que fazem parte do seu dia a dia. Sem floreios! Quanto mais simplicidade e clareza melhor. Combinado? Gírias, interjeições e internetês A segunda dica é: evite gírias, interjeições e “internetês”. Na competência 1, os desvios de informalidade/marca de oralidade também são avaliados. Isso quer dizer que você deve evitar expressões coloquiais e vícios de linguagem, por exemplo: Da mesma forma que você deve evitar interjeições (como “ah”, “poxa”, “hein” e “putz”) e o “internetês”, que se refere à linguagem utilizada na internet, por exemplo, “vc”, “tbm” e “pq”. Então, já entendeu né? Nada de exagerar no formalismo e, muito menos, escrever como se fala! Reduções e abreviaturas Além das expressões informais citadas anteriormente, evite também o uso de reduções e abreviaturas. Esse uso é muito presente na nossa fala e caracteriza uma marca de oralidade. O Inep cita como exemplo algumas reduções comuns, como “tá” e “tão” (que derivam do verbo “estar”). Neste caso, o correto seria utilizar as formas “está” e “estão”, respectivamente. Outros exemplos de reduções são “pra” (para) e “pros” (para os). No caso de abreviaturas, evite o uso de “p/” (no lugar de “para”) ou “c/” (no lugar de “com”). Diminutivos e aumentativos O uso de diminutivos e aumentativos, segundo a competência 1, também entra na lista das palavras que você deve evitar na redação. Por exemplo, “pouquinho” e “muitão”. Estrangeirismos Por conta da globalização, alguns termos estrangeiros – principalmente da língua inglesa – passaram a ser usados com mais frequência entre os falantes brasileiros. Porém, não esqueça que a redação do ENEM avalia o domínio da Língua Portuguesa. Por isso, é necessário que você utilize palavras que são próprias da nossa língua. Muitas vezes, fazemos uso da língua inglesa para uma palavra que até mesmo já existe em português. Como é o caso de e-commerce ou hot dog, por exemplo. Para estes casos, prefira “comércio eletrônico” e “cachorro quente”. Claro, se uma palavra estrangeira for realmente necessária para o contexto do tema proposto você pode utilizá-la. Digamos que você esteja escrevendo uma redação cujo tema se relacione com o home office. Embora você possa utilizar o termo “trabalho remoto”, ou “trabalho em casa” em português, sabemos que o termo home office nos últimos anos tem se tornado mais comum. Enfim, avalie sempre o alcance da palavra. Na dúvida, opte por palavras da nossa língua que não vai ter erro! Palavrões Nunca escreva palavrões ou palavras de baixo calão na redação do ENEM. Isso pode zerar a sua redação! As palavras de “baixo calão” – ou impropérios – são aquelas consideradas ofensivas e grosseiras em qualquer situação. De acordo com o manual do Inep sobre situações que levam à nota zero, por mais que a sua intenção não seja ofender alguém, o uso dessas palavras pode caracterizar “parte desconectada” do texto e zerar a redação. Então, evite-as sempre. Expressões e frases prontas Por fim, evite os clichês! Certamente, você já viu na internet um conteúdo, ou mesmo um especialista em redação, indicando frases prontas e expressões que servem para “qualquer tema”. São frases como estas: Essas frases citadas acima são muito batidas e podem ser vistas como um vício de linguagem. Afinal, quem nunca iniciou uma redação com essas frases? Quanto às expressões prontas costumam reforçar um senso comum ou generalizar uma determinada ideia. Veja alguns exemplos: Essas formas de construção na maioria das vezes expressam uma ideia vazia e podem tirar seus pontos na competência que avalia o repertório. Veja, já sabemos que “a sociedade precisa se conscientizar”. A questão é: mas COMO? Além dessas expressões, como já comentamos neste post, algumas citações de filósofos também já viraram clichês. Sabe aquela citação famosa do Durkheim ou do Bauman? Avalie se ela realmente faz sentido para o contexto do tema. Ao elaborar uma redação do ENEM, você precisa apresentar argumentos e soluções para o problema. Neste momento, é muito importante que os repertórios façam sentido. Então, não se prenda às receitas prontas. Leia bastante, fique por dentro das atualidades e pratique a escrita. Assim, você evita escrever o mais do mesmo e ainda garante aquele notão! E aí, gostou do post de hoje? Agora que você conhece as palavras para evitar na redação do ENEM, que tal conferir outras dicas sobre o que não fazer na redação? Confira agora!
