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Como você está se preparando para o Enem 2023? Você tem um calendário mensal? Horário semanal? É preciso ter um cronograma para conseguir ver toda a matéria, sabia? A gente vai te ensinar a fazer isso neste artigo – não deixe para ler depois! Sem cronograma de estudos de agora até o Enem 2023 você corre o risco de não rever toda a matéria até o dia da prova. Você vai acabar perdendo tempo com matérias que nem caem com frequência! E é bem simples e fácil seguir um cronograma como a gente ensina. Como dar conta da matéria para o Enem 2023 Antes de qualquer coisa, você precisa se conscientizar de que não há 1 ano até sua prova do Enem. Quer dizer, se você está começando a estudar em janeiro, há no máximo 10 meses até lá. Se você está começando a estudar em março, são 8 meses pela frente. Estamos chamando sua atenção para isso, porque os alunos que prestam o Enem pela primeira vez costumam pensar em termos de “ano letivo”. Mas “ano letivo” não são 12 meses, ok? E dependendo de quando você está começando a rever a matéria para o Enem… isso vira apenas alguns meses! O que acontece se você ignorar essa realidade? Já viu aqueles candidatos desesperados algumas semanas antes da prova? Pois então… você será tomado por um desespero lá por setembro, quando descobrir que não dá tempo para mais nada… Seus estudos para o Enem, na prática, são a revisão da matéria estudada durante seu ensino médio – é uma revisão. Claro que você pode ter deixado de aprender várias matérias no colégio – é a realidade, infelizmente -, mas o estudo para o Enem é prioritariamente tempo de revisão, tenha isso em mente. E um último alerta: o mês de julho é mês de férias nas escolas. Férias nas escolas – não para quem estuda para o Enem! Quem vai prestar Enem pode até sair de férias em julho, mas isso é um prejuízo grande – aconselhamos seriamente você a dedicar julho ao estudo normalmente! O que vemos entre os alunos cujas redações recebemos para correção é que quem passou julho de férias (porque ninguém é de ferro) precisa fazer Enem novamente no ano seguinte (e sem férias dessa vez). Você não quer passar por isso, quer? Bem, entendidos esses detalhes que fazem toda a diferença, é hora de você se organizar com nosso cronograma. Como fazer um cronograma para o Enem 2023 Não sabemos quanto tempo você tem até o Enem, mas estamos criando este cronograma em abril de 2023, faltando 7 meses até a prova, então, adapte este cronograma para seu caso. As últimas semanas antes da prova Agora vamos aos meses de revisão da matéria, antes da revisão final perto da prova. Os meses de estudo para o Enem 2023 Assim que você já tiver organizado o cronograma para as últimas semanas antes da prova, é hora de organizar o tempo que você tem até lá. Quantos meses você tem até setembro? Esse é o tempo que você tem para repassar toda a matéria, ok? Faça seu cronograma como você tinha na escola: Viu como é simples fazer o cronograma? E você pode até usar o aplicativo Meu planner de estudos, que é super prático e tem um visual bonito. Como dar conta da matéria toda do Enem O ideal mesmo é você estudar com uma apostila de cursinho, que você pode comprar em grupos de redes sociais ou em sebos (se tiver sorte, você pode receber suas apostilas por doação!). É mais fácil simplesmente seguir as páginas dela, em vez de fixar matérias específicas a cada dia, como você tinha na escola. Simplesmente verifique quantas páginas de exercícios você tem para fazer. Divida esse número pelos dias que tem pela frente, e aí está quantas páginas você deve estudar por dia. Claro que você precisa se adequar ao seu estilo e às suas dificuldades específicas: há exercícios mais fáceis e outros mais difíceis; além disso há alunos que encaram o estudo no fim de semana, e outros não. Nós sugerimos que você use apostilas, porque são mais compactas e só contêm as matérias que realmente caem no Enem, tudo organizadinho. Vá direto aos exercícios (testes) em vez de estudar a teoria, e cronometre seu tempo para saber se você não vai se desesperar na hora da prova. Faça todos os exercícios – todos! Um tempo bom para resolver questões em teste fica no máximo em 3 minutos. Pouca gente lembra desse detalhe, mas o tempo derruba muita gente estudiosa na hora da prova. Simulados para Enem igual ao dos cursinhos Uma boa ideia é simular uma prova, como os cursinhos fazem. É só calcular quanto vale cada questão a ser feita, e depois calcular qual foi sua “nota”, como se fosse o dia da prova. Por exemplo, se você tem 20 questões em forma de