As dicas de estudo desempenham, incontestavelmente, um papel fundamental no processo de aprendizado, ajudando os estudantes a maximizar seu potencial acadêmico. Ter um plano de estudo eficaz é, portanto, essencial para absorver o conhecimento de maneira mais eficiente e alcançar melhores resultados. <h2>Dessa forma, aqui estão algumas dicas de estudo que podem ser úteis:</h2> <ol> <li><strong>Organização</strong>: Comece, portanto, organizando seu ambiente de estudo. Tenha um local tranquilo e livre de distrações, com todo o material necessário à mão.</li> <li><strong>Estabeleça metas claras</strong>: Defina, assim, metas de estudo específicas. Isso ajuda a manter o foco e a medir seu progresso.</li> <li><strong>Faça um cronograma</strong>: Crie, então, um cronograma de estudo que inclua horários dedicados a cada matéria. Isso ajuda a distribuir o tempo de maneira equilibrada.</li> <li><strong>Use técnicas de memorização</strong>: Explore, desse modo, técnicas como resumos, flashcards e mapas mentais para reter informações de forma mais eficaz.</li> <li><strong>Revisão regular</strong>: Faça, portanto, revisões periódicas do material estudado. Isso ajuda a consolidar o conhecimento.</li> <li><strong>Descanso e autocuidado</strong>: Não negligencie, assim, o descanso. O sono adequado e o autocuidado são essenciais para a concentração e o bem-estar.</li> <li><strong>Dúvidas e colaboração</strong>: Não hesite, então, em fazer perguntas e buscar ajuda quando necessário. Estudar em grupo pode ser uma estratégia eficaz.</li> <li><strong>Variedade de recursos</strong>: Utilize, dessa forma, uma variedade de recursos, como livros, vídeos, tutoriais online e aulas práticas, para abordar os tópicos de diferentes ângulos.</li> <li><strong>Exercícios práticos</strong>: Em matérias que envolvem prática, como matemática e ciências, a resolução de exercícios é fundamental.</li> <li><strong>Persistência</strong>: A consistência é, sem dúvida, a chave do sucesso. Mantenha, portanto, o foco e a disciplina ao seguir seu plano de estudo.</li> </ol> Seguir essas dicas de estudo pode, indubitavelmente, tornar o processo de aprendizado mais eficiente e gratificante. Lembre-se, então, de que as técnicas de estudo podem variar de acordo com o estilo de aprendizado de cada pessoa, então é importante encontrar o que funciona melhor para você. A preparação e a organização são, sem sombra de dúvida, essenciais para alcançar seus objetivos acadêmicos e profissionais.
51 artigos nesta categoria

Os estudos atualmente não precisam acontecer somente na sala de aula, na faculdade ou na biblioteca. Nos últimos anos, muitas instituições de ensino têm apostado no ensino à distância, o EAD, e com a recente pandemia, essa modalidade se intensificou de estudar em casa. Agora, Confira as melhores dicas de como estudar em casa. Dessa forma, o lar de muita gente se tornou, também, sua sala de aula, sem a necessidade de deslocamento até a organização estudantil. Mas como estudar em casa e ter o mesmo rendimento do que em sala de aula? Pensando nisso, o Redação Online te mostra algumas dicas neste artigo para você ter mais qualidade durante seus estudos, além de aprender novos hábitos que podem ser levados para outras áreas da sua vida. Lembrando que essas dicas não são inflexíveis. Se necessário, você pode fazer algumas alterações e ver aquelas que melhor se adaptam ao seu estilo de estudo, podendo acrescentar outros elementos que se encaixem aos seus métodos. E vamos para as nossas dicas de como estudar em casa com o Redação Online! Detalhes antes de iniciar os estudos em casa Antes de pensar em começar a fazer suas anotações das suas matérias favoritas e resolver as atividades, é importante se atentar a alguns detalhes. São cuidados especiais, para facilitar sua rotina de estudos. Colocando-os em prática, você aproveitará muito mais o seu aprendizado e poderá ver uma melhora nos seus resultados. Listamos algumas condições necessárias para iniciar seus estudos em casa, veja: Tenha um local adequado Antes de tudo, é ideal que você tenha o seu cantinho do aprendizado. Por mais que seja difícil olhar para seu sofá confortável ou sua cama, não é recomendado fazer os estudos nesses locais. Além de causar distrações e prejudicar o seu rendimento. Por isso é importante poder contar com um local adequado para os estudos na sua casa. Por exemplo, uma mesa bem organizada, boa iluminação e que não tenha tanto barulho. Isso pode ajudar nos momentos de aprendizado e melhorar seu desempenho. Procure estabelecer horários organizados Essa é outra condição indispensável para estudar em casa. A organização de horários é para evitar aquela de “estudar quando der”, e todos nós sabemos que isso nunca funciona e seu rendimento é prejudicado. Dessa forma, organizar sua agenda para realizar os estudos em casa e outras atividades pode ser uma maneira de manter maior foco e não correr o risco de não aprender todo o conteúdo necessário. E claro que você também pode fazer algumas outras práticas de organização para aumentar sua produtividade, alcançando assim melhores resultados durante seus estudos para um vestibular ou ENEM. Tenha os materiais adequados para os estudos Se você ficar parando o tempo todo para consultar um livro que está em outro cômodo, perderá rendimento. Por isso é importante que, antes de iniciar os estudos, você prepare todos os seus materiais necessários. Além dos materiais necessários para seus estudos, deixar separado alguns lanches e água é também uma ótima opção. Isso pode ajudar a manter um maior foco, além de melhorar o rendimento enquanto estuda em casa. 6 dicas de como estudar em casa Agora que você já tem as melhores condições para estudar em casa, está na hora de vermos algumas dicas de como manter a concentração e estudar melhor o conteúdo. 1. Crie uma rotina fixa O ideal é que você crie uma rotina clara e tenha disciplina. Faça um plano de estudos para isso, selecione quais horas do seu dia e da sua semana você terá para estudar com eficiência em casa, quais serão os conteúdos, frequência e intensidade. Feito isso, coloque em prática, sem perder o foco. Sabe porque isso ajuda? Além de o seu cérebro entender que aquela é a hora de estudos, seu corpo também vai se adaptar a isso, e você vai apreender os conteúdos de forma mais proveitosa. Ah, e entenda isso como um compromisso! 2. Faça um planejamento conforme as matérias Sabemos que fazer os estudos em casa nem sempre é uma boa ideia. E se você deixar para aprender somente no momento que estiver no seu local de estudo, com certeza perderá muito tempo. Por isso, é importante que crie um planejamento dos seus estudos. Defina o que é prioridade naquele momento entre as suas disciplinas e qual será a ordem das atividades. 3. Não fique preso somente à teoria Muitos podem entender que estudar em casa pode ser somente aprender a teoria, mas não é bem assim. Para não ficar nada tão monótono, é interessante fazer algo mais prático e de outras formas, como criar resumos ou mapas mentais. Também é importante realizar os exercícios e revisar todo o conteúdo estudado anteriormente para uma melhor fixação. Com essas práticas, você pode memorizar mais facilmente o que foi aprendido ao longo do tempo. Você também pode conferir algumas técnicas de memorização aqui no blog. 4. Procure outras formas de aprendizado Já que estamos falando de como estudar em casa, por que não aprender outras formas de aprendizado? Além dos seus livros e apostilas, assim como as apresentações de aulas tradicionais, a internet pode ser uma boa alternativa. O que você pode fazer é procurar vídeos ou podcasts relacionados ao tema do conteúdo, ver vídeos no Youtube e usar simuladores. Mas cuidado para não perder o foco durante a navegação, combinado? 5. Fuja das distrações Por mais que existam benefícios ao estudar em casa, não podemos desconsiderar os malefícios. Sabemos que muitos estudantes ainda moram com os pais ou então dividem o local com colegas, além das outras distrações presentes no ambiente. Por exemplo, a sua televisão com Netflix está a um botão de distância para ser ligada ou seu celular carregado está em suas mãos. Sempre que possível, fuja das distrações. Procure deixar a televisão desligada sempre que possível e desative as notificações do celular. Coloque uma música relaxante no seu fone de ouvido e se concentre nos estudos, o que mais importa no momento. 6. Faça pausas durante os estudos Ainda que seja importante manter a atenção nos estudos, é essencial fazer pausas. O nosso cérebro tem

