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Aprender a estudar também deve fazer parte da rotina do vestibulando, estudar com eficiência mais ainda! Durante o processo de preparação para os vestibulares, é comum que os estudantes busquem uma “fórmula mágica” para a aprovação. É aí que passam a testar métodos de estudos mirabolantes, mudam de estratégia a todo momento e deixam o que mais importa – a consistência nos estudos – de lado. A especialista em técnicas de estudo, Susane Ribeiro, também já esteve aí. Antes de ser aprovada no vestibular de Engenharia do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Susane também costumava ouvir as mais diversas orientações sobre a melhor maneira de se preparar para as provas. Mais tarde, percebeu que só alcançaria a aprovação quando entendesse o que de fato funcionava para ela e traçasse seu próprio caminho. Por isso, sua resolução é: não existe um único caminho ou uma técnica milagrosa de aprovação, mas é possível “aprender a aprender”. Confira abaixo 4 dicas práticas de Susane Ribeiro para estudar com mais eficiência. 1. Conhecimento das técnicas de estudo para estudar com eficiência “Quando preciso ir a um lugar desconhecido, eu sento e olho com calma um aplicativo de mapas e rotas antes de sair. Por mais que seja corrido, uso esse tempo para entender o melhor caminho. E, no fim, não erro e acabo economizando tempo. Isso também se aplica à preparação para o vestibular”, aponta Susane. Isto significa que é muito interessante que o aluno crie sua própria rota de estudos. Nada de ficar preso nas “receitas de bolo”, ou seja, naquilo que um determinado curso ou seus colegas acham melhor. A ideia é entender quais técnicas de estudo mais se encaixam na sua realidade e no seu modo de aprender. “Muitas vezes, assistir aulas enormes, fazer muitos resumos e resolver a lista inteira de exercícios de uma vez não é produtivo, como muitos pensam. Precisa ser estratégico”, alerta Susane. Por isso, reserve um tempo para estudar como estudar. 2. Elaboração de perguntas Você anota perguntas enquanto estuda? Esse é um hábito interessante. Crie perguntas sobre o que você está lendo ou o que o professor está falando na aula. Questione como esse novo assunto se relaciona com outros que você viu anteriormente, quais as diferenças e semelhanças. “Mesmo se o estudante decidir não fazer indagação em voz alta, é bom que anote. Ao criar perguntas, a gente se aprofunda no assunto e isso ajuda até a fixar melhor. Além disso, resolver essas perguntas em outro momento vai ser uma forma simples de estudar”, sugere Susane. Aliás, a hora da revisão pode ser um momento proveitoso para olhar com atenção para os questionamentos anotados ao longo do ano. Confira mais dicas sobre a revisão para o vestibular e saiba quando começar nesta reportagem do GUIA. 3. Estudo prévio para estudar com eficiência Para Susane, a melhor forma de usar a aula é para entender a ideia geral de determinado assunto tratado. Para facilitar o entendimento dessa ideia geral, antes mesmo da aula, o estudante pode olhar no cronograma e buscar nas apostilas e livros usados quais são os principais tópicos do próximo assunto que o professor apresentará. “Assim, o estudante vai entender o esquema do assunto antes da aula e já vai montando o quebra-cabeça da matéria”, diz. Em resumo, o estudo prévio vai contextualizar o aluno antes da aula. Durante a explicação do professor, ele capta a ideia geral do assunto e, no pós-aula, entende os detalhes e aplicações por meio dos exercícios. 4. Anotações Susane alerta que muitos alunos deixam de aproveitar o tempo das aulas, ficando como meros telespectadores. Depois, acabam presos em grandes resumos para lembrar do conteúdo. Ela indica, então, que estudantes não deixem de fazer anotações durante a aula. “Anotar vai deixar o estudo super ativo, aumentando o foco e evitando o tédio que pode aparecer depois de um tempo na sala”, afirma. Ela explica que as anotações não precisam de grandes caprichos, trata-se de uma espécie de rascunho mesmo. É um momento para dividir, categorizar e destacar informações sobre o assunto que está sendo apresentado. Por outro lado, métodos para organizar melhor as anotações podem trazer muitos benefícios, inclusive na memorização. Cada tipo vai ter uma aplicação diferente, que encaixa mais ou menos em determinada disciplina. Por isso, é importante que o estudante conheça as opções de técnicas de anotação e faça testes. Um dos mais conhecidos são os mapas mentais. A partir de uma ideia central é montado um diagrama. Ai o estudante pode usar também mais recursos como setas, formas geométricas, cores, imagens e desenhos. “Em Física, por exemplo, você pode fazer alguns desenhos (que não precisam ser bonitos, tá?) e esquemas para entender o que acontece em um fenômeno”, observa Susane. Outro método destacado pela especialista é o Cornell, muito útil principalmente para as disciplinas de Humanas. “Você pega um folha de papel e escreve em uma coluna no lado esquerdo perguntas diretas como: o que?, por quê?, como?. “Do lado direito, você vai respondê-las”, explica. Um exemplo, na prática: em um aula de História, na qual os alunos estão vendo um evento histórico importante, poderiam questionar “o que aconteceu?”, “por quê?”, “quem estava envolvido?” e “quais eram as motivações?”. Mais uma dica: fuja do overlearning Você já estudou bastante um assunto, foi para os exercícios, começou a acertar tudo, mas continuou até terminar a lista por mais enorme que ela fosse? É bem comum, às vezes, o estudante pensar que não aprendeu tudo, mesmo estudando em excesso. Susane diz que é preciso evitar o overlearning – o “sobreaprender” na tradução para o português. O termo refere-se ao estudo em excesso: fixar no conteúdo, mesmo depois te ter adquirido grande domínio. Nesses casos, o candidato acaba gastando tempo fazendo mais e mais exercícios que não vão gerar, necessariamente, maior retenção do conteúdo. Susane recomenda, então, que os estudantes busquem distribuir seus estudos e intercalar os assuntos. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma

Você provavelmente já reveza entre estes métodos sem perceber, mas dominá-los pode potencializar o rendimento Para alguns professores mais tradicionais não tem conversa: a melhor forma de absorver o conteúdo da aula é anotar tudo no caderno. Tirar foto da lousa, então, é praticamente um crime contra o aprendizado! A verdade é que estes professores não estão de todo equivocados. Anotar o que está sendo dito, muitas vezes, ajuda o cérebro a fixar o conteúdo. Não é só bronca de professor: o nome disso é estudo ativo. Apesar do estudo ativo ser comprovadamente eficaz, a metodologia que fica na outra ponta não deve ser ignorada. O estudo passivo – aquele que envolve momentos de escuta ou apenas de leitura – também tem sua aplicabilidade e é válido. Conversamos com uma especialista em métodos de estudo e, neste texto, explicamos a fundo os benefícios do estudo ativo e do estudo passivo. Entenda ainda em quais casos cada um deles é mais recomendado. O que é estudo passivo? Como diria Luva de Pedreiro, a sensação do TikTok: “receba!”. O estudo passivo nada mais é do que receber uma informação. É o momento do aprendizado em que o estudante simplesmente escuta ou lê um conteúdo sem criar anotações ou resolver questões. Resumindo, é como a clássica aula em que o aluno está sentado na carteira escutando o professor explicar o conteúdo em frente à lousa. “Você pode receber informações assistindo uma aula, lendo um livro, ou ainda escutando alguém falar”, explica Susane Ribeiro, especialista em técnicas de estudo. Nos últimos anos, porém, o estudo passivo tem sido apontado como um dos vilões da retenção de informação, visto que é mais fácil se distrair quando se está apenas escutando ou lendo sem exercer nenhuma atividade de fixação. Ribeiro esclarece que este momento de apenas receber o conteúdo tem um papel fundamental na aprendizagem, mas, ainda assim, é importante reconhecer suas limitações. “O estudo passivo não é errado, ele também é necessário, mas ele deve ser entendido como o primeiro contato com a matéria, só ele não é o suficiente para reter o conteúdo”, explica. O problema, segundo ela, é quando o aluno se vicia em só assistir aula. Ou seja, só praticar o estudo passivo. Com isso, o estudante se mune apenas de teoria e pouca prática – o que, em poucas semanas, se torna um problema já que a memória começa a falhar e os conteúdos são esquecidos. “É importante que a carga de estudo passivo seja reduzida para não ter tantas horas por dia só de aula. Tem escolas que passam dez horas de aulas diárias e o aluno não tem tempo de fazer questões, revisão ou até mesmo descansar”, ressalta Ribeiro. O que é estudo ativo? Se o estudo passivo é o momento de receber uma informação, o estudo ativo é a hora de criar algo a partir desta informação. Seria traduzir o conteúdo aprendido em uma criação própria. É neste momento que a mágica acontece. Resolver questões, fazer anotações, escrever um resumo, desenhar um mapa mental e explicar o conteúdo para alguém ou a si mesmo: todas essas são formas de praticar o estudo ativo. As opções são inúmeras e podem variar de acordo com as preferências e dificuldades do estudante. Neste vídeo, por exemplo, você aprende a fazer um mapa mental. “No estudo passivo, você acha que aprendeu tudo, mas no outro dia já esqueceu. Na semana seguinte, nem se lembra mais do que se tratava. Quando treinamos com lista de exercícios, que é o tipo mais simples de estudo ativo, isso é bem mais difícil de acontecer”, explica. As vantagens do estudo ativo podem ser percebidas justamente quando o estudante precisa responder questões dissertativas nas provas. Diferente das questões de múltipla escolha, onde as informações são apresentadas e basta reconhecer qual responde melhor a pergunta, nas questão dissertativas é preciso fazer uma recuperação mental do conteúdo. É como “puxar” a informação de dentro do cérebro. Um conteúdo que foi aprendido apenas pelo estudo passivo meses antes da prova, por exemplo, dificilmente será lembrado com facilidade pelo estudante. Enquanto um conteúdo treinado com exercícios, revisões mensais e resumos escritos é acessado pelo cérebro de forma mais natural. “Uma boa técnica de estudo ativo é a autoexplicação. Ela é muito mencionada pelo físico americano vencedor do Prêmio Nobel de Física, o Richard Feynman. Ele defende um aprendizado que foge do decoreba e foca em, entre outras técnicas, em aprender a partir de perguntas e respostas”, explica. A especialista diz que a explicação deve ser conduzida sempre como um debate do assunto – como se fosse um professor engajando os alunos ou um profissional apresentando uma palestra. “É ir se perguntando ‘por que que isso acontece?’, ‘como que isso acontece?’, ‘qual a consequência disso?’”, exemplifica. Como usar cada um dos métodos Não há um consenso ou uma resposta cientificamente comprovada acerca de qual formato deve ser usado e em qual momento. O mais comum é o estudante ir alternando entre as duas técnicas de maneira natural. Ribeiro alerta que o único perigo é pecar pelo extremo e utilizar o mesmo formato para todas as disciplinas, todos os dias. “Até porque não tem como você aprender um novo assunto indo direto para as questões. Imagina querer fazer exercícios de logaritmo sem ter nada da teoria, sem ter visto uma aula ou lido uma explicação? O estudo passivo é necessário para o estudo ativo acontecer”, esclarece. Pensando nisso, a especialista dividiu os “tipos” de estudantes em três subgrupos e listou dicas para cada um deles. Confira: Para estudantes que estão na escola, é mais difícil escapar do excesso de estudo passivo. Até para não levar faltas, o aluno é obrigado a assistir todas as aulas, todos os dias. A especialista diz que o ideal é fazer anotações próprias no caderno durante a aula, e, ao chegar em casa, resolver uma lista de exercícios, mesmo que o professor não tenha pedido. Essa inserção de doses de estudo

Afinal, como gostar de estudar? Se para você essa resposta parece óbvia, fique sabendo que para muitas pessoas essa ação pode ser um fardo. Isso porque tem gente que encara os estudos como uma obrigação ou como uma saída para ser bem sucedido na vida. Quando o aluno se encontra nessa situação, dificilmente sente prazer nos estudos. Então, se você está nessas condições e tirar um tempo para estudar em casa está difícil, fique atento às nossas dicas de como desenvolver prazer nos estudos. Assim, poderá aproveitar melhor as oportunidades que tem para se aprofundar em cada conteúdo. Continue a leitura e confira as dicas! 4 Dicas para aprender a gostar de estudar Estudar pode abrir portas para uma pessoa, pois quando ela adquire conhecimento, consegue entender melhor o mundo. Além disso, com o estudo você consegue atingir oportunidades na vida que sem ele não conseguiria, como ser promovido no trabalho, passar no vestibular, ingressar em uma boa empresa, ter bons resultados nas provas da escola, entre outros. Portanto, se você quer ser um profissional reconhecido no mercado e uma pessoa mais esclarecida, precisa aprender a gostar de estudar. Por isso, como mencionamos, vamos te apresentar algumas dicas que podem ajudar nesse processo. Continue acompanhando o texto e aproveite o conteúdo. 1. Estabeleça objetivos É essencial definir objetivos para aprender a gostar de estudar, pois isso ajuda a ter um norte durante os estudos. Diante disso, pare e pense qual é a razão que te motiva a estudar e defina um objetivo geral com vários objetivos específicos. Ou seja, tenha um objetivo macro e, depois, desmembre-o em pequenas ações alcançáveis. Por exemplo, o seu objetivo geral pode ser passar no vestibular. Já os objetivos específicos, são estudar matemática, português, história, geografia, física, química, biologia, entre outros. Dessa forma, fica mais fácil estruturar os estudos, sempre que estiver debruçado nos livros saberá por que está fazendo aquilo. 2. Encontre o local de estudos A escolha do local adequado para os estudos é muito importante, pois o ambiente pode interferir diretamente na sua produtividade. Por isso, evite lugares bagunçados, desorganizados, barulhentos e escuros. Prefira ambientes bem iluminados, arejados e calmos. Dessa forma, poderá se dedicar aos estudos de maneira mais tranquila. Além disso, tente evitar distrações, como o celular, o tablet e a televisão. Também avise às pessoas da casa que precisa de privacidade naquele momento, assim não ficará sendo interrompido durante as leituras e execução dos exercícios. Leia também: Como organizar as ideias na redação do ENEM? 3. Defina metas Agora que você já sabe quais são seus objetivos de estudo, chegou o momento de estabelecer as metas. Para isso, você pode usar a técnica SMART que ajuda a definir metas específicas e mensuráveis. Lembre-se de que é importante determinar metas diárias, semanais e mensais. Para tanto, é possível usar uma planilha, um aplicativo ou uma agenda. Assim, fica mais fácil organizar as informações e seguir o cronograma no dia a dia. Além disso, não se esqueça de colocar os intervalos para fazer lanches, tomar água e ir ao banheiro. Dessa forma, você conseguirá aproveitar realmente o tempo disponível. 4. Use técnicas de estudo Você também deve escolher uma técnica para desenvolver seus estudos, nós recomendamos a Técnica de Pomodoro. Nesse caso, a cada 25 minutos de estudo (pomodoro), faça um intervalo de cinco minutos, após quatro pomodoros o intervalo é de 15 a 20 minutos. Além disso, faça uma lista do que deve estudar no dia para que você cumpra as metas. Assim, fica mais fácil organizar o seu tempo e aproveitar cada minuto para obter os resultados esperados. Lembre-se de que para isso acontecer você não pode pular as dicas de estabelecer objetivos e definir metas. 5. Faça resumo Depois de ter estudado todas as matérias de acordo com as metas estipuladas, faça um resumo de tudo aquilo que foi estudado no dia. Isso vai te ajudar a fixar os estudos. Não precisa ser um grande resumo, tenha objetividade. Esse processo é essencial para o sucesso dos estudos. Além disso, esse resumo pode ser uma boa opção na hora das provas, pois você pode utilizá-lo para estudar nos dias que antecedem aos exames. Dessa forma, não precisa retomar a leitura dos livros que tomam mais tempo. Mas lembre-se de que o resumo precisa conter as informações importantes sobre cada matéria. Leia também: Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação 6. Divirta-se! Uma forma legal de aprender é se divertindo, assim os estudos se tornam mais interessantes. Quando estiver estudando história, por exemplo, leia como se estivesse narrando um filme ou lendo para uma criança, faça isso em voz alta. Nesse momento, vale usar a imaginação para que não fique mecânico. Mostre para você mesmo que estudar pode ser divertido. Outra coisa que pode te ajudar a aprender a gostar de estudar, é assistir a filmes ou a desenhos relacionados às matérias, escutar músicas instrumentais durante os estudos, desenhar ou resumir o conteúdo, bem como ensinar para alguém o tema estudado ou, ainda, estudar junto com outra pessoa. Nesse último caso, a troca de conhecimentos pode enriquecer ainda mais o aprendizado. 7. Tenha recompensas Você pode definir um presente para cada meta cumprida no dia, na semana ou no mês. Dessa forma, além da conquista do objetivo geral, também terá pequenos estímulos que podem impulsionar os seus estudos. Nesse caso, as recompensas podem ser um chocolate, um tempo de descanso, uma caminhada, um tempo para ver as redes sociais, entre outros ganhos. Assim, você tem mais motivação para finalizar cada meta e, ainda, transforma uma tarefa que poderia ser chata em algo mais prazeroso. Com essas dicas, você vai perceber que estudar pode ser superlegal! Mas para tudo isso, você precisa de uma motivação, então, sempre mantenha em mente o seu objetivo. Imagine-se como uma flecha indo em direção ao alvo. Não desista dos seus sonhos e lembre-se de que para obter uma grande conquista é necessário um grande esforço. Agora que você já sabe como gostar de estudar, que tal conhecer nossas dicas de produtividade nos estudos? Leia o post 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos e aproveite os insights para melhorar a sua performance.