testes para fazer, cada uma vale 0,5 pontos, e somando seus acertos, você terá uma “nota” simulada nesses testes. Isso lhe dá uma noção muito boa de como está indo e evita sustos ruins na hora H. O resultado é igual ao dos simulados de cursinhos! Marque as questões que você errou, e num outro momento, verifique somente essas questões para entender onde foi o erro. Aí sim é hora de dar uma olhada na teoria se você precisar. Sem falar que, quando você corrige seu próprio erro, a chance de voltar a errar é quase zero. Cronograma de redação para o Enem 2023 A redação é um capítulo à parte: jamais deixe para treinar redação 1 mês antes da prova do Enem! Hoje você tem uma coleção imensa de temas para fazer sua redação à sua disposição (estão todos aqui!). Assim que começar a rever a matéria para o Enem, toda semana escreva uma redação e envie para nossa equipe. Já percebeu que, apesar de tantas dicas que você vê por aí, só 0,5% dos candidatos chegam à

Será que dá para reduzir o estresse pré-vestibular? Opa, claro que dá! E tem várias formas de se fazer isso – segue a gente! Primeiro, lembre-se de que um pouco de nervosismo antes de uma prova – ainda mais um vestibular! – é normal e pode significar que você está com foco total nela. Sentir pressão pré-vestibular pode afetar qualquer pessoa, mesmo quem já tem formação superior e vai tentar novo vestibular, e o que os alunos nos relatam é o seguinte: O que não pode é deixar que a ansiedade pré-vestibular vire insegurança e preocupação e você vá mal na prova! As melhores estratégias para reduzir a ansiedade antes da prova (e ainda aumentar seu desempenho na hora H) são aplicadas exatamente na etapa de revisão. 1. Comece cedo sua revisão Sugerimos começar a revisão 6 semanas antes dos exames. Lembre-se de que a revisão é só revisão mesmo – repasse rapidamente o que aprendeu, e não tente aprender nada novo neste momento. Se por acaso houver menos de 6 semanas até a prova de vestibular, seja realista e revise só o que der. Seus professores podem te dar dicas do que cai mais, e assim você não se tornará ansioso. 2. Revise com foco Todo mundo parece saber, mas nós vemos que na prática os alunos revisam da forma errada e quando percebem que estão perdendo tempo… lá vem a ansiedade! Faça assim para não errar: Por falar em cansaço, quanto mais descansado você estiver, menos chances de ficar ansioso para o vestibular. Então fazer revisão para pré-vestibular tem que ser uma etapa tranquila (o que não deu para estudar, paciência, foque no que você aprendeu). 3. Use corretamente seu tempo na revisão Não exagere no número de horas diárias de estudo. Siga a sequência: 4. Mantenha-se saudável durante a revisão Conforme os alunos focam na reta final dos vestibulares, eles se esquecem de se alimentarem bem e de cuidarem da saúde em geral. Não podíamos deixar dicas de saúde nessa hora – vemos muitos alunos simplesmente “desabando” dias antes do vestibular e até perdendo o ano! Você pode evitar viver esse drama da ansiedade antes das provas fazendo isto: Você se alimenta de pacotinhos de bolacha recheada com refrigerante (para “não perder tempo de estudo”)? Compare com a alimentação de quem tem a ansiedade antes da prova sob controle: 5. Saiba quando parar de revisar a matéria Você estuda melhor de manhã, à tarde ou à noite? Não faz diferença: escolha o melhor horário para você, apenas dê um tempo depois de estudar para ir dormir, se preferir estudar à noite. A noite da véspera de sua prova é um momento em que a ansiedade pode atacar severamente… Parece que todo aluno sonha que chegou atrasado e encontrou o portão fechado… ou esqueceu o RG em casa no dia da prova de vestibular! Então mesmo que tenha se mantido calmo durante a revisão, é preciso cuidar para não entrar em pânico na noite anterior: Conclusão Essas são as 5 dicas para lidar com a pressão pré-vestibular que funcionam melhor – vão te ajudar certamente. Nós somos especializados em corrigir redações e temos as melhores dicas da web, mas também queremos ver seu nome na lista de aprovados!

