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    produtividade excessiva
    Claudia Bechler
    6 min

    Romantização da produtividade excessiva | Tema de Redação

    O tema de redação da semana está relacionado à romantização da produtividade excessiva. Você já parou para pensar nisso? Confira os textos motivadores a seguir e produza a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Também chamada de Síndrome do esgotamento profissional, a Síndrome de burnout foi assim denominada pelo psicanalista alemão Hebert J. Freudenberger em 1974. Trata-se de um distúrbio psicológico que se caracteriza pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O número de pessoas afetadas por burnout é cada vez maior, um estudo realizado pela agência Gallup com quase 7.500 empregados, constatou que 23% dos funcionários relataram sentir-se esgotados no trabalho com frequência ou sempre. Já 44% relataram sentir o esgotamento às vezes Segundo um ranking realizado pela International Stress Management Association, o Japão é de longe o líder em esgotamento no trabalho, com 70% da população economicamente ativa sofrendo da síndrome. Em segundo lugar o Brasil com 30%, seguido da China com 24%, Estados Unidos com 20% e Alemanha com 17%. No Brasil, segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, na comparação entre os anos de 2017 e 2018, o crescimento de afastamentos por esgotamento do trabalho chegou a 114,80%, indo de 196 para 421 casos. Ainda assim, pessoas romantizam o trabalho excessivo para obter sucesso profissional. Fonte: medium Texto 2 Consultoras, bancos de investimento e grandes escritórios de advocacia se transformaram no elo mais visível de um modo de entender o trabalho baseado em longas jornadas de trabalho que se estendem ao fim de semana, falta de respeito à desconexão digital e uma constante rotação de funcionários. Vários estudos, assim como uma dezena de empregados, ex-empregados e fontes consultadas documentam amplamente o modelo destas empresas, geradoras de um estresse acima do saudável que ameaça afugentar jovens talentos, cada vez menos dispostos a passar pelos filtros tradicionais para chegar a cargos valiosos se isso significar renunciar durante vários anos à sua vida pessoal. Mesmo existindo épocas em que a carga de trabalho diminui e esta pode variar de acordo com o tamanho do cliente, há dados suficientes para falar de um estilo de vida exaustivo. Uma pesquisa elaborada em 2019 pelo Instituto de Saúde Mental da Advocacia respondida por 672 advogados revela que 71% dos que trabalham em grandes escritórios têm jornadas de trabalho entre 40 e 60 horas em média. E 10,5% supera esse limite, que significa ultrapassar as 12 horas diárias no caso de se trabalhar cinco dias por semana. 98,8% dos participantes identificaram o estresse como um risco elevado e muito elevado para sua saúde. Auditores das big four (PwC, KPMG, EY e Deloitte) descrevem ao EL PAÍS picos de 80 horas — quase 12 horas por dia os sete dias da semana — na chamada busy season, a alta temporada, dos meses de janeiro e fevereiro, quando fecham as contas anuais de grandes empresas e é preciso revisá-las a toque de caixa antes da apresentação de resultados. Nos bancos de investimento, denúncias como a dos analistas de primeiro ano da Goldman Sachs, que pediam para trabalhar 80 horas em vez de 95, revelam uma cultura corporativa ainda mais extenuante e devolveram ao primeiro plano o debate sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que já gerava discussão pelo teletrabalho e o abuso das reuniões através de aplicativos como o Zoom. Fonte: brasil elpais Texto 3 TEXTO 4 A produtividade vai muito além da quantidade de horas trabalhadas. Na sociedade da performance, um colaborador que tem produtividade além do limite é disputado entre as melhores organizações do mercado. Mas diante desse cenário, nos deparamos com o seguinte dilema: a produtividade além do limite é um bom negócio? O mercado de trabalho é desafiador e cobra, cada vez mais, uma maior produtividade e desempenho dos colaboradores em busca de resultados sempre positivos. Afinal, a competitividade é acirrada e ninguém está disposto a perder o emprego, principalmente em época de retração econômica. Dessa forma, por mais que você acredite que ser produtivo além do seu limite seja um ponto positivo, a sociedade da performance sempre irá te cobrar mais e mais até você chegar ao esgotamento físico e mental. Assim, cabe somente a você decidir se quer fazer parte desse ciclo vicioso. Não estamos falando que ser produtivo além do limite no trabalho seja algo ruim que deve se deve evitar a todo custo. O problema é a constância que sua produtividade chega ao limite extremo. Isso pode acabar comprometendo sua saúde no dia a dia no trabalho e em um curto período de tempo. Se a cobrança por uma alta performance no trabalho for a todo momento, em pouco tempo, você pode chegar ao estresse ocasionado pela pressão por resultados cada vez mais melhores. A cobrança para se ter sempre mais produtividade é até saudável, em certo ponto, mas não deve levar o colaborador à exaustão física e mental, diariamente. A sociedade da performance está cada vez mais presente na vida de milhares de colaboradores. E, por receio de perder o emprego, acabam cedendo aos seus anseios e extrapolam o limite da produtividade. Mas o que muitos se esquecem é que sem uma boa qualidade de vida, é humanamente impossível ser mais produtivo no trabalho. […] seu convívio familiar pode ficar prejudicado se você estiver esgotado emocionalmente por causa de cobrança excessiva por mais produtividade no trabalho. Portanto, ter qualidade de vida é fundamental, em vários aspectos e não somente para se ter mais desempenho no âmbito profissional. Então, pense nisso! Dessa forma, estabeleça uma rotina de trabalho mais saudável e equilibrada, com horas suficientes de descanso. Assim, você será produtivo o suficiente para jamais precisar exceder o seu limite. Fonte:metlife Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Romantização da produtividade excessiva”! Depois

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    07 de abr. de 2021
    romantização da produtividade excessiva
    Claudia Bechler
    5 min

