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Analisar os temas cobrados nos últimos concursos públicos é essencial na hora de estudar redação. Mas se você é um concurseiro de plantão, isso não deve ser uma novidade não é mesmo? Nem todo concurso público exige redação – ou, como é chamada, prova discursiva –, por isso é importante se atentar ao edital do concurso que você vai prestar para saber se vai ser cobrado ou não. Assim, você consegue se preparar com antecedência para escrever uma redação digna de aprovação. Neste artigo, listamos alguns temas cobrados em concursos públicos em 2021 e contamos, de forma geral, como são os temas de redação de concurso. Continue a leitura para conferir! Como são os temas de concursos públicos? Os temas de redação de concursos públicos podem variar entre atualidades ou um tema específico à área que você está concorrendo. Por isso, antes de tudo, é fundamental conhecer como funciona a banca avaliadora da prova e as especificidades dela. As bancas mais comuns são a Cebraspe (Cespe), VUNESP, FCC, FGV e Cesgranrio. Por exemplo, se a prova que você realizará é direcionada para cargos diferentes, é bem provável que o tema será mais abrangente e trate de atualidades. Por outro lado, se a prova for para um cargo em específico, como o da Polícia Federal, é mais comum que ala cobre temas relacionados à área de atuação, como Segurança Pública e Direito Penal, por exemplo. Para ter uma noção dos temas cobrados em concursos públicos, listamos a seguir alguns temas que caíram em 2021. Confira! 1 – Tema para o concurso público da Polícia Federal O tema de redação do concurso público da Polícia Federal em 2021 foi “A atuação da Polícia Federal e a garantia dos direitos e das garantias fundamentais”. A prova discursiva apresentou apenas um texto motivador composto por trechos dos artigos 5º e 144º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. De forma geral, os trechos afirmavam que a PF é um dos órgãos responsáveis por garantir o direito à segurança pública. A partir disso, o participante deveria escrever uma redação dissertativa, abordando os seguintes tópicos: Assim, esperava-se que o participante relacionasse a execução da Polícia Federal com artigo 144 e com outros direitos garantidos na Constituição. 2 – Polícia Rodoviária Federal Já a prova discursiva da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 2021, foi “A inovação legislativa como instrumento para a redução dos acidentes de transporte terrestre (ATT)”. A proposta apresentou três textos motivadores: um gráfico sobre a evolução das mortes por acidentes entre o período de 1996 e 2013; um texto que defendia que a maior inovação do Código de Trânsito de 1997 foi a inclusão de um capítulo específico sobre os crimes de trânsito; e um trecho que apresentava dados de acidentes de trânsito durante a pandemia causados por álcool. A partir desses textos, o participante deveria redigir um texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: Assim como a prova da PF, o tema do concurso público da PRF abordou um assunto pertinente para a atuação do cargo e pediu para abordar tópicos específicos ao tema e uma intervenção ao final do texto. 3 – Tema para o concurso público da IBAMA O tema de redação do concurso público do IBAMA foi: “Os avanços tecnológicos e seus impactos: salvarão o mundo ou destruirão o planeta?” Assim como os concursos da PF e PRF, o concurso público do IBAMA também é realizado pelo Cebraspe e, como de costume, a banca apresentou textos motivadores para a realização da prova e exigiu uma redação dissertativa. A proposta apresentou dois fragmentos de textos que abordavam o avanço da tecnologia e os impactos ao meio ambiente. O candidato, para gabaritar na prova, deveria abordar os seguintes tópicos: ciência e tecnologia no mundo contemporâneo; agressões ambientais e o futuro do planeta Terra; e, por fim, o desafio da sustentabilidade. 4 – Polícia Civil O tema de redação do concurso público da Polícia Civil foi: “Fake News e Segurança Pública: é possível coibir a disseminação de fake news?”. O participante teve quatro textos motivadores para se apoiar e escrever um texto dissertativo-argumentativo. O primeiro texto apresentava o resultado da 5ª edição da pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, em que afirmava que as pessoas, principalmente de classe superior, estão preferindo passar o tempo livre nas redes sociais em vez de ler um livro; o segundo texto apresentava a origem do termo fake news; o terceiro era uma ilustração de pessoas conectadas a celulares; e o quarto texto era um relato do músico Aurino Pinduca Firmino Gonçalves, que afirma ter sido vítima de fake news. A partir dos textos motivadores, os participantes deveriam se posicionar em relação à pergunta do tema e abordar os seguintes tópicos: o acesso à informação na atualidade; as fake news na sociedade e os impactos na segurança pública; e, por fim, o papel da polícia frente às fake news. 5 – ACT Diferente desses temas de redação de concursos públicos que acabamos de ver, a prova discursiva da ACT, realizada pela Banca ACAFE, apresentou uma proposta diferente: sem tema explícito. Ou seja, não apresentou uma frase temática e, portanto, quem deveria definir era o próprio participante. Para direcionar o candidato, a banca propôs três textos motivadores dentro do eixo temático educação e solicitou que o candidato interpretasse e realizasse uma redação dissertativa sobre eles. Nesse caso, era preciso também apresentar um título para o tema. O primeiro texto abordava o papel do professor na formação do cidadão; o segundo era um gráfico que mostrava as profissões mais escolhidas pela população e entre as menos escolhidas estava a do professor; e o último texto era uma tirinha do Charlie Brown e Snoopy com o seguinte diálogo: “Afinal o que faz um professor? “Na pior das hipóteses o professor faz toda diferença.” A partir disso, os participantes deveriam relacionar os três textos, apresentar um título e redigir um texto dissertativo sobre a temática. E aí, gostou de saber quais foram os temas cobrados nos concursos públicos em 2021? Aproveite para acessar as propostas