Saber elaborar um bom cronograma de estudos para o Ensino Médio é essencial, pois uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Infelizmente, sem essa ferramenta podemos ter resultados ruins nas provas, bem como apresentar uma baixa absorção dos conhecimentos. Criar uma rotina de estudos pode fazer muita diferença no seu dia a dia. Pensando nisso, neste post vamos te mostrar como montar um cronograma de estudos para você terminar o Ensino Médio preparado para fazer o Enem. Continue a leitura para aprender! Organize sua rotina Já é hora de você se dedicar ao Enem, pois a prova é daqui a alguns meses. Então, escreva num papel todos os seus compromissos e crie uma grade de horários do seu dia a dia. Coloque o horário de sua escola e do seu cursinho (se for o caso). Inclusive, se tiver atividades extras, como estágio, exercícios físicos, curso de idiomas, entre outros, anote tudo. Organizar a rotina é essencial para que você consiga saber como utilizar melhor o seu tempo. Assim, poderá dedicar a quantidade de horas necessárias para cada atividade sem deixar de descansar. Ficará mais fácil obter os resultados esperados, ou seja, obter um bom desempenho nas provas. Crie um cronograma Seu cronograma deve ser organizado em formato de calendário semanal e deve conter seis dias da semana. Então, escolha um dia do seu final de semana para descansar. A partir daí, comece a montar seus horários de acordo com os compromissos que você tem no dia a dia. Não se esqueça de incluir as atividades extras e os momentos de descanso. É importante sempre deixar um espaço no cronograma para os estudos fora da sala de aula. Pois esse momento é essencial para fixar os conhecimentos repassados pelos professores no período normal de aula, bem como para estudar temas do Enem. Por exemplo, você pode incluir as horas de estudo na escola no período da manhã e os estudos extras na parte da tarde ou vice-versa. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos Separe os assuntos e as matérias O próximo passo é separar todos os assuntos e as matérias que vão cair no Enem. Lembre-se de deixar em destaque aquelas que você tem mais dificuldade. Isso porque é importante dar atenção necessária para elas, pois o Enem avalia todos as disciplinas por igual, exceto redação, que tem peso maior. Então, organize seu cronograma intercalando as áreas, como história e física, português e biologia, entre outros. Também prefira estudar as matérias mais difíceis em horários que você tem mais disposição. Assim, é possível cansar menos e poderá fixar melhor os conteúdos. Defina os horários Após separar as matérias que precisa estudar, você deve definir quais são os melhores dias e horários para incluir no seu cronograma de estudos. Afinal, quantas horas você vai se dedicar aos estudos? Lembre-se de que não pode ser de mais e nem de menos, ou seja, deve existir um equilíbrio. É muito importante delegar o mesmo tempo de estudo para cada disciplina. Além disso, a cada hora de estudo, faça um intervalo de 10 a 15 minutos. Porém, cuidado para não passar disso. Leia também: Ensino Médio e cursinho: como conciliar? Encontre o local de estudo Agora que você já sabe o que e quando estudar, escolha bem o seu lugar de estudos. Às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para isso, pois podem haver muitas distrações. Nesse caso, você pode optar por estudar em uma biblioteca ou em um coworking. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir ao banheiro ou fazer um lanche. Também é importante escolher um local calmo, bem iluminado e arejado. Assim, é possível ter maior qualidade no estudo. Reveja os assuntos da aula Se você ainda cursa o terceiro ano do Ensino Médio, ou faz algum cursinho, tente conciliar os assuntos do dia ao seu cronograma. Com isso você aprende realmente o que foi dado na aula e fixa melhor os estudos. E assim evita ter que estudar todos os assuntos na véspera das provas. Isso é essencial para você ter um melhor aproveitamento dos estudos do dia a dia. Essa prática poupa tempo e esforço, já que reforça o conteúdo estudado no dia. Assim, você não precisará ficar se matando nos dias que antecedem os exames da escola. Não se esqueça de incluir essa revisão no seu cronograma esses estudos. Treine! Faça simulados Muito importante que você programe um simulado a cada duas semanas, resolva provas antigas, treine sua redação e resolva tudo no tempo da prova. É bom se preparar de todas as formas possíveis. O momento da prova pode ser muito estressante e se você já estiver acostumado, isso pode fazer a diferença. Além disso, cole lembretes no seu espelho, na sua porta e no guarda-roupa. Assim, a informação é assimilada naturalmente pelo seu cérebro. Comece o seu cronograma! Portanto, criar um cronograma de estudos é essencial para você conseguir os resultados esperados. Seja em relação às provas, vestibulares e ao Enem. É extremamente importante montar e colocar em prática no dia a dia. Não basta apenas estruturá-lo no papel, também deve-se transformá-lo em realidade. Agora que você já sabe como montar um cronograma de estudos e organizar toda sua rotina, mãos a obra! Como mencionamos, não adianta ficar só na vontade, tem que pôr em prática. Mas se você acredita que o sono pode atrapalhar sua nova rotina, leia o nosso artigo Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação e confira as dicas.