    Romantização da produtividade excessiva | Repertórios para o Tema

    Confira repertórios socioculturais para usar na sua redação sobre a Romantização da produtividade excessiva! O trabalho dignifica o homem. A nossa sociedade cresceu e se desenvolveu em torno dessa premissa. Mas, hoje, o que se vê é uma corrida pela produtividade como nunca se viu antes. O uso das tecnologias e possibilidades como teletrabalho, muito presentes por causa da pandemia, permitiram diversas mudanças que vemos no mundo. Assim, o que se percebe é uma romantização da produtividade excessiva e uma tendência de as pessoas não distinguirem mais lazer e labor. Além disso, descansar é um ato pouco valorizado e as pessoas se veem “obrigadas” a estarem ativas o tempo todo. Você já ouviu esta frase aqui: Trabalhe enquanto eles dormem, estude enquanto eles se divertem, persista enquanto eles descansam, e então, viva o que eles sonham. Ela tem sido o parâmetro para muitas pessoas que desejam o sucesso. Mas será que esse é o único caminho? E as pessoas que estão sobrecarregadas com grandes volumes de trabalho, metas etc.? Será mesmo que o único meio é viver para produzir? Então, essa é uma das reflexões que você pode fazer para tratar o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Portanto, na sequência, vamos dar algumas indicações de repertórios para você usar na sua redação. Acompanhe! 1. Filme: Tempos Modernos Este já é um clássico nas redações, especialmente quando os participantes querem fazer uma relação com a Revolução Industrial e os meios de produção. De fato, ele ajuda a pensar na questão do aumento de produtividade e na valorização disso no mercado de trabalho. No entanto, nem tudo são flores com o avanço das tecnologias na vida das pessoas. Há, no filme, uma cena antológica em que o protagonista persegue uma mulher por achar que os botões de sua roupa são os parafusos que ele precisa apertar. Isso pode nos ajudar a pensar na relação entre o trabalho/produção excessiva e a saúde mental. Vale a pena você conferir e perceber outros detalhes. 2. Filme: Amor sem escalas Este filme pode ajudar em mais de uma temática se você conseguir traçar algumas relações. Nele, Ryan (George Clooney) tem uma profissão que consiste em viajar pelo país demitindo as pessoas. Assim seu envolvimento com o trabalho é tão grande que ele quase não se relaciona com a família (está aí um dos efeitos da produtividade excessiva). Ao mesmo tempo, ele vai tornando-se insensível para as desilusões que provoca nos demitidos – o que passa a ser questionado com a chegada de uma nova colega de trabalho e mudanças no processo da sua atividade – também visando produzir mais com menos. Confira! 3. Podcast “Fora da curva”: #9: Sem foco na pandemia? Produtividade cria sensação de fracasso Se você estava sentindo falta de dicas de repertório para ouvir enquanto você produz (brincadeirinha! rsrs), chegou a dica de podcast. Neste episódio do “Fora da curva” a empreendedora e criadora de conteúdo Monique Evelle aprofunda questões que ganharam destaque neste momento de pandemia. Devemos ser produtivos 24 horas por dia? É pertinente acompanharmos lives, fazermos cursos on-line mesmo diante de uma crise global e sem perspectivas de futuro? Além de alertar sobre o tema, são citados os autores Byung-chul Han, de a “Sociedade do Cansaço”, e Ailton Krenak, de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Então, coloque os seus fones de ouvido e bora aprender! 4. Livro: Sociedade do cansaço E por falar em Byung-Chul Han, é recomendadíssimo que você leia sua obra “Sociedade do cansaço“. Trata-se de um ensaio que relata de forma precisa o aspecto sombrio da valorização de indivíduos inquietos e hiperativos que se arrastam realizando múltiplas tarefas em um dia a dia que exige superprodutividade. O ideal é que você possa comprar ou conseguir com alguém o livro emprestado para ler na íntegra. Mas não se preocupe. Caso não consiga acessar a obra original, separamos uma resenha para que você saiba mais sobre ela. E a revista Gente também tem um material bem completo sobre os principais conceitos da obra, com infográficos e bem ilustrativo. Portanto, sem desculpas para não acessar! 5. Vídeo – Saúde: excesso de trabalho e suas consequências No vídeo do programa Conexão RS, da TV Ulbra, uma conversa sobre as principais consequências das cargas de trabalho excessivas. Entre elas, saiba mais sobre a Síndrome de Burnout. Você sabia, por exemplo, que crises de ansiedade, dificuldade de concentração, pessimismo e irritabilidade são alguns dos sintomas de esgotamento profissional? Pois é. O Brasil é o país mais ansioso do mundo. Portanto, são cerca de 18,6 milhões de brasileiros ansiosos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste bate-papo, a psiquiatra Tamires Bastos vai explicar os riscos do excesso de trabalho, como prevenir e tratar o transtorno. 6. Vídeo: “Prioridades” – Porta dos fundos Esse esquete do Porta dos Fundos mostra de uma maneira bem-humorada como as pessoas acabam ocupando demais os seus dias, não sobrando tempo para encontrar os amigos. Assim, quando as pessoas não estão ocupando seu tempo com trabalho, elas buscam compensar com outras atividades que podem lhe dar prazer. No entanto, o reflexo disso tudo são pessoas sem tempo para quase nada que não esteja planejado, concorda? Então, assista. É rapidinho, tem menos de 5 minutos. Gostou das nossas dicas? Mas não fique restrito elas, ok? Tente se recordar de tudo que você já leu ou assistiu que possa ter alguma relação com o tema. Faça um bom projeto de texto e arrase na sua redação! Ah, não se esqueça de enviar seu texto em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    07 de abr. de 2021
    Claudia Bechler
    6 min

    SISU: O que é e como funciona?

    Saiba como funciona o SISU e confira estratégias para aumentar suas chances de garantir uma vaga a universidade pública por meio do processo seletivo! Entre os dias 6 e 9 de abril estarão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada – Sisu. Ele é o sistema informatizado do Ministério da Educação em que instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos são selecionados de acordo com as suas notas no exame. Assim, aqueles com a melhor classificação entram na universidade. Veja as informações importantes sobre o Sisu e também conheça algumas estratégias para que você consiga a sua tão sonhada vaga. Boa leitura! Quem pode participar? Você está elegível a se inscrever no Sisu se: Se deu check nessas três situações, você já pode criar a sua conta gov.br para poder se inscrever no programa lá em abril. Como funciona? Antes de mais nada, saiba que não é cobrado qualquer valor para se inscrever no Sisu, portanto, cuidado com golpes! O site oficial para fazer a inscrição é sisu.mec.gov.br! Escolha até duas opções de curso. Enquanto o sistema de inscrições estiver aberto, você pode alterar essas escolhas. A distribuição das vagas vai obedecer a Lei de Cotas (Lei n. 12.711/2012). Além disso, atendendo à política de ações afirmativas, há instituições que oferecem vagas reservadas. Outras, por sua vez, adotam bônus na nota do candidato. Isso significa que é feito acréscimo de 10 a 20% na nota final do Enem para candidatos de escolas públicas da região em que a universidade está sediada. Outra situação a que você deve estar atento na hora de se inscrever é que algumas instituições podem determinar pesos diferentes nas notas de acordo com o curso escolhido. Por exemplo, enquanto o curso de Física pode dar um maior peso para as notas de Ciências da Natureza, um curso de Medicina pode requerer média mínima igual ou maior que 560 pontos e nota mínima em Ciências da Natureza igual ou maior a 400 pontos. Esses critérios serão especificados conforme o termo de adesão do local pretendido com o MEC. No site oficial do Sisu você já pode conferir a lista de vagas preliminar. Acesse e já vá planejando a sua inscrição! Nota de corte A nota de corte serve como uma referência para que o candidato monitore diariamente a sua inscrição. Isso porque, conforme as pessoas vão se inscrevendo, as suas chances de entrar na universidade podem aumentar ou diminuir em determinada instituição. Assim, a partir do segundo dia, o Sisu calcula e divulga a nota de corte para cada curso. Essa nota corresponde à menor nota para que você fique entre os selecionados na opção escolhida de um curso. Essa nota é resultado do número de vagas e do total de candidatos inscritos. Estratégias para aumentar as chances de conseguir vaga via Sisu O Sisu é uma grande oportunidade para quem não conseguiu ou não pretende tentar uma vaga fazendo vestibular. Com esse programa governamental, você não se limita a apenas uma instituição, mas sim consegue se inscrever em qualquer universidade pública do Brasil. Desse modo, suas chances de iniciar uma graduação aumentam bastante. Onde estudar? Em primeiro lugar, pense se existe a possibilidade de você se mudar de cidade. Isso mesmo, pode ser uma decisão difícil, mas nem tanto, já que é comum esse trânsito de estudantes entre cidades, especialmente quando a sua cidade natal não oferece o curso pretendido ou mesmo quando não existe universidade nela. Acontece que, em algumas situações, a nota do candidato não é suficiente para passar em uma universidade na sua localidade, mas com ela é possível entrar em uma que fique em outra cidade ou estado. Se você tem essa oportunidade, liste os locais para onde possa ir. Lembre-se de que deve considerar toda a situação financeira que essa decisão implica (aluguel, dinheiro para despesas básicas e a própria mudança, por exemplo). Faça simulações A partir da divulgação das notas do Enem 2020, e teste se a sua nota é suficiente para o curso pretendido em um simulador on-line, seja em primeira ou segunda opção. Evidentemente, as notas não serão exatamente as mesmas no site oficial, uma vez que essas simulações são feitas com notas de edições anteriores. De qualquer modo, é uma maneira de você aplacar a ansiedade e também não ser pego de surpresa na hora de fazer a inscrição para valer. Lembre-se: a simulação não é só uma forma de se prevenir sobre o que pode acontecer, mas o que vale MESMO são as informações oficiais do site do Sisu após abertura das inscrições. Acompanhe a nota de corte todos os dias Como já dissemos, diariamente o Sisu calcula (a partir do segundo dia) a nota de corte, que pode colocá-lo ou não entre os aprovados. Assim, você pode acompanhar se ainda tem chance de seguir com o mesmo curso em que se inscreveu ou se precisará fazer alterações – de curso ou de universidade – na sua inscrição. Desse modo, há mais chances de encontrar a vaga perfeita pra você. Portanto, olhe todos os dias o site de inscrições, e não se esqueça que qualquer alteração só pode ser feita até o término das inscrições. Para aproveitar ao máximo essa estratégia, não deixe para se inscrever no último dia. Quanto antes você estiver inscrito, melhor poderá acompanhar essa “flutuação” das notas de corte e assim tomar decisões mais assertivas. Então, coloque o despertador, anote na agenda e inscreva-se no primeiro dia! Atenção para a lista de espera e novas chamadas Por fim, faça bom uso da sua escolha em segunda opção. Atente-se ao fato de que não é mais possível ficar na lista de espera da primeira opção se você passar para a segunda. Então, coloque um curso que você realmente tenha interesse em cursar nas duas – afinal, trata-se do seu futuro profissional. Também é possível tentar o mesmo curso como primeira e segunda opção, mas em turnos diferentes,

    Para vestibulandosSisu, Prouni, FiesTopo de funil
    05 de abr. de 2021
    Redações nota 1000 Enem 2014
    Otavio Pinheiro
    5 min

    5 mitos sobre as redações nota 1000

    Com mais de 20 edições, o Enem já passou por muitas transformações, mas uma coisa não muda: você vai ter que escrever uma boa redação. Ao longo dos anos, o estilo de temas e também a padronização da correção foi criando uma série de especialistas no assunto. Assim, receber uma redação nota 1000 passou a ser o sonho de consumo de muita gente. Frequentemente, alunos que alcançaram a nota máxima nessa prova depois viram infuencers e ensinam outras pessoas a chegarem lá. Mas o que pouca gente conta é que há muitos mitos sobre as redações nota 1000. Vamos desvendar alguns deles hoje? Siga a leitura! 1. Redações nota 1000 não podem ter erros Calma! A banca de avaliadores do Enem não é tão severa assim. Não vamos esquecer que estamos falando de candidatos que, em sua maioria, acabaram de concluir ou estão concluindo o ensino médio, então ninguém está esperando textos sem qualquer falha. Portanto não é preciso ser um Machado de Assis para conseguir ir muito bem! Na verdade, você pode cometer alguns desvios sem que isso prejudique a nota em algumas competências. Por exemplo, você pode manter seu nível 5 na competência I se houver, no máximo, dois erros gramaticais e um de estrutura sintática. Também é possível ter um texto excelente mesmo que haja alguns deslizes de projeto de texto ou de desenvolvimento. Então, esqueça a ideia de perfeição, se é isso que o preocupa: é mito! Mas, claro, treine bastante para que sua redação tenha cada vez menos problemas como esses. 2. Tem que escrever nas 30 linhas Embora um bom projeto de texto, geralmente, demande mais escrita do participante, você não precisa escrever nas 30 linhas para tirar a nota máxima. Pois é, esse é mais um mito sobre as redações nota 1000. Os avaliadores vão buscar no seu texto introdução bem feita, desenvolvimento com uma ótima argumentação e uma proposta de intervenção com os cinco elementos obrigatórios. Se você fará isso em 20 ou em 30 linhas, tanto faz! A contagem de linhas só vale, mesmo, para verificar se um texto será ou não corrigido. Isso porque, para ir para a avaliação, o texto precisa ter, no mínimo, 8 linhas escritas. Qualquer outra informação a respeito de linhas é mentira! Então, não caia nessa!  3. Redações nota 1000 são as criativas O que é ser criativo em um texto dissertativo-argumentativo? No caso do Enem, especificamente, há pouco espaço para a criatividade, concorda? O edital, a cartilha do participante e, provavelmente, seus professores têm uma lista de regras, quase um passo a passo para você não errar, não é mesmo? “Tem que ter as 3 partes do texto”; “tem que ter uma proposta de intervenção completa”; “todos os parágrafos precisam ter operadores argumentativos“; e por aí vai. Então, em termos estruturais pelo menos, não dá pra inovar muito não. Mas, claro, você precisa ter um bom projeto de texto, referências para usar e articular com o que você pensou, no entanto não precisa ser nada totalmente fora da caixa. Desde que seja coerente e pertinente ao tema, você pode até usar uma citação “batida” que pode funcionar. A única coisa que você deve evitar mesmo – fugir, correr pra longe – é usar estruturas/textos prontos. Se for só essa a carta na sua manga, sinto muito, procure outras já!  4. Os melhores textos usam palavras difíceis Esse é um mito sobre as redações nota 1000 que faz muita gente se dar mal por usar palavras “bonitas”. Você tem, sim, que usar um amplo vocabulário, mostrar que consegue se expressar bem, mas ter uma boa desenvoltura escrita não é sinônimo de usar palavras difíceis. Muitas vezes, a escolha vocabular não é condizente com o restante do texto. Assim, fica aquele termo arcaico ou em desuso fica perdido no “rolê”. Então, amplie sim suas possibilidades, mas não precisa “pirar” procurando palavra estranha no dicionário. O texto precisa ser objetivo, de fácil leitura. Não precisa inventar moda (e, cá entre nós, começar o texto com “atualmente” ou “hodiernamente” dá absolutamente na mesma!).  5. As redações nota 1000 não usam exemplos Nada a ver! Se bem usado, um exemplo pode enriquecer muito a argumentação e complementar alguma referência que você trouxe para o desenvolvimento da sua tese. Lembre-se de que você precisa articular seus conhecimentos das diversas áreas e também seu conhecimento de mundo para fazer um bom texto. Assim, se é um exemplo pertinente, que tenha relação com o tema ou que seja de conhecimento de muita gente (algo que aconteceu ou foi divulgado na mídia, por exemplo), fique tranquilo(a)! Use sem medo! E aí? Conhece mais algum mito sobre as redações nota 1000 e quer compartilhar com a gente? Tem alguma dúvida sobre redação? Escreva nos comentários! Quer alcançar a NOTA 1000 no ENEM 2021? Não deixe de praticar em nossa plataforma de correções, videoaulas e monitorias!

    Para vestibulandosredação nota 1000Topo de funil
    26 de mar. de 2021
    funk é arte?
    Claudia Bechler
    5 min

    Elitização artística e preconceitos no Brasil | Repertórios para o Tema

    Um repertório sociocultural bem utilizado pode aumentar muito a sua nota na redação. Conheça alguns sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Que o Brasil é cheio de desigualdades todo mundo sabe. Que elas estão em diversas esferas sociais, também. Com a arte não é diferente. Além de haver uma grande desvalorização das artes mais populares, aquelas consideradas mais “importantes” muitas vezes não são acessíveis a todos. Em 2019, o tema do Enem sobre a democratização do cinema já havia chamado um pouco a atenção para isso, e olha que o cinema ainda é considerado algo “comum” para quem vive nas grandes cidades. Portanto, após ler os textos motivadores, cabe refletirmos sobre a “Elitização artística e os preconceitos no Brasil”. Acompanhe na sequência alguns repertórios socioculturais que você pode explorar, saber mais e usar na argumentação da sua redação! Boa leitura! 1. Vídeo: Colocamos um FUNKEIRO e um MAESTRO pra conversar (sem que eles soubessem) Neste episódio do quadro PRECONCEITO, do canal Spotniks, duas pessoas que nunca se viram tentam adivinhar características relevantes uma sobre a outra com base apenas no estereótipo. Trata-se de um exercício social interessante para mostrar até mesmo como as referências e gostos, para um ou outro artista, são extremamente estereotipadas. Assista! 2. Artigo: A democratização da arte Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o potencial de levar arte a qualquer parte que o grafite tem, sendo uma forma de democratizar o acesso e também romper preconceitos, como mostra o sucesso de Eduardo Kobra, que espalha seus murais pelo mundo e tem muito reconhecimento. Além disso, a internet mostra-se também como um meio de democratizar a arte e torná-la menos elitista. 3. Documentário: Cidade Cinza Essa obra audiovisual mostra discussões atuais sobre arte e cidade. O cenário é a cidade de São Paulo e o grafite é mostrado como uma forma de fazer a cidade de concreto “respirar”. O debate também envolve como as pichações entram nisso tudo e como os movimentos políticos tentam barrar essa forma de expressão como algo que “suja” a cidade. Nele, há depoimentos de grafiteiros que ilustram prédios e muros de São Paulo, como Os Gêmeos, Nina e Nunca. 4. Artigo: Pichação é vandalismo? Quem nunca se deparou com uma pichação e sentiu alguma emoção: como a pessoa conseguiu chegar até lá? Por que ela fez isso? Qual a intenção? Pois é, aqui neste texto a revista Nova Escola propõe a discussão dessa temática em sala de aula, não como forma de incentivar as pichações – que são consideradas crimes, sim – mas para abrir o olhar e discutir o que, afinal, elas estão “gritando” nas paredes das cidades. O ponto de partida é a seguinte questão: por que alguns veem como arte urbana o que outros entendem como sujeira e desrespeito? Vale a pena refletir! Certamente trará muitas ideias para sua redação! 5. Cinebiografia: Frida Provavelmente, mesmo que nunca tenha visto qualquer quadro da Frida Kahlo, você já deve ter visto o rosto dela estampado por aí nos mais diversos produtos, de camisetas a cadernos. Pois é, ela se tornou um ícone do feminismo e veio com força nos anos recentes como uma figura icônica, sobressaindo a sua arte. Mas, para além da sua imagem de mulher, Frida tem uma relevância artística muito grande. Foi considerada a primeira artista surrealista da América Latina e em suas obras – hoje altamente valorizadas – adotou temas do folclore e da arte popular do México, além de explorar autorretratos. Ou seja, ela transformou o popular em algo cobiçado pelas elites. Temos certeza de que você conseguirá fazer uma relação entre esse filme e a temática da redação! Se ainda não assistiu ao filme, não perca tempo! 6. Artigo – Funk ostentação: a brincadeira que virou fábrica de milionários Há muito tempo o funk deixou de ser um estilo musical que encontrava público, principalmente, no alto dos morros cariocas e paulistas. Hoje, ele está presente em todos os locais, está sempre lançando novos artistas, novos hits e transformando DJs, compositores e intérpretes em pessoas muito ricas. Isso recebeu até um nome: “funk ostentação”. E até sobre isso a gente pode refletir sobre o tema, não é mesmo? Por que, quando “chega no asfalto”, o funk recebe até um nome pomposo? É uma forma de elitizar? Talvez sim, talvez não. Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões! 7. Artigo: Criminalização do funk revela preconceito e discriminação contra as periferias Mais uma leitura que pode ajudar no seu projeto de texto da redação se você decidir ir pelo caminho de discutir o valor do funk como arte. O ponto de partida foi uma sugestão legislativa que queria criminalizar o funk. Embora tenha sido rejeitada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado e não tenha virado projeto de lei por ferir a Constituição, a ideia recebeu mais de 20.000 apoios. Em seu texto, dizia que “É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança, o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada ‘funk’.” Neste artigo você vai saber mais sobre essa proposta de lei e também descobrir que não é de agora que o funk sofre perseguição e que o gênero deixou de ser algo apenas de um local para fazer parte da vida de grande parte dos brasileiros. Então, é ou não é arte? E se é arte, por que “incomoda” tanto algumas pessoas? Pense nisso! Essas são algumas ideias para direcionar o seu texto sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Lembrou de algum outro repertório que daria supercerto com esse tema? Compartilhe aqui com a gente! Ah, e não esqueça de mandar seu texto para correção pela nossa plataforma! Bons estudos e siga treinando a sua escrita!

    Para vestibulandosTopo de funilrepertório sociocultural
    24 de mar. de 2021
    elitização da arte no brasil
    Claudia Bechler
    5 min

    Elitização artística e preconceitos no Brasil | Tema de Redação

    Você já parou para pensar na elitização artística e nos preconceitos que algumas artes sofrem no Brasil? Confira os textos motivadores a seguir e redija uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A arte e a cultura materializaram o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Antigamente a arte não era para todos, apenas um público muito seleto teria acesso às galerias ou museus, consequentemente limitando a arte a pequenos grupos em posições socioeconômicas privilegiadas. A questão da democratização da arte tem estado muito ligada à discussão entre cultura erudita e cultura popular, com a distinção entre história natural e história política ou, se quisermos, entre cultura e natureza. Hoje, a questão da democratização da arte está de certa forma ligada à democratização da sociedade, questão essa que pode ser vista no campo dos direitos políticos, sociais, culturais e ambientais. Fonte:acontece.com TEXTO 2 Apenas 14% dos brasileiros vão ao cinema pelo menos uma vez por mês; 92% da população nunca frequentou museus; 93% nunca foram a exposições de arte, enquanto 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança; 92% dos municípios brasileiros não têm cinema, teatro ou museu. Esses dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e deixam claro o tamanho do desafio que o Brasil precisa enfrentar para, de fato, universalizar os serviços culturais, dar acesso e favorecer a produção fora dos grandes eixos econômicos. A história brasileira sempre foi marcada pelo que podemos chamar de “concentração”. O dinheiro público sempre cai nas mãos das oligarquias e dos grandes conglomerados empresariais, sobretudo da indústria, do setor financeiro e da mídia. No setor cultural, essa concentração salta aos olhos ao analisarmos a Lei de Incentivo, mais conhecida por Lei Rouanet. Criada em 1991, a lei estabeleceu mecanismos que possibilita empresas e cidadãos aplicarem uma parte do Imposto de Renda em ações culturais. Mas, se por um lado a lei estimulou uma indústria cultural que cresceu de mãos dadas com o meio empresarial, por outro fez com que toda a produção artística que não dialoga com o mercado ficasse excluída, sendo até hoje ameaçada pela falta de mecanismos estatais responsáveis por suprir os desafios da infraestrutura, da pesquisa e do acesso. Fonte: portal outras palavras TEXTO 3 No Brasil, quando o assunto é música, as obras “eruditas” contemporâneas e o funk são vistos por muitos como uma não-música, como barulhos. A “alta cultura” e a “baixa cultura” são colocadas no mesmo plano. Mas por quê? Antes de responder, cabe lembrar a disparidade social entre quem faz a chamada música “erudita” contemporânea e quem faz o Funk. Vá a um concerto contemporâneo na sala São Paulo e diga quantos negros há ali? Vá a um “fluxo” – baile Funk de rua – e veja a cor da pele das pessoas. Mas, vamos tentar responder o porquê da música erudita de hoje e o Funk serem vistos pela população média brasileira como ruídos indesejáveis. Um fato: não há educação musical para todos no Brasil e a boa educação musical (em termos de acesso) é ainda mais rareada. Muitos dos compositores brasileiros que compõem música “erudita” contemporânea estudaram na Europa ou EUA, e se não estudaram têm profundas taras europeias ou americanas. A partir do século XX, a música de concerto passou a ser muito técnica e a trabalhar com questionamentos acessíveis só a quem conhece minimamente a linguagem musical. O resultado foi a criação das escassas plateias de música de concerto contemporâneo, algo que certamente deixou alguns compositores ressentidos: “se é arte não é para a massa”, disse Arnold Schoenberg. “Quem se importa se você escuta?” diz o título de um importante artigo do compositor Milton Babbitt. Talvez essas frases soltas associadas a estes compositores deixem o brasileiro médio com a impressão de que essa arte musical contemporânea seja algo para metidos de sangue azul e isso cria um distanciamento birrento da estética contemporânea… logo, não é Música. Bem a grosso modo, falta o mínimo preparo musical ao brasileiro médio para entender a música de concerto. Mas e no caso do Funk? Por que dizem que não é música? O mesmo pode ser dito! Falta o mínimo de educação musical pra poder enxergar e ressignificar o Funk como experiência sonora legítima. Soma-se a isso o moralismo classista que vê nos palavrões um motivo para reforçar a repulsa aos mais pobres. Será que já leram Bataille ou Sade? Fonte: midia ninja Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Depois que sua redação estiver pronta, envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    24 de mar. de 2021
    Claudia Bechler
    5 min

    5 motivos para adquirir um plano de correção de redações

    Ainda não se convenceu que precisa assinar um plano de correção de redações? Nós listamos 5 motivos para você adquirir! Para quem pretende fazer Enem e vestibulares, o foco é um só: ser aprovado! E todo mundo sabe que, seja qual for o processo seletivo, a redação tem um peso muito grande. Geralmente, ela eleva a média geral e pode ser o diferencial entre conseguir ou não a tão sonhada aprovação. Se você ainda está concluindo o ensino médio, é provável que vai escrever alguns textos para as suas aulas. Mas, se você já concluiu, pode ser difícil dar um gás no treino para a escrita. Acredite: é bem comum o pessoal focar em disciplinas que sentem mais dificuldade, como matemática, e esquecer de colocar treino de redação no cronograma ou deixar isso para a última hora. Isso pode ser fatal na sua preparação! Existem muitas formas de estudar redação, porém é sempre importante contar com quem pode indicar se você está no caminho certo. Por isso, hoje daremos 5 motivos para você adquirir um plano de correção de redações. 1. Criar o hábito de escrever com regularidade Quando você adquire um plano de correções, você firma um compromisso com você mesmo de escrever pelo menos um texto por semana. É aquela velha máxima, né: tô pagando! Não que outras formas de avaliar o seu texto não ajudem, mas confesse: você teria o mesmo empenho? Ninguém gosta de jogar dinheiro fora, então é provável que você se dedique mais quando sabe que comprou um serviço e que o objetivo dele é tornar você melhor na escrita de textos. Além disso, você pode começar a ver vantagens em fazer as reescritas, o que já leva sua programação de estudos para outro nível. 2. Passe pelo processo de escrita e revisão com acompanhamento profissional Muitas vezes, o ano do vestibulando é solitário, pois ele se afasta de amigos e família para poder estudar mais e mais. Escrever textos também é uma ação que se faz sozinho, e é normal que você se sinta inseguro(a) se não costuma fazer muito isso. Então, saber que após a entrega do seu texto ele será lido e analisado por alguém é um alento! Alguns planos permitem que você escolha seu professor e tenha um acompanhamento individualizado. Assim, é possível bater-papo e tirar suas dúvidas sobre redação diretamente com essa pessoa. Legal, não? 3. Receba feedbacks assertivos Você pode escrever 30 redações por mês, mas se não souber em que está errando ou o que poderia ser melhorado, as chances de você ficar entre as notas baixas e medianas são grandes. Isso porque, no estudo de redação, não é quantidade que importa, mas sim a qualidade. E você só vai conseguir atingi-la se alguém mostrar a direção para você – afinal, ninguém nasce sabendo e sempre temos o que aprimorar nas nossas atividades. Quando você envia seu texto para uma plataforma de correção de redações, ele será lido por um profissional capacitado, formado na área. Ele conhece os critérios de avaliação e, além de dar uma nota justa, apontará quais pontos precisam da sua atenção. A partir daí, é aprender com os erros e avançar cada vez mais rumo à redação nota mil! 4. Agilidade no retorno sobre seu texto As plataformas de correção de redações contam com equipes grandes e, assim, é possível dar um retorno sobre o seu texto em menor tempo. Aqui no Redação Online, por exemplo, a partir do momento em que você envia o seu texto, em até 3 dias úteis você recebe sua resposta. Com isso, é possível você já programar a sua reescrita – se houver muitos pontos a arrumar no texto – ou escolher outro tema sobre o qual escrever. Aliás, isso é outro ponto a favor desse tipo de serviço: você conta com uma diversidade de temas e, assim, consegue se preparar para encarar qualquer assunto que cair nas provas! 5. Praticidade para escrever e enviar suas redações Em tempos de maratona de estudos, organização é fundamental. Nada de ficar perdido(a) em uma pilha de papéis! Quando você envia seu texto para a plataforma em que fez um plano correção de redações, ela fica lá, disponível sempre que você quiser revisitá-lo. Além disso, é possível digitar diretamente no sistema o seu texto, ou tirar uma foto dele – se fez no papel – e enviá-lo. Com relação ao retorno do seu texto, é muito mais fácil identificar os problemas e aprender com os desvios. Aqui no Redação Online, por exemplo, sempre haverá sinalizações nos trechos com desvios de gramática ou estrutura sintática, além de dicas que os corretores inserem para você melhorar sua escrita. Mais do que uma nota, você recebe orientação e apoio para seguir estudando! O Redação Online é uma startup apoiada pelo YUNUS – Negócios Sociais, do ganhador do Nobel da Paz de 2006, e apoiados pela Estação Hack do Facebook e a Artemisia – Negócios de Impacto Social. O método desenvolvido aqui permite que em poucos meses os alunos aumentem suas notas, graças à atuação dos nossos especialistas em redação. E funciona mesmo! A cada 10 alunos do Redação Online, 8 aumentaram suas notas em até 400 pontos. Que tal fazer esse investimento em você e começar a levar o estudo de redação muito a sério neste ano? Conheça nossos planos e se surpreenda com os resultados!

    Para vestibulandosFundo de funilOnde estudar
    19 de mar. de 2021
    verticalização urbana
    Claudia Bechler
    4 min

    Verticalização urbana: avanço ou problema? | Repertórios para o tema

    Você já refletiu se a questão da verticalização urbana é um avanço ou problema para as cidades? Conheça repertórios para usar na sua redação! Já foi notícia e chamou muito a atenção a famosa praia Central, de Balneário Camboriú (Santa Catarina), e não apenas por suas belezas naturais. Acontece que a grande concentração de prédios altos na orla faz sombra na praia já no início da tarde. Assim como lá, muitas cidades estão em processo de verticalização urbana. Isso nos faz questionar se estamos diante de um avanço ou problema. Agora que você já leu o tema de redação, conheça alguns repertórios socioculturais que selecionamos para ajudar você a saber mais sobre o assunto. Desse modo, você vai conseguir arrasar na sua argumentação! Boa leitura! 1. O que é um plano diretor? Você sabe a resposta? Se não, procure conhecer do que se trata. Neste artigo, que na verdade faz parte de uma trilha de conteúdos sobre planejamento urbano, você vai saber como ele é elaborado. Ele é o documento que orienta a política de desenvolvimento dos municípios brasileiros, estando previsto na Lei 10.257/01 (Estatuto da Cidade). Municípios que tenham mais de 20 mil habitantes devem elaborá-lo. Assim, entre algumas de suas determinações está o que se permite em relação às construções. Aproveite e confira as outras trilhas também. Desse modo você ficará ainda melhor informado sobre questões relativas à urbanização no país. Vai que caia algum assunto como esse nas provas, não é mesmo? Aproveite e dê uma olhadinha na legislação também! 2. Verticalização urbana: o que é, vantagens, viabilidade e mais! Aqui nesta leitura você vai encontrar um detalhamento maior sobre a verticalização urbana. Aqui, você vai encontrar um breve histórico a respeito do assunto, tendências, vantagens etc. Mas tome cuidado: procure pesquisar também as consequências não tão boas desse processo. Afinal, você precisa forma a sua opinião para decidir se verticalizar é avanço ou problema. Portanto, não se contente apenas com o primeiro texto que surgir, tá legal? 3. Verticalização das cidades Este vídeo curtinho revela alguns dos problemas causados pela verticalização urbana: engarrafamentos e abastecimento de água prejudicado. Então, confira: são só 3 minutos! https://youtu.be/83rc7NEQ6Kg 4. Meu ambiente: verticalização urbana Aproveita que está no Youtube e assista a mais um vídeo de menos de 10 minutos que traz algumas informações sobre os aspectos negativos desse processo urbanístico. O foco é Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Lá moradores e pesquisadores já notaram os principais efeitos desse problema, especialmente a elevação da temperatura da cidade. Saiba por que isso acontece.https://youtu.be/fDM-oPM0bGE 5. Arranha-céus de Balneário Camboriú roubam o sol de quem está na praia Agora, confira a reportagem especial do Fantástico que mostrou, em 2018, a sombra que os prédios geram na areia da praia que comentamos na introdução deste post. Entre as torres, há algumas que pretendem chegar a 81 andares. Então, por essas e outras a cidade é conhecida como “Dubai brasileira”.  Porém, há problemas que surgem na cidade, afinal, nem tudo é glamour. Ainda não conhece essa história? Assista ao vídeo e veja alguns dos efeitos da verticalização. Será que ela é benéfica para todo mundo? Fica aí o questionamento! Fonte: https://twitter.com/showdavida/status/951021042071465984 6. Pesquisa questiona se construir mais prédios faz cidades mais inclusivas No Jornal da USP, encontramos este artigo bem completo. Ele discute se há mesmo inclusão por meio da verticalização ou se isso é apenas um discurso para “vender” essa ideia e, assim, cada vez mais termos prédios altos nas cidades. Esse projeto de pesquisa, que iniciou em 2017, estava previsto para encerrar em 2020. Mas, de qualquer forma, você consegue ter acesso às primeiras impressões das análises dos pesquisadores. Assim, não deixe de ler e fazer algumas anotações sobre isso. E aí, você já formou  sua opinião: é avanço ou problema verticalizar a área urbana? Certamente, na sua cidade deve ter algum exemplo desse tipo de intervenção. Então, que tal ampliar seu repertório conhecendo o plano diretor do lugar onde você mora? Além disso, pesquise se há essas situações em que as construções, além de mudarem a paisagem, estão causando alguns problemas, seja de mobilidade ou outros. Lembre-se que usar exemplos é sempre uma ideia bem-vinda na argumentação, mas não esqueça de referenciá-la, beleza? Mas é como sempre dizemos por aqui: procure mais referências, lembre-se das aulas de Geografia. Veja outras reportagens nas plataformas on-line. Enfim, cerque-se de argumentos que ajudem a defender a sua tese. Faça um bom rascunho, revise-o e passe a limpo! Precisa de uma mãozinha com a correção? Conheça nossos planos e saiba se mandou bem nesse tema. Estamos esperando seu texto, hein?! Até mais!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    17 de mar. de 2021
    verticalização urbana
    Claudia Bechler
    6 min

    Verticalização urbana: avanço ou problema? | Tema de redação

    Você já ouviu falar em verticalização urbana? Sabe seus impactos, vantagens e desvantagens? Reflita sobre o tema e escreva uma redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Verticalização urbana: avanço ou problema?”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Quando se fala em planejamento urbano, é impossível evitar o tema da verticalização, ou seja, a construção de prédios cada vez mais altos. Esse é um caminho do qual o Brasil, com a quarta maior população urbana do mundo, não tem como escapar. Mas esse processo traz mais benefícios ou prejuízos? Qual o seu impacto sobre as cidades? A verticalização é um fenômeno global, diretamente ligado à urbanização – ou seja, o aumento populacional das grandes cidades, em detrimento da vida no interior. De acordo com o último Censo do IBGE, o número de apartamentos no Brasil cresceu 43% entre 2000 e 2010, passando de 4,3 milhões para 6,1 milhões. Os especialistas em planejamento urbano concordam que a verticalização é um processo sem volta. Para que ele traga benefícios, é preciso garantir que, ao acomodar moradores em prédios mais altos, seja possível aumentar a densidade demográfica, ou seja, ter mais pessoas morando em uma determinada área. Fonte: https://g1.globo.com/especial-publicitario/em-movimento/noticia/verticalizacao-urbana-solucao-ou-problema.ghtml Texto 2 Texto 3 Cidade com algumas das mais belas praias paulistas, São Sebastião completa 385 anos nesta terça-feira (16) em luta para evitar a deterioração urbana que afeta outros municípios litorâneos, excessivamente verticalizados. Projeto em tramitação na Câmara de Vereadores muda o atual plano diretor do município e pode liberar a construção de prédios com o dobro de pavimentos do que o permitido atualmente. Associações de moradores e setores organizados da sociedade civil apontam o risco de serem erguidos espigões na região central e em sete praias. A mais antiga cidade do litoral norte, com 90 mil habitantes, é a que resistiu de forma mais efetiva à especulação imobiliária. A legislação municipal impede a construção de prédios e valoriza a natureza que cerca suas praias mais badaladas. Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/pelo-interior/sao-sebastiao-faz-385-anos-resistindo-a-proposta-de-verticalizacao-urbana/ Texto 4 O adensamento populacional nas grandes cidades oferece inúmeros desafios aos planejadores urbanos. Ainda que não exista uma equação fácil para conciliar as demandas práticas da civilização humana com as da sustentabilidade, muitas vezes defensores de uma ou outra visão utilizam argumentos hostis uns contra os outros. Ou seja, os práticos na resolução dos problemas urbanos, sociais e econômicos defendem o adensamento das cidades, inclusive através da verticalização, enquanto outros segmentos a demonizam como mero instrumento de especulação e de imposição de força econômica. Longe de querer afirmar que a verticalização das cidades só traga vantagens, podemos e devemos ir além da crítica à especulação, mesmo porque ela é muitas vezes exagerada. É verdade que mais construções costumam atrair mais construções, de maneira que esse ciclo é alimentado e alimenta o encarecimento dos terrenos urbanos, progressivamente disputados. Essa valorização é uma das principais motivações para a verticalização dos empreendimentos, por possibilitar que o custo dos terrenos seja rateado por um número maior de unidades imobiliárias nele construídas. Com isso, a verticalização também democratiza o espaço urbano, ao franquear uma localização conveniente e bem-estruturada, para um número maior de pessoas. É importante enxergarmos que a verticalização pode trazer várias vantagens para as grandes cidades, como evitar a impermeabilização do solo. Um mesmo edifício vertical, caso tivesse suas unidades imobiliárias dispostas lado a lado na horizontal, certamente ocuparia uma extensão muito maior de terreno natural, impactando a absorção de águas pluviais. Nesse cenário, as cidades ocupariam muito mais espaço que os atuais, não apenas em função da maior área ocupada pela projeção dos edifícios, mas também pelas vias urbanas que seriam necessárias para lhes dar acesso. Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/opiniao/2019/08/01/interna_opiniao,1073936/a-verticalizacao-das-cidades.shtml Texto 5 Tempo seco, umidade baixa e calor são características conhecidas do clima sob o qual os brasilienses vivem boa parte do ano. No entanto, o que era para ser um fenômeno natural está se agravando em áreas verticalizadas da cidade. Brasília deveria ter o clima extremamente ameno, mas grandes construções no Distrito Federal geram ilhas de calor. Estudos e especialistas apontam o aumento da temperatura nos Setores Bancários Sul e Norte e na região de Águas Claras. A variação pode ser de até 6° C e o calor permanece por mais tempo. A falta de vegetação e de planejamento são as principais causas desse problema. A especialista em arquitetura e urbanismo e bioclimatismo da Universidade de Brasília (UnB) Marta Bustos Romero explica que há aumento da temperatura nas áreas com mais construções. “Realizamos estudos nos setores bancários Sul e Norte, na área próxima ao Noroeste e orientei uma dissertação de mestrado sobre Águas Claras. Todos os resultados apresentaram temperatura superior às regiões com mais verde”, ressalta. Portanto, a estudiosa diz que a diferença é perceptível. “Se sairmos dessas áreas de concreto e formos até o Parque da Cidade, por exemplo, notaremos a diferença instantaneamente”, assegura. Marta alerta que o fenômeno pode se expandir para cidades em processo de verticalização, como Samambaia e o Noroeste. “Sem dúvida, as ilhas de calor começam com a construção das cidades!”, diz. Então, segundo ela, os materiais urbanos, como concreto e pavimentação, têm capacidade diferente dos elementos naturais. “A luz do sol é refletida para a atmosfera, porém, esses elementos absorvem o calor e não devolvem instantaneamente. As superfícies ficam aquecidas e a temperatura só volta a ser redistribuída à noite”, esclarece. Com isso, ocorre o aumento do calor tanto no período diurno quanto no noturno, além da dificuldade de ventilação. Os danos poderiam ser amenizados com o adequado planejamento antes de construir, o que passa pela qualidade dos materiais utilizados nas edificações, uma vez que podem amenizar os danos. “Outro fator que influencia diretamente as ilhas de calor é o que nós denominamos de morfologia urbana. Ou seja, deve-se pensar a

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    17 de mar. de 2021
    mulher usando máscara
    Redação Online
    7 min

    Tema de redação – O silenciamento das mulheres na sociedade

    Explore o tema do silenciamento das mulheres na sociedade para sua redação. Analise textos motivadores sobre interrupções e apropriação de ideias. Prepare-se para argumentar e propor soluções!

    desigualdade de gênerotema de redaçãomulheres
    09 de mar. de 2021
    silenciamento das mulheres
    Claudia Bechler
    5 min

    O silenciamento das mulheres na sociedade | Tema de redação

    Em uma sociedade patriarcal, são muitas as formas de provocar o silenciamento das mulheres. Confira nosso tema de redação da semana! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O silenciamento das mulheres na sociedade”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia é uma das três principais autoridades do País, ao lado dos chefes do Executivo (Michel Temer) e do Legislativo (Rodrigo Maia e Eunício Oliveira). Ainda assim, não sente que tem espaço para falar. E deixou isso bem claro na sessão desta quarta-feira, 10/05/2017, na Corte. O diálogo foi transcrito pelo site jurídico Jota. Cármen Lúcia: Ministra Rosa Weber, Vossa Excelência tem a palavra para voto. Rosa Weber: Ministro Lewandowski, o ministro Fux é quem tinha me concedido um aparte. Cármen Lúcia:Agora é o momento do voto… Luiz Fux: Concedo a palavra para o voto integral (risos). Cármen Lúcia: Como concede a palavra? É a vez dela votar. Ela é quem concede, se quiser, um aparte. Foi feita agora uma análise, só um parêntese. Foi feita agora uma pesquisa, já dei ciência à ministra Rosa, em todos os tribunais constitucionais onde há mulheres, o número de vezes em que as mulheres são aparteadas é 18 vezes maior do que entre os ministros… E a ministra Sotomayor [da Suprema Corte americana] me perguntou: ‘”omo é lá?”. Lá, em geral, eu e a ministra Rosa, não nos deixam falar, então nós não somos interrompidas. Mas agora é a vez de a ministra, por direito constitucional, votar. Tem a palavra, ministra. Os pesquisadores analisaram as discussões no Supremo americano desde 1990 e descobriram um padrão praticamente constante: as mulheres são interrompidas, em média, três vezes mais que os homens – isso embora elas falem com menos frequência e por menos tempo do que eles. Detalhe: elas são interrompidas não só por pares da Corte, mas também por advogados, que, segundo a regra, são proibidos de cortar a fala de um juiz e deveriam ser repreendidos por isso. Fonte: emais estadão – deixem a carmen lucia e todas as mulheres falar TEXTO 2 TEXTO 3 Se você é mulher, certamente já percebeu esse tipo de situação alguma vez no ambiente de trabalho. Uma profissional está em uma reunião, apresentando um projeto aos colegas ou à chefia. No auge da sua fala, um colega homem a interrompe e assume a exposição – como se ela estivesse sendo incapaz de tocar sua argumentação –, apropriando-se de uma ideia que ela já havia pontuado e levando o crédito por ela. Ou ainda: em uma discussão em equipe, essa profissional dá uma sugestão sobre como solucionar um problema ou atingir a meta do mês. Ela termina de falar, é ignorada e a reunião prossegue como se ela não tivesse dito nada. Em outra situação, em que há dois homens conversando e uma mulher no grupo, quando ela tenta fazer um comentário, eles se viram para ela e explicam algo óbvio, dando a entender que ela não domina o assunto apenas por ser mulher. Parece casual? Cada vez mais especialistas acreditam que não e dão até um nome para esse tipo de situação – violência verbal. No estudo Sex Roles, Interruptions and Silences in Conversations, os sociólogos Don Zimmerman e Candace West, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram 31 diálogos gravados em lugares públicos como cafés, farmácias e campus universitários. Eles descobriram que, enquanto nas conversas entre pessoas do mesmo sexo aconteceram sete interrupções no total, nas conversas entre homens e mulheres, foram 48 interrupções – 46 delas feitas por um homem, no meio da fala de uma mulher. Outra pesquisa, realizada em 2014 pela Universidade George Washington, mostra que, durante um diálogo, os homens interrompem as mulheres 33% mais do que quando eles estão falando com outro homem. Nem poderosas líderes mundiais escapam do constrangimento. Segundo um levantamento do portal americano de notícias Quartz, durante o primeiro debate presidencial entre Hillary Clinton e Donald Trump, em setembro de 2016, o republicano interrompeu a candidata democrata em 51 momentos. O caso serviu de inspiração para a criação do aplicativo Woman Interrupted, lançado em março pela agência BETC São Paulo. A finalidade da plataforma é contabilizar quantas vezes uma mulher é interrompida durante sua fala por um homem, o chamado “manterrupting”. Em consequência de práticas como essas, as mulheres são as que menos se pronunciam em reuniões no mundo corporativo. Em 2012, o pesquisador Christopher Karpowitz, da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, descobriu que homens falam, em média, durante 75% do tempo em discussões de trabalho. O silenciamento pode ser percebido também pela quantidade de mulheres que evitam admitir situações em que se sentiram constrangidas ou desrespeitadas em função de questões de gênero. Uma pesquisa global realizada pelo instituto Ipsos em 24 países, entre janeiro e fevereiro de 2017, mostra que 26% das mulheres, em todo o mundo, têm receio de defender seus direitos e lutar pela equidade de gênero. No ranking geral, o Brasil ocupa o terceiro lugar como país onde as pessoas mais temem tocar no assunto (36%), ficando apenas atrás de Índia (50%) e Turquia (39%). Fonte: voce sa abril – como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema O silenciamento das mulheres na sociedade! Após escrever sua redação, não se esqueça de enviá-la em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    09 de mar. de 2021
    o silenciamento das mulheres na sociedade
    Claudia Bechler
    5 min