Quer saber o que é a sintaxe e por que você deve estudá-la para Enem, vestibulares ou concursos? Confira este artigo! Muitos alunos ficam desesperados quando, mesmo não cometendo erros de acentuação, ortografia, pontuação, etc., não recebem o desejado nível 5 na competência 1. Isso porque, além dos desvios, esse critério avalia também a sintaxe da sua redação, que, por muitos, é considerada um bicho de sete cabeças. Afinal, o que é sintaxe? Sintaxe é o estudo da oração. Por meio dela, classificamos a função sintática que uma determinada palavra tem em um contexto específico. Por conta disso, a decoreba não vai lhe ajudar quando se trata do estudo da sintaxe, pois uma mesma palavra pode, em uma oração, ser classificada como sujeito e, em outra, como objeto, por exemplo. Vamos a um exemplo bem simples: Na oração A, a palavra “café” ocupa a função sintática de sujeito. Já na oração B, ela é um objeto direito. Outro ponto importante, então, é não confundir morfologia e sintaxe. A morfologia estuda a formação, a estrutura e a classificação das palavras. É ela quem separa os termos em classe: substantivo, verbo, adjetivo, pronome, artigo, numeral, preposição, conjunção, interjeição e advérbio. Quando você compreende que gramática não é tudo uma coisa só, afinal, existem subáreas nela, o estudo fica mais fácil. Do contrário, a chance de ficar confuso porque uma questão de prova chama a palavra “café” de sujeito (sintaxe) e outra chama de substantivo (morfologia) é bem grande. Por que estudar sintaxe? Você tem problemas ao usar a vírgula e passou a vida inteira ouvindo que ela serve para fazermos uma pausa? Lamentamos informar, mas você foi enganado. Ok, fazemos, sim, uma pausa quando nos deparamos com o sinal gráfico “,”, mas a razão de ele existir em determinados contextos e ser proibido ou facultativo em outros é a sintaxe, e não a nossa necessidade de pausar a leitura. Quem nunca ouviu a frase “não se separa sujeito e predicado com vírgula”? Para quem não tem conhecimento sobre esses dois elementos sintáticos, trata-se de uma informação vazia, não é mesmo? Então, dominar a sintaxe é essencial para fazer bom uso da vírgula. Além disso, estudar o período composto – tanto por subordinação quanto por coordenação – permite que você escreva períodos mais bem elaborados e complexos, o que é uma exigência do ENEM. Como dito anteriormente, ainda que não tenha desvios, uma redação não alcança a nota máxima na competência 1 se não apresentar fluência sintática. Um exemplo claro disso é o fato de um texto em que a maior parte dos parágrafos tem um só período não passar do nível 3 na competência 1. Por fim, não podemos nos esquecer das questões objetivas cobradas em concursos e vestibulares. Ao longo dos anos, muitas provas mudaram a forma com que cobram o conteúdo de gramática, que passou a ser aplicado aos textos e muito mais focado na interpretação deles. No entanto, especialmente nos concursos, algumas bancas ainda prezam pelo modelo mais tradicional de prova, o qual costuma ser muito mais “gramatiqueiro”. Nesses casos, ter conhecimento sobre sintaxe é muito importante. Mas, afinal, como estudar essa área de gramática? Nossa dica é que você comece pela revisão do período simples. Reveja os termos essenciais da oração (sujeito e predicado), os termos integrantes (agente da passiva, complemento nominal e complemento verbal de verbos transitivos – objeto direto e indireto) e os termos acessórios (adjunto adnominal, adjunto verbal, aposto e vocativo). Não se esqueça, é claro, de fazer exercícios de classificação sintática e já aproveita para também resolver questões sobre o uso da vírgula. É preciso lembrar que a Língua Portuguesa tem uma ordem direta, também chamada de ordem natural: sujeito + verbo + complemento + adjunto adverbial. Se tal sequência for “bagunçada”, é preciso sinalizar a mudança com uma vírgula. Estar ciente disso é um passo muito importante para a compreensão desse conteúdo. Agora, você já pode ir mais além: chegou a hora de estudar o período composto. Comece pelas orações coordenadas, que são sintaticamente independentes, e depois estude as orações subordinadas, as quais mantêm uma dependência sintática entre si. Ao compreender isso tudo, será possível esbanjar uma fluência sintática de dar inveja e evitar as justaposições, os períodos longos e os truncamentos. Assim, o nível máximo na competência 1 estará cada vez mais perto. Quer receber as suas redações corrigidas por nossos professores? Acesse nosso site e adquira AGORA o seu plano!

