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    aumento do êxodo urbano no brasil
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Êxodo urbano na pandemia | Tema de Redação

    Você já parou para pensar o ”Êxodo urbano na pandemia”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Êxodo urbano na pandemia”. TEXTO 1 O movimento de êxodo urbano, quando as pessoas deixam de viver nas grande cidades em busca de uma vida no campo, ou em centro menores, não é novidade na história da humanidade. Em tempos de grandes pandemias, há uma tendência dessa movimentação ganhar ainda mais força. A população de Nova York, por exemplo, diminuiu 66% entre 1920 e 1970 após a pandemia da gripe espanhola. O atual contexto pandêmico do Brasil, um levantamento feito pelo grupo imobiliário ZAP mostrou que de janeiro a maio de 2020 a procura por imóveis com mais de 100 quilômetros de distância de São Paulo, o maior centro urbano do país, cresceu 340%. Além disso, muitas vezes por questões de sobrevivência, também há uma movimentação de pessoas voltando para suas regiões ou cidades de origem – no interior – pelo fato de perderem sua fonte de renda durante a pandemia e se verem obrigadas a voltarem para perto de suas famílias. Muitas vezes as condições de vida nas grandes cidades colocam essa parcela da população em situações de vulnerabilidade. Fonte: hypeness – êxodo urbano e pandemia as pessoas estão mesmo deixando as cidades TEXTO 2 Quando notou que gastava R$ 2.000 por ano em couve orgânica, Luísa Matsushita começou a repensar sua vida em São Paulo. Pouco tempo depois, em meados de 2017, a artista plástica e vocalista da banda Cansei de Ser Sexy vendeu seu apartamento de 98 metros quadrados em Higienópolis e se mudou para um pequeno barraco que ela mesmo construiu numa região cercada por ruas de terra em Garopaba, Santa Catarina. “Um vizinho meu é um cavalo, e o outro são várias vacas, um cavalo e umas galinhas. Eu nunca imaginei que seria essa pessoa que acorda às 5h30 e vai surfar. Eu não era a sereia do mar que curtia praia. Eu sempre fui a criança que ficava dentro do quarto desenhando”, conta, numa ligação telefônica com sons de grilo e coaxar de sapos ao fundo. Trocar o barulho dos carros da metrópole pelo zumbido dos insetos no meio do mato —ou da praia— é um sonho que passou a ser realizado por artistas e milionários de outras profissões nos últimos anos. Impulsionados pela pandemia e em busca de mais isolamento social em oposição à densidade das capitais, eles deram forma ao seu idílio no campo, seja em casas de 12 metros quadrados, como a de Matsushita, ou em mansões de quatro suítes e seis vagas na garagem que valem R$ 8 milhões em condomínios de luxo próximos a São Paulo. “Com a pandemia, o papel da grande cidade foi ainda mais questionado”, afirma Stefano Arpassy, futurólogo da agência de tendências WGSN. Saturados da lógica da competitividade e da produtividade das metrópoles, que foi o que os atraiu num primeiro momento, devido às oportunidades de trabalho, essas pessoas agora vão em busca de uma vida mais saudável para a mente e o corpo e maior qualidade de vida, acrescenta o pesquisador. Quem encara essa mudança são aqueles que podem exercer seus trabalhos de forma remota, como artistas e profissionais liberais, e que não dependem integralmente da dinâmica da vida na cidade grande, acrescenta Arpassy. Por não se tratar de um movimento de massas, no entanto, ele acha incorreto definir esse cenário como êxodo urbano. Fonte: folha uol – pandemia turbina fuga das cidades e influencers vendem novo lifestyle rústico chique TEXTO 3 O historiador Laurent-Henri Vignaud, da Universidade de Borgonha, afirma que “uma epidemia sempre é um momento de teste para uma sociedade e uma época”. Podemos concordar com o historiador – e ainda acrescentar – que além de um momento de teste, a pandemia também acarreta importantes mudanças sociais. Assim como as grandes epidemias no passado, o coronavírus tem deixado marcas por todo o planeta, com países em isolamento, fronteiras fechadas e uma economia fragilizada. Ao lembrarmos da gripe espanhola, em 1918, e da peste negra, no século XIV, causadoras de profundas transformações sociais na época, teremos poucos elementos em comum entre a Europa do final da Idade Média ou então da Primeira Guerra Mundial com a nossa sociedade atual, globalizada e super conectada. Analisemos dois cenários sociais distintos causados – e incrementados – pela pandemia da Covid-19. O primeiro deles é a observação de um êxodo urbano, de características centradas na busca por melhor qualidade de vida; e o segundo aspecto define a aceleração do e-commerce, em constante incremento como opção pessoal – e até como sobrevivência dos usuários em reclusão – para abastecimento de bens de consumo. Já não é de hoje que a turbulência das grandes cidades causa problemas significativos de ansiedade e estresse. Seja pelo efeito nocivo de horas e horas no rush do trânsito de início e fim de expediente, seja pela aglomeração em espaços de compras, falta de tempo para atividades recreativas ou insegurança. Um número significativo de famílias impactadas pelo estresse – que aumenta concomitantemente com o número de casos da doença – contribui para um aumento à procura de moradas maiores e com área verde, longe dos grandes centros, em cidades de porte médio ou mesmo pequenas e até em zonas rurais. Assim se verifica em alguns países como Estados Unidos, França e Canadá, dentre outros. Em Nova York, uma das cidades mais atingidas pelo novo coronavírus, observa-se uma tendência de êxodo urbano determinando uma demanda por cidades mais baratas, menores e mais seguras, uma vez que o vírus torna os grandes centros urbanos bem mais vulneráveis pela maior densidade populacional. Em Montreal e Toronto, no Canadá, cidades atingidas duramente pela crise sanitária e – onde o dia a dia é rápido e envolvente – as inseguranças e restrições tornaram a vida insuportável para alguns

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    12 de ago. de 2021
    filósofos para usar na redação
    Claudia Bechler
    6 min