Com a proximidade do final do ano, é comum que os estudantes sintam-se ainda mais ansiosos e a ansiedade tome conta. Saiba como driblar essa sensação O segundo semestre chegou, os meses parecem correr mais rápido e em breve os estudantes vão se sentar em salas de todo o país para fazer as provas mais importantes do ano – que exigiram meses e meses de preparação. É muita pressão, a gente sabe. Não é à toa que uma pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria relatou que 41,4% dos jovens em cursinhos apresentam sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Preocupação excessiva, autocobrança e dificuldade de concentração tornam-se frequentes, principalmente quando o fim do ano se aproxima. O psicólogo Anderson Malmonge afirma que é comum uma prova gerar ansiedade: “Existe toda uma expectativa em torno daquilo, a pessoa tem uma motivação, uma meta e sabe que seu desempenho será avaliado e, ainda, comparado com o de outros”. No entanto, isso não significa que você não tenha alternativas para domar a ansiedade com a chegada dos vestibulares. E existem muitas formas de se preparar. “Alguns fatores podem contribuir nesse momento. Manter uma boa alimentação e praticar exercícios físicos vão liberar substâncias endógenas e produzir bem-estar”, aconselha Malmonge. As técnicas de relaxamento podem ser incluídas na sua rotina e realizadas diariamente. O ideal, segundo Anderson, é a prática por, pelo menos, 10 minutos, todos os dias. Por isso, separamos um exercício que ajuda a aliviar a ansiedade, seja no momento da prova ou durante os estudos. Meditação na ação: atenção plena com contagem de um a dez Essa é uma técnica que pode ajudar a minimizar o fluxo de distrações e aumentar a concentração na respiração. Sente-se em uma posição confortável. Caso esteja sentado em uma cadeira, mantenha as pernas descruzadas, os pés no chão e as mãos apoiadas nas coxas. Se deitado, coloque as mãos ao lado do corpo viradas para cima. E mantenha os olhos fechados ou semiabertos. Faça três respirações lentas e profundas pelo nariz. Em seguida, deixe que a respiração siga seu fluxo natural, observando as reações que surgirem em qualquer parte do corpo. Preste atenção nelas, mas sem influenciá-las. Conte as inspirações e expirações começando no um até o dez, e retorne para o um. Exemplo: ao inspirar, conte “um” mentalmente e ao expirar conte “um”, inspire novamente contando “dois” e expire contando “dois”. A contagem serve com um fio que prende a atenção à respiração por algum tempo. Não se preocupe se você perder a contagem, apenas recomece. Faça essa prática diariamente por, pelo menos, cinco minutos, principalmente quando sentir que está com a mente muito agitada. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Aprender a estudar também deve fazer parte da rotina do vestibulando, estudar com eficiência mais ainda! Durante o processo de preparação para os vestibulares, é comum que os estudantes busquem uma “fórmula mágica” para a aprovação. É aí que passam a testar métodos de estudos mirabolantes, mudam de estratégia a todo momento e deixam o que mais importa – a consistência nos estudos – de lado. A especialista em técnicas de estudo, Susane Ribeiro, também já esteve aí. Antes de ser aprovada no vestibular de Engenharia do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Susane também costumava ouvir as mais diversas orientações sobre a melhor maneira de se preparar para as provas. Mais tarde, percebeu que só alcançaria a aprovação quando entendesse o que de fato funcionava para ela e traçasse seu próprio caminho. Por isso, sua resolução é: não existe um único caminho ou uma técnica milagrosa de aprovação, mas é possível “aprender a aprender”. Confira abaixo 4 dicas práticas de Susane Ribeiro para estudar com mais eficiência. 1. Conhecimento das técnicas de estudo para estudar com eficiência “Quando preciso ir a um lugar desconhecido, eu sento e olho com calma um aplicativo de mapas e rotas antes de sair. Por mais que seja corrido, uso esse tempo para entender o melhor caminho. E, no fim, não erro e acabo economizando tempo. Isso também se aplica à preparação para o vestibular”, aponta Susane. Isto significa que é muito interessante que o aluno crie sua própria rota de estudos. Nada de ficar preso nas “receitas de bolo”, ou seja, naquilo que um determinado curso ou seus colegas acham melhor. A ideia é entender quais técnicas de estudo mais se encaixam na sua realidade e no seu modo de aprender. “Muitas vezes, assistir aulas enormes, fazer muitos resumos e resolver a lista inteira de exercícios de uma vez não é produtivo, como muitos pensam. Precisa ser estratégico”, alerta Susane. Por isso, reserve um tempo para estudar como estudar. 2. Elaboração de perguntas Você anota perguntas enquanto estuda? Esse é um hábito interessante. Crie perguntas sobre o que você está lendo ou o que o professor está falando na aula. Questione como esse novo assunto se relaciona com outros que você viu anteriormente, quais as diferenças e semelhanças. “Mesmo se o estudante decidir não fazer indagação em voz alta, é bom que anote. Ao criar perguntas, a gente se aprofunda no assunto e isso ajuda até a fixar melhor. Além disso, resolver essas perguntas em outro momento vai ser uma forma simples de estudar”, sugere Susane. Aliás, a hora da revisão pode ser um momento proveitoso para olhar com atenção para os questionamentos anotados ao longo do ano. Confira mais dicas sobre a revisão para o vestibular e saiba quando começar nesta reportagem do GUIA. 3. Estudo prévio para estudar com eficiência Para Susane, a melhor forma de usar a aula é para entender a ideia geral de determinado assunto tratado. Para facilitar o entendimento dessa ideia geral, antes mesmo da aula, o estudante pode olhar no cronograma e buscar nas apostilas e livros usados quais são os principais tópicos do próximo assunto que o professor apresentará. “Assim, o estudante vai entender o esquema do assunto antes da aula e já vai montando o quebra-cabeça da matéria”, diz. Em resumo, o estudo prévio vai contextualizar o aluno antes da aula. Durante a explicação do professor, ele capta a ideia geral do assunto e, no pós-aula, entende os detalhes e aplicações por meio dos exercícios. 4. Anotações Susane alerta que muitos alunos deixam de aproveitar o tempo das aulas, ficando como meros telespectadores. Depois, acabam presos em grandes resumos para lembrar do conteúdo. Ela indica, então, que estudantes não deixem de fazer anotações durante a aula. “Anotar vai deixar o estudo super ativo, aumentando o foco e evitando o tédio que pode aparecer depois de um tempo na sala”, afirma. Ela explica que as anotações não precisam de grandes caprichos, trata-se de uma espécie de rascunho mesmo. É um momento para dividir, categorizar e destacar informações sobre o assunto que está sendo apresentado. Por outro lado, métodos para organizar melhor as anotações podem trazer muitos benefícios, inclusive na memorização. Cada tipo vai ter uma aplicação diferente, que encaixa mais ou menos em determinada disciplina. Por isso, é importante que o estudante conheça as opções de técnicas de anotação e faça testes. Um dos mais conhecidos são os mapas mentais. A partir de uma ideia central é montado um diagrama. Ai o estudante pode usar também mais recursos como setas, formas geométricas, cores, imagens e desenhos. “Em Física, por exemplo, você pode fazer alguns desenhos (que não precisam ser bonitos, tá?) e esquemas para entender o que acontece em um fenômeno”, observa Susane. Outro método destacado pela especialista é o Cornell, muito útil principalmente para as disciplinas de Humanas. “Você pega um folha de papel e escreve em uma coluna no lado esquerdo perguntas diretas como: o que?, por quê?, como?. “Do lado direito, você vai respondê-las”, explica. Um exemplo, na prática: em um aula de História, na qual os alunos estão vendo um evento histórico importante, poderiam questionar “o que aconteceu?”, “por quê?”, “quem estava envolvido?” e “quais eram as motivações?”. Mais uma dica: fuja do overlearning Você já estudou bastante um assunto, foi para os exercícios, começou a acertar tudo, mas continuou até terminar a lista por mais enorme que ela fosse? É bem comum, às vezes, o estudante pensar que não aprendeu tudo, mesmo estudando em excesso. Susane diz que é preciso evitar o overlearning – o “sobreaprender” na tradução para o português. O termo refere-se ao estudo em excesso: fixar no conteúdo, mesmo depois te ter adquirido grande domínio. Nesses casos, o candidato acaba gastando tempo fazendo mais e mais exercícios que não vão gerar, necessariamente, maior retenção do conteúdo. Susane recomenda, então, que os estudantes busquem distribuir seus estudos e intercalar os assuntos. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma

Reunimos recomendações que te ajudam a ficar em dia com o que acontece no mundo Em ano de eleições, novas doenças, conflitos geopolíticos e de resquícios da pandemia de covid-19, acompanhar as atualidades pode parecer uma tarefa quase hercúlea para os vestibulandos, certo? Então, será que é possível ficar em dia com tudo que acontece e chegar preparado para as provas? Por isso, é bom podcasts para estudar atualidades! Acredite ou não, mas é possível se atualizar gastando até menos de uma hora todos os dias. Assim, separamos 6 podcasts para estudar atualidades que apresentam e analisam os principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Vamos ler abaixo as dicas? Café da Manhã A primeira dica, é fruto da parceria entre Folha de S. Paulo com o Spotify Studios, esse podcast foi feito para ser a primeira parte do seu dia. Por isso, ele reúne as notícias mais quentes e que devem bombar durante o dia, seja na área da saúde, da política e da cultura. Para ficar por dentro das notícias você precisará ver os episódios que duram no máximo 30 minutos e, ainda, têm entrevistas de especialistas para debater o tema. Disponível no site da Folha de S. Paulo e no Spotify. O Assunto Já esse podcast é apresentado pela jornalista Renata Lo Prete, trazendo o assunto do momento com profundidade. Além da contextualização, ela recebe outros jornalistas e analistas do Grupo Globo para conversar sobre as temáticas. Disponível no site do G1, no Spotify, no Apple Podcasts e no Google Podcasts. ++10 podcasts para você ir além do Inglês Foro de Teresina Com episódios longos e análises profundas, o podcast de política é apresentado pelos jornalistas Fernando de Barros e Silva, Thais Bilenky e José Roberto de Toledo, com novos episódios publicados todas as sextas-feiras. Além disso, apresenta dados e pesquisa sobre os assuntos, os apresentadores comentam e trazem mais referências para o debate. Para ficar por dentro das novidades, baOs episódios duram em torno de uma hora. Disponível no site da Revista piauí, no Spotify, no Apple Podcast, no Google Podcasts e no YouTube. Durma com essa Neste podcast do jornal digital Nexo, é possível você encontrar boas análises e interpretações equilibradas. De segunda a quinta, a principal notícia do dia é explicada por jornalistas da redação. Além disso, eles trazem a contextualização e uma análise sobre o tema com materiais de referência da própria publicação. Os episódios duram em torno de 10 a 20 minutos. Disponível no site do Nexo Jornal, no Spotify, no Apple Podcasts, no Google Podcasts e no Deezer. Mamilos A penúltima dica, o podcast Mamilos tem essa proposta “Jornalismo de peito aberto”. Ju Wallauer e Cris Bartis debatem os temas semana de forma leve e com bom-humor, sem deixar de lado dados e argumentos sólidos. Os programas são semanais e têm um cardápio de assuntos variados. Além das análises das apresentadoras, elas sempre propõe um debate com especialistas para que você forme sua opinião. Disponível no site da B9, no Spotify, no Apple Podcasts e no YouTube. Guia do Estudante – Atualidades Por fim, você sabia que o Guia do Estudante também está com você em formato podcast? Assim, reunindo os assuntos mais relevantes do momento, o GE – Atualidades te ajuda a se preparar para o vestibular com episódios de até 20 minutos. O programa foi criado em parceria com o Curso Anglo. Disponível no site do Guia do Estudante, no Spotify e no Google Podcasts. Portanto, esse texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Você provavelmente já reveza entre estes métodos sem perceber, mas dominá-los pode potencializar o rendimento Para alguns professores mais tradicionais não tem conversa: a melhor forma de absorver o conteúdo da aula é anotar tudo no caderno. Tirar foto da lousa, então, é praticamente um crime contra o aprendizado! A verdade é que estes professores não estão de todo equivocados. Anotar o que está sendo dito, muitas vezes, ajuda o cérebro a fixar o conteúdo. Não é só bronca de professor: o nome disso é estudo ativo. Apesar do estudo ativo ser comprovadamente eficaz, a metodologia que fica na outra ponta não deve ser ignorada. O estudo passivo – aquele que envolve momentos de escuta ou apenas de leitura – também tem sua aplicabilidade e é válido. Conversamos com uma especialista em métodos de estudo e, neste texto, explicamos a fundo os benefícios do estudo ativo e do estudo passivo. Entenda ainda em quais casos cada um deles é mais recomendado. O que é estudo passivo? Como diria Luva de Pedreiro, a sensação do TikTok: “receba!”. O estudo passivo nada mais é do que receber uma informação. É o momento do aprendizado em que o estudante simplesmente escuta ou lê um conteúdo sem criar anotações ou resolver questões. Resumindo, é como a clássica aula em que o aluno está sentado na carteira escutando o professor explicar o conteúdo em frente à lousa. “Você pode receber informações assistindo uma aula, lendo um livro, ou ainda escutando alguém falar”, explica Susane Ribeiro, especialista em técnicas de estudo. Nos últimos anos, porém, o estudo passivo tem sido apontado como um dos vilões da retenção de informação, visto que é mais fácil se distrair quando se está apenas escutando ou lendo sem exercer nenhuma atividade de fixação. Ribeiro esclarece que este momento de apenas receber o conteúdo tem um papel fundamental na aprendizagem, mas, ainda assim, é importante reconhecer suas limitações. “O estudo passivo não é errado, ele também é necessário, mas ele deve ser entendido como o primeiro contato com a matéria, só ele não é o suficiente para reter o conteúdo”, explica. O problema, segundo ela, é quando o aluno se vicia em só assistir aula. Ou seja, só praticar o estudo passivo. Com isso, o estudante se mune apenas de teoria e pouca prática – o que, em poucas semanas, se torna um problema já que a memória começa a falhar e os conteúdos são esquecidos. “É importante que a carga de estudo passivo seja reduzida para não ter tantas horas por dia só de aula. Tem escolas que passam dez horas de aulas diárias e o aluno não tem tempo de fazer questões, revisão ou até mesmo descansar”, ressalta Ribeiro. O que é estudo ativo? Se o estudo passivo é o momento de receber uma informação, o estudo ativo é a hora de criar algo a partir desta informação. Seria traduzir o conteúdo aprendido em uma criação própria. É neste momento que a mágica acontece. Resolver questões, fazer anotações, escrever um resumo, desenhar um mapa mental e explicar o conteúdo para alguém ou a si mesmo: todas essas são formas de praticar o estudo ativo. As opções são inúmeras e podem variar de acordo com as preferências e dificuldades do estudante. Neste vídeo, por exemplo, você aprende a fazer um mapa mental. “No estudo passivo, você acha que aprendeu tudo, mas no outro dia já esqueceu. Na semana seguinte, nem se lembra mais do que se tratava. Quando treinamos com lista de exercícios, que é o tipo mais simples de estudo ativo, isso é bem mais difícil de acontecer”, explica. As vantagens do estudo ativo podem ser percebidas justamente quando o estudante precisa responder questões dissertativas nas provas. Diferente das questões de múltipla escolha, onde as informações são apresentadas e basta reconhecer qual responde melhor a pergunta, nas questão dissertativas é preciso fazer uma recuperação mental do conteúdo. É como “puxar” a informação de dentro do cérebro. Um conteúdo que foi aprendido apenas pelo estudo passivo meses antes da prova, por exemplo, dificilmente será lembrado com facilidade pelo estudante. Enquanto um conteúdo treinado com exercícios, revisões mensais e resumos escritos é acessado pelo cérebro de forma mais natural. “Uma boa técnica de estudo ativo é a autoexplicação. Ela é muito mencionada pelo físico americano vencedor do Prêmio Nobel de Física, o Richard Feynman. Ele defende um aprendizado que foge do decoreba e foca em, entre outras técnicas, em aprender a partir de perguntas e respostas”, explica. A especialista diz que a explicação deve ser conduzida sempre como um debate do assunto – como se fosse um professor engajando os alunos ou um profissional apresentando uma palestra. “É ir se perguntando ‘por que que isso acontece?’, ‘como que isso acontece?’, ‘qual a consequência disso?’”, exemplifica. Como usar cada um dos métodos Não há um consenso ou uma resposta cientificamente comprovada acerca de qual formato deve ser usado e em qual momento. O mais comum é o estudante ir alternando entre as duas técnicas de maneira natural. Ribeiro alerta que o único perigo é pecar pelo extremo e utilizar o mesmo formato para todas as disciplinas, todos os dias. “Até porque não tem como você aprender um novo assunto indo direto para as questões. Imagina querer fazer exercícios de logaritmo sem ter nada da teoria, sem ter visto uma aula ou lido uma explicação? O estudo passivo é necessário para o estudo ativo acontecer”, esclarece. Pensando nisso, a especialista dividiu os “tipos” de estudantes em três subgrupos e listou dicas para cada um deles. Confira: Para estudantes que estão na escola, é mais difícil escapar do excesso de estudo passivo. Até para não levar faltas, o aluno é obrigado a assistir todas as aulas, todos os dias. A especialista diz que o ideal é fazer anotações próprias no caderno durante a aula, e, ao chegar em casa, resolver uma lista de exercícios, mesmo que o professor não tenha pedido. Essa inserção de doses de estudo

Afinal, como gostar de estudar? Se para você essa resposta parece óbvia, fique sabendo que para muitas pessoas essa ação pode ser um fardo. Isso porque tem gente que encara os estudos como uma obrigação ou como uma saída para ser bem sucedido na vida. Quando o aluno se encontra nessa situação, dificilmente sente prazer nos estudos. Então, se você está nessas condições e tirar um tempo para estudar em casa está difícil, fique atento às nossas dicas de como desenvolver prazer nos estudos. Assim, poderá aproveitar melhor as oportunidades que tem para se aprofundar em cada conteúdo. Continue a leitura e confira as dicas! 4 Dicas para aprender a gostar de estudar Estudar pode abrir portas para uma pessoa, pois quando ela adquire conhecimento, consegue entender melhor o mundo. Além disso, com o estudo você consegue atingir oportunidades na vida que sem ele não conseguiria, como ser promovido no trabalho, passar no vestibular, ingressar em uma boa empresa, ter bons resultados nas provas da escola, entre outros. Portanto, se você quer ser um profissional reconhecido no mercado e uma pessoa mais esclarecida, precisa aprender a gostar de estudar. Por isso, como mencionamos, vamos te apresentar algumas dicas que podem ajudar nesse processo. Continue acompanhando o texto e aproveite o conteúdo. 1. Estabeleça objetivos É essencial definir objetivos para aprender a gostar de estudar, pois isso ajuda a ter um norte durante os estudos. Diante disso, pare e pense qual é a razão que te motiva a estudar e defina um objetivo geral com vários objetivos específicos. Ou seja, tenha um objetivo macro e, depois, desmembre-o em pequenas ações alcançáveis. Por exemplo, o seu objetivo geral pode ser passar no vestibular. Já os objetivos específicos, são estudar matemática, português, história, geografia, física, química, biologia, entre outros. Dessa forma, fica mais fácil estruturar os estudos, sempre que estiver debruçado nos livros saberá por que está fazendo aquilo. 2. Encontre o local de estudos A escolha do local adequado para os estudos é muito importante, pois o ambiente pode interferir diretamente na sua produtividade. Por isso, evite lugares bagunçados, desorganizados, barulhentos e escuros. Prefira ambientes bem iluminados, arejados e calmos. Dessa forma, poderá se dedicar aos estudos de maneira mais tranquila. Além disso, tente evitar distrações, como o celular, o tablet e a televisão. Também avise às pessoas da casa que precisa de privacidade naquele momento, assim não ficará sendo interrompido durante as leituras e execução dos exercícios. Leia também: Como organizar as ideias na redação do ENEM? 3. Defina metas Agora que você já sabe quais são seus objetivos de estudo, chegou o momento de estabelecer as metas. Para isso, você pode usar a técnica SMART que ajuda a definir metas específicas e mensuráveis. Lembre-se de que é importante determinar metas diárias, semanais e mensais. Para tanto, é possível usar uma planilha, um aplicativo ou uma agenda. Assim, fica mais fácil organizar as informações e seguir o cronograma no dia a dia. Além disso, não se esqueça de colocar os intervalos para fazer lanches, tomar água e ir ao banheiro. Dessa forma, você conseguirá aproveitar realmente o tempo disponível. 4. Use técnicas de estudo Você também deve escolher uma técnica para desenvolver seus estudos, nós recomendamos a Técnica de Pomodoro. Nesse caso, a cada 25 minutos de estudo (pomodoro), faça um intervalo de cinco minutos, após quatro pomodoros o intervalo é de 15 a 20 minutos. Além disso, faça uma lista do que deve estudar no dia para que você cumpra as metas. Assim, fica mais fácil organizar o seu tempo e aproveitar cada minuto para obter os resultados esperados. Lembre-se de que para isso acontecer você não pode pular as dicas de estabelecer objetivos e definir metas. 5. Faça resumo Depois de ter estudado todas as matérias de acordo com as metas estipuladas, faça um resumo de tudo aquilo que foi estudado no dia. Isso vai te ajudar a fixar os estudos. Não precisa ser um grande resumo, tenha objetividade. Esse processo é essencial para o sucesso dos estudos. Além disso, esse resumo pode ser uma boa opção na hora das provas, pois você pode utilizá-lo para estudar nos dias que antecedem aos exames. Dessa forma, não precisa retomar a leitura dos livros que tomam mais tempo. Mas lembre-se de que o resumo precisa conter as informações importantes sobre cada matéria. Leia também: Estudar com sono – Saiba como reverter essa situação 6. Divirta-se! Uma forma legal de aprender é se divertindo, assim os estudos se tornam mais interessantes. Quando estiver estudando história, por exemplo, leia como se estivesse narrando um filme ou lendo para uma criança, faça isso em voz alta. Nesse momento, vale usar a imaginação para que não fique mecânico. Mostre para você mesmo que estudar pode ser divertido. Outra coisa que pode te ajudar a aprender a gostar de estudar, é assistir a filmes ou a desenhos relacionados às matérias, escutar músicas instrumentais durante os estudos, desenhar ou resumir o conteúdo, bem como ensinar para alguém o tema estudado ou, ainda, estudar junto com outra pessoa. Nesse último caso, a troca de conhecimentos pode enriquecer ainda mais o aprendizado. 7. Tenha recompensas Você pode definir um presente para cada meta cumprida no dia, na semana ou no mês. Dessa forma, além da conquista do objetivo geral, também terá pequenos estímulos que podem impulsionar os seus estudos. Nesse caso, as recompensas podem ser um chocolate, um tempo de descanso, uma caminhada, um tempo para ver as redes sociais, entre outros ganhos. Assim, você tem mais motivação para finalizar cada meta e, ainda, transforma uma tarefa que poderia ser chata em algo mais prazeroso. Com essas dicas, você vai perceber que estudar pode ser superlegal! Mas para tudo isso, você precisa de uma motivação, então, sempre mantenha em mente o seu objetivo. Imagine-se como uma flecha indo em direção ao alvo. Não desista dos seus sonhos e lembre-se de que para obter uma grande conquista é necessário um grande esforço. Agora que você já sabe como gostar de estudar, que tal conhecer nossas dicas de produtividade nos estudos? Leia o post 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos e aproveite os insights para melhorar a sua performance.