O Exame Nacional do Ensino Médio está chegando e a pergunta que todos precisam fazer a si mesmos é: o que devo estudar nesta reta final de preparação, faltando menos de 100 dias para o ENEM? Ainda estamos em tempos de pandemia e de ensino não presencial, porém, mesmo com as adversidades, o ENEM – tanto o impresso quanto o digital – ocorre nos dias 21 e 28 de novembro. É isso mesmo, faltam menos de 100 dias para o ENEM! Sendo assim, é importante manter o foco nesta reta final e se preparar para a prova de redação, pois ela fará a diferença na nota total dos candidatos. Se você não sabe como manter os estudos nestes últimos meses de preparação, leia abaixo as 6 dicas que trouxemos, direcionadas para o estudo da redação nos próximos 4 meses. 1. Faça uma análise diagnóstica do seu desempenho Antes de qualquer coisa, é importante entender como está o seu desempenho na redação. Assim, escreva um texto e encaminhe para um professor fazer a correção. Após receber a correção, perceba quais são os seus pontos fracos: em quais competências você tem mais dificuldades e quais os desvios mais repetitivos. Além disso, observe a nota final atingida por você nesta redação e qual a nota final que você pretende atingir no Enem, para então saber o quanto você precisa melhorar. 2. Faça exercícios de interpretação de temas e crie caderno de repertórios por eixo temático Já escrevemos, anteriormente, sobre o estudo de redação por eixos temáticos. Para se preparar, é importante que você crie um caderno de repertórios, no qual você irá anotar todos os eixos temáticos e possíveis repertórios para o assunto. Alguns exemplos de eixos temáticos são: educação, meio ambiente e sustentabilidade, segurança, etc. Para cada eixo temático estudado, você pode realizar anotações sobre os repertórios que podem ser utilizados. Guie-se por meio da folha abaixo para otimizar seus estudos: 3. Releia a Cartilha do Participante Para que você saiba como melhorar a sua nota nas 5 competências do Enem é preciso, primeiro, entender o que é cobrado em cada uma das competências. A Cartilha do Participante, sobre a redação do Enem 2020, pode ser encontrada aqui. Ao estudar a cartilha, faça suas próprias anotações sobre cada uma das competências (focando nos aspectos que você precisa melhorar) e também tenha atenção às situações que levam à nota zero. Além disso, aqui no blog nós já publicamos diversas dicas sobre o que é cobrado em cada uma das competências – vale a pena o estudo! Leia os seguintes artigos: Competência 1, Competência 2, Competência 3, Competência 4, Competência 5; 4. Analise redações nota máxima de edições anteriores Muitas pessoas pensam que apenas praticar a escrita de redações é o suficiente para se preparar para o Enem. Porém, ter conhecimento sobre as provas anteriores e também sobre como são as redações que já alcançaram a nota máxima no exame é extremamente importante. Desta forma, é essencial que você tire um tempo para ler as redações que atingiram 1000 nas edições passadas e que faça anotações sobre os aspectos em comuns nesses textos. Como dica extra, veja a nossa postagem analisando a redação nota 1000 do Alan, nosso aluno que atingiu esta nota na edição passada do Enem. Além disso, temos episódios, em nosso podcast Papo Redação, em que também analisamos a redação do Alan e outras redações nota máxima. 5. Foque no planejamento do seu texto Aqui está uma dica importante para otimizar seus estudos: muitos alunos simplesmente “pulam” este passo no momento da escrita. Já escrevemos sobre a importância de planejar a escrita do seu texto, então, vale a pena voltar para aquelas dicas e colocá-las em prática. Para poder se organizar melhor, você pode guiar o seu planejamento seguindo a imagem abaixo: 6. Pratique a escrita de redações Mesmo que faltem menos de 100 dias para o ENEM, você deve continuar focando na escrita e na reescrita de redações. Para isso, é importante que você escreva e encaminhe o seu texto para que ele seja corrigido por um profissional capacitado. Em nossa plataforma, nossos professores estão prontos para avaliar a sua redação e para deixar dicas direcionadas e específicas para que você entenda como pode melhorar a escrita da sua redação. Aqui, o importante não é apenas escrever, mas sim receber feedbacks dos professores e colocar em prática as dicas deixadas. Portanto, até outubro, o ideal é que você escreva 2 redações por semana e, no mês de novembro, escreva um texto a cada semana. Neste último mês o foco precisa ser nos aspectos a serem melhorados. Por isso, escreva uma redação por semana e vá verificando os erros cometidos para buscar corrigi-los. Está pronto para colocar as nossas dicas em prática? Acesse nossa plataforma e comece a enviar seus textos:

