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A expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” reflete uma herança cultural marcada pela naturalização da violência doméstica e pela crença de que conflitos familiares devem permanecer restritos ao espaço privado. No entanto, diante do aumento dos casos de agressão e feminicídio no Brasil, essa lógica vem sendo amplamente questionada. Em 2025, debates públicos, campanhas institucionais e reportagens jornalísticas evidenciam que a omissão social diante da violência de gênero contribui diretamente para sua perpetuação. Quando vizinhos, familiares ou conhecidos silenciam diante de agressões, reforça-se um ciclo de violência que pode resultar em danos físicos, psicológicos e até na morte das vítimas.Nesse contexto, surge uma indagação central para vestibulares e concursos: até que ponto a sociedade deve intervir em situações de violência doméstica? Discutir esse tema exige compreender que a violência contra a mulher não é apenas um problema individual, mas uma questão social, cultural e legal que demanda posicionamento coletivo. Textos motivadores sobre a omissão diante da violência doméstica no Brasil Os textos a seguir apresentam diferentes perspectivas sobre a responsabilidade social diante da violência doméstica e auxiliam na problematização do tema proposto. Texto I – Em briga de marido e mulher, a sociedade pode se omitir diante da violência? Durante a campanha Agosto Lilás, uma roda de conversa realizada em Itabira (MG) reforçou que a violência doméstica não deve ser tratada como um assunto privado. O encontro reuniu representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e profissionais da psicologia para discutir os impactos da omissão social nos casos de agressão contra mulheres. Segundo os debatedores, a reprodução de ditados populares que incentivam o silêncio contribui para a escalada da violência, que frequentemente se inicia com agressões psicológicas e evolui para formas mais graves, como a violência física e o feminicídio. Autoridades destacaram que a legislação brasileira prevê mecanismos de denúncia acessíveis a qualquer cidadão, rompendo com a ideia de que apenas a vítima pode ou deve agir. Além disso, especialistas apontaram que a violência de gênero atravessa classes sociais, níveis de escolaridade e contextos culturais, o que evidencia seu caráter estrutural. Dessa forma, a omissão coletiva não apenas falha em proteger a vítima, como também fortalece padrões culturais machistas que sustentam a agressão. Fonte adaptada: Vila de Utopia Texto II – Quando a violência acontece diante de todos, por que a sociedade ainda se omite? Dados recentes do DataSenado revelam que a violência doméstica segue sendo um problema estrutural no Brasil, marcado não apenas pela agressão em si, mas pela omissão coletiva. Em 2025, 3,7 milhões de mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada com mais de 21 mil entrevistadas em todo o país. Um dos dados mais alarmantes do levantamento é que 71% das agressões ocorreram na presença de outras pessoas, incluindo vizinhos, familiares e, principalmente, crianças. Em grande parte desses casos, ninguém interveio: o DataSenado identificou que, em 40% das situações, nenhuma testemunha ofereceu qualquer tipo de ajuda à vítima, o que evidencia a naturalização da violência e o medo de “se envolver”. Além disso, a pesquisa aponta que a violência costuma ser recorrente. Quase 60% das vítimas relataram agressões ocorrendo há menos de seis meses, enquanto uma parcela significativa convive com a violência há mais de um ano. Ainda assim, a maioria das mulheres não busca ajuda formal. Apenas 28% registraram denúncia em delegacias, e somente 11% acionaram o Ligue 180, canal oficial de atendimento à mulher. Entre os principais motivos para não denunciar estão o medo de prejudicar os filhos, a descrença na punição do agressor e a esperança de que a agressão não se repita. Esses fatores reforçam que a omissão não é apenas individual, mas também institucional e cultural, sustentada por uma sociedade que ainda trata a violência doméstica como um problema privado. Outro aspecto preocupante revelado pelo estudo é que 79% das brasileiras acreditam que a violência contra a mulher aumentou, e 71% consideram o Brasil um país muito machista. Embora a maioria conheça a existência da Lei Maria da Penha, apenas uma parcela reduzida afirma compreendê-la plenamente, o que dificulta o acesso aos mecanismos de proteção e denúncia. Dessa forma, os dados do DataSenado evidenciam que o silêncio social diante da violência doméstica contribui para a continuidade do ciclo de agressões. Quando a sociedade escolhe “não meter a colher”, ela não permanece neutra: torna-se parte do problema. Fonte adaptada: Agência Senado – DataSenado Texto III – Quando a linguagem silencia a violência, quem está sendo protegido? A naturalização da violência doméstica também se constrói por meio da linguagem. É o que demonstra o artigo “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”: um olhar dialógico para webnotícias sobre violência contra a mulher, publicado em 2024 na revista Diálogo das Letras, pelas pesquisadoras Maria Lígia Freire Guilherme e Rodrigo Acosta Pereira. A partir da análise de 15 webnotícias veiculadas em grandes portais do jornalismo brasileiro, como Globo.com, UOL e Metrópoles, os autores investigam como a violência contra a mulher é discursivizada pela mídia hegemônica, especialmente em torno do Dia Internacional da Mulher (8 de março). O estudo parte da Análise Dialógica do Discurso, fundamentada nos escritos de Mikhail Bakhtin, para compreender como os sentidos sociais são produzidos, reforçados ou silenciados nos textos jornalísticos. Os resultados revelam que a violência contra a mulher é frequentemente apresentada de forma descontextualizada, individualizada ou suavizada, o que contribui para sua invisibilização enquanto problema estrutural. Segundo os autores, esse tipo de abordagem discursiva reforça uma cultura machista ao tratar a violência como um evento isolado, e não como resultado de relações históricas de desigualdade de gênero. Nesse contexto, o ditado popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” aparece como um enunciado ideológico, que legitima a omissão social e desloca a violência do campo público para o privado. A pesquisa mostra que, ao repetir ou naturalizar esse tipo de discurso, a mídia contribui para a manutenção do silêncio, da passividade e da

A presença intensiva das redes sociais na vida cotidiana transformou a forma como informações sobre saúde circulam na sociedade brasileira. No contexto das campanhas de vacinação, esse fenômeno exerce influência direta na adesão ou rejeição da população aos imunizantes. Plataformas digitais, que poderiam fortalecer a comunicação científica, também se tornam ambientes onde boatos, interpretações equivocadas e conteúdos enganosos se espalham rapidamente, ampliando a hesitação vacinal e contribuindo para a queda da cobertura em diferentes regiões do país. Órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde, têm intensificado ações de enfrentamento à desinformação, reforçando a segurança dos imunizantes e a necessidade de manter altas taxas de vacinação para evitar surtos de doenças já controladas. Da mesma forma, instituições científicas, como o Instituto Butantan, atuam para corrigir afirmações falsas que comprometem a confiança da população em vacinas seguras e comprovadas. Compreender esse cenário é fundamental para estudantes que se preparam para redações de ENEM, vestibulares e concursos, cujas propostas frequentemente envolvem temas relacionados à saúde coletiva, cidadania e responsabilidade informacional. A seguir, apresentamos textos motivadores que aprofundam a discussão e auxiliam na construção de uma argumentação sólida sobre o tema. Textos motivadores sobre campanhas de vacinação Texto 1 – Vacinas salvam vidas Quais informações oficiais esclarecem boatos sobre vacinas e destacam a importância da imunização? Publicações recentes do Ministério da Saúde reforçam que as vacinas são uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças graves e reduzir a mortalidade, especialmente entre crianças. A pasta alerta que a queda na cobertura vacinal tem sido influenciada pela circulação de desinformação nas redes sociais, o que compromete a proteção coletiva e facilita o retorno de doenças como sarampo e poliomielite. Entre os boatos mais difundidos está a falsa associação entre vacinas e transtorno do espectro autista, originada por um estudo fraudulento de 1998, posteriormente retirado por má conduta ética e falta de rigor científico. O Ministério esclarece que não existe evidência que comprove essa relação e destaca que os imunizantes distribuídos pelo Sistema Único de Saúde são seguros, passam por análises rigorosas e têm eficácia comprovada. Fonte: Ministério da Saúde– @minsaude. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude Texto 2 – Butantan reage a boatos sobre HPV e reforça eficácia da vacina distribuída pelo SUS Como instituições científicas respondem à desinformação e reforçam a segurança da vacina contra HPV? O Instituto Butantan publicou uma nota oficial para combater informações falsas que circulam sobre a vacina do HPV, fundamental para prevenir cânceres como os de colo do útero, pênis, orofaringe e ânus. Mesmo sendo segura, eficaz e distribuída gratuitamente pelo SUS, a vacina ainda enfrenta resistência por causa de boatos que associam o imunizante a infertilidade, trombose, reações graves ou início precoce da vida sexual. Especialistas afirmam que essas alegações não têm qualquer embasamento científico. O imunizante é composto por partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, tornando impossível que cause infecção ou câncer. Evidências internacionais, como um estudo dinamarquês com mais de 500 mil mulheres, confirmam não haver aumento no risco de trombose ou outros efeitos graves. O Butantan também destaca a importância da vacinação masculina, que reduz a circulação do vírus e fortalece a proteção coletiva. Fonte: Infomoney. Texto 3 – Brasileiros ainda deixam de se vacinar por medo e desinformação, revela pesquisa desenvolvida pelo CNMP Como pesquisas nacionais explicam o impacto do medo e da desinformação na queda da vacinação no Brasil? O Conselho Nacional do Ministério Público, em parceria com a Universidade Santo Amaro e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgou o Estudo sobre Consciência Vacinal no Brasil, uma análise aprofundada das percepções e atitudes da população diante das vacinas do Plano Nacional de Imunizações. A pesquisa, realizada entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro de 2024 e aplicada a três mil pessoas de todas as regiões do país, revela que o medo e a desinformação exercem influência direta sobre o comportamento vacinal. Segundo o levantamento, ao menos 1 em cada 5 brasileiros (20%) já deixou de se vacinar ou de vacinar uma criança após ler uma notícia negativa em plataformas digitais. Além disso, 27% dos participantes afirmaram ter medo de reações adversas e 66% desses receiam efeitos colaterais graves. Apesar das dúvidas, a confiança nas vacinas permanece predominante: 72% dos entrevistados afirmam confiar na segurança e eficácia dos imunizantes, enquanto 90% os consideram importantes para a saúde individual, familiar e comunitária. Ainda assim, os dados mostram que grupos com menor escolaridade, renda mais baixa ou pertencentes a alguns segmentos religiosos demonstram índices menores de confiança. A pesquisa também aponta que 74% da população apoia a inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário nacional de vacinação e considera que pais e responsáveis devem ser obrigados a seguir o calendário vacinal básico do Ministério da Saúde. Outro achado significativo é que 77% dos entrevistados que usam redes sociais e aplicativos de mensagens afirmam ter identificado fake news sobre vacinas nessas plataformas e defendem a regulação legal das redes com possibilidade de punição para quem espalha conteúdos falsos. O estudo conclui que, embora haja confiança científica generalizada, persistem barreiras como medo, desconhecimento, circulação de informações enganosas e dificuldades logísticas de acesso às vacinas, como indisponibilidade de imunizantes ou tempo de espera prolongado nas unidades de saúde. Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Texto 4 – Fake news sobre vacinas: entenda os perigos da desinformação Como conteúdos enganosos nas redes sociais distorcem evidências científicas e prejudicam a confiança na vacinação? Uma publicação que circula nas redes sociais e um livro recentemente lançado na internet têm disseminado informações falsas sobre a segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19. Esses conteúdos apresentam alegações infundadas, como supostas falhas nos ensaios clínicos da Pfizer e a criação de uma doença inexistente chamada Doença CoVax, termo que não aparece em nenhuma literatura científica reconhecida. Especialistas alertam que tais narrativas distorcem dados, geram medo e podem comprometer a adesão da população à imunização. O vídeo que circula no Instagram, já com milhares de visualizações, promove um livro que afirma, sem qualquer embasamento científico, que a vacina

A resistência feminina frente ao patriarcado tem se mostrado um pilar na luta por igualdade de gênero. O patriarcado, enquanto sistema social enraizado, perpetua desigualdades estruturais que impactam diretamente as mulheres, limitando suas oportunidades e ampliando as disparidades econômicas e sociais. Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revelam que 84,5% dos brasileiros têm pelo menos um tipo de preconceito contra mulheres, evidenciando a complexidade dessa problemática. Além disso, em consonância com a temática, o filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres, retrata o impacto do autoritarismo sobre uma mulher e sua família, trazendo à tona a luta feminina por direitos e dignidade. Dessa forma, a obra se conecta diretamente com as questões sociais e culturais que afetam as mulheres, ampliando a reflexão sobre os desafios enfrentados por elas. Portanto, o filme não só ilustra a luta por justiça, mas também faz um chamado à conscientização e à mudança. Por isso, essa realidade expõe um paradoxo entre avanços conquistados e obstáculos persistentes, tornando imprescindível o debate acerca dessa questão. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais.”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre patriarcado Texto 1: Conceito de patriarcado e sua persistência O patriarcado é um sistema social profundamente enraizado em culturas, estruturas e relações que priorizam os homens, especialmente aqueles que se enquadram no padrão branco, cisgênero e heterossexual. Essa configuração estabelece uma hierarquia onde esses homens ocupam o topo da “escada de privilégios”, acumulando benefícios, enquanto mulheres e grupos marginalizados enfrentam desvantagens e exclusões. No patriarcado, os homens gozam de poder econômico, social e político, enquanto as mulheres são relegadas a posições de submissão. Isso se traduz, por exemplo, no controle sobre a sexualidade feminina e na limitação de suas escolhas reprodutivas. Como explica Marlise Matos, pesquisadora e feminista, o patriarcado é um sistema que organiza relações sociais e políticas com base no domínio masculino, perpetuando desigualdades de gênero e controlando narrativas e valores sociais. A manifestação do patriarcado ocorre de forma privada e pública. No âmbito privado, limita as mulheres à esfera doméstica, enquanto no público, mesmo com a participação feminina em espaços sociais e políticos, a desigualdade persiste. Segundo a autora Sylvia Walby, o patriarcado encontra apoio em pilares como religião, trabalho, Estado e família para garantir sua perpetuação. Historicamente, a família tem sido uma das instituições mais eficazes para consolidar essa estrutura, com o homem como provedor e a mulher restrita ao cuidado do lar. Embora a sociedade tenha evoluído em diversos aspectos, a essência patriarcal ainda se mantém, adaptando-se para continuar exercendo controle. Dados do IBGE mostram que, mesmo realizando tarefas equivalentes, as mulheres ainda ganham, em média, 20% a menos que os homens, evidenciando como o patriarcado molda práticas econômicas e sociais. Fonte: Adaptado de Politize! Texto 2: Preconceitos de gênero no Brasil e no Mundo Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revela que 84,5% dos brasileiros têm pelo menos um tipo de preconceito contra as mulheres. Mundialmente, quase 90% da população compartilha dessas crenças, sejam homens ou mulheres, evidenciando como o sexismo ainda é estrutural. Principais Dimensões Avaliadas O levantamento analisou quatro áreas de preconceito: No Contexto Global O relatório aponta que 25% da população mundial considera justificável a violência doméstica. Além disso, apenas 10% das chefias de Estado são ocupadas por mulheres desde 1995, e menos de um terço dos cargos de liderança no mercado de trabalho são femininos. Fonte: G1, Pesquisa ONU (2023). Texto 3: Violência de Gênero e a Estrutura Patriarcal A psicóloga Teresa Cristina Bruel dos Santos, especialista em violência contra mulheres, destaca que a violência de gênero tem origem na estrutura patriarcal, que coloca mulheres em posições de subalternidade em relação aos homens. No Rio Grande do Sul, a média de dois feminicídios por semana reforça a gravidade do problema. Teresa aponta que a falta de investimentos e a desarticulação da rede de proteção agravam a situação. Desde 2016, houve uma redução de 90% no orçamento destinado ao enfrentamento da violência contra mulheres. Para ela, ações eficazes passam por investimentos em serviços especializados, capacitação contínua e inclusão do tema de gênero nas escolas, além de campanhas que desnaturalizem os padrões de gênero. A conscientização é um passo crucial para romper o ciclo da violência e construir uma sociedade mais igualitária. Fonte: Brasil de Fato. Repertórios para o Tema sobre patriarcado 1. Filmes/Séries/Documentários 2. Livros/Pensadores/Filósofos/Literatura 3. Legislações ⚖ Constituição Federal de 1988 – Art. 5º, I – garante igualdade de direitos entre homens e mulheres.