Atualizado em
Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Os guias e páginas mais consultadas para entender estrutura, ver exemplos de redação nota 1000 e escolher a correção ideal para o seu objetivo.
Aprenda passo a passo a estrutura dissertativo-argumentativa.
PilarExemplos comentados de redações que tiraram nota máxima no ENEM.
PilarModelos prontos para você usar como base nas suas redações.
Trilha ENEMCorreção nas 5 competências do INEP por professores especialistas.
Trilha ConcursosCritérios de CESPE, FGV, FCC, VUNESP e outras bancas.
Trilha VestibularFUVEST, UNICAMP, UERJ, UNESP e outros vestibulares.
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção
Veja mais essa dica de tema que o Redação traz para você! As redes sociais, entre elas facebook e twitter, têm sido tema de amplos debates no que se refere a seu uso. É comum encontrarmos notícias, editoriais e artigos de opinião (também chamados de artigos assinados) que discutem esse assunto. O artigo de opinião é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista, sustentado, geralmente, em dados e opiniões de outros autores/fontes, com o objetivo de convencer o leitor. Veja excertos que tratam do tema redes sociais: O psicólogo e diretor de segurança da Safernet Brasil, Rodrigo Nejm, preparou 10 dicas de segurança para você. Uma dessas dicas é a seguinte: “Pense duas vezes antes de publicar – Lembre-se de que uma rede social é um espaço público e que toda informação que você colocar lá vai ficar disponível para grande parte dos usuários. São amigos dos amigos dos amigos… Por isso é muito importante pensar bem no tipo de informação que vai publicar e evitar exposição desnecessária.” Fonte A internet se desenvolveu de tal forma nos últimos tempos que foi proporcionando aos poucos a criação de diversos meios e serviços que ajudaram a democratizar a informação. Fez também com que grande parte da população do globo tivesse rápido acesso a vários tipos de informações e pudesse compartilhar essas informações através das redes sociais de comunicação e interação, ao mesmo tempo e em tempo real de forma livre. (Victor Seiji Endo. Redes sociais: a democratização da informação e comunicação) Fonte Especialista em Direito Eletrônico/Direito Digital, o advogado Rafael Fernandes Maciel vem estudando muito o tema e faz alertas sobre esse assunto que julga de extrema relevância. Ele afirma que as pessoas podem dizer o que quiserem em sites como Twitter e Facebook, desde que não atinjam direitos dos outros. Fonte Considerando esses excertos, elabore um artigo de opinião sobre o uso das redes sociais no mundo contemporâneo.
Veja mais um tema que o Redação escolheu para você! Texto I Professor sob ameaça por Tory Oliveira Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. “Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam”, explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na capital mineira, em dezembro de 2010, também ajudou a catalisar o lançamento de uma campanha contra a violência nas escolas. De lá para cá, foram registradas 131 denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias. No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. “A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento”, conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano. Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. “É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar.” Professora universitária do Rio Grande do Sul, C. A., de 40 anos, buscou os serviços do NAP após anos de hostilidade por parte de colegas e de omissão por parte da diretoria. “Ninguém se preocupa, acham que é frescura de mulher. A gente é considerada louca”, contou emocionada a docente, que não quis se identificar. Por causa de disputas políticas dentro da universidade, C. passou a ser alvo de um grupo que assumiu seu antigo cargo. Quando resolveu registrar um boletim de ocorrência, ouviu da direção que o problema era dela. “O silêncio é a pior coisa. Sofri agressões e virei motivo de piadas.” […] Reflexo social A agressão ao professor não é algo isolado, mas fruto de uma relação violenta que se estabelece entre o corpo discente, entre alunos e professores, entre o sistema educacional e os estudantes ou mesmo entre a escola e a comunidade. “Essa questão é algo complexo e sistêmico”, analisa Patrícia Constantino, pesquisadora do Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde da Fiocruz. “A escola está inserida numa sociedade que identifica a violência como forma de resolver conflitos”, afirma a doutora em Psicologia pela USP, Luciene Tognetta. Segundo a organizadora do livro É Possível Superar a Violência nas Escolas?, os conflitos nas instituições de ensino são agravados pela “terceirização” da educação dos estudantes. A família, tradicionalmente responsável pela formação moral dos alunos, já não dá conta desse processo, analisa. Já para a psicanalista e doutora em educação Roseli Cabistani, a violência é uma questão social. “A escola é testemunha e palco de um ‘sintoma social’, algo que extrapola e é uma denúncia do mal-estar na educação e na sociedade.” […] Fonte Texto 2 Fonte: Cícero Texto 3 SP: quase metade dos professores já sofreu alguma agressão nas escolas Pesquisa em São Paulo, que ouviu 1.400 docentes, mostra que 84% conhecem algum caso de violência onde lecionam O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa sobre a violência praticada nas escolas estaduais de 167 municípios. Os índices mostram que 44% dos 1.400 professores ouvidos já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%), agressão física (5%), discriminação (5%) e furto (5%). No total, 84% dos profissionais ficaram sabendo, em 2012, de casos de agressão nas escolas onde lecionam e 57% as consideram violentas. Em média, quem mais sofre violência escolar são os educadores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma. A taxa mais baixa é para o professor homem do ensino fundamental um – um em cada quatro docentes foi violentado. De acordo com 95% dos entrevistados, o principal autor da violência na escola é o próprio aluno, que também é a maior vítima, como dizem 83% dos profissionais. […] Quando perguntados sobre quem deve ser o principal colaborador para reduzir a violência na escola, 35% afirmaram que a tarefa cabe aos pais ou responsáveis, enquanto 25% disseram que a própria escola deve tomar a iniciativa. Nesse quesito, o estudo mostra que 71% das escolas menos violentas possuem algum tipo de campanha contra a violência escolar, contra 57% nas escolas mais violentas. Fonte Com base nos textos acima, no seu conhecimento e na pesquisa que você fará sobre o tema, redija um texto dissertativo-argumentativo que reflita sobre a violência nas escolas brasileiras.

Confira mais uma dica de tema do Redação Online para você! Texto 01 “[…] Mas a queda da taxa de mortalidade pode causar uma errônea banalização da Aids. Apenas no primeiro semestre de 2014, 65 novos casos foram registrados em Franca e região pelo Programa Municipal DST/Aids. Segundo dados do Programa, 60% dos diagnósticos são de pessoas heterossexuais, 50% tem dos diagnosticados têm idade entre 21 a 35 anos, e o número de homens portadores do HIV é o dobro do total de casos registrados entre as mulheres.” Fonte Texto 02 Com o sucesso dos coquetéis anti-Aids, nos anos 90, os pacientes deixaram de receber sentenças de morte ao serem diagnosticados. No entanto, os bons resultados do tratamento parecem ter tornado a sociedade mais complacente e os cuidados com a prevenção diminuíram. O Brasil vem registrando uma média de 38 mil novos casos por ano e de mil mortes por mês. O médico infectologista Jean Gorinchteyn acredita que os índices podem ser ainda maiores. O Ministério da Saúde obriga que seja feita uma notificação de testes que derem positivo para o vírus HIV em qualquer estabelecimento do país, seja na rede pública ou privada. “Esses números vão realmente expressar a realidade”, aponta o especialista.Ele destaca que a população jovem é a mais vulnerável. “Eles têm informação e acesso ao preservativo, mas não usam. Tratamento, na cabeça das pessoas, é igual a cura. Essa visão distorcida faz com que haja uma banalização dos riscos”, afirma Gorinchteyn. O infectologista ressalta que muitos jovens deixam de usar camisinha após quatro ou cinco relações com a mesma parceira, sem, no entanto, fazer exames sorológicos. Texto 03 Jovens como o morador de Rio do Sul fazem parte de um grupo que gera preocupação em Santa Catarina. O número de pessoas de 15 a 19 anos portadores da doença saltou 56% no Estado de 2012 a 2013. Desde o início deste ano até outubro, foram 50 novos casos diagnosticados. Para a gerente de Vigilância das DST/aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Ingrid Bittencourt, há uma certa banalização da aids, porque com a medicação e tratamento, muitos acreditam que o vírus não leva o paciente à morte: Estamos retomando essa conversa, porque aids mata. Se não se cuidar, realmente Mas se o paciente tratar, pode ter qualidade de vida. Assim