Tem professor de redação que enfrenta um drama para melhorar a escrita dos alunos, mesmo corrigindo montanhas de redações! Se você é um desses professores de redação, continue lendo para ter dicas práticas sobre como melhorar a redação dissertativa dos alunos. Adaptar a sala de aula melhora a escrita dos alunos É isso mesmo: em sua próxima aula de redação, experimente sair do centro da aula. Professor que se preze tem que descer do tablado! Pare de dar regras e teorias: a escrita do aluno só melhora se ele mesmo puser a mão na massa. Isso não significa que você vai largá-los lá mexendo nos celulares e vai ler seu jornal. Você estará orientando e observando o tempo todo. Diga adeus àquele seu desgaste vocal no fim do dia e ainda melhore a escrita de seus alunos. A classe perfeita para um professor de redação tem sua conformação em semicírculo. É assim que seus alunos debaterão temas, lerão em voz alta o que escreveram, opinarão sobre o que ouvem – você não queria alunos participativos?! A redação dissertativa nada mais é que alguém dando sua opinião, para alguém que está lendo a opinião. Por isso os debates são o jeito ideal de melhorar rápido a redação dos alunos! Se sua classe permitir um único semicírculo, maravilha! As carteiras em verde na imagem serão ocupadas por debatedores – aqueles alunos que debaterão um tema. Ou você pensou que todos os 40 alunos falariam ao mesmo tempo?! Se não for possível fazer semicírculos com toda a classe, ok, mas pelo menos crie aquele pequeno semicírculo lá na frente, é fundamental. Quanto a você, “oculte-se” numa das carteiras – se você se mantiver na frente da classe, os alunos esperarão ouvir sua voz. Faça debates para melhorar a escrita dos alunos Todo professor de redação sabe que dissertação é um texto com opinião e justificativas para a opinião. Portanto, ensinar dissertação começa com opinar e aprender a se justificar. Não começa com regras. Regras vêm depois, e paulatinamente. Parece tão simples – e é! Mas sabemos de professores que começam com esquemas na lousa, indicando quantas linhas um parágrafo tem, como se começa um parágrafo, quais filósofos se pode citar, e coisas do tipo. Isso é importante, mas deve vir depois! Lance um tema para os alunos Tema é o que não falta (pelo menos não aqui, né?). Tudo bem usar os de vestibulares anteriores, só não se prenda à tendência de escrever sobre problemas sociais – os adolescentes escrevem melhor sobre o que envolve diretamente sua vida pessoal. Passe para temas mais complexos e até temas subjetivos aos poucos. Outro detalhe crucial: aceite as ideias de seus alunos, porque a intenção não é que o aluno agrade ao professor. Opiniões estão sempre certas – dê o exemplo, ensine o respeito pelo outro. Faça debates na aula de dissertação (sem enlouquecer) Formado o semicírculo na sala de aula, vamos ensinar como fazer debates interessantes e produtivos. Debater o tema vai ensinar seus alunos a opinar e se explicar, antes de encarar a folha de papel! Debates são maravilhosos para quebrar o bloqueio que os alunos desenvolvem, exatamente pela tendência de se ensinar redação com regras. Aqui vão 3 jeitos fáceis para isso: Escolha um tema em segredo, chame 5 ou 6 dos alunos para irem à frente, no semicírculo menor, ou pergunte quem quer ir. Revele o tema e… vamos ao debate! Dê um tema para a classe, e só então forme o grupinho de 5 ou 6 alunos para ir à frente. Comece o debate! Dê um tema para a classe para ser debatido apenas na próxima aula – assim os alunos podem se preparar e ler sobre ele. Na aula seguinte, escolha 5 ou 6 alunos para debater. A partir dessas dicas você pode variar. Por exemplo, você pode levantar um tema que os alunos desejem debater. Desde que seja um assunto sobre o qual eles possam opinar, já é suficiente. Pronto! agora seus alunos são o centro da aula! Somente esses 5 ou 6 é que discutirão o tema, o resto assistirá. Você vai adorar vê-los totalmente atentos sem que você gaste suas cordas vocais. Peça à classe que dê notas aos debatedores para critérios como participação, argumentação, ou o que você desejar. Elas comporão a média final dos alunos. Viu que fácil e envolvente melhorar a escrita dos seus alunos?! Finalizado o debate (15 ou 20 minutos em média), abra a sessão de perguntas do restante da classe para esses debatedores. Como você vê, todos terão tarefas a cumprir – isso garante 100% de aproveitamento. Se quiser, faça suas perguntas, mas seja sempre o último. Não seja crítico – muitos alunos ficam irritados quando corretores fazem anotações criticando as ideias deles, então apenas ajude-os a pensar. Peça uma dissertação por escrito Agora, sim, seus alunos podem rascunhar as redações, sem precisar de fórmulas ou citações. Regras da estrutura de uma dissertação devem vir aos poucos: ideias vêm antes. Temos algumas dicas para ajudar no seu trabalho e melhorar ainda mais a escrita dos alunos: Ao corrigir as redações de seus alunos, faça-o usando apenas um ou dois critérios por vez. Isso reduz seu tempo de correção, e os alunos acham mais fácil entender o que não ficou bom. Aproveite a correção para elogiar seu aluno! Um elogio tem mais poder de melhorar a redação dele que uma crítica! Comente algo na redação sobre sua opinião sobre as ideias deles – alunos (de qualquer idade) amam perceber que o professor leu com atenção o que eles escreveram. Acostume seus alunos à ideia de que terão de reescrever a redação; reescrever é um passo praticamente obrigatório para quem busca a evolução na escrita. Então peça isso a eles com base nos seus comentários. As dicas acima são simples, mas vão melhorar a escrita dos seus alunos sem dúvida. Tudo começa nas ideias e só depois passa para o papel. Agora, para otimizar o seu trabalho de correção, conheça a nossa plataforma

Você conhece os principais tipos de Engenharia do Brasil? Já sabe qual irá escolher para a graduação? Continue conosco e veja suas particularidades. Se você está pensando em cursar uma graduação, o que não faltam são opções. Das exatas às humanas, do tecnólogo ao bacharel, existe uma enorme variedade de cursos superiores no Brasil. No meio de tantas possibilidades, uma grande área se destaca pela valorização dos profissionais e pela quantidade de cursos. Nesse sentido, nos vem uma pergunta: quais são os tipos de Engenharia disponíveis nas universidade? A evolução desta área é tanta, que hoje já passamos de 40 tipos de engenharia, que contam com as mais tradicionais e algumas bem modernas. Não tem como: quanto mais o mundo e o mercado se modifica, mais cursos deverão ser criados para acompanhar essas novas demandas. Para te ajudar a escolher o tipo de engenharia certo pra você, confira a seguir a definição das principais, além de informações como grade curricular, mercado de trabalho, média de salário e mais. O que as Engenharias têm em comum? Em seu conceito, a engenharia é o uso de conhecimentos para o desenvolvimento e manutenção de algo. Dentro disso, cada uma delas se encaixará com sua área de intervenção. Se pensarmos na Engenharia Agrícola, por exemplo, estaremos diante de processos que aperfeiçoam a produção agropecuária. Diferente do Direito, em que um curso abre possibilidades para diversas atuações em áreas distintas, cada Engenharia tem sua graduação específica. É preciso se formar numa das especializações para poder trabalhar com ela, mesmo que todas possuam algumas semelhanças. Além de todas terem esse mesmo conceito ligado à produção e desenvolvimento, a principal semelhança está no ciclo básico destes cursos. Em 5 anos de curso (para a grande maioria), os dois primeiros serão dedicados a algumas matérias, independente de qual seja o tipo de engenharia. Algumas destas disciplinas são: Cálculo; Física; Química; Álgebra Linear, etc. Agora que você já sabe do que há em comum nos cursos, vamos conhecer mais de suas particularidades? A seguir, apresentaremos os principais tipos de engenharia para você cursar. Engenharia Civil A Engenharia Civil é o curso mais famoso dentre eles, contando com cerca de 25% dos formandos desta área. Essa graduação trata de diversos procedimentos ligados à construção de casas, edifícios, túneis, pontes, estruturas, etc. Com um escopo de atuação muito grande, o engenheiro civil pode optar por trabalhar em diversas possibilidades. Veja algumas delas: Cálculo estrutural; Construção civil; Estradas e transporte; Geotecnia; Indústrias de concreto e pré-moldados; Materiais de Construção; Saneamento. Qual a grade curricular da Engenharia Civil? Com muitas opções de atuação, não teria como a grade deste curso não contar com uma variação muito grande de disciplinas. Além do ciclo básico, algumas das matérias mais importantes são: Mecânica dos Fluidos; Rodovias; Hidráulica; Mecânica dos Solos; Teoria das Estruturas; Fundações; e Infraestrutura de Transportes. E como anda o mercado para Engenharia Civil? Mesmo com as dificuldades que a economia enfrenta por causa do covid-19, a Engenharia Civil ainda apresenta boas oportunidades. Por mais que tenha muitos profissionais, as vagas continuam aparecendo. Outro ponto forte está na possibilidade de atuar em diversas áreas, mas, para