📋 Agenda 2030 – ODS 5 – igualdade de gênero e empoderamento feminino.📜 Lei Maria da Penha (11.340/2006) – instrumento de proteção contra a violência doméstica. 4. Fatos Históricos (Brasil e Mundo) Argumentos para o tema de redação sobre patriarcado Argumento 1: Legado Histórico do Patriarcado Causa: Enraizamento cultural de práticas patriarcais em tradições e sistemas sociais.Consequência: Perpetuação de desigualdades e manutenção de uma estrutura de opressão.Solução: Investimento em educação de gênero e promoção de políticas públicas igualitárias.Repertório: Ainda Estou Aqui – Representa a opressão e resistência feminina em um contexto histórico de autoritarismo e desigualdade. Argumento 2: Banalização das Desigualdades de Gênero Causa: normalização de comportamentos discriminatórios e falta de representatividade feminina.Consequência: ampliação das barreiras de acesso a oportunidades e persistência da violência de gênero.Solução: campanhas de conscientização e ampliação da representatividade feminina em espaços de poder.Repertório: Angela Davis – A luta interseccional como ferramenta para combater a banalização das desigualdades. Por fim, a resistência feminina frente ao patriarcado é uma luta constante e essencial para a construção de uma sociedade mais igualitária. A análise de dados e repertórios, como o

O fim de ano é, para muitos, um período de reflexões, festas e celebrações. Além disso, é a época em que mensagens de otimismo, metas para o futuro e reuniões familiares se tornam o centro das atenções. No entanto, essa ocasião, marcada pela expectativa de felicidade, pode ser emocionalmente desafiadora para muitas pessoas. Dessa forma, é fundamental reconhecer que nem todos vivenciam esse período da mesma maneira e oferecer apoio àqueles que enfrentam dificuldades. O fenômeno conhecido como positividade tóxica — a imposição social de demonstrar alegria e otimismo, mesmo diante de dificuldades — intensifica esses desafios. Dessa forma, muitas pessoas sentem-se pressionadas a reprimir emoções negativas, o que pode agravar seu bem-estar mental. Além disso, estudos mostram que, durante as festas de fim de ano, os índices de ansiedade e depressão podem aumentar em até 25% em todo o mundo. Portanto, é fundamental promover um ambiente mais acolhedor, onde as emoções sejam validadas e compreendidas. Neste artigo, exploraremos os impactos da positividade tóxica na Véspera de Ano Novo, utilizando dados, notícias, repertórios culturais e argumentos sólidos para ampliar o debate sobre o tema. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Véspera de Ano Novo: a influência da positividade tóxica nas celebrações de fim de ano”. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Dessa forma, seu texto deve estar bem estruturado, com argumentos coerentes e embasados. Portanto, reflita sobre os impactos dessa cultura e como é possível promover um ambiente mais saudável e inclusivo nas festividades. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre a Véspera de Ano Novo Texto 1: Conceito de Positividade Tóxica nas Festas de Fim de Ano A positividade tóxica é um fenômeno psicológico caracterizado pela imposição de uma atitude positiva em todas as circunstâncias, mesmo diante de situações adversas ou emoções negativas. Essa abordagem desconsidera a complexidade das experiências humanas, invalidando sentimentos legítimos como tristeza, frustração ou luto. Durante as festas de fim de ano, a pressão social para demonstrar felicidade e entusiasmo pode intensificar essa positividade forçada. . A expectativa de celebração contínua e alegria ininterrupta pode levar indivíduos a suprimirem suas verdadeiras emoções, temendo serem vistos como ingratos ou pessimistas. Essa repressão emocional não apenas impede o processamento saudável dos sentimentos, mas também pode resultar em sobrecarga emocional, estresse e deterioração da saúde mental. É essencial reconhecer que todas as emoções têm um papel significativo no bem-estar psicológico e que permitir-se vivenciá-las plenamente é fundamental para a saúde emocional. A aceitação de sentimentos negativos, especialmente em períodos festivos, promove uma abordagem mais autêntica e equilibrada da vida, permitindo que as pessoas enfrentem desafios de maneira mais resiliente e consciente. Psicanálise Clínica Texto 2: Dados Estatísticos sobre Saúde Mental no Fim de Ano As festas de fim de ano, embora tradicionalmente associadas a momentos de alegria e confraternização, podem desencadear sentimentos de melancolia e estresse em muitas pessoas. Estudos indicam que 64% das pessoas que enfrentam questões de saúde mental relatam um agravamento dos sintomas durante esse período. No Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 9,3% da população sofre de transtornos de ansiedade, o maior índice mundial, e 5,8% enfrenta depressão, o número mais elevado da América Latina. Esses dados são particularmente relevantes no contexto das celebrações de fim de ano, quando a pressão por felicidade e interação social pode intensificar sentimentos de inadequação ou isolamento. A idealização das festividades, muitas vezes perpetuada por mídias sociais e culturais, contribui para a amplificação dessas emoções negativas, tornando-se um desafio significativo para a saúde mental de muitos indivíduos. UOL Texto 3: Notícia sobre a Pressão por Felicidade nas Festas de Fim de Ano As festas de fim de ano são frequentemente retratadas como períodos de alegria e união familiar. Contudo, para uma parcela significativa da população, essas celebrações podem ser fontes de estresse e sofrimento emocional. A pressão para atender às expectativas sociais de felicidade constante pode levar à supressão de emoções autênticas, resultando em sentimentos de inadequação e isolamento. Especialistas alertam que a imposição de uma positividade constante, conhecida como positividade tóxica, desconsidera a complexidade das experiências humanas e pode agravar questões de saúde mental. É fundamental reconhecer e validar todas as emoções, permitindo-se vivenciar o período festivo de maneira autêntica e respeitosa às próprias necessidades emocionais. D24AM Texto 4: Impacto das Festas de Fim de Ano na Saúde Mental Dados Informações 64% Pessoas com questões de saúde mental relatam agravamento dos sintomas no fim de ano. 9,3% População brasileira que sofre de transtornos de ansiedade, o maior índice mundial. 5,8% População brasileira enfrentando depressão, o número mais elevado da América Latina. Fonte Dados fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Repertórios socioculturais sobre positividade tóxica na Véspera de Ano Novo Filmes/Séries/Documentários Livros/Pensadores/Filósofos Legislações Fatos Históricos Argumentos sobre positividade tóxica nas celebrações de fim de ano Argumento 1: falta de discussão sobre saúde mental Argumento 2: pressão social por felicidade constante Por fim, a Véspera de Ano Novo, embora carregada de simbolismos positivos, pode ser desafiadora para muitas pessoas. Além disso, a positividade tóxica reforça pressões sociais que desconsideram a complexidade emocional de cada indivíduo. Dessa forma, é necessário promover uma abordagem mais inclusiva, acolhedora e autêntica, permitindo que todos vivenciem o período de maneira significativa. Portanto, reconhecer e respeitar diferentes experiências torna essa celebração mais genuína e acessível para todos. 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No dia 28 de outubro de 2024, o Brasil assistiu, com perplexidade, à queda de um avião da Voepass em Vinhedo (SP), resultando em 62 vítimas fatais. Além disso, logo após o acidente, notícias falsas e vídeos descontextualizados começaram a circular, explorando o sofrimento das famílias para atrair atenção e gerar engajamento. Dessa forma, esse episódio reflete um padrão recorrente no jornalismo contemporâneo: o sensacionalismo midiático. Portanto, é essencial discutir os impactos dessa prática e buscar alternativas para uma cobertura ética e responsável. De maneira semelhante, em 2008, o caso Eloá se tornou um espetáculo midiático. Além disso, essa cobertura excessiva evidenciou como a busca por audiência pode banalizar tragédias e desrespeitar direitos fundamentais. Dessa forma, analisar essas práticas é fundamental para compreender os impactos negativos do sensacionalismo na sociedade. Portanto, é essencial discutir soluções éticas para um jornalismo mais responsável e comprometido com a informação de qualidade. Proposta de Redação sobre sensacionalismo midiático A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios éticos do sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Textos motivadores sobre sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Texto I: O que é Sensacionalismo O sensacionalismo é uma prática jornalística que busca atrair audiência por meio da exploração de aspectos emocionais e chocantes das notícias. Essa abordagem utiliza exageros, omissões e até mesmo informações falsas para impactar o público. Originado no final do século XIX com o chamado “jornalismo amarelo”, o sensacionalismo é frequentemente associado à manipulação midiática para atender interesses políticos e econômicos.Caracteriza-se pela dramatização de fatos, transformação de tragédias em espetáculo e desrespeito à ética jornalística. Apesar de sua popularidade em mídias de massa, a prática é criticada por distorcer a verdade e impactar negativamente a percepção pública.Fonte: Significados.com.br Texto II: Notícia – Acidente com Avião da Voepass Em 2024, um avião da Voepass caiu em Vinhedo (SP), resultando na morte de 62 pessoas. A tragédia recebeu ampla cobertura midiática, mas também gerou desinformação. Vídeos antigos, como o de Roberto Cabrini na tragédia da Chapecoense, em 2016, foram compartilhados fora de contexto, associando falsamente os eventos.Essa manipulação evidencia o impacto negativo do sensacionalismo, que prioriza cliques e engajamento em detrimento da verdade. A cobertura exacerbada aumenta a confusão, desrespeitando o sofrimento das vítimas e dificultando a compreensão dos fatos.Fonte: Reuters Brasil Texto III: Caso Eloá e a Exploração Midiática O caso Eloá (2008) é um exemplo emblemático de sensacionalismo midiático. A jovem foi mantida em cativeiro por mais de 100 horas, enquanto emissoras transmitiam ao vivo cada detalhe do sequestro. A cobertura invadiu a privacidade das vítimas, transformando a tragédia em um espetáculo nacional.Essa abordagem desrespeitou os direitos humanos e comprometeu as negociações entre a polícia e o sequestrador. O caso ilustra a necessidade de regulamentações mais rígidas para evitar que a mídia explore tragédias de maneira sensacionalista.Fonte: Cobertura Midiática Insensível: Caso Eloá – UC SAL Texto IV: A Banalização em Ataques às Escolas Ataques escolares têm se tornado alvo de exploração midiática, com manchetes sensacionalistas e imagens dramáticas. Essa abordagem perpetua o medo e a insegurança, banalizando a gravidade das tragédias. A repetição constante de imagens impactantes desensibiliza o público e não contribui para o enfrentamento do problema.A cobertura inadequada também pode inspirar novos ataques, evidenciando a necessidade de uma abordagem jornalística mais ética e responsável. Fonte: Web Terra Repertórios para sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias 🎬 Filmes/Séries/Documentários: Este documentário analisa a interferência midiática no caso Eloá, destacando como a mídia transformou o sequestro em um espetáculo e, além disso, impactou diretamente o desfecho trágico. Dessa forma, a obra evidencia a necessidade de estabelecer limites éticos no jornalismo para proteger tanto a dignidade das vítimas quanto o correto andamento do processo de justiça. Portanto, a reflexão sobre o papel da imprensa em situações de crise se torna essencial para evitar novas tragédias mediáticas. O filme acompanha um jornalista que explora tragédias para lucrar, destacando, portanto, os impactos éticos e morais dessa prática. Além disso, a obra mostra como o sensacionalismo pode levar à desumanização das vítimas, evidenciando as consequências negativas da busca desenfreada por audiência. Dessa forma, a narrativa convida o público a refletir sobre os limites da ética no jornalismo. É um exemplo de jornalismo investigativo responsável, que expõe abusos sem recorrer ao sensacionalismo. Além disso, a abordagem utilizada demonstra a relevância de relatar os fatos de forma objetiva e equilibrada. Dessa forma, a obra enfatiza a importância de um jornalismo ético e comprometido com a verdade. Portanto, valorizar esse tipo de prática contribui para uma sociedade mais informada e consciente. Explora a manipulação da mídia em busca de interesses políticos e econômicos. Além disso, reforça a necessidade de questionar a veracidade das informações veiculadas. Dessa forma, evidencia como a desinformação pode influenciar a opinião pública e comprometer a democracia. Portanto, é essencial desenvolver um olhar crítico diante do conteúdo midiático consumido diariamente. Discute o controle da informação e o impacto da mídia na formação da opinião pública. Destaca como a manipulação midiática pode influenciar comportamentos e decisões sociais. 📚 Livros/Pensadores/Filósofos: Análise crítica sobre como a televisão molda a percepção pública e, além disso, prioriza a audiência em detrimento da qualidade. Dessa forma, a obra mostra os impactos do sensacionalismo na construção da realidade social. Portanto, compreender essa influência é essencial para uma visão mais crítica dos meios de comunicação. Retrata um governo autoritário que manipula a informação para controlar a população. Reforça a importância da verdade e da transparência na comunicação. Explora como as estruturas de poder utilizam a vigilância e a exposição pública para exercer controle.Mostra os perigos de expor tragédias como forma de reforçar discursos dominantes. Aponta a importância de valores éticos no

A reaplicação do ENEM é uma segunda chance para muitos estudantes que enfrentaram imprevistos e não puderam realizar a prova regular. Em 2024, ela trouxe à tona um tema de redação impactante e cheio de significados: “Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro”. Esse post foi preparado para te ajudar a entender tudo sobre a Reaplicação e Enem PPL 2024 e o tema da redação, com análises detalhadas dos textos motivadores, repertórios socioculturais e listas completas de temas de redação. Vamos lá? Reaplicação e Enem PPL 2024: O que é a reaplicação do ENEM e como funciona? A reaplicação é uma nova chance para os estudantes que enfrentaram problemas na aplicação regular do ENEM, como incidentes logísticos ou doenças infectocontagiosas. A estrutura da prova é idêntica à do exame regular, com 180 questões objetivas e uma redação. Estrutura da prova: Quem pode solicitar a reaplicação? Os pedidos devem ser feitos na Página do Participante, dentro do prazo estabelecido pelo Inep. Motivos aceitos:1️⃣ Incidentes logísticos: 2️⃣ Doenças infectocontagiosas: ENEM PPL: O que é e como funciona? O ENEM PPL é destinado a pessoas privadas de liberdade ou em medidas socioeducativas. Ele ocorre nas mesmas datas da reaplicação e segue o mesmo formato do exame regular. Qual foi o tema da reaplicação e Enem PPL 2024? A redação da reaplicação trouxe o tema “Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro”, incentivando os participantes a discutir a importância da inclusão e do reconhecimento artístico. Análise dos textos motivadores: Os textos motivadores ofereceram diferentes perspectivas sobre o tema. 1️⃣ Texto I – Cultura de Periferia:Explora como o conceito de “periferia” vai além da geografia, representando resistência e identidade. 2️⃣ Texto II – Manifesto da Antropofagia Periférica:Defende a arte periférica como uma forma de luta contra opressões culturais. 3️⃣ Texto III – Intervenções Artísticas:Mostra o impacto transformador do grafite e murais urbanos em espaços públicos. 4️⃣ Texto IV – Produtora de Filmes de Contagem:Relata o sucesso de artistas periféricos que ganharam destaque ao abordar questões sociais. Quais Temas de redação do ENEM regular? Aqui estão todos os temas do ENEM regular desde 1998: Ano Tema 1998 Viver e Aprender 1999 Cidadania e participação social 2000 Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional? 2001 Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito? 2002 O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais 2003 A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo? 2004 Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação? 2005 O trabalho infantil na realidade brasileira 2006 O poder de transformação da leitura 2007 O desafio de se conviver com a diferença 2008 Máquina de chuva da Amazônia 2009 O indivíduo frente à ética nacional 2010 O trabalho na construção da dignidade humana 2011 Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado Outros temas do Enem Ano Tema 2012 Movimento imigratório para o Brasil no século 21 2013 Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil 2014 Publicidade infantil em questão no Brasil 2015 A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira 2016 (1ª aplicação) Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil 2016 (2ª aplicação) Caminhos para combater o racismo no Brasil 2017 Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil 2018 Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet 2019 Democratização do acesso ao cinema no Brasil 2020 O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira 2020 (digital) O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil 2021 Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil 2022 Os desafios para a valorização das comunidades e povos tradicionais do Brasil 2022 (reaplicação e PPL) Medidas para o enfrentamento da recorrência da insegurança alimentar no Brasil 2023 Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil 2023 (reaplicação e PPL) Desafios para a (re)inserção socioeconômica da população em situação de rua no Brasil 2024 “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil” Lista completa: Temas do ENEM PPL (2009-2024) Aqui estão todos os temas do ENEM PLL: Ano Tema 2009 A família contemporânea e o que ela representa para a sociedade 2010 Ajuda humanitária 2011 Cultura e mudança social 2012 O grupo fortalece o indivíduo? 2013 Cooperativismo como alternativa social 2014 O que o fenômeno social dos “rolezinhos” representa? 2015 O histórico desafio de se valorizar o professor 2016 Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil 2017 Consequências da busca por padrões de beleza idealizados 2018 Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil 2019 Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças 2020 A falta de empatia nas relações sociais no Brasil 2021 Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil 2022 Medidas para o enfrentamento da recorrência da insegurança alimentar no Brasil 2023 Desafios para a (re)inserção socioeconômica da população em situação de rua no Brasil 2024 Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro O ENEM reaplicação e o ENEM PPL não são apenas provas: são chances reais de superação. Em 2024, o tema “Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro” destacou a necessidade de uma sociedade mais inclusiva, onde as expressões culturais periféricas sejam reconhecidas e valorizadas. Para se preparar, é essencial entender os textos motivadores, conhecer os desafios enfrentados pela arte periférica e utilizar repertórios ricos para argumentar com eficácia. Além disso, analisar temas anteriores é uma estratégia valiosa para se familiarizar com os padrões das provas.

O Censo Demográfico de 2022 revelou que a população indígena no Brasil cresceu significativamente, alcançando 1,6 milhão de pessoas, número 84% maior do que o registrado em 2010. Apesar desse avanço, os povos indígenas enfrentam inúmeros desafios, como o garimpo ilegal, o preconceito e a luta constante pela demarcação de terras. A preservação das culturas indígenas é essencial para garantir não apenas os direitos desses povos, mas também a manutenção da biodiversidade e das tradições que enriquecem o patrimônio cultural brasileiro. Neste post, vamos explorar conceitos, argumentos e repertórios sobre a relevância da preservação das culturas indígenas, com referências históricas, legislações e exemplos que sustentam essa causa. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância da preservação das culturas indígenas no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre preservação das culturas indígenas Texto I – A importância dos povos indígenas para a preservação da natureza Os povos indígenas desempenham um papel crucial na preservação ambiental no Brasil, especialmente em ecossistemas importantes como a Amazônia. Com conhecimentos transmitidos ao longo de gerações, essas comunidades possuem práticas sustentáveis que ajudam a conservar a biodiversidade, mitigar os efeitos das mudanças climáticas e manter os serviços ecossistêmicos. O líder Yanomami, Davi Kopenawa, destaca a cosmovisão indígena, que vê a natureza como um ser vivo e interconectado. Para os Yanomami, as árvores sustentam o céu, e sua destruição pode simbolizar o fim da humanidade. Esse entendimento reflete a importância cultural e espiritual da natureza para os povos indígenas. Territórios indígenas frequentemente resistem à exploração predatória, como mineração ilegal, desmatamento e monoculturas, protegendo não apenas o meio ambiente, mas também sua própria cultura e modos de vida. A preservação ambiental e cultural promovida por esses povos é essencial para o futuro do planeta e para a manutenção de práticas sustentáveis. Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Link para o texto original (Acesso em 10 de dezembro de 2024) Texto II – Luta dos povos indígenas: desafios e contribuições Desde o século XVI, os povos indígenas enfrentam ameaças como o garimpo ilegal, o preconceito, a violência e a tese do marco temporal. A luta por seus direitos é uma questão de sobrevivência cultural e ambiental. A demarcação de terras é uma medida crucial para garantir os direitos dos povos indígenas e proteger o legado ambiental e cultural brasileiro. Fonte: Greenpeace Brasil – Link para o texto original (Acesso em 10 de dezembro de 2024) Texto III – Visibilidade e valorização dos povos indígenas A luta pela visibilidade dos povos indígenas ganhou força com a criação do Ministério dos Povos Indígenas e a eleição de líderes como Sônia Guajajara. Em seu discurso de posse, a ministra destacou a importância de combater preconceitos e garantir a representatividade indígena. O censo de 2022 apontou um crescimento significativo da população indígena, com mais de 1,6 milhão de pessoas no Brasil. Esse aumento reflete maior organização e resistência dos povos originários, que buscam garantir seus direitos e preservar suas tradições. Apesar dos avanços, ainda existem desafios como a violência, a invasão de terras e a desassistência governamental. A mobilização por direitos territoriais e políticas públicas eficazes continua sendo essencial para garantir a sobrevivência e o bem-estar das comunidades indígenas. Fonte: Agência Senado – Link para o texto original (Acesso em 10 de dezembro de 2024) Tabela de conceitos e sinônimos sobre preservação das culturas indígenas Conceito Sinônimos ✅ Preservação conservação, proteção, manutenção, salvaguarda, cuidado ✅ Culturas tradições, costumes, práticas, saberes, heranças ✅ Indígenas povos originários, nativos, aborígenes, comunidades tradicionais, autóctones Repertórios para “A importância da preservação das culturas indígenas no Brasil” 🎬 5 Filmes/Séries/Documentários 📚 5 Livros/Pensadores/Filósofos/Literatura ⚖ 3 Legislações Importantes 📅 4 Fatos Históricos Argumentos sobre “A importância da preservação das culturas indígenas no Brasil” Argumento 1: Falta de políticas públicas efetivas Pensador: Sônia Guajajara Biografia: Ministra dos Povos Indígenas e ativista pelos direitos indígenas. O que ela diz: “A falta de políticas públicas para os indígenas é reflexo de um racismo estrutural que precisamos superar.” Argumento 2: falta de debate sobre a importância cultural dos povos indígenas Pensador: Ailton Krenak Biografia: Líder indígena e ambientalista. O que ele diz: “A falta de conhecimento sobre os indígenas nos distancia de nossa própria identidade como nação.” A preservação das culturas indígenas é uma questão urgente e multifacetada, que envolve políticas públicas, valorização cultural e justiça social. Garantir os direitos desses povos é assegurar a proteção do meio ambiente e da diversidade cultural do Brasil. Que tal colocar em prática essa temática? Acesse nossa plataforma de correção de redação e veja como podemos ajudar você a construir textos com argumentos sólidos e repertórios enriquecedores. Vamos juntos alcançar a nota máxima!

O tema de redação redação da UERJ 2025( Universidade do Estado do Rio de Janeiro) trouxe uma questão complexa e atual: “O governo de uma nação pode exercer controle sobre o corpo feminino com base em princípios religiosos?”. Inspirado no romance O Conto da Aia, de Margaret Atwood, o tema provocou reflexões profundas sobre o papel da religião e do Estado na autonomia feminina. Com base nos textos motivadores e no contexto da prova, analisaremos os elementos essenciais para a construção de um texto dissertativo-argumentativo perfeito. Além disso, vamos explorar como você pode utilizar repertórios sólidos e argumentos consistentes para alcançar a nota máxima. Qual foi o tema da redação da UERJ 2025? O tema foi:“O governo de uma nação pode exercer controle sobre o corpo feminino com base em princípios religiosos?” A questão exigia uma análise crítica da relação entre política, religião e direitos humanos, destacando o impacto do controle social sobre o corpo feminino. A proposta estava embasada no livro O Conto da Aia, um clássico distópico que reflete questões contemporâneas de opressão e autoritarismo. O que diz a proposta de redação da UERJ 2025? A proposta utiliza trechos do Antigo Testamento (Gênesis, 30:1-3) e referências ao livro O Conto da Aia. O trecho bíblico, usado como epígrafe no romance de Atwood, ilustra práticas culturais baseadas em interpretações religiosas que impactam diretamente a autonomia feminina. O romance apresenta a fictícia República de Gilead, onde um governo teocrático controla o corpo das mulheres por meio de rituais e leis fundamentadas na Bíblia. Esses elementos reforçam a complexidade do tema e demandam dos candidatos uma análise crítica sobre: Olha só como nós já havíamos trabalhado o tema! Se você acompanha nossas postagens, já viu que trabalhamos essa temática anteriormente em nossas análises. Sempre buscamos trazer assuntos relevantes e alinhados com as tendências dos vestibulares. Isso coloca nossos alunos um passo à frente na preparação. Análise dos Textos Motivadores da Redação da UERJ 2025 Trecho Bíblico – Gênesis 30:1-3 O texto bíblico relata a submissão feminina em um contexto patriarcal, onde a reprodução é tratada como obrigação. Esse trecho conecta-se diretamente ao tema ao destacar como práticas culturais e religiosas moldam comportamentos e hierarquias sociais. Referência ao Livro “O Conto da Aia” No romance de Margaret Atwood, a República de Gilead impõe normas baseadas em interpretações do Antigo Testamento, reduzindo as mulheres a meros instrumentos de reprodução. A obra oferece uma crítica poderosa à aliança entre religião e autoritarismo, trazendo reflexões relevantes para o tema proposto. Quais argumentos poderiam ser usados na redação da UERJ 2025? Argumentos favoráveis à crítica ao controle estatal Possíveis contrapontos Repertórios socioculturais aplicáveis na redação da UERJ 2025 Como estruturar uma redação dissertativa-argumentativa sobre o tema? Introdução Desenvolvimento Conclusão Temas de Redação da UERJ dos Últimos Anos Por fim, o tema da redação da UERJ 2025 abordou questões de grande relevância social, política e ética, destacando a importância de uma preparação sólida e estratégica. A análise que fizemos aqui incluiu os textos motivadores, possíveis argumentos e repertórios, critérios de avaliação e as melhores práticas para alcançar uma redação nota máxima. Se você deseja não apenas entender as exigências das bancas, mas também dominar a arte de estruturar textos dissertativo-argumentativos com excelência, nossa plataforma é o lugar certo para você. 💡 Por que escolher nossa plataforma?

Sabia que o Brasil resgatou 918 pessoas de condições análogas à escravidão apenas no início de 2023? Esses dados mostram que o trabalho escravo contemporâneo, infelizmente, ainda é uma realidade no país, perpetuando desigualdades sociais e econômicas. Este tema tem alta probabilidade de ser cobrado no ENEM, vestibulares ou concursos públicos. Para te ajudar, reunimos textos motivadores, repertórios culturais e argumentos estratégicos que farão sua redação se destacar. Vamos conferir juntos? Textos motivadores sobre trabalho escravo contemporâneo Texto 1: definição de trabalho escravo contemporâneo O artigo 149 do Código Penal Brasileiro define o trabalho escravo contemporâneo como: Essa definição reflete o quanto o trabalho escravo é uma violação direta dos direitos humanos e ainda persiste em várias regiões do Brasil. Fonte: CNMP. Texto 2: Dados sobre o resgate de trabalhadores Brasil resgatou 918 vítimas de trabalho escravo em 2023, recorde para um 1º trimestre em 15 anos Número foi registrado entre janeiro e 20 de março deste ano, por meio de operações do Ministério do Trabalho. Volume representa uma alta de 124%, em relação aos primeiros três meses de 2022. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 918 trabalhadores em condições semelhantes à de escravidão entre janeiro e 20 de março de 2023, uma alta de 124% em relação ao volume dos primeiros três meses de 2022. O número é recorde para um 1º trimestre em 15 anos, sendo superado apenas pelo total de 2008, quando 1.456 pessoas foram resgatadas. Os dados foram compilados a pedido do g1 pelo auditor fiscal Maurício Krepsky, chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Fonte: G1. Texto 3: Operação Resgate IV (2024) Durante o mês de agosto de 2024, a Operação Resgate IV registrou um marco histórico no combate ao trabalho escravo contemporâneo no Brasil. A ação conjunta resgatou 593 trabalhadores em condições análogas à escravidão, representando um aumento de 11,65% em relação à operação de 2023, que havia resgatado 532 pessoas. Realizada em 15 estados e no Distrito Federal, a operação contou com 23 equipes de fiscalização que realizaram 130 inspeções, envolvendo instituições como o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícia Federal (PF), e outras entidades públicas. Principais dados e atividades Setores mais impactados: Grupos vulneráveis: Casos de destaque Trabalho doméstico: Exploração de migrantes: Contexto rural: O mês de agosto é simbólico na luta contra o trabalho escravo, marcado pelo Dia Internacional para a Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição (23 de agosto) e o aniversário de morte de Luís Gama (24 de agosto), patrono da abolição da escravidão no Brasil. Fonte: Governo Federal. Repertórios culturais para abordar o tema de redação sobre trabalho escravo contemporâneo 1️⃣ Livros e autores 2️⃣ Filmes e séries sobre Trabalho escravo contemporâneo 3️⃣ Fatos históricos 4️⃣ Legislações Argumentos estratégicos para sua redação sobre trabalho escravo contemporâneo 1. Herança histórica da escravidão 2. Negligência governamental e fiscalização ineficiente 3. Impactos sociais e econômicos 4. Sensibilização e conscientização social O trabalho escravo contemporâneo é uma realidade alarmante que reflete a herança de desigualdades históricas e a negligência social. Sua abordagem na redação permite destacar argumentos sólidos, repertórios culturais ricos e reflexões críticas sobre a sociedade atual. 🎯 Aproveite para treinar sua redação na nossa plataforma e garanta uma nota alta no ENEM ou no vestibular dos seus sonhos!