É a pior coisa que pode acontecer na vida de um vestibulando: ir mal no Enem. Ainda mais de um vestibulando que “ralou” o ano todo para ir bem… Queremos que você saiba que estamos juntos – depois de ler este artigo, você se sentirá melhor e com a cabeça erguida! Talvez você tenha errado “bobeira” na prova, talvez o problema tenha sido a redação (e aí você nem entende direito onde falhou). Bate aquela tristeza, pra dizer o mínimo. Afinal você tinha feito mapas mentais, deixou de sair com os amigos, fez e refez centenas de exercícios (pode ser que aquele monte de apostilas amarrotadas estejam aí do seu lado agora). A sensação é dolorosa! Mas é preciso encarar a realidade: sua nota no Enem 2022 foi baixa. Começando a aceitar – você foi mal no Enem Os minutos se passam depois de ver sua nota no site do Enem, e você começa a tentar raciocinar melhor para descobrir onde foi o problema. Mas ainda é difícil, e você se lembra das técnicas de respiração contra ansiedade que te ensinaram. Não dá certo. Você se sente meio perturbado, e à primeira vista parece que houve algum erro dos corretores – “fui injustiçado!” Enfim… você ainda tem o sonho de cursar sua faculdade e daqui a alguns meses tem outro Enem para enfrentar. Então você cata seus caquinhos e levanta a cabeça. Como ter ânimo depois da nota baixa no Enem? 1. Sinta suas emoções Claro, é ruim pra todo mundo descobrir que o que se fez não deu certo. Dá vergonha, a gente se sente o pior ser da face da terra. Ainda mais quando se dedicou tanto (talvez tenha até desenvolvido gastrite…). Mas os psicólogos garantem que a melhor coisa nessa hora é dar vazão ao que está sentindo. Se quiser chorar, se jogue no travesseiro e vá fundo; ou vá a um lugar onde ninguém te ouça e grite e xingue. Enquanto estiver fazendo de conta que está tudo bem, você não terá ânimo para seguir em frente. Não finja; não piore as coisas. 2. Faça algo de que você gosta DEPOIS de sentir que aliviou sua tristeza, é preciso sacudir a poeira e dar a volta por cima – volte a alguma atividade ou aos estudos. Para isso você pode lembrar do seguinte: o Enem 2022 não foi a coisa mais importante do mundo. Com certeza você terá outro Enem pela frente e vai se esforçar – mesmo que seja sozinho – para ter notas excelentes nele. Nada dura para sempre (pode prestar atenção nisso!). Daqui a alguns anos, quando você estiver formado, vai contar a história dessa sua nota baixa no Enem 2022 para seus colegas de formatura, e todos cairão na gargalhada! Vai ser só uma lembrança. Então… levante a cabeça e ocupe-se. Se ainda não dá para nem olhar para as apostilas, faça coisas que lhe tragam alegria, para ajudar a deixar a nota baixa para trás. Mesmo que você não tenha jeito para artes, saiba que atividades que movam seu corpo são extremamente relaxantes – são uma terapia. Damos algumas dicas: Certamente vai dar uma relaxada, e aos poucos você será uma nova pessoa! 3. Ria Existem estudos que comprovam os efeitos maravilhosos da risada no corpo humano. Como a tristeza por nota baixa é algo negativo, encha-se de positividade com coisas alegres e divertidas! Você tem um colega piadista? Fique um pouco com ele. Se não tiver, assista a comédias (ainda não conhece os sensacionais filmes de Chaplin no início de sua carreira? não sabe o que está perdendo – sua barriga vai doer de tanto rir!). Mas ver fotos e vídeos de gatinhos e cachorrinhos fazendo asneiras já será uma ajuda para deixar você mais positivo. 4. Evite pensar nisso Você já aliviou a tristeza, já entendeu que o Enem 2022 não é a coisa mais importante do mundo e agora precisa ocupar sua cabeça com outras coisas. Assim é que não vai mais se lembrar dessa “derrota”. Claro que não vai se esquecer totalmente (o cérebro não esquece nada), mas a forma como você vai lembrar o Enem 2022 não será mais de amargura. Pense assim: a nota em si é uma marca puramente numérica; não é um indicativo de sua real capacidade, nem do que você pode conseguir em seu futuro. É só um número. Certo? E não foi você que recebeu a nota baixa, foi sua prova. Não pense mais nisso. 5. Tente melhorar o que não saiu deu certo Se puder, verifique o que foi ruim na prova do Enem, quais as respostas erradas, e tente corrigi-las. Talvez você até reconheça que não estudou suficientemente algumas matérias… Talvez você não fez revisão das matérias… 6. Faça planos para o futuro Bem… o Enem 2022 já foi, não tem mais como mudar. Assim que estiver se sentindo mais leve, pense em coisas que pretende fazer no futuro. Claro, o Enem 2023 é uma delas, mas a vida não é só Enem: Enem é mesmo só uma parte da sua vida, da sua vida acadêmica, não é tudo. Planeje as outras partes. Conclusão Não deixe que a nota ruim no Enem 2022 estrague seus estudos em 2023. Para você que está nessa situação tipo “Tirei nota baixa no Enem, e agora?”, este artigo é mais uma ajuda que a equipe do Redação Online oferece para vê-lo levantar a cabeça. Em alguns meses tem outro Enem e você vai precisar das nossas dicas! Aliás, você não vai começar do zero – você já domina muita matéria, as coisas ficarão mais fáceis este ano!