É muito importante conhecer a diferença entre ASSUNTO e TEMA se você está se preparando para a redação do ENEM, vestibular ou concurso! Aprenda conosco neste artigo! Entre todas as provas que os estudantes encaram, de olho em uma vaga na universidade ou num concurso, a redação é aquela que mais apreensão causa. E o motivo todo mundo já conhece: não saber se está preparado(a) para escrever sobre o tema de redação. Mas você sabia que muita gente confunde assunto e tema e, por isso, acaba, às vezes, fugindo daquilo que deveria ter tratado no texto? Pois é, por isso, neste post, vamos mostrar para você a diferença entre eles para que isso não seja mais uma coisa para se preocupar. Vamos lá? O que é o assunto de uma redação? Quando procuramos o assunto de uma redação, estamos falando de algo mais amplo, genérico, que pode servir de base para diversos temas. Como assim? Calma! O assunto pode ser algo como cidadania, desigualdade, violência urbana, sustentabilidade. Ou seja, lembra de quando a gente conversou por aqui sobre eixos temáticos? Pois então, eles nada mais são do que ASSUNTOS (gerais) que podem cair na prova. Porém, não tem como sabermos exatamente o recorte que será feito desse assunto. Por exemplo, quando se trata de cidadania, vários desdobramentos podem ser feitos: direito ao aborto, maioridade penal, ações afirmativas, eleições, entre outros. Viu como pra um mesmo assunto podem haver vários caminhos? É por isso que a gente sempre afirma: quanto mais você souber sobre determinado assunto, mais preparado(a) você estará para escrever sobre qualquer tema. Fechou? Como identificar o tema da redação? Agora que você já sabe o que é o assunto, vamos entender como identificar o tema da redação e assim evitar a fuga na hora de escrever o texto. A fuga do tema pode levar a sua nota a zero no Enem e nos vestibulares e concursos. Isso porque compreender o tema demonstra a capacidade de o candidato fazer interpretações corretas dos textos, sejam os motivadores, sejam os próprios enunciados das provas e a frase temática. Nesse sentido, errar o tema é uma tremenda bola fora e pode comprometer todo o seu ano de estudos. No último Enem, quase 1% dos participantes zerou a prova de redação por fuga do tema, maior motivo das notas zero. Pode parecer um número baixo, no entanto, quando vemos o total de provas corrigidas, isso equivale a mais de 27 mil notas zero por fuga do tema. É bastante coisa, não é mesmo? E tudo isso pode ser evitado prestando bastante atenção na frase temática. Resumidamente, podemos dizer que o tema é a ênfase que se quer dar dentro de determinado assunto. Ele, necessariamente, traz uma perspectiva, um olhar (alouuu, também se chama ponto de vista!) sobre determinado assunto. Além disso, ele propiciará uma discussão e uma tomada de posição diante dele – no Enem, a gente chama isso de tese. Vamos ver melhor isso com um exemplo? Diferença entre assunto e tema na prática Um bom jeito de entender a diferença entre assunto e tema da redação é pegar uma frase temática e analisá-la. Vamos usar aqui a do Enem impresso 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Nesse caso, o assunto mais amplo, o geral, está no universo das doenças mentais. Perceba que muita gente levou à discussão para a questão da “saúde mental”, que pode até ter suas aproximações, mas não é o assunto. A menos que você tratasse da ausência de saúde mental, aqui corria-se o risco de fugir do tema, caso o participante não tenha se atentado a isso. Diante do assunto “doenças mentais”, o recorte feito diz respeito ao estigma associado a elas na sociedade brasileira. Veja bem: não se tratava de falar de inclusão de pessoas com doenças mentais, nem de melhores tratamentos indicados para pessoas com esse tipo de enfermidade. Aqui, o foco da discussão estava em como o estigma aparece e como ele afeta as relações na sociedade. Ficou mais claro? Nesse tema específico, era importante saber o significado da palavra estigma, que é, nesse caso, o social, ou seja, uma “marca” que, em geral, demonstra desaprovação diante de determinado comportamento. Por isso é importante ter um bom vocabulário e ler com atenção os textos motivadores que, quase sempre, trazem explicações que ajudam a compreender termos que podem não ser usuais para a maioria dos candidatos. Outro exemplo, e que gerou bastante polêmica na época, tem a ver com o tema de 2017 do Enem: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Naquele ano, o assunto mais amplo dizia respeito à Educação, porém o recorte (ou tema) era bem específico: formação educacional de surdos. No entanto, muita gente “sentou na graxa”, tratando de pessoas com deficiência de um modo geral, sem escrever sobre a questão dos surdos e suas especifidades. Capisce? https://youtu.be/OVmU3jxrIFE Curtiu as dicas sobre assunto e tema? Que tal ir agora à nossa plataforma e escolher um tema para treinar a escrita da redação? Depois, envie o texto para os nossos corretores para eles mandarem aquele feedback dizendo que você tirou 200 pontos na competência II! Até a próxima!