    Filósofos para usar na redação do enem

    Conheça alguns filósofos para usar como repertório em suas redações! Para quem está focado(a) nas provas do Enem, em especial, para quem treina redação, não é novidade que ter um bom repertório faz muita diferença. Isso porque, quando bem utilizado no texto, pode garantir um desenvolvimento das ideias mais profundo, o que impacta a nota de algumas competências. Portanto, além de treino, é fundamental que você separe um tempo para ampliar seus conhecimentos nas diversas áreas. Assim, você conseguirá se sair bem diante de qualquer tema. Hoje, trouxemos sugestões de filósofos para usar na redação. Associar algumas teorias e citações com o tema, geralmente, é uma boa estratégia. Você está preparado(a)? Se não, comece a anotar! Byung-Chul Han Nem só de K-pop vive a Coreia do Sul. Este pensador sul-coreano é um dos grandes nomes do momento entre os filósofos para usar na redação, em especial porque ele lança um olhar apurado para a sociedade contemporânea. Em suas obras, ele trata das relações – em especial de trabalho – em que, em nome de uma “liberdade” o que se vê são pessoas coagidas. Como assim? Bom, você já ouviu falar em ser “empresário de si mesmo”, não é? Para Byung-Chul Han, o excesso de foco no desempenho tem sobrecarregado as pessoas, sendo uma das causas de depressão e síndrome de burnout. Além disso, ele discute também a superexposição (via mídias sociais) e a necessidade de estarmos sempre produzindo, tornando a nossa relação com os aparatos digitais obsessiva. Para ele, a tendência é que o mundo privado deixe de existir, pois as coisas só são “reais” se são visíveis: uma lógica de “Posto, logo, existo”, um contraponto a outro filósofo, René Descartes, célebre pela frase “Penso, logo, existo”. Entre as principais obras de Han, podemos citar: Neste artigo do El Pais você encontra alguns de seus conceitos atrelados a eixos como: autenticidade, autoexploração, uso excessivo de dados (Big Data), comunicação, narcisismo, relação com os outros, questão dos refugiados, relação da humanidade com o tempo. Para o filósofo, a velocidade e o excesso de tarefas na sociedade de hiperconsumismo nos impede de termos momentos de contemplação, tornando as pessoas dóceis e manipuláveis, pois não mais refletem sobre os fatos. O que você pensa sobre isso? Nancy Fraser São poucas as mulheres que são citadas na redações, assim como também há uma limitação a pensadores de outros séculos enquanto há muita teoria atual sempre trabalhada. Portanto, trouxemos o nome de Nancy Fraser para que você descubra mais sobre suas ideias e se destaque em seus textos. Essa pensadora feminista norte-americana foca seus estudos nas concepções de justiça. No Brasil, seus conceitos podem ser vistos em obras como O velho está morrendo e o novo não pode nascer, Feminismo para os 99%, entre outras. Separamos este artigo, para você se aprofundar mais nas propostas teóricas dela. Edgar Morin Se você fez o Enem 2019 deve se lembrar desse nome. Nos textos motivadores, havia uma definição de Morin sobre o que é cinema. Lembrou? Pois é, ele é considerado um dos maiores pensadores ainda vivo (completou 100 anos em 2021!) e já deu contribuições sobre diversos temas, inclusive a respeito da educação. Portanto, vale a pena conhecer alguns de seus escritos e, assim, enriquecer sua argumentação com citações do filósofo. Assim, uma sugestão é conhecer a obra Os sete saberes necessários à educação do futuro. Veja, a seguir, algumas frases do autor: “Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana”. “A mundialização, a industrialização, atinge a todos, por esses motivos compartilhamos dos mesmos problemas e medos”. “Temos todos o mesmo destino porque vivemos com os mesmos problemas, medos e tensões. Vivemos os mesmos perigos, e eles são vários: as doenças, as guerras, as tensões religiosas”. “Reforma de pensamento significa reforma de educação”. Slavoj Žižek Para este filósofo esloveno, só existirá salvação para a humanidade a partir da união. Assim, se ainda não aprendemos com todas as crises já vividas, outras serão necessárias para nos fazerem mais solidários. O pensador tem como um de seus focos pensar a cultura popular da atualidade. Neste artigo da revista Piauí você pode conhecer um pouco mais das ideias que o lançaram ao “estrelato” e, assim, usar as ideias desse filósofo na sua redação. No ano passado, publicou a obra Pandemia: covid-19 e a reinvenção do comunismo, destacando diferentes aspectos do surto provocado pelo novo coronavírus: filosóficos, psicanalíticos, políticos, sociais, econômicos, ecológicos e ideológicos. Mas, se você nunca leu uma obra dele, veja a seguir algumas frases de mais um desses filósofos para usar na redação: “Você não pode mudar as pessoas, mas pode mudar o sistema para que as pessoas não sejam pressionadas a fazer certas coisas.” “O fato de não fazer nada não é vazio, tem um significado: dizer sim às relações de dominação existentes”. Achille Mbembe Mbembe é um filósofo camaronês que escreveu a obra Necropolítica, um conceito que tem sido muito lembrado na atualidade em função das formas de governo que pregam a morte da população e não a defesa da vida. Mais especificamente, revela como se dá a distribuição desigual da oportunidade de viver e morrer no sistema capitalista atual. Entre seus temas de pesquisa estão presentes, além de política, a história da África e o pós-colonialismo. Veja algumas frases que podem dar mais fundamentação aos seus textos, de acordo com a temática da prova: “Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação do poder.” “As desigualdades continuarão a crescer em todo o mundo. Mas, longe de alimentar um ciclo renovado de lutas de classe, os conflitos sociais tomarão cada vez mais a forma de racismo, ultranacionalismo, sexismo, rivalidades étnicas e religiosas, xenofobia, homofobia e outras paixões mortais.” Bom, agora que você conhece esses nomes, procure pesquisar mais sobre eles e aproveitar as suas teorias

    Para vestibulandosrepertório culturalMeio de funil
    11 de ago. de 2021
    representatividade no esporte
    Misraely Wolfart
    5 min