Na hora de montar o cronograma é pensar de forma realista e equilibrada O ano de vestibular exige muita disciplina: são meses dedicados a leituras, resolução de exercícios, aulas e simulados. E a melhor maneira de conquistar um bom desempenho nas provas é por meio de uma boa rotina de estudos. Com um cronograma assertivo, equilibrado e alinhado ao perfil de cada um, fica menos custoso realizar as tarefas ao longo das semanas e progredir. Sem contar que, quando o estudante estabelece uma rotina e consegue mantê-la, sua confiança é impulsionada pela sensação de dever cumprido. https://youtu.be/pVJPq-EkIfM Para te ajudar a montar um plano de estudos perfeito, conversamos com João Pitoscio Filho, coordenador pedagógico do Curso Etapa, Márcio Guedes, coordenador do Poliedro Curso de São José dos Campos, e Alfredo Terra Neto, orientador de estudos e professor do Oficina do Estudante, que deram 13 dicas infalíveis para organizar a rotina para o Enem e outros vestibulares. Confira: 1. Agenda de estudos Todo vestibulando deve ter uma agenda, física ou virtual, na qual as atividades do dia estejam listadas com horários. “O calendário é o que ancora o estudante. Precisa ter uma estrutura montada, de segunda à sábado, contabilizando a aula, estudos em casa e simulados”, diz Guedes. A dica do coordenador é que o estudante priorize o estudo das disciplinas que ele teve aula no dia, focando na parte teórica primeiro e, depois, nos exercícios. + 7 aplicativos para organizar seus estudos 2. Seja realista Uma boa rotina de estudos precisa estar alinhada ao perfil e à realidade de cada um. Não adianta criar metas mirabolantes, querer resolver 200 exercícios por dia ou passar 12 horas seguidas estudando. Isso só gera frustração, ansiedade e a vontade de deixar o cronograma de lado. Por isso, monte um planejamento que seja possível de ser realizado. Analise com sinceridade quantas horas do seu dia você quer – e pode – dedicar aos estudos. Além disso, se você é uma pessoa que funciona melhor depois das 8h, não adianta se programar para iniciar os estudos às 5h. O autoconhecimento é fundamental nesse momento. 3. Tempo para descanso e intervalos Imagine que você montou uma rotina impecável, separou uma hora do dia para cada assunto, programou-se para realizar um determinado número de questões a cada dia da semana e conseguiu preencher cada minuto dos seus dias com estudos. Não se esqueceu de nada? Muitos estudantes entopem as horas com as obrigações e esquecem alguns fatores básicos da rotina, como refeições, banho, o tempo de deslocamento entre sua escola/cursinho até a casa, tarefas domésticas e descanso. Se tudo isso não for considerado na sua agenda, vai ser impossível cumprir o cronograma. O resultado será apenas frustração, estresse e desmotivação. Além disso, durante a montagem do cronograma, deve-se deixar pequenas pausas ao longo do dia para evitar a exaustão. “Um erro muito comum é montar um cronograma que leve em conta apenas os estudos, deixando de lado as demais atividades que darão equilíbrio à vida nesse período. Separar um tempo para os momentos de lazer ajuda no aprendizado. Um estudante feliz aprende mais e melhor”, diz João Pitoscio Filho. Também é muito importante descansar entre o estudo de cada uma das disciplinas. A sugestão de Alfredo Terra Neto é que, para cada hora de estudo, o estudante faça um intervalo de 10 minutos. “E o período de descanso não deve ser usado para a entrada em redes sociais, pois haverá um grande gasto de energia e certamente esse intervalo acabará sendo desrespeitado”, completa o coordenador. 4. Prioridades Outro aspecto importante é considerar a carreira que deseja seguir, pois, dependendo da escolha, a estratégia de estudos muda – principalmente se o vestibular escolhido tiver uma fase com disciplinas específicas. “A escolha da faculdade também deve ser levada em conta. Vestibulares diferentes, de um modo geral, possuem estruturas diferentes, desde o número de fases, passando pelo tipo de questões (objetivas ou dissertativas) e por quais disciplinas têm mais ou menos peso na nota dos candidatos. E isso influencia o cronograma de estudos”, diz o coordenador do Etapa. Então, veja se o seu plano de estudos é compatível com as suas prioridades. Também é importante saber onde está pisando, ou seja, pesquise se o curso escolhido é mais ou menos concorrido, qual é nota de corte e a média que os candidatos tiram para entrar em determinada faculdade. Lembre-se também que as universidades costumam atribuir pesos diferentes para cada área do conhecimento do Enem de acordo com o curso. Por isso, leia o edital da universidade e, com ele em mãos, veja o que merece mais a sua atenção, dando ênfase às disciplinas que têm maior peso. 5. Revisões “Outro aspecto importante é entender que o cronograma deve se adaptar aos períodos da preparação para os exames. Em geral, os principais vestibulares acontecem no final do ano. Logo, é essencial ter um espaço na agenda para revisões periódicas, o que deve ser intensificado com a proximidade das provas”, diz João Pitoscio Filho. Essas revisões podem ocorrer a cada 3 a 6 semanas, separando sempre as prioridades, que são as matérias e questões que têm mais dificuldade e chance de cair. O que você já domina pode ficar para o final da fila da revisão. 6. Redação A redação é uma das etapas mais importantes e temidas do vestibular. Desse modo, o cronograma deve conter espaços para a produção periódica de textos. A recomendação é que seja elaborada uma por semana. 7. Simulados As provas de vestibular não testam só o conhecimento do candidato, mas também como esse estudante consegue lidar com a adversidade, com a pressão e com o tempo. Por isso, fazer simulados e provas dos anos anteriores faz toda a diferença na preparação para qualquer exame. A sugestão é cronometrar três minutos para cada questão e, depois, olhar os erros e checar se foram cometidos por ansiedade, falta de controle de tempo, distração ou falta de conhecimento. + 7 dicas para aproveitar os simulados da melhor maneira