🎆 Dezembro está chegando! É tempo de festas, luzes e comemorações, com a magia dos fogos de artifício iluminando os céus. Mas, enquanto muitos celebram, existe um grupo que sofre: os animais. Para eles, o barulho intenso dos fogos é sinônimo de medo, estresse e até problemas de saúde. Se você está se preparando para um vestibular ou concurso, fique atento! Este tema pode ser uma excelente oportunidade para mostrar domínio sobre questões atuais, responsabilidade social e empatia. Vamos explorar os impactos dos fogos de artifício no bem-estar animal e dar aquele impulso para sua redação brilhar! 🚀 Textos motivadores sobre fogos de artifício e bem-estar animal Texto 1: Para proteger animais, projeto prevê proibição de fogos de artifício barulhento O Projeto de Lei 5/2022, de autoria do senador Randolfe Rodrigues, propõe a proibição nacional do uso e comercialização de fogos de artifício com estampido. A medida visa proteger animais que sofrem com os ruídos intensos, além de beneficiar pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sensíveis ao barulho. O projeto também prevê multas para quem descumprir a legislação, destacando que os fogos visuais, sem barulho, continuam permitidos. O senador enfatiza que os fogos de estampido ultrapassam os 150 decibéis, enquanto o limite suportado pelo ser humano varia de 120 a 140 decibéis. Essa diferença sonora causa sérios danos à saúde de crianças, idosos, pessoas com deficiência e animais. A aprovação do projeto representa um avanço na busca por celebrações mais inclusivas e responsáveis. Fonte: Agência Senado Texto 2: Os impactos nos animais e medidas de proteção Os animais possuem sensibilidade auditiva muito maior que a dos seres humanos. O estrondo dos fogos de artifício provoca estresse, tremores, busca por refúgio e, em casos graves, acidentes como atropelamentos ou convulsões. Segundo a médica veterinária Glauce Araújo, técnicas como o “Tellington Touch”, que envolve o uso de faixas no corpo dos animais, podem ajudar a reduzir o estresse. Além disso, manter os pets em ambientes calmos, com música relaxante, e procurar orientação veterinária para o uso de calmantes fitoterápicos são estratégias eficazes. Fonte: Uninassau Texto 3: Animais e fogos de artifício – raízes do estresse Os fogos de artifício geram estímulos sonoros e visuais que desorientam e assustam os animais. Uma revisão de estudos feita pelo Centro Universitário São Camilo mostrou que 83% dos cães com fobia de ruídos têm medo de fogos de artifício, enquanto gatos e cachorros podem sofrer consequências a longo prazo, como doenças cardíacas e metabólicas. Em São Paulo, já há legislação que proíbe fogos com barulho desde 2021, mas ainda há desafios em escala nacional. Para minimizar os impactos, recomenda-se manter os pets em locais seguros e tranquilos, com reforço na atenção aos sintomas prolongados que indiquem estresse crônico. Fonte: BBC Brasil Texto 4: ONGs e associações promovem campanhas contra barulhos de fogos Fonte: Leia Agora Repertórios para o tema: os impactos dos fogos de artifício no bem-estar animal 1. Filmes/Séries/Documentários 2.Livros/Pensadores/Filósofos/Literatura 3. Legislações ⚖ Constituição Federal de 1988 – Art. 225 – Todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo dever do poder público preservar e restaurar.📋 Agenda 2030 – ODS 15 – Promover a vida terrestre e garantir a proteção de animais em diferentes ecossistemas.📜 PL 5/2022 – Proíbe o uso de fogos de artifício barulhentos, preservando o bem-estar de animais e pessoas sensíveis ao ruído. 4. Fatos Históricos Argumentos sobre os impactos dos fogos de artifício no bem-estar animal Argumento 1: sensibilidade auditiva e sofrimento animal Argumento 2: falta de políticas públicas eficazes Argumento 3: impacto emocional em tutores e famílias Argumento 4: exclusão das minorias sensoriais Argumento 5: negligência ambiental e falta de responsabilidade coletiva Enquanto celebramos com fogos e festas, é essencial pensar nos impactos que nossas ações causam ao nosso redor. Os fogos de artifício são uma tradição, mas é possível manter a magia das celebrações com alternativas que respeitem o bem-estar animal e humano. Pratique este tema na sua redação! Acesse nossa plataforma e desenvolva argumentos sólidos e bem estruturados sobre os impactos dos fogos de artifício no bem-estar animal. Afinal, empatia também é aprendizado!

Você já se perguntou se a proibição do uso de celulares nas escolas realmente pode impactar positivamente o desempenho acadêmico e o desenvolvimento infantil? Este é um debate que tem ganhado espaço em várias esferas, desde projetos de lei em trâmite no Congresso até discussões entre educadores e famílias. No Brasil, medidas recentes propõem restringir o uso de celulares em escolas públicas e privadas, mas será que apenas proibir é suficiente? Ou há outros fatores que devem ser considerados, como a alfabetização midiática e a integração saudável da tecnologia no ambiente escolar? A seguir, analisamos diversos textos motivadores e pontos de vista sobre o tema. Textos motivadores sobre a Proibição do Uso de Celulares nas Escolas Texto 1: Comissão de Educação aprova projeto que proíbe uso de celular em escolas De acordo com a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, um projeto de lei foi aprovado para proibir o uso de celulares por alunos de todas as etapas da educação básica em escolas públicas e privadas, incluindo intervalos e recreios. O texto ressalta que a proibição busca proteger crianças de até 10 anos de conteúdos impróprios e incentivar atividades de socialização. No entanto, o uso pedagógico e em casos de acessibilidade será permitido. O deputado Diego Garcia, relator do projeto, enfatizou os riscos associados ao uso precoce de celulares, como o acesso a pornografia, drogas e violência. Fonte: Agência Câmara de Notícias Texto 2: Os prós e as lacunas do projeto de lei em SP Em São Paulo, um projeto de lei semelhante foi aprovado na Assembleia Legislativa, restringindo o uso de celulares por estudantes durante o período escolar. Embora especialistas reconheçam benefícios como o aumento da concentração e da interação social, eles alertam que apenas proibir os dispositivos não resolve a questão do tempo de tela excessivo. Tatiana Klix, diretora do Instituto Porvir, destacou a necessidade de educação midiática nas escolas para ensinar crianças a lidarem com a tecnologia de maneira consciente. A proposta também enfrenta desafios práticos, como a falta de clareza sobre a implementação e a ausência de fiscalização. Fonte: G1 São Paulo Texto 3: A visão da Unesco e a regulamentação global O Brasil tem aproximadamente 250 milhões de smartphones e celulares O Brasil tem aproximadamente 250 milhões de smartphones e celulares, o equivalente a 1,2 para cada um dos habitantes do país. Trata-se de uma ferramenta essencial não apenas de comunicação, mas para acesso de serviços essenciais e informação. Mas um outro lado da moeda é a atenção que ele toma de crianças e jovens quando elas deveriam estar aprendendo. Uma pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com QuestionPro, mostra que oito em cada dez adultos apoiam a proibição dos celulares em sala de aula e 90% acreditam que o aparelho é um dos principais responsáveis pelas crianças não mais brincarem em público. A questão não é simples. De acordo com a PNAD/IBGE, 54,8% das crianças entre 10 e 13 anos possuem celulares no Brasil – índice que chega a 84,7% na faixa entre 14 a 19 anos. Eles são ferramentas essenciais de contato com os pais ou para emergências. Sem falar que o acesso à internet tem potencial pedagógico gigantesco. Por outro lado, a Unesco avalia que a desatenção que os aparelhos provocam levam, pelo menos, 20 minutos para ser recuperada pelos professores em sala de aula. Tempo essencial num país em que menos da metade dos estudantes de 15 anos consegue atingir o mínimo de proficiência em matemática e ciências, de acordo com as provas do Pisa. Fonte: O tempo Texto 4 sobre Proibição do Uso de Celulares nas Escolas Fonte: R7 Fala Brasil Tabela de Conceito e Sinônimos sobre o tema Proibição do Uso de Celulares nas Escolas Palavra Conceito Sinônimos Proibição Ato ou efeito de impedir algo, especialmente por meio de uma regra ou lei. ✅ restrição ✅ impedimento ✅ veto ✅ censura ✅ limitação Celulares Dispositivos portáteis usados para comunicação e acesso a informações via internet. ✅ dispositivos móveis ✅ smartphones ✅ aparelhos ✅ telefones portáteis ✅ eletrônicos Desenvolvimento infantil Processo de crescimento físico, emocional e cognitivo das crianças. ✅ progresso ✅ crescimento ✅ evolução ✅ amadurecimento ✅ formação Educação Processo de aquisição de conhecimento e desenvolvimento de habilidades. ✅ instrução ✅ ensino ✅ aprendizado ✅ formação ✅ pedagogia Tecnologia Conjunto de conhecimentos e ferramentas criadas para facilitar tarefas humanas. ✅ inovação ✅ ciência ✅ dispositivos ✅ ferramentas digitais ✅ sistemas eletrônicos Repertórios para o Tema sobre Proibição do Uso de Celulares nas Escolas 1. Filmes/Séries/Documentários 2. Livros/Pensadores/Literatura 3. Legislações 4. Fatos Históricos Repertórios para o Tema sobre Proibição do Uso de Celulares nas Escolas Argumento 1: impacto na concentração Argumento 2: lacuna no desenvolvimento infantil A discussão sobre a proibição do uso de celulares nas escolas envolve uma análise cuidadosa de seus impactos no desenvolvimento infantil e no ambiente escolar. Apesar de promoverem a conectividade e o acesso à informação, celulares podem prejudicar a concentração, o desempenho acadêmico e a socialização. A solução não está apenas na proibição, mas em equilibrar o uso pedagógico da tecnologia, incentivar práticas educativas offline e conscientizar alunos e professores sobre os benefícios e os desafios do mundo digital. Quer se aprofundar no tema e treinar sua redação? Acesse nossa plataforma e prepare-se para alcançar uma nota excelente no vestibular! 🚀

O debate sobre a escala de trabalho 6×1 tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil, impulsionado pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP). O modelo, que determina um dia de folga para cada seis trabalhados, impacta a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos nacionais, o esgotamento e a síndrome de burnout são consequências diretas de longas jornadas de trabalho. Com isso, o fim da escala 6×1 pode ser uma importante medida para melhorar as condições de trabalho no país. Este tema é fundamental para os vestibulandos e pode ser trabalhado em redações de concursos e exames, como o ENEM. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária?”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre escala 6×1 Texto Motivador I: O Debate Sobre a Escala 6×1 e a Saúde Mental Nos últimos anos, o debate sobre a escala de trabalho 6×1 vem ganhando força no Brasil. Este modelo de jornada, que oferece ao trabalhador apenas um dia de descanso para cada seis dias trabalhados, está no centro de discussões sobre saúde mental e bem-estar laboral. Segundo uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma-BR), o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de trabalhadores afetados pela síndrome de burnout – uma condição caracterizada por exaustão física, mental e emocional causada pelo excesso de trabalho. Cerca de 30% dos profissionais brasileiros sofrem com esse problema, que se torna mais comum em setores que operam em escalas intensivas, como comércio e serviços de telemarketing. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o impacto das jornadas exaustivas e afirma que o excesso de trabalho pode levar a doenças graves e até à morte. A legislação trabalhista brasileira, estabelecida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permite jornadas de até 44 horas semanais, mas a CLT não define especificamente como deve funcionar a escala 6×1. Embora o trabalhador tenha direito a um dia de folga semanal, essa folga nem sempre coincide com o final de semana, o que compromete a vida social e familiar do trabalhador. Frente a esse cenário, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir a carga horária, especialmente em setores de grande desgaste, como supermercados, farmácias e restaurantes. Fonte: Politize Texto Motivador II sobre escala 6×1 Influenciadores e a Voz dos Trabalhadores na Luta pelo Fim da Escala 6×1 A luta pelo fim da escala 6×1 encontrou voz nas redes sociais por meio de influenciadores que compartilham suas experiências e as dificuldades enfrentadas em suas rotinas de trabalho. Rick Azevedo, criador do movimento Vida Além do Trabalho (VAT), foi um dos primeiros a expor o desgaste físico e mental causado por esse modelo de jornada. Em um vídeo publicado no TikTok, que rapidamente se tornou viral, Rick desabafou sobre o esgotamento acumulado após anos de trabalho em farmácias, supermercados e lanchonetes. Sua fala reflete a frustração de muitos trabalhadores que, como ele, passam a maior parte da semana trabalhando e sacrificam a convivência familiar e o descanso. A rotina na escala 6×1 é particularmente desafiadora, pois não apenas limita o tempo de descanso, mas também impede que os trabalhadores tenham folgas nos finais de semana, dificultando o convívio com familiares que trabalham em horários tradicionais. A pressão gerada pela escala 6×1 levou muitos trabalhadores a desenvolver problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Segundo um levantamento da OMS, o Brasil é um dos países com maior incidência desses transtornos entre os trabalhadores. Influenciadores como Milena e Rick têm recebido relatos alarmantes de seguidores que chegam ao extremo de considerar medidas drásticas para evitar o trabalho. Esses relatos reforçam a urgência de uma revisão nas políticas trabalhistas do país e a importância do movimento Vida Além do Trabalho na defesa de condições mais humanas para os trabalhadores. Fonte: Exame Texto III: Saúde Mental nas Empresas e o Impacto das Jornadas Exaustivas A saúde mental nas empresas tornou-se um tema central no debate sobre o futuro do trabalho, especialmente em setores que exigem jornadas intensas e uso da escala 6×1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 86% dos brasileiros têm algum tipo de transtorno mental, como ansiedade e depressão. A rotina exaustiva no trabalho é um dos fatores mais agravantes desses problemas, e uma pesquisa realizada durante o Congresso Nacional de Gestão de Pessoas (Conarh) apontou que a ansiedade é a principal causa de afastamento dos trabalhadores. Esse cenário alarmante indica que o excesso de trabalho e a falta de políticas de apoio à saúde mental têm um impacto direto no bem-estar dos colaboradores. Os dados da pesquisa revelam que a competição excessiva e as altas exigências nas empresas são fatores que contribuem para a deterioração da saúde mental dos trabalhadores. Em um ambiente onde a pressão por produtividade e a rigidez nas metas são intensas, o esgotamento físico e mental torna-se inevitável. Em setores como o comércio e os serviços, as longas jornadas de trabalho são uma realidade diária. A pressão para cumprir metas, o assédio moral e a falta de suporte emocional criam um ambiente de trabalho tóxico e prejudicial. A OMS recomenda a criação de políticas empresariais que priorizem a saúde mental dos funcionários, incluindo a possibilidade de redução de jornadas extenuantes. Fonte: Educa Mais Brasil Texto IV: Fonte: Sinprefor Repertórios para Embasar o Tema sobre escala 6×1 Filmes/Séries/Documentários Working to Death – Documentário que examina as consequências do excesso de trabalho, enfatizando a importância de políticas de proteção à saúde mental. O Gerente