Quer saber quando você deve usar o hífen? Então, este artigo é para você! A dúvida sobre quando usar hífen é uma “pedra no sapato” de muitos estudantes e, depois no Novo Acordo Ortográfico, parece ter ganhado força. Por isso, neste texto, vamos lhe ensinar em quais situações você deve ou não utilizar o sinal gráfico HÍFEN. Vamos começar lhe dizendo quando NÃO usá-lo. Então, pega papel e caneta aí e bora estudar! Quando NÃO usar hífen Exceções: Fique atento às exceções dessa regra: pé-de-meia, cor-de-rosa e palavras que designam espécies animais e botânicas são hifenizadas mesmo tendo elemento de ligação. Atenção: com as palavras iniciadas com R e S, a regra é diferente, como veremos abaixo. Em quais situações devemos, então, usar o hífen? Veja a seguir! Quando usar hífen? Cuidado! Há, na internet, várias ocorrências dessa palavra grafada incorretamente da seguinte forma: interracial. Sempre que você tiver dúvida, use o VOLP – Vocabulário Ortográfico na Língua Portuguesa –, o qual faz parte do site da Academia Brasileira de Letras. O hífen e os advérbios BEM e MAL Depois do Novo Acordo Ortográfico, pouca coisa mudou no que se refere ao uso do hífen com os advérbios BEM e MAL, mas eles continuam gerando dúvidas na hora da escrever. Veja como funciona: BEM: usa-se hífen quando esse advérbio se agrega a outra palavra para formar uma unidade semântica (substantivo ou adjetivo composto). Exemplos: bem-humorado, bem-aventurado, bem-vindo, bem-educado. Depois do Novo Acordo, benfeito“, “benquerer” e “benquerido” passaram a dispensar o uso do hífen. MAL: no caso do advérbio MAL, usa-se hífen quando ele se agrega a outra palavra, iniciada por H ou L, para formar uma unidade semântica (substantivo ou adjetivo composto). Exemplo: mal-educado, mal-estar. Ao formar unidades semânticas com palavras que iniciam com outras letras, o MAL se une sem uso do hífen: maltratado, malgrado, malvisto. O grande desafio é identificar quando BEM e MAL formam, de fato, uma unidade semântica com outra palavra. Veja os exemplos abaixo: Pedro foi bem educado pelos pais. – Aqui, não temos uma unidade semântica. O advérbio BEM atua de forma de separada e cumpre seu papel original de intensificar outro termo. Pedro é um garoto mal-educado. – Juntos, os termos MAL e EDUCADO compõem um adjetivo, logo constituem uma unidade semântica, o que justifica o uso do hífen. https://youtu.be/AB0_YzuMH3c Não é tão difícil, viu? Atente-se à competência 1 da redação ENEM e evite cometer erros ortográficos no seu texto! Agora que você já sabe as regras de uso do hífen, comece a colocá-las em prática nas suas redações. Não se esqueça de nos enviar o seu texto para a gente conferir se você aprendeu tudo direitinho.

Conheça os 10 erros gramaticais mais frequentes e pare agora mesmo de cometê-los. Saiba tudo sobre eles neste post! Embora no dia a dia desvios gramaticais sejam muito comuns e até mesmo aceitáveis, em provas de redação, sejam de concurso ou vestibular, é necessário evitá-las. Isso porque conhecer a norma padrão culta da língua portuguesa é, invariavelmente, pré-requisito desse tipo de processo de seleção. Assim, saber algumas regras gramaticais é fundamental. Porém, há alguns desvios que são mais comuns do que se imagina e acabam quase virando regras (mas daquilo que NÃO se deve fazer). Então, neste post separamos os 10 erros gramaticais que quase todo mundo comete para você ficar atento(a) a eles. 10 erros gramaticais: Afins Se você não está a fim de perder pontos na competência 1 do Enem, por exemplo, precisa saber disto aqui. Muita gente confunde a fim (separado) e afim (junto). Os significados são bem distintos, então o uso de um ou outro muda completamento o sentido da frase – ou mesmo deixa ela sem sentido. Não se esqueça mais: A fim (separado) usa-se sempre quando se fala de finalidade ou desejo (Ela está a fim de tirar 1000 na redação). Afim (junto) usa-se para indicar afinidade, semelhança (Os alunos tiveram ideias afins). 