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Provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o sujeito de uma oração, mas você sabia que existem duas classificações para ele? O sujeito determinado é aquele facilmente identificável em uma oração, diferentemente do sujeito indeterminado, no qual não é possível encontrar quem executou ou sofreu a ação. Aqui no blog do Redação Online já falamos sobre o sujeito indeterminado e agora chegou a hora de aprender mais sobre o sujeito determinado. Vamos lá! Afinal, o que é um sujeito determinado? O sujeito determinado é aquele que pode ser identificado em uma frase, seja por estar escrito de forma explícita ou pela concordância verbal. Ele se divide em três classificações: simples, composto e oculto. Qual a diferença para o sujeito indeterminado? O sujeito indeterminado não pode ser identificado em uma frase, ou seja, não podemos encontrar quem executou ou sofreu a ação. Confira alguns exemplos: “Quebraram a vidraça da cada vizinha” “Andam pichando o muro da igreja” “Precisa-se de manicure e cabeleireira” “Esqueceram de trancar a porta da sala” Observe que nas frases acima não conseguimos identificar quem “quebrou a vidraça”, “quem pichou o muro”, “quem precisa de manicure e cabeleireira” ou “quem esqueceu de trancar a porta”, então o sujeito é indeterminado. Quais os tipos de sujeito determinado existem? O sujeito determinado se divide em três classificações: Sujeito determinado simples, Sujeito determinado composto e Sujeito determinado oculto. Entenda: Sujeito determinado simples O sujeito determinado é simples quando a frase apresentar apenas um núcleo, ou seja, quando o verbo se referir apenas a uma palavra. Confira alguns exemplos para ficar mais claro: Pedro estudou muito para a prova; O político contratou mais dois assessores este mês; As meninas estão acampando na sala. João comprou uma bicicleta nova. Lorena convidou Joana para a sua festa de aniversário. Minha tia chegou de viagem. Como pudemos observar no terceiro exemplo, o sujeito simples não é necessariamente uma palavra no singular. Na frase em que o sujeito é “as meninas”, a palavra principal é “meninas”, tendo a frase então apenas um núcleo. Sujeito determinado composto Quando o verbo principal de uma frase referir-se a dois ou mais núcleos do sujeito, teremos um sujeito composto. É importante deixar claro que a concordância se faz no plural. Confira os exemplos: Pai e filho conversavam longamente; Maria e João foram os responsáveis pelos doces da festa; Futebol, natação e musculação são ótimos exercícios físicos para a saúde. O cachorro e o gato comeram toda a ração. Café e televisão tiram o sono. Minha tia e minha mãe chegaram de viagem. Observe que apenas o fato do verbo estar no plural, não classifica o sujeito como composto. O que o caracteriza é o número de palavras que representam o sujeito. No último exemplo, “minha tia e minha mãe” são o sujeito, cujo núcleo é “tia” e “mãe”. Leia mais sobre regência verbal. Acesse! Sujeito determinado oculto O sujeito determinado oculto também é conhecido por implícito, elíptico ou desinencial. É quando o sujeito não está explícito na frase, mas pode ser facilmente identificado pela desinência da flexão verbal. Veja: Gosto de comer pizza no sábado a noite. – Sujeito: eu; Aos domingos, gostamos de passear no parque com nosso cachorro. – Sujeito: nós; Dispensamos todos os funcionários no próximo feriado. – Sujeito: nós; Esqueci a minha agenda no escritório. – Sujeito: eu. Todas as manhã, caminha descansada pelas ruas do centro. – Sujeito: ele/ela; Leio um pouco do livro todos os dias. – Sujeito: eu. O sujeito oculto pode ainda ser identificado pela presença de alguma informação na oração anterior, como nas seguintes frase: As cópias foram feitas? Então entregaram na sala errada. – Sujeito da segunda oração: ele/ela (se refere as cópias); Chamava-se Antônia, tinha 18 anos e trabalha na escola. – Sujeito da segunda oração: ela (se refere a Antônia). Quando um sujeito oculto é determinado? Então, como já mencionado, o sujeito oculto é determinado quando seu núcleo não está implícito no verbo ou contexto da oração, mas pode ser identificado pela flexão número-pessoa do verbo. Ele muitas vezes é confundido com o sujeito indeterminado. Veja os dois exemplos abaixo: Dispensamos todos os professores. – Sujeito oculto; É bom rezar todas as noites. – Sujeito indeterminado. Na primeira frase o sujeito não está escrito, mas podemos identificá-lo pelo verbo “dispensamos” – uma dica é perguntar quem dispensou? A resposta é “nós” – então este é o sujeito que executou a ação, logo ele é classificado por sujeito determinado oculto. Ademais, já na segunda frase, o sujeito não aparece e é impossível identificá-lo mesmo considerando a concordância verbal, então a frase possui um sujeito indeterminado. Desse modo, esperamos que este conteúdo tenha solucionado de vez as suas dúvidas com o sujeito determinado. Assim, se você quer arrasar ainda mais na prova de redação, confira o post “Lista com as principais conjunções para redação“. Então, continue acompanhando o blog do Redação online! Aqui você encontra as melhores dicas de português para descomplicar o aprendizado da gramática!

Os estudos atualmente não precisam acontecer somente na sala de aula, na faculdade ou na biblioteca. Nos últimos anos, muitas instituições de ensino têm apostado no ensino à distância, o EAD, e com a recente pandemia, essa modalidade se intensificou de estudar em casa. Agora, Confira as melhores dicas de como estudar em casa. Dessa forma, o lar de muita gente se tornou, também, sua sala de aula, sem a necessidade de deslocamento até a organização estudantil. Mas como estudar em casa e ter o mesmo rendimento do que em sala de aula? Pensando nisso, o Redação Online te mostra algumas dicas neste artigo para você ter mais qualidade durante seus estudos, além de aprender novos hábitos que podem ser levados para outras áreas da sua vida. Lembrando que essas dicas não são inflexíveis. Se necessário, você pode fazer algumas alterações e ver aquelas que melhor se adaptam ao seu estilo de estudo, podendo acrescentar outros elementos que se encaixem aos seus métodos. E vamos para as nossas dicas de como estudar em casa com o Redação Online! Detalhes antes de iniciar os estudos em casa Antes de pensar em começar a fazer suas anotações das suas matérias favoritas e resolver as atividades, é importante se atentar a alguns detalhes. São cuidados especiais, para facilitar sua rotina de estudos. Colocando-os em prática, você aproveitará muito mais o seu aprendizado e poderá ver uma melhora nos seus resultados. Listamos algumas condições necessárias para iniciar seus estudos em casa, veja: Tenha um local adequado Antes de tudo, é ideal que você tenha o seu cantinho do aprendizado. Por mais que seja difícil olhar para seu sofá confortável ou sua cama, não é recomendado fazer os estudos nesses locais. Além de causar distrações e prejudicar o seu rendimento. Por isso é importante poder contar com um local adequado para os estudos na sua casa. Por exemplo, uma mesa bem organizada, boa iluminação e que não tenha tanto barulho. Isso pode ajudar nos momentos de aprendizado e melhorar seu desempenho. Procure estabelecer horários organizados Essa é outra condição indispensável para estudar em casa. A organização de horários é para evitar aquela de “estudar quando der”, e todos nós sabemos que isso nunca funciona e seu rendimento é prejudicado. Dessa forma, organizar sua agenda para realizar os estudos em casa e outras atividades pode ser uma maneira de manter maior foco e não correr o risco de não aprender todo o conteúdo necessário. E claro que você também pode fazer algumas outras práticas de organização para aumentar sua produtividade, alcançando assim melhores resultados durante seus estudos para um vestibular ou ENEM. Tenha os materiais adequados para os estudos Se você ficar parando o tempo todo para consultar um livro que está em outro cômodo, perderá rendimento. Por isso é importante que, antes de iniciar os estudos, você prepare todos os seus materiais necessários. Além dos materiais necessários para seus estudos, deixar separado alguns lanches e água é também uma ótima opção. Isso pode ajudar a manter um maior foco, além de melhorar o rendimento enquanto estuda em casa. 6 dicas de como estudar em casa Agora que você já tem as melhores condições para estudar em casa, está na hora de vermos algumas dicas de como manter a concentração e estudar melhor o conteúdo. 