    O silenciamento das mulheres na sociedade | Repertórios para o tema

    Veja os conteúdos que selecionamos para aumentar seu repertório sociocultural sobre o tema “O silenciamento de mulheres na sociedade”! O nosso tema desta semana reflete sobre o silenciamento das mulheres na nossa sociedade. Se você é mulher, já passou por alguma situação em que desvalorizaram ou ignoraram sua opinião, seja na escola, no trabalho ou mesmo nos seus grupos sociais. Isso acontece de várias formas e há tanto tempo que só recentemente passou a ser foco de discussão. Afinal, hoje as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços de poder. Portanto, o silenciamento das mulheres não é mais aceitável e precisamos combatê-lo. Para ajudar a pensar na sua argumentação, selecionamos alguns conteúdos para você incluir na sua pesquisa e, quem sabe, em seu projeto de texto também. 1. Estrelas além do tempo (filme) O filme, baseado em uma história real, mostra uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, que ajudou os EUA na corrida espacial durante a Guerra Fria. No entanto, apesar de fundamentais ao processo, essas mulheres foram diversas vezes silenciadas, tendo seu trabalho assinado por homens brancos. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Lavras, da área de estudos da Linguagem, analisou como esse silenciamento ocorreu e é mostrado no filme. Então, se você já viu o filme, assista ao vídeo a seguir para saber mais! Se ainda não viu, corra para assisti-lo! 2. The Handmaid’s Tale (série) Inspirada pela obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale (ou “O conto da aia”, no Brasil) trata-se de um futuro distópico em que o fundamentalismo cristão ascende ao poder. Nesse novo sistema, as mulheres, além de sofrerem diversos abusos e explorações, não têm autonomia para nada, sequer podem ler. Portanto, elas vivem subjugadas e não possuem qualquer possibilidade de participação política. Desse modo, o conhecimento dessa história, seja pela série ou pelo livro, pode ajudar a compreender os silêncios impostos às mulheres na sociedade. Assista ou leia! 3. Doctor Whoo aborda com perfeição o silenciamento das mulhres (artigo) Leia o artigo publicado no Garotas Geek para entender como o silenciamento de mulheres aparece em um dos episódios da série e, depois, procure-o para assistir e tirar suas próprias conclusões! 4. Mulheres invisíveis: videodocumentário Neste videocumentário, realizado pela Sempreviva Organização Feminista (SOF), discute-se o papel da mulher no mercado de trabalho e no sistema de produção, destacando a sua invisibilidade dentro desta estrutura. Certamente é um material rico que você poderá usar na sua argumentação. Então, dê play! 5. Lívia Cruz: “Não existe inserção das mulheres no hip hop” E será que existe espaço para as mulheres nas artes? Leia esta entrevista. Nela, a rapper Lívia Cruz revela as experiências, muitas vezes de silenciamento, que as mulheres encontram na cena Hip Hop. 6. Por que Meghan Makle se comparou à personagem Ariel de ‘A Pequena Sereia’ Bastante em evidências nos últimos dias devido a uma entrevista à Oprah, a atriz Meghan Makle contou que sentiu-se como a “Pequena Sereia” porque, ao entrar para a família real, teve que “apagar” a sua personalidade. Paralelamente, ela conta que, assim como na animação, ela consegue sua voz de volta – a partir da saída dela e do marido da realeza. Portanto, para tratar dessa questão, você pode também comparar a situação de Meghan com o filme. Provavelmente você já assistiu, mas, caso não, assista. De fato ele mostra como muitas vezes, para conseguir o que quer, ou para ter um amor, algumas mulheres se submetem ao silenciamento.  Trata-se, então, de boa metáfora! 7. Como ser ouvida no ambiente de trabalho? Neste artigo você terá contato com algumas dicas sobre como agir em situações em que a mulher é interrompida, por exemplo, em reuniões de trabalho. 8. Como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho A revista VC S/A também preparou um material com dicas sobre como as mulheres podem reagir às situações que levam ao seu silenciamento no ambiente corporativo. Então, quem sabe com elas você não começa a pensar em uma proposta de intervenção? Leia a matéria na íntegra e saiba mais! 9. A Revolução silenciosa – documentário Neste documentário mulheres sauditas contam a sua história. Trata-se de atletas, jornalistas, artistas, educadoras e políticas – vozes que até então não eram ouvidas no país que tem a maior desigualdade de gênero do mundo. Confira a matéria sobre o assunto feita pela DW. 10. As (reiteradas) tentativas de silenciar mulheres Por fim, confira esta matéria da Folha de S. Paulo que discute outro tipo de silenciamento: o do assédio. Aqui, são discutidos casos como o de Dani Calabresa, Mari Ferrer e Duda Reis. Além de ocorrerem em espaços privados, os agressores presumem que as vítimas ficarão caladas. Vale a pena ler! E aí, gostou dessas dicas? Lembrou de algum filme, série ou livro que também trabalhe essa temática? Certamente, no mundo das artes muitas histórias de silenciamento de mulheres já apareceram. Conte nos comentários que repertório você usaria nesse tema!

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    09 de mar. de 2021
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