10 erros gramaticais: Onde ou Aonde? Apesar de ambos se referirem a lugar, fique atento(a) para quando é correto usar um ou outro. Aonde será usado sempre que os verbos da oração solicitarem preposição ou quando as orações indicarem movimento (Você quer me levar aonde?). Já “onde” se usa quando nos referimos a um lugar específico; um local onde algo ou alguém está. Hoje em dia, é muito comum as pessoas – inclusive nos meios de comunicação – utilizarem ONDE para qualquer situação, em qualquer contexto, mesmo não se referindo a local específico. Longe de ser algo que faz o texto ficar “bonito” ou “correto”, esse uso tira diversos pontos de estudantes todos os anos em provas. Então, sempre que sua mãozinha coçar para escrever ONDE em uma frase, pare e pense: nesse caso, estou indicando o local em que alguém ou algo está? Se eu trocar esse onde por “lugar em que” a oração permanece com sentido inalterado? Está fazendo sentido, vá em frente. Se não, provavelmente você deveria estar usando no(a) qual, em que etc. Portanto, muito cuidado! Ao invés de ou em vez de? Ao contrário do que muita gente pensa, aqui não temos uma definição de “tanto faz”. Pois é, não se trata da mesma coisa, e esse é um dos erros gramaticais mais comuns. Aliás, não só entre candidatos a provas. No mundo corporativo, esse tipo de engano também é frequente. Por isso, a maioria das pessoas acredita que são expressões equivalentes. Mas saiba que você só irá utilizar “ao invés de” quando a ideia que quer transmitir é de oposição, algo que é o contrário. Por exemplo, quando dizemos que o motociclista virou à direta ao invés de à esquerda. Quando usamos “em vez de” queremos dizer que algo foi feito em lugar de outra coisa. Assim, podemos dizer que preferimos comer pipoca doce em vez de salgada. A boa notícia é que EM VEZ DE pode ser usado no lugar de AO INVÉS DE, ou seja, que tal adotar somente a primeira forma se você ainda não domina as diferenças entre elas? Já ajuda bastante, né? 10 erros gramaticais: Há ou a Esse também é um dos erros gramaticais que pode mudar todo o sentido do que você queria dizer. O “há” será usado sempre quando queremos indicar tempo decorrido/passado. Pode ser substituído por faz e é importante você não esquecer que, com esse sentido, ele é invariável quanto ao número, é impessoal. Ou seja, ele sempre ficar no singular. Isso também acontece quando se usa esse verbo com o sentido de existir. O “a” indica um momento futuro ou distância (As inscrições para o Enem inicial daqui a alguns dias; A casa da minha mãe é a 10 quilômetros do centro). Porquês Clássicos, os usos dos porquês sempre causam dúvidas. Preste atenção para não errar mais. Por que: tem função interrogativa, usa-se separado. Porque: tem função explicativa, pode ser substituído por “pois”, usa-se junto. Por quê: tem função interrogativa também, mas aparece no final de frase ou frase isolada. O acento se deve à posição na oração, e não ao seu sentido – que é exatamente o mesmo do primeiro desta lista. Porquê: tem função de substantivo na frase. Pode ser substituído por “motivo” (Ninguém soube explicar o porquê/motivo daquela briga.). É regido por um artigo. https://youtu.be/w5VIMy0ropg A princípio ou em princípio? As duas formas existem, o problema está no uso equivocado com relação ao sentido. Portanto, lembre-se de que o “a princípio” será utilizado quando queremos algo equivalente a “no início”. Já “em princípio” tem o mesmo sentido de “em tese”, como nesta frase: Em princípio, todos têm chance de tirar boas notas. Tem/têm Por incrível que pareça, muita gente não sabe por que existe uma forma do verbo ter com acento e outra sem. Esse é um dos erros gramaticais que podem ser facilmente evitados nas suas redações. Ambas as formas são conjugações do verbo ter no presente do indicativo: sem acento, quando falamos da terceira pessoa singular; com acento, quando se trata da terceira pessoa plural. Assim, “ele tem/eles têm”. Há acento diferencial também em outros verbos, como conter (contém/contêm). Na medida em que ou à medida que Aqui mais um caso em que as expressões existem, mas, por vezes, são usadas de forma equivocada. “À medida que” usa-se quando se quer o sentido de proporção. Por exemplo: À medida que eu mais treino, os erros diminuem. Já “na medida em que” sugere a ideia de causa e tem o mesmo sentido de uma vez que, visto que, tendo em vista. Traz e trás Aquim temos a conjugação do verbo trazer (traz) e trás, que indica a parte posterior (olhou para trás). É bastante comum as pessoas trocarem uma palavra