    Representatividade no esporte | Repertórios para o tema

    Quer saber mais sobre a representatividade no esporte? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema!   Se você gosta de praticar algum esporte, com certeza deve saber que estamos em época de Olimpíadas, certo? Nos noticiários, inclusive, há gente dizendo que estas são as Olimpíadas das mulheres, pois elas têm conquistado boa parte das medalhas nas provas. Nesta edição dos jogos as mulheres brasileiras já quebraram o recorde de medalhas conquistadas: são 8 pódios (dentre ouro, prata e bronze) até agora. Mas, além das mulheres, é interessante destacar outras minorias que vêm tendo visibilidade nos esportes, e é sobre isso que iremos falar agora! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura!   Livro sobre representatividade no esporte | O dia em que as mulheres viraram a cabeça dos homens   Já abordamos aqui, anteriormente, questões relacionadas ao futebol feminino. Neste livro o assunto é o mesmo: René Rodrigues Simões conta sobre como foi o convite e o processo de aceitação para ser o treinador da seleção feminina brasileira de futebol. A leitura vale a pena, como uma forma de ter contato mais aprofundado com a história do futebol feminino brasileiro (apesar de ser um livro escrito por um homem). Encontrado em: Amazon.   FILME | Uma skatista radical Nas Olimpíadas todos se emocionaram com Rayssa Leal, a brasileira nordestina de 13 anos que conquistou medalha de prata na modalidade de Skate Street. Indo para as telonas, a Netflix disponibiliza o filme “Uma skatista radical”. Este filme é muito emocionante pois nele nos deparamos com a dura realidade das famílias e, principalmente, das meninas que vivem na região rural da Índia e têm de seguir fielmente as tradições do país. Aqui conhecemos Prerna, que encontra no skate o refúgio para a sua vida. O destaque nos créditos do filme é emocionante, pois descobrimos, neste momento, que para a produção do filme houve a construção de uma pista de skate real naquela região da Índia. Assim, hoje o Desert Dolphin Skatepark é um dos maiores partes que skate no país, e tudo isso graças às filmagens. A seguir, confira um vídeo sobre como usar a fadinha do Skate Street brasileiro em suas redações: FILME | King Richard: Criando Campeãs Venus e Serena Williams são duas estrelas do tênis americano. Este filme, estrelado por Will Smith, narra a história de Richard Williams, o pai das duas jogadoras. A produção mostra detalhes de todos os obstáculos superados pelo pai e pelas meninas. Além disso, há ensinamentos de Richard sobre empoderamento negro e de classes, fazendo com que as duas viessem a se tornar referência para muitas outras jovens negras e pobres pelo mundo. O filme ainda não foi lançado, mas podemos assistir ao trailer: A estreia do longa está prevista para o dia 19 de novembro deste ano, nos cinemas e na HBO Max. ARTIGO | Uma Análise da Representatividade Feminina nos Esportes Eletrônicos Os e-Sports ou esportes eletrônicos são termos que se referem às competições de jogos eletrônicos em que os embates são realizados por profissionais e assistidos por uma audiência presencial ou online. O artigo em questão propõe uma reflexão sobre a participação feminina nos e-Sports. O primeiro registro de uma competidora em campeonatos deste gênero ocorreu apenas em 2000, com Lee Ji Eun. Além disso, no Brasil apenas 3 campeonatos femininos foram realizados até hoje. Sendo assim, percebe-se que ainda há muito a melhorar quando falamos de representatividade feminina nos e-Sports. O artigo pode ser encontrado aqui. FILME | Menina de ouro Menina de Ouro é um filme de 2004 do gênero drama. Foi indicado a 7 categorias do Oscar, tendo vencido como melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e melhor ator coadjuvante. Com este repertório, não tinha como deixar este filme de fora da nossa lista. Confira a sinopse do filme abaixo: Frankie Dunn (Clint Eastwood) passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. Frankie costuma passar aos lutadores com quem trabalha a mesma lição que segue para sua vida: antes de tudo, se proteja. Magoado com o afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe. Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, Maggie decide treinar diariamente no ginásio. Ela recebe o apoio de Scrap, que a encoraja a seguir adiante. Vencido pela determinação de Maggie, Frankie enfim aceita ser seu treinador. Atualmente, o longa está disponível na Amazon Prime Video. Representatividade LGBT nas Olimpíadas | Douglas Souza Neste artigo aqui você irá conhecer mais sobre o jogador de voleibol Douglas Souza. O jogador ganhou fama durante os jogos olímpicos, por postar vídeos e fotos descontraídas. Apesar de a sua homossexualidade não ser o foco dos vídeos, Douglas sabe a importância de ser o único jogador homossexual na seleção brasileira de vôlei. Vale a pena a leitura do artigo. Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    06 de ago. de 2021
    negros no esporte
    Misraely Wolfart
    5 min

