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Organize seus estudos e garanta as melhores notas no ENEM. E ai, Como Estudar para o ENEM – dicas? Se você tem dificuldades para organizar sua rotina de estudos para o ENEM, confira o esquema para ganhar tempo, estar com o conteúdo em dia e ainda garantir nota máxima nas provas. A prova é dividida em 4 áreas do conhecimento e mais a redação, valendo 20% cada umas da áreas, assim como a redação. Uma sugestão é você dedicar cada dia da semana para uma das áreas e um dia para a redação e leituras de atualidades, veja: Ciências da Natureza e suas Tecnologias: química, física, biologia, energia e preservação ambiental. Ciências Humanas e suas Tecnologias história, sociologia, geografia e filosofia. Linguagens e Códigos: português, literatura, artes, educação física e línguas (inglês e espanhol). Matemática: inclui comparações numéricas, sistemas de medidas, álgebra, interpretação de gráficos e tabelas, entre outros. Redação: neste item, além da prática da escrita você pode incluir as leituras de revistas e sites de notícias. Estar atualizado é fundamental para realizar o ENEM. Assim, você dedica um tempo a cada conteúdo e ainda pode aproveitar os finais de semana para revisar os mais importantes. Além disso, lembre-se de se alimentar bem, fazer exercícios físicos, manter uma boa rotina de sono e conviver com sua família e amigos. Isso ajuda a te deixar relaxado e confiante nos seus estudos. Não adianta de nada se matar de estudar se você está cansado demais pra absorver o conteúdo. Vale lembrar que cada área de conhecimento e a redação são avaliados individualmente, e pode chegar até 1000 pontos por área. Ou seja, é importante estar afiado em todos os conteúdos e garantir as melhores notas. O que achou de nossas dicas de Como Estudar para o ENEM – dicas? Venha estudar com a gente e garantir sua nota 1000!

Dicas importantes para quem quer ir tranquilo para prova e garantir uma boa redação ENEM e de Vestibulares Quer aprender a fazer uma boa redação e garantir uma boa nota no ENEM, vestibulares ou outro concurso público? Embora não exista uma receita pronta, algumas dicas podem te ajudar a escrever bem, sem complicação. 1. Esteja atualizado Para fazer uma boa redação, você precisa ter o hábito de ler, principalmente assuntos de atualidades. Por isso, esteja atento aos jornais, assuntos que são capa das revistas de grande circulação no país, além de questões polêmicas que estejam em voga, como: suicídio, corrupção, violência conta a mulher, sustentabilidade, entre outros. Informação nunca é demais, gafanhoto. Fique atento! 2. Pratique até ficar fera! Só se consegue chegar em uma boa redação praticando! Então, inclua a produção de texto em sua rotina de estudos, pelo menos uma vez por semana. Aqui vai um dica pra estudar redação: já tentou estudar ela por partes? Não? Vou te falar que é uma mão na roda. Sorte sua que temos um texto para cada parte do texto, incluindo o planjemento, já que quem planeja não se desespera. Confere aqui: Redação por Partes: Planejamento Redação por Partes: Introdução Redação por Partes: Desenvolvimento Redação por Partes: Conclusão Vou te dar mais um dica, ó, imperdível: nós temos um curso de redação ENEM no nosso youtube. Vou te deixar o link da playlist aqui, já que você está interessado. Continuando, escrever sobre os temas que caíram nas últimas provas do ENEM, por exemplo, é uma boa forma de praticar, pois assim você entende o modelo de tema que costuma cair, ou seja, a temática abordada -mais subjetiva ou mais objetiva- e o que costuma estar coletânea de textos, como tirinhas, textos jornalísticos contendo dados, poesias, crônicas, relatos, etc. Você também pode elencar alguns assuntos que estão em pauta nos jornais e ir testando seus conhecimentos escrevendo sobre eles, assim você vai pegar prática em escrever. Ou, ainda, aproveitar que nós já fazemos isso e produzir a partir dos nossos temas, que são postados duas vezes por semana. Confira aqui. 3. Estude outras coisas Tá achando a dica estranha? Pois é, mas ela não é. Sabe aquela professora que te diz que quem lê escreve bem? Ela tá certa. A expressão bonita pra isso é “bom repertório sóciocultural”. Se você lê de tudo, sabe escrever sobre tudo e tem repertório em vários assuntos. Estudando doenças sexualmente transmissíveis em biologia, você tem conteúdo para escrever sobre banalização do vírus HIV nos dias atuais. Lendo um romance, talvez tenha uma citação profunda que pode te ajudar a enriquecer uma redação sobre depressão. Viu só? É um ganha-ganha. 4. Cuide de você Não adianta querer derramar o néctar do conhecimento num copo torto, triste e ansioso. Caso não tenha entendido a metáfora, vou explicar: se você não estiver bem pra se focar nos estudos, nem adianta se forçar a estudar. Então como eu faço pra estar bem pra estudar? Você tem que acreditar em você e, pra isso, você tem que cuidar bem desse coraçãozinho e ainda mais dessa cabecinha. Como qualquer um, você tem suas dificuldades, comete alguns erros e se afeta por algumas coisas. E tá tudo bem: se perdoe e acabe com esse ciclo de: você manda mal, fica mal por ter mandado mal, e manda pior do que antes porque tá bolado por ter mandado mal anteriormente. Acompanha aqui: depositar todas as suas esperanças, energia e vida numa só atividade é a receita perfeita pra dar errado, é pressão demais. Não larga o resto da sua vida porque você está estudando: você ainda tem amigos, você ainda tem família, você ainda tem namorado (ou não hehehehehe), você ainda tem seus hobbies e o que te faz feliz. Se algo dá errado, há o resto, você sempre está um tanto estabilizado. Resumindo: estuda, se foca, mas sai pra correr, come um chocolatinho de vez em quando, para pra comer com a sua família no almoço e não esquece que você é muito, mas muito especial e único. 5. Seja seu próprio corretor (mas não esqueça da gente) É muito importante fazer uma auto avaliação e revisar a própria redação. No início, pode parecer difícil. Uma dica para esse exercício é deixar a redação de lado por algumas horas e ler novamente com atenção, assim você vai perceber se está de acordo com a ideia que você queria expressar, e ainda conseguir arrumar um acento ou uma vírgula que tenham passado batido. Essa dica pode ser usada pra praticar em casa ou mesmo na hora da prova! Ainda, uma opção pra treino em casa, é ler a redação em voz alta, pausadamente, com atenção. Então, não tem segredo! Para mandar bem na redação, o negócio é arregaçar as mangas e escrever.

Mais uma dica da equipe do Redação! Frequentemente, os alunos nos fazem o seguinte questionamento: se eu não terei acesso a nenhum material de apoio na hora de fazer a redação do ENEM, por que vocês insistem que eu devo pesquisar sobre o tema antes de iniciar a produção do meu texto? Para início de conversa, vamos nos voltar para a competência 2, descrita na Matriz de Referência do ENEM da seguinte forma: compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. Ou seja, como diria Arnaldo Cezar Coelho, a regra é clara: para obter o nível 5 na competência 2, o estudante precisa apresentar conhecimento de áreas variadas, demonstrando amplo domínio do tema e indo além do senso comum. Certamente você deve estar se perguntando como fazer e a resposta é bem simples: pesquisando muito! Venha ver Por que devo pesquisar sobre o tema antes de produzir o texto? Agora, vamos a mais uma dúvida muito comum entre os alunos: se não sabemos previamente qual será o tema da redação, de que adianta fazer tanta pesquisa? Bem, a resposta, nesse caso, também é bem pontual: quanto maior o número de temas com os quais você tem contato, maiores são as chances de se deparar, na hora da prova, com um tema conhecido. E, cá entre nós, é MUITO mais fácil falar sobre algo o qual pesquisamos, né? O estudo do tema também vai lhe ajudar a desenvolver a competência 3, visto que não tem como defender um ponto de vista de forma efetiva sem ter conhecimento sobre o que está se falando. Além disso, não podemos nos esquecer que a prova do ENEM cobra muitos conteúdos de atualidade, logo, mesmo que você não use todas a suas pesquisas para aplicação na redação, há uma grande de chance de esse conteúdo pesquisado lhe auxliar na resolução do exame. Isso sem contar, é claro, que conhecimento nunca é demais! Ter bagagem de leitura é de grande serventia nas entrevistas de emprego, na sua futura vida acadêmica, nas discussões com o seu tio chato no almoço de família, nas rodas de conversa do bar e até para conquistar o seu crush. Então, já passou da hora de deixar a preguiça de lado e lembrar que o Google não serve só para pesquisar sobre a vida daquele do ator de série preferido, tá? Mãos à obra, pessoal! Gostou de nossas dicas e do Por que devo pesquisar sobre o tema antes de produzir o texto? 🙂 Professora Juliane Supervisora e corretora do Redação Online

Sabendo que a redação do Enem vale 1000 pontos e representa 20% da avaliação do aluno. Concordamos que ter uma boa redação é imprescindível para cada estudante. Além de estar bem informado, o candidato deve ter um ótimo desempenho na escrita. Escolhemos cinco dicas importantes de como se dar bem na redação do Enem e garantir a sua redação nota 1000 no Enem 2016. Demonstre domínio no padrão da língua escrita Se a falta de uma boa leitura não faz parte da sua rotina, dificilmente terá um bom desenvolvimento no momento da prova, e com isso não vai conseguir a sua redação nota 1000 no Enem 2016. A leitura contribui para o uso de novas palavras, o uso correto das vírgulas, pontos, hífens, entre outros. Mude seu linguajar, para que no momento da prova, você não venha cair nos vícios de linguagens e no texto informal. Selecione bem suas informações para usar na sua futura redação nota 1000 no Enem 2016 Não deixe que o leitor se sinta confuso ao ler sua redação. É importante que você selecione , relacione, organize e interprete bem as informações para garantir sua redação nota 1000 no Enem 2016. Deixe claro os fatos, opiniões e os argumentos que defendem seu ponte de ponto de vista. Demonstre conhecimento da proposta da redação Antes de tudo, não caia na tentação de copiar o que diz no enunciado sem citar fontes. É de suma importância que você demonstre o conhecimento e domine a proposta da redação. Pois o avaliador espera uma solução para o tema. Elabora uma proposta de intervenção O texto dissertativo-argumentativo exige que o aluno proponha uma tese inicial e apresente argumentos que comprovem o seu principal ponto de vista. Sendo assim, de forma harmoniosa para que a leitura do texto seja fluida. A proposta de intervenção deve situar-se na conclusão do texto. Revise seu texto para garantir sua redação nota 1000 no Enem 2016 É muito importante a etapa da revisão, procure ver se há erros gramaticais, na ortografia ou na pontuação. Procure ver se você conseguiu responder todas estas perguntas: Uma dica importante para você garantir a sua redação nota 1000 no Enem 2016, se você estiver em dúvida da escrita correta de uma palavra, troque-a por um sinônimo. Se não encontrar, procure mudar a frase. Após revisar o texto, corra e passe a limpo procurando deixar sua letra o mais legível possível! Não deixe de usar sua folha rascunho. Além disso tudo, é importantíssimo praticar redação com profissionais especialistas para garantir que a sua redação seja nota 1000! Nós temos professores especializados, que estão em constante cursos para se aperfeiçoarem e também você terá acesso ao curso completo de linguagens do professor Noslen! Estude com a gente e seja o próximo nota 1000! Confira as principais dúvidas sobre a redação nota 1000 no Enem 2016: Veja alguns artigos relacionados a redação nota 1000 no Enem 2016:

Candidatos que conseguiram nota máxima na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 contaram seus segredos e agora mostram a íntegra do texto de sucesso, por isso publicamos na íntegra de 10 redações que obtiveram nota 1.000. A reprodução dos textos foi obtida após o Ministério da Educação (MEC) liberar, na semana passada, a consulta aos espelhos. Por isso, confira agora redações nota 1000 no Enem 2014! O tema da última redação do Enem foi “Publicidade infantil em questão no Brasil“. Como nos anos anteriores, para ganhar nota 1.000, um texto deve cumprir bem cinco competências exigidas pelo MEC. O título não é obrigatório. Cada competência tem cinco faixas que vão de 0 a 200 pontos: Competência 1: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita. Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação. Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Veja abaixo a TRANSCRIÇÃO LITERAL das redações nota 1000 do Enem 2014, sem edições: “Mais família e menos mídia Em Esparta, importante pólis grega, os meninos eram exaustivamente treinados para serem guerreiros que defenderiam sua cidade. Hoje, no Brasil, as crianças não tem essa preocupação: crescem e no futuro, podem escolher suas profissões. Porém, a publicidade infantil tem influenciado, não só este, mais inúmeros outros aspectos dos jovens, e não deveria. No Brasil, é comum que se ligue a televisão e esteja passando alguma propaganda com teor apelativo aos jovens: publicitários usam de inúmeros meios para atrair a atenção das crianças, e conseguem. Estas, cada vez mais conectadas a todo tipo de mídia, acabam se influenciando pelo que é divulgado na televisão e pedem aos seus pais que compre o que foi ofertado. O problema é que cabe aos pais escolher qual brinquedo o filho deve ter, por exemplo, e não ao grande empresário. Este tem como finalidade o lucro, enquanto aqueles querem o crescimento de seus jovens. Dessa forma, é comum que os donos de empresas criem brinquedos que não têm a menor intenção de ensinar nada às crianças. Os pais, pelo contrário, tendem a escolher, por exemplo, os brinquedos que passem a seus filhos conhecimentos que julguem necessários. Com a publicidade infantil, os empresários tomam para si, funções que cabem aos pais, e por isso este tipo de publicidade deve ter fim. Muitas pessoas, porém, pensa que esta é uma forma de censura, similar à que Vargas implantou com o Departamento de Imprensa e Propaganda, mas não é. Crianças ainda estão na fase de aprendizado básico e, pela falta de maturidade, não desenvolveram censo crítico: ao verem propagandas fantasiosas, acham que o produto é maravilhoso e desejam adquiri-lo no mesmo instante. Não sabem, porém, que o refrigerante possui muito corante – e pode desencadear uma alergia, ou que o brinquedo é muito frágil, e logo se quebrará. Os pais, por esses motivos, não irão comprar os produtos, o que, em muitos casos, deixará o filho desapontado. Sabendo que as crianças não têm censo crítico para selecionar o que é bom através da publicidade infantil, observa-se que estas devem ser pouco, ou nada, divulgadas. Vendo a questão publicitária sob esta ótica, um implemente à lei deve ser colocado em prática. Deve partir do Governo uma adequação ao projeto pedagógico brasileiro: aulas de filosofia e sociologia, colocadas na base da escola, ensinariam aos jovens como a mídia de comporta. Com o tempo, e a maturidade, as crianças verão que os pais estão, na maioria dos casos, corretos na formação que lhe deram. Dessa forma, a sociedade irá crescer e se desenvolver de forma mais humana e menos financeira.” Maria Isabel Viñas, Rio de Janeiro Criança: futuro consumidor A propaganda é a principal arma das grandes empresas. Disseminada em todos os meios de comunicação, a ampla visibilidade publicitária atinge seu principal objetivo: expor um produto e explicar sua respectiva função. No entanto, essa mesma função é distorcida por anúncios apelativos, que transformam em sinônimos o prazer e a compra, atingindo principalmente as crianças. As habilidades publicitárias são poderosas. O uso de ídolos infantis, desenhos animados e trilhas sonoras induzem a criança a relacionar seus gostos a vários produtos. Dessa maneira, as indústrias acabam compartilhando seus espaços; como exemplo as bonecas Monster High fazendo propaganda para o fast food Mc Donalds. A falta de discussão sobre o assunto é evidenciada pelas opiniões distintas dos países. Conforme a OMS, no Reino Unido há leis que limitam a publicidade para crianças como a que proíbe parcialmente – em que comerciais são proibidos em certos horários -, e a que personagens famosos não podem aparecer em propagandas de alimentos infantis. Já no Brasil há a autorregulamentação, na qual o setor publicitário cria normas e as acorda com o governo, sem legislação específica. A relação entre pais, filhos e seu consumo se torna conflituosa. As crianças perdem a noção do limite, que lhes é tirada pela mídia quando a mesma reproduz que tudo é possível. Como forma de solucionar esse conflito, o governo federal pode criar leis rígidas que restrinjam a publicidade de bens não duráveis para crianças. Além disso, as escolas poderiam proporcionar oficinas chamadas de “Consumidor Consciente” em que diferenciam consumo e consumismo, ressaltando a real utilidade e a durabilidade dos produtos, com a distribuição de cartilhas didáticas introduzindo os direitos do consumidor. Esse trabalho seria efetivo aliado ao diálogo com os pais. Sérgio Buarque de Hollanda constatou que o brasileiro é suscetível a influências estrangeiras, e a publicidade atual é a consequência direta da globalização. Por conseguinte é preciso que as crianças, desde pequenas, saibam diferenciar o útil do fútil, sendo preparados para analisar informações advindas do exterior no momento em que observarem as propagandas.” Júlia Neves Silva Dutra, Minas Gerais Fonte: G