Afinal o que é a ressaca literária? Sim, ela é real e é mais comum do que se pensa. Mas tem cura! Você já comprou um livro e quando começou a ler não conseguiu sair da página 10? Se animou novamente, pegou outro livro, mas aconteceu a mesma coisa? E outro? E outro de novo? Calma, antes de ficar desanimado, saiba que essa falta de interesse pode não ser necessariamente sua culpa ou dos livros. É muito provável que você esteja passando pelo o que chamamos de ressaca literária. Sim, uma ressaca de livros! Mas pode ficar tranquilo: todo mundo já teve, tem cura e é mais fácil sair dela do que parece. A boa notícia é que o remédio não envolve gemas de ovo ou qualquer outra receita que só trará dores de cabeça! Sintomas O termo faz parte do dicionário do leitor há anos. É provável que tenha se popularizado com o BookTube, a comunidade de influenciadores literários no YouTube. Os sintomas são passageiros e para cada leitor, a ressaca se manifesta de um jeito diferente: estafa, desinteresse, dificuldade de concentração, sobrecarga de atividades e momentos emocionais difíceis. Da mesma forma que os sintomas da ressaca literária são diferentes para cada pessoa, as soluções podem servir para um leitor e não servir para o outro. Parte da redação do GUIA lista aqui alguns ‘remédios’ para curar esse mal e retomar as leituras. 1 – Dê um tempo “Quando eu emperro em uma leitura, paro no meio e guardo para ler em outro momento. Às vezes não é a melhor fase pra ler”, conta Giulia Gianolla. 2 – Livro desnecessário? Largue a leitura “Acho que leitura tem muito a ver com o momento que você está vivendo e o envolvimento com aquele tema no seu contexto. Já parei na décima página de um livro por achar extremamente chato, mas, alguns meses depois, fiquei empolgada com a leitura e terminei em menos de uma semana. Agora, se percebo que o livro não acrescenta nada, aí eu paro”, diz sabiamente a repórter Julia Di Spagna. 3 – Retome aos poucos com leituras ‘gostosinhas’ “Não adianta forçar. Vale assistir vídeos sobre livros e leituras e voltar aos poucos com livros gostosinhos, de leitura rápida, escapistas. Não adianta tentar sair de ressaca literária com livros teóricos”, conta o apaixonado por livros, Luccas Diaz. 4 – Separe um momento do dia para ler “O que mais emperra as minhas leituras é falta de tempo, principalmente durante a semana. Então reservo um horário fixo no fim de semana para focar no livro. Mas se eu estiver de ressaca literária, diluo a leitura em poucos minutos todos os dias”, diz Alexandre de Melo, editor do GUIA DO ESTUDANTE. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Confira alguns livros do BookTube para ler:

Pense na palavra: relato vem de relatar. Num relato alguém relata algo (um fato, uma situação). Neste artigo você vai saber o que um relato precisa ter e vai ver exemplos – é um gênero que pode cair no vestibular. Então já sabe: sempre que você tiver de escrever um relato, é isso que você vai fazer: reproduzir em palavras um acontecimento de qualquer tipo. Não tem erro.

Neste artigo você vai encontrar uma comparação entre as provas de redação para concurso público das principais bancas organizadoras: FCC, Vunesp, Cespe/Cebraspe e FGV.

Veja o que é importante revisar em cada gênero literário nas obras obrigatórias da Fuvest Às vésperas da Fuvest, é comum que os estudantes resolvam desacelerar e dedicar os últimos dias à revisão dos conteúdos estudados ao longo do ano. Mas já pensou em focar especificamente nas obras obrigatórias? Então, veja como revisar as obras obrigatórias para a Fuvest! Norival Leme, professor de literatura de um cursinho preparatório, diz que quando se trata das leituras obrigatórias, este é o momento de revisar as anotações e incorporar novas informações que, por ventura, você adquiriu neste intervalo de tempo. Essa é uma forma de fixar o conteúdo e ganhar mais confiança. “Debater com colegas pode oferecer perspectivas novas e tornar o processo mais dinâmico”, sugere Júnior. Ele também aconselha que o estudante estabeleça prioridades. “É interessante fazer uma revisão mais cuidadosa sobre as obras com as quais o candidato simpatizou menos ou teve mais dificuldade. Por fim, se puder, ainda que de maneira rápida, é importante passar pelas demais”, explica. Além disso, um método que pode ser aplicado nesta reta final é revisar os exercícios de literatura dos últimos exames. Isso possibilita um maior entendimento do nível de cobrança e das abordagens adotadas pelas bancas. O que revisar das obras obrigatórias da Fuvest? O Professor Norival diz que é fundamental que o candidato conheça os aspectos estruturais (foco narrativo, enredo, principais personagens, tempo, etc), o contexto histórico, político e social em que a obra está inserida e o estilo de época. Esses fatores são cobrados em questões que propõem análises e interpretações de ações e falas das personagens, a partir de determinadas passagens dos livros. “O estudante também precisa se atentar para contextos específicos de outros países, como Portugal e Moçambique (muitas vezes desconhecidos do leitor brasileiro), já que as listas contemplam leituras não só de obras nacionais, mas também de literatura portuguesa e de países africanos que compartilham