Você conhece os principais tipos de Engenharia do Brasil? Já sabe qual irá escolher para a graduação? Continue conosco e veja suas particularidades. Se você está pensando em cursar uma graduação, o que não faltam são opções. Das exatas às humanas, do tecnólogo ao bacharel, existe uma enorme variedade de cursos superiores no Brasil. No meio de tantas possibilidades, uma grande área se destaca pela valorização dos profissionais e pela quantidade de cursos. Nesse sentido, nos vem uma pergunta: quais são os tipos de Engenharia disponíveis nas universidade? A evolução desta área é tanta, que hoje já passamos de 40 tipos de engenharia, que contam com as mais tradicionais e algumas bem modernas. Não tem como: quanto mais o mundo e o mercado se modifica, mais cursos deverão ser criados para acompanhar essas novas demandas. Para te ajudar a escolher o tipo de engenharia certo pra você, confira a seguir a definição das principais, além de informações como grade curricular, mercado de trabalho, média de salário e mais. O que as Engenharias têm em comum? Em seu conceito, a engenharia é o uso de conhecimentos para o desenvolvimento e manutenção de algo. Dentro disso, cada uma delas se encaixará com sua área de intervenção. Se pensarmos na Engenharia Agrícola, por exemplo, estaremos diante de processos que aperfeiçoam a produção agropecuária. Diferente do Direito, em que um curso abre possibilidades para diversas atuações em áreas distintas, cada Engenharia tem sua graduação específica. É preciso se formar numa das especializações para poder trabalhar com ela, mesmo que todas possuam algumas semelhanças. Além de todas terem esse mesmo conceito ligado à produção e desenvolvimento, a principal semelhança está no ciclo básico destes cursos. Em 5 anos de curso (para a grande maioria), os dois primeiros serão dedicados a algumas matérias, independente de qual seja o tipo de engenharia. Algumas destas disciplinas são: Cálculo; Física; Química; Álgebra Linear, etc. Agora que você já sabe do que há em comum nos cursos, vamos conhecer mais de suas particularidades? A seguir, apresentaremos os principais tipos de engenharia para você cursar. Engenharia Civil A Engenharia Civil é o curso mais famoso dentre eles, contando com cerca de 25% dos formandos desta área. Essa graduação trata de diversos procedimentos ligados à construção de casas, edifícios, túneis, pontes, estruturas, etc. Com um escopo de atuação muito grande, o engenheiro civil pode optar por trabalhar em diversas possibilidades. Veja algumas delas: Cálculo estrutural; Construção civil; Estradas e transporte; Geotecnia; Indústrias de concreto e pré-moldados; Materiais de Construção; Saneamento. Qual a grade curricular da Engenharia Civil? Com muitas opções de atuação, não teria como a grade deste curso não contar com uma variação muito grande de disciplinas. Além do ciclo básico, algumas das matérias mais importantes são: Mecânica dos Fluidos; Rodovias; Hidráulica; Mecânica dos Solos; Teoria das Estruturas; Fundações; e Infraestrutura de Transportes. E como anda o mercado para Engenharia Civil? Mesmo com as dificuldades que a economia enfrenta por causa do covid-19, a Engenharia Civil ainda apresenta boas oportunidades. Por mais que tenha muitos profissionais, as vagas continuam aparecendo. Outro ponto forte está na possibilidade de atuar em diversas áreas, mas, para isso, é interessante se especializar para apresentar um currículo mais atrativo. De acordo com a Glassdoor, o salário médio de um engenheiro civil é de R$ 6.000,00. Engenharia de Produção Voltada para a indústria, a Engenharia de Produção trabalha com o aperfeiçoamento dos processos produtivos. Seu escopo pode ir mais longe, chegando até mesmo no setor de serviços e no comércio. O que se estuda na Engenharia de Produção? Com uma atuação que vai bem além das exatas, aqui você também verá matérias ligadas à gestão, comunicação e contabilidade. Veja algumas delas: Contabilidade Gerencial; Controle de Qualidade; Economia da Engenharia; Engenharia de Métodos e Layout; Gestão de Projetos; e Tecnologia Industrial Básica. Como o mercado de trabalho da Engenharia de Produção está? Sendo uma das que mais empregam na atualidade, a Engenharia de Produção tende a continuar crescendo. Afinal, com a competitividade, as indústrias precisam aperfeiçoar seus processos para se destacar nos negócios. Com uma formação generalista e bem técnica, esse profissional poderá se encaixar facilmente em diversas tarefas. O salário médio para o engenheiro de produção é de R$ 7.191,00, de acordo com a Glassdoor. Engenharia Elétrica Já indicado em seu nome, esse ramo mexe com estudos e utilização da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Como tem uma atuação necessária em praticamente todos os espaços, a Engenharia Elétrica trabalha de forma conjunta com outras, atuando na construção civil e na automação, por exemplo. Como é a grade curricular da Engenharia Elétrica? Sua grade conta com matérias bem específicas do curso, dando uma formação técnica e completa para o estudante. Veja algumas das disciplinas: Circuitos Elétricos; Conversão de Energia; Eletrônica Analógica; Manutenção Industrial; e Transmissão e Recepção de Sinais. Como anda o mercado de trabalho? As oportunidades nesta área são boas, tendo como tendências algumas atuações específicas. Veja quais são: setor público, com um planejamento de aumentar a capacidade energética do país; na saúde, principalmente na construção de equipamentos médicos; e telecomunicação, ainda mais com o atual momento da internet. A remuneração é um verdadeiro atrativo, sendo, em média, de acordo com a Glassdoor, R$8.858,00. Engenharia Química Encarregada de transformar matérias primas em produtos, a Engenharia Química é fundamental para o país. Ela lida com muito estudo e procedimentos que possibilitam a modificação química e física dos materiais, se inserindo em tudo que usamos. Quais as disciplinas do curso? Tem uma grade ampla para possibilitar a compreensão de todo o processo produtivo. Veja algumas disciplinas: Bioquímica; Estática dos Corpos Rígidos; Materiais de Corrosão; e Química Inorgânica. Como é o mercado para o engenheiro químico? Com uma formação bem completa, as oportunidades são bem variadas. O engenheiro químico pode trabalhar em toda a cadeia produtiva, indo da obtenção da matéria prima até a confecção do produto final. Dentro da

Quem já deixou de dormir para estudar até mais tarde levante a mão. Temos certeza que você levantou as duas, não é verdade? A maioria dos estudantes deixam de dormir cedo para se debruçar sobre os livros até altas horas da noite. Mas estudar com sono não é uma estratégia muito saudável, já que a privação do sono prejudica o processo de aprendizagem e o desempenho nos exames. Lembre-se de que o sono regula funções importantes do organismo e ajuda na manutenção da saúde. Além disso, é no momento em que dormimos que o cérebro consolida todo aprendizado que tivemos durante o dia. Portanto, dormir nos horários corretos pode evitar muitos problemas, como cansaço, dificuldade de raciocínio, alteração do humor durante o dia, estresse, entre outros. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que podem te ajudar a ter uma boa noite de sono e, ao mesmo tempo, um ótimo desempenho nos estudos. Então, continue a leitura e confira! 10 dicas para não estudar com sono Ninguém merece estudar com sono, não é verdade? Por isso, o ideal é dormir, no mínimo, 8 horas por dia, mas atenção: é importante que o sono seja de qualidade. Nesse sentido, existem algumas coisas que você pode fazer ou evitar antes de deitar. Dessa forma, aumenta-se as chances de conseguir descansar de maneira correta. Acompanhe abaixo as nossas principais dicas para reverter essa situação. 1. Regule e mantenha seus horários É importante acordar sempre no mesmo horário, mesmo que tenha dormido tarde. Isso porque se você dormir muito tarde na sexta-feira e acordar tarde no sábado, consequentemente irá dormir tarde no domingo e terá problemas na segunda-feira de manhã para levantar. Por isso, defina um horário para acordar todos os dias que seja coerente com as suas atividades e faça um esforço para mantê-lo. 2. Faça exercícios físicos regularmente Fazer atividade física com frequência é essencial para ter uma boa noite de sono, já que ela ajuda a relaxar melhor quando estiver dormindo. Nesse caso, você pode escolher um esporte que faça sentido com a sua realidade atual, ou seja, com o tempo disponível, como jogar futebol, caminhar, nadar, andar de bicicleta, entre outros. 3. Escolha um ambiente adequado para estudar Parece até clichê, mas você precisa escolher um local adequado para estudar. Isso ajuda muito na concentração e na absorção dos conhecimentos. Então, prefira lugares mais calmos e bem iluminados. Além disso, preste atenção nos instrumentos de estudo, já que eles podem fazer toda diferença no cansaço do corpo. Para isso, use mesa e cadeira ergonômicas, de preferência, e nada de estudar na cama ou no sofá, em?! 4. Deixe as preocupações para o dia seguinte Ficar pensando em problemas na hora que está deitado na cama é um mau costume da maioria das pessoas. Temos certeza que você faz isso, não é verdade? Mas esse hábito faz muito mal ao sono e, consequentemente, a saúde. Por isso, antes de deitar anote tudo o que você precisa fazer no dia seguinte, assim ficará despreocupado quando for deitar. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos 5. Tire um tempo após o almoço Você provavelmente já sentiu aquele peso na barriga depois de comer, não é verdade? Isso acontece por causa do processo de digestão. Por isso, pode ser muito saudável dormir após o almoço, assim você tem um momento de descanso durante o dia e, ainda, tem mais chances de acordar renovado para estudar na parte da tarde. 6. Evite comer muito antes de dormir Comer em excesso antes de dormir obrigará seu sistema digestivo a trabalhar mais. Logo, terá uma sensação de peso que irá dificultar o seu sono. Por outro lado, se dormir sem comer nada, pode despertar subitamente durante a noite. Então, não dá para dormir brigando com o estomago. Para resolver isso, faça a última refeição pelo menos 3 horas antes de deitar. 7. Crie o hábito de beber água A água é essencial para nossa vida, mas você sabia que ela também evita o cansaço profundo do corpo? Isso mesmo! Quando você bebe água com frequência durante o dia consegue hidratar o organismo evitando o desgaste desnecessário. Esse hábito também ajuda na oxigenação do cérebro e, consequentemente, na memorização. Para facilitar o consumo deixe sempre perto de você uma garrafinha com água fresca, assim fica mais fácil criar esse hábito. 8. Estude matérias diferentes Quando estudamos algo muito chato ou entediante, costumamos sentir sono. Por isso, deve-se variar as matérias que precisa estudar para que não fique estudando apenas os mesmos conteúdos, ou seja, intercale materiais fáceis com os mais difíceis. Assim, as chances de obter sucesso nos processo de aprendizagem são maiores. 9. Descubra o horário para estudar Cada pessoa tem o período do dia que é mais produtivo. Por exemplo, algumas são mais ativas na parte da manhã, já outras preferem a noite. Por isso, é importante encontrar um horário bom para estudar de acordo com o funcionamento do seu organismo. Assim, você encontra um momento ideal para aprendizagem e evita o sono na hora de aprender. 10. Crie um ritual de sono É bom criar um hábito antes de dormir, como ler livros, tomar banho, escutar música, entre outros. Faça algo agradável e relaxante e repita essas atividades todos os dias. Assim, quando o sono chegar, apenas feche os olhos e durma. Ah! E evite usar o notebook ou o celular antes de dormir, isso pode interferir na qualidade do seu sono significamente. Aproveite e veia também:Saiba quais são as melhores técnicas de memorização para estudos! Em conclusão, estudar com sono pode derrubar a sua produtividade, pois você perde a concentração no conteúdo durante uma piscada mais longa. Dessa forma, esse tempo fica perdido e você precisa revisar novamente os materiais em outro momento. Por isso, é essencial evitar esse tipo de situação. Então, agora que você já conhece todas as nossas dicas, coloque cada uma delas em prática e confira os resultados. Temos certeza que a sua produtividade nos estudos vai aumentar e as suas chances

Não sei se você sabe, mas as normas da ABNT são regras que padronizam várias questões na sociedade. Inclusive, a formatação de trabalhos da faculdade e de todas as produções científicas. A fama dessas regras não é das melhores. De fato, formatar um trabalho nas normas da ABNT não é das tarefas mais fáceis. Mas existem alguns caminhos que podem facilitar esse percurso. Então, vamos lá. Esse é um guia com todos os aspectos para começar a fazer a formatação de trabalhos nas normas da ABNT. O que é ABNT? A ABNT é a sigla para Associação Brasileira de Normas Técnicas. É, de forma geral, uma entidade privada sem fins lucrativos, responsável por cuidar das normatizações do Brasil. Quer dizer, a ABNT propõe formas de normatizar todos os processos do país: desde tecnológicos, industriais até acadêmicos e científicos. O objetivo central da ABNT é, portanto, favorecer o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, através de padronizações. De onde surgiu a ABNT? Embora as normas referentes à padronização de trabalhos sejam as mais conhecidas, a ABNT não surgiu exatamente para isso. Em 1940, a partir do contexto do país, surgiu a necessidade de padronizar o uso do concreto armado. A ABNT surgiu então como uma forma de criar normas para esse mercado. Principais normas da ABNT para trabalhos acadêmicos O conjunto de regras para formatação de trabalhos nas normas da ABNT é bastante extensa. O ideal é que você consulte a NBR sobre o assunto, sempre que você precisar saber como funciona alguma formatação específica. Então, aqui estão as principais NBRs sobre trabalhos de faculdade: NBR 14724 – trabalhos acadêmicos NBR 10520 – Citações NBR 6022 – Artigos científicos impressos NBR 6023 – Referências NBR 6027 – Sumário NBR 6028 – Resumo e abstract NBR 6024 – Numeração progressiva das seções NBR 6023 – Índice NBR 15287 – Projeto de pesquisa Estrutura do trabalho nas normas da ABNT As normas da ABNT estabelecem uma estrutura básica para trabalhos acadêmicos que compreende: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são os que antecedem o texto do trabalho em si. Nas normas da ABNT, os elementos pré-textuais obrigatórios são: Vamos falar de cada um desses elementos. Capa A capa é o primeiro elemento obrigatório e serve para apresentar o trabalho. A NBR 14724 estabelece que é necessário que a capa apresente as seguintes informações nessa ordem: Nome da instituição de ensino Formatação: Nome do curso Formatação: Nome do autor ou autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Subtítulo Formatação: Número de volumes Formatação: Local da instituição de ensino Formatação: Data da entrega do trabalho Formatação: Folha de rosto A folha de rosto deve vir logo em seguida à capa, com as seguintes informações: Nome do autor ou da autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Natureza e objetivo do trabalho Formatação: Nome do orientador ou orientadora Formatação: Cidade e data de entrega do trabalho Formatação: Resumo e abstract O resumo e o abstract são os cartões de visita do trabalho. Eles são responsáveis por despertar ou não o interesse da pessoa leitora em continuar a leitura. A formatação do resumo deve ser da seguinte maneira: Sumário O sumário serve para organizar o conteúdo do trabalho acadêmico e facilitar a leitura. Afinal de contas, ele é a relação dos capítulos e das seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do título ou capítulo ou seção e o número da página em que estão. Além do mais, ele deve compreender um esquema da hierarquia dos títulos de cada capítulo. No sumário não devem ser listados os elementos pré-textuais, como resumo, abstract, dedicatória, agradecimentos e epígrafe. Formatação do texto: Elementos textuais Os elementos textuais são o próprio conteúdo do trabalho em si. Nesse sentido, compreendem a introdução, a fundamentação teórica e as considerações finais. Introdução A introdução é a primeira parte do texto do trabalho. O objetivo principal é, portanto, apresentar um panorama geral da pesquisa. Então, é importante apresentar: o tema, problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, hipóteses, justificativa e metodologia do trabalho. Por fim, é interessante que também compreenda uma estrutura de divisão dos capítulos. Fundamentação teórica A fundamentação teórica consiste no embasamento teórico do trabalho. A construção dessas ideias acontece através de bases de outras pesquisas, livros e artigos. Lembre-se, nesse ponto, que todas as autorias das fontes de pesquisas devem ser devidamente referenciadas, através das citações e das referências. Considerações finais As considerações