Se engana quem pensa que a cultura machista afeta apenas a vida das mulheres. Essa ideologia também afeta a vida dos homens e está diretamente relacionada ao tabu da saúde masculina – nosso tema da semana! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater o tabu da saúde masculina”. Após ler a proposta, confira a lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre ela! TEXTO 1 O tabu da saúde do homem “O homem sempre foi visto pela sociedade como um ser forte e inabalável, aquele que é invulnerável, que não pode expressar suas emoções ou sentimentos. Tais conceitos criados sobre essa população pode ter sido um dos principais fatores para interferir nos cuidados com a sua saúde. Segundo Cavalcanti e colaboradores (2014), esses preceitos históricos em relação a masculinidade faz com que estes não deem o devido valor à sua saúde e, muito menos, na prevenção de doenças. Este contexto da não preocupação com a prevenção é nítido ao avaliar determinados dados em que é demonstrado que o homem só procura o serviço de saúde nos níveis de atenção secundário e terciário, principalmente. Por meio desta característica é notável que a população masculina procura um atendimento de saúde quando a situação se agravou. Os momentos de procura pelos atendimentos dos serviços de saúde pelos homens é bem diferente das mulheres, pois eles se concentram assistência a agravos e doenças, ou seja, em geral, acontece em situações extremas de emergência e/ou em nível especializado ou de urgência (Moura, et al., 2014). […] Entretanto, esse paradigma do ‘sexo forte’ é quebrado ao ser feita uma análise de estudos dos últimos anos. Segundo o Ministério da Saúde entre os anos de 2009 e 2014 nas taxas de mortalidade registradas de pessoas na faixa etária de 20 a 59 anos, predominou o sexo masculino, principalmente por causas externas, doenças do aparelho circulatório e neoplasias. Já as internações prevaleceu nesta população as causas por lesões e eventos externos, seguido por doenças do aparelho circulatório e respiratório (Brasil, 2018). Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar da Silva) em 2013 as causas de mortalidade nos homens devido ao câncer, cerca de 13,3% foram da próstata, ficando atrás apenas do de traqueia e pulmão. Uma das medidas mais eficaz para que haja uma diminuição desses valores de mortalidade devido ao câncer de próstata seria a detecção precoce, entretanto, aparece novamente a barreira da ‘masculinidade’. Falar em realizar o exame de toque retal na população masculina é o tema que mais enfrenta o preconceito, pois muitos relatam que não fazem para preservar a sua masculinidade. Vários homens alegam não realizarem o exame pois acreditam que terão essa sua masculinidade ‘ferida’, além é claro da preocupação de serem alvos dos preconceitos dentro do seu círculo de amigos (Gomes, 2008; Paiva e Mota, 2011).” ROZA, G. A. O tabu da saúde do homem. Jornal de Ciências Biomédicas e Saúde, Uberaba/MG, v.4, n.3, 2019. Disponível em: Sumários – O TABU DA SAÚDE DO HOMEM TEXTO 2 Saúde do homem: autocuidado vai além do exame de próstata “Ter um acompanhamento médico e realizar, quando indicado, exames é fundamental para acompanhar índices de saúde importantes e diagnosticar determinadas doenças de forma precoce. Problemas como açúcar elevado no sangue e colesterol alto, por exemplo, não costumam causar sintomas, mas são facilmente identificados em um exame de sangue simples, de forma que é possível tomar medidas para controlar a situação antes que ela se agrave. ‘Tão importante quanto a avaliação prostática, muitas vezes a visita ao consultório do urologista é a porta de entrada do homem no sistema de saúde. Não raro, acabamos diagnosticando casos de hipertensão arterial, diabetes ou outras doenças com alta prevalência e encaminhando para o especialista’, destaca o médico da SBU. Mas não é preciso esperar tanto tempo para iniciar esse acompanhamento. ‘Na infância, meninos e meninas passam no pediatra. Quando chega a adolescência, a menina adolescente passa a ser acompanhada por um ginecologista. E aquele menino que entrou na adolescência deixa de fazer o acompanhamento. Isso é errado. É importante também que o adolescente do sexo masculino passe em atendimento, porque existem algumas doenças que ocorrem na adolescência e que vão trazer consequências na idade adulta. Um exemplo comum, por exemplo, é o varicocele, que são varizes em volta do testiculo que podem prejudicar a fertilidade deles’, afirmou o dr. Truzzi no episódio do Saúde sem Tabu sobre saúde masculina. ‘Quando um adolescente passa para fazer uma avaliação periódica com urologista, é feita uma avaliação da saúde de modo geral e não apenas do trato urinário’, completou ele. Cuidados que promovem uma maior longevidade e qualidade de vida incluem manter uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos, controlar o consumo de álcool e, nos casos de quem fuma, largar o cigarro. Deixar de fumar não é nada fácil, mas a medida traz grandes benefícios para a saúde de maneira geral (não somente para a saúde respiratória). Ainda há outras medidas simples, conforme mencionamos acima, como beber água todos os dias (a recomendação é cerca de 2 litros) e usar preservativo para prevenir a ocorrência de IST.” Fonte: drauzio varella – saúde do homem autocuidado vai além do exame de prostata TEXTO 3 Saúde masculina além do tabu “Aos 60 anos, o comerciante Clovis de Sousa sabe que é exceção entre seus amigos do sexo masculino quando o assunto é cuidado com a saúde. O morador do Jardim Iracema, anualmente, entre outubro e novembro, mês conhecido como Novembro Azul, alusivo ao combate ao câncer de próstata, vai a SESI Clínica fazer seus exames de rotina. ‘Tenho amigos que não fazem por preconceito do exame de toque e realizam apenas o PSA (antígeno prostático específico). Acho que todos deveriam se cuidar e enfrentar, me sinto mais seguro indo ao médico’, revela o comerciante que perdeu um avô com câncer de

Conta pra gente, você realmente sabe o que é pleonasmo vicioso e como usá-lo pode prejudicar sua redação? Se você está se preparando para ingressar no ensino superior, a importância de caprichar no ENEM é uma excelência que você busca, mas para ter êxito na redação essa preparação vai além de estar por dentro do tema abordado: é fundamental uma escrita boa e coerente. Muitos alunos comprometem seus textos com pleonasmo, que por vezes passa despercebido na escrita e enchem o texto com excesso de palavras que produzem o mesmo significado. Essa redundância de termos usados na escrita pode descontar pontos na nota final da sua redação e é claro que nós da Redação Online não queremos que isso aconteça! Se você quer fugir desse problema e garantir uma excelente produção textual, que para muitas instituições tem maior peso na composição final da nota, continue a leitura e tenha certeza que não vai cometer esse erro! Afinal, o que é pleonasmo? Pleonasmo é a repetição de palavras diferentes em um único contexto para dar maior ênfase ou clareza, mas que possuem o mesmo significado. Ou seja, toda vez que você diz “descer para baixo” você está cometendo um pleonasmo. A palavra descer já esclarece que alguém está se deslocando para baixo e isso não deve acontecer na língua escrita ou na fala. É muito comum ouvir repetições de palavras no dia a dia, isso da um efeito mais intenso na construção de uma frase, e por vezes passa despercebido, porém não é admitido na língua portuguesa. Dependendo a intenção do falante ao reproduzir a repetição na narrativa, o pleonasmo pode ser considerado um vício de linguagem ou uma figura de linguagem. Quais são o tipos de pleonasmo? Existem dois tipos de pleonasmo que são caracterizados de acordo com a intenção do falante em enfatizar a mensagem, podendo ser classificado em: literário e vicioso. 1. Pleonasmo literário O pleonasmo literário é empregado de modo intencional e acontece quando o falante tenta destacar uma ideia ou conceito, reforçando o significado de forma mais poética. É muito comum o uso de pleonasmo literário em epítetos da natureza, um bom exemplo é “mar salgado”. Veja que na expressão existe um repetição de palavras distintas, mas que possuem o mesmo contexto. Dizer “salgado” para o “mar” é pleonasmo, mas a ênfase da frase traz um efeito lírico para que o leitor ou ouvinte se admire com o enunciado. Pleonasmo empregado de modo intencional transmite a sensação de o passa é muito mais intenso e ocorre muito mais na fala do que na escrita. Veja alguns exemplos abaixo. “surpresa inesperada”; “fatos reais”; “opinião pessoal”; “adiar para depois”; “há anos atrás”. 2. Pleonasmo vicioso O pleonasmo vicioso, também chamado de redundância, traz um vicio de linguagem na fala ou na escrita do comunicador, ou seja, é a repetição desnecessária de palavra ou ideia que já está incluída no discurso e não acrescenta nenhum valor, mas que utilizamos muito no nosso cotidiano sem perceber. Para entender melhor, veja a seguir alguns exemplos comuns de termos distintos que possuem o mesmo significado empregados no mesmo enunciado, muitas vezes de modo não intencional. “ver com os olhos”; “gritar alto”; “inaugurar o novo”; “congelar de frio”; “subir para cima”; “descer para baixo”; “criação nova”; “ciclo vicioso”; “principal protagonista”. São enunciados vistos como inadequado e que não geram efeito de destaque ou esclarecimento. A redundância acontece por um vicio na construção da fala ou da escrita, muitas vezes por falta de conhecimento do significado dos termos empregados. Qual a diferença entre pleonasmo e redundância? Quando o pleonasmo não é empregado propositalmente pela pessoa emissora na fala ou na escrita, acontece o que chamamos de vício na linguagem, que são palavras que não correspondem à norma-padrão da língua portuguesa, designadas como pleonasmo literário. Em contrapartida, a redundância, também denominada pleonasmo vicioso, é a expressão normal da língua portuguesa na linguagem coloquial, entretanto, em algumas expressões não devem ser empregadas na forma escrita e são reprováveis em uma redação. Porém, a redundância pode acontecer quando o comunicador não tem conhecimento da língua ou não sabe o significado da palavra. É muito comum palavras depender de significados radicais gregos e latinos que necessitam de conhecimento mais aprofundado, inclusive na escrita. Veja alguns exemplos: “habitat natural”; “fato verídico”; “novidade inédita”; “breve alocução”; “preconceito intolerante”; “labaredas de fogo”. Agora que você já tudo sobre pleonasmo, é hora de colocar em prática todo conteúdo e garantir nota máxima na redação. Aprimore seu conhecimento com os conteúdo disponíveis no blog Redação Online! Acesse agora e veja todas as dicas e informações sobre produção textual. Se você é aquela pessoa que tem bloqueio na escrita e não sabe como se prepara para a redação do vestibular ou ENEM, não deixe de conferir o conteúdo exclusivo com algumas técnicas de como evitar esse vilão e arrasar nas produções textuais. Alcance seus objetivos com as materiais gratuitos que disponibilizamos em nossa plataforma. Até a próxima!
Você tem dúvidas sobre o uso dos porquês? Essa é uma regra gramatical que causa muita confusão entre os estudantes que estão prestando vestibulares, concursos ou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Afinal, na língua portuguesa existem quatro tipos de porquês – “por que”, “porquê”, “por quê” e “porque” – e o uso de cada um vai depender do sentido que pretendemos dar a um enunciado. É bem provável que você já se perguntou quando usar cada um, não é mesmo? Para você não errar mais no uso dos porquês na redação ou até mesmo nas questões objetivas dos exames, fizemos este artigo explicando quando usar cada um. Você confere também exemplos e dicas para não cometer mais esse erro. Continue a leitura! Quando usar “por que” separado e sem acento O “por que” separado e sem acento é sempre usado para expressar “motivo” ou “razão”. Pode ser usado no início das frases interrogativas diretas (com ponto de interrogação no final) ou no meio das frases interrogativas indiretas (finalizadas com ponto final). Nesse sentido, “por que” é usado em perguntas ou como pronome relativo, uma vez que ele pode ser substituído pelas expressões “pelo qual” ou “por qual”. Veja alguns exemplos a seguir: Ficou difícil? Uma dica para não errar, é substituir o “por que” pelas expressões “por qual motivo” ou “por qual razão”. A frase citada acima, por exemplo, ficaria assim: “Por qual motivo você não foi na aula?” ou “Quero saber por qual razão você não foi na aula.” Por se tratar de uma pergunta, esse tipo de porquê não é muito usado na redação do Enem e vestibulares, visto que em um texto dissertativo-argumentativo não é recomendado usar frases interrogativas. Isso não significa que você não pode usar, mas sim que é preciso ter cuidado e escrever uma resposta logo em seguida. Quando usar “porquê” junto e com acento O “porquê” junto e com acento circunflexo é o que mais causa dúvidas. Afinal, ele é usado como um substantivo e como sinônimo de “motivo” e “razão”. Por ter valor substantivo, geralmente ele será antecedido pelo artigo definido “o” (podendo estar no singular ou no plural) ou, ainda, pelo artigo indefinido “um”. Veja os exemplos: Observe que nas duas frase é possível trocar o “porquê” pelos sinônimos “motivo”ou “razão”. Assim: “A mídia precisa explicar o motivo dessas campanhas serem importantes.”, “São muitas as razões de persistir esse problema na sociedade.” e “Deve haver uma razão disso acontecer.” Na redação, esse tipo de porquê é mais indicado e você pode usá-lo para apontar motivos na sua argumentação. Quando usar “por quê” separado e com acento O “por quê”, separado e com acento circunflexo, é sempre usado no final de frases antes de pontuação – ponto de interrogação, exclamação ou ponto final. Além disso, ele também pode ser usado de maneira isolada, desde que seja seguido por pontuação. Confira alguns exemplos: Esse tipo de porquê é usado no sentido de “por qual motivo” ou “por qual razão”. Sendo assim, ele também expressa um questionamento e, por isso, deve ter cuidado na hora de usá-lo na redação. Quando usar “porque” junto e sem acento O quarto e último tipo é o “porque” junto e sem acento. Ele é o preferido dos falantes da língua e é usado para frases que apontam uma causa, motivo ou explicação. Em outras palavras, ele é usado sempre para responder uma pergunta. Confira alguns exemplos: Como você pode ver nos exemplos, o “porque” pode ser utilizado em contextos que você precisa explicar os motivos e causas de uma questão ou problema. Logo, ele é perfeito para um texto dissertativo-argumentativo. Quer conferir mais dicas sobre o uso dos porquês na redação? Confira o vídeo que a professora Chay, do Redação Online, preparou para você: https://youtu.be/w5VIMy0ropg Resumo sobre o uso dos porquês Para você não errar mais no emprego dos porquês, vamos recapitular tudo o que vimos nesse conteúdo? Vamos lá! Como você pode ver, existem regras diferentes que definem o uso dos porquês. Não é à toa que um dos erros gramaticais mais cometidos pelos falantes é esse, não é mesmo? Agora ficou mais fácil de entender quando usar os porquês? Garantimos que quanto mais você treinar, fazendo exercícios e/ou aplicando na redação, mais fácil será usá-los em qualquer contexto. Aqui no blog ou em nosso canal no Youtube estamos sempre dando dicas práticas de português como essa. Continue acompanhando nossos conteúdos semanais!
Pois é, muitos assim como você também se perguntam o que é tópico frasal e, olha, em algum momento de sua vida — mesmo que seja lá no fundo do profundo do que já não existe mais — você já deve ter ouvido sobre isso, ainda que não tenha notado. E pode ter certeza: enquanto você estudar redação, a temática de tópico frasal é inevitável. Quem primeiro usou o termo “tópico frasal” foi o gramático Othon Moacyr Garcia, que em seu livro Comunicação em Prosa Moderna (vai cursar Letras? Prepare-se, esse livro estará na sua lista de leitura e ele é simplesmente incrível), de 1967, definiu-o como: “…um ou dois períodos curtos iniciais que contêm a ideia-núcleo do parágrafo em texto dissertativo, descritivo ou narrativo.” (GARCIA, 1967). E aí, entendeu tudo? Bora pra redação então? Se você pensa que só essa sentença não é explicação suficiente, vem ler o conteúdo explanado tim-tim por tim-tim no portal Redação Online: O que é tópico frasal? O tópico frasal, de fato, nada mais é do que é uma estrutura textual utilizada para iniciar uma argumentação. Sua conceituação é realmente simples, mas não se engane que, por conta disso, utilizar um tópico frasal é absolutamente dispensável. Muito pelo contrário: se você quer tornar o seu parágrafo argumentativo (numa estrutura textual argumentativa) muito mais organizado e interessante, tanto a construção textual como a do conteúdo ali inserido faz toda a diferença. Por isso mesmo, inclusive, o tópico frasal também pode ser conhecido como a ideia central ou nuclear de um parágrafo de desenvolvimento. Tipos de tópicos frasais Segundo a pesquisa do nosso amigo gramático lá em cima, o Moacyrzinho, apesar de existir uma porrada de formas de se escrever um tópico frasal, 60% deles estão inseridos em 6 classificações distintas: 1. Declaração inicial Tanto na forma positiva quanto na forma negativa, o tópico frasal por declaração inicial traz uma ideia muito forte já de cara. Tão forte que o leitor tem até mesmo dúvidas se ele pode questionar aquele ponto de vista ou não. É praticamente como colocar todas as cartas na mesa de uma vez e pedir truco. Mas é preciso tomar cuidado, pois, quando um parágrafo é iniciado por declaração inicial, espera-se que as ideias secundárias, mesmo que estejam em segundo lugar, também sejam bastante relevantes com relação ao assunto do texto. Se houver uma queda de intensidade muito grande entre o tópico frasal por declaração inicial e as ideias secundárias, isso pode dar a impressão ao leitor/corretor que faltou unidade no parágrafo ou que você não tinha argumentos suficientes para desenvolver o tópico frasal – ou pior ainda, os dois. Vamos dar uma olhadinha num exemplo de redação com nota máxima no ENEM e que tem o parágrafo introdutório com tópico frasal por declaração inicial? “Não há ligação direta entre a violência urbana e a pobreza ou o racismo. Suas raízes estão lançadas, na verdade, sobre uma sociedade desigual, que privilegia uma minoria, deixando todos os demais à margem da sociedade, distante de oportunidades iguais”. Outro exemplo montado por nós, só para você perceber como é possível desenvolver um raciocínio completo a partir de um tópico frasal: “A saúde mental é tão indispensável quanto a saúde física. Isso porque, em um corpo são, também deve co-existir uma mente que caminha em paridade com o bem-estar externo”. A parte em negrito corresponde à declaração inicial. Percebeu o quanto essa ideia é forte e não deixa nenhuma dúvida a respeito do ponto de vista de quem a redigiu? E, novamente, tudo o que vem depois são explicações secundárias. 2. Definição Técnica muito utilizada quando o tema da redação traz termos relativamente desconhecidos ou novos. O tópico frasal por definição é aquele que apresenta o sentido de uma palavra que seja extremamente relevante para o tema. Observe o exemplo: “A palavra intolerância tem o sentido de falta de habilidade ou vontade de reconhecer as diferenças como válidas, mas sua aplicação mais comum tem acontecido com o significado de rejeição, separação, diferenciação, preconceito.” Essa ficou mais fácil, né? Afinal, definir palavras não é algo assim tão estranho para nós. Se você optar por esse tipo de tópico frasal, tome cuidado para não fazê-lo simplesmente por achar bonitinho exercer o trabalho de dicionário. Essa definição precisa ter ligação com o tema e te ajudar a desenvolvê-lo de alguma forma. Não se esqueça de que o leitor/avaliador muito possivelmente sabe o significado das palavras, por isso a relevância é tão essencial. Tenha uma boa razão para escolher esta técnica. 3. Contraste ou comparação Precisa colocar dois ou mais assuntos lado a lado para diferenciá-los ou para apontar a semelhança entre eles? Essa técnica é a que você está buscando. De novo, nada de comparar ou diferenciar só por fazer algo diferente. Tenha um propósito com isso, uma razão que ficará clara ao longo do desenvolvimento do parágrafo. Vamos ver como a técnica funciona na prática? “Num oposto, alunos desinteressados e desmotivados, no outro oposto, professores cansados, esgotados, sem força para mais nada. Esse é o retrato de grande parte das relações educacionais atuais.” 4. Divisão O objetivo aqui é separar ideias que estão ligadas a um mesmo assunto, porém com a função de acrescentar clareza a quem lê. A técnica da divisão é muito usada em temas que possuem etapas de realização, por isso, ele aparece com menor frequência nas redações. O parágrafo abaixo terá um tópico frasal por divisão. “A vida dos homens divide-se três fases diferentes: infância, adolescência e idade adulta. Cada uma delas tem seus desafios, bem como seus pontos positivos.” É muito comum haver dois pontos em tópicos frasais por divisão. Os dois pontos anunciam a divisão que virá em seguida. 5. Alusão histórica Iniciar um parágrafo utilizando uma alusão histórica faz com que o leitor se situe no tempo e no espaço, compreendendo de forma mais aprofundada o caminho que você quer dar ao texto. Não escolha a alusão histórica só para citar um fato histórico. Ele precisa ser usado como

Linguagem nada mais é do que comunicação, uma atividade realizada por humanos e necessária para o convívio e interação social, mas quando falamos sobre a linguagem culta e a coloquial e seus pontos de destaque e diferenças nem sempre vem à mente uma ideia instantânea e cristalina. A capacidade que o homem possui para interagir com seus interlocutores para expressar ideias e sentimentos pode, mesmo, se subdividir dessa forma? Na verdade, sim. Dependendo do contexto social na qual a linguagem é produzida, o interlocutor pode usar tanto a norma padrão culta ou a coloquial. Mas e na redação, qual das duas diretrizes devo seguir; você se pergunta. Para te ajudar a sanar todas as dúvidas sobre o tema, a Redação Online preparou um conteúdo completo sobre o assunto que vai ajudar a se sair ainda melhor nessa jornada importante e destacar como a escolha de linguagem pode impactar significativamente sua prova. Papel e caneta na mão? Aproveite e já deixei nosso conteúdo sobre exemplos de figuras de linguagem e como usar no ENEM aberto para ler depois como complemento a esse artigo! O que é e como é a linguagem culta? A modalidade culta na linguagem é aquela que deve ser aplicada em contextos formais que exigem o uso da norma padrão seguindo rigidamente as regras gramaticais, tanto na fala quanto na escrita. Como o próprio nome já diz, a linguagem culta está presente em pronuncias mais polidas e são mais comuns em ambientes jurídicos, congressos, revistas cientificas, trabalhos acadêmicos, entre outros, ou seja, locais com maior prestígio social e de nível cultural mais adequado para a língua padrão. A linguagem culta é muito cobrada em provas de ENEM e vestibulares para a construção de redações, entretanto, ter domínio sobre o tema para desenvolver um texto adequado e garantir uma pontuação satisfatória é super importante. O que é a linguagem coloquial, então? A linguagem coloquial está muito presente no cotidiano das pessoas, mas é tão importante quanto a linguagem formal. A modalidade é a variante linguística popular, ou seja, está muito relacionada a culturas e estilos popular. No entanto, a modalidade informal deve, preferencialmente, ser mais presente na fala e nunca na escrita – quando falamos de uma redação de vestibular ou ENEM –, uma vez que a escrita deve o uso correto da gramática. A modalidade coloquial é aquela em que os locutores não tem preocupação com as normas gramaticais, aceita gírias, expressões próprias e palavras de forma contraída na comunicação, ou seja, uma norma com menos rigidez que deixa o diálogo muito mais espontâneo. Entendendo melhor sobre a variação linguística Todo mundo já deve ter ouvido falar de variação linguística, não é mesmo? Você que está nessa fase da vida como vestibulando então, mais ainda! Isso se dá porque, por mais que exista uma norma-padrão da língua portuguesa, é impossível não se deparar com mudanças em diferentes contextos de comunicação. A variação linguística nada mais é do que “vícios” presentes na fala dos indivíduos predisposto pelas suas regiões geográficas, contexto histórico e cultural, e ainda muito influenciados pela cenário social do país. A internet, também, traz variações linguísticas bem específicas. Desse modo, podemos defini-las como expressões linguísticas com regras e características próprias. Para ajudar a compreender melhor as variações de expressões e dominar o assunto, diferenciamos os três grupos em tópicos. Veja! 1. Variação regional A variação linguística regional está relacionada ao local ocupado pelo falante que sofre forte influencia do espaço geográfico. Essas variantes são perceptíveis pelo sotaque e regionalismo. Sotaque: são pronuncias de determinadas palavras de forma particular de cada indivíduo. Essa diferença linguística é muito comum no Brasil devido a mudança de falar em cada região, um exemplo é a forma como os Goianos pronunciam o R. Regionalismo: Está relacionado ao vocabulário com palavras e expressões próprias da região, como por exemplo na Região Norte que “muidinho” significa menino. 2. Variação histórica e diacrônica As variações históricas advém de linguagens que já caíram em desuso – arcaísmo –, mas ainda são encontradas em obras literárias, documentos antigos e até em musicas. Um exemplo clássico é a palavra “pirralho”, que significa menino ou guri. 3. Variação social A variação social não depende da região que vive, mas sim está diretamente relacionada aos grupos sociais na qual está inserido, como classe social, nível de escolaridade, profissão, entre outros. Os grupos desenvolvem características próprias na linguagem, podendo ser uma linguagem formal ou informal. A variação linguística social é dividida em dois fatores: Gírias: palavras que não seguem a norma culta da língua portuguesa que entram e saem da moda entre grupos específicos – Ex: mano (amigo) Jargão: palavras de um grupo específico ligado a profissão – Ex: peticionar (ato de entrar com uma ação) Qual a diferença entre a linguagem culta e coloquial? É muito importante saber diferenciar a língua oculta da coloquial para que não cause confusão ao ponto de gerar prejuízos na hora de produzir uma redação. Sabemos que a forma visual é de maior captação e entendimento para diversos alunos, então preparamos uma tabela com as principais diferenças entre os tipos de linguagem que vai te ajudar a memorizar e sair dominando o assunto. Acompanhe! Linguagem culta Linguagem coloquial Regulada nas normas gramaticais Variante linguística popular Usada em relações formais Usada em relações informais Não usa gírias Uso de gírias Variante prestigiada Presença de expressões próprias da fala Pronuncia polida Uso de formas contraídas ou reduzidas – Ex: “pra” para Bom, você deve saber que conteúdos gramaticais são sempre muito cobrados em redações de vestibulares e ENEM, então, coloque nossa tabela no seu plano de estudos! Imprimi-la e colar na sua parede, no campo de visão, pode ser bem legal! Para ler depois: “Mapa mental para redação: saiba mais sobre!” Porque existem variedades linguísticas se temos uma linguagem padrão culta a ser seguida? Nós vivemos em sociedade, e no próprio dia-a-dia, é possível notar que grupos distintos se identifiquem e criem, assim, sua identidade. O meio social é muito rico e democrático, e é

Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

A exposição de crianças e adolescentes a diversas formas de violências na internet, sem dúvida incluindo a pornografia infantil, um crime grave de exploração sexual, tem crescido alarmantemente. Nesse sentido, este aumento está diretamente relacionado ao maior tempo de permanência desse público no espaço virtual. Portanto, torna-se cada vez mais urgente implementar, sobretudo, medidas eficazes para combater esse problema e proteger a infância, por exemplo. Neste contexto, a redação sobre pornografia infantil se destaca como uma ferramenta fundamental para conscientizar e discutir soluções para esta questão crítica. Texto motivadores para redação sobre pornografia infantil Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Desse modo, ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela! TEXTO 1 “Pornografia infantil significa qualquer representação, por qualquer meio, de uma criança envolvida em atividades sexuais explícitas reais ou simuladas, ou qualquer representação dos órgãos sexuais de uma criança para fins primordialmente sexuais”. (definição segundo o Artigo 2º, alínea c, do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000 e ratificado pelo Brasil através do Decreto n° 5.007, de 8 de março de 2004). Fonte: safer net – cartilha infância e internet TEXTO 2 ‘Packs’: grupos vendem pacotes de fotos e vídeos pornográficos em redes sociais, inclusive de menores de idade Investigando a palavra “pack” nas redes sociais, um produtor do Fantástico revelou um submundo perturbador envolvendo