do nosso idioma”, acrescenta Diogo Mendes, professor de literatura de outro cursinho. Na primeira fase, as questões costumam focar na interpretação de texto de trechos da obra, que, muitas vezes, podem ser resolvidas apenas com as informações do excerto. Já na segunda fase, as questões apresentam um grau de cobrança mais profundo, explorando dados bastante específicos das obras e tornando essencial a leitura e domínio plenos. Atenção aos gêneros literários na hora de revisar Diogo defende que o preparo de mapas mentais ou fichamentos sobre as obras é uma boa estratégia para revisar as leituras obrigatórias de vestibulares. “Em ambos os casos, é importante que o aluno priorize as informações relacionadas aos gêneros literários de cada título”, destaca. Narrativo No caso de livros pertencentes ao gênero narrativo, por exemplo, é importante que o mapa mental ou fichamento apresente informações a respeito dos elementos da narrativa como: Obra obrigatória da Fuvest: Lírico Quando os textos são pertencentes ao gênero lírico, como as poesias, não se pode ignorar os recursos próprios dessa categoria, que geralmente envolvem: O único livro que foge a essas duas categorias é um que aparece na lista da Unicamp. “Para a obra ‘O Marinheiro‘, de Fernando Pessoa, cobrada pela Unicamp, única pertencente ao gênero dramático, é necessário se atentar para fatores constituintes do gênero textual roteiro”, observa Diogo. O professor sugere ainda que, ao longo da revisão, o estudante foque em obras pautadas no gênero textual poema. “Isso porque textos pertencentes a esse gênero apresentam alta concentração de linguagem figurada e estruturas sintáticas fora do comum, então é necessário um exercício contínuo de observação e decifração para não ser surpreendido no momento da prova”, explica. “Obras como ‘Terra Sonâmbula‘, de Mia Couto, ‘Campo Geral‘, de João Guimarães Rosa, também merecem uma atenção especial por se enquadrarem dentro do que podemos chamar de prosa poética, ou seja, flertam com características tanto do gênero narrativo como do lírico”, acrescenta Diogo. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Então, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Saiba como funciona a redação da FUVEST aqui:

A estratégia de prova é um dos passos mais importantes para que o candidato conheça seus pontos fracos e fortes e qual a melhor forma de adequar ao modelo de determinado vestibular. É neste momento que são definidos pontos como: é melhor resolver as questões mais fáceis antes? Por qual disciplina começar? E a redação do Enem, é melhor deixar para o começo ou final da prova? É esta última pergunta que respondemos neste texto! Segundo especialistas, o ideal é dividir as etapas durante o tempo de prova: começar com a leitura da coletânea, esboçar algumas ideias e partir para as questões. Dessa forma, é possível deixar o estresse inicial diminuir, lembrar de referências do seu repertório e até se inspirar com textos dos enunciados. Depois de algumas questões resolvidas, tente começar o rascunho e passe a limpo apenas no final. “Esse distanciamento permite enxergar problemas de linguagem na hora de passar o texto para a folha oficial, além de alterações para melhorar o conteúdo, a clareza e o estilo”, explica Wellington Borges Costa, coordenador de redação do Curso Etapa. Tudo no final da prova e a redação no começo da prova Deixar a redação para o final pode parecer uma boa estratégia. Afinal, todas as questões estarão resolvidas e você poderá se dedicar integralmente ao texto. O problema é que, se você se atrasar com as questões, terá pouco tempo para fazer um bom desenvolvimento do texto. Além disso, não conseguirá se distanciar um pouco para enxergar possíveis erros ou analisar seu repertório. “Deixar a redação para o final da prova sem ter treinado este tipo de estratégia ao longo do ano é, de fato, um erro. Só funcionará se o candidato tiver treinado demasiadamente ao longo do ano e claro, se tiver obtido bons resultados com o treino”, explica Alfredo Terra Neto, orientador educacional da Oficina do Estudante. Ele ressalta que o peso da redação na maioria dos vestibulares é muito alto e no Enem pode chegar a 50% do valor total da prova. Como o risco é muito alto, separamos quatro motivos pelos quais você não deve deixar a redação para o final da prova e sim fazer a redação do Enem no começo da prova. Confira: Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Manual de redação coesa do Inep traz dicas de coesão para mandar bem na competência 4 A competência 4 da redação do Enem analisa a capacidade do candidato de demonstrar que possui conhecimento sobre os mecanismos linguísticos necessários para um adequado encadeamento textual. Por isso, observe quais marcas linguísticas o candidato usa para isso. Para garantir a coesão textual, é importante que a redação tenha algumas características específicas. A Cartilha do Participante – A Redação do Enem 2022, explica quais são elas: Estruturação dos parágrafos: um parágrafo é uma unidade textual formada por uma ideia principal a qual se ligam ideias secundárias. No texto dissertativo-argumentativo, os parágrafos podem ser desenvolvidos por comparação, por causa-consequência, por exemplificação, por detalhamento, entre outras possibilidades. É importante que exista uma articulação explícita entre um parágrafo e outro; Estruturação dos períodos: período nada mais é do que um enunciado que tem sentido completo. Desse modo, uma ou mais orações pode formar o enunciado. Além disso, em um texto dissertativo-argumentativo, os períodos do texto são, normalmente, estruturados de modo complexo. Isso