1. Crie uma rotina fixa O ideal é que você crie uma rotina clara e tenha disciplina. Faça um plano de estudos para isso, selecione quais horas do seu dia e da sua semana você terá para estudar com eficiência em casa, quais serão os conteúdos, frequência e intensidade. Feito isso, coloque em prática, sem perder o foco. Sabe porque isso ajuda? Além de o seu cérebro entender que aquela é a hora de estudos, seu corpo também vai se adaptar a isso, e você vai apreender os conteúdos de forma mais proveitosa. Ah, e entenda isso como um compromisso! 2. Faça um planejamento conforme as matérias Sabemos que fazer os estudos em casa nem sempre é uma boa ideia. E se você deixar para aprender somente no momento que estiver no seu local de estudo, com certeza perderá muito tempo. Por isso, é importante que crie um planejamento dos seus estudos. Defina o que é prioridade naquele momento entre as suas disciplinas e qual será a ordem das atividades. 3. Não fique preso somente à teoria Muitos podem entender que estudar em casa pode ser somente aprender a teoria, mas não é bem assim. Para não ficar nada tão monótono, é interessante fazer algo mais prático e de outras formas, como criar resumos ou mapas mentais. Também é importante realizar os exercícios e revisar todo o conteúdo estudado anteriormente para uma melhor fixação. Com essas práticas, você pode memorizar mais facilmente o que foi aprendido ao longo do tempo. Você também pode conferir algumas técnicas de memorização aqui no blog. 4. Procure outras formas de aprendizado Já que estamos falando de como estudar em casa, por que não aprender outras formas de aprendizado? Além dos seus livros e apostilas, assim como as apresentações de aulas tradicionais, a internet pode ser uma boa alternativa. O que você pode fazer é procurar vídeos ou podcasts relacionados ao tema do conteúdo, ver vídeos no Youtube e usar simuladores. Mas cuidado para não perder o foco durante a navegação, combinado? 5. Fuja das distrações Por mais que existam benefícios ao estudar em casa, não podemos desconsiderar os malefícios. Sabemos que muitos estudantes ainda moram com os pais ou então dividem o local com colegas, além das outras distrações presentes no ambiente. Por exemplo, a sua televisão com Netflix está a um botão de distância para ser ligada ou seu celular carregado está em suas mãos. Sempre que possível, fuja das distrações. Procure deixar a televisão desligada sempre que possível e desative as notificações do celular. Coloque uma música relaxante no seu fone de ouvido e se concentre nos estudos, o que mais importa no momento. 6. Faça pausas durante os estudos Ainda que seja importante manter a atenção nos estudos, é essencial fazer pausas. O nosso cérebro tem

Você já esteve escrevendo algum texto ou redação para alguma prova e acabou se deparando com alguma palavra que não sabia como escrever? Saiba que o motivo não é por conta da complexidade da palavra, por ser uma palavra grande ou então por não saber a acentuação, e sim por estar em dúvida da escrita, por exemplo as palavras mal e mau que possuem a mesma pronúncia, no entanto significados diferentes e, por isso, são palavras homófonas. Caso você tenha passado em algum momento por essa situação, saiba que isso é bem comum e que existe um motivo para isto. Nesse caso, trata-se das palavras homófonas, ou seja, termos semelhantes, como na pronúncia, mas também com significados e escrita diferentes. Então, pensando nisso, o Redação Online preparou este texto para você conhecer um pouco mais sobre essas palavras e apresentação de alguns exemplos para não ter mais dúvidas durante as provas. O que são palavras homófonas? Primeiramente, entende-se por palavras homófonas aquelas que possuem a mesma pronúncia, porém os significados e escritas são diferentes, isto é, isso estão relacionados a duas ou mais palavras que, quando pronunciadas, possuem sons idênticos, mas suas letras é que fazem a distinção em relação a sua forma de escrever e de significado. Assim, para ficar mais claro, esse é o famoso caso de quando algumas pessoas não sabem qual a forma correta de usar o mas ou mais em algumas frases, ou então o escrever a palavra “mal“, mas sem saber se correto é com L ou U. Além disso, observa-se que as dúvidas ocorrem justamente por essas palavras possuírem pronúncias iguais ou muito semelhantes e para conhecer mais exemplos desses termos, confira a nossa lista a seguir: Exemplos Aqui, você verá algumas das palavras que as pessoas possuem mais dúvidas no momento da construção de suas redações durante as provas e que pode ajudar nessas ocasiões. Confira abaixo os exemplos de palavras homófonas: Assento e acento Essa palavra aqui tem acento? (Refere-se a um sinal gráfico) Esse assento está ocupado? (Referindo-se a um local ou cadeira) Arrochar e arroxar Não vou conseguir me arrochar nessa roupa justa. (Apertar-se com força) Poxa, essa pancada vai arroxar o seu braço. (De se tornar na cor roxa) Alto e auto Você sempre foi alto assim? (Referindo-se a altura, ao comprimento) O artista fez um autorretrato (Nesse caso, refere-se a si mesmo) Cela ou sela Não consigo andar de cavalo sem sela. (Referindo-se a um assento acolchoado) Esse prisioneiro terá direito a uma cela individual. (Pequeno compartimento) Cerração e serração Cuidado, é perigoso dirigir com esta cerração. (Referente a uma neblina densa) Meu tio trabalha em uma serração. (Local de serrar madeiras) Concelho e conselho Sim, minha irmã mora no concelho do Porto. (Município) Escute bem o conselho que irei te dizer (Ideia ou sugestão) Conserto e concerto Nunca pude presenciar um concerto de ópera. (Referindo-se a um show musical) Sabe me dizer quanto custa o conserto do celular? (Para se referir a reparos) Ouve e houve Houve uma promoção no supermercado ontem. (Verbo “haver”) Meu avô já não ouve muito bem (Verbo “ouvir”) Mal e mau Socorro, a Isadora está passando mal (Antônimo de “bem”) Doutor, é muito mau o que está acontecendo? (Antônimo de “bom”) Dica: quando surgir a dúvida, lembre-se de trocar a palavra pelo seu antônimo; se fizer sentido, está correto o uso. Tachado e taxado O seu texto foi tachado pelas críticas (Referindo-se ao apontamento, no caso, os defeitos) Este imposto será taxado pelo governo (Referindo-se a tributar, ao tabelado). Com isso apresentamos aqui alguns dos principais erros que acontecem durante uma produção de texto ou então de uma redação de algum prova importante, como ENEM. Além disso, se você tem dúvidas quanto a regras de acentuação, saiba que possuímos em nosso blog um post em que falamos sobre quando acentuar as palavras. Ainda, você sabia que existem outros tipos de palavras em que são parecidas com as homófonas, porém com outras características? São as homógrafas e homônimas. Qual a diferença entre as palavras homófonas e homônimas? Previamente, antes