como o Estado, Florianópolis é a segunda Capital no país em número de casos detectados. A gerente de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Ana Cristina Vidor, afirma que houve um relaxamento no uso da camisinha. No início, todos os grupos sociais tinham medo da doença e começamos a perceber mudanças de comportamento e o crescimento no uso de Agora, o uso está muito menor que outros anos. Fonte Texto 04 “Doença comum” Hoje, vivemos uma terceira onda de como a Aids é apresentada no Brasil. As últimas políticas anunciadas indicam que o caminho governamental para o enfrentamento passa por duas ordens claras: descubra o mais rápido possível, e não transmita à ninguém. Alheio à realidade das pessoas que vivem com HIV, principalmente nas questões apontadas pela sociedade civil organizada, o governo federal investe cada vez mais em ações fáceis, desprezando anos de avanços na concepção de saúde aliada a direitos humanos. Assistimos a propostas curiosas, como o fim do aconselhamento na testagem e a venda de kits de autotestagem em farmácias e outros locais. Um resultado que impacta fortemente a vida de uma pessoa acaba ao lado de sabonetes e cotonetes. Na ânsia de localizar o vetor transmissor do HIV, várias organizações da sociedade civil estão sendo cooptadas para esta prestação de serviços ao Ministério da Saúde, testando pessoas vulneráveis sem garantia de retaguarda de tratamento. Os ativistas dessas organizações contam apenas com um treinamento raso. Além disto, a sucessiva insistência de transferência do atendimento especializado para a atenção básica e a mudança recente do esquema de medicamentos – fornecendo remédios fortes para a pessoa com diagnóstico positivo, independente do seu quadro de saúde – são fatores de culpabilização e de responsabilização à pessoa que vive com HIV ou com Aids. Vivemos um tempo de banalização da própria vida com aumento da violência e dos crimes institucionais, com a ampliação do descaso do Estado e com a queda da intersetorialidade como preceito de saúde pública mais ampla. Vivemos também um tempo de banalização da Aids. Se antes o medo se destacava, e depois venderam a ideia do controle, hoje nota-se a estratégia de tornar banal um resultado positivo. A resposta do momento é totalmente medicamentosa. Saúde pública sem direitos humanos respeitados é mero higienismo disfarçado, que gera banalização de coisas sérias e respostas meramente artificiais e limitadas. Fonte

Confira mais uma dica de tema do Redação Online para você! Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil. Texto 1 A Câmara dos Deputados elegeu na tarde desta quinta-feira (17), em votação aberta, os 65 integrantes da comissão especial que primeiro analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O prazo inicial para apresentar os nomes era até 12h, mas foi prorrogado até 13h (veja a lista com os integrantes da comissão ao final desta reportagem). A comissão foi eleita por 433 votos a favor e apenas 1 contrário, do deputado José Airton Cirilo (PT-CE). “Está eleita a comissão especial destinada a dar parecer quanto à denúncia contra a senhora presidente da República”, anunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 15h48. Pela proporcionalidade das bancadas, PT e PMDB serão os dois partidos com mais integrantes na comissão, 8 cada. O PSDB terá 6 representantes. Cunha também anunciou que está convocada para as 19h desta quinta uma sessão em um dos plenários das comissões para a eleição de presidente e relator da comissão do impeachment. Segundo o presidente da Câmara, 45 dias é um “prazo razoável” para concluir toda a tramitação do processo de impeachment na Casa. Fonte Texto 2 Apesar do crescimento do tamanho do protesto contra a presidente Dilma Rousseff, o perfil dos manifestantes que foram à avenida Paulista neste domingo (13) se manteve elitizado. Os dados são de pesquisa do Datafolha feita por meio de 2.262 entrevistas durante o ato. A exemplo das outras grandes manifestações contra Dilma ao longo do ano passado, os manifestantes deste domingo tinham renda e escolaridade muito superiores à média da população. Segundo o instituto, a maioria dos participantes eram homens e com idade superior a 36 anos. Disseram que possuem curso superior 77% dos entrevistados, enquanto no município o índice é de 28%. O patamar é praticamente o mesmo do aferido pelo Datafolha em outras quatro manifestações pelo impeachment em São Paulo. Fonte Charge Faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil e nos envie!

Mais uma dica de tema de redação para você! Leia os textos abaixo e escreva uma redação com o Tema: a questão dos transgênicos. Texto I Polêmica sobre alimentos transgênicos chega ao Brasil Por Andréa Paes Alberico A polêmica em torno dos alimentos geneticamente modificados ganhou força no Brasil depois que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) começou a se manifestar contra a produção dos transgênicos. Há duas semanas, a revista Veja publicou uma reportagem criticando a postura do movimento, acusando-o de estar na contramão do progresso. Mas o que, afinal, são os alimentos transgênicos ou OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) e por que causam tanto debate? Em termos gerais, os transgênicos são todas as plantas e animais com gene de outra espécie introduzido. Os genes são carregados para dentro do organismo geralmente através de um vírus, que tem neutralizados seus genes patogênicos para servir só para o transporte de gene que se quer introduzir. Não há ainda animais transgênicos, embora haja experiências nessa área. “O que existe hoje são plantas e fármacos transgênicos”, explica Marijane Lisboa, coordenadora da campanha “Brasil livre de transgênicos”, do Greenpeace – entidade ambiental que, há mais de três anos, vem lutando, no mundo inteiro, para que não se autorize o plantio comercial e o consumo de plantas geneticamente modificadas. De acordo com Rubens Onofre Nodari, doutor em Genética e membro do grupo de estudos sobre plantas transgênicas da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a safra de transgênicos no mundo foi de aproximadamente 27,5 milhões de hectares —e ainda está sendo colhida. Em 1997, foi de cerca de 12,6 milhões de hectares (os números excluem a China, que também produz transgênicos, mas de onde não há dados. Juntos, EUA, Canadá e Argentina respondiam por 98% dos plantios no ano passado. No Brasil, foram aprovadas, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), desde 1997, 626 liberações planejadas de OGMs no meio ambiente, experimentais ou demonstrativas. São culturas de algodão, arroz, batata, cana-de-açúcar, eucalipto, fumo, milho e soja. Para a instalação desse tipo de liberação —experimental ou demonstrativa—, basta a autorização da Comissão. Em outubro do ano passado, foi publicado no Diário Oficial da União um parecer técnico conclusivo da CTNBio aprovando a solicitação da Monsanto do Brasil Ltda. de liberação comercial da soja geneticamente modificada, que é tolerante ao herbicida Roudup Ready, de sua fabricação. O parecer da CTNBio é o primeiro passo para que a empresa possa plantar comercialmente essa soja no país: é preciso, agora, autorização dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e, no da Saúde, são feitos registros dos produtos. Os problemas As consequências para a saúde humana do consumo de transgênicos e de seus produtos ainda são desconhecidas e é esse o principal motivo da Europa ser contra a sua utilização. “Não há dados sobre riscos à saúde humana. Não dá para ser conclusivo”, diz Rubens Nodari. O impacto sobre o meio ambiente da introdução dos OGMs é outro ponto levantado: “há mais risco de se provocar um desequilíbrio na natureza”, diz Marijane Lisboa. “Vai se usar herbecida de amplo espectro, destruindo também plantas que são habitats para animais benéficos. O desequilíbrio nos deixa mais vulneráveis para catástrofes naturais, como, por exemplo, novas pragas”, afirma ela. Outro problema ambiental diz respeito à possível destruição da variedade genética, que constitui o banco de dados da natureza. “Perdendo-se isto, não se pode mais recorrer a ela quando se precisa criar novas variedades, por exemplo. Não se pode criar algo do nada”, diz Marijane Lisboa. Há ainda o aspecto comercial: “o mercado europeu e o Japão estão mais interessados em ter produtos não transgênicos. Os Estados Unidos estão perdendo mercado para o Brasil, que é o segundo maior produtor mundial de soja. Se só os transgênicos fossem disponibilizados para o mercado mundial, o mundo que teria que se render”, diz Marijane Lisboa. Os transgênicos têm impacto também na economia rural familiar. “A pequena propriedade rural é responsável pela produção de alimentos para o Terceiro Mundo”, diz Marijane Lisboa, acrescentando que “se esses produtores são alijados do mercado, a segurança alimentar fica cada vez mais ameaçada”. […] Fonte: correio cidadania Texto II Câmara aprova retirada de aviso de produtos transgênicos. A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira 28 o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos de produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contenham ou sejam produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá. De acordo com o projeto, o aviso aos consumidores somente será obrigatório nas embalagens dos alimentos que apresentarem presença de organismos transgênicos “superior a 1% de sua composição final, detectada em análise especifica” e deverá constar nos “rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor, bem como nos recipientes de alimentos vendidos a granel ou in natura diretamente ao consumidor”. Nesses casos, deverá constar no rótulo as seguintes expressões: “(nome do produto) transgênico” ou “contém (nome do ingrediente) transgênico.” Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito do consumidor de saber o que está comprando. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, defendeu o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, reiterou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. “Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando

Parece mentira? Pois leia nossas dicas e descubra! Ao contrário do que a maioria pensa, isso pode ser um momento prazeroso se feito de maneira agradável. Por isso, viemos aqui para te dar boas dicas para você não se cansar nessa jornada de estudos para o Enem. – É muito importante que você crie um tempo para isso. Se você é daqueles que deixa para estudar no últimos dias, saiba que vai passar por apertos. Se começar agora, você tem tempo de criar métodos divertidos para aprender mais. – Escolha bem o seu lugar de estudos, de preferência onde tenha o mínimo de distrações possíveis. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir a cozinha fazer um lanche ou ir ao banheiro. – Não se esqueça das pausas! A cada hora, dez minutos de descanso. – Uma boa tática é criar um grupo de estudos ou chamar um amigo ou colega de turma com quem estudar. Os dois modos, têm bons resultados. Estudar com mais pessoas é uma opção que deixa essa prática mais animada e sem cair na rotina. – Não deixe que os estudos caiam em uma mera rotina. Para isso, criem canções com aquelas matérias mais difíceis e objetivas. Se for estudar história, se imagine lendo para uma criança e conte para ela um conto ou como e fosse um filme. Mas faça isso em voz alta! – Se estiver estudando com mais gente, crie jogos e competições. Determinem um prêmio para aquele que aprendeu mais coisas em um tempo determinado pelo grupo, como um vale IFood, por exemplo. A competitividade pode aumentar incitar em bons resultados. Os estudos podem ser mais dinamizados. Mantenha o foco que em pouco tempo você vai ver os resultados. Agora que tem essas dicas legais, é começar que ainda dá tempo! 😉

Antes de começar a etapa de preparação para o vestibular, é importante que o candidato descubra novas maneiras de estudar, como um cursinho. É essencial que haja foco e organização. É necessário que o vestibulando tenha em mente suas motivações: O que eu quero? O que realmente gosto? Por que eu comecei o cursinho? Depois de ter claro os seus objetivos é hora de organizar uma rotina de estudos que deve durar até o vestibular. Uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Encare seus estudos a sério, como se fosse um trabalho! Veja algumas dicas para você aproveitar bem o seu curso preparatório para o vestibular Drible a falta de interesse no cursinho! Infelizmente a falta de interesse, a preguiça, o preparo do corpo para as horas de estudo e o tempo gasto com distrações são as coisas que mais atrapalham os alunos no momento de dedicação no cursinho. Tudo em volta fica mais interessante quando se esta estudando. Tente combater essas dificuldades, escolha bem o seu lugar de estudos, às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para estudar, pois pode haver muitas distrações. Lembre-se sempre do principal motivo de você estar estudando no cursinho. É necessário que você se inspire naquilo que deseja.

Mais uma dica do Redação para estudantes e concurseiros! O resumo é uma técnica que ajuda em uma melhor compreensão e na interpretação de textos e livros e serve como auxílio no aprendizado. Não se deve copiar apenas os pontos mais interessantes é necessário que você o compreenda. E Só copiar não adianta, tem que fazer resumo! O resumo é um gênero textual utilizado para a otimização de estudos e pesquisas, permitindo ao estudante reconhecer a importância das técnicas de fichamento – sintetizar aspectos significativos de um texto. Pesando na grande dificuldade que os alunos têm passado para escrever um resumo, separamos algumas dicas para que você tenha êxito nos estudos. – Depois te ler um texto ou um livro, se pergunte: O que realmente está sendo dito, explicado e comentado? Qual é o problema levantado pelo autor? – Se for resumo de um texto: selecione as informações mais importantes e relevantes em cada parágrafo com base nas perguntas acima. – Se for resumo de um livro: Seleciona as informações mais importantes de cada capitulo com base nas perguntas feitas para si mesmo. – Após fazer a seleção é hora de interpretar e escrever com suas próprias palavras (nada de cópia) o que você entendeu daquelas ideias relevantes que foram selecionadas. Você sabe qual é a diferença entre resumo e resenha? Como diferença básica entre o resumo e a resenha é opinião. O resumo tem como característica a síntese de um texto, não pode constar sua opinião sobre a obra. Já a resenha tem por característica principal uma avaliação crítica do objeto resenhado. Lembre-se: É um texto opinativo. Quantas vezes você já ouviu “Não adianta tentar, você não vai conseguir”? Não deixe de tentar algo que você sempre sonhou só porque outros acham que podem medir sua capacidade. Faça. Se não tentar, nunca saberá o resultado dos seus esforços.

Conheça mais uma dica do Redação Online para melhorar sua produtividade! Sabemos que se matar de estudar não vai ajudar muita coisa, o correto é desenvolver algumas técnicas para facilitar os estudos. Estudar tudo de uma vez só, não vai te ajudar a se dar bem no vestibular ou aprender tudo que você precisa em poucas horas, pois seu cérebro não é uma máquina incansável. Venha ver Técnicas de para aumentar a produtividade nos estudos. Normalmente quando vai se aproximando o dia da prova, o aluno costuma se desesperar e quer aprender tudo de uma só vez. Mas para realizar isso com sucesso, você precisa entender algumas técnicas que vão aumentar sua produtividade nos estudos. Então vamos lá! Getting Things Done (GTD) A ideia é anotar em um caderno ou aplicativo tudo o que vem à sua cabeça: coisas a fazer, ideias, informações, etc. Depois, de acordo com prazos, projetos e contextos você deve organizar o que foi anotado para ver por onde deve começar a trabalhar. Técnica Pomodoro A metodologia consiste em manter o foco em determinada atividade por 25 minutos consecutivos (o chamado Pomodoro). Ao fim deste período, sugere-se uma pausa rápida, algo entre 3 e 5 minutos, para realizar atividades pendentes como responder o whatsapp, fazer uma ligação ou o que preciso for. A cada 4 Pomodoros, uma pausa maior é concedida. Algo entre 15 minutos. É a técnica mais recomendada, justamente pelo fato de exigir a concentração pelo tempo que o seu cérebro consegue se manter focado. Strict Workflow Strict Workflow é uma extensão para navegador que auxilia no uso da técnica Pomodoro. Durante os 25 minutos do ciclo de trabalho, ela bloqueia o acesso a sites de distração como Facebook, Twitter e Youtube. Você pode editar essa lista e acrescentar outros endereços. Todoist Gerenciador de listas de tarefas que possui espaços para lembretes, prazos e anotações, além de permitir marcações em categorias como projetos ou subprojetos. Você pode utilizá-lo somente através do site, mas também há versões de aplicativos para smartphones e extensões para navegadores. Toggl Com o Toggl, é possível contabilizar o tempo gasto com cada atividade. A ideia é que se inicie a contagem sempre junto ao começo de cada tarefa. Com esses dados, a ferramenta gera relatórios detalhados de como você gasta seu tempo, o que pode te ajudar a pensar em uma maneira melhor de gerenciar suas atividades — além de mostrar, obviamente, quanto tempo você perde com distrações.

Ficar cansado pode ser mais destrutivo do que você pensa. Nas vésperas do Enem, o importante agora é dormir bem. Se você pensa que isso não tem nada a ver e que não faz sentido, dê uma olhada em como o seu cérebro sofre com quando você não dorme direito. Venha ver e Descubra algumas consequências por não dormir direito. Perda de memória Se imagine na hora da prova e a memória começa a falhar. Isso não é nada legal. Os cientistas explicam que enquanto dormimos o hipocampo, uma parte do cérebro, exibe um padrão de atividade neural quando a mente “grava” novas informações. Então se você não dorme, perde parte de sua memória. Resposta rápida Quando você não dorme, seus argumentos ficam meio sem sentido. E isso não pode acontecer de forma alguma na hora da redação do Enem. Os cientistas explicam que as atividades no Giro frontal inferior – responsável pelo poder de argumentação – melhoram enquanto dormimos. Caso contrário, o cansaço afeta os processos cognitivos do pensamento, o que ajuda na hora de um debate ou argumentação. Distração Sabemos que quando estamos estudando é muito fácil perder o foco. Existe uma parte do cérebro responsável pela atenção e ela é uma das mais prejudicadas quando estamos cansados. Depois de uma boa noite de sono, seu cérebro descansa e volta ao normal. Sendo assim, você se concentra melhor no que estiver fazendo, como na leitura ou na resolução de um problema. Dores de cabeça Uma decorrência da falta de sono é a dor de cabeça. As alterações nos lobos frontal, temporal e parietal são os responsáveis pela dor, mas os cientistas ainda não sabem explicar os motivos. Se você tem tendências a sentir dores de cabeça quando esta ansioso comece a policiar quanto tempo tem dormido por noite. Para que nenhum desses efeitos chegue até você, procure dormir o suficiente – pelo menos 8h por noite – para ter um cérebro em plena forma.

Todo mundo sabe que o Enem é famoso pelos longos enunciados, né? O problema é quando lemos tudo e chegamos no final e você se pergunta “e agora?”, ai a solução é ler novamente e no momento em que vai responder dá o famoso “branco”. Como fazer para evitar isso na hora da prova que você tanto se preparou? O importante é você saber como contornar a situação, o “branco” não é definitivo. Vá fazendo outras questões, não adianta forçar a memória que assim não resolver e só vai perdendo o seu precioso tempo. Um importante fator para que isso não ocorra, é a autoconfiança. Você já estudou, se dedicou e se esforçou para realizar essa prova. Você não pode esquecer que ninguém sabe de tudo. Outra coisa que sugerimos é que não fique se martirizando durante a semana do exame. Encare com naturalidade. Siga as dicas de como evitar o “branco”: – Mantenha-se calmo! É só lembrar que você já conhece o conteúdo; – Comece pelo assunto que você mais tem facilidade para resolver; – Leia o enunciado de vagar e com calma, e vai sublinhando o que você achar importante; – Faça outras questões, e depois, volte para aquela questão que você mais sentiu dificuldade; – Assim que receber a prova, ou ficar nervoso, inspire profundamente e solte a respiração lentamente até se sentir relaxado. Só você pode controlar sua ansiedade. Evite preocupações de futuros muito distantes. Coma com calma, respire mais de vagar e durma tranquilamente. Não ponha em risco o seu presente se desesperando com o futuro. Fique calmo que as coisas darão certo.

Além do estudante se preocupar com a prova de vestibular e Enem, ainda tem que lidar com a pressão dos pais, que muitas vezes, é pior que a tensão da prova. Há casos de alunos que acabam desmaiando na hora do exame de tanto nervosismo. Por que além de tudo isso, o aluno cria uma cobrança interna, causando medo e aumentando a ansiedade. Tem casos que os pais querem decidir até o curso do filho, pensando apenas na estabilidade financeira. Sabemos que nossos pais sempre querem o nosso bem, mas esta não é uma decisão que cabe a eles. Estudar por anos algo que você não gosta, é como ir todos os dias a uma sala de tortura mental. Pensando nesse grande problema que muitos alunos sofrem dentro de casa e psicologicamente, preparamos algumas dicas de como você pode contornar essa situação e ser feliz nos estudos! Siga os seus sonhos Muitos filhos sofrem a pressão de uma tradição da família, como “meu avô foi engenheiro, meu pai também, meu irmão já esta se formando para isso e eu também tenho que seguir o mesmo caminho”, não pense dessa maneira. Saiba impor seus sonhos e segui-los. Não tente viver os sonhos de outros, viva o seu. Equilibre a situação Sua vontade deve prevalecer, mas isso não quer dizer que você não deve ouvir seus pais. Ouça os conselhos deles, análise tudo. Depois mostre os reais motivos que te impulsionam a escolher o curso que você tanto deseja. Mostre sua organização É importante que você planeje seu futuro! Seus pais precisam ver que você é organizado e sabe o que quer. Mostre para eles seu cronograma de estudos, isso pode afastar um pouco a pressão. É bom também deixar claro, o que também irá fazer caso não passe no vestibular. Cuidado com a chantagem Infelizmente muitos pais fazem chantagens com os filhos na fase do vestibular. É necessário que você se mantenha forte para que não seja influenciado. Não entre em discussão com eles, mostre para eles o quanto é importante o curso que você escolheu e que o vestibular não é o fim da sua vida! Seja sincero Mostre a eles que a vida não é apenas o vestibular, e o quanto é importante o companheirismo e o apoio deles.
1459 artigos encontrados