significa que eles são formados por duas ou mais orações, para que se possam expressar as ideias de causa-consequência, contradição, temporalidade, comparação, conclusão, entre outras; Referenciação: apresentam pessoas, coisas, lugares e fatos e, depois, retomados à medida que o texto vai progredindo. Esse processo é feito mediante o uso de pronomes, advérbios, artigos, sinônimos, antônimos, hipônimos, hiperônimos, além de expressões resumitivas, metafóricas ou metadiscursivas. As dicas do Inep Para colocar cada um destes tópicos em prática e alcançar a famosa redação coesa, o Inep separou algumas dicas práticas. Confira: 1) Utilize operadores argumentativos para relacionar orações, frases e parágrafos de forma expressiva ao longo do texto. Um exemplo de operador argumentativo que estabelece relação espacial é o termo “em primeiro lugar”. Também existem operadores que estabelecem relações de causalidade, condicionalidade e outras. 2) Verifique se o elemento coesivo utilizado estabelece a relação de sentido pretendida. Se você busca estabelecer uma relação adversativa, por exemplo, não faria sentido utilizar a conjunção “por fim”, mas conjunções como “porém” ou “todavia”; 3) Procure utilizar as seguintes estratégias de coesão para se referir a elementos que já apareceram no texto. Estratégias 1 – substituição de termos ou expressões por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, advérbios que indicam localização, artigos; 2 – substituição de termos ou expressões por sinônimos, hipônimos, hiperônimos ou expressões resumitivas; 3 – substituição de verbos, substantivos, períodos ou fragmentos do texto por conectivos ou expressões que retomem o que foi dito; 4 – elipse ou omissão de elementos que foram citados ou que sejam facilmente identificáveis. Evite! Para escrever um texto coeso, evite: 1) A ausência de articulação entre orações, frases e parágrafos; 2) A ausência de paragrafação (texto elaborado em um único parágrafo); 3) Emprego de conector (preposição, conjunção, pronome relativo, alguns advérbios e locuções adverbiais) que não estabeleça relação lógica entre dois trechos do texto e prejudique a compreensão da mensagem; 4) A repetição ou substituição inadequada de palavras sem se valer dos recursos oferecidos pela língua (pronome, advérbio, artigo, sinônimo). E lembre-se! O Inep alerta que você não deve utilizar elementos coesivos de forma artificial ou excessiva para fazer o texto parecer mais bem escrito e com isso ter uma redação coesa. Aqui, vale mais a qualidade do que a quantidade, e o excesso de recursos coesivos mal empregados pode tornar o seu texto mais difícil de compreender. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Corretores de redação do Enem são gente cheia de segredos. A equipe do Redação Online descobriu 10 segredos que os corretores do Enem não te contam! Está tudo neste artigo! 1. Segredos corretores Enem: O corretor tira pontos se você separar sílabas assim Translineação é quando você separa as sílabas de uma palavra, deixando parte dela numa linha e parte na linha de baixo. Como você faz isso? Se você faz assim então os corretores mandam avisar que esse tracinho sob a linha não é aceito, ok? O tracinho correto é um hífen, então fica no meio do espaço entre linhas, não abaixo da linha. Tracinho abaixo da linha não existe no português. Fazendo esse tracinho tão inocente abaixo da linha você certamente perde pontos na competência 1! 2. O corretor tira pontos se você esquecer esta pontuação Veja esta frase: “As informações que seguimos têm um algoritmo, na maioria das vezes.” Agora veja esta: “As informações que seguimos têm, na maioria das vezes, um algoritmo.” Nós mudamos a posição do adjunto adverbial na maioria das vezes. O segredo que corretores não contam é que adjunto adverbial no meio da frase precisa vir entre vírgulas. O corretor não vai tirar pontos seus se o adjunto adverbial tiver 1 ou 2 palavras somente, mas, se tiver mais que isso, por favor, ponha as vírgulas! 3. Segredos corretores Enem: O corretor gosta desta ordem de argumentos Sabe aquele argumento que deixa o leitor sem palavras? Sempre tem um argumento assim, mais forte. Os corretores não abrem o jogo sobre isso, mas esse argumento deve ser o último a aparecer na sua redação. Deixe-o para o final, perto da conclusão. Isso que é a perfeita progressão de ideias! 4. O corretor sabe se você fez rascunho Espertinho ele, né? Corretores nascem com uma incrível capacidade secreta de descobrir se o aluno fez um rascunho da redação e se releu e melhorou esse rascunho com cuidado. Não tem como enganá-los… E nessa hora crucial é que eles tiram pontos na competência 2, a da autoria. Faça rascunho, releia e releia. 5. Segredos corretores Enem: O corretor não liga para um certo tipo de repetição É sério! E você aí perdendo tempo substituindo palavras por sinônimos! Acabou o segredo do corretor do Enem: eles nunca contam quantas vezes uma palavra foi repetida. Jamais. A história é a seguinte: eles analisam se foi importante repetir a tal palavra, porque sabem que repetição é fun-da-men-tal para coesão. Por exemplo, se notarem que a palavra repetida é exatamente o tema central, ou palavras da própria proposta de redação, a repetição é aceita, sem problema nenhum. Agora, se a repetição for aquela sem necessidade (aquela que passa batida porque o candidato tem preguiça de reler), então ele tira uns pontinhos do candidato, sem dó. 6. O corretor deixa você usar “através de” como quiser Você pode até ter aprendido na escola que “através de” só pode ser usado quando se atravessa algum elemento físico de um lado para o outro. Você aprendeu