    Representatividade no esporte | Tema de redação

    Você já parou para pensar na importância da ”Representatividade no esporte ”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Nos últimos dias o mundo todo parou para assistir às competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Aqui no Brasil não foi diferente: nos emocionamos com o skate, com as medalhas da ginástica artística e com os saques do voleibol. O esporte emociona, porém, é importante falarmos também sobre representatividade em relação a isso. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Representatividade no esporte”. TEXTO 1 As histórias são mais raras do que no passado, mas ainda machucam. Se a representatividade dos negros cresceu nas delegações olímpicas e paralímpicas do Brasil nos últimos anos, o racismo infelizmente não abandonou o cotidiano destes atletas. Seja no ambiente esportivo ou fora dele, de forma velada ou explícita, o preconceito ainda se faz presente. Quando se observa as posições de poder do esporte nacional, o cenário ainda é discrepante. Nenhum dos 33 presidentes das Confederações Olímpicas Brasileiras é negro – Gerli Santos foi o mandatário da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) por quatro anos, mas não segue mais no cargo. Entre os principais dirigentes do Comitê Olímpico do Brasil, todos são brancos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que mais da metade da população brasileira se declara negra ou parda no censo. Mas nem o COB nem o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) possuem um levantamento preciso sobre quantos eram os atletas negros a competirem na Rio 2016. Como esta declaração de etnia, pelos conceitos do IBGE, é pessoal e voluntária, não podemos precisar a expressão total da participação negra nas delegações nacionais. Fonte: ge globo – Consciência negra: representatividade no esporte cresce, mas racismo ainda fere TEXTO 2 Lucas Alcântara, homem trans e corredor, relatou um pouco de sua história em entrevista ao Eu Atleta, Globo. Lucas destacou a importância da representatividade em todos os segmentos, pois é uma forma de encorajar e inspirar outras pessoas e outras histórias. “Em 2017, eu entendi que era uma pessoa trans e me dediquei muito à corrida, porque era uma forma de terapia também” – lembra o esportista, explicitando que a atividade física o ajudou a superar as adversidades. “Quando um clube lança uma modalidade, a tendência é que outros façam o mesmo com o tempo. Acredito muito que o esporte é um meio de interação social muito grande, tem um papel importante na vida das pessoas. Poder liderar esse grupo, com pessoas em vários níveis diferentes, está sendo bem especial. Acredito que vá ser um divisor de águas na modalidade no meio LGBTQIA+ no Rio, fortalecendo o esporte”, disse. “Participando de competições, mostramos que nós existimos, que o esporte LGBTQIA+ existe, que a gente pode jogar futebol, correr, fazer o que quiser. É importante sermos vistos”, destaca. Fonte: observatoriog uol – Homem trans, líder de equipe de corrida relata sua história e comemora representatividade TEXTO 3 Todos os dias, mulheres no mundo todo enfrentam obstáculos pelo simples fato de serem… mulheres. No esporte, não é diferente. A prática de exercícios físicos por mulheres no país é 40% inferior aos homens, segundo o relatório “Movimento é Vida”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – um indicativo de que o cenário esportivo ainda tem muita desigualdade de gênero. Por trás de todos os dados, números e pesquisas, temos histórias fortes, recorrentes e graves, como a de Gisele Vale, enfermeira obstetra: – Eu já sofri um estupro na rua, isso acabou com meu psicológico. Buscar uma arte marcial me deu segurança, voltei a ter vida – desabafou. Gisele faz parte de um grupo exclusivamente feminino reunido pela securitária e faixa preta Pricila Engelberg para encorajar mulheres que querem praticar o jiu-jitsu, mas não têm meios nem companhia do mesmo sexo. – Eu comecei o jiu-jitsu quando ainda era muito machista, quase não tinham mulheres, quase 90% homens e duas mulheres no tatame. Tinha o preconceito de ser faixa branca, eles não queriam treinar comigo. Você tem que dar a cara à tapa, mostrar que não é a força que vai garantir a finalização, mas a técnica – contou Pricila, sobre os treinos do jiu-jitsu entre homens e mulheres. A professora e pesquisadora da Unicamp, de Campinas, Helena Altmann é quem escreveu o artigo complementar “Atividades Físicas Esportivas e Mulheres no Brasil”. Ela lembra que na legislação brasileira, no período da ditadura militar, esportes como o jiu-jitsu já foram proibidos para mulheres. “Art. 54. Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país” (DECRETO-LEI Nº 3.199, DE 14 DE ABRIL DE 1941). Em 1965, o Conselho Nacional de Desportos deliberou: 2. Não é permitida [às mulheres] a prática de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo-aquático, pólo, rugby, halterofilismo e baseball. A cultura de não incentivar as mulheres aos esportes, principalmente coletivos, pode ser explicada inclusive pelo pouco acesso ao lazer devido às tarefas domésticas, que ocupam em média 20,5 horas semanais das mulheres, enquanto os homens gastam 10 horas por semana nas atividades de casa. A falta de segurança, o preconceito, a falta de incentivo nas escolas, todos esses são fatores que devem ser apontados quando se constata que o esporte no Brasil não tem o mesmo acesso por meninos e meninas. O relatório do PNUD indica uma urgência em se criar políticas públicas que possam permitir maior igualdade. Fonte: ge globo – Mulheres no Esporte: o tabu e a história por trás da pouca representatividade feminina Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Representatividade no esporte”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    06 de ago. de 2021
    IMAGEM SOBRE ÓRGÃOS DO GOVERNO PARA CITAR NA REDAÇÃO
    Claudia Bechler
    7 min

    Proposta de intervenção: quais órgãos do governo citar?

