811 artigos publicados sobre “Topo de funil” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.
Texto 1 sobre inclusão de autistas: A mobilização em torno do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 2 de abril de 2018, serviu também para desenterrar, na internet, um episódio de triste lembrança bombado em setembro de 2018. O fato ocorreu na escola argentina San Antonio de Padua, em Merlo, arredores de Buenos Aires, mas poderia ter sido registrado no Brasil ou em centenas de outros pontos do mundo. Pressionada por pais de alunos de uma das classes — que teriam até organizado uma “greve” impedindo que 24 das 35 crianças do grupo fossem à aula por um dia —, a direção trocou de sala um aluno com Síndrome de Asperger, uma das condições do Transtorno de Espectro do Autismo, o TEA. O garoto incluído chegou a comentar em casa a ausência dos coleguinhas, mas a mãe, inocente, atribuiu as faltas a uma chuva forte no período. A atitude dos líderes do San Antonio nem foi o que deixou indignados os familiares do menino e, no embalo, milhões de pessoas. O espanto veio do conteúdo da conversa dos “responsáveis” pelo “movimento” no WhatsApp, jogado na rede por uma tia do garoto transferido. Coisas do porte de “finalmente uma ótima notícia!”; “já era hora de fazerem valer os direitos da criança para 35 e não para uma só!”; “que ótimo para os meninos! Espero que possam estudar e estar tranquilos!” ou “um alívio para os nossos. Agora é esperar que isso seja oficializado”. O caso argentino revela as barreiras erguidas diante da missão de abrigar pessoas com TEA em redes de ensino: falta de formação de educadores e líderes de escolas e desconhecimento das famílias, que geram preconceito diante do convívio de incluídos com outras crianças. Inclusive, este assunto abre brecha para outra possibilidade de tema: Os desafios para inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. “O argumento do despreparo tem sido usado como guarda-chuva de argumentos para justificar a recusa e até retirada de estudantes com autismo na escola regular. Muitos educadores entendem que esses alunos são ‘especiais’ e, para educá-los, é necessária uma preparação totalmente ‘especial’”, lembra Raquel Paganelli, mestre em educação inclusiva pela University College, de Londres, e integrante das equipes do Instituto Rodrigo Mendes e do portal Diversa. “Mas afinal: o que significa exatamente estar preparado?”, questiona. A educadora identifica os pontos centrais da contradição. “Durante muito tempo acreditava-se ser possível generalizar pessoas com TEA a partir de um mesmo diagnóstico e, assim, padronizar estratégias. Atualmente sabemos que essa noção é simplista”, explica. “Ainda que apresentem diagnósticos iguais, duas pessoas podem reagir às mesmas intervenções de maneira distinta. A ideia de que a escola precisa antes estar pronta para só depois receber os alunos com deficiência é baseada na expectativa ilusória de um saber pronto, capaz de prescrever como trabalhar com cada criança.” Fonte: https://revistaeducacao.com.br/2018/05/04/como-esta-inclusao-pessoas-com-autismo/ Quando assuntos como este entram em pauta, surge uma dúvida: Como fazer uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM? TEXTO 2: Fonte: Cristiano Silvestre de Paula TEXTO 3: Fonte: Sindrome de Asperger Autismo Infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão de autistas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações Tema de Redação: Racismo Velado Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil
Os conteúdos gramaticais requeridos, atualmente, nos grandes testes apresentam diferenças significativas. Isso porque, antigamente, cobrava-se com intensidade o conhecimento das regras e de suas exceções. Já hoje em dia, as questões de gramática aparecem num contexto muito mais interpretativo, vinculando a função dos termos dentro de um texto. Basicamente, é a ideia da gramática a serviço do texto e da comunicação. Não se apegar somente às regras, mas entendê-las a partir de um cenário comunicativo é sempre uma boa alternativa. Especificamente no caso da redação, você será avaliado em grandes eixos, como clareza, objetividade, coesão, coerência, nível vocabular, grau de formalidade, entre outros aspectos. Abaixo, temos um compilado dos principais pontos gramaticais requeridos na redação do ENEM e nos principais vestibulares do país. Regência verbal e nominal Saber quais verbos são transitivos diretos e quais são indiretos já é um excelente ponto de partida, porém, apenas isso não é suficiente. É necessário saber também quais as diferenças de sentido ao se utilizar uma preposição ou outra e quais são os vários significados que um mesmo verbo pode assumir dependendo de seu complemento. No caso de substantivos, adjetivos e advérbios, que são as classes gramaticais que compõem a regência nominal, procure entender quais palavras obrigatoriamente requerem preposição para construção de significado. Concordância verbal e nominal Atente-se sempre para a combinação entre singular e plural, principalmente em frases mais longas, se necessário, releia a sentença a fim de encontrar qual é o sujeito dela. Lembre-se: quem determina o formato das demais classes de palavras (adjetivos, artigos, verbos) é sempre o substantivo, por isso, faça a concordância de número (singular e plural) e gênero (masculino e feminino) com base nas características do substantivo. Uso de conectivos Conectivos são palavras (frequentemente da classe das conjunções) que ligam dois termos ou duas orações dentro de um mesmo período e é aqui que muita gente tem dúvida. Procure compreender em que situações os utilizamos e qual a ideia central contida nos principais conectores, que são: que, se, quando, onde, qual, quem, cujo, como, quanto. Processo de subordinação e coordenação Um dos problemas mais recorrentes em redações de testes de relevância é o uso excessivo de pontos, constituindo períodos sem grande desenvolvimento. Ao estudar os processos de subordinação e coordenação, você terá repertório para construir parágrafos mais elaborados, com ideias concatenadas e maior completude. Ordem direta e indireta Em Língua Portuguesa, temos duas formas de ordenarmos as orações: na ordem direta- sujeito, verbo, complementos, termos acessórios- ou na ordem indireta. Reflita sobre as variadas possibilidades que uma ordem ou outra pode conferir à sua redação e escolha com base no nível de formalidade que você quer aplicar ao texto. Processo de formação das palavras Para esse conteúdo, não é exatamente importante saber o nome dos processos, mas sim entender sobre o uso de prefixos e sufixos para aplicá-los corretamente em sua redação. Morfologia Relembre quais são as dez classes gramaticais e quais são as características peculiares de cada uma delas. Isso te ajudará a escolher a palavra mais adequada para sua oração, evitando erros e trocas indevidas na frase. Pronomes pessoais e possessivos Muitos candidatos acabam se esquecendo de que a redação é um texto formal e que, por conta disso, várias frases que são utilizadas no campo da oralidade não devem ser incluídas na produção textual. O uso dos pronomes pessoais e possessivos é um conteúdo que oferece desafios com certa frequência. Para evitar essa dificuldade, estude quais pronomes “combinam” com quais sujeitos. Colocação pronominal Quem já não se viu diante da situação de não saber se o correto é colocar o pronome antes, no meio ou depois do verbo? Por isso, revise as regras da colocação pronominal e não se esqueça de que a mesóclise, pronome no meio do verbo, é um recurso cada vez menos utilizado em nossa língua. Verbos transitivos diretos e indiretos e pronomes pessoais oblíquos Os pronomes pessoais oblíquos são aqueles que atuam como complementos diretos ou indiretos de um verbo, mas como saber quais exercem função de objeto direto e quais exercem função de objeto indireto? Qual verbo aceita qual pronome? Solucionar essas dúvidas só é possível por meio do estudo do processo de transitividade verbal e do uso específico dos pronomes pessoais oblíquos enquanto complementos verbais. Polissemia e ambiguidade Já sabemos que uma mesma palavra pode ter vários significados e que a compreensão do significado depende do contexto em que o vocábulo está inserido, mas há um problema com relação a essa característica polissêmica: a possibilidade criarmos orações ambíguas, de duplo sentido. Procure saber sobre os principais casos de ambiguidade para evitá-los em sua redação. Pessoas e conjugações verbais Tradicionalmente, as produções textuais de testes oficiais são escritas em terceira pessoa do singular, de forma indeterminada ou não. Revisite o conceito de pessoas verbais e relembre como aplicar a terceira pessoa do singular em suas conjugações. Voz passiva A depender do formato do texto, orações na voz passiva podem ser úteis, portanto inclua no processo de revisão o conceito de vozes verbais, as possibilidades de construção da voz passiva e o significado específico dela numa frase. Tipos de sujeito Seus sujeitos serão determinados ou indeterminados? Qual será o formato da determinação ou da indeterminação? O que justifica tal escolha? Temos várias possibilidades para a escolha do sujeito, basta só você selecionar qual o mais adequado para cada situação de uso. Uso da crase É praticamente impossível escrevermos um texto completo (com introdução, desenvolvimento e conclusão) e não termos a presença da crase ao menos uma vez. Por ser uma temática que traz incertezas em sua aplicação, leia a teoria e faça exercícios sobre os fundamentos da crase e os casos especiais. Verbo haver e fazer Os verbos haver e fazer possuem regras distintas a depender do tipo da oração e do significado que se quer dar. Como são verbos bastante comuns, é interessante trazer à memória quais são essas normas e como usá-las apropriadamente. Pontuação Elemento absolutamente fundamental para a construção de sentido, a pontuação precisa integrar seu
TEXTO 1: O projeto de lei preparado pelo governo para regular a educação domiciliar prevê que alunos com baixo desempenho não poderão prosseguir nessa forma de ensino. O texto da proposta prevê que alunos que forem reprovados por dois anos seguidos não terão registro renovado para continuar com as aulas em casa. A punição também se aplica para alunos que tiverem de fazer, por três anos consecutivos, provas de recuperação. O ensino domiciliar, atualmente, é considerado ilegal no país. Embora a prática não seja reconhecida, estimativas indicam que atualmente cerca de 5 mil crianças tenham aulas em casa. Preparado pelo Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos em conjunto com o Ministério da Educação, o texto prevê que famílias interessadas nessa forma de ensino tenham de fazer um registro. Para que a autorização seja concedida, serão exigidos documentos como certidão de antecedentes dos pais e uma declaração formal, optando pela educação domiciliar. A proposta prevê ainda avaliações periódicas. Uma vez aprovados, o aluno receberá o certificado. Quando o aproveitamento não for satisfatório, será realizada uma prova de recuperação. Pelo plano do governo, todos os prazos para avaliação serão definidos pelo MEC. O texto preparado prevê ainda que o estudante matriculado na educação domiciliar tenha direito de participar das avaliações do MEC. Para o governo, cabe à família decidir qual a melhor forma de ensino para seus filhos. A educação domiciliar é uma reivindicação, entre outros grupos, de famílias evangélicas e católicas. A ministra da Mulher, da Família e Direitos Humanos, Damares Alves, é uma das principais vozes em defesa do homeschooling no País. Ela também frequentemente pede que as famílias assumam mais a educação dos filhos e que a escola não discuta temas como gênero e sexualidade. A avaliação dos alunos em homeschooling acontece em alguns Estados nos Estados Unidos, país com o maior número de estudantes em casa. São 2 milhões de crianças e jovens. Especialistas internacionais dizem que a avaliação é importante para garantir a qualidade da educação. Fonte: exame abril – educação domiciliar no brasil será condicionada a desempenho do aluno TEXTO 2: Depois de entrevistar dezenas de pais que adotaram o ensino doméstico, a educadora Maria Celi Vasconcelos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), constatou que o principal deles são os conflitos vividos no ambiente escolar, como violência ou bullying. Em seguida, é citada a divergência entre crenças e valores morais e religiosos da família e o conteúdo dado em sala de aula – para pais que acreditam no criacionismo (que o Universo foi criado por Deus), por exemplo, o evolucionismo de Darwin não deveria ser ensinado como verdade absoluta. “Alguns discordam do conteúdo de livros que falam de igualdade de gênero e sexualidade”, cita ela. Há também os que fazem a opção porque essa alternativa é mais econômica e ainda os que veem no ensino em casa o melhor caminho para filhos que têm alguma deficiência – para poder dar a eles um tratamento mais individualizado ou mesmo mais confortável, de acordo com suas limitações. A forma como esse ensino doméstico se dá não é única. A maioria pratica o chamado homeschooling, em que os pais, com ou sem a ajuda de professores, dão aulas seguindo métodos e programas curriculares. Ou seja, trazem a escola para dentro de casa. Também há os entusiastas