isso, é interessante se especializar para apresentar um currículo mais atrativo. De acordo com a Glassdoor, o salário médio de um engenheiro civil é de R$ 6.000,00. Engenharia de Produção Voltada para a indústria, a Engenharia de Produção trabalha com o aperfeiçoamento dos processos produtivos. Seu escopo pode ir mais longe, chegando até mesmo no setor de serviços e no comércio. O que se estuda na Engenharia de Produção? Com uma atuação que vai bem além das exatas, aqui você também verá matérias ligadas à gestão, comunicação e contabilidade. Veja algumas delas: Contabilidade Gerencial; Controle de Qualidade; Economia da Engenharia; Engenharia de Métodos e Layout; Gestão de Projetos; e Tecnologia Industrial Básica. Como o mercado de trabalho da Engenharia de Produção está? Sendo uma das que mais empregam na atualidade, a Engenharia de Produção tende a continuar crescendo. Afinal, com a competitividade, as indústrias precisam aperfeiçoar seus processos para se destacar nos negócios. Com uma formação generalista e bem técnica, esse profissional poderá se encaixar facilmente em diversas tarefas. O salário médio para o engenheiro de produção é de R$ 7.191,00, de acordo com a Glassdoor. Engenharia Elétrica Já indicado em seu nome, esse ramo mexe com estudos e utilização da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Como tem uma atuação necessária em praticamente todos os espaços, a Engenharia Elétrica trabalha de forma conjunta com outras, atuando na construção civil e na automação, por exemplo. Como é a grade curricular da Engenharia Elétrica? Sua grade conta com matérias bem específicas do curso, dando uma formação técnica e completa para o estudante. Veja algumas das disciplinas: Circuitos Elétricos; Conversão de Energia; Eletrônica Analógica; Manutenção Industrial; e Transmissão e Recepção de Sinais. Como anda o mercado de trabalho? As oportunidades nesta área são boas, tendo como tendências algumas atuações específicas. Veja quais são: setor público, com um planejamento de aumentar a capacidade energética do país; na saúde, principalmente na construção de equipamentos médicos; e telecomunicação, ainda mais com o atual momento da internet. A remuneração é um verdadeiro atrativo, sendo, em média, de acordo com a Glassdoor, R$8.858,00. Engenharia Química Encarregada de transformar matérias primas em produtos, a Engenharia Química é fundamental para o país. Ela lida com muito estudo e procedimentos que possibilitam a modificação química e física dos materiais, se inserindo em tudo que usamos. Quais as disciplinas do curso? Tem uma grade ampla para possibilitar a compreensão de todo o processo produtivo. Veja algumas disciplinas: Bioquímica; Estática dos Corpos Rígidos; Materiais de Corrosão; e Química Inorgânica. Como é o mercado para o engenheiro químico? Com uma formação bem completa, as oportunidades são bem variadas. O engenheiro químico pode trabalhar em toda a cadeia produtiva, indo da obtenção da matéria prima até a confecção do produto final. Dentro da

Que a proposta de intervenção na redação Enem pede detalhamento você já sabe. Mas o que exatamente você precisa fazer para detalhar a proposta? Quais são mesmo os 4 elementos da proposta de intervenção do enem? Vamos lembrar: ação agente modo/meio efeito Incluir esses 4 elementos, no entanto, não vai garantir sua nota máxima na competência 5: é preciso detalhar um deles. O detalhamento é o elemento número 5 dessa lista e é importante sim! Por que é preciso fazer detalhamento na proposta de intervenção? Porque, com detalhamento, a proposta de intervenção fica mais exequível, ou seja, mais possível de ser executada, mais concreta. Imagine que sua redação será usada para se resolver de verdade aquele problema, e imagine que você não dará mais nenhuma orientação a ninguém – basta a sua redação. Será que eles conseguirão dar conta do recado? Pense desse jeito na hora de fazer sua proposta de intervenção, e naturalmente os detalhamentos vão aparecer! Os corretores do Enem vão verificar os detalhes você incluiu na sua proposta, e pra saber o melhor jeito de fazer isso, continue lendo este artigo. Qual a melhor técnica para fazer detalhamento na proposta de intervenção? Isso é variável, há várias técnicas. Você só precisa ter treino suficiente para escolher o melhor jeito, mas mostrar as duas técnicas mais comuns e usaremos exemplos da cartilha dos corretores do Enem. Exemplo como detalhamento Esta proposta foi detalhada com um exemplo: “Por isso é muito importante que todos os usuários da internet pesquisem em diversas fontes diferentes, como por exemplo: vários sites, livros, jornais e etc, antes de tomar uma decisão importante”. O trecho que começa com “como por exemplo” é exatamente o início do detalhamento. Justificativa como detalhamento Esta proposta foi detalhada com uma explicação, uma justificativa: “Por fim, o indivíduo deve se atentar para não ser manipulado, afinal a internet tem o dever de informar e não de influenciar”. O trecho que começa com “afinal” mostra a explicação, a justificativa para que o indivíduo deva se atentar contra a manipulação. Não é difícil usar essas duas técnicas, percebe? Como detalhar cada elemento da proposta de intervenção no Enem? Temos abaixo alguns exemplos extraídos da cartilha de corretores do Enem, com algumas adaptações. Agora você vai ver como é que se detalha cada um dos 4 elementos da proposta de intervenção. Detalhamento do agente Veja este exemplo de um candidato que detalhou o agente: “Assim, é necessário que o Estado, na condição de garantidor dos direitos individuais, tome providências para mitigar esse problema”. O agente era o Estado, e o aluno acrescentou uma qualidade do Estado que funcionou perfeitamente como detalhamento! Detalhamento do modo/meio Veja como este candidato detalhou modo/meio: “O Governo Central deve impor sanções a empresas que criam perfis de usuários para influenciar suas condutas, por via da instauração de Secretarias planejadas, para a atuação no ambiente digital, uma vez que tais plataformas padecem de fiscalizações efetivas, com o fito de minorar o controle de comportamentos por particulares”. Observe que o trecho que começa em “uma vez que” é exatamente a justificativa para que se apliquem sanções contra empresas que façam uso manipulador de perfis de usuários. Detalhamento da ação Observe como se detalha a ação: “Dessa maneira, urge que as grandes mídias sociais, a exemplo, TV e jornais, informem as pessoas a respeito da manipulação comportamental do controle de dados na internet (atitude essa que está sendo tomada em outros países) por meio de campanhas em seus veículos”. O trecho entre parênteses está detalhando a ação a ser tomada, mostrando a abrangência dela. Detalhamento do efeito “Portanto, medidas devem ser tomadas. O governo deve promover, mediante mídias influenciadoras, como Rede Globo, SBT e Record, campanhas a fim de conscientizar a população brasileira dessa manipulação, que é um seu clamor antigo e que vem se intensificando”. O efeito é a conscientização de todos nós contra a manipulação, e o candidato acrescentou que é algo exigido há muito tempo, com cada vez mais intensidade. Pronto! O efeito está perfeitamente detalhado. Dicas perfeitas, né? Só precisamos mostrar como diferenciar um detalhamento de um dos outros 4 elementos. Como o corretor sabe se é mesmo um detalhamento da proposta de intervenção? Aí é que está: é preciso deixar claro que seu detalhamento está ligado de verdade a algum dos outros 4 elementos! E que fácil fazer essa ligação: “Assim, é necessário que o Estado, na condição de garantidor dos direitos individuais, tome providências para mitigar esse problema”. Aqui o candidato começou o detalhamento com um conectivo de confirmação do que dizia antes: “assim”. Nem sempre é preciso usar conectivo para ligar ideias, você já sabe. Muitas vezes a simples repetição de um termo já dá o efeito de ligação. Uma outra dúvida nessa hora é se o que você escreveu é um detalhamento, ou é o elemento “efeito”. Qual a diferença entre efeito e detalhamento de proposta de intervenção? Você confunde efeito pretendido com a intervenção e detalhamento? Normal, mas é bom aprender a diferenciar. Veja agora nesta proposta de intervenção existem 2 efeitos: um esperado e no finalzinho um outro efeito, que é uma projeção do que pode acontecer no futuro: “O Governo, por meio do Ministério da Educação, deveria implementar matérias educativas sobre o uso do ambiente virtual, para que o estudante tire suas próprias conclusões sobre as informações que por aí circulam na rede, para que no futuro possa ser um cidadão bem instruído, com opinião forte e um respeitoso poder argumentativo.” O último efeito é considerado detalhamento! Isso porque ele faz uma projeção de uma consequência futura. Projeção futura, previsão, não é efeito. O efeito de verdade é o trecho “para que o estudante tire suas próprias conclusões sobre as informações que por aí circulam na rede,” Veja que esta não é uma previsão do que pode ocorrer no futuro, não é uma consequência, não é um efeito. Quer saber mais sobre como fazer uma proposta de intervenção?

Pedimos a nossos corretores que escolhessem os 3 erros mais comuns que têm encontrado nas redações para Enem que os alunos nos enviam. Eles escolheram, e você vai conhecê-los agora. Como são erros que os corretores do Enem também têm visto nas redações, vamos usar trechos que estão na cartilha de corretores Enem para explicar um por um! Erro comum de sintaxe na redação Enem Truncamento de períodos Períodos truncados são aqueles que são interrompidos de repente, com ponto, em vez de estarem ligados, como deveriam, com a oração seguinte. Isso tem muito a ver com pontuação. Realmente é um erro muito comum na redação do Enem – observe que a frase que se inicia com “visto que” é continuação da anterior, jamais poderia ser isolada dela com aquele ponto. Se você ainda não nota o erro, basta ler em voz alta obedecendo o ponto – sua voz vai preferir uma vírgula, apostamos! Observe que a frase que começa com “Seja vendo” é totalmente dependente da anterior, jamais poderia ser separada dela com aquele ponto. Houve um truncamento da frase anterior. Erro de coesão na redação Enem Inadequação coesiva Um conectivo inadequado é um desastre na sua nota de coesão. Conectivos são pequenas frases ou palavras que servem para ligar uma ideia a outra na redação. Aquelas que você decora, como “portanto”, “pois”, “ademais”, “nesse contexto”, mas também um número infinito de outras que fazem parte do repertório de quem tem o hábito de ler. Você pode achar que é só colocar um tal conectivo no começo da frase ou do parágrafo e pronto! Se foi assim que lhe ensinaram, saiba que não é nada disso. Temos aqui alguns trechos de redações do Enem em que o candidato usou conectivos, mas sem saber usar – o resultado foi a coesão destruída: A grande maioria das pessoas não tem conhecimento de como funcionam os algoritmos e o processo de controle de dados na internet, mas continuam sendo manipuladas cotidianamente. Correção: A grande maioria das pessoas não tem conhecimento de como funcionam os algoritmos e o processo de controle de dados na internet, por isso continuam sendo manipuladas cotidianamente. Observe a seguinte frase: A relação entre pais e filhos melhoraria se os pais dessem mais importância aos filhos, onde estes pudessem opinar mais. Correção: A relação entre pais e filhos melhoraria se os pais dessem mais importância aos filhos, para que estes pudessem opinar mais. Dica de ouro: não use um conectivo se você não sabe usá-lo; use os que você domina, para evitar esse erro que pode levar embora muitos pontos seus. Erro de argumentação na redação Enem Contradição grave Contradição não é um erro assim tão comum, mas mesmo assim resolvemos mostrar para você. Ser contraditório indica que você não está muito seguro da sua tese e resolveu mudar de opinião no meio do caminho. Pense com a gente: o aluno queria provar que o ser humano não é manipulado pela internet, mesmo que ela tenha se tornado o maior meio de comunicação do mundo. Até aí, tudo bem. Contudo, no decorrer da redação ele usou informações, fatos e opiniões que mostram o contrário: que as compras on-line e a ditadura da moda seriam fatores que influenciam o comportamento do usuário, sim! Lamentavelmente, mesmo que outros aspectos de competências estejam em ordem, não há como esperar uma nota boa com essa argumentação contraditória. Erro no uso de repertório no Enem Repertório sem uso produtivo Sim, Kant existiu, foi um filósofo conhecido, então esse repertório é respaldado por uma área do conhecimento humano; e pensar por si próprio tem a ver com manipulação de comportamento, que estava dentro do tema. Portanto, existe pertinência: lembrar-se de Kant nesse momento tem nexo. Porém, o que pode ter feito esse candidato se lembrar de Kant, se ele está decidido a falar de como a internet manipula o comportamento, de como ela está presente no dia a dia cada vez mais? O que isso tem a ver com a menoridade de Kant – aquela ideia de que precisamos pensar por nós mesmos? Parece que o aluno citou Kant por citar, e Kant não teria nenhuma utilidade na redação dele. Ele não conectou o repertório à tese. Esse é o típico repertório que não serve para muita coisa na tese que o aluno usou. Então é pertinente, porque tem alguma ligação com o tema geral, e é legitimado porque Kant é de conhecimento geral, mas… não teve uso produtivo. Você vê que um repertório precisa estar na sua redação porque você vai usá-lo para demonstrar algo, não só porque tem a ver com o tema – atenção para esse detalhe. Agora, acontece também de o candidato usar repertório que nem tem a ver com o tema, com o assunto da redação! Repertório não pertencente ao tema na redação Enem Por que será que ele citou aquela frase de Platão? Platão existiu mesmo, é um repertório legitimado pelas áreas do conhecimento. Mas… ”viver bem de verdade” não tem a ver com as preferências dos usuários estarem expostas na internet! Se você ainda tem dúvida, experimente eliminar a frase de Platão e veja se faz falta… Leve essa dica com você: se está em dúvida quanto a usar um certo repertório na sua redação, pergunte a si mesmo “se eu tirar, ele faz falta?”. Se não faz falta, então não use! É ótimo aprender com o erro dos outros, né?! Contra esses erros acima você já está alerta para sua próxima redação. E por falar em próxima redação, por que não enviá-la para nossos corretores? Você pode estar cometendo erros que nem percebe e, por isso, é importante que receba feedbacks de profissionais qualificados! QUERO ENVIAR MINHAS REDAÇÕES

A maioria dos alunos acha que redação de texto dissertativo argumentativo é a única dissertação que existe. Mas estão enganados e este artigo vai esclarecer isso. Vamos começar do começo: primeiramente, você sabe o que é dissertar? Dissertar é falar sobre algo. Quando você está falando ou escrevendo sobre um assunto, está dissertando! Quando está falando ou escrevendo sobre um assunto você está fazendo uma dissertação Quantos tipos de dissertação existem? A chamada dissertação-argumentativa é um tipo de dissertação. Só um tipo! Sim, porque existem dois tipos de dissertação. Redação dissertativa argumentativa Consiste na ideia de que você dá uma opinião sua sobre um assunto e explica por que pensa daquele jeito, ou seja, justifica sua opinião. Tem esta sequência: Só para lembrar, tese e opinião é a mesma coisa. Dissertação argumentativa sempre tem opinião de quem escreve. Redação dissertativa expositiva Em que você aborda um fato, em que você o expõe de acordo como prefere, como se ele estivesse numa tela, mas não dá seu parecer, sua opinião. A sequência dela é diferente, veja: Lembra quando você apresentava um trabalho na sua sala de aula, com cartazes ou slides? Você estava fazendo uma exposição. A dissertação expositiva é a mesma coisa! Ela é pouco usada nos vestibulares, mas é bom conhecer, porque boa parte das provas dissertativas de geografia, filosofia, história, sociologia seguem o padrão da dissertação expositiva! Assim você já sabe o que fazer nas questões dissertativas de humanas. Como você deve ter notado, toda dissertação tem introdução + desenvolvimento + conclusão. Apenas que cada uma dessas 3 partes tem um conteúdo diferente nos 2 tipos de dissertação, e na introdução o candidato já define qual tipo está escrevendo. Qual tipo de dissertação usar no Enem? Pensando no Enem, agora: qual desses dois tipos você deve usar na hora da prova? Você deve usar a redação dissertativa-argumentativa. Inclusive está lá no manual do Enem, bem claro, que eles querem uma redação argumentativa. Portanto, no Enem você deve dar sua opinião e justificar sua opinião. Assim, não vale só expor sem mostrar o que você pensa do caso. E por que o Enem escolheu esse tipo de dissertação? Porque o ato de um aluno dar a opinião e justificá-la ajuda a avaliar a maturidade do aluno. É que a dissertação argumentativa exige mais do candidato (você já sentiu isso?) do que uma dissertação expositiva exigiria, inclusive exige mais capacidade de raciocínio lógico. Confira a importância da estrutura da dissertação argumentativa para o Enem: Vamos a exemplos de redações 1000 do Enem para analisarmos se foram iniciadas como dissertação argumentativa ou expositiva. Exemplo 1 Você percebe que na seguinte introdução da redação dissertativa existe uma opinião? (…) Talvez hoje ele percebesse acertada sua decisão: a postura de muitos brasileiros frente a intolerância religiosa é uma das faces mais perversas de uma sociedade em desenvolvimento. Com isso, surge a problemática do preconceito religioso que persiste intrinsecamente ligado à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social. A opinião (tese) do aluno é clara: o preconceito religioso é causado por insuficiência das leis e mentalidade social que praticamente não muda. Então este candidato estava iniciando uma redação dissertativa-argumentativa corretamente – acertou em cheio! Percebeu como essa afirmação dele pode ser discutida na redação dissertativa? Isso mostra que se trata de opinião de verdade! Faça esse teste na sua