pornografia infantil. Nesse sentido, esse cenário inclui pais desinformados, adolescentes enganados e jovens envolvidos em atividades criminosas. Além disso, durante a infiltração em grupos privados, o produtor identificou o uso da sigla “CP” para pornografia infantil, com acesso ao material custando R$ 50. Consequentemente, a polícia, alertada por meio de uma intensa coleta de informações, efetuou a prisão de um jovem em São Paulo, como também surpreendeu sua mãe que acreditava em uma fonte de renda inofensiva do filho. Similarmente, em Salvador, a prisão de um jovem de 19 anos chocou seu pai pela seriedade do conteúdo. Adicionalmente, o Fantástico trouxe depoimentos de jovens envolvidos na venda de packs. Por isso, Mayara Lima, estudante de Sorocaba, destacou os riscos e ilusões dessa prática, enfatizando: “Você não sabe o que pode acontecer com essas fotos, onde elas vão parar”. Desse modo, esse panorama alarmante enfatiza a urgência de maior conscientização, como também medidas de proteção para crianças e adolescentes no ambiente digital. Fonte: g1 globo – grupos vendem pacotes de fotos e videos pornograficos em redes sociais Repertórios socioculturais para o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” Inicialmente, para ajudar você a desenvolver a redação e defender a sua tese, listamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Continue a leitura e confira! Lei | Estatuto da Criança e Adolescente Segundo o a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime “Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, ou seja, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente”. Série | Euphoria (2019) A série Euphoria (2019) está fazendo o maior sucesso e ela pode ser usada como repertório! Logo na primeira temporada, a série abre a discussão sobre pedofilia, vídeos íntimos gravados sem consentimento e a oportunidade que muitas adolescentes veem em exibir o seu corpo na internet para homens mais velhos em troca de dinheiro. A série está disponível na HBO Max. Documentário | Um crime entre nós (2020) O documentário brasileiro “Um crime entre nós” (2020) aborda a exploração sexual infantil – tanto no espaço real quanto no virtual – e alerta a importância de denunciar esses casos e proteger as crianças e adolescentes. “Um crime entre nós” está disponível no GloboPlay. Portanto, confira o trailer a seguir: https://youtu.be/ctE5Nck-C98 Dados | Estudo: mais de 80% da navegação na deep web é relacionada à pedofilia Ademais, um estudo de 2015, realizado pela University of Portsmouth, aponta que 83% do tráfego na deep web está relacionado à pornografia infantil. Por esse motivo, é um local da internet em que os crimes cibernéticos são cometidos com frequência. Para saber mais, clique aqui. Matéria | Casos de pornografia infantil aumentam durante pandemia da covid-19 no DF Segundo o jornal Correio Braziliense, os casos de pornografia infantil aumentaram durante a pandemia no DF. Leia a matéria completa aqui. Por fim, agora é hora de colocar as mãos à obra! Escreva a sua redação sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” e envie em nossa plataforma que nós corrigimos em até 3 dias úteis!

Conciliar ensino médio e cursinho é um verdadeiro desafio para qualquer candidato que se dispõe a tal. Saiba aqui como fazer isso!

A classificação verbal é um tema que está muito presente nos vestibulares, incluindo o Enem. Esse assunto é relevante tanto para as questões de língua portuguesa, quanto para a construção de uma redação coerente e coesa. Acima de tudo, o conhecimento das normas sobre esse grupo de palavras permite que estudantes cometam menos erros gramaticais, o que impacta diretamente em sua nota. Muitos alunos apresentam sérias falhas no aprendizado dos tópicos que abordam o uso dos verbos. Para te ajudar, o Redação Online preparou um super resumo com o que há de mais importante sobre o assunto. Preste atenção em cada ponto para se sair ainda melhor em suas próximas provas! Confira também o conteúdo sobre como saber quando usar o ponto e vírgula, e tire suas dúvidas sobre esse sinal de pontuação! Antes de falar sobre classificação verbal, relembre o que são verbos! Não podemos ir para um assunto tão amplo como esse sem antes reforçar o conceito que lhe serve de base. A grosso modo, costumamos ouvir nas aulas que os verbos são aquele grupo de palavras que representa uma ação. Essa definição não está de todo errada, mas ela também não está completa. Essa categoria pode indicar: fenômenos naturais; desejo; mudanças ou ocorrências; estado de algo; alguns processos; e, é claro, ações. A forma mais comum de identificá-los é pelo final de cada palavra: todas acabam com a letra (r), caso estejam em sua forma infinitiva. Podemos citar exemplos como ficar, comer, relembrar, chover, desejar, ocorrer, construir, entre outros. Para serem aplicadas em períodos que passem uma ideia coerente, essas palavras precisam ser conjugadas. Esse é o critério que faz surgir as diferentes classificações verbais. Não entendeu exatamente como funciona? Fique tranquilo, vamos explicar! Classificação verbal: conheça cada categoria Para falar de classificação verbal, precisamos primeiro entender um conceito que ajuda a diferenciar a maioria dessas categorias, os radicais. Descubra o que eles são! Radical é a parte da palavra que determina seu significado básico, e serve de referência para suas flexões e derivações. Ele se une ao sufixo – partículas que ficam no final de cada termo – para criar a conjugação de cada verbo. Exemplo de radical e sufixo: Canto: “Cant” é o radical e “o” é sufixo; Vestimos: “Vest” é o radical e “imos” o sufixo; Ouvem: “Ouv” é o radical e “em” o sufixo. Trabalhamos sobre gramática na redação e o que priorizar na hora dos estudos em outro artigo aqui no nosso blog, e entre os destacados lá está a conjugação que depende do conhecimento sobre os diferentes tipos de verbo. Por isso, vamos falar com mais calma essas classificações! 1. Verbos regulares Esse grupo de palavras é determinado por aquelas nas quais o radical não se modifica em nenhuma conjugação. Ou seja, independente da flexão, ele se mantém o mesmo. Veja exemplos: amar – o radical “am”: amo, amam, amamos, amaram, amávamos, entre outros; correr – o radical “corr”: corro, correm, corremos, correram, corríamos, entre outros; parar – o radical “par”: paro, param, paramos, pararam, parávamos, entre outros. 2. Verbos irregulares O caso oposto ao anterior, quando existe conjugação desse tipo de verbo, nem sempre o radical se mantém. É o caso de: medir: o radical desse verbo é “med”, no entanto, existem conjugações dele como “meço”, que não segue a mesma regra; saber: apesar do radical ser “sabe”, existe a flexão “sei” que foge da lógica do radical; haver: “hav” é o radical, mas existem conjugações como “hei”, “houveram”, entre outras que não seguem a regra inicial. 3. Verbos abundantes São o grupo de verbos com mais de uma forma para a mesma conjugação, sendo elas equivalentes para a mesma frase. Normalmente, ocorrem no particípio. Por exemplo: Foi entregue ou foi entregado: ambas flexões do verbo entregar estão corretas e podem ser usadas como equivalentes; Eu tinha gasto ou eu tinha gastado: novamente, ambas as opções estão corretas. 4. Verbos defectivos Esses segmentos de verbos diz respeito àqueles que não possuem todas as flexões. Ou seja, não existe uma forma correta de conjugá-lo para cada tipo de pessoa de uma oração. Podemos citar como exemplo: Pronome pessoal Verbo falir – Presente do indicativo Eu não existe Tu não existe Ele não existe Nós falimos Vós falis Eles não existe 5. Verbos anômalos Os anômalos são um tipo de verbo irregular que possui uma característica tão única que acabou se tornando outra classificação verbal. Esses casos se tratam de termos que apresentam radicais primários diferentes quando são flexionados. Em muitos exemplos, cada um desses radicais aparecem em um tempo verbal distinto. Por exemplo, no verbo poder existem flexões com os radicais primários: “pod”: poderia, posso, podemos, podeis, entre outros; “pud”: puder, pudesse, pudermos, entre outros; “poss”: possa, possamos, possais, entre outros. Ou o verbo ter: “ter”: teria, terão, terei, entre outros; “tenha”: tenhamos, tenhais, tenhas, entre outros; “tiv”: tivéssemos, tivesse, tiver, entre outros. Essa são as classificações verbais da língua portuguesa que precisa saber para os vestibulares. Todas essas diferenciações não estão ligadas ao significado de cada termo, e sim a flexão que ele possui na linguagem culta. Confira o que elas são e quais os tipos que existem! Veja também o post sobre os erros gramaticais mais comuns na redação do Enem, e se prepare para não repeti-los! Flexão verbal: o que é e quais os tipos? Cada verbo possui diversas formas de aparecer em uma frase, essas variações são chamadas conjugações – ou flexões. Existem paradigmas diferentes que delimitam cada uma das maneiras que essas palavras vão ser modificadas. Ao total, são cinco tipo de flexão possível e elas serão essenciais para a concordância verbal. Conheça cada um deles! Modo A língua portuguesa apresenta três diferentes modos: imperativo, indicativo e subjuntivo. Cada um deles possui flexões diferentes em cada tempo verbal. Saiba um pouco mais sobre: imperativo: demonstra uma ordem, pedido ou conselho, e está sempre no presente. Por exemplo: Vá para a praia amanhã; indicativo: um verbo que mostra certeza (ou hábito), tanto no passado, presente ou

O bloqueio na escrita é o maior vilão de quem está estudando redação. Mas saiba que existem algumas técnicas para evitá-lo. Confira! Você já teve um bloqueio na escrita? A situação é esta: você sentou para treinar a redação para o vestibular, leu atentamente os textos motivadores sobre o tema, abriu o caderno ou um documento no word e na hora de colocar as palavras no papel não conseguiu pensar em nenhuma ideia – ou seja, ficou lá encarando a página em branco. Certamente você já passou por isso, não é? Pois saiba que o bloqueio na escrita é mais comum do que se imagina. Até mesmo os grandes escritores e profissionais do texto passam por isso – sim, acredite! O motivo se dá porque o bloqueio criativo não tem a ver com o fato de você saber escrever bem ou não. Ele é consequência de conflitos emocionais – como ansiedade, insegurança, perfeccionismo ou estresse –, que impedem a pessoa de ter inspiração para escrever um bom texto. Contudo, existem algumas técnicas para evitar esse vilão enquanto você está estudando redação. Confira neste artigo as 6 dicas que listamos para você colocar em prática e se livrar de uma vez por todas do tão temido bloqueio na escrita. Continue a leitura! 1 – Faça intervalos durante os estudos A primeira dica de todas é: faça pausas durante os estudos. Sabemos que a rotina de estudante é corrida e lidar com muitas tarefas durante o dia é um desafio. Se você passa por isso, é bem possível que o seu bloqueio na escrita possa ser consequência do cansaço ou estresse. Por isso, é importante sempre reservar momentos de pausa durante os seus estudos. Enquanto você estiver estudando redação, pare pelo menos 10 minutinhos para alongar o corpo, passar um café, passear com o seu pet, tomar um banho ou olhar pela janela. Você também pode colocar em prática técnicas de estudo, como a do pomodoro, por exemplo. Priorize neste momento fazer atividades que sejam relaxantes. Com a cabeça cheia e cansada é difícil ter produtividade, que dirá criatividade! 2 – Remova todas as distrações Essa dica é importantíssima! As distrações atrapalham muito na hora de focar e escrever uma redação que valerá um notão. Hoje, quando falamos em distrações, a internet é a primeira coisa que pensamos. Afinal, estamos o tempo todo conectados às mídias sociais. Sendo assim, evite dar aquela olhadinha no Instagram ou Tik Tok quando você estiver tentando escrever uma redação. Essa prática não é nenhum pouco estimulante para a criatividade e pode te deixar sem foco e cansado. No entanto, ao seguir essa dica, é importante que você identifique primeiro o que te distrai. Às vezes o que está tirando o seu foco é outra coisa, como o ambiente em que você está estudando. Se você estuda em casa e a sua família é a maior distração, por exemplo, tente procurar um cômodo que seja mais calmo para os estudos. 3 – Escute músicas relaxantes Escutar músicas é uma ótima forma de estimular o cérebro e a criatividade. Indicamos que você escute músicas relaxantes e instrumentais, mas isso não é uma regra. Para algumas pessoas, escutar músicas mais agitadas também funciona. Vale a tentativa, não é? Além disso, você pode aproveitar esse momento para buscar repertórios para o tema, pois as músicas também são consideradas ótimas referências para redações de vestibulares e do Enem. Aproveite esse momento para se inspirar e relaxar! 4 – Leia mais sobre o tema Essa dica é basicamente uma regra para todo mundo que vai escrever uma redação. Afinal, quanto mais você lê e estuda sobre um assunto, mais facilmente você escreverá sobre ele. Além disso, livros, artigos, manchetes ou até história em quadrinhos também servem como repertórios socioculturais. Portanto, amplie o seu conhecimento e busque boas referências. Enquanto estiver fazendo as suas leituras, tenha com você um caderno para tomar notas. Lembre-se que a leitura é fundamental para exercitar a habilidade de escrita e a criatividade. Se você não tem esse hábito, inclua na sua rotina agora mesmo! 5 – Estruture o seu texto Estruturar a redação, antes de colocar as palavras no papel, é um dos primeiros passos que sempre indicamos aqui no Redação Online. Essa dica serve para que o seu texto fique mais organizado e completo, porém ela também serve para evitar o bloqueio na escrita. Até porque, ao escrever uma redação, é essencial que você faça primeiro um planejamento. Caso contrário, é bem provável que os bloqueios surjam. Uma boa forma de estruturar a redação é por meio da técnica de mapa mental. Em um papel, organize as ideias, conceitos e argumentos que serão utilizados na conclusão, desenvolvimento e conclusão da sua redação. Assim, você terá uma visão mais ampla de tudo o que você pensou sobre o tema e ficará mais fácil escrever de forma fluída. 