da chamada desescolarização, que não seguem método algum. “Nesse caso, cada família cria o próprio formato. Algumas desenvolvem projetos, outras primeiro observam o que os pequenos apresentam. O ensino deixa de estar separado da vida”, explica Ana Thomaz, educadora que adotou a prática com os três filhos e se tornou referência no tema. Na desescolarização, não há necessariamente divisão entre disciplinas como geografia e matemática. A ideia é deixar que o aprendizado flua, aprofundando-se em áreas pelas quais a criança demonstre mais interesse. Os adeptos veem essa opção como um caminho para fugir da comparação, das ameaças e dos demais padrões típicos do ambiente escolar, que, acreditam, podem prejudicar o desenvolvimento da criança e de suas potencialidades. Para auxiliá-los, existe uma série de fóruns e comunidades online. Neles, é intensa a troca de experiências e a discussão de alternativas para educar de forma personalizada e mais livre. Mesmo com perfis diferentes, aqueles que adotam a desescolarização têm em comum a vontade de participar da educação dos filhos e melhorar sua qualidade. Trazer para perto essa responsabilidade, porém, é uma tarefa complexa e ainda bastante criticada por especialistas. Uma das maiores críticas: a falta da socialização proporcionada pelo ambiente escolar. “A educação passa pela aquisição de conteúdo e também ensina valores como diversidade, frustração (o ganhar e perder), compartilhamento, defesa. Isso é impossível em casa”, afirma Silvia Colello, educadora e professora de psicologia da educação na Universidade de São Paulo (USP). Carlos Roberto Jamil Cury, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concorda: “Por mais que as crianças possam socializar em outros espaços, nenhum convívio é igual ao escolar. É o único lugar na sociedade contemporânea onde as crianças convivem durante pelo menos quatro horas por dia, cinco vezes na semana, o que é muito importante para aprender a aceitar o outro”. Colello também alerta que a casa pode ser um ambiente superprotegido e prejudicial à formação. “Questões como a diversidade sexual e a homossexualidade estão no mundo. Não adianta achar que, só porque você não fala do assunto, a criança não vai saber. Ao mesmo tempo, o bullying, tão ligado à escola, também pode acontecer no clube e em outros ambientes. Depois, a pessoa cresce, vai para o mercado de trabalho e se depara com desafios (como trabalhar em grupo e aceitar a orientação de um supervisor) sem estar preparada”, afirma. Apesar de todos os problemas da educação no Brasil, a especialista acredita que criar o próprio sistema doméstico, além de ser uma solução individualista, é até antidemocrática. “A escola está uma droga e você vai resolver apenas a questão do seu filho. E os outros? Que tipo de formação política está dando? Acho que temos todos de

TEXTO 1 Com o avanço da tecnologia e o advento da Internet, novas formas de consumir cultura estão disponíveis aos usuários. O primeiro exemplo disso foi o e-book, versão virtual do livro físico, que ganhou força nos anos 90. No entanto, nos últimos anos, a ferramenta que ganhou mais destaque foi o streaming. Traduzido de forma literal como “transmissão”, essa novidade basicamente distribui diversos tipos de conteúdo digital ao consumidor. Porém, ao invés de realizar algum tipo de download para disponibilizar o conteúdo (assim fazendo o usuário perder tempo e espaço de memória na plataforma utilizada), o streaming o executa de forma mais imediata, através de uma conexão estável de banda larga. Esse mecanismo só se tornou possível graças, logicamente, ao crescimento do acesso à rede, que começou a ser comercializada com uma qualidade nunca antes vista. Uma das características mais marcantes do serviço de streaming é a sua flexibilidade: encontra-se na plataforma a possibilidade de construir uma programação única para cada assinante. Um dos principais atrativos do streaming é a quantidade de conteúdo disponibilizada ao usuário. Ter acesso, nesse caso, é muito mais valioso que “possuir”. O serviço virtual oferece um catálogo extremamente variado por um valor fixo, diferente de uma mídia física. O Spotify, por exemplo, possui em sua biblioteca mais de trinta milhões de músicas. Fica claro que, perante esse grande número de possibilidades, o consumidor valoriza cada vez mais seu poder de escolha, especialmente tratando-se de cultura. O streaming ganha espaço também como alternativa à pirataria. É um desafio, principalmente no contexto brasileiro, competir com downloads ilegais, como os torrents. Com esse serviço, as gravadoras e artistas são remunerados por seus trabalhos. O internauta, que praticava a pirataria quase que religiosamente dentro do consumo digital, agora pode vislumbrar outro caminho com o streaming, mesmo que a passos lentos. O streaming já é o futuro, mas qual será o futuro do streaming? O serviço e a televisão já competem na questão do entretenimento, mas é pouco provável que um substitua o outro. Como já vem ocorrendo, ambos podem se complementar. Ainda assim, o streaming de séries e filmes vem crescendo continuamente no mundo todo e tende a crescer ainda mais. No caso do streaming de músicas, o crescimento deve ser um pouco mais devagar, principalmente porque a internet móvel no Brasil ainda é muito lenta e esse tipo de serviço é relativamente recente. É difícil dizer como será o amanhã. A única garantia é de que a indústria do entretenimento continuará se renovando na direção de personalizar cada vez mais a experiência do usuário. Fonte: medium – o streaming e a revolução no consumo de moradia TEXTO 2 Nos Estados Unidos, há anos se discute um fenômeno chamado “cord cutter” (cortar o cabo, em tradução literal), que dá nome a um tipo de usuário que deixa de pagar pela TV por assinatura para assistir a vídeos apenas pela internet, seja em sites gratuitos, como o YouTube, ou serviços de streaming, como Netflix. Controverso, o conceito pode ganhar força com um novo tipo de serviço, oferecido por grupos como a operadora AT&T (DirecTV Now) e o próprio YouTube (YouTube TV). Por uma assinatura mensal em torno de US$ 40, usuários podem assistir a um pacote de canais, como acontece hoje na TV paga, em transmissões em tempo real ou escolhendo vídeos sob demanda. A diferença? Tudo acontece pela internet, sem necessidade de cabos, antenas, satélites ou de visitas de instalação. “O YouTube TV é a TV reimaginada para a geração YouTube”, disse Christian Oestlien, diretor de produto do YouTube, ao anunciar a plataforma, em fevereiro. Os dois serviços estão disponíveis só nos EUA. Por enquanto, porém, parece precipitado afirmar que todos estão “cortando” a TV paga. Hoje, a TV ainda é importante no entretenimento do País: segundo dados da Kantar Ibope Media, o brasileiro assistiu no ano passado, em média, 6 horas e 17 minutos de televisão por dia, entre TV aberta e fechada. Recentemente, a TV paga tem perdido assinantes no País, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, a queda acontece em tecnologias mais simples, como parabólicas e cabo, que sofrem cortes na crise econômica. Para Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), o momento é de renovação, mas há espaço para a TV paga. “Haverá uma coexistência: hoje, já temos 35 canais pagos no Brasil que também oferecem streaming, vinculados à assinatura de TV”, diz Simões. Há quem discorde. “O modelo dos pacotes com inúmeros canais não fica mais de pé”, diz Mauro Garcia, presidente da Bravi, entidade que representa produtores brasileiros de audiovisual. Fonte: correio braziliense A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O streaming e a revolução no consumo de mídias ”. Leia também: Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet Tema de Redação: A importância da representatividade no Cinema e na TV Tema de Redação: A importância da música na vida das pessoas Tema de Redação: A importância da música na educação infantil 9 filmes para usar na redação
TEXTO 1 Inúmeros estudos demonstram uma inquietante verdade: a esmagadora maioria de diretores, atores, colaboradores, ou seja, trabalhadores da área cinematográfica – e pasme – até mesmo críticos, são homens. Tal pesquisa revela que “apenas 10,7% dos filmes analisados possuíam um elenco equilibrado de homens e mulheres – a proporção média encontrada foi de 2,25 atores para cada atriz”. O mesmo estudo apontou que um terço das atrizes trajam roupas provocantes ou estão parcialmente nuas nas filmagens. A desproporção atinge inclusive os bastidores: há uma média de 5 homens para cada mulher trabalhando na indústria cinematográfica. São apenas 9% de diretoras mulheres, contra 91% de diretores homens na atualidade. Na história do Oscar, apenas quatro mulheres já foram indicadas ao prêmio de Melhor Direção, enquanto somente Kathryn Bigelow saiu vencedora nesta categoria pelo filme “Guerra ao Terror”, de 2009. Não são apenas as mulheres que são deixadas de lado. Uma polêmica envolveu a cerimônia do Oscar do ano de 2016, que, pelo segundo ano consecutivo, não indicou nenhum negro para as categorias principais. O que dizer, então, acerca da participação de outras minorias, a exemplo dos transgêneros, que são massivamente ignorados: “Nenhum personagem transgênero apareceu nos 100 filmes de maior bilheteria de 2014”. Embora tais dados assustem, a indústria independente tem fornecido mais espaço a esses sujeitos. Um exemplo disso é Sense8, série da Netflix. Entre os protagonistas logo de cara se percebe a mencionada diversidade: uma mulher sul-coreana, que é de dia empresária e à noite lutadora; um ator de cinema mexicano e homossexual; uma indiana que se vê obrigada a seguir a tradição do casamento forçado; um negro humilde buscando sustento para a família em um país com alta criminalidade; a jovem hacker transexual que busca respeito e liberdade, entre outros. Fonte: cinematologia – representatividade minorias no cinema TEXTO 2 Nos anos 80, filmes de blaxploitation eram praticamente as únicas oportunidades para atores negros em Hollywood. Super-heróis eram brancos, altos e, de preferência, homens. Representatividade era uma palavra que definitivamente ainda não tinha entrado no vocabulário dos cinemas. Nunca foi preciso ser um gênio para perceber essa falta de diversidade nas telas. Para quem não vê facilmente a discrepância, um estudo realizado pela Universidade de Southern, na Califórnia, comprova a falta de espaço enfrentada pelos negros na mídia: nos cem títulos de maior bilheteria nos cinemas em 2016, os brancos representavam 70,8% dos papéis com falas, enquanto atores negros eram apenas 13,6% destes. O que vemos nas telas se reflete também na autoimagem do público, como mostra uma pesquisa de 2011 sobre a influência da televisão na autoestima de crianças. O estudo entrevistou 396 jovens americanos e chegou a uma conclusão impactante. Enquanto os meninos brancos viam sua autoestima aumentar após serem expostos a programas televisivos, crianças negras de ambos os sexos e meninas brancas passavam a ter uma imagem mais negativa sobre si após horas em frente à tela. Fonte: hypeness – o maior superpoder no cinema e levar a representatividade as telas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância da representatividade no Cinema e na TV”. Leia também: Tema de Redação: Desafios do empreendedorismo feminino Tema de Redação: Racismo velado Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil Tema de Redação: A seletividade penal no Brasil Tema de Redação FUVEST 2018: Devem existir limites para a arte? Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: Os relacionamentos abusivos em questão no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Obsolescência programada”. Texto 1 O consumismo dirigido para o mercado tem uma receita para enfrentar esse tipo de inconveniência: a troca de uma mercadoria defeituosa, ou apenas imperfeita e não plenamente satisfatória, por uma nova e aperfeiçoada. A receita tende a ser reapresentada como um estratagema a que os consumidores experientes recorrem automaticamente de modo quase irrefletido, a partir de um hábito aprendido e interiorizado. Afinal de contas, nos mercados de consumidores-mercadorias, a necessidade de substituir objetos de consumo “defasados”, menos que plenamente satisfatórios e/ou não mais desejados está inscrita no design dos produtos e nas campanhas publicitárias calculadas para o crescimento constante das vendas. A curta expectativa de vida de um produto na prática e na utilidade proclamada está incluída na estratégia de marketing e no cálculo de lucros: tende a ser preconcebida, prescrita e instilada nas práticas dos consumidores mediante a apoteose das novas ofertas (de hoje) e a difamação das antigas (de ontem). Entre as maneiras com que o consumidor enfrenta a insatisfação, a principal é descartar os objetos que a causam. A sociedade de consumidores desvaloriza a durabilidade, igualando “velho” a “defasado”, impróprio para continuar sendo utilizado e destinado à lata de lixo. É pela alta taxa de desperdício, e pela decrescente distância temporal entre o brotar e o murchar do desejo, que o fetichismo da subjetividade se mantém vivo e digno de crédito, apesar da interminável série de desapontamentos que ele causa. A sociedade de consumidores é impensável sem uma florescente indústria de remoção do lixo. Não se espera dos consumidores que jurem lealdade aos objetos que obtêm com a intenção de consumir. (BAUMAN, Zygmunt. A vida para o consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. P.31). Texto 2 Mais de 130 mil chilenos participam de uma ação coletiva que acusa a Apple de praticar obsolescência programada com o iPhone. Um processo similar está em vias de ser aberto no Brasil: o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) está colhendo denúncias de usuários no Brasil que acreditam que seus iPhones sofrem do mesmo problema. De acordo com a organização que move o processo coletivo no Chile, a ação acusa a Apple de fazer a eficiência dos iPhones cair após algum tempo de uso de modo a forçar o usuário a trocar o aparelho por um mais novo. Ainda segundo a acusação, essa é uma tática que diminui deliberadamente a vida útil dos iPhones. O Idec cita o caso chileno como referência e explica que a Apple vem sendo investigada em países como Estados Unidos e França por omitir informações sobre desempenho e durabilidade de seus produtos. A entidade também explica que, no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor proíbe esse tipo de omissão. De modo geral, as ações têm como base o programa de troca de baterias que a Apple promoveu em 2018. Depois de numerosos relatos de usuários cujos iPhones ficaram mais lentos com o passar do tempo, a companhia admitiu que a perda de desempenho é planejada — a troca da bateria faz o desempenho do smartphone voltar ao normal. Quando o assunto ganhou o noticiário, a Apple explicou que a velocidade do processador é diminuída para aumentar a vida útil dos dispositivos, mas o argumento não convenceu. Fonte: tecnoblog idec Texto 3 Fonte: anarquista obsolescencia Leia também: Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientais Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental Tema de Redação: desenvolvimento sustentável Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente Tema de Redação: Dessalinização da Água Tema de Redação: Desastres ambientais
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Dessalinização da Água”. TEXTO 1: Dessalinizar a água do mar em grande escala ou captar a umidade da atmosfera são duas alternativas que não estão longe de se tornar realidade, mas não resolverão a crise global de água potável, afirma Peter Thomson, enviado especial da ONU para os oceanos. Thomson, um fijiano que presidiu a Assembleia Geral da ONU e em sua época de diplomata lutou contra o aquecimento global que ameaça arquipélagos como sua terra natal, acredita que essas alternativas que hoje soam a teoria científica poderiam ser parte de uma solução mais ampla se primeiro as mudanças climáticas forem freadas. “As soluções, as ideias, estão todas aí. Agora se trata de trabalhar para definir quais são financeiramente viáveis e quais são cientificamente viáveis. Mas há soluções para quase todos os problemas que se apresentam”, disse à AFP durante o 8º Fórum Mundial da Água que acontece em Brasília. “Assim como a agricultura, a dessalinização tem seus problemas. O que fazer com o descarte de solução salina que é obtido durante o processo, ou como produzi-la de forma sustentável para o meio ambiente? Se não tivesse, estaríamos falando de magia”, acrescentou. Thomson, defensor do acordo de Paris sobre o clima, considera a divisão entre água doce e marinha “artificial, porque tudo está conectado: a terra, o mar, o clima”. Seu trabalho em Brasília é convencer seus interlocutores de governos, empresas e da sociedade civil que as metas de desenvolvimento sustentável da ONU também estão interligadas. Especialmente a sexta (sobre água doce limpa) e a 14 (sobre a vida marinha). Sem um mar saudável, não se poderá pensar em alternativas que ajudem a combater a escassez de fontes de água segura que afeta bilhões de pessoas. FONTE: eos consultores – barreiras dessalinização da água TEXTO 2: FONTE: g1 globo – siderúrgica inicia projeto para dessalinizar água do mar e usar na produção Leia também: Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente Tema de redação: A questão da água no Brasil Tema de Redação: Desastres ambientais Tema de Redação: Poluição do ar e seus impactos na saúde da população] Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientais
A partir da leitura dos textos motivadores a seguir e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Assédio por intrusão (stalking)”. TEXTO 1 sobre Assédio por intrusão O termo stalking vem do verbo to stalk, em inglês, que define o ato de perseguição incessante. A expressão é empregada para denominar o predador que controla a presa de forma contínua durante uma caçada. O perseguidor obsessivo é chamado de stalker, que adota várias táticas para obter informações da vítima, acompanhar sua vida e, em certas situações, até mesmo ocasionar danos psicológicos. Além de açodar online, o stalker pode perturbar a vítima pessoalmente, realizar ligações telefônicas, enviar e-mails e mensagens para o celular, além de publicar fatos ou boatos desairosos na internet, entre outras ações. Em certos casos, ainda manda presentes e frequenta os mesmos lugares do perseguido. As razões para esse comportamento obsessivo podem ser inúmeras como sentimentos de amor, inveja, vingança, ódio ou simples brincadeira. Muitas das ocorrências de stalking são registradas por pessoas após o rompimento de um relacionamento afetivo. Por não aceitar a decisão, o stalker começa a rastrear a vida do ofendido e, a depender da interação, até mesmo restringir sua liberdade. Há situações de perseguidores fãs de celebridades que agem tanto na internet como no mundo real. Nos casos mais graves, os stalkers podem usar ameaças e violência, inclusive ocasionando vandalismos, danos à propriedade ou praticar ataques físicos, cujo principal intento é amedrontar e atemorizar a vítima. Uma das ocorrências mais emblemáticas no Brasil envolveu apresentadora Ana Hickmann, no ano de 2016. Não satisfeito em acompanhar, de longe, a vida da artista, o perseguidor foi aos limites, invadiu o hotel onde ela estava, driblando a segurança e chegando até o quarto de Ana. Ato contínuo, passou a proferir ofensas diversas contra a artista, inclusive munido de arma de fogo. Porém, acabou morrendo após luta corporal com o cunhado de Ana. FONTE: lfg – stalking pode ser considerado crime TEXTO 2 sobre Assédio por intrusão Há 2 anos, quando começou o que a radialista Verlinda Robles hoje chama de “pesadelo”, ela pensou que fosse algo inofensivo, apenas um homem que dizia gostar muito da voz que ouvia em programas de rádio: “Ele ligava todos os dias na emissora, pedia músicas, e comecei a estranhar quando ele alongava a conversa, fazia perguntas pessoais, comentários que me deixaram realmente incomodada, então passei a evitar as ligações. Quanto mais eu evitava, mais ele ligava”, conta. Em 25 de janeiro de 2019, ela registrou o primeiro boletim de ocorrência contra o homem. Nos dois últimos anos, Verlinda mudou de cidade 4 vezes e chegou a ir para o exterior, tentando fugir das investidas dele, que dizia estar “apaixonado”. “Ele me ligava constantemente, e eu não podia trocar meu número, era importante para meu trabalho, então, bloqueava os telefones que ele me ligava. Assim que eu bloqueava um número, ele comprava outro chip e me telefonava novamente, dezenas de vezes”. O que fez a radialista procurar a polícia foi descobrir que o suspeito mudou o endereço da fatura telefônica dela para o endereço dele: “Percebi que minhas faturas não estavam chegando, entrei em contato com a operadora e descobri que o endereço havia sido alterado para a casa dele, como se vivêssemos juntos. Já pedi cópia da gravação, deve chegar em 10 dias”, comenta. O caso tornou-se público quando ela fez um desabafo em sua página pessoal no Facebook, como forma de segurança: “Se acontecer alguma coisa comigo todos saberão quem foi”. Nesta quarta-feira (6), um novo boletim de ocorrência será registrado. Verlinda precisa de um comprovante de residência, e as contas de telefone, que seriam usadas para isso, permanecem com o endereço do suspeito. Ela conta que o homem causou constrangimento diversas vezes, pedindo a terceiros que ligassem para ela, enviando perfumes, roupas e até dinheiro para a rádio onde trabalhava. Verlinda diz que jamais aceitou, e sempre que ia devolver os presentes, levava uma testemunha. Uma delas foi a colega de trabalho Diana Dutra: “Ela jamais pediu nada daquilo, ou deu qualquer sinal a ele de que estava disposta a ter algum tipo de relacionamento. O que mais me impressiona é que as pessoas achavam aquilo engraçado, como se ela não tivesse o direito de se incomodar com as ‘gentilezas’ de um homem com quem não queria contato”, relata Diana. Diana conta que a amiga chorou diversas vezes pedindo ao homem que a deixasse em paz: “Ele dizia que não faria isso porque ‘Deus havia mandado ela para ele e que os dois iriam ficar juntos’”. Hoje elas não trabalham mais juntas. Verlinda deixou o emprego na cidade de Costa Rica, onde mora o homem, e mudou-se para Nova Andradina, a uma distância de 627 km. Mesmo em outra cidade, os presentes e as ligações continuaram. FONTE: g1 globo – vitimas de assédio esbarram em lei que não vê urgência em crime de perturbação TEXTO 3 sobre Assédio por intrusão No Brasil o stalking não é considerado crime e sim contravenção penal, nos termos do artigo 65, da Lei de Contravencoes Penais, Decreto-lei n. º 3.688/41, ex vi : Art. 65. Molestar alguém ou perturbar-lhe a tranqüilidade, por acinte ou por motivo reprovável: Pena prisão simples, de quinze dias a dois meses, ou multa (…). Fato é que a maioria das vítimas alvo de stalkers são mulheres, sendo assim, importante verificar também a abordagem dada pela Lei n.º 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha: Art. 5º. Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: III – em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação. Art. 7º. São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras: II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e
A partir da leitura dos textos motivadores a seguir e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa, respeitando as diretrizes dos Direitos Humanos, sobre o tema “Racismo velado”. TEXTO 1 “Por ser negra e mulher, tenho diversas histórias. Racismo e machismo se combinam”, disse à reportagem uma universitária, de 27 anos, que preferiu não se identificar. A estudante, que já foi vítima de agressão dentro da universidade onde estuda, se recorda de um dia quando, ao entrar em um shopping da capital, foi obrigada a apresentar seu documento de identidade. No mesmo momento, uma mulher loira da mesma idade, que entrava ao lado, passou direto sem ser abordada. “Nós temos no Brasil o pior tipo de racismo que existe. É um racismo velado, escondido, que ninguém vê, mas que acontece”, critica. “A sociedade está o tempo todo tentando abafar e silenciar a opressão, invertendo a situação e culpando o negro”. Em sua visão, é preciso dar visibilidade a tantas atitudes racistas e preconceituosas que acontecem cotidianamente nas cidades. “Tanto o Estado quanto a mídia contribuem para esse racismo velado e institucional, construindo o modo como as mulheres são retratadas. A imagem da Globeleza na TV, por exemplo, é uma mostra da hipersexualização da mulher negra como produto de exploração sexual”, avalia. Segundo ela, isso também acontece quando muitos a chamam de morena, em uma tentativa de ‘esbranquiçar’ sua cor. “Não sou morena, sou negra. Temos essa identidade e queremos sensibilizar quem não se reconhece assim”. FONTE: otempo.com.br TEXTO 2 Numa abordagem direta sobre racismo, muita gente talvez diga que não existe discriminação racial no Brasil, ou há quem não se dá conta de seu preconceito velado, escondido, tão banalizado socialmente que pode não ser percebido. Aqui o racismo não é escancarado, além de ser crime, e talvez por esse motivo, é difícil de ser denunciado e superado. O preconceito não fica claro, mas continua ali, mesmo nos dias atuais, implícito nos comentários sobre o cabelo e a cor da pele, no medo ao cruzar com um homem de pele escura na rua, na visão estereotipada de uma sexualidade diferente. Pior: Quem sofre racismo enfrenta obstáculos concretos no acesso a bens, serviços e direitos, além de problemas psicológicos gerados por problemas de aceitação e baixa autoestima. O nosso país foi o que mais recebeu escravos africanos do tráfico, cerca de 5 milhões, e o último do Ocidente a abolir a escravidão. A abolição não foi acompanhada por nenhuma ação no sentido de integrar os afrodescendentes à sociedade brasileira. Dados do IBGE e do Mapa da Violência mostram as estatísticas de cor ou raça no Brasil: os brancos têm maiores salários, sofrem menos desemprego, frequentam mais as universidades; enquanto os negros são os que sofrem mais com o trabalho infantil e com a violência, também são maioria nas cadeias. Apesar de os afrodescendentes negros e os brancos historicamente não viverem em condições econômicas e sociais igualitárias, a convivência entre eles é aparentemente amistosa, o que pode ajudar a dissimular o racismo. FONTE:camara leg camara noticias TEXTO 3: FONTE: a face ocultado racismo Leia também: Tema de Redação: Mulheres Negras no Brasil Tema de redação: cotas Tema de Redação: A seletividade penal no Brasil Tema de Redação: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”?

Oi, Little Liar! Tudo bem com você? Nosso parceiro preparou uma dica especial para quem ama “Pretty Little Liars” e está se preparando para a redação do ENEM, vestibulares ou concursos! Você sabia que é usar PLL na redação, dependendo no tema? Você sabia que dá pra usar a série Pretty Little Liars na redação, dependendo do tema? Bora anotar os assuntos ligados a série Pretty Little Liars na redação em diferentes temas? Sinopse: “Na pequena cidade de Rosewood, cinco melhores amigas guardam grandes segredos. Alison, a líder do grupo, desaparece e suas amigas passam a receber mensagens de uma fonte anônima que assina apenas como ‘-A’. Geral O fio condutor de PLL é a perseguição digital que quatro garotas, Aria, Spencer, Hanna e Emily, sofrem diariamente caladas. Elas são ameaçadas da exposição de seus segredos e, por isso, não conseguem denunciar o agressor (“A”), que se esconde no anonimato online para sadicamente atormentar suas vidas. Como disse a personagem Dra. Sullivan em um discurso, “Hoje em dia, valentões podem causar muito mais estragos. Eles têm armas melhores. Eles podem apertar ‘enviar’ repetitivamente, e se esconderem no anonimato de uma mensagem ou e-mail, o que é a maior das covardias”. Por aqui já conseguimos reparar como Pretty Little Liars dá pra usar na redação, né? Desaparecimento de crianças e adolescentes A trama da série se inicia com o desaparecimento da 5ª membra e líder do grupo, Allison, em uma noite do pijama com as amigas. Todas dormem e, no meio da noite, acordam e sentem a falta de sua “abelha rainha”, que havia sumido. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), o índice de desaparecimento de crianças e adolescentes no mundo vem se elevando a uma taxa superior a 10% anualmente. Só no Brasil, são registrados 50 mil casos por ano. Relação professor-aluno No seriado, há dois exemplos de envolvimento amoroso entre um professor e uma aluna (inclusive na mesma família): Aria Montgomery com Ezra Fitz, que começam um caso no banheiro de um bar antes da posse do cargo de Ezra, e Byron Montgomery, pai de Aria, com Meredith Sorenson, uma de suas alunas e amante extraconjugal. A discussão gira em torno dos limites da relação de um professor com seus alunos, e o quanto casos de paixão, como esses, afetam no aprendizado, objetivo principal do docente. Limites entre pegadinhas/trotes e a violência Numa noite em que as meninas experimentavam roupas, Alison diz que viu Toby, irmão de Jenna, espionando-as e orquestra um plano para soltar uma bomba de fedor em sua garagem como vingança. As demais pensam em apenas contar aos pais, mas Ali afirma que não haveria graça nisso, ordenando, então, a execução da pegadinha. Mas a brincadeira deu terrivelmente errado — a garagem pegou fogo, e estava lá sua irmã Jenna, que se tornou permanentemente cega. É relevante pensar os limites de tais “brincadeiras” atualmente, como os trotes universitários, e os seus efeitos, visto, por exemplo, o caso do calouro da USP que foi encontrado morto, afogado na raia olímpica, ao ser obrigado a pular sem saber nadar. Assédio por intrusão/stalkiing Na 2ª temporada, o clube NAT (sigla traduzida para “Nós vemos tudo”), formado por Ian Thomas, Jason DiLaurentis e Garrett Reynolds, tinha como objetivo obsessivamente perseguir e filmar as garotas de Rosewood, compilando o maior número de vídeos (em sua maioria íntimos) de meninas. O caráter pervertido desse grupo mostra o quão profundo é o problema do stalking, um crime que, por exemplo, ainda não tem legislação específica no Brasil (enquadrando-se como perturbação da tranquilidade). Traumas do bullying na escola A revelação do Original A é feita: Mona. Os motivos que a levaram para fazer as injúrias contra o grupo, além de um claro distúrbio mental, estão na experiência traumática que a personagem tinha na escola. Antes do desaparecimento de Ali, ela era excluída de todas as formas e sofria bullying pela malvada Alison, enquanto nenhuma das outras quatro meninas se pronunciavam. A incessante zombaria com a menina “nerd” e “desajeitada” provocou um desejo cruel de vingança e de inversão de papéis. Mona, por meio do anonimato digital, passava, de vítima, à própria agressora de Alison e suas amigas. Feminicídio O caso do assassinato de Maya, descoberto em detalhes na 3ª temporada, constrói um quadro de feminicídio: Lyndon, seu ex-namorado, era um stalker desequilibrado que, após perdê-la e vê-la com Emily em Rosewood, sente ciúmes e planeja matá-la. Ele muda de identidade, nomeando-se Nate, e muda para Rosewood como um aluno de transferência de arquitetura, tudo para assassinar a ex-namorada que não ficou com ele. O plano é concretizado, resultando na terrível morte da personagem. Saúde mental na adolescência O acúmulo de todo o estresse e trauma do cyberbullying culminaram no colapso total de Spencer no momento da descoberta de que seu namorado, Toby, fazia parte do A Team e, depois, ao encontrar um cadáver falso dele. Nessa hora, ela perde completamente a sanidade mental e o controle de suas emoções, explode, e é, inclusive, internada no hospício Radley, o mesmo de Mona anteriormente. Uma evidência de como os problemas do estresse e relacionamentos (levados a uma escala fictícia maior, claro) podem conduzir os jovens ao estado de instabilidade emocional. Abuso e manipulação de menores Uma das maiores reviravoltas da 4a temporada está no personagem de Ezra, que, embora não seja A, esteve tramando por todo esse tempo um plano próprio — escrever seu romance sobre Alison. Em verdade, ele havia se envolvido com ela antes de tudo, e se aproxima de Aria apenas para coletar informações para escrever a obra. Isso significa que ele sempre soube, desde o início, que Aria era menor de idade (tinha 16 anos) e que seria sua aluna, mas mesmo assim seduziu e manipulou a garota vulnerável, para ser sua fonte para a escrita. O uso de drogas estimulantes entre jovens Spencer cria, ao longo do tempo, uma dependência com anfetaminas: psicoestimulantes que auxiliam a passar noites em claro e fazem o cérebro trabalhar mais depressa. Essas drogas

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Mulheres na política brasileira TEXTO 1 Segundo o Inter-Parliamentary Union, o Brasil é um dos piores países em termos de representatividade política feminina, ocupando o terceiro lugar na América Latina em menor repre樂威壯sentação parlamentar de mulheres. No ranking, a nossa taxa é de aproximadamente 10 pontos percentuais a menos que a média global e está praticamente estabilizada desde a década de 1940. Isso indica que além de estarmos atrás de muitos países em relação à representatividade feminina, poucos avanços têm se apresentado nas últimas décadas. Esse cenário se observa em todas as esfera do poder do Estado. Desde as câmaras dos vereadores até o Senado Federal, essa taxa de representatividade ainda permanece muito baixa, mesmo em um cenário no qual 51% dos eleitores são mulheres. O quadro abaixo, com dados de 2016, mostra como o número de mulheres na política é baixo no Brasil. Como você pode ver, naquele ano, apenas um cargo de governo estadual era ocupado por mulher, hoje a situação não é muito diferente, apenas dois governos estaduais não são governados por homens. Diante desse quadro, percebe-se que as mulheres não têm alcançado as esferas de poder do Estado de maneira igualitária, o que as deixa à margem dos processos de elaboração das políticas públicas. Ou seja, as mulheres não se encontram devidamente representadas nesse sistema político vigente. Embora existam cotas eleitorais (lei que assegura uma porcentagem mínima de 30% e máxima de 70% a participação de determinado gênero em qualquer processo eleitoral vigente) esse mecanismo pouco tem contribuído para melhorar a atuação e a chegada das mulheres aos cargos do governo brasileiro. Como dissemos anteriormente, o percentual de mulheres no poder permanece quase o mesmo desde 1940 . Além disso, muitas das candidatas que se inscrevem na lista de cotas partidárias são consideradas candidatas laranjas, ou seja, são mulheres que não têm interesse em pleitear um cargo político, estão ali só para cumprir o coeficiente necessário que os partidos devem ter para serem considerados legais no processo eleitoral. Algumas nem chegam a fazer campanha política e também não obtém votos qualificados. Dessa forma, a aplicação das cotas vem sendo questionada em relação a sua eficácia no Brasil, pois confere a responsabilidade dos partidos para a promoção da paridade de gênero, mas não tem alcançado uma participação igualitária nos partidos. Fonte: politize – mulheres na política TEXTO 2 Na Câmara, 77 mulheres foram eleitas deputadas federais. Em 2014, tinham sido 51. No Senado, entrarão sete mulheres e uma vaga de suplente será preenchida – a casa contará com 12 senadoras em um total de 81 lugares. “A bancada feminina, apesar de ainda ser pequena, teve um aumento importante”, analisa Rachel Menenguello, professora do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Houve incentivos legais para o crescimento da participação com a regulação do financiamento de campanha. Para cumprir determinação que existe desde 1997, os partidos são obrigados a lançar ao menos 30% de candidatas mulheres para o Legislativo. Em maio, o TSE decidiu que 30% do fundo público de financiamento deveria ser destinado a elas. Uma reportagem da ‘Folha de S.Paulo’ mostrou, a dez dias da ida às urnas, que a maioria dos partidos brasileiros precisou recorrer a candidaturas majoritárias cujas vices ou suplentes eram mulheres para atingir esse percentual mínimo. “Se essas organizações não mudarem internamente, estimulando de forma legítima o ingresso e a atuação delas, a política continuará sendo um universo predominantemente masculino”, completa. Fonte: claudia abril – mulheres no poder TEXTO 3 TEXTO 4 Faça uma redação com o Tema de Redação: Mulheres na política brasileira e nos envie! Leia também: Tema de Redação: Desafios do empreendedorismo feminino Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: Os relacionamentos abusivos em questão no Brasil Tema de Redação: Mulheres Negras no Brasil Tema de redação: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação Tema de Redação: As novas configurações da família contemporânea no Brasil Tema de Redação ENEM (2015): A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Redes sociais e a nova era da comunicação”. TEXTO 1 O mundo está conectado em tempo integral. As fronteiras físicas não impedem a comunicação entre países, o que favorece as relações pessoais e profissionais. A WEB, que significa em português teia ou rede, passou a ter um novo significado com a Internet, uma vez que formou uma rede mundial tornando possível a conexão entre computadores do mundo todo. A WEB é um sistema de informações denominado hipermídia, que permite a comunicação em forma de textos, vídeos, som e animações digitais, que tornam o conhecimento acessível a todos. O que torna isso possível é a ligação da Internet com um navegador, entre eles o Google Chrome, o Safari, o Mozilla Firefox, Internet Explorer etc. Conforme sinalizou o pesquisador Canadense Marshall Macluhan, que viveu no início do século vinte, o mundo se tornaria numa aldeia global. Isto hoje é uma realidade tornando a comunicação móvel, instantânea o que permite trocas a nível mundial. Com isso surgiram as redes sociais, que se tornaram indispensáveis para as comunicações interpessoais, permitindo aproximação entre pessoas conhecidas e abrindo possibilidades de novos relacionamentos, que permitem satisfação pessoal e a concretização de negócios. Milhões de pessoas utilizam as redes sociais para diferentes propósitos. Empresas descobriram um caminho para comunicar suas ações, abrindo um canal que permite um contato direto, o que gera novas possibilidades, principalmente para melhorar seus produtos e serviços, uma vez que as pessoas se sentem a vontade para dizerem o que pensam. Também é possível a reaproximação de pessoas, que perderam o contato ao longo do tempo. Como não há distancia, que não seja vencida pela rede, é comum receber um chamado de pessoas que vivem em outros países, estados ou cidades, o que gera alegria e satisfação pelo reencontro. Fonte: viver e saber TEXTO 2 As redes sociais ampliaram a voz dos atores sociais e possibilitaram a comunicação e a difusão internacional de mensagens acessíveis a quem detenha boa informação, independente do seu poder econômico. Essa nova conjuntura indica que princípios de uma comunicação inclusiva estabelecidos pela chamada Nova Ordem Mundial de Informação e Comunicação (NOMIC), nos anos 1980, estão a se realizar, segundo a jornalista Clara Pugnaloni. Em sua pesquisa de pós-doutorado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, ela aborda o reflexo das redes sociais na cobertura jornalística de agências de notícias internacionais, e no trabalho de Organizações Não Governamentais (ONGs) voltadas à defesa dos direitos humanos. A pesquisadora entrevistou, na França, o dirigente da ONG Human Rights Watch (HRW) e o diretor-presidente do JornalLe Monde Diplomatique, Ignacy Ramonet, além de representantes da Agência Italiana de Notícias (ANSA) e da agência de notícias Reuters. Eles abordaram os desdobramentos da cobertura jornalística sob o foco da Mass Self Communication (Autocomunicação de Massa), evidenciada internacionalmente a partir da chamada Primavera Árabe, quando eclodiram, em 2011, protestos, rebeliões e revoltas populares contra governos de países do Oriente Médio e do norte da África. Segundo a jornalista, para o diretor da HRW, as redes sociais facilitaram a defesa de populações em risco. Jean Marie Fardeau destacou que a rapidez com que, atualmente, se denuncia ataques ou desrespeito aos direitos humanos resulta em maior pressão da comunidade internacional. E, consequentemente, ação mais rápida por parte dos governos envolvidos. Porém, a mesma facilidade que a disseminação da informação trouxe para as organizações internacionais e ONGs, incorporou novas dificuldades. “Existem, hoje, grupos que enviam falsas informações, como imagens de antigos de conflitos, pretendendo divulgá-las como de eventos atuais. O que exige da HRW constante monitoramento para não ser usada politicamente por grupos que manuseiam muito bem essa forma de se comunicar”, relata Clara. Os correspondentes das agências de notícias ANSA e Reuters afirmaram à pesquisadora que uma permanente consulta às redes sociais na cobertura jornalística permite verificar indícios e sinais a serem checados. A confirmação de informações e difusão de forma imediata pelas mídias sociais é percebida pelos correspondentes como uma aproximação aos princípios da NOMIC de Direito à Informação e de Democratização da Mídia. O que, para os jornalistas, ocorreu nas rebeliões internacionais no norte da África e Oriente Médio e, posteriormente, nas manifestações, em 2012, que tomaram de surpresa no Brasil até a mídia convencional. Fonte: jornal usp TEXTO 3 Fonte: benetton comunicacao Leia também: Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: O uso excessivo de celulares na infância Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade Tema de redação: O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências Tema de Redação: Fake news no cenário político mundial
Os artigos sobre “Topo de funil” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
Conhecer planos de correção