redação – opinião legítima é aquela que pode ser discutida! Exemplo 2 Verifique se a tese deste candidato é tese mesmo ou é um simples fato: (…) Embora o cinema tenha se popularizado, posteriormente, como entretenimento, nota-se, na contemporaneidade, a sua limitação social, em virtude do discurso elitizado que o compõe e da falta de acesso por parte da população. Essa visão negativa pode ser significativamente minimizada, desde que acompanhada da desconstrução coletiva, junto à redução do custo do ingresso para a maior acessibilidade. É tese sim! Ela é discutível, é claro, alguém pode ter opinião diferente, mas não deixa de ser uma tese. Começou bem a redação dissertativa-argumentativa. Exemplo 3 Faça o teste com este trecho – é uma tese ou um fato? (…) Não distante da ficção, nos dias atuais, existem algoritmos especiais ligados em filtrar informações de acordo com a atividade “online” do cidadão. Por isso, torna-se necessário o debate acerca da manipulação comportamental do usuário pelo controle de dados na internet. Esta redação dissertativa é um caso curioso: o aluno não deu sua opinião, ele deu um fato. Não há o que discutir sobre o que ele diz. Isso acontece quando o aluno não tem condições de opinar sobre o tema, porque só especialistas conseguiriam. Lembra-se do tema da prova de 2017, “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”? Um educador de alunos com necessidades especiais conseguiria opinar sobre o assunto, porque ele é um especialista, mas foi muito difícil para adolescentes recém-saídos do ensino médio dar uma opinião verdadeira sobre o caso! Agora você entende por que muitas redações dissertativas boas do Enem têm teses que não são bem teses. Tudo bem, o Enem aceita essa dificuldade inicial, mas nesse caso o aluno precisa saber incluir seu parecer, sua opinião em algum fato que ele cite no desenvolvimento, caso contrário terá escrito uma dissertação expositiva! Ele afetaria seriamente a competência 2. Note, então, como esta introdução de redação nota 1000 daquela época tem “tese” que não é bem a opinião do aluno, e sim um fato: A formação educacional de surdos encontra, no Brasil, uma série de empecilhos. Essa tese pode ser comprovada por meio de dados divulgados pelo Inep, os quais apontam que o número de surdos matriculados em instituições de educação básica tem diminuído ao longo dos últimos anos. Nesse sentido, algo deve ser feito para alterar essa situação, uma vez que milhares de surdos de todo o país têm o seu direito à educação vilipendiado, confrontando, portanto, a Constituição Cidadã de 1988, que assegura a educação como um direito social de todo o cidadão brasileiro. Para o Enem,

Você sabe quando usar “este” ou “esse” na sua produção textual? No mundo da informação, onde quase tudo é transmitido via mensagem de texto ou áudio, saber se comunicar de forma clara e assertiva passou a ser um diferencial e tanto. Muitas das nossas relações acontecem nos aplicativos de mensagens. Então, a gente faz negócio por meio de texto e participa de um processo de seleção de emprego via chamada de vídeo, por exemplo. Além disso, para quem vai prestar vestibular ou concurso, saber lidar com a correta aplicação do português pode significar a conquista de uma nova vida. Então, se você tem dúvidas na colocação dos pronomes “esse” ou “este” no seu texto ou no próprio cotidiano, confira aqui como fazer e nunca mais cometa esse erro! Leia também: Como fazer uma boa redação do ENEM – Confira com Redação Online Qual classe gramatical pertence ESSE e ESTE? O “esse” e o “este”, assim com o esta/essa e isso/isto são pronomes demonstrativos. Ou seja, são pequenas engrenagens do português que nos ajudam a posicionar coisas e pessoas no tempo e no espaço correto. Além disso, com eles, somos capazes de perceber o que está perto de quem. Melhor dizendo, qual a distância de um objeto em relação às pessoas envolvidas no enunciado. Os pronomes “esse” e “este” são variáveis conforme o gênero e número, assim como acontece com “essa” e “esta”, ao contrário do que percebemos com “isto” e “aquilo”, que são pronomes demonstrativos invariáveis. Quando usar ESSE ou ESTE na redação? Como já adiantamos, o uso do “esse” e “este” nos ajuda associar a localização de um objeto no tempo e no espaço. Mas também, a proximidade dele em relação aos participantes da comunicação. Assim, o “esse” é utilizado quando o objeto ou pessoa está distante no tempo e no espaço de quem está falando. Por sua vez, o “este” é o termo correto para apontar que o objeto está, de alguma forma, próximo da pessoa que enuncia. Quer um exemplo? Aqui vai alguns exemplos de emprego do pronome demonstrativo “esse”. Os termos “este” e “esse” são também utilizados para retomar objetos e pessoas já citados dentro de uma oração. Por padrão, a lógica de proximidade e distância também se aplica aqui. Confira a frase: No sábado teremos dois aniversários para comemorar. Eles se chamam Carlos e João . Este irá completar 60 anos. Em destaque, o pronome “este” se refere ao termo imediatamente anterior, que no caso é João. Mas se quiséssemos nos referir ao Carlos, a referência seria ao termo mais distante, dessa maneira o pronome certo seria “esse”. E o aquele, quando é correto utilizar? O “aquele” deve ser utilizado quando o objeto ou pessoa está distante das pessoas do discurso. Ou seja, estão distantes da pessoa que fala e da pessoa para quem se fala. Na prática, funciona mais ou menos assim: O “aquele” também pode se referenciar a termos já citados no período. Por exemplo: Hoje fui ao cinema e ao teatro. Este com meu pai, aquele, com meu filho. Para utilizar ESSA ou ESTA, o que fazer? O mesmo raciocínio pode ser utilizado para os pronomes “essa” e “esta”, que nada mais são que variáveis de gênero de “esse” e “este”. Como utilizar o ISTO e o ISSO? O “isto” e o “isso” são variações que podem ser aplicadas de forma semelhante ao esse/este e essa/esta. A diferença é que esses pronomes não aceitam variações de número, ou seja, não se flexionam para a forma plural. O “isto” e o “isso” também devem ser aplicados seguindo o mesmo padrão quanto à proximidade ou distância do discurso, ok? O que achou dessas dicas? Esperamos que elas tenham ajudado você a se sentir mais confiante na hora de escrever ou mesmo se posicionar verbalmente sobre qualquer assunto. Aproveite e confira também: Regras de acentuação – Saiba quando acentuar as palavras

Quem já deixou de dormir para estudar até mais tarde levante a mão. Temos certeza que você levantou as duas, não é verdade? A maioria dos estudantes deixam de dormir cedo para se debruçar sobre os livros até altas horas da noite. Mas estudar com sono não é uma estratégia muito saudável, já que a privação do sono prejudica o processo de aprendizagem e o desempenho nos exames. Lembre-se de que o sono regula funções importantes do organismo e ajuda na manutenção da saúde. Além disso, é no momento em que dormimos que o cérebro consolida todo aprendizado que tivemos durante o dia. Portanto, dormir nos horários corretos pode evitar muitos problemas, como cansaço, dificuldade de raciocínio, alteração do humor durante o dia, estresse, entre outros. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que podem te ajudar a ter uma boa noite de sono e, ao mesmo tempo, um ótimo desempenho nos estudos. Então, continue a leitura e confira! 10 dicas para não estudar com sono Ninguém merece estudar com sono, não é verdade? Por isso, o ideal é dormir, no mínimo, 8 horas por dia, mas atenção: é importante que o sono seja de qualidade. Nesse sentido, existem algumas coisas que você pode fazer ou evitar antes de deitar. Dessa forma, aumenta-se as chances de conseguir descansar de maneira correta. Acompanhe abaixo as nossas principais dicas para reverter essa situação. 1. Regule e mantenha seus horários É importante acordar sempre no mesmo horário, mesmo que tenha dormido tarde. Isso porque se você dormir muito tarde na sexta-feira e acordar tarde no sábado, consequentemente irá dormir tarde no domingo e terá problemas na segunda-feira de manhã para levantar. Por isso, defina um horário para acordar todos os dias que seja coerente com as suas atividades e faça um esforço para mantê-lo. 2. Faça exercícios físicos regularmente Fazer atividade física com frequência é essencial para ter uma boa noite de sono, já que ela ajuda a relaxar melhor quando estiver dormindo. Nesse caso, você pode escolher um esporte que faça sentido com a sua realidade atual, ou seja, com o tempo disponível, como jogar futebol, caminhar, nadar, andar de bicicleta, entre outros. 3. Escolha um ambiente adequado para estudar Parece até clichê, mas você precisa escolher um local adequado para estudar. Isso ajuda muito na concentração e na absorção dos conhecimentos. Então, prefira lugares mais calmos e bem iluminados. Além disso, preste atenção nos instrumentos de estudo, já que eles podem fazer toda diferença no cansaço do corpo. Para isso, use mesa e cadeira ergonômicas, de preferência, e nada de estudar na cama ou no sofá, em?! 4. Deixe as preocupações para o dia seguinte Ficar pensando em problemas na hora que está deitado na cama é um mau costume da maioria das pessoas. Temos certeza que você faz isso, não é verdade? Mas esse hábito faz muito mal ao sono e, consequentemente, a saúde. Por isso, antes de deitar anote tudo o que você precisa fazer no dia seguinte, assim ficará despreocupado quando for deitar. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos 5. Tire um tempo após o almoço Você provavelmente já sentiu aquele peso na barriga depois de comer, não é verdade? Isso acontece por causa do processo de digestão. Por isso, pode ser muito saudável dormir após o almoço, assim você tem um momento de descanso durante o dia e, ainda, tem mais chances de acordar renovado para estudar na parte da tarde. 6. Evite comer muito antes de dormir Comer em excesso antes de dormir obrigará seu sistema digestivo a trabalhar mais. Logo, terá uma sensação de peso que irá dificultar o seu sono. Por outro lado, se dormir sem comer nada, pode despertar subitamente durante a noite. Então, não dá para dormir brigando com o estomago. Para resolver isso, faça a última refeição pelo menos 3 horas antes de deitar. 7. Crie o hábito de beber água A água é essencial para nossa vida, mas você sabia que ela também evita o cansaço profundo do corpo? Isso mesmo! Quando você bebe água com frequência durante o dia consegue hidratar o organismo evitando o desgaste desnecessário. Esse hábito também ajuda na oxigenação do cérebro e, consequentemente, na memorização. Para facilitar o consumo deixe sempre perto de você uma garrafinha com água fresca, assim fica mais fácil criar esse hábito. 8. Estude matérias diferentes Quando estudamos algo muito chato ou entediante, costumamos sentir sono. Por isso, deve-se variar as matérias que precisa estudar para que não fique estudando apenas os mesmos conteúdos, ou seja, intercale materiais fáceis com os mais difíceis. Assim, as chances de obter sucesso nos processo de aprendizagem são maiores. 9. Descubra o horário para estudar Cada pessoa tem o período do dia que é mais produtivo. Por exemplo, algumas são mais ativas na parte da manhã, já outras preferem a noite. Por isso, é importante encontrar um horário bom para estudar de acordo com o funcionamento do seu organismo. Assim, você encontra um momento ideal para aprendizagem e evita o sono na hora de aprender. 10. Crie um ritual de sono É bom criar um hábito antes de dormir, como ler livros, tomar banho, escutar música, entre outros. Faça algo agradável e relaxante e repita essas atividades todos os dias. Assim, quando o sono chegar, apenas feche os olhos e durma. Ah! E evite usar o notebook ou o celular antes de dormir, isso pode interferir na qualidade do seu sono significamente. Aproveite e veia também:Saiba quais são as melhores técnicas de memorização para estudos! Em conclusão, estudar com sono pode derrubar a sua produtividade, pois você perde a concentração no conteúdo durante uma piscada mais longa. Dessa forma, esse tempo fica perdido e você precisa revisar novamente os materiais em outro momento. Por isso, é essencial evitar esse tipo de situação. Então, agora que você já conhece todas as nossas dicas, coloque cada uma delas em prática e confira os resultados. Temos certeza que a sua produtividade nos estudos vai aumentar e as suas chances

Saber como fazer uma boa redação no ENEM é essencial para quem está buscando a tão sonhada vaga em uma universidade. E por grande parte delas terem altas notas de corte e número excessivos de pessoas por vaga, quanto melhor for a sua redação, mais chances de se destacar você terá. Portanto, dominar as técnicas da boa escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. Para que isso aconteça, conhecer seu lado teórico, como as diferenças entre tipos e gêneros textuais, é muito importante. Aqui você encontra um resumo das teorias e dicas de como fazer uma redação de alta qualidade. E, claro, para que elas funcionem, você precisa colocar os ensinamentos em prática, pois o treino é tão importante quanto o jogo, não é mesmo? Então continue lendo esse post para conferir as dicas que preparamos para te ajudar a alcançar os seus objetivos e melhorar ainda mais as suas habilidades textuais. Como fazer uma boa redação no ENEM: entenda seus elementos Para tornar o nosso trabalho mais simples, vamos abordar cada parte e aspecto do texto de forma separada. Portanto, entender bem sobre as teorias e aspectos que tornam cada texto, não só adequado ao seu meio de circulação mas, também, com qualidade semântica, é essencial para qualquer aluno ou potencial candidato à uma vaga no Ensino Superior. Como falamos anteriormente, existem muitos tipos e gêneros textuais e cada um deles possui suas próprias características e regras que devem ser seguidas. No caso do Exame Nacional do Ensino Médio, um dos mais recorrentes é o texto argumentativo-dissertativo, que promove a abordagem de diversos assuntos por meio da argumentação bem elaborada. Então corra e pegue seu bloco de notas antes de acompanhar cada detalhe sobre os elementos estruturais e linguísticos que devem ser considerados antes de começar sua escrita. 1. Adapte a linguagem da sua produção na redação Imagine apresentar um artigo de uma organização de jogos eletrônicos para um senhor de 75 anos que só joga palavras cruzadas? O sentido das palavras se perderá e a mensagem não será passada, não é mesmo? E não é à toa, saber adequar o tom e a linguagem de acordo com o público-alvo é uma das tarefas mais fundamentais de quem se propõe a escrever qualquer coisa. Por esse motivo, antes de tudo, leia bem o comando e saiba quem será o leitor. Com essa informação em mãos, fica mais fácil saber como direcionar sua escrita, se pede por termos mais rebuscados ou se pode ser mais solta e mais voltada à linguagem formal na norma culta e não linguagem coloquial. Lembre-se que o texto é para quem irá ler e não para quem escreve. Mesmo que uma prova ou exame como ENEM sejam ambientes de simulação de situações, a intenção é a mesma. Comunicar a proposta de forma que ela chegue ao seu público e faça sentido. 2. Mantenha sua linha de raciocínio Perder o foco e desviar do assunto é uma dos erros que mais penalizam os escritores em qualquer tipo de avaliação ou processo seletivo. Se desviar do assunto faz com que o seu leitor se perca no que está sendo proposto pelo seu texto e faz com que ele perca sua finalidade. Para isso, procure escrever com simplicidade. Prefira frases curtas que facilitem o domínio do que está sendo discutido, essa técnica ajuda a diminuir as chances de você se perder no texto. Amarre as frases e organize bem as ideias, sempre tomando cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação. 3. Procure manter a clareza e a objetividade Nesse ponto, o segredo está em não deixar nada subentendido, nem assumir que os seus leitores sabem tudo sobre o que você quer dizer. Com isso em mente, elabore sua redação de forma que evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas ideias, narrando um fato. O mais importante é que a mensagem seja passada da forma correta. E não há como realizar essa tarefa sem mencionar o quão importante é a objetividade. Sem ela, você corre o risco de divagar, se perder do tema e ainda tornar um assunto longo demais sem necessidade alguma, cansando seu público-alvo. Procure o equilíbrio entre a necessidade de expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras. Para tanto, não repita ideias e não use palavras demais ou outros recursos que sirvam somente para que o número de linhas aumente. Essa tática, a famosa “encher linguiça” não é bem vista por nenhuma banca avaliadora. Portanto, concentre-se no que é realmente necessário para o texto, uma pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que deve ser usado e o que deve ficar de fora. Utilize bem os textos de comando que o ENEM apresenta aos candidatos, eles são excelentes guias do que é esperado na redação. 4. Dê atenção à coerência textual da redação Um bom texto deve ter unidade e ser coeso, por mais longo que seja. E atingir esse objetivo pode não ser uma tarefa simples. Faça um esqueleto prévio do que você pretende abordar ao longo da sua produção e trace uma linha coerente do começo ao final, assim fica mais difícil se perder e fugir do assunto. O importante é não perder de vista essa trajetória. Para isso, elimine o desnecessário e o que não é essencial para que a ideia seja comunicada de forma eficiente. Lembre-se que mesmo no seu esboço, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da ideia. Esse pequeno exercício te ajuda a delimitar quais pontos serão discutidos e os que devem ser ignorados. Outra boa estratégia é obedecer uma ordem cronológica, que é muito efetiva, apesar de não expressar tanta criatividade. Nessa linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação, mas precisam de cuidado. 5. Dê ênfase aos pontos corretos A ênfase é uma das ferramentas mais eficientes quando