    Sempre surge a dúvida de quais órgãos do governo citar na proposta de intervenção da redação ENEM! Pensando nisso, resolvemos facilitar sua vida e listar os mais importantes! Não é novidade que uma boa proposta de intervenção pode garantir 200 pontos na sua redação para o Enem. Ela é avaliada na competência V e, para ser considerada completa, precisa conter agente, ação, modo/meio, efeito e detalhamento de algum dos itens anteriores. Portanto, treinar as propostas é fundamental para quem quer tirar uma excelente nota – ou, por que não, atingir a tão sonhada nota mil. Mas será que você sabe fazer uma proposta de intervenção interessante e, principalmente, coerente? Então, acontece que, algumas vezes, os participantes até conseguem pensar em uma ação bacana e que tenha um efeito bom. Porém, a associam a órgãos/entidades que não têm competência para colocá-la em prática. Alguns dos exemplos mais clássicos são: Assim, para você não ficar mais perdido(a) na hora de dizer quem vai fazer a ação que você pensou para o tema de redação, vamos explicar aqui o que fazem alguns órgãos do governo. Lembre-se de que há outras possibilidades de agentes, fora o governo, tá? Então, não se limite a eles. Mas, se for usar, use direito! Aliás, neste vídeo você aprende de verdade a fazer a proposta de intervenção com a Professora Chay: Órgãos do governo: atribuições de cada ministério para a proposta de intervenção Além de saber qual a função de cada ministério, tome cuidado com as nomenclaturas. Isso porque algumas pastas não existem mais (como o Ministério da Cultura, que é hoje uma Secretaria) e outras formam conjunto com outras pautas. Portanto, busque sempre se informar sobre quais ministérios/secretarias de fato atuam no momento. Acompanhe alguns dos principais órgãos a seguir. Órgãos do governo: Ministério do Meio Ambiente Trata-se da pasta responsável pela preservação do meio ambiente. Além disso, controla o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Se o tema da sua redação está no eixo das questões ambientais (poluição, desmatamento), este é um agente que pode ser mencionado. Isso, claro, dependendo da ação que você propuser. Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos Antes apenas Ministério dos Direitos Humanos, a pasta agora também absorveu as demandas de mulheres e da família. Sua finalidade é bem ampla e engloba promover políticas públicas para a inclusão de grupos minoritários, entre eles, negros, indígenas e pessoas com deficiência. Assim, você pode usá-lo como agente na proposta de intervenção em diversas temáticas. Em especial, aquelas que dizem respeito à cidadania e aos direitos das minorias. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  O objetivo dessa pasta é promover o agronegócio e a segurança alimentar no país. De forma controversa, também tem a responsabilidade de cuidar da Fundação Nacional do Índio (Funai). A agricultura familiar, por exemplo, recebe apoio de programas desse ministério. Então, considerando a atual situação de escassez de alimentos, sendo o país um dos maiores produtores de alimentos do mundo, esse é um bom agente a ser cobrado a agir no seu texto se o tema tiver relação com essa questão. Além disso, é interessante pensar na sua ligação com a pasta do meio ambiente, não é mesmo?  Antes de continuarmos, que tal conferir este post para dominar de ver a Competência V: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Ministério da Educação Agora, se o tema da redação tiver a ver com ensino no Brasil, o Ministério da Educação pode ser o seu agente na proposta de intervenção. Ele é responsável, por exemplo, pela Política Nacional da Educação e deve zelar pela qualidade e pelo cumprimento das normas educacionais. A propósito, muita gente apostou que o tema do Enem 2020 seria sobre alfabetização… Será que ficou para 2021? De todo modo, ações ligadas à educação são possíveis em muitos temas, visto que uma boa base educacional ajuda bastante a exercer a cidadania. Concorda? Ministério do Turismo Aqui, trata-se de uma pasta que deve promover o turismo como atividade econômica autossustentável. Ou seja, fazer com que o turismo gere empregos, a fim de fomentar a inclusão social. Claro que a escolha de um agente na proposta de intervenção depende muito da sua argumentação, do caminho que você tomou para tratar o tema. Mas, por exemplo, quando se falou em desigualdade social no tema da reaplicação do Enem 2020, o Ministério do Turismo poderia ser um órgão interessante para agir e mudar esse quadro por meio de decisões políticas. O que são os superministérios? Na atual gestão, na intenção de reduzir o número de pastas – o que, em teoria, diminuiria também custos – ministérios com similaridades foram agrupados e assim chamados de “superministérios”. Você sabia? Veja quais são eles e em que eixos temáticos eles podem ser usados como agentes. Mas atenção: não precisa colocar no seu texto a palavra Superministério, tá? A menos que você queira destacar essa união das várias pastas – nesse caso, use aspas. Superministério da Justiça Inclui: Ministério da Segurança Pública (ações da Polícia); Ministério do Trabalho (fiscalização e auditoria às condições de trabalho e afins); COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) – que investiga toda e qualquer movimentação financeira suspeita; e CGU (Controladoria Geral da União) – que atua para prevenção e combate à corrupção. Use-o como agente em temas que tratam de questões de segurança pública, relações trabalhistas e combate à corrupção. Confira neste Reels uma checklist para mandar bem na competência V: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Superministério da Cidadania Tem a responsabilidade de promover programas culturais, esportivos, além de itens importantes como assuntos relativos à Lei Rouanet e ao Programa Bolsa Família. Na pandemia, cuidou das ações para implantação do auxílio emergencial, determinado pelo Legislativo. Novamente, pode ser um agente na proposta de intervenção de temas relativos a programas e ações afirmativas no combate às desigualdades sociais Superministério da Economia Resultado da maior fusão de pastas ministeriais, dita a política econômica, o

    Para vestibulandosDados para redaçãoMeio de funil
    04 de ago. de 2021
    vício em videogames tema de redação
    Redação Online
    7 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Vício em videogames na infância e na adolescência

    Prepare-se para a redação! Abordamos o vício em videogames em crianças e adolescentes, um tema crucial à luz da classificação da OMS como distúrbio. Explore textos motivadores e desenvolva sua argumen

    adolescênciatema de redaçãoENEM
    30 de jul. de 2021
    vício em videogames tema de redação
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Vício em videogames na infância e na adolescência | Repertórios para o tema

    Quer conferir repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Nós separamos alguns para você! O vício em games tem cada vez mais se tornado um problema para as famílias. Por conta disso, a discussão tem ganhado palco e vale muito a pena escrever uma redação sobre ela. Não sabe o que usar de repertório para o tema da semana? Temos algumas dicas abaixo: CONSEQUÊNCIAS DO VÍCIO EM VIDEOGAMES | REPORTAGEM 1O programa “Domingo espetacular” fez uma reportagem expondo a gravidade da temática. Nela, fica claro que o vício em games pode causar danos à saúde, como  obesidade, insônia, falta de sociabilidade, etc. Além disso, a fala do psiquiatra Felipe Picon é bastante importante, pois elucida possíveis causas do vício. COMO A FICÇÃO MOSTRA O VÍCIO EM GAMES | REPORTAGEM O “Fantástico” também abordou o problema e trouxe, entre outras coisas, a ficção para explorá-lo. Na novela “Malhação: viva a diferença”, o personagem Julinho é viciado em games, o que preocupa Josefina, sua mãe, que tenta controlá-lo. BLACK MIRROR | SÉRIE Outro personagem que enfrentou problemas com os games foi Robert Daly, da quarta temporada da série “Black Mirror”. Ao ter dificuldades nas relações interpessoais, ele recorre a um jogo em vez de procurar medidas saudáveis e efetivas para resolver a situação.  VÍCIO EM GAMES NA PANDEMIA | REPORTAGEM A pandemia da Covid-19 se concretizou como mais um obstáculo na vida dos responsáveis que precisam lidar com o vício em games por parte de seus filhos. Nesta reportagem, o psicólogo Romani Souza afirma que esse período propicia até mesmo a recaída de pessoas que haviam se “curado” da dependência em jogos. Além disso, para ele, a fuga no mundo eletrônico pode ser uma forma de preencher o vazio sentimental vivido por muitos nesse momento peculiar. JOGOS VIOLENTOS GERAM VIOLÊNCIA? | VÍDEO Uma questão muito antiga que envolve essa temática é: afinal, jogos violentos podem gerar violência na vida real? Para alguns, uma coisa não tem ligação para outro. Para outros, a violência contida nos games pode ser uma das responsáveis por massacres ocorridos em escolas.  Para não deixar essa discussão muito superficial, o canal  The Enemy traz as reflexões da pesquisadora Beatriz Blanco, que fala como podemos abordar o assunto do consumo de games e mídia em geral de forma mais eficiente. De acordo com ela, é preciso contextualizar o videogame, que pode fomentar a violência, sim, mas como uma consequência, e não como causa do problema.  TERAPEUTA EXPLICA O VÍCIO EM VIDEOGAMES | VÍDEO Neste vídeo, a terapeuta ocupacional Isis Falcão dá uma explicação biológica sobre o vício: de acordo com ela, nosso cérebro possui um sistema de recompensa, o qual libera dopamina e nos dá a sensação de prazer. Isso acontece quando a criança joga, o que explica a vontade de realizar essa atividade com frequência.  Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    30 de jul. de 2021
    videogames
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Vício em videogames na infância e na adolescência | Tema de redação

    Você já parou para pensar no tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Pela primeira vez na história, a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou o vício em videogame como um distúrbio mental. Em janeiro de 2018, foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pelo 11º Catálogo Internacional de Doenças. O documento descreve o problema como um padrão de comportamento frequente de vício em games, tão grave que leva o indivíduo a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. Para Marcelo Calcagno Reinhardt, médico especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, a medida da OMS “reflete o retrato do comportamento da sociedade pós-moderna, em que a diversão em muitos casos é em demasia, os horários são inadequados, alguns jogos, inclusive estão sendo usados por crianças com faixa etária incompatível com a temática e que incitam a violência e aumentam a ansiedade”. Alguns países identificaram essa condição e já adotaram medidas mais severas para combater o problema. Na Coreia do Sul, por exemplo, o governo criou uma lei para proibir o uso de games por pessoas menores de 18 anos entre meia-noite e seis da manhã. No Japão, os jogadores recebem uma advertência caso ultrapassem mais do que uma determinada quantidade de horas por mês jogando videogame. Até na China, gigante do mundo tecnológico, determina-se um limite de quantidade de horas que uma criança pode jogar. Para a Associação Americana de Pediatria, os pais devem limitar o tempo que seus filhos passam em frente à tela, seja televisão, computador, celular ou tablet, para duas horas por dia. Esse tempo não inclui, no entanto, o uso dos aparelhos para fins acadêmicos. Fonte: ndmais – adaptado Texto 2 A pesquisa, publicada no Developmental Psychology Journal, da Associação Americana de Psicologia, determina qual é a proporção de pessoas suscetíveis à dependência em video games. Os cientistas descobriram que, para 90% dos jogadores, os games são apenas um passatempo divertido, não sendo prejudiciais ou representando consequências negativas por muito tempo. No entanto, 10% podem se tornar realmente viciados, com consequências de longo prazo para saúde mental, social e comportamental. O vício é caracterizado pelo tempo excessivo gasto jogando videogame, pela dificuldade em parar de jogar e pela interrupção de outras atividades saudáveis devido aos jogos. Resultados da pesquisa da BYU Durante 6 anos, 385 adolescentes fãs de videogame na transição para a vida adulta responderam a vários questionários uma vez por ano. O objetivo das perguntas era medir sintomas como depressão, ansiedade, agressão, delinquência, empatia, sociabilidade e timidez. Os relatórios buscavam identificar níveis de reatividade sensorial, estresse financeiro e uso problemático de telefones celulares. Foram encontradas duas principais características dos viciados em jogos eletrônicos: ser homem e ter baixos níveis de sociabilidade. Graus mais altos de comportamento pró-social ou voluntário, destinado a beneficiar outra pessoa, tendiam a ser um fator protetor contra os sintomas de dependência. O estudo ainda encontrou três trajetórias de vício em video games. Um nível baixo apareceu em 72% dos adolescentes pesquisados; 18% apresentaram sintomas moderados ao longo do estudo; e apenas 10% tiveram níveis crescentes e preocupantes de vício. Desconstrução de estereótipo O estudo também desconstruiu o estereótipo de jogadores que moram no porão dos pais e são incapazes de se sustentar financeiramente ou conseguir um emprego por causa da fixação em jogos eletrônicos. Pelo menos no caso das pessoas que participaram do estudo, os viciados em video games pareceram ser tão financeiramente estáveis e ter um desenvolvimento profissional quanto aqueles que não são dependentes. Fonte: tecmundo – adaptado Texto 3 Crianças que jogam até 16 horas de videogames por dia podem estar viciadas e desenvolver comportamento mais agressivo, intolerante e de isolamento da sociedade, segundo aponta um estudo da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva (BAAM, na sigla em inglês). Em uma pesquisa que ouviu 204 famílias da Grã-Bretanha, a entidade ressalta os riscos do excesso da atividade e a necessidade de que os pais estabeleçam limites na relação que as crianças desenvolvem com os jogos eletrônicos. Os pais de crianças entre 9 e 18 anos acreditam que o videogame influencie o convívio familiar e as habilidades sociais de seus filhos. A pesquisa apurou que 46% dos pais acham que o excesso dos jogos leva a menos cooperação em casa. “A situação mais típica que encontramos é da criança que se torna irritada e agressiva quando solicitada a arrumar o quarto, fazer os deveres de casa ou jantar, quando o que ela realmente quer é continuar jogando videogame”, disse à BBC Brasil Mike Fisher, diretor da BAAM. Na escola, professores se queixam de alunos com falta de concentração, sonolência, irritabilidade e dificuldades de interagir com os colegas. Mas esses são apenas alguns dos efeitos que a obsessão pelos jogos pode causar, explica Fisher. Estudos e exemplos práticos mostram que a continuidade do isolamento social pode levar a casos extremos como os dois adolescentes que mataram 12 colegas e um professor em Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, e do norueguês Anders Breivik, que em julho do ano passado matou 69 pessoas em um ataque a uma colônia de férias. Nos dois casos emblemáticos os assassinos passavam mais de dez horas por dia jogando videogames violentos. “Breivik admitiu jogar ‘Call of Duty’, um game de violência, por mais de 16 horas por dia, com o objetivo de treinar a coordenação necessária para atirar com eficiência”, diz Fisher. Fonte: bbc Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    30 de jul. de 2021
    Redação Online
    6 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Impactos ambientais do consumo excessivo de carne

    Prepare-se para a redação! Explore os impactos ambientais do consumo excessivo de carne. Descubra como a produção e o consumo afetam o planeta, com dados sobre emissões de gases, uso da água e demanda

    23 de jul. de 2021
    Impactos ambientais do consumo de carne | Repertório para o tema
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Impactos ambientais do consumo de carne | Repertório para o tema

    Quer conferir repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo de carne”? Nós separamos alguns para você! Não é de hoje que se questiona se o consumo excessivo de carne faz mal para nós, humanos. Com o passar do tempo, a discussão foi ainda mais longe, alertando sobre os impactos ambientais que isso pode ocasionar. Devido à relevância da discussão, propomos um tema de redação com essa temática e, neste texto, vamos indicar alguns repertórios para você usar na sua redação. A Carne é fraca | Documentário Para começar, que tal assistir a um documentário? Disponível no Youtube, “A carne é fraca” trata sobre a indústria da carne brasileira e demonstra os impactos dela no meio ambiente, nos animais e na nossa saúde. Cowspiracy | Documentário Vamos sugerir mais um documentário, pois é difícil falar sobre qualquer questão que envolva o consumo de carne sem mencionar “Cowspiracy”, disponível na Netflix. De acordo com o GZH, “Ao ler relatórios oficiais das Nações Unidas a respeito dos impactos negativos da pecuária sobre o meio ambiente, o cineasta Kip Andersen decidiu ir até as sedes das principais organizações ambientalistas do mundo para entender por que elas não falam sobre o assunto. O resultado está em Cowspiracy, documentário rico em dados estatísticos que traz entrevistas com representantes de ONGs e do governo americano. “ Explicando | Documentário A série “Explicando”, da Netflix, explora temas variados e, em sua segunda temporada, em novembro de 2019, foi ao ar um episódio que tem como pauta a insustentabilidade do consumo de carne, lançando a seguinte pergunta: “O aumento mundial do consumo de carne está se tornando insustentável. Será que as alternativas ao produto resolverão esse problema no futuro?” Os Simpsons | Animação Para fechar com “chave de ouro”, vamos mais uma vez lhe provar que é possível adquirir repertório sociocultural de forma orgânica – sem decoreba de citações e conceitos os quais você não domina – enquanto se diverte.  Em 1995, foi ao ar mais um episódio de Os Simpsons, um dos desenhos mais famosos do mundo. Intitulado “Lisa, a Vegetariana”, ele marca o dia em que a personagem Lisa , que já havia demonstrado preocupação com o meio ambiente em outros momentos, decide parar de consumir carne. Confira também outros repertórios para usar neste tema! Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    23 de jul. de 2021
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Impactos ambientais do consumo excessivo de carne | Tema de Redação

    Você já parou para pensar nos impactos ambientais causados pelo consumo excessivo de carne? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 O consumo excessivo de carne não só afeta a saúde das pessoas como também prejudica o meio ambiente”, resume o professor de nutrição Lluís Serra-Najem, da Universidade de Las Palmas, nas Ilhas Canárias. Existem quatro variáveis ambientais que limitam a produção de carne em escala global: a superfície ocupada pelas pastagens; a água consumida, tanto por parte dos animais como no processo de produção; os gases de efeito estufa provocados pela flatulência do gado —atualmente 14,5% do que é lançado na atmosfera, segundo a a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)—, e a energia necessária durante o processo. Atualmente, grande parte da população mundial não consome produtos à base de carne nem laticínios, mas à medida que as condições socioeconômicas dos países em desenvolvimento melhoram, a demanda por esses alimentos aumenta, colocando em xeque os recursos ambientais da Terra. Será que o mundo come carne para além de suas possibilidades? Para que uma vaca produza 1 quilo de proteína, ela precisa consumir entre 10 e 16 quilos de cereais, enquanto um porco requer 4 quilos. “Para produzir um filé de 200 gramas, são necessários cerca de 45 bacias de cereais”, ilustra Laura Ordóñez, cientista ambiental e professora da Escola Internacional de Naturopatia, em Granada, na Espanha. Fonte: brasil el pais Texto 2 Nos últimos 50 anos, o consumo de carne no mundo aumentou de forma acelerada. Hoje, a produção é quase cinco vezes maior do que no começo da década de 1960. O salto foi de 70 milhões de toneladas para mais de 330 milhões em 2017. No Brasil, esse cenário não é diferente. Desde 1990, o consumo de carne quase dobrou. Essa tendência é impulsionada, em grande parte, pelo aumento da renda média do brasileiro. Países que registraram um importante crescimento econômico nas últimas décadas refletem um aumento na alimentação baseada em proteína animal. Um brasileiro come, em média, 40 quilos de carne bovina por ano, o que coloca o país na quarta posição do ranking de consumo desse tipo de proteína. Além disso, um brasileiro médio come também 11 quilos de porco e 32 quilos de frango todo ano. Para conter uma crise alimentar e uma catástrofe climática, é importante reduzir a ingestão de proteína de origem animal. Nesse cenário, o relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) aponta que os consumidores devem reduzir em 40% a ingestão de carne. As alternativas que o estudo indica para não piorar o quadro do aquecimento global ou gerar desequilíbrio alimentar são praticar o consumo consciente, elevar a produção por hectare e acabar com o desperdício de alimentos, que atinge um terço da população mundial. Afinal, quais são os prejuízos do alto consumo de carne para a sociedade? Além de afetar o meio ambiente de diversas formas, a pecuária está diretamente relacionada com as emissões de gases. Esses animais liberam grandes quantidades de gás metano na atmosfera, que pode poluir até 21 vezes mais do que o gás carbônico. Além disso, o desmatamento causado para manter a agricultura e a pecuária em ampla escala colabora para a redução de florestas que atuam como importantes regiões de retenção de carbono. Outro problema das grandes áreas devastadas é o impacto na biodiversidade local. Há cientistas que afirmam que os países ocidentais devem reduzir 90% do consumo de carne para controlar o aquecimento global e evitar que o planeta entre em crise. Além dos pontos apresentados, a produção de alimentos usa quantidades insustentáveis de água. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial chegará a9,7 bilhões de pessoas até 2050, o que exigirá aumentar em 50% a produção de alimentos para sustentar todas as pessoas. Se seguirmos os mecanismos atuais, isso pode gerar impactos ambientais irreparáveis e fazer com que a Terra deixe de ser um espaço seguro para a humanidade. Fonte: blog brkambiental Texto 3 Fonte: eco debate Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de jul. de 2021
    diferença entre assunto e tema de redação
    Claudia Bechler
    5 min

    Qual a diferença entre assunto e tema da redação?

    É muito importante conhecer a diferença entre ASSUNTO e TEMA se você está se preparando para a redação do ENEM, vestibular ou concurso! Aprenda conosco neste artigo!   Entre todas as provas que os estudantes encaram, de olho em uma vaga na universidade ou num concurso, a redação é aquela que mais apreensão causa. E o motivo todo mundo já conhece: não saber se está preparado(a) para escrever sobre o tema de redação. Mas você sabia que muita gente confunde assunto e tema e, por isso, acaba, às vezes, fugindo daquilo que deveria ter tratado no texto? Pois é, por isso, neste post, vamos mostrar para você a diferença entre eles para que isso não seja mais uma coisa para se preocupar. Vamos lá?   O que é o assunto de uma redação?   Quando procuramos o assunto de uma redação, estamos falando de algo mais amplo, genérico, que pode servir de base para diversos temas. Como assim? Calma! O assunto pode ser algo como cidadania, desigualdade, violência urbana, sustentabilidade. Ou seja, lembra de quando a gente conversou por aqui sobre eixos temáticos? Pois então, eles nada mais são do que ASSUNTOS (gerais) que podem cair na prova. Porém, não tem como sabermos exatamente o recorte que será feito desse assunto. Por exemplo, quando se trata de cidadania, vários desdobramentos podem ser feitos: direito ao aborto, maioridade penal, ações afirmativas, eleições, entre outros. Viu como pra um mesmo assunto podem haver vários caminhos? É por isso que a gente sempre afirma: quanto mais você souber sobre determinado assunto, mais preparado(a) você estará para escrever sobre qualquer tema. Fechou?   Como identificar o tema da redação?   Agora que você já sabe o que é o assunto, vamos entender como identificar o tema da redação e assim evitar a fuga na hora de escrever o texto. A fuga do tema pode levar a sua nota a zero no Enem e nos vestibulares e concursos. Isso porque compreender o tema demonstra a capacidade de o candidato fazer interpretações corretas dos textos, sejam os motivadores, sejam os próprios enunciados das provas e a frase temática. Nesse sentido, errar o tema é uma tremenda bola fora e pode comprometer todo o seu ano de estudos. No último Enem, quase 1% dos participantes zerou a prova de redação por fuga do tema, maior motivo das notas zero. Pode parecer um número baixo, no entanto, quando vemos o total de provas corrigidas, isso equivale a mais de 27 mil notas zero por fuga do tema. É bastante coisa, não é mesmo? E tudo isso pode ser evitado prestando bastante atenção na frase temática. Resumidamente, podemos dizer que o tema é a ênfase que se quer dar dentro de determinado assunto. Ele, necessariamente, traz uma perspectiva, um olhar (alouuu, também se chama ponto de vista!) sobre determinado assunto. Além disso, ele propiciará uma discussão e uma tomada de posição diante dele – no Enem, a gente chama isso de tese. Vamos ver melhor isso com um exemplo?   Diferença entre assunto e tema na prática   Um bom jeito de entender a diferença entre assunto e tema da redação é pegar uma frase temática e analisá-la. Vamos usar aqui a do Enem impresso 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Nesse caso, o assunto mais amplo, o geral, está no universo das doenças mentais. Perceba que muita gente levou à discussão para a questão da “saúde mental”, que pode até ter suas aproximações, mas não é o assunto. A menos que você tratasse da ausência de saúde mental, aqui corria-se o risco de fugir do tema, caso o participante não tenha se atentado a isso. Diante do assunto “doenças mentais”, o recorte feito diz respeito ao estigma associado a elas na sociedade brasileira. Veja bem: não se tratava de falar de inclusão de pessoas com doenças mentais, nem de melhores tratamentos indicados para pessoas com esse tipo de enfermidade. Aqui, o foco da discussão estava em como o estigma aparece e como ele afeta as relações na sociedade. Ficou mais claro? Nesse tema específico, era importante saber o significado da palavra estigma, que é, nesse caso, o social, ou seja, uma “marca” que, em geral, demonstra desaprovação diante de determinado comportamento. Por isso é importante ter um bom vocabulário e ler com atenção os textos motivadores que, quase sempre, trazem explicações que ajudam a compreender termos que podem não ser usuais para a maioria dos candidatos. Outro exemplo, e que gerou bastante polêmica na época, tem a ver com o tema de 2017 do Enem: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Naquele ano, o assunto mais amplo dizia respeito à Educação, porém o recorte (ou tema) era bem específico: formação educacional de surdos. No entanto, muita gente “sentou na graxa”, tratando de pessoas com deficiência de um modo geral, sem escrever sobre a questão dos surdos e suas especifidades. Capisce?   https://youtu.be/OVmU3jxrIFE Curtiu as dicas sobre assunto e tema? Que tal ir agora à nossa plataforma e escolher um tema para treinar a escrita da redação? Depois, envie o texto para os nossos corretores para eles mandarem aquele feedback dizendo que você tirou 200 pontos na competência II! Até a próxima!

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    20 de jul. de 2021
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