6 – Comece a escrever logo Às vezes o bloqueio na escrita pode ser causado pela insegurança ou perfeccionismo. Assim, para evitá-lo, comece a escrever logo a redação, mesmo que você perceba que ela não está boa o suficiente. Em um rascunho, escreva sem se preocupar com os desvios gramaticais. Quando você escreve e edita um texto ao mesmo tempo, o fluxo de ideias é interrompido e isso pode prejudicar a sua criatividade e a fluidez do texto. Então, escreva sem medo e sem julgamentos. Você vai ver que as ideias irão surgir! Depois que o texto estiver pronto, releia a redação e aí sim revise os desvios gramaticais. No entanto, ao praticar essa dica, é importante que você tenha estruturado o texto antes (ou seja, seguido a nossa dica 5). Lembre-se que esse passo é fundamental para definir a direção que a sua redação irá seguir. Nada de escrever sem planejar o texto antes, combinado? Planejamento é tudo! Gostou das dicas? Você conhece alguma pessoa que tem bloqueio na escrita com frequência? Compartilha esse artigo com

Você já escreveu uma redação sobre “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”? Confira o tema da semana! A ganância humana, sustentada pelo atual sistema econômico, é a causa de muitos impactos negativos ao meio ambiente. Enquanto a crise climática assola o mundo inteiro, grandes empresas e lideranças políticas negligenciam as questões ambientais e a necessidade de tomar ações concretas e urgentes. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela! TEXTO 1 Art. 1º – Para efeito desta Resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: I – a saúde, a segurança e o bem-estar da população; II – as atividades sociais e econômicas; III – a biota; IV – as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V – a qualidade dos recursos ambientais. Fonte: Resolução CONAMA nº 1, de 23 de janeiro de 1986. Disponível em: siam mg TEXTO 2 “A civilização capitalista contemporânea está em crise. A acumulação ilimitada de capital, a mercantilização de tudo, a exploração implacável do trabalho e da natureza e a catástrofe ecológica daí resultante comprometem as bases de um futuro sustentável, pondo em perigo, assim, a própria sobrevivência da espécie humana. O sistema capitalista, uma máquina de crescimento econômico movida por combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, é responsável pelas mudanças climáticas e pela mais ampla crise ecológica do planeta. Sua lógica irracional de expansão e acumulação sem fim leva o planeta à beira do abismo.” Fonte: racismo ambiental TEXTO 3 “Para as cidades brasileiras, morar de frente para o mar é um privilégio caro. Isso para o mercado tem um valor imenso que gera edifícios de alto padrão e de gabarito muito alto. Ao mesmo tempo que você vende aquela paisagem, você a destrói”, afirma o professor Mariz. Para ele, está cada vez mais difícil alinhar o desenvolvimento sustentável de cidades aos interesses do mercado imobiliário.” Fonte: jornal usp. TEXTO 4 O Rio? É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse Mais leve a carga. Entre estatais E multinacionais, Quantos ais! A dívida interna. A dívida externa A dívida eterna. Quantas toneladas exportamos De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro? Fonte: “Lira Itabirana”, por Carlos Drummond de Andrade (1984). Disponível em: movimento revista Repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente” Sabemos que esse tema não é nada fácil de lidar, afinal, envolve mudanças profundas em nossa sociedade. Mas não se desespere, estamos aqui para ajudar você! Selecionamos alguns repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Confira! Filme | “Não olhe para cima” (2021) Certamente você já ouviu falar sobre o filme “Não olhe para cima”, não é mesmo? O longa do cineasta Adam McKay foi lançado no final de 2021 e deu o que falar na internet, inspirando discussões sobre a crise climática. No filme, Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) são dois astrônomos que descobre犀利士 m que em poucos meses um meteorito destruirá o planeta Terra. A partir dessa descoberta, eles alertam as autoridades sobre o perigo que está por vir e enfrentam uma onda de negacionismo. O filme está disponível na Netflix. Se você não assistiu ainda, prepara a pipoca! Livro | “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak (2019) Ailton Krenak é um dos maiores pensadores e líderes do movimento indígena hoje no Brasil. Em seu livro “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019), Krenak critica o pensamento colonial que vê a humanidade como algo separado da natureza e faz a seguinte provocação: “Qual é o mundo que vocês estão agora empacotando para deixar às gerações futuras?” Com uma linguagem acessível e poética, ele alerta a necessidade da sociedade romper com a relação predatória que ela tem com a Terra e lembra que a ameaça sofrida pelos povos indígenas prejudica não somente a vida deles, mas também de todo o planeta. Além do livro indicado, você pode encontrar várias entrevistas de Krenak no Youtube, como esta a seguir: Animação | “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) A animação “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) pode servir como um ótimo repertório para a sua redação! A história se passa em uma pequena cidade chamada Thneedville, onde não existem árvores de verdade, pois elas foram extintas, e as únicas que existem são de plástico. Em consequência disso, o ar que os personagens respiram é artificial e comercializado pela empresa do vilão da história, o Sr. O’hare. Nesse contexto, o menino Ted descobre que o sonho da menina que ele gosta, a Audrey, é ver uma árvore de verdade e embarca em uma aventura para realizar o seu desejo. É aí que ele conhece o Lórax, uma criatura preocupada com o futuro do planeta. Confira o trailer: Documentário |“Amazônia em Chamas” (2020) O documentário “Amazônia em Chamas” (2020), do cineasta polonês Michael Siewierski, mostra como os números alarmantes do desmatamento na floresta amazônica são resultado da ganância do agronegócio, da corrupção política e do consumo global da carne. Para discutir sobre isso, o documentário entrevista vários ativistas, médicos e cientistas brasileiros que alertam sobre os impactos negativos ao meio ambiente causados pela indústria da carne no Brasil, incluindo os agrotóxicos e a questão hídrica. O documentário está disponível no Telecine Play. Confira o trailer: Citação | Greta Thumberg Greta Thumberg é uma ativista ambiental sueca que aos 16 anos ficou conhecida mundialmente pelo seu ativismo e discursos contra as mudanças climáticas. Ela já discursou na Conferência do Clima da