que possamos explicar um pouco melhor sobre a diferença entre esses dois tipos, é importante nos atentarmos ao significado das palavras. Assim, com as explicações você não terá mais dúvidas na diferenciação entre elas. Observação 01: Entende- se que o prefixo homo, de origem grega e com significado de igual, semelhante. Então, o importante está na segunda parte, ou seja, o que difere elas. Observação 02: Lembre-se que –fonas, também vem do grego com o significado de som. No entanto, o –nimas, é de mesma origem e tem como significado para nome. Dessa forma, as palavras homófonas possuem uma mesma pronúncia, mas a escrita é diferente, assim como seu significado, por exemplo as palavras “conselho” e “concelho” ou “aço” e “asso”. Todavia, as palavras homônimas têm o mesma pronúncia, mas o significado e a escrita são diferentes. Como rio (verbo rir) e rio (o curso da água), ou então canto (de esquina, ponta) e canto (verbo cantar). Além dessas duas, temos também as palavras homógrafas, escritas de forma igual, porém a pronúncia e significado são diferentes, por exemplo, fábrica (substantivo) e fabrica (verbo). Dessa maneira, para ficar mais visível a explicação, veja a tabela abaixo para melhor exemplificar: Homófonas Observe que possui pronúncia igual, escrita e significados diferentes; Homônimas Ainda, observe que essa tipologia possui pronúncia e escrita iguais, significados diferentes; Homógrafas Por fim, observe que possui escrita igual, pronúncia e significados diferentes. Relações homófonas existentes A maioria das palavras possuem mínimos detalhes para mudar totalmente o sentido, pronúncia ou a escrita, além disso, existem algumas letras que podemos ver com mais clareza esses detalhes, no entanto são esses detalhes que podem te ajudar a lembrar durante os momentos de dúvida, certo? Então, veja com o Redação Online algumas relações entre as seguintes letras: “S” e “C”: Incerto: refere-se que não é algo certo / Inserto: refere-se que algo que foi inserido; Cegar: refere-se ao ato de deixa de ver / segar: refere-se a fazer cortes; Cento: refere-se a ideia centena, quantidade / Sento: refere-se ao verbo ‘sentar’. “S” e

Pôr título na redação pode ser demorado se você não for muito criativo… Mas será que precisa colocar título na redação do Enem? Continue lendo para saber. Até o momento em que escrevemos este artigo, o Enem não exigia título. Sendo assim, você não corre o risco de perder pontos se não incluir título. De qualquer forma, leia com atenção a cartilha do Enem e as instruções no dia da prova, porque isso pode mudar de repente. Mas para uma redação mais caprichada, um título ajuda. Além do mais, outros vestibulares podem exigir título, é bom saber fazer um título perfeito. Qual o lugar certo do título no Enem? A folha onde você fará sua redação tem 30 linhas, dentro de uma moldura. Seu título deve estar na linha 1 e automaticamente dentro da moldura. Precisa pular linha depois do título da redação? Se você pôs título na redação do Enem, não pule linha entre ele e a introdução. É que essa linha poderá fazer falta no final. Precisa sublinhar o título na redação Enem? Não se sublinha título. O importante é que você o centralize. Se ele ficar encostado à margem esquerda, pode ser considerado um parágrafo para o corretor! Devo usar aspas no título da redação enem? Depende. O título é como qualquer frase da sua redação, então só use aspas se for o caso de usar aspas. Lembre-se que aspas não são holofotes, não servem para destacar nada. Elas indicam um segundo sentido da palavra. Por exemplo, se você escrever um título como “Trabalho digno” a impressão é que a redação ironizará alguma atividade que parece trabalho, mas não é. O título é escrito com letras maiúsculas? Título é uma frase como qualquer outra, então você deverá usar letra maiúscula só o começo da frase e em substantivos próprios. Não escreva o título em “caixa alta”, que se usa às vezes na internet. Posso usar qualquer pontuação no título? Pode, é uma frase como qualquer outra, pode usar qualquer pontuação. A única exceção é que não se usa ponto final no título. Qual o tamanho certo do título do enem? Se você quiser incluir título no enem, sempre reduza ao mínimo que puder a frase. Por exemplo, em vez de As pessoas precisam aprender a se comunicar melhor você poderia escrever Precisamos nos entender É mais impactante! Tente eliminar artigos e transforme duas ou três palavras num termo único. É melhor escrever o título antes ou depois do rascunho? Escreva depois, é mais seguro. Se você escrever antes, poderá ficar fixado nele, o que vai atrapalhar sua argumentação. O tema tem que aparecer no título da redação Enem? Não, o título não precisa nem lembrar o tema mas tem que estar relacionado com seu texto, como você vai ver a seguir. Tipos de título Na hora de escrever seu título, nossa sugestão é que você escreva uns 3 títulos de tipos diferentes, e escolha o melhor. Não é bom ficar parado olhando para a folha, tentando fazer um título único que seja perfeito. Estes tipos vão ajudar: 1. Trecho da sua redação Claro, você já deve ter usado um trecho da sua redação como título – a maioria dos alunos faz isso. É só olhar o texto pronto e extrair dele um trecho que possa carregar o sentido do texto todo. 2. Trocadilhos Imagine uma redação sobre o desmatamento da Amazônia. Ela poderia ter um título assim: A raiz do problema Captou a brincadeira semântica? 3. Simples afirmação Uma redação que disserte sobre como solucionar o tráfico de drogas no Brasil poderia ser assim: O problema do tráfico no Brasil Não é super criativo, mas é um título rápido e fácil de fazer. 4. Exclamação Um título com exclamação é cheio de emoção! O importante é a inclusão em sala de aula! Fica perfeito numa redação sobre a importância de ajudar colegas com alguma dificuldade física ou cognitiva na escola. 5. Interrogação Suponhamos que sua redação fale das causas de o ensino no Brasil ainda ser, no geral, de má qualidade. Que tal este título: De quem é a culpa da má qualidade no ensino? A interrogação tem a vantagem dupla de ser fácil de fazer e atraente, porque deixa o leitor curioso. Apenas lembre-se de responder o título na redação, ok? 6. Palavras que não evidenciam o tema Este é o tipo de título que dá mais trabalho ao candidato. Recentemente vimos uma redação com o título Pais e filhos Olhando assim ninguém podia imaginar, mas a redação era sobre os heróis criados pela mídia! Só lendo mesmo a redação para entender o título… 7. Palavra única Uma redação, por exemplo, que argumente sobre a busca pela aparência pelas redes sociais poderia ter um título assim: Máscaras Mais que suficiente para transmitir a ideia, não é? 9. Citação Olha que lugar interessante para incluir uma citação que tenha tudo a ver com sua redação: o título! Não mencione autor nenhum nessa hora, basta escrever a frase em si, entre aspas (porque a frase tem autoria conhecida), e pronto! Veja esta frase de Platão: “A pressa gera o erro em todas as coisas” Serviria para uma redação sobre atitudes apressadas tomadas por gestores públicos, por exemplo. Aqui também entram os provérbios e ditos populares. Um título como A corda sempre arrebenta do lado mais fraco Poderia iniciar uma redação sobre as consequências da inflação sobre a população brasileira. Mas para provérbios e ditos populares não é obrigatório usar aspas, já que são frases de domínio público – não se conhece a autoria! 10. Uso de dois-pontos Este é um dos tipos de título mais rápidos de fazer, e também dos que ficam mais atraentes. Você pode usar dois-pontos assim: Educação: palavras e atitudes Esse fica bem numa redação

Não se engane: não é só você que tem medo de encarar o dia da prova! Por isso trouxemos os medos dos vestibulandos! Tem alguns medos que só quem é ou já foi vestibulando já vivenciou. O temor de não obter a aprovação e precisar passar por mais um ano de estudos. A pressão dos pais para escolher uma carreira que não te agrada. Ou até mesmo a própria indecisão sobre qual caminho profissional seguir. Deixa a gente te contar uma coisa: todos estes medos são absolutamente normais! Isso não quer dizer, no entanto, que os estudantes são obrigados a sofrer e conviver com todos eles. É possível encontrar maneiras de driblar cada um destes fantasmas, e quem afirma é a coordenadora de Orientação Educacional do Poliedro Curso. Conversamos com Maria Pereira para listar os maiores medos dos vestibulandos como superá-los. O medo de não passar no vestibular Segundo a especialista, é normal o estudante ter medo de obter a aprovação enquanto se prepara para os vestibulares, isso se torna um dos maiores medos dos vestibulandos. Principalmente, quando a concorrência é grande e o desempenho exigido é alto. Para lidar com esse receio, Pereira orienta que o candidato se informe sobre as principais características da prova, analisando quais conteúdos podem ser cobrados e qual o modelo de prova exigido (objetiva, dissertativa…). Organizar um cronograma de estudo também será essencial, para que consiga dar conta de estudar o necessário até a data do exame. E fazer simulados e resolver provas antigas será importante para treinar estratégias de provas, aproveitamento do tempo, resistência para ficar horas concentrado e para conhecer os momentos de maior ansiedade, por exemplo. “Esse preparo, por si só, pode trazer grande tranquilidade ao vestibulando, que conhecerá o que deverá ser enfrentado. Contudo, ainda que bem preparado, o medo pode continuar a ser grande e atrapalhar bastante. Nesse caso, é importante que o estudante tenha apoio da família, dos amigos e dos profissionais e ao seu redor– professores, coordenadores e orientadores”, explica Pereira. + A autossabotagem em ano de vestibular Insegurança em relação ao curso escolhido Quando aparece uma dúvida em relação ao curso escolhido, é importante procurar reconhecer quais são as razões da insegurança. Por exemplo: “Às vezes, a dúvida aparece, pois o estudante ainda não tinha realmente avaliado a escolha com mais cuidado; outras vezes, acontece algo que o faz perceber e refletir sobre aspectos antes não considerados. Ou ele conhece novas possibilidades, novos interesses. Seja o que for, será importante que se dedique a pensar sobre o assunto, que reconheça o que está em questão, que organize as ideias, e que busque informações.” Algumas dicas são pesquisar mais sobre a carreira, ver sites e vídeos no YouTube; conversar com profissionais e estudantes da área de interesse; ou participar de workshops, aulas experimentais e feiras de profissões. Ansiedade em relação ao dia da prova O ideal, segundo a orientadora, é cuidar da ansiedade ao longo de todo o preparo para os vestibulares. Alguns cuidados: Programar momentos de descanso e lazer, fazer atividade física, terapia, praticar meditação e relaxamento. Existem técnicas de respiração que ajudam a acalmar e podem ser praticadas no dia a dia. O importante é ter em mente que outros vestibulandos estão passando pela mesma situação e a apreensão faz parte dessa fase. Mas caso você sinta que a ansiedade está afetando o seu cotidiano, procure ajuda profissional. Cobrança dos pais Existem vestibulandos que se sentem pressionados pela cobrança dos pais, e isso acaba de se tornando um dos medos dos vestibulandos. Nesse caso, é preciso compreender quais são as razões das cobranças. Por exemplo, será que os pais têm noção da realidade do vestibular para o curso escolhido? Caso não tenham, é importante informar. “Será que acreditam que cobrar é uma forma de ajudar? Será que reproduzem a mesma forma com que foram criados? Ou que estão descontando outras questões no vestibulando? Podem ser muitas razões. Pode ser, até, que o próprio estudante não esteja percebendo que está com uma postura inadequada em relação a seu preparo.” Então, é interessante compreender o contexto para se posicionar da melhor maneira possível. Indecisão sobre qual faculdade escolher A escolha da faculdade exige busca de informações. “Se o estudante não sabe o que escolher, deve pesquisar as possibilidade e ler um pouco sobre cada uma. Ao fazer isto, deve selecionar quais interessam mais; quais, menos. Reconhecendo, assim, interesses e prioridades. Depois, vai se dedicando mais à pesquisa daquelas que interessaram mais”, explica a orientadora. É importante se informar, por exemplo, sobre os diferenciais de cada universidade, os programas de extensão, as possibilidades de pesquisa, intercâmbio, coletivos, esportes e atividades culturais. Além disso, vale procurar rankings de educação e conversar com profissionais da área para ver como a instituição está posicionada no mercado de trabalho. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Mostramos neste artigo como os livros da Fuvest 2023 podem cair na prova e como você pode aproveitá-los para usar na sua redação! Poemas Escolhidos – Gregório de Matos Este livro tem poemas satíricos, sobre a situação social na Bahia colonial. Além disso, há também poemas religiosos e líricos. Questões sobre Poemas Escolhidos que podem cair na prova Ademais, para se preparar para as questões que podem cair, nossa dica é focar nestes aspectos: Livros da Fuvest 2023: Como usar Poemas Escolhidos na redação? O livro tem muita relação com desigualdade social. Então, você também pode se inspirar nele para mostrar como a corrupção existe em todas as camadas e instituições sociais. Quincas Borba – Machado de Assis Nesse romance o destaque são as injustiças – Machado era ótimo em observá-las: armações, trapaças, amizades descartadas. Questões sobre Quincas Borba que podem cair na prova Na prova do vestibular a banca poderá pedir algo deste tipo: Livros da Fuvest 2023: Como usar Quincas Borba na redação? Comportamento humano é a tônica deste livro, portanto, ele pode ser citado em temas de redação em que o comportamento inadequado afeta a convivência social. Alguma Poesia – Carlos Drummond de Andrade Primeiríssimo livro do grande Carlos Drummond, dedicado a Mário de Andrade, que ele muito admirava, e Mário elogiou a obra. Questões sobre o livro Alguma Poesia que podem cair na prova Há uma grande chance de você encontrar na prova estas questões: Como usar o livro Alguma Poesia na redação? Um tema possível para usar este livro é a vida em cidades muito pequenas, que o poeta acha entediante, em “Cidadezinha Qualquer”; e outro é a presença da religiosidade no Brasil, retratado em “Romaria”. Angústia – Graciliano Ramos O autor escreveu esse livro na prisão – era uma época tensa socialmente. O personagem central, Luís, vive essa angústia num clima de delírio. Questões sobre o livro Angústia que podem cair na prova Estas são as que têm mais probabilidade de caírem: Como usar o livro Angústia na redação? Em temas com viés social, que mostram as agruras da vida das famílias mais pobres é interessante citar o livro, bem como em temas mais ligados à evolução do comportamento de um indivíduo em sociedade. Mensagem – Fernando Pessoa Esse livro perpassa a História da formação de Portugal e suas conquistas marítimas. A mensagem é de que precisamos enfrentar adversidades, sem medo, de seguir no que se acha justo. Questões sobre o livro Mensagem que podem cair na prova Estas perguntas são as mais prováveis: Como usar o livro Mensagem na redação? O tema da necessidade de termos um objetivo grandioso em mente, e não egoísta, pode incluir citação deste livro. Terra Sonâmbula – Mia Couto Neste livro, Mia Couto expõe a guerra civil em Moçambique, em 1977, a qual terminou simplesmente, porque o país foi destruído por completo. Questões sobre Terra Sonâmbula que podem cair na prova Esteja preparado para estas: Como usar Terra Sonâmbula na redação? O drama da guerra e suas consequências – esse tema maior pode ser relacionado com redações que dissertem sobre as atitudes destrutivas do ser humano, seja do tipo que for. Campo Geral – Guimarães Rosa Em Campo Geral você vai conhecer os momentos bons e os ruins da família média brasileira, dos anos 1960, que ainda era patriarcal. Questões sobre o livro Campo Geral que podem cair na prova Sugerimos que se atente a estas questões: Como usar o livro Campo Geral na redação? Se a redação for sobre o processo necessário de desenvolvimento e maturidade do ser humano, este livro pode perfeitamente ser citado, bem como se for sobre conflito de gerações. Romanceiro da Inconfidência – Cecília Meireles Esse é um livro de poemas em que há o mártir Tiradentes como personagem central. Questões sobre Romanceiro da Inconfidência que podem cair na prova Estude estas: Como usar Romanceiro da Inconfidência na redação O tema dos indivíduos que lideram e se entrega a uma causa pode surgir numa redação e este livro cai bem. Nove Noites – Bernardo Carvalho Este livro tem dois narradores criando hipóteses sobre o suicídio de um antropólogo em 1939 no Tocantins. Questões sobre Nove Noites que podem cair na prova Estude estas: Como usar Nove Noites na redação? Ademais, uma possibilidade é a de temas que falem sobre a interpretação que fazemos de fatos. Além disso, a outra é a sina de terminarmos a vida sozinhos e abandonados. Então, quer saber como é a redação da Fuvest? Confira nosso vídeo abaixo: https://youtu.be/3G5xIeTYzFA Então, se você chegou até aqui, já conhece as melhores dicas sobre os livros da Fuvest 2023! Assim, se quiser, tem mais outras aqui sobre como usar livros na redação! Desse modo, se estiver se preparando para a redação da Fuvest, saiba que nossos corretores entregam o feedback detalhado nesse modelo! Envie a sua redação pra gente! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

O sujeito indeterminado costuma ser um assunto que deixa alguns estudantes com receio na hora da prova, principalmente por sua semelhança com o sujeito oculto. Porém, não precisa ser assim, ele não é difícil de se entender e com a ajuda do Redação Online ficará ainda mais fácil compreendê-lo nos seus estudos. Continue a sua leitura por aqui e confira tudo o que você precisa saber sobre o assunto para ir bem na sua prova do ENEM ou vestibular! O que é um sujeito? Antes de entendermos o que faz um sujeito ser indeterminado, precisamos ter bem claro o que ele é. Então, vamos relembrar as aulas de gramática e entender essa parte fundamental da nossa oração. O sujeito nada mais é do que um termo que executa uma ação indicada na oração, ou seja, ele é um dos termos essenciais. Esses dois elementos são necessários para que a oração tenha um sentido, os itens responsáveis por isso são o sujeito e predicado. Aqui vai um exemplo para deixar mais fácil a compreensão: “Carlos precisa tirar uma boa nota na prova.” Nesse exemplo, o Carlos é o sujeito e “tirar uma boa nota da prova” é seu predicado. Para identificar de maneira facilitada, você pode fazer perguntas sobre quem está executando a ação. No caso que colocamos aqui, poderíamos fazer a seguinte pergunta: quem precisa tirar uma boa nota? O Carlos. Pronto, conseguimos identificá-lo de forma simples. Porém, é claro que existem algumas situações em que essa identificação pode se tornar um pouco mais complicada. O sujeito é quem dá formato ao verbo da oração, afinal, é ele quem está realizando ou sofrendo a ação. Dessa forma, podemos reconhecer dois sujeitos: agente e paciente: O agente é quem pratica uma ação e o paciente é quem a sofre. Ele pode ser classificado nas orações de 4 formas: Simples; Oculto; Composto; Indeterminado. Você também pode encontrar algumas orações sem sujeito. Nesse texto vamos focar no último item da lista, mas falaremos um pouco também do sujeito oculto para deixar claro as suas diferenças em relação ao indeterminado. O que é um sujeito indeterminado? Esse tipo é aquele que não poderá ser identificado na frase, por não conseguirmos encontrá-lo pelo contexto ou verbo que está o acompanhando na oração. Ou seja, não podemos encontrar quem executou ou sofreu a ação, ao contrário de um sujeito determinado. Existem 3 maneiras de indeterminar um sujeito: 1. Frases com verbo na 3ª pessoa do plural Não conseguimos identificá-lo quando os verbos da frase estão na 3ª pessoa do plural. Por exemplo: “Estavam brincando na escola durante o recreio”. Veja que não é possível responder à pergunta “quem estava brincando na escola?” e, assim, quem praticou a ação não pode ser definido. 2. Frases com verbo na 3ª pessoa do singular e com “se” Nesse tipo de oração, com verbos na 3ª pessoa do singular e acompanhados de “se”, o sujeito também será indeterminado. Isso acontece devido ao pronome “se” atuar nesses casos como um índice de indeterminação. Esse tipo de formação acontece com os verbos que não tem complemento direto — podendo ser intransitivos, de ligação ou transitivos indiretos — dessa maneira eles devem ficar na terceira pessoa. Veja um exemplo: “Precisa-se de redatores”. Nesse caso o verbo é transitivo indireto. 3. Verbo no infinitivo impessoal Nesses casos também não é possível identificar quem é o sujeito que pratica a ação na frase. Observe os seguintes exemplos com o verbo no infinitivo impessoal: Era complicado estudar toda aquela matéria. Era comum viver assim. É bom poder correr todas as noites. É comum que as pessoas acabem confundindo o tipo indeterminado com o oculto (ou elíptico). Que tal conferirmos as suas diferenças e alguns casos em que ocorrem, deixando bem claro quando acontecem cada um desses tipos de sujeito? Continue rolando a página e veja. Como identificar a diferença entre sujeito indeterminado e oculto? Você viu que o sujeito indeterminado não pode ser encontrado, mas existe outro tipo que também não fica explícito nas orações. É o caso do tipo oculto desse termo essencial. Apesar de não estar claro ali na frase, ele pode ser identificado, pois o contexto ou forma do verbo nos permitem conhecer quem está praticando a ação da oração. Vamos dar uma olhada em um caso para entender melhor: Indeterminado: vieram chamar você. Oculto: Os seus amigos já foram embora, (seus amigos) vieram chamar você. Ficou claro a diferença? Na segunda frase, mesmo não havendo a presença do trecho “seus amigos”, nós conseguimos identificá-lo como sujeito por meio do contexto. No exemplo de indeterminado, não podemos afirmar quem realizou a ação, abrindo margem para diversas possibilidades. Pode ter sido uma, duas, três pessoas ou mais que foram “chamar”, além de que não dá para ter certeza de quem seriam elas: amigos, desconhecidos ou familiares. De qualquer forma, para entender bem esse assunto será necessário muito treino para tornar simples a identificação. Para te ajudar colocaremos mais alguns exemplos de sujeito indeterminado. Estão batendo na porta. Deixaram esse presente para você. Era-se feliz naqueles tempos. Agora que você já sabe o que é um sujeito indeterminado e conferiu alguns exemplos, com certeza conseguirá estudar para as provas com muito mais tranquilidade e obter os melhores resultados. Continue navegando em nosso blog e confira as melhores dicas de português para você arrasar nos seus exames! Uma delas é como usar o ponto e vírgula nos seus textos. Aproveite!

Menos de dois meses para o Enem e a pergunta inevitável começa a martelar a cabeça dos estudantes: será que já é hora de começar a revisão para a prova? Não se preocupe, há resposta para a questão – ainda que varie um pouco de acordo com alguns elementos. Conversamos com os coordenadores Madson Molina, do Curso Anglo, e Carlos Massaiti Okubo, do Curso Poliedro de São Paulo. De acordo com os especialistas, os estudantes devem separar de 4 a 5 semanas antes do vestibular para realizar a revisão. Mas não basta apenas reservar esse tempo: tem que saber aproveitá-lo bem! Por isso, listamos abaixo dicas para ajudar na sua organização para a revisão. Confira! 1- Foque nos seus objetivos Primeiramente, o estudante precisa olhar com atenção para as provas que ele irá prestar, pensando desde as datas – para definir o cronograma da revisão – até as características do vestibular. Isso vai ajudar a direcionar seus esforços de acordo com o que costuma mais aparecer em determinado vestibular e também ficar habituado com a forma que são cobrados os conteúdos naquela prova. 2- Fique atento a sua saúde mental Manter o emocional equilibrado nessa reta final é essencial. Segundo Massaiti é muito comum a essa altura, depois de passar por uma grande quantidade de conteúdo, os estudantes se desesperarem por acharem que não lembram de mais “nada” do que foi visto nos primeiros dias de aula. “Se o aluno estudou, treinou para fixar, ele vai lembrar ao ter contato novamente com o conteúdo. É importante que ele entenda que nenhum estudante vai tão bem em tudo e também não vai tão mal em tudo. Precisa confiar no seu potencial“, aconselha o coordenador do Poliedro. 3- Busque a sua estratégia Não existe um receita global para fazer uma revisão eficiente. Cada estudante precisa achar a sua estratégia. Molina afirma que o vestibulando tem que buscar a equalização de conteúdos. Ou seja, não adianta o jovem gastar tempo estudando uma parte que ele já domina. Ele precisa focar exatamente nos seus pontos frágeis – um assunto que deixou passar durante o ano, ou aquele conteúdo que ele aprendeu mas não recorda com clareza, e também os temas de alta complexidade. O coordenador diz que é ainda mais interessante trabalhar essas fragilidades junto com as estatísticas dos vestibulares que vai prestar – como pontuamos na primeira dica. “O estudante precisa identificar os assuntos que mais caem na prova e otimizar com isso. O que ele sabe e cai muito no exame é um assunto que, eventualmente, ele já superou. Ele tem que trabalhar o que ele não sabe e cai bastante“, sugere Molina. + O que mais cai no Enem em cada disciplina 4 – Saiba identificar suas dúvidas Molina ressalta a importância dos estudantes registrarem – em um caderno ou aparelho digital – suas dúvidas e dificuldades ao longo do ano. Segundo ele, muitos alunos generalizam dizendo que têm problema em exatas, mas é preciso ser mais específico, uma vez que dentro de exatas existem muitos assuntos e aulas. “O primeiro passo para resolver o problema é saber exatamente qual é o problema. A generalização coloca muita fumaça no caminho e o estudante não vai direto ao ponto na sua dificuldade. Às vezes, o problema nem é a aula inteira, é uma parte, uma equação”, explica. Ter as dúvidas bem discriminadas pode trazer segurança, assertividade e otimização de tempo. 5 – Não se desespere se ainda não terminou novos conteúdos Nem sempre é possível terminar todos os conteúdos para começar a revisão. Mas isso não é motivo para se desesperar. Os especialistas entrevistados pelo GUIA orientam que, também nesses casos, os estudantes reservem um mês antes das provas para a revisão. Com organização, é possível revisar assuntos já tratados em paralelo com o conhecimento de novos conteúdos. Uma possibilidade é tirar um tempo no sábado e domingo para revisar as disciplinas. Lembrando de sempre separar um tempinho no fim de semana para o descanso e lazer, viu? 6- Cuidado com o exagero! De fato, é necessário otimizar tempo e ser assertivo durante a época de revisão. Um erro comum dos estudantes, segundo os coordenadores, é sair resolvendo dezenas de exercícios sem um filtro. Como já falamos aqui, é importante pensar nas características dos vestibulares e nas suas habilidades e fraquezas pessoais. Além disso, é interessante perceber os melhores caminhos para revisar um determinado tema. “Tem assuntos em que vale a pena uma revisão teórica. É o caso de Ondulatória, na qual a parte matemática não é tão profunda, mas que exige do aluno o reconhecimento de fenômenos. Diferentemente de Mecânica, em que um exercício bem resolvido e explorado faz muito sentido”, exemplifica Molina. Massaiti alerta os estudantes que pegam muitas provas de anos anteriores. “Resolver questões passadas é uma boa ferramenta de estudo. Mas a cada cinco anos as provas costumam mudar de formato e de nível. Se ele pegar provas muito antigas, vai gastar tempo resolvendo exercícios desatualizados”, explica. Ele então aconselha que os candidatos façam provas de cinco anos atrás, no máximo. Revisão para a segunda fase A revisão para a segunda fase é um pouco diferente, já que os assuntos já foram revistos antes da primeira fase. Então é o momento de trabalhar a habilidade das questões discursivas. Os professores recomendam que, além dos conteúdos cobrados, os estudantes fiquem atentos aos comandos nos enunciados das provas (identifique, compare, dê um exemplo). Uma ótima ferramenta para isso é ler e analisar resoluções comentadas disponíveis nos sites de cursinhos e até de universidades, como é o caso da Unicamp. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Este artigo é um guia completo para quem passou pelo EJA e agora quer seu certificado de conclusão. Você vai saber tudo sobre como é a redação do Encceja – o exame o qual fornece esse certificado. Primeiro você precisa saber se o Encceja é para seu caso. O que é Encceja? O Encceja é um exame organizado pelo Inep que certifica a conclusão do ensino fundamental e ensino médio para jovens e adultos. Ter um certificado desse tipo é importante, especialmente para quem quer ter melhor qualificação no disputado mercado de trabalho! Se você passou pelo EJA, então, obterá seu certificado pelo Encceja. Ademais, quem terminou o ensino fundamental pelo EJA, desde que tenha 15 anos ou mais na data do exame, pode fazê-lo. Entretanto, para quem terminou o ensino médio pelo EJA é preciso ter 18 anos ou mais no dia da prova. Não existe obrigatoriedade de fazer o Encceja – apenas se quiser obter o certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio. Como é a prova de redação do Encceja? A prova de redação será aplicada no período da tarde, junto com outras disciplinas. Então, no total, o candidato terá 5 horas para fazê-las. Até o momento em que escrevemos este artigo, as provas têm sido realizadas entre as 14h e as 19h. Se você vai prestar o Encceja e tem alguma deficiência auditiva, visual ou tem dislexia, é direito seu ter sua redação corrigida de uma forma diferenciada. Para isso, deve fazer uma solicitação antecipadamente. Além disso, quem está no sistema prisional (PPL) também pode prestar o Encceja. Assim, no dia da prova de redação haverá mais 4 provas objetivas. Daqui a pouco vamos revelar quais temas já caíram na prova do Encceja. Agora queremos mostrar como você pode fazer uma boa redação para obter seu certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio. Como fazer uma boa redação no Encceja? Na prova, você receberá textos de apoio, que podem ser textos informativos, poemas, estatísticas e infográficos. Eles são uma base para começar a escrever. A redação do Encceja é do tipo dissertativo-argumentativo, e nosso blog tem as dicas de como fazer uma redação dissertativa, passo a passo. Mesmo assim, vamos resumir os pontos principais para você conseguir a nota mínima na redação. Divida seu texto em parágrafos; não existe um número correto de parágrafos; o primeiro parágrafo do seu texto precisa falar do tema central, e mostrar sua opinião sobre ele; cuidado para não fugir do tema! depois do primeiro parágrafo, tudo que tem a fazer é explicar sua opinião; esse é o desenvolvimento, e você pode fazê-lo em quantos parágrafos achar melhor, mas não aconselhamos que seja apenas um; cite o que viu na mídia, o que aprendeu no fundamental ou médio, ou o que leu em livros – isso enriquece muito sua redação; assim como no Enem, os alunos devem dar alguma solução para o problema mencionado no tema, então na redação do Encceja você também deverá incluir uma; lembre-se de mostrar os 4 elementos das soluções que o Inep pede: Agente Ação Modo/meio Finalidade e de detalhar mais algum desses elementos; sua proposta de solução pode vir em qualquer parte do texto, não somente na conclusão como muita gente pensa; faça o último parágrafo, concluindo; um jeito fácil de concluir é fazer um breve resumo do que foi dito na sua redação, nada mais; releia sua redação por mais ou menos meia hora para verificar se as palavras que usou são as melhores e ver se tudo está fácil de ler. Como é calculada a nota de redação Encceja? A nota da redação será de zero a 10. Ela será a média das notas de dois corretores. Se a diferença entre as notas for superior a 4 pontos, haverá uma nova correção. Essa nota desse terceiro corretor é que valerá. Quando o Encceja dá zero na redação? Aqui não há nada muito diferente do que acontece com outras provas de redação. A redação recebe zero se fugir do tema; não corresponder ao tipo de texto esperado (dissertação argumentativa); a folha estiver em branco ou com até 4 linhas escritas; o texto estiver fora do espaço destinado à redação; houver xingamentos, desenhos, ou seja, formas de anulação de propósito. O Encceja permite ver a correção da redação? Sim, você pode ver prova de redação corrigida depois do resultado divulgado (ela fica neste link), mas só para compreender onde falhou. Não haverá possibilidade de recurso para alteração da nota. Então, para obter seu certificado, a nota de redação precisa ser 5 ou mais. De qualquer forma, as notas das outras disciplinas também não podem ficar abaixo dos 100 em cada uma (o máximo é 200). Quais temas já caíram na redação do Encceja? Analisando os temas abaixo, você vai saber melhor como se preparar para a redação. 2022 nível fundamental: “O papel da tradição oral na preservação da cultura no Brasil” nível médio: “Desafios da indústria da moda para a preservação do meio ambiente” 2021 nível fundamental: “Abandono afetivo do idoso no Brasil” nível médio: “Combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes no Brasil” 2019 nível fundamental: “Novas formas de consumo consciente” nível médio: “A organização do tempo e o acesso às redes sociais” 2018 nível fundamental: “Possibilidades de uma alimentação segura para a população brasileira” nível médio: “Os riscos do trabalho noturno para a saúde do trabalhador” 2017 nível fundamental: “A importância da vacinação para a saúde pública” nível médio: “A questão da adoção de crianças e adolescentes no Brasil”https://youtu.be/3_gqNHN8EDYComo você vê, são temas de conhecimento geral, tranquilos para quem está antenado com o que acontece no Brasil, acompanha o noticiário da mídia. Portanto, é bom que o candidato tenha uma bagagem mínima de leitura de jornais e revistas, além do que aprendeu no curso regular. Isso é tudo que você precisava saber sobre como é a redação do Encceja. Então, uma boa ideia é fazer uma busca no nosso blog onde há muitos exemplos de todo tipo de tema

Em algum momento durante uma conversa, você já deve ter ouvido algo que não é possível, como dizer que o cachorro é um tapete felpudo, por exemplo. Mas saiba que isso até pode ter sentido. O que acabamos de ver foi o uso de uma metáfora, uma figura de linguagem responsável por fazer comparações de maneira implícita. Essa figura de linguagem é muito utilizada no cotidiano, assim como nas redações — que podem ajudar muito durante esse processo. Pensando nisso, o Redação Online preparou este post para explicar melhor o que é uma metáfora, alguns exemplos para te ajudar e como ela pode ser usada nos textos de redação. O que é metáfora? A metáfora é uma figura de linguagem utilizada para fazer comparações de maneira implícita, ou seja, sem conjunção ou uma locução conjuntiva comparativa. Com isso, podem existir dois tipos de metáfora, que são as impuras (sendo abordadas de forma mais direta e simples) e puras (expressas de maneira mais complexa e indireta). Mas cuidado, se houver elementos que façam comparações na frase, locução conjuntiva comparativa e conjunção, isso pode se tratar de uma comparação, outra figura de linguagem. Adiante trataremos mais sobre a diferença entre ela e a metáfora. Confira aqui alguns exemplos E para podermos entender um pouco melhor sobre a metáfora, é preciso saber que ela pode ser dividida em dois tipos, as impuras e puras. O que podemos perceber para poder fazer a diferenciação, são os termos comparativos que contém ou não em uma frase. Veja alguns exemplos abaixo: Metáfora impura Muitas das metáforas impuras em sua maioria não apresentam conjunções ou locuções conjuntivas, mas apresentam outro elemento comparativo, que muitas vezes pode ser um verbo. Por isso é importante salientar que essas comparações irão aparecer, mesmo que de uma forma inusitada. Para ficar mais exemplificado, observe abaixo um trecho da canção de Rita Lee, “Amor e Sexo”. Perceba também que o verbo aparece como um elemento comparativo: “Amor é um livro Sexo é um esporte Sexo é escolha Amor é sorte…” Metáfora pura Na metáfora pura, o elemento de comparação aparece de uma forma implícita. Por ser indireta, deve o leitor que tenha um pouco mais de conhecimento e vivência para entender e reconhecer a metáfora pura. Confira o poema de Vinícius de Moraes, “Rosa de Hiroshima”, que se trata de uma metáfora pura: ” … Mas, oh, não se esqueçam da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima, A rosa hereditária A rosa radioativa… “ Por exemplo, neste trecho do poema não há nenhum elemento de comparação. Aqui podemos perceber que a palavra rosa faz a substituição, no que era para ser a palavra bomba. Metáfora X Comparação Após algumas explicações, é comum algumas pessoas acabarem confundindo a metáfora com comparação. Mas não se preocupe que iremos te mostrar quais são as diferenças entre cada uma. A metáfora e a comparação são figuras de linguagem diferente. E a diferença entre elas está nos conectivos responsáveis por fazerem essa comparação. Na metáfora não se faz o uso. Na comparação, por sua vez, sim. Conectivos são palavras ou expressões (Pronomes, advérbios, conjunções) que fazem a conexão entre os períodos, orações e palavras. Confira abaixo duas frases que podem melhor exemplificar a diferença entre essas duas figuras de linguagem: “Isadora é um doce” “Os olhos dela eram como duas avelãs” Na primeira frase, temos de que Isadora é comparada a um doce por ser gentil e meiga. Neste caso, a palavra doce, ganha um sentido mais habitual. Por outro lado, na segunda frase temos uma comparação de que os olhos da menina remetem a duas avelãs, tendo uma coloração mais clara. Outro detalhe é o uso da palavra como na segunda frase, sendo utilizada para fazer a comparação. Existem outros conectivos que podem ser usadas, por exemplo: tal como, que nem, tal qual, assim como, etc. Como usar corretamente em redações Sabemos que em muitas redações, ela pode ser um dos maiores pesos em uma prova, por exemplo, no ENEM. E dessa forma, é preciso que os estudantes estejam aptos para a elaboração dos textos. Leia também: Linguagem — principais erros cometidos na redação Uma das formas de criar uma boa redação é fazer o uso de alguns recursos linguísticos, e a figura de linguagem é uma delas. São utilizadas para dar maior ênfase e autoridade na fala ou opinião do autor, e sim, a metáfora é uma excelente opção. Mas não é tão simples. É preciso fazer o uso correto dessa figura de linguagem, ou senão ela acabará prejudicando todo o seu trabalho. E claro que não deixaríamos de te mostrar algumas orientações sobre o uso da metáfora nas redações. Antes de tudo, é preciso que o uso dessa figura de linguagem faça sentido no texto e que não seja nada forçado. Ela deve parecer, digamos, de forma orgânica. O leitor está compreendendo corretamente? Então é preciso que a metáfora dê sentido ao que está querendo dizer no texto, fazendo ter sentido tanto para você como para seu leitor. Outro apontamento é fazer o uso, preferencialmente, nas introduções. Por exemplo, você pode fazer uma metáfora de sua opinião, sem deixar explícito ao leitor, mas que deixe claro as suas intenções. Lembre-se que é preciso fazer sentido ao seu texto. Podemos ver neste artigo que a metáfora, diferente da comparação, é uma maneira de comunicar através de uma comparação implícita. Além de ter dois tipos diferentes, puro e impuro, ela pode ser usada para agregar na sua redação, mas desde que usada com sabedoria e de maneira que faça sentido ao leitor, mostrando a sua opinião. Continue a leitura aqui no blog da Redação Online e veja mais informações em nossos conteúdos completos. Te esperamos no próximo post!