que ele não serviria para mostrar como alguma coisa será realizada – o modo. Por exemplo, você não poderia usar “através de” para o seu elemento “meio/modo” da proposta de intervenção. E isso é correto mesmo, para a norma culta do português. Mas os corretores do Enem são bonzinhos com isso: não tiram ponto nenhum se você usar “através de” para o seu elemento “meio/modo”! Você pode escrever “…. através de ….”, como nesta frase: “… para que esses filtros da internet sejam extintos, através de um investimento pesado do Governo…” (Bem que eles podiam já ter revelado isso antes…) 7. Corretores percebem conectivos sem sentido Sabe aqueles conectivos que, talvez, você tenha decorado para começar seus parágrafos? Aqueles que você nem pensa bem o que significam e já vai pondo na redação? Não se sabe bem como corretores conseguem esta façanha, mas são ótimos em perceber se o conectivo liga os parágrafos corretamente ou foi só “chute” do candidato. É incrível como percebem se um “Ademais” serviu mesmo para adicionar algo… se um “Nesse sentido” serviu de verdade para seguir na mesma linha do que foi dito antes! Por isso nós alertamos: não vale a pena arriscar na hora de escolher conectores. Veja bem se o sentido do conector está adequado ao que você quer dizer! 8. O corretor não exige que a proposta de intervenção venha na conclusão Ficou chocado? Pois é, pode escrever sua proposta de intervenção em qualquer parágrafo até na introdução! Acreditamos que os corretores nunca revelaram isso só para se divertirem com tudo que foi inventado sobre o lugar certo da proposta de intervenção do Enem. Mas agora já não é mais segredo, pelo menos para você. Está tudo bem espalhar a proposta em vários parágrafos, conforme você vai argumentando… e também está tudo bem fazer um parágrafo só para ela. 9. O corretor só vai avaliar uma proposta de intervenção Pode fazer mais de uma proposta de intervenção na redação do Enem, fique à vontade. Corretores não costumam falar sobre o assunto, mas eles vão escolher só a proposta de intervenção que estiver mais completa para dar pontos na competência 5. O negócio, portanto, é caprichar em uma delas, sem se preocupar tanto com as outras (se tiver outras). 10. O corretor não liga para introdução sem contextualização A contextualização é uma opção. Você faz contextualização se quiser. Se não quiser, tudo bem, não vai perder pontos por isso. É mais um segredo de corretor de redação Enem que deixa de ser segredo a partir de hoje! Claro que os corretores têm notado como os candidatos gostam de começar a redação com um contexto. E muitas vezes acontece o pior: tiram pontos de candidatos que usam contextos sem nexo com a redação. Eles não comentam nada, mas gostariam de lembrar os candidatos de que existem outras formas charmosas e atraentes para se começar um texto: Temos um vídeos sobre isso em nosso canal do Youtube! Confira:

A redação precisa ter título? O que é considerado fuga do tema? Existe muitas dúvidas sobre a redação do Enem! A Cartilha do Participante – A Redação do Enem 2022 é uma das ferramentas mais importantes para os estudantes inscritos no exame. É nela que o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) reúne as principais orientações para a prova e dá, afinal, o caminho das pedras para a nota mil. Para completar, a cartilha reúne ainda exemplos de redações que alcançaram a nota máxima na última edição do exame, comentadas pelo Inep. Veja abaixo algumas das principais informações trazidas pelo manual. Redação do Enem precisa de título? É verdade que o Enem não exige um título para a redação. Isso não significa, no entanto, que o aluno não possa colocar um. A regra é clara, segundo o edital do exame: o título é opcional. Mas atenção: embora você não vá ganhar pontos por colocar um título, você pode perder caso escolha um inadequado. Segundo o Inep, se o seu título apresentar desenhos, sinais gráficos sem função evidente, impropérios e outros elementos passíveis de eliminação, sua redação pode levar nota zero. O que é considerado desvio da norma padrão? A competência um da redação do Enem pede que o candidato demonstre domínio da modalidade de escrita formal da Língua Portuguesa. Mas o que isso significa na prática? A Cartilha do Participante alerta que os estudantes precisam estar atento aos seguintes aspectos: O que significa fugir do tema? O Inep é direto: “Considera-se que uma redação tenha fugido ao tema quando nem o assunto mais amplo nem o tema específico proposto são desenvolvidos”. Quer um exemplo mais prático? O tema da redação do Enem 2022 foi “Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”. O assunto mais amplo, neste caso, era o registro civil, e o mais específico era a relação dele com a cidadania. Se o candidato dissertasse sobre um tema completamente alheio, como a violência contra a mulher, por exemplo, estaria fugindo do tema proposto. E o que significa tangenciar o tema? Já o tangenciamento do tema acontece quando o candidato até fala de algo relacionado à frase tema proposta, mas não a aborda globalmente. É o que ocorreria caso o candidato falasse no Enem 2021 sobre o déficit de registro civil, mas não estabelecesse uma relação disso com a dificuldade de acesso à cidadania. Como escrever um texto coeso? Antes de tudo, vamos esclarecer: texto coeso é aquele que apresenta “marcas linguísticas que ajudam o leitor a chegar à compreensão profunda do texto”. O Inep elenca algumas dicas para garantir a coesão textual: Para baixar o manual da redação basta clicar aqui. A aplicação do Enem 2022 será nos dias 13 e 20 de novembro. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.