Sinônimos são termos que têm o mesmo (ou quase o mesmo) sentido que outros. Mas por qual motivo devemos utilizá-los então, já que ambos os vocábulos teriam o mesmo significado? Veja, a seguir, uma lista com razões para fazer isso! Você já parou para escrever um texto e, ao parar para lê-lo em voz alta, percebeu que ele ficou “truncado”, com várias repetições de termos, e que a leitura não fluiu como deveria? Talvez você tenha sentido um “estranhamento” e não soube definir o motivo disso. Utilizar a mesma palavra na escrita, várias vezes, faz com que o leitor também sinta que a redação não está fluida, talvez pense até que o texto está monótono, e este leitor pode perder o interesse na sua redação no meio do caminho. Como a gente não quer que isto aconteça, listamos abaixo alguns motivos para você se preocupar mais com os sinônimos em seu texto. Vamos lá? 1.Melhora da coesão textual A coesão textual trata dos mecanismos que permitem a harmonia e a conexão entre os elementos de um texto. Para isto, utilizam-se preposições, conjunções, advérbios e locuções. Além destes, outras ferramentas podem ser utilizadas para dar à redação a harmonia e fluidez esperada: é o caso dos sinônimos! Para entendermos melhor isto, vamos reformular a introdução de um texto que recebeu nota máxima no Enem, e logo abaixo inserir a introdução originalmente criada pela aluna: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja um filme, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como no filme, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos brasileiros, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Vejamos, agora, a introdução criada pela candidata Fernanda Carolina Santos Terra de Deus: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja uma obra ficcional, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como na obra, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos cidadãos, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Link para a redação: portal mec gov. – outubro 24.10.2019 redacao link Repare que, na primeira versão, o texto não está harmônico, a leitura está difícil e menos prazerosa. O uso de sinônimos, feito pela candidata, foi o que permitiu a melhora na coesão do trecho! Além disso, na versão original há apenas uma repetição do termo “filme”. Isso, isoladamente, não prejudica a coesão do texto, pois devemos olhar para ele como um todo. No contexto geral, a repetição não foi o “fim do mundo” e não prejudicou a nota da candidata. 2. Vocabulário ampliado Ao procurar introduzir sinônimos no texto, para evitar repetições, você perceberá que seu vocabulário será ampliado. Assim, você irá incorporar os sinônimos no seu dia a dia e, quando menos esperar, estará falando (escrevendo) “obra cinematográfica” em vez de “filme” e irá impressionar todo mundo com o seu riquíssimo conhecimento sobre a nossa língua – mas sem exageros, ok? 3. Tornar o texto mais atrativo para o leitor Lembra que falamos, no início deste artigo, sobre textos monótonos? Existem assuntos que são considerados “interessantes” por uma maior quantidade de pessoas, certo? Apesar de haver textos que não sejam instigantes para todo mundo, não significa que estes precisem ser monótonos. Sendo assim, é possível escrever sobre um tema menos “favorecido” de uma forma que esta produção não fique enfadonha. Para captar o interesse do leitor, diversos mecanismos devem ser empregados e, dentre eles, estão os sinônimos! Portanto, utilize isto como uma ferramenta a seu favor. 4. Informação extra Se você pensa que é difícil empregar sinônimos em uma redação, saiba que isso não é impossível. Ao terminar o seu texto, circule os termos repetidos e pense em palavras que tenham o mesmo sentido (ou um sentido aproximado) para inserir no lugar daquelas. Foi isto que fizemos aqui neste artigo! Dica final Para saber quais sinônimos usar, sugerimos o site SINÔNIMOS, no qual você digita a palavra que já utilizou para receber indicações de palavras com o mesmo significado (ou quase o mesmo). Tente criar a sua própria lista de sinônimos antes de praticar redação! Temos certeza que irá te ajudar! Agora que você já sabe por que utilizar sinônimos, comece a escrever suas redações com um vocabulário ampliado para atrair o leitor! Após escrever seus textos, não se esqueça de enviá-los em nossa plataforma para receber a correção de nossos professores em até 3 dias úteis!

Saiba qual pontuação você deve fazer no ENEM para passar em medicina! O curso de medicina, tradicionalmente, é um dos mais concorridos nos vestibulares do Brasil. Para se ter uma ideia, na UEL (Universidade Estadual de Londrina), em 2021, o vestibular teve cerca de 265 candidatos por vaga. É bastante concorrência, não é mesmo? Porém, com as novas formas de ingresso nas faculdades via Sisu e Prouni, por exemplo, mais oportunidades de conseguir a sonhada vaga são possíveis. Mas você sabe qual a pontuação Enem necessária para passar em medicina? Venha com a gente que vamos contar como você pode tentar garantir a sua. No Sisu 2021, o curso de medicina teve a maior nota corte para ingressar na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A pontuação Enem mais alta para a vaga foi de 952,51, liderando o ranking. Para saber um pouco mais sobre essa disputa, você também pode acessar o comparativo das notas de corte dos cursos de medicina no Sisu 2021. Nele, foram consideradas as vagas relativas à ampla concorrência, mas já serve como uma base sobre a pontuação que você deve atingir quando chegar a sua vez. Mas o que é a nota de corte? A nota de corte equivale à menor nota que um candidato precisa ter para conseguir disputar por uma das vagas disponíveis na instituição de sua escolha. Para Medicina, estima-se que é necessário ter cerca de 70% de acertos no Enem para obter mais chances no Sisu. No ProUni também há notas de corte para pleitear as bolsas de estudos integrais ou parciais. Embora para se inscrever seja necessário apenas ter no mínimo 450 pontos e não ter tirado zero na redação, com essa pontuação no Enem é pouco provável que se consiga uma vaga em medicina. Tenha em mente que nos últimos anos a nota do Enem necessária para conseguir uma bolsa do ProUni nesse curso teve uma variação de 720 até quase 800. Então, será necessário que você consiga fazer quase o dobro da nota mínima para ter mais chances. Neste ano, uma estudante de Uberaba que disputava uma vaga em medicina pelo Sisu produziu uma planilha com as notas de corte para o curso. Com base nos dados dos canais oficiais das instituições, ela analisou todas as notas de corte e depois divulgou o seu método, que acabou viralizando, conforme divulgado pelo Jornal da Manhã. Você pode consultar a planilha dela para ter mais informações, que depois incluíram a situação das pessoas que disputam as vagas por cotas. Como a redação pode melhorar a nota geral do Enem? Muitas pessoas tentam vagas em que a disputa não seja tão grande para tentar ingressar na universidade logo. Outras, no entanto, apostam na carreira dos sonhos desde o começo e, assim, investem seu tempo e energia para conseguir alcançá-la. Para boa parte dos estudantes brasileiros, uma nota alta no Enem pode colocá-los mais próximos de realizarem seus sonhos profissionais. Por isso, ir muito bem nas provas é primordial. E a redação, como você que nos acompanha já sabe, equivale a 20% da média geral do Exame Nacional. Então, é evidente que ela é muito importante, especialmente para quem busca uma vaga no curso de medicina. Além de ir muito bem em todas as demais provas, a redação precisa atingir os níveis mais altos em todas as competências para, dessa forma, garantir uma pontuação acima de 730. O que fazer para tirar uma boa nota na redação do Enem? Vamos relembrar as 5 competências e dizer como você pode atingir os níveis mais altos em cada uma delas para assegurar uma boa nota na redação. Anote aí e veja se já está fazendo o possível para ter uma boa pontuação Enem para medicina! Competência 1 Avalia o domínio da modalidade formal da língua portuguesa na escrita. Quanto menos desvios e melhor a estrutura sintática das suas orações, maiores são as chances de chegar a 200 pontos nessa competência. São permitidos até 2 desvios e uma falha de estrutura para atingir o nível 5. Competência 2 Avalia se o participante compreendeu a proposta de redação. Além disso, verifica-se se ele soube aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para fazer um bom desenvolvimento, dentro da estrutura dissertativo-argumentativa. Ou seja, aqui é analisado se foi atendido o tipo textual solicitado e se houve bom uso de repertório sociocultural, produtivo e pertinente ao tema. Quem está se preparando para ingressar em medicina certamente está também ampliando seu repertório. Isso é fundamental para conseguir 200 pontos nessa competência. Então, não tem outro jeito: é preciso também treinar muito a escrita! Competência 3 Este quesito avalia se o estudante conseguiu selecionar, relacionar, organizar e interpretar as informações, os fatos e as opiniões para defender o seu ponto de vista. Em outras palavras, avalia-se a coerência do projeto de texto e o nível de desenvolvimento da argumentação. Competência 4 Avalia se houve uso diversificado de elementos coesivos. Os níveis mais altos nessa competência são atingidos quando o participante faz uso de expressivos elementos coesivos inter e intraparágrafos, com raras repetições e sem inadequações, com pelo menos 2 momentos com operadores argumentativos entre os parágrafos e 1 elemento coesivo de qualquer tipo dentro de todos os parágrafos. Competência 5 A nota máxima nessa competência acontece quando os 5 elementos obrigatórios da proposta de intervenção aparecem no texto. São eles: agente, ação, modo/meio, efeito e um detalhamento. Prepara-se para vencer! Lembre-se: não é porque é difícil que é impossível! Portanto, mesmo sendo um curso bastante disputado, você tem chances, sim, de conseguir a sua vaga em medicina! Estude bastante e não se esqueça de treinar muito a redação! Ela pode elevar bastante a sua pontuação Enem geral, então dê atenção a ela no seu cronograma de estudos. E conte conosco para aumentar ainda mais a sua média. Conheça os nossos planos! Nós temos um especial para quem quer cursar medicina, o ENEM