Para que você crie uma boa redação ou qualquer tipo de texto, é importante que ele tenha coesão e coerência. O aposto e o vocativo são dois dos elementos de uma oração que auxiliam na construção de uma frase. Você sabe o que exatamente eles são? É isso que nós da Redação Online iremos explicar no post de hoje. Aprenda o que é cada um desses termos de oração, quando usá-los e veja exemplos de sua aplicação. Continue a leitura e descubra! O que é aposto? Antes que possamos ver alguns exemplos, vamos entender o que é aposto. São palavras ou expressões que oferecem apoio a algum pronome, substantivo ou oração. Elas podem servir tanto para exemplificar, explicar ou até mesmo para comentar algo. Saber mais o que é aposto pode te ajudar a ter uma melhor gramática na redação, além de trazer uma melhor estrutura ao texto. Lembre-se de que ele não pode ser usado como forma de adjetivo, mas sim como substantivo ou por um pronome que tenha a função de um substantivo. Veja um exemplo abaixo: “Ontem, Sexta-feira, passei o dia fora de casa.” Neste caso, a palavra Sexta-feira é um adjunto adverbial do tempo ontem. Sintaticamente falando, o aposto poderia facilmente substituir o adverbio em que ele está se relacionando. Por exemplo, se a oração fosse “Sexta-feira passei o dia fora de casa”, o aposto assumiria a forma de adjunto adverbial de tempo. Tipos e exemplos de aposto Mas não pense que para por aí! Abaixo você verá melhor quais os diferentes tipos de aposto e alguns exemplos para facilitar no momento da escrita. 1. Explicativo O título já entrega o nosso primeiro tipo de aposto. O explicativo é aquele aposto que identifica ou explica o termo no qual ele está se referindo. Por exemplo: “Vinícius, dos Recursos Humanos, pediu para você assinar algumas papeladas.” “Michael Jordan, Ex-Jogador de Basquete, nasceu em 17 de fevereiro de 1963.” Para os dois exemplos, note que os termos Recursos Humanos e Ex-jogador de basquete identificam ou explicam quem foram as pessoas da oração. 2. Enumerativo Neste tipo de aposto, temos o enumerativo. Aqui ele é desdobrado ou enumerado em um só termo. Veja abaixo: “Na mochila levava tudo o que precisa: caderno, livros e lápis.” “Professores precisam disto: reconhecimento, respeito e dignidade.” Perceba que nas orações, o desdobramento vem logo após os dois pontos, mostrando o que está contido nos termos anteriores a ele. Após os dois pontos, os apostos podem ser divididos entre vírgulas ou pela conjunção “e”. 3. Comparativo No nosso terceiro tipo de aposto, temos o comparativo em que ele faz uma comparação implícita, ou seja, de forma indireta. Observe os exemplos abaixo: “O menino, que parecia desacordado, foi levado ao hospital.” “Seus olhos, holofotes questionadores, fixaram-se por muito tempo nos livros.” Nos exemplos, podemos perceber as comparações nos apostos desacordado e holofotes questionadores aos termos antes das vírgulas. 4. Recapitulativo Esse tipo de aposto pode ser tanto chamado de recapitulativo ou resumidor. Aqui ele resume, com um só termo, diversas outras palavras ou elementos presentes em uma oração. Por exemplo: “Pintores, escultores e escritores, todos são artistas e que representam a realidade.” “Vida digna e igualdade de oportunidades, tudo isso está na base para um país melhor. “ Neste caso, os termos todos e tudo isso são utilizados para resumir os elementos em que foram citados anteriormente na oração. 5. Distributivo Aqui os apostos são divididos ou distribuídos em funções, ideias, objetos ou qualificações entre os termos da oração. Veja abaixo: “Pegue duas fatias de pizza: uma para você e outra para sua irmã.” “Isadora e Isabela foram as vencedoras, aquela na dança e esta no atletismo.” Como podemos perceber, na primeira oração, a pizza está sendo dividida entre os dois irmãos e na segunda, tivemos uma qualificação entre as vencedoras. 6. Circunstancial Para este tipo de aposto, temos a circunstância de um local, tempo, causa e etc. Em que também podemos ter a qualidade de um ser. Por exemplo: “Sendo criança, a vida passava mais devagar.” “As estrelas, como grandes olhos curiosos, observavam através das folhagens.” Percebe que na primeira oração, a palavra criança, está indicando uma circunstância, que seria a de época. Já na segunda, temos a palavra como que está mostrando a qualidade do ser, que no caso seriam as estrelas. Como reconhecer apostos? Em muitos casos, os apostos podem ser identificados com uma separação de vírgula, da palavra ou de qualquer expressão que a oração esteja se referindo. Isso pode acontecer em alguns tipos que citamos anteriormente, como: explicativo, comparativo e circunstancial. Para outros tipos, como no caso do enumerativo, este pode ser identificado nas palavras que vem logo após os dois pontos. E lembrando que os apostos, entre si, podem ser divididos por uma vírgula. No distributivo, o aposto pode também ser identificado nos termos separados por vírgula e dois pontos. Veja sobre: 10 erros gramaticais que quase todo mundo comete. O que é vocativo? O vocativo é um termo que está totalmente isolado em uma oração, em que não faz parte do sujeito e nem do predicado. Ele pode ser utilizado como uma maneira de chamar a atenção do leitor, até mesmo como um apelo. Assim como em alguns casos do aposto, ele pode ser identificado após uma vírgula. Exemplos de vocativo Então, por ser um termo que aparece isolado na oração, podemos fazer a identificação dele após a vírgula. Sendo mais comum no início das orações. Por exemplo: “Pessoal, venha ver isso!” “Matheus e Lucas, já mandei vocês pararem de conversar durante a aula.” E da mesma forma que eles podem aparecer no início, também podem ser reconhecidos no fim das orações. Veja: “Você sabe que dia é hoje, senhor?” “Saberia me dizer, amiga, que horas são?” Você pode achar estranho em que nessa última oração, o vocativo aparece entre duas vírgulas. Isso ocorre, pois ele é um termo isolado. Como dissemos anteriormente, o vocativo é uma forma de chamar a atenção do leitor, por isso irá

Com a proximidade do final do ano, é comum que os estudantes sintam-se ainda mais ansiosos e a ansiedade tome conta. Saiba como driblar essa sensação O segundo semestre chegou, os meses parecem correr mais rápido e em breve os estudantes vão se sentar em salas de todo o país para fazer as provas mais importantes do ano – que exigiram meses e meses de preparação. É muita pressão, a gente sabe. Não é à toa que uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria relatou que 41,4% dos jovens em cursinhos apresentam sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Preocupação excessiva, autocobrança e dificuldade de concentração tornam-se frequentes, principalmente quando o fim do ano se aproxima. O psicólogo Anderson Malmonge afirma que é comum uma prova gerar ansiedade: “Existe toda uma expectativa em torno daquilo, a pessoa tem uma motivação, uma meta e sabe que seu desempenho será avaliado e, ainda, comparado com o de outros”. No entanto, isso não significa que você não tenha alternativas para domar a ansiedade com a chegada dos vestibulares. E existem muitas formas de se preparar. “Alguns fatores podem contribuir nesse momento. Manter uma boa alimentação e praticar exercícios físicos vão liberar substâncias endógenas e produzir bem-estar”, aconselha Malmonge. As técnicas de relaxamento podem ser incluídas na sua rotina e realizadas diariamente. O ideal, segundo Anderson, é a prática por, pelo menos, 10 minutos, todos os dias. Por isso, separamos um exercício que ajuda a aliviar a ansiedade, seja no momento da prova ou durante os estudos. Meditação na ação: atenção plena com contagem de um a dez Essa é uma técnica que pode ajudar a minimizar o fluxo de distrações e aumentar a concentração na respiração. Sente-se em uma posição confortável. Caso esteja sentado em uma cadeira, mantenha as pernas descruzadas, os pés no chão e as mãos apoiadas nas coxas. Se deitado, coloque as mãos ao lado do corpo viradas para cima. E mantenha os olhos fechados ou semiabertos. Faça três respirações lentas e profundas pelo nariz. Em seguida, deixe que a respiração siga seu fluxo natural, observando as reações que surgirem em qualquer parte do corpo. Preste atenção nelas, mas sem influenciá-las. Conte as inspirações e expirações começando no um até o dez, e retorne para o um. Exemplo: ao inspirar, conte “um” mentalmente e ao expirar conte “um”, inspire novamente contando “dois” e expire contando “dois”. A contagem serve com um fio que prende a atenção à respiração por algum tempo. Não se preocupe se você perder a contagem, apenas recomece. Faça essa prática diariamente por, pelo menos, cinco minutos, principalmente quando sentir que está com a mente muito agitada. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.