finais ou conclusões devem conter as deduções lógicas que correspondem aos objetivos da pesquisa. Em resumo, você deve tentar responder ao problema de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais, como o próprio nome sugere, são os que estão depois do conteúdo do trabalho. Nesse sentido, o único elemento pós-textual obrigatório, conforme as normas da ABNT, são as referências bibliográficas. Referências bibliográficas As referências bibliográficas servem para dar crédito às citações e às bases teóricas. Ou seja: funcionam para informar quem é a autoria das fontes de pesquisa. Por esse motivo, é um elemento obrigatório do trabalho, especialmente para evitar que se cometa plágios. As normas da ABNT estabelecem uma ordem e uma formatação específica para construir a lista de referências bibliográficas conforme cada tipo de fonte de pesquisa. Outros detalhes da formatação de trabalhos nas normas da ABNT Existem outros detalhes importantes da formatação de um trabalho nas normas da ABNT, como as margens, espaçamento e numeração de páginas. Margens As normas ABNT definem que as páginas devem ter margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm. Segundo as regras da ABNT, o trabalho deve ser impresso em papel A4, em apenas um dos lados da folha e em tinta preta. Espaçamento O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm
Encontrar motivações para estudar pode ser um pouco complicado. Principalmente, quando o volume de conteúdos parece ser muito grande e impossível de concluir. Esse problema faz parte do dia a dia de muitos estudantes que estão buscando a sua tão sonhada vaga em uma universidade. A concorrência por vagas em alguns cursos pode ser muito grande, especialmente em instituições públicas de Ensino Superior. Mas não desanime! Com muito trabalho duro e dedicação, é possível chegar lá! E para isso, desenvolver atividades que te ajudem a manter o foco e o incentivo para estudar é fundamental. Ter os estímulos corretos na hora de por a “mão na massa” é tão importante quanto ter uma organização que aumente a produtividade nos estudos. E se o que você está procurando é uma mudança de hábitos que irá te ajudar nisso, aqui no Redação Online temos a resposta certa. Continue lendo para conhecer dicas essenciais que irão fazer a diferença. Conheça as dicas mais efetivas para ter motivações para estudar Montar cronogramas e ter o seu dia a dia dedicado a cada matéria é algo que aprendemos desde cedo quando o assunto é ENEM e vestibular. Mas e quanto à energia e concentração necessárias para cumprir essas tarefas? Às vezes parece uma tarefa difícil conseguir começar e terminar um assunto ou tópico sem desanimar. Por isso, dispor das estratégias corretas e que contribuam para a melhora da sua rotina de aprendizado ou revisão é fundamental. E a melhor parte é que, as dicas presentes nesse post não servem apenas para o período de cursinho ou pré-vestibular. Você pode aplicá-las durante a graduação, no trabalho e em qualquer contexto que exija dedicação e emprenho. Então vamos para o que realmente interessa, pois quando estamos motivados, com certeza temos maiores chances de aprender e absorver melhor os conteúdos. 1. Defina qual é o seu sonho e lute por ele Defina bem qual é o seu objetivo. Para isso, é importante se perguntar: o que eu desejo alcançar com a minha nota no ENEM? É o curso dos meus sonhos? Se a resposta for sim para um ou duas das opções, não deixe essa oportunidade ir embora! Toda vez que for estudar, pense no seu alvo e em como alcançá-lo. Dar razões para o seu estudo é uma ótima maneira de não se desviar do caminho traçado. Saber que ao fim de todo o esforço há a tão buscada aprovação é o combustível que todos precisam para ao menos começar. E assim como diz a tradução livre de um provérbio do filósofo chinês Laozi, “Uma jornada de mil milhas (ou quilômetros) começa com um único passo”. Então, por mais que pareça distante, lembre que tudo é uma construção e tem um início. Uma das maiores satisfações é poder ver seu nome na lista de aprovados no curso dos sonhos. 2. Programe-se para cumprir uma meta por dia Programe seus estudos. É importante criar uma meta de estudo por dia para não se sobrecarregar e acabar tendo o efeito contrário do esperado. Por exemplo, separar a quarta-feira para estudar matemática, plano cartesiano, matriz e resolver os exercícios das páginas 7 e 8 da apostila. O importante nessa etapa é ser específico e se organizar de acordo com os dias da semana dedicados ao estudo. Pode parecer bobo, mas se perde muito tempo indo de uma tarefa por a outra sem ter um cronograma bem definido. Quando chegar ao final do dia você já estudou e pôs em prática tudo aquilo que foi visto em sala de aula. Ajudinha extra: estude aquilo que foi aplicado na escola ou no cursinho naquele dia, assim fica mais fácil lembrar e fixar o conteúdo aprendido. 3. Divida o seu material de acordo com o seu ritmo Muito alinhada à técnica anterior, ter uma boa divisão dos tópicos ajuda a facilitar e muito na sua motivação. Isso porque umas das coisas que desanimam os estudantes, especialmente os de cursinho, é o tamanho das apostilas elaboradas para cada matéria, que podem chegar a uma média assustadora de 800 páginas. Não deixe que isso seja um fator desanimador na sua rotina. Divida as tarefas em grupos menores e que façam sentido com as suas possibilidades. Por exemplo, ao estudar 10 páginas por dia é possível finalizar o material em 80 dias. Claro, não há necessidade de “correr”, o importante é aproveitar cada momento e realmente absorver o conhecimento sem se cobrar tanto. Por esse motivo, aprenda a manter a calma na hora de estudar e sempre considere quanto tempo é possível dedicar a cada tópico. 4. Não perca tempo e elimine as distrações do seu ambiente É comum começar uma sessão de estudos e se pegar pensando em um milhão de coisas, como arrumar o quarto, lavar o banheiro, finalizar toda a apostila, etc. Nesse momento, acabamos gerando sentimentos de insatisfação, sensação de estar sobrecarregado e etc. E os efeitos disso podem ser vistos na quebra de concentração, na falta de ânimo em geral e muitos outros sentimentos negativos que impactam no seu rendimento. Por isso, ao estudar em casa, por exemplo, procure eliminar aos elementos que podem prejudicar o seu foco. Isso inclui celular, espaços desorganizados, barulho, entre outros. 5. Xô desanimo! Dopamine o seu cérebro! O hormônio conhecido como dopamina é o responsável por dar energia e gás para realizarmos atividades. E quando o nosso corpo recebe pouco estímulos, o cérebro tende a diminuir a produção ou até mesmo bloquear a passagem da dopamina, nos fazendo sentir cansados e desmotivados. Quando isso acontecer, escute aquela música que mais te anima ou levante-se e faça um alongamento até sentir que é possível continuar. Se movimentar contribui grandemente para a nossa saúde em geral, inclusive nas sinapses neurais. Por isso, fazer pausas de 10 a 15 minutos a cada hora de estudo ajuda muito. Outra boa estratégia é ouvir uma boa playlist. Escolha o que te faz melhor, pegue um bom chá ou suco e vá com tudo, porque a sua vaga está te esperando! E para descobrir outras técnicas relacionadas a vestibular, ENEM ou redação

Nós sabemos que às vezes pode parecer muita informação e que as provas exigem muito de nós, mas existem meios de conseguir guardar uma grande quantidade de assuntos e matérias e se sair bem nas suas provas. Continue lendo o nosso post para descobrir como usar as técnicas de memorização nos estudos ao seu favor. Então, se você faz parte do grupo de alunos que precisa memorizar as coisas, fique atento para as dicas que vamos te dar. Não deixe de conferir as dicas! Memorização para estudos e suas várias ferramentas Ao longo de várias pesquisas entre diversas áreas do conhecimento, foram elaboradas algumas alternativas que promovem uma boa retenção de informações através de mecanismos. Por meio de análises e descobertas, sabemos hoje que nosso cérebro trabalha com duas formas diferentes “para memorizar”, e os processos detalhados abaixo exploram essas possibilidades. Vale ressaltar que memorizar é diferente de decorar um conteúdo e a memorização nos estudos é importante. Quando temos algo memorizado, podemos contextualizá-lo de forma adequada e coerente. Já no caso da famosa “decoreba”, o nosso conhecimento é superficial e sistematizado de uma maneira que sabemos apenas o raso. Vamos conhecer um pouco mais sobre eles. Estude no esquema ordem alfabética No momento das anotações, temos costume de escrever tudo o que o professor vai falando em ordem cronológica, mas se você tem muita coisa para memorizar, é mais fácil se organizar por ordem alfabética. Dessa maneira, fica mais tranquilo organizar e sistematizar os assuntos na hora de estudá-los. Otimize sua rotina com os códigos para memorização nos estudos Essa talvez seja uma das estratégias mais populares entre os estudantes. A sua efetividade se mostra altíssima desde os primeiros anos de aprendizado. Um bom exemplo disso é o Acróstico: uma composição escrita que contém uma ou mais palavras que ajuda a memorizar conceitos ou criar composições poéticas. Essa forma de versificação pode acontecer por meio de letras iniciais ou letas intermediárias. A importância das anotações Geralmente os professores fazem alguns comentários ou passam determinada informação que não está presente nos livros. Por esse motivo, as anotações são muito importantes, e podem fazer a diferença na hora de estudar. Desse modo, você consegue entender os dados com suas próprias palavras e interpretação. Para isso, dê prioridade para a forma mais confortável e prática de acordo com a sua rotina, além de se dedicar a aprender como anotar de maneira eficiente. Sem em cadernos, agendas com tópicas mais gerais, notas adesivas e o que mais estiver à sua disposição. Use cores para esquematizar conteúdos Uma boa estratégia é usar cores diferentes para cada assunto, assim fica mais fácil identificar quais tópicas estudar em cada sessão. Além disso, o uso de marcadores em cores diversas é excelente para destacar tópicos diferentes dentro de um mesmo texto, por exemplo. As cores azul e verde são bem populares quando o assunto é estudo, pois podem promoverem uma sensação de calma e um estado mental mais focado para rotinas de estudo prolongadas. Faça um mapa mental para melhor visualização Os mapas mentais estão em alta! Tire proveito dessa técnica para esquematizar informações importantes que ajudam a criar uma memória visual, já que os métodos que envolvem visualização são efeitos para algumas pessoas. Você pode optar por criá-los à mão ou acessar uma plataforma online que permita a criação desse material. Nós temos um texto incrível com tudo que é preciso saber para elaborar um mapa mental. Uso de cartões e ficheiros Essas ferramentas podem ser de grande utilidade. [E interessante utilizá-la para os conteúdos que apresentam maior dificuldade ou mais relevantes. Por exemplo, para as aulas de Língua Portuguesa é possível criar um cartão para cada figura de linguagem. Para Física, crie um cartão para cada fórmula. Com essas dicas, além de memorizar o que precisa, cria-se um ambiente muito mais organizado. Ademais, é interessante criar rotinas que sejam divididas para cada matéria a ser estudada, com horários e dias definidos. Isso promove mais foco em cada parte do processo. Escolha as estratégias que funcionam para o seu caso Não há uma fórmula mágica que ajude a resolver todos os seus problemas de memorização de uma só vez. E o que funciona para uma pessoa, pode não funcionar para outra. Por esse motivo, a decisão mais acertada para se obter êxito nesse processo, é combinar uma série de estratégias que complementem umas às outras e que sejam adequadas para a sua experiência. Dessa forma, não há desperdício de energia em táticas que não são as mais adequadas para o seu estilo. Assim, a memorização dos conteúdos será fluida e tranquila. Gostou desse tópico? Então, que tal continuar navegando pelo nosso blog para saber mais sobre o mundo da redação e dos estudos com a nossa equipe. Acesse a página para ficar por dentro das melhores informações. Garantimos que há muita coisa bacana para te ajudar! Até a próxima!
Se você está com o objetivo de alcançar excelentes resultados no vestibular, saiba que o seu planejamento deve ir além do cronograma de estudos. Otimizar o tempo, adotar técnicas para fixar melhor o conteúdo e treinar muito através de simulados, também são ótimas estratégias para aumentar a produtividade nos estudos. Porém, existe um detalhe que muitos estudantes acabam deixando de lado e que faz toda a diferença para aumentar a performance: a organização do espaço onde você vai ficar horas em frente aos livros. Acredite! Um ambiente limpo, arrumado, bem iluminado e sem elementos que causam distrações é capaz de exercer forte influência na sua rotina de estudos. Pensando nisso, a equipe do Redação Online separou 5 dicas de organização para você aumentar a produtividade nos estudos. Acompanhe e prepare-se para impulsionar os seus resultados! 1. Mantenha uma rotina de estudos É recomendado que os estudos aconteçam sempre no mesmo lugar e, de preferência, nos mesmos horários. Você sabe o motivo? A nossa mente trabalha por associações, isso quer dizer que, ao montar uma rotina de estudos para o mesmo horário e ambiente, você estará condicionando o seu cérebro a associar aquela situação à necessidade de concentração. Também procure ficar o mais longe possível das distrações – isso inclui televisão, aparelhos de som e, claro, o inseparável smartphone com as suas redes sociais preferidas. Separe o estojo, o caderno, uma garrafa de água, entre outros objetos essenciais para o seu processo de aprendizagem. Assim, você não precisará sair do espaço e pode manter a motivação por mais tempo. Lembre-se, um período com algumas privações pode ser recompensador quando você alcançar aquele objetivo tão desejado! 2. Escolha um ambiente calmo e silencioso No quesito foco, a família também tem papel importante para manter a atenção do estudante nos estudos. Além de questões práticas, como espaço e barulho, existe outro fator que torna essa situação ainda mais delicada: a falta de empatia. Infelizmente, não é sempre que todos os moradores da casa respeitam os seus horários e o seu espaço. Portanto, caso necessário, deixe um lembrete na porta do ambiente de estudos para que ninguém entre e atrapalhe a sua concentração. Essa é uma atitude simples que pode evitar a sua queda de produtividade nos estudos. 3. Priorize a limpeza Para muitos estudantes, a limpeza do ambiente de estudos é fundamental para que o cérebro esteja preparado para absorver o conteúdo das provas. É como se o ambiente físico precisasse estar em perfeita sintonia com o ambiente mental. Por isso, nada melhor que planejar um espaço agradável para o momento de dedicação aos estudos. Ambientes bagunçados e abafados são verdadeiros inimigos da nossa concentração. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que, quando estamos em um espaço confuso, nossos índices de cortisol e estresse aumentam. Dessa forma, os sentidos se sobrecarregam, levando à distração e à incapacidade de concentração. Vamos combinar que você não está precisando disso, concorda? Então, é hora de colocar tudo em ordem! 4. Garanta uma boa iluminação Você sabia que uma iluminação correta pode influenciar a sua produtividade nos estudos? Pois é! Quem nunca teve uma dor de cabeça intensa e colocou a culpa nas horas dedicadas aos livros e ao computador? Isso é muito comum de acontecer, mas é bom que você saiba que o problema pode ter relação direta com a má iluminação do ambiente de estudos. Além disso, outro relato comum de muitos estudantes é a sensação de ardência nos olhos. Isso pode ocorrer com frequência, caso o tom e o direcionamento da luz não estejam adequados. Por isso, é fundamental se organizar para garantir a correta iluminação do seu ambiente: 5. Tenha cuidado com a ergonomia A última dica, mas não menos importante, vai proporcionar maior produtividade nos estudos e manter a saúde do seu corpo em dia! Quem precisa passar horas sentado em uma cadeira, sabe o quão é importante se sentir bem e confortável para ter foco no aprendizado. Portanto, a organização também deve passar pela questão da ergonomia do espaço, ou seja, no quanto ele é adaptável e se ajusta às suas necessidades. É fundamental, por exemplo, ter uma cadeira confortável – mantendo a região lombar apoiada no encosto da cadeira e os pés apoiados no chão -, além de uma mesa que disponha de espaço para todos os seus materiais de estudo. Pronto, com essas 5 dicas de organização as suas horas de estudos renderão muito mais! Agora que você já sabe como ter mais produtividade nos estudos, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no TikTok para receber mais conteúdos como este!
51 artigos encontrados
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção