As dicas de estudo desempenham, incontestavelmente, um papel fundamental no processo de aprendizado, ajudando os estudantes a maximizar seu potencial acadêmico. Ter um plano de estudo eficaz é, portanto, essencial para absorver o conhecimento de maneira mais eficiente e alcançar melhores resultados. <h2>Dessa forma, aqui estão algumas dicas de estudo que podem ser úteis:</h2> <ol> <li><strong>Organização</strong>: Comece, portanto, organizando seu ambiente de estudo. Tenha um local tranquilo e livre de distrações, com todo o material necessário à mão.</li> <li><strong>Estabeleça metas claras</strong>: Defina, assim, metas de estudo específicas. Isso ajuda a manter o foco e a medir seu progresso.</li> <li><strong>Faça um cronograma</strong>: Crie, então, um cronograma de estudo que inclua horários dedicados a cada matéria. Isso ajuda a distribuir o tempo de maneira equilibrada.</li> <li><strong>Use técnicas de memorização</strong>: Explore, desse modo, técnicas como resumos, flashcards e mapas mentais para reter informações de forma mais eficaz.</li> <li><strong>Revisão regular</strong>: Faça, portanto, revisões periódicas do material estudado. Isso ajuda a consolidar o conhecimento.</li> <li><strong>Descanso e autocuidado</strong>: Não negligencie, assim, o descanso. O sono adequado e o autocuidado são essenciais para a concentração e o bem-estar.</li> <li><strong>Dúvidas e colaboração</strong>: Não hesite, então, em fazer perguntas e buscar ajuda quando necessário. Estudar em grupo pode ser uma estratégia eficaz.</li> <li><strong>Variedade de recursos</strong>: Utilize, dessa forma, uma variedade de recursos, como livros, vídeos, tutoriais online e aulas práticas, para abordar os tópicos de diferentes ângulos.</li> <li><strong>Exercícios práticos</strong>: Em matérias que envolvem prática, como matemática e ciências, a resolução de exercícios é fundamental.</li> <li><strong>Persistência</strong>: A consistência é, sem dúvida, a chave do sucesso. Mantenha, portanto, o foco e a disciplina ao seguir seu plano de estudo.</li> </ol> Seguir essas dicas de estudo pode, indubitavelmente, tornar o processo de aprendizado mais eficiente e gratificante. Lembre-se, então, de que as técnicas de estudo podem variar de acordo com o estilo de aprendizado de cada pessoa, então é importante encontrar o que funciona melhor para você. A preparação e a organização são, sem sombra de dúvida, essenciais para alcançar seus objetivos acadêmicos e profissionais.
57 artigos nesta categoria

Você conhece os principais tipos de Engenharia do Brasil? Já sabe qual irá escolher para a graduação? Continue conosco e veja suas particularidades. Se você está pensando em cursar uma graduação, o que não faltam são opções. Das exatas às humanas, do tecnólogo ao bacharel, existe uma enorme variedade de cursos superiores no Brasil. No meio de tantas possibilidades, uma grande área se destaca pela valorização dos profissionais e pela quantidade de cursos. Nesse sentido, nos vem uma pergunta: quais são os tipos de Engenharia disponíveis nas universidade? A evolução desta área é tanta, que hoje já passamos de 40 tipos de engenharia, que contam com as mais tradicionais e algumas bem modernas. Não tem como: quanto mais o mundo e o mercado se modifica, mais cursos deverão ser criados para acompanhar essas novas demandas. Para te ajudar a escolher o tipo de engenharia certo pra você, confira a seguir a definição das principais, além de informações como grade curricular, mercado de trabalho, média de salário e mais. O que as Engenharias têm em comum? Em seu conceito, a engenharia é o uso de conhecimentos para o desenvolvimento e manutenção de algo. Dentro disso, cada uma delas se encaixará com sua área de intervenção. Se pensarmos na Engenharia Agrícola, por exemplo, estaremos diante de processos que aperfeiçoam a produção agropecuária. Diferente do Direito, em que um curso abre possibilidades para diversas atuações em áreas distintas, cada Engenharia tem sua graduação específica. É preciso se formar numa das especializações para poder trabalhar com ela, mesmo que todas possuam algumas semelhanças. Além de todas terem esse mesmo conceito ligado à produção e desenvolvimento, a principal semelhança está no ciclo básico destes cursos. Em 5 anos de curso (para a grande maioria), os dois primeiros serão dedicados a algumas matérias, independente de qual seja o tipo de engenharia. Algumas destas disciplinas são: Cálculo; Física; Química; Álgebra Linear, etc. Agora que você já sabe do que há em comum nos cursos, vamos conhecer mais de suas particularidades? A seguir, apresentaremos os principais tipos de engenharia para você cursar. Engenharia Civil A Engenharia Civil é o curso mais famoso dentre eles, contando com cerca de 25% dos formandos desta área. Essa graduação trata de diversos procedimentos ligados à construção de casas, edifícios, túneis, pontes, estruturas, etc. Com um escopo de atuação muito grande, o engenheiro civil pode optar por trabalhar em diversas possibilidades. Veja algumas delas: Cálculo estrutural; Construção civil; Estradas e transporte; Geotecnia; Indústrias de concreto e pré-moldados; Materiais de Construção; Saneamento. Qual a grade curricular da Engenharia Civil? Com muitas opções de atuação, não teria como a grade deste curso não contar com uma variação muito grande de disciplinas. Além do ciclo básico, algumas das matérias mais importantes são: Mecânica dos Fluidos; Rodovias; Hidráulica; Mecânica dos Solos; Teoria das Estruturas; Fundações; e Infraestrutura de Transportes. E como anda o mercado para Engenharia Civil? Mesmo com as dificuldades que a economia enfrenta por causa do covid-19, a Engenharia Civil ainda apresenta boas oportunidades. Por mais que tenha muitos profissionais, as vagas continuam aparecendo. Outro ponto forte está na possibilidade de atuar em diversas áreas, mas, para isso, é interessante se especializar para apresentar um currículo mais atrativo. De acordo com a Glassdoor, o salário médio de um engenheiro civil é de R$ 6.000,00. Engenharia de Produção Voltada para a indústria, a Engenharia de Produção trabalha com o aperfeiçoamento dos processos produtivos. Seu escopo pode ir mais longe, chegando até mesmo no setor de serviços e no comércio. O que se estuda na Engenharia de Produção? Com uma atuação que vai bem além das exatas, aqui você também verá matérias ligadas à gestão, comunicação e contabilidade. Veja algumas delas: Contabilidade Gerencial; Controle de Qualidade; Economia da Engenharia; Engenharia de Métodos e Layout; Gestão de Projetos; e Tecnologia Industrial Básica. Como o mercado de trabalho da Engenharia de Produção está? Sendo uma das que mais empregam na atualidade, a Engenharia de Produção tende a continuar crescendo. Afinal, com a competitividade, as indústrias precisam aperfeiçoar seus processos para se destacar nos negócios. Com uma formação generalista e bem técnica, esse profissional poderá se encaixar facilmente em diversas tarefas. O salário médio para o engenheiro de produção é de R$ 7.191,00, de acordo com a Glassdoor. Engenharia Elétrica Já indicado em seu nome, esse ramo mexe com estudos e utilização da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Como tem uma atuação necessária em praticamente todos os espaços, a Engenharia Elétrica trabalha de forma conjunta com outras, atuando na construção civil e na automação, por exemplo. Como é a grade curricular da Engenharia Elétrica? Sua grade conta com matérias bem específicas do curso, dando uma formação técnica e completa para o estudante. Veja algumas das disciplinas: Circuitos Elétricos; Conversão de Energia; Eletrônica Analógica; Manutenção Industrial; e Transmissão e Recepção de Sinais. Como anda o mercado de trabalho? As oportunidades nesta área são boas, tendo como tendências algumas atuações específicas. Veja quais são: setor público, com um planejamento de aumentar a capacidade energética do país; na saúde, principalmente na construção de equipamentos médicos; e telecomunicação, ainda mais com o atual momento da internet. A remuneração é um verdadeiro atrativo, sendo, em média, de acordo com a Glassdoor, R$8.858,00. Engenharia Química Encarregada de transformar matérias primas em produtos, a Engenharia Química é fundamental para o país. Ela lida com muito estudo e procedimentos que possibilitam a modificação química e física dos materiais, se inserindo em tudo que usamos. Quais as disciplinas do curso? Tem uma grade ampla para possibilitar a compreensão de todo o processo produtivo. Veja algumas disciplinas: Bioquímica; Estática dos Corpos Rígidos; Materiais de Corrosão; e Química Inorgânica. Como é o mercado para o engenheiro químico? Com uma formação bem completa, as oportunidades são bem variadas. O engenheiro químico pode trabalhar em toda a cadeia produtiva, indo da obtenção da matéria prima até a confecção do produto final. Dentro da

Quem já deixou de dormir para estudar até mais tarde levante a mão. Temos certeza que você levantou as duas, não é verdade? A maioria dos estudantes deixam de dormir cedo para se debruçar sobre os livros até altas horas da noite. Mas estudar com sono não é uma estratégia muito saudável, já que a privação do sono prejudica o processo de aprendizagem e o desempenho nos exames. Lembre-se de que o sono regula funções importantes do organismo e ajuda na manutenção da saúde. Além disso, é no momento em que dormimos que o cérebro consolida todo aprendizado que tivemos durante o dia. Portanto, dormir nos horários corretos pode evitar muitos problemas, como cansaço, dificuldade de raciocínio, alteração do humor durante o dia, estresse, entre outros. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que podem te ajudar a ter uma boa noite de sono e, ao mesmo tempo, um ótimo desempenho nos estudos. Então, continue a leitura e confira! 10 dicas para não estudar com sono Ninguém merece estudar com sono, não é verdade? Por isso, o ideal é dormir, no mínimo, 8 horas por dia, mas atenção: é importante que o sono seja de qualidade. Nesse sentido, existem algumas coisas que você pode fazer ou evitar antes de deitar. Dessa forma, aumenta-se as chances de conseguir descansar de maneira correta. Acompanhe abaixo as nossas principais dicas para reverter essa situação. 1. Regule e mantenha seus horários É importante acordar sempre no mesmo horário, mesmo que tenha dormido tarde. Isso porque se você dormir muito tarde na sexta-feira e acordar tarde no sábado, consequentemente irá dormir tarde no domingo e terá problemas na segunda-feira de manhã para levantar. Por isso, defina um horário para acordar todos os dias que seja coerente com as suas atividades e faça um esforço para mantê-lo. 2. Faça exercícios físicos regularmente Fazer atividade física com frequência é essencial para ter uma boa noite de sono, já que ela ajuda a relaxar melhor quando estiver dormindo. Nesse caso, você pode escolher um esporte que faça sentido com a sua realidade atual, ou seja, com o tempo disponível, como jogar futebol, caminhar, nadar, andar de bicicleta, entre outros. 3. Escolha um ambiente adequado para estudar Parece até clichê, mas você precisa escolher um local adequado para estudar. Isso ajuda muito na concentração e na absorção dos conhecimentos. Então, prefira lugares mais calmos e bem iluminados. Além disso, preste atenção nos instrumentos de estudo, já que eles podem fazer toda diferença no cansaço do corpo. Para isso, use mesa e cadeira ergonômicas, de preferência, e nada de estudar na cama ou no sofá, em?! 4. Deixe as preocupações para o dia seguinte Ficar pensando em problemas na hora que está deitado na cama é um mau costume da maioria das pessoas. Temos certeza que você faz isso, não é verdade? Mas esse hábito faz muito mal ao sono e, consequentemente, a saúde. Por isso, antes de deitar anote tudo o que você precisa fazer no dia seguinte, assim ficará despreocupado quando for deitar. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos 5. Tire um tempo após o almoço Você provavelmente já sentiu aquele peso na barriga depois de comer, não é verdade? Isso acontece por causa do processo de digestão. Por isso, pode ser muito saudável dormir após o almoço, assim você tem um momento de descanso durante o dia e, ainda, tem mais chances de acordar renovado para estudar na parte da tarde. 6. Evite comer muito antes de dormir Comer em excesso antes de dormir obrigará seu sistema digestivo a trabalhar mais. Logo, terá uma sensação de peso que irá dificultar o seu sono. Por outro lado, se dormir sem comer nada, pode despertar subitamente durante a noite. Então, não dá para dormir brigando com o estomago. Para resolver isso, faça a última refeição pelo menos 3 horas antes de deitar. 7. Crie o hábito de beber água A água é essencial para nossa vida, mas você sabia que ela também evita o cansaço profundo do corpo? Isso mesmo! Quando você bebe água com frequência durante o dia consegue hidratar o organismo evitando o desgaste desnecessário. Esse hábito também ajuda na oxigenação do cérebro e, consequentemente, na memorização. Para facilitar o consumo deixe sempre perto de você uma garrafinha com água fresca, assim fica mais fácil criar esse hábito. 8. Estude matérias diferentes Quando estudamos algo muito chato ou entediante, costumamos sentir sono. Por isso, deve-se variar as matérias que precisa estudar para que não fique estudando apenas os mesmos conteúdos, ou seja, intercale materiais fáceis com os mais difíceis. Assim, as chances de obter sucesso nos processo de aprendizagem são maiores. 9. Descubra o horário para estudar Cada pessoa tem o período do dia que é mais produtivo. Por exemplo, algumas são mais ativas na parte da manhã, já outras preferem a noite. Por isso, é importante encontrar um horário bom para estudar de acordo com o funcionamento do seu organismo. Assim, você encontra um momento ideal para aprendizagem e evita o sono na hora de aprender. 10. Crie um ritual de sono É bom criar um hábito antes de dormir, como ler livros, tomar banho, escutar música, entre outros. Faça algo agradável e relaxante e repita essas atividades todos os dias. Assim, quando o sono chegar, apenas feche os olhos e durma. Ah! E evite usar o notebook ou o celular antes de dormir, isso pode interferir na qualidade do seu sono significamente. Aproveite e veia também:Saiba quais são as melhores técnicas de memorização para estudos! Em conclusão, estudar com sono pode derrubar a sua produtividade, pois você perde a concentração no conteúdo durante uma piscada mais longa. Dessa forma, esse tempo fica perdido e você precisa revisar novamente os materiais em outro momento. Por isso, é essencial evitar esse tipo de situação. Então, agora que você já conhece todas as nossas dicas, coloque cada uma delas em prática e confira os resultados. Temos certeza que a sua produtividade nos estudos vai aumentar e as suas chances

Não sei se você sabe, mas as normas da ABNT são regras que padronizam várias questões na sociedade. Inclusive, a formatação de trabalhos da faculdade e de todas as produções científicas. A fama dessas regras não é das melhores. De fato, formatar um trabalho nas normas da ABNT não é das tarefas mais fáceis. Mas existem alguns caminhos que podem facilitar esse percurso. Então, vamos lá. Esse é um guia com todos os aspectos para começar a fazer a formatação de trabalhos nas normas da ABNT. O que é ABNT? A ABNT é a sigla para Associação Brasileira de Normas Técnicas. É, de forma geral, uma entidade privada sem fins lucrativos, responsável por cuidar das normatizações do Brasil. Quer dizer, a ABNT propõe formas de normatizar todos os processos do país: desde tecnológicos, industriais até acadêmicos e científicos. O objetivo central da ABNT é, portanto, favorecer o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, através de padronizações. De onde surgiu a ABNT? Embora as normas referentes à padronização de trabalhos sejam as mais conhecidas, a ABNT não surgiu exatamente para isso. Em 1940, a partir do contexto do país, surgiu a necessidade de padronizar o uso do concreto armado. A ABNT surgiu então como uma forma de criar normas para esse mercado. Principais normas da ABNT para trabalhos acadêmicos O conjunto de regras para formatação de trabalhos nas normas da ABNT é bastante extensa. O ideal é que você consulte a NBR sobre o assunto, sempre que você precisar saber como funciona alguma formatação específica. Então, aqui estão as principais NBRs sobre trabalhos de faculdade: NBR 14724 – trabalhos acadêmicos NBR 10520 – Citações NBR 6022 – Artigos científicos impressos NBR 6023 – Referências NBR 6027 – Sumário NBR 6028 – Resumo e abstract NBR 6024 – Numeração progressiva das seções NBR 6023 – Índice NBR 15287 – Projeto de pesquisa Estrutura do trabalho nas normas da ABNT As normas da ABNT estabelecem uma estrutura básica para trabalhos acadêmicos que compreende: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são os que antecedem o texto do trabalho em si. Nas normas da ABNT, os elementos pré-textuais obrigatórios são: Vamos falar de cada um desses elementos. Capa A capa é o primeiro elemento obrigatório e serve para apresentar o trabalho. A NBR 14724 estabelece que é necessário que a capa apresente as seguintes informações nessa ordem: Nome da instituição de ensino Formatação: Nome do curso Formatação: Nome do autor ou autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Subtítulo Formatação: Número de volumes Formatação: Local da instituição de ensino Formatação: Data da entrega do trabalho Formatação: Folha de rosto A folha de rosto deve vir logo em seguida à capa, com as seguintes informações: Nome do autor ou da autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Natureza e objetivo do trabalho Formatação: Nome do orientador ou orientadora Formatação: Cidade e data de entrega do trabalho Formatação: Resumo e abstract O resumo e o abstract são os cartões de visita do trabalho. Eles são responsáveis por despertar ou não o interesse da pessoa leitora em continuar a leitura. A formatação do resumo deve ser da seguinte maneira: Sumário O sumário serve para organizar o conteúdo do trabalho acadêmico e facilitar a leitura. Afinal de contas, ele é a relação dos capítulos e das seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do título ou capítulo ou seção e o número da página em que estão. Além do mais, ele deve compreender um esquema da hierarquia dos títulos de cada capítulo. No sumário não devem ser listados os elementos pré-textuais, como resumo, abstract, dedicatória, agradecimentos e epígrafe. Formatação do texto: Elementos textuais Os elementos textuais são o próprio conteúdo do trabalho em si. Nesse sentido, compreendem a introdução, a fundamentação teórica e as considerações finais. Introdução A introdução é a primeira parte do texto do trabalho. O objetivo principal é, portanto, apresentar um panorama geral da pesquisa. Então, é importante apresentar: o tema, problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, hipóteses, justificativa e metodologia do trabalho. Por fim, é interessante que também compreenda uma estrutura de divisão dos capítulos. Fundamentação teórica A fundamentação teórica consiste no embasamento teórico do trabalho. A construção dessas ideias acontece através de bases de outras pesquisas, livros e artigos. Lembre-se, nesse ponto, que todas as autorias das fontes de pesquisas devem ser devidamente referenciadas, através das citações e das referências. Considerações finais As considerações finais ou conclusões devem conter as deduções lógicas que correspondem aos objetivos da pesquisa. Em resumo, você deve tentar responder ao problema de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais, como o próprio nome sugere, são os que estão depois do conteúdo do trabalho. Nesse sentido, o único elemento pós-textual obrigatório, conforme as normas da ABNT, são as referências bibliográficas. Referências bibliográficas As referências bibliográficas servem para dar crédito às citações e às bases teóricas. Ou seja: funcionam para informar quem é a autoria das fontes de pesquisa. Por esse motivo, é um elemento obrigatório do trabalho, especialmente para evitar que se cometa plágios. As normas da ABNT estabelecem uma ordem e uma formatação específica para construir a lista de referências bibliográficas conforme cada tipo de fonte de pesquisa. Outros detalhes da formatação de trabalhos nas normas da ABNT Existem outros detalhes importantes da formatação de um trabalho nas normas da ABNT, como as margens, espaçamento e numeração de páginas. Margens As normas ABNT definem que as páginas devem ter margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm. Segundo as regras da ABNT, o trabalho deve ser impresso em papel A4, em apenas um dos lados da folha e em tinta preta. Espaçamento O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm
Encontrar motivações para estudar pode ser um pouco complicado. Principalmente, quando o volume de conteúdos parece ser muito grande e impossível de concluir. Esse problema faz parte do dia a dia de muitos estudantes que estão buscando a sua tão sonhada vaga em uma universidade. A concorrência por vagas em alguns cursos pode ser muito grande, especialmente em instituições públicas de Ensino Superior. Mas não desanime! Com muito trabalho duro e dedicação, é possível chegar lá! E para isso, desenvolver atividades que te ajudem a manter o foco e o incentivo para estudar é fundamental. Ter os estímulos corretos na hora de por a “mão na massa” é tão importante quanto ter uma organização que aumente a produtividade nos estudos. E se o que você está procurando é uma mudança de hábitos que irá te ajudar nisso, aqui no Redação Online temos a resposta certa. Continue lendo para conhecer dicas essenciais que irão fazer a diferença. Conheça as dicas mais efetivas para ter motivações para estudar Montar cronogramas e ter o seu dia a dia dedicado a cada matéria é algo que aprendemos desde cedo quando o assunto é ENEM e vestibular. Mas e quanto à energia e concentração necessárias para cumprir essas tarefas? Às vezes parece uma tarefa difícil conseguir começar e terminar um assunto ou tópico sem desanimar. Por isso, dispor das estratégias corretas e que contribuam para a melhora da sua rotina de aprendizado ou revisão é fundamental. E a melhor parte é que, as dicas presentes nesse post não servem apenas para o período de cursinho ou pré-vestibular. Você pode aplicá-las durante a graduação, no trabalho e em qualquer contexto que exija dedicação e emprenho. Então vamos para o que realmente interessa, pois quando estamos motivados, com certeza temos maiores chances de aprender e absorver melhor os conteúdos. 1. Defina qual é o seu sonho e lute por ele Defina bem qual é o seu objetivo. Para isso, é importante se perguntar: o que eu desejo alcançar com a minha nota no ENEM? É o curso dos meus sonhos? Se a resposta for sim para um ou duas das opções, não deixe essa oportunidade ir embora! Toda vez que for estudar, pense no seu alvo e em como alcançá-lo. Dar razões para o seu estudo é uma ótima maneira de não se desviar do caminho traçado. Saber que ao fim de todo o esforço há a tão buscada aprovação é o combustível que todos precisam para ao menos começar. E assim como diz a tradução livre de um provérbio do filósofo chinês Laozi, “Uma jornada de mil milhas (ou quilômetros) começa com um único passo”. Então, por mais que pareça distante, lembre que tudo é uma construção e tem um início. Uma das maiores satisfações é poder ver seu nome na lista de aprovados no curso dos sonhos. 2. Programe-se para cumprir uma meta por dia Programe seus estudos. É importante criar uma meta de estudo por dia para não se sobrecarregar e acabar tendo o efeito contrário do esperado. Por exemplo, separar a quarta-feira para estudar matemática, plano cartesiano, matriz e resolver os exercícios das páginas 7 e 8 da apostila. O importante nessa etapa é ser específico e se organizar de acordo com os dias da semana dedicados ao estudo. Pode parecer bobo, mas se perde muito tempo indo de uma tarefa por a outra sem ter um cronograma bem definido. Quando chegar ao final do dia você já estudou e pôs em prática tudo aquilo que foi visto em sala de aula. Ajudinha extra: estude aquilo que foi aplicado na escola ou no cursinho naquele dia, assim fica mais fácil lembrar e fixar o conteúdo aprendido. 3. Divida o seu material de acordo com o seu ritmo Muito alinhada à técnica anterior, ter uma boa divisão dos tópicos ajuda a facilitar e muito na sua motivação. Isso porque umas das coisas que desanimam os estudantes, especialmente os de cursinho, é o tamanho das apostilas elaboradas para cada matéria, que podem chegar a uma média assustadora de 800 páginas. Não deixe que isso seja um fator desanimador na sua rotina. Divida as tarefas em grupos menores e que façam sentido com as suas possibilidades. Por exemplo, ao estudar 10 páginas por dia é possível finalizar o material em 80 dias. Claro, não há necessidade de “correr”, o importante é aproveitar cada momento e realmente absorver o conhecimento sem se cobrar tanto. Por esse motivo, aprenda a manter a calma na hora de estudar e sempre considere quanto tempo é possível dedicar a cada tópico. 4. Não perca tempo e elimine as distrações do seu ambiente É comum começar uma sessão de estudos e se pegar pensando em um milhão de coisas, como arrumar o quarto, lavar o banheiro, finalizar toda a apostila, etc. Nesse momento, acabamos gerando sentimentos de insatisfação, sensação de estar sobrecarregado e etc. E os efeitos disso podem ser vistos na quebra de concentração, na falta de ânimo em geral e muitos outros sentimentos negativos que impactam no seu rendimento. Por isso, ao estudar em casa, por exemplo, procure eliminar aos elementos que podem prejudicar o seu foco. Isso inclui celular, espaços desorganizados, barulho, entre outros. 5. Xô desanimo! Dopamine o seu cérebro! O hormônio conhecido como dopamina é o responsável por dar energia e gás para realizarmos atividades. E quando o nosso corpo recebe pouco estímulos, o cérebro tende a diminuir a produção ou até mesmo bloquear a passagem da dopamina, nos fazendo sentir cansados e desmotivados. Quando isso acontecer, escute aquela música que mais te anima ou levante-se e faça um alongamento até sentir que é possível continuar. Se movimentar contribui grandemente para a nossa saúde em geral, inclusive nas sinapses neurais. Por isso, fazer pausas de 10 a 15 minutos a cada hora de estudo ajuda muito. Outra boa estratégia é ouvir uma boa playlist. Escolha o que te faz melhor, pegue um bom chá ou suco e vá com tudo, porque a sua vaga está te esperando! E para descobrir outras técnicas relacionadas a vestibular, ENEM ou redação

Nós sabemos que às vezes pode parecer muita informação e que as provas exigem muito de nós, mas existem meios de conseguir guardar uma grande quantidade de assuntos e matérias e se sair bem nas suas provas. Continue lendo o nosso post para descobrir como usar as técnicas de memorização nos estudos ao seu favor. Então, se você faz parte do grupo de alunos que precisa memorizar as coisas, fique atento para as dicas que vamos te dar. Não deixe de conferir as dicas! Memorização para estudos e suas várias ferramentas Ao longo de várias pesquisas entre diversas áreas do conhecimento, foram elaboradas algumas alternativas que promovem uma boa retenção de informações através de mecanismos. Por meio de análises e descobertas, sabemos hoje que nosso cérebro trabalha com duas formas diferentes “para memorizar”, e os processos detalhados abaixo exploram essas possibilidades. Vale ressaltar que memorizar é diferente de decorar um conteúdo e a memorização nos estudos é importante. Quando temos algo memorizado, podemos contextualizá-lo de forma adequada e coerente. Já no caso da famosa “decoreba”, o nosso conhecimento é superficial e sistematizado de uma maneira que sabemos apenas o raso. Vamos conhecer um pouco mais sobre eles. Estude no esquema ordem alfabética No momento das anotações, temos costume de escrever tudo o que o professor vai falando em ordem cronológica, mas se você tem muita coisa para memorizar, é mais fácil se organizar por ordem alfabética. Dessa maneira, fica mais tranquilo organizar e sistematizar os assuntos na hora de estudá-los. Otimize sua rotina com os códigos para memorização nos estudos Essa talvez seja uma das estratégias mais populares entre os estudantes. A sua efetividade se mostra altíssima desde os primeiros anos de aprendizado. Um bom exemplo disso é o Acróstico: uma composição escrita que contém uma ou mais palavras que ajuda a memorizar conceitos ou criar composições poéticas. Essa forma de versificação pode acontecer por meio de letras iniciais ou letas intermediárias. A importância das anotações Geralmente os professores fazem alguns comentários ou passam determinada informação que não está presente nos livros. Por esse motivo, as anotações são muito importantes, e podem fazer a diferença na hora de estudar. Desse modo, você consegue entender os dados com suas próprias palavras e interpretação. Para isso, dê prioridade para a forma mais confortável e prática de acordo com a sua rotina, além de se dedicar a aprender como anotar de maneira eficiente. Sem em cadernos, agendas com tópicas mais gerais, notas adesivas e o que mais estiver à sua disposição. Use cores para esquematizar conteúdos Uma boa estratégia é usar cores diferentes para cada assunto, assim fica mais fácil identificar quais tópicas estudar em cada sessão. Além disso, o uso de marcadores em cores diversas é excelente para destacar tópicos diferentes dentro de um mesmo texto, por exemplo. As cores azul e verde são bem populares quando o assunto é estudo, pois podem promoverem uma sensação de calma e um estado mental mais focado para rotinas de estudo prolongadas. Faça um mapa mental para melhor visualização Os mapas mentais estão em alta! Tire proveito dessa técnica para esquematizar informações importantes que ajudam a criar uma memória visual, já que os métodos que envolvem visualização são efeitos para algumas pessoas. Você pode optar por criá-los à mão ou acessar uma plataforma online que permita a criação desse material. Nós temos um texto incrível com tudo que é preciso saber para elaborar um mapa mental. Uso de cartões e ficheiros Essas ferramentas podem ser de grande utilidade. [E interessante utilizá-la para os conteúdos que apresentam maior dificuldade ou mais relevantes. Por exemplo, para as aulas de Língua Portuguesa é possível criar um cartão para cada figura de linguagem. Para Física, crie um cartão para cada fórmula. Com essas dicas, além de memorizar o que precisa, cria-se um ambiente muito mais organizado. Ademais, é interessante criar rotinas que sejam divididas para cada matéria a ser estudada, com horários e dias definidos. Isso promove mais foco em cada parte do processo. Escolha as estratégias que funcionam para o seu caso Não há uma fórmula mágica que ajude a resolver todos os seus problemas de memorização de uma só vez. E o que funciona para uma pessoa, pode não funcionar para outra. Por esse motivo, a decisão mais acertada para se obter êxito nesse processo, é combinar uma série de estratégias que complementem umas às outras e que sejam adequadas para a sua experiência. Dessa forma, não há desperdício de energia em táticas que não são as mais adequadas para o seu estilo. Assim, a memorização dos conteúdos será fluida e tranquila. Gostou desse tópico? Então, que tal continuar navegando pelo nosso blog para saber mais sobre o mundo da redação e dos estudos com a nossa equipe. Acesse a página para ficar por dentro das melhores informações. Garantimos que há muita coisa bacana para te ajudar! Até a próxima!
Se você está com o objetivo de alcançar excelentes resultados no vestibular, saiba que o seu planejamento deve ir além do cronograma de estudos. Otimizar o tempo, adotar técnicas para fixar melhor o conteúdo e treinar muito através de simulados, também são ótimas estratégias para aumentar a produtividade nos estudos. Porém, existe um detalhe que muitos estudantes acabam deixando de lado e que faz toda a diferença para aumentar a performance: a organização do espaço onde você vai ficar horas em frente aos livros. Acredite! Um ambiente limpo, arrumado, bem iluminado e sem elementos que causam distrações é capaz de exercer forte influência na sua rotina de estudos. Pensando nisso, a equipe do Redação Online separou 5 dicas de organização para você aumentar a produtividade nos estudos. Acompanhe e prepare-se para impulsionar os seus resultados! 1. Mantenha uma rotina de estudos É recomendado que os estudos aconteçam sempre no mesmo lugar e, de preferência, nos mesmos horários. Você sabe o motivo? A nossa mente trabalha por associações, isso quer dizer que, ao montar uma rotina de estudos para o mesmo horário e ambiente, você estará condicionando o seu cérebro a associar aquela situação à necessidade de concentração. Também procure ficar o mais longe possível das distrações – isso inclui televisão, aparelhos de som e, claro, o inseparável smartphone com as suas redes sociais preferidas. Separe o estojo, o caderno, uma garrafa de água, entre outros objetos essenciais para o seu processo de aprendizagem. Assim, você não precisará sair do espaço e pode manter a motivação por mais tempo. Lembre-se, um período com algumas privações pode ser recompensador quando você alcançar aquele objetivo tão desejado! 2. Escolha um ambiente calmo e silencioso No quesito foco, a família também tem papel importante para manter a atenção do estudante nos estudos. Além de questões práticas, como espaço e barulho, existe outro fator que torna essa situação ainda mais delicada: a falta de empatia. Infelizmente, não é sempre que todos os moradores da casa respeitam os seus horários e o seu espaço. Portanto, caso necessário, deixe um lembrete na porta do ambiente de estudos para que ninguém entre e atrapalhe a sua concentração. Essa é uma atitude simples que pode evitar a sua queda de produtividade nos estudos. 3. Priorize a limpeza Para muitos estudantes, a limpeza do ambiente de estudos é fundamental para que o cérebro esteja preparado para absorver o conteúdo das provas. É como se o ambiente físico precisasse estar em perfeita sintonia com o ambiente mental. Por isso, nada melhor que planejar um espaço agradável para o momento de dedicação aos estudos. Ambientes bagunçados e abafados são verdadeiros inimigos da nossa concentração. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que, quando estamos em um espaço confuso, nossos índices de cortisol e estresse aumentam. Dessa forma, os sentidos se sobrecarregam, levando à distração e à incapacidade de concentração. Vamos combinar que você não está precisando disso, concorda? Então, é hora de colocar tudo em ordem! 4. Garanta uma boa iluminação Você sabia que uma iluminação correta pode influenciar a sua produtividade nos estudos? Pois é! Quem nunca teve uma dor de cabeça intensa e colocou a culpa nas horas dedicadas aos livros e ao computador? Isso é muito comum de acontecer, mas é bom que você saiba que o problema pode ter relação direta com a má iluminação do ambiente de estudos. Além disso, outro relato comum de muitos estudantes é a sensação de ardência nos olhos. Isso pode ocorrer com frequência, caso o tom e o direcionamento da luz não estejam adequados. Por isso, é fundamental se organizar para garantir a correta iluminação do seu ambiente: 5. Tenha cuidado com a ergonomia A última dica, mas não menos importante, vai proporcionar maior produtividade nos estudos e manter a saúde do seu corpo em dia! Quem precisa passar horas sentado em uma cadeira, sabe o quão é importante se sentir bem e confortável para ter foco no aprendizado. Portanto, a organização também deve passar pela questão da ergonomia do espaço, ou seja, no quanto ele é adaptável e se ajusta às suas necessidades. É fundamental, por exemplo, ter uma cadeira confortável – mantendo a região lombar apoiada no encosto da cadeira e os pés apoiados no chão -, além de uma mesa que disponha de espaço para todos os seus materiais de estudo. Pronto, com essas 5 dicas de organização as suas horas de estudos renderão muito mais! Agora que você já sabe como ter mais produtividade nos estudos, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no TikTok para receber mais conteúdos como este!

Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

Conciliar ensino médio e cursinho é um verdadeiro desafio para qualquer candidato que se dispõe a tal. Saiba aqui como fazer isso!

O bloqueio na escrita é o maior vilão de quem está estudando redação. Mas saiba que existem algumas técnicas para evitá-lo. Confira! Você já teve um bloqueio na escrita? A situação é esta: você sentou para treinar a redação para o vestibular, leu atentamente os textos motivadores sobre o tema, abriu o caderno ou um documento no word e na hora de colocar as palavras no papel não conseguiu pensar em nenhuma ideia – ou seja, ficou lá encarando a página em branco. Certamente você já passou por isso, não é? Pois saiba que o bloqueio na escrita é mais comum do que se imagina. Até mesmo os grandes escritores e profissionais do texto passam por isso – sim, acredite! O motivo se dá porque o bloqueio criativo não tem a ver com o fato de você saber escrever bem ou não. Ele é consequência de conflitos emocionais – como ansiedade, insegurança, perfeccionismo ou estresse –, que impedem a pessoa de ter inspiração para escrever um bom texto. Contudo, existem algumas técnicas para evitar esse vilão enquanto você está estudando redação. Confira neste artigo as 6 dicas que listamos para você colocar em prática e se livrar de uma vez por todas do tão temido bloqueio na escrita. Continue a leitura! 1 – Faça intervalos durante os estudos A primeira dica de todas é: faça pausas durante os estudos. Sabemos que a rotina de estudante é corrida e lidar com muitas tarefas durante o dia é um desafio. Se você passa por isso, é bem possível que o seu bloqueio na escrita possa ser consequência do cansaço ou estresse. Por isso, é importante sempre reservar momentos de pausa durante os seus estudos. Enquanto você estiver estudando redação, pare pelo menos 10 minutinhos para alongar o corpo, passar um café, passear com o seu pet, tomar um banho ou olhar pela janela. Você também pode colocar em prática técnicas de estudo, como a do pomodoro, por exemplo. Priorize neste momento fazer atividades que sejam relaxantes. Com a cabeça cheia e cansada é difícil ter produtividade, que dirá criatividade! 2 – Remova todas as distrações Essa dica é importantíssima! As distrações atrapalham muito na hora de focar e escrever uma redação que valerá um notão. Hoje, quando falamos em distrações, a internet é a primeira coisa que pensamos. Afinal, estamos o tempo todo conectados às mídias sociais. Sendo assim, evite dar aquela olhadinha no Instagram ou Tik Tok quando você estiver tentando escrever uma redação. Essa prática não é nenhum pouco estimulante para a criatividade e pode te deixar sem foco e cansado. No entanto, ao seguir essa dica, é importante que você identifique primeiro o que te distrai. Às vezes o que está tirando o seu foco é outra coisa, como o ambiente em que você está estudando. Se você estuda em casa e a sua família é a maior distração, por exemplo, tente procurar um cômodo que seja mais calmo para os estudos. 3 – Escute músicas relaxantes Escutar músicas é uma ótima forma de estimular o cérebro e a criatividade. Indicamos que você escute músicas relaxantes e instrumentais, mas isso não é uma regra. Para algumas pessoas, escutar músicas mais agitadas também funciona. Vale a tentativa, não é? Além disso, você pode aproveitar esse momento para buscar repertórios para o tema, pois as músicas também são consideradas ótimas referências para redações de vestibulares e do Enem. Aproveite esse momento para se inspirar e relaxar! 4 – Leia mais sobre o tema Essa dica é basicamente uma regra para todo mundo que vai escrever uma redação. Afinal, quanto mais você lê e estuda sobre um assunto, mais facilmente você escreverá sobre ele. Além disso, livros, artigos, manchetes ou até história em quadrinhos também servem como repertórios socioculturais. Portanto, amplie o seu conhecimento e busque boas referências. Enquanto estiver fazendo as suas leituras, tenha com você um caderno para tomar notas. Lembre-se que a leitura é fundamental para exercitar a habilidade de escrita e a criatividade. Se você não tem esse hábito, inclua na sua rotina agora mesmo! 5 – Estruture o seu texto Estruturar a redação, antes de colocar as palavras no papel, é um dos primeiros passos que sempre indicamos aqui no Redação Online. Essa dica serve para que o seu texto fique mais organizado e completo, porém ela também serve para evitar o bloqueio na escrita. Até porque, ao escrever uma redação, é essencial que você faça primeiro um planejamento. Caso contrário, é bem provável que os bloqueios surjam. Uma boa forma de estruturar a redação é por meio da técnica de mapa mental. Em um papel, organize as ideias, conceitos e argumentos que serão utilizados na conclusão, desenvolvimento e conclusão da sua redação. Assim, você terá uma visão mais ampla de tudo o que você pensou sobre o tema e ficará mais fácil escrever de forma fluída. 6 – Comece a escrever logo Às vezes o bloqueio na escrita pode ser causado pela insegurança ou perfeccionismo. Assim, para evitá-lo, comece a escrever logo a redação, mesmo que você perceba que ela não está boa o suficiente. Em um rascunho, escreva sem se preocupar com os desvios gramaticais. Quando você escreve e edita um texto ao mesmo tempo, o fluxo de ideias é interrompido e isso pode prejudicar a sua criatividade e a fluidez do texto. Então, escreva sem medo e sem julgamentos. Você vai ver que as ideias irão surgir! Depois que o texto estiver pronto, releia a redação e aí sim revise os desvios gramaticais. No entanto, ao praticar essa dica, é importante que você tenha estruturado o texto antes (ou seja, seguido a nossa dica 5). Lembre-se que esse passo é fundamental para definir a direção que a sua redação irá seguir. Nada de escrever sem planejar o texto antes, combinado? Planejamento é tudo! Gostou das dicas? Você conhece alguma pessoa que tem bloqueio na escrita com frequência? Compartilha esse artigo com

Entenda a diferença entre frase, oração e período e saiba por que é importante estudar esses elementos para a redação! Você sabe a diferença entre frase, oração e período? Muitas vezes esses termos são confundidos ou até mesmo usados como sinônimos, porém eles possuem algumas diferenças. Entender esses conceitos gramaticais é fundamental para você que está estudando redação, pois o texto é estruturado em torno deles. Neste post, você irá entender o que significa frase, oração e período, como se aplicam na redação e por que é importante entender esses conceitos para escrever um bom texto. Boa leitura! Qual a importância de estudar frase, oração e período para a redação? Estudar frase, oração e período é importante para entender como a redação é organizada. Sempre que nos comunicamos, tanto na modalidade escrita quanto na falada, organizamos as palavras em um enunciado com início e fim bem marcado – e essa disposição é estruturada por frases, orações e períodos. A área da gramática que estuda a composição dos elementos em um enunciado é a sintaxe, que é avaliada na competência 1 da redação do Enem e, também, em vestibulares e concursos. É a sintaxe que faz com que a redação tenha coesão e coerência, ou seja, é o que dá sentido ao texto. Por isso, saber usar frase, oração e período na escrita é essencial para desenvolver uma redação com ideias claras, articuladas e completas. Assim, você evita perder pontos por causa de trechos truncados e enunciados incompletos. Agora, vamos entender como esses termos se definem? Siga a leitura! O que é frase? A frase é um enunciado linguístico que possui um sentido completo. Ela não precisa ter um verbo, mas sempre é finalizada com uma pontuação. É possível que a frase seja formada por apenas uma palavra (por exemplo, “Silêncio!”) ou por mais de uma palavra (por exemplo, “Que alegria!”). O importante é que a frase tenha um sentido completo e isso vai depender do contexto em que ela estiver inserida. Na língua portuguesa existem sete principais tipos de frases que utilizamos em nosso dia a dia. Veja abaixo a sua classificação: O que é oração? A oração é todo enunciado que se organiza em torno de um verbo ou locução verbal, podendo ter ou não sentido completo. Vimos anteriormente que uma frase pode conter verbo, lembra? Quando isso acontece é porque há uma oração dentro dela. Portanto, uma frase pode ter uma ou mais orações. Por exemplo: “Silêncio, os vizinhos estão reclamando!”. Nessa frase, a oração é “os vizinhos estão reclamando”. Além disso, uma oração possui dois elementos essenciais: o sujeito (a quem se declara algo) e o predicado (tudo aquilo que se diz do sujeito). Porém nem sempre o sujeito estará definido, veja: na oração “Caminhei muito ontem”, a desinência verbal “caminhei” indica que o sujeito é “eu”. Em nossa língua, existem dois tipos principais de oração. Confira: O que é período? O período é toda frase que possui uma ou mais orações. Ele sempre finaliza com uma pausa bem definida e marcada por uma pontuação – ponto final, ponto de exclamação, de interrogação ou reticências. Ele é classificado da seguinte maneira: Agora que você já sabe como a frase, oração e período se definem e se diferenciam, vamos ver como podem ser usados na redação? Vamos lá! Como a frase, oração e período se aplicam na redação? Em um texto dissertativo-argumentativo, o período deve ser usado para estruturar e organizar as ideias do texto. Ele pode ser formado por duas ou mais orações para expressar ideias de causa/consequência, comparação, conclusão etc. Veja um exemplo retirado da Cartilha do Participante do Enem 2020: O filme “Bastardos inglórios”, ao contextualizar cenas em meados do século XX (oração intercalada), retrata o caráter elitista das exibições de cinema, uma vez que eram feitas em espaços de socialização das classes ricas da época (oração subordinada). No período acima, a oração que expressa a mensagem principal é “O filme ‘Bastardos inglórios’ retrata (verbo) o caráter elitista das exibições de cinema”. Note que há uma oração entre esse enunciado usada para acrescentar uma informação – é o que chamamos de oração intercalada. Para concluir a ideia, temos uma oração subordinada que depende da oração principal para fazer sentido. Logo, podemos dizer que o exemplo acima é um período composto, pois possui mais de uma oração. Além disso, são os períodos que estruturam as ideias de um parágrafo. Observe, agora, o parágrafo completo do exemplo citado acima: O filme “Bastardos inglórios”, ao contextualizar cenas em meados do século XX, retrata o caráter elitista das exibições de cinema, uma vez que eram feitas em espaços de socialização das classes ricas da época. Na contemporaneidade, embora seja mais amplo, ainda há entraves a serem superados quanto à democratização do acesso às salas cinematográficas (e seus conteúdos) no Brasil. Nesse sentido, os resquícios de uma herança segregacionista no que diz respeito à frequência de locais de cinema geram a dificuldade em manter esse hábito em parte da população, o que perpetua a problemática. Esse parágrafo introdutório possui três períodos (representados por cores diferentes). Perceba que cada período expõe uma ideia completa, mas que ainda assim está relacionada aos períodos anteriores ou posteriores. Ou seja, eles “amarram” as ideias do parágrafo. Por fim, vale lembrar que você deve evitar frases exclamativas e interrogativas na redação, visto que o uso de pontuação que expressa sentimentos ou dúvida (ponto de exclamação e interrogação) foge do gênero textual dissertativo-argumentativo cobrado no Enem, concursos e vestibulares. Nesse sentido, o uso dessas frases pode prejudicar a sua nota. Então, fuja delas! E aí, você gostou desse conteúdo? Mais do que saber a diferença entre frase, oração e período, é essencial que você coloque a escrita em prática! O Redação Online pode ajudar você nessa jornada! Confira os nossos pacotes e tenha a sua redação corrigida por especialistas!

Ter um bom cronograma de estudos pode ser o seu diferencial na conquista da tão sonhada aprovação. Venha saber como fazê-lo!

A Síndrome de Burnout se tornou uma das condições mais comuns da sociedade moderna. Saiba mais sobre ela e como evitá-la!
57 artigos encontrados
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção