As dicas de estudo desempenham, incontestavelmente, um papel fundamental no processo de aprendizado, ajudando os estudantes a maximizar seu potencial acadêmico. Ter um plano de estudo eficaz é, portanto, essencial para absorver o conhecimento de maneira mais eficiente e alcançar melhores resultados. <h2>Dessa forma, aqui estão algumas dicas de estudo que podem ser úteis:</h2> <ol> <li><strong>Organização</strong>: Comece, portanto, organizando seu ambiente de estudo. Tenha um local tranquilo e livre de distrações, com todo o material necessário à mão.</li> <li><strong>Estabeleça metas claras</strong>: Defina, assim, metas de estudo específicas. Isso ajuda a manter o foco e a medir seu progresso.</li> <li><strong>Faça um cronograma</strong>: Crie, então, um cronograma de estudo que inclua horários dedicados a cada matéria. Isso ajuda a distribuir o tempo de maneira equilibrada.</li> <li><strong>Use técnicas de memorização</strong>: Explore, desse modo, técnicas como resumos, flashcards e mapas mentais para reter informações de forma mais eficaz.</li> <li><strong>Revisão regular</strong>: Faça, portanto, revisões periódicas do material estudado. Isso ajuda a consolidar o conhecimento.</li> <li><strong>Descanso e autocuidado</strong>: Não negligencie, assim, o descanso. O sono adequado e o autocuidado são essenciais para a concentração e o bem-estar.</li> <li><strong>Dúvidas e colaboração</strong>: Não hesite, então, em fazer perguntas e buscar ajuda quando necessário. Estudar em grupo pode ser uma estratégia eficaz.</li> <li><strong>Variedade de recursos</strong>: Utilize, dessa forma, uma variedade de recursos, como livros, vídeos, tutoriais online e aulas práticas, para abordar os tópicos de diferentes ângulos.</li> <li><strong>Exercícios práticos</strong>: Em matérias que envolvem prática, como matemática e ciências, a resolução de exercícios é fundamental.</li> <li><strong>Persistência</strong>: A consistência é, sem dúvida, a chave do sucesso. Mantenha, portanto, o foco e a disciplina ao seguir seu plano de estudo.</li> </ol> Seguir essas dicas de estudo pode, indubitavelmente, tornar o processo de aprendizado mais eficiente e gratificante. Lembre-se, então, de que as técnicas de estudo podem variar de acordo com o estilo de aprendizado de cada pessoa, então é importante encontrar o que funciona melhor para você. A preparação e a organização são, sem sombra de dúvida, essenciais para alcançar seus objetivos acadêmicos e profissionais.
51 artigos nesta categoria

Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

Conciliar ensino médio e cursinho é um verdadeiro desafio para qualquer candidato que se dispõe a tal. Saiba aqui como fazer isso!

O bloqueio na escrita é o maior vilão de quem está estudando redação. Mas saiba que existem algumas técnicas para evitá-lo. Confira! Você já teve um bloqueio na escrita? A situação é esta: você sentou para treinar a redação para o vestibular, leu atentamente os textos motivadores sobre o tema, abriu o caderno ou um documento no word e na hora de colocar as palavras no papel não conseguiu pensar em nenhuma ideia – ou seja, ficou lá encarando a página em branco. Certamente você já passou por isso, não é? Pois saiba que o bloqueio na escrita é mais comum do que se imagina. Até mesmo os grandes escritores e profissionais do texto passam por isso – sim, acredite! O motivo se dá porque o bloqueio criativo não tem a ver com o fato de você saber escrever bem ou não. Ele é consequência de conflitos emocionais – como ansiedade, insegurança, perfeccionismo ou estresse –, que impedem a pessoa de ter inspiração para escrever um bom texto. Contudo, existem algumas técnicas para evitar esse vilão enquanto você está estudando redação. Confira neste artigo as 6 dicas que listamos para você colocar em prática e se livrar de uma vez por todas do tão temido bloqueio na escrita. Continue a leitura! 1 – Faça intervalos durante os estudos A primeira dica de todas é: faça pausas durante os estudos. Sabemos que a rotina de estudante é corrida e lidar com muitas tarefas durante o dia é um desafio. Se você passa por isso, é bem possível que o seu bloqueio na escrita possa ser consequência do cansaço ou estresse. Por isso, é importante sempre reservar momentos de pausa durante os seus estudos. Enquanto você estiver estudando redação, pare pelo menos 10 minutinhos para alongar o corpo, passar um café, passear com o seu pet, tomar um banho ou olhar pela janela. Você também pode colocar em prática técnicas de estudo, como a do pomodoro, por exemplo. Priorize neste momento fazer atividades que sejam relaxantes. Com a cabeça cheia e cansada é difícil ter produtividade, que dirá criatividade! 2 – Remova todas as distrações Essa dica é importantíssima! As distrações atrapalham muito na hora de focar e escrever uma redação que valerá um notão. Hoje, quando falamos em distrações, a internet é a primeira coisa que pensamos. Afinal, estamos o tempo todo conectados às mídias sociais. Sendo assim, evite dar aquela olhadinha no Instagram ou Tik Tok quando você estiver tentando escrever uma redação. Essa prática não é nenhum pouco estimulante para a criatividade e pode te deixar sem foco e cansado. No entanto, ao seguir essa dica, é importante que você identifique primeiro o que te distrai. Às vezes o que está tirando o seu foco é outra coisa, como o ambiente em que você está estudando. Se você estuda em casa e a sua família é a maior distração, por exemplo, tente procurar um cômodo que seja mais calmo para os estudos. 3 – Escute músicas relaxantes Escutar músicas é uma ótima forma de estimular o cérebro e a criatividade. Indicamos que você escute músicas relaxantes e instrumentais, mas isso não é uma regra. Para algumas pessoas, escutar músicas mais agitadas também funciona. Vale a tentativa, não é? Além disso, você pode aproveitar esse momento para buscar repertórios para o tema, pois as músicas também são consideradas ótimas referências para redações de vestibulares e do Enem. Aproveite esse momento para se inspirar e relaxar! 4 – Leia mais sobre o tema Essa dica é basicamente uma regra para todo mundo que vai escrever uma redação. Afinal, quanto mais você lê e estuda sobre um assunto, mais facilmente você escreverá sobre ele. Além disso, livros, artigos, manchetes ou até história em quadrinhos também servem como repertórios socioculturais. Portanto, amplie o seu conhecimento e busque boas referências. Enquanto estiver fazendo as suas leituras, tenha com você um caderno para tomar notas. Lembre-se que a leitura é fundamental para exercitar a habilidade de escrita e a criatividade. Se você não tem esse hábito, inclua na sua rotina agora mesmo! 5 – Estruture o seu texto Estruturar a redação, antes de colocar as palavras no papel, é um dos primeiros passos que sempre indicamos aqui no Redação Online. Essa dica serve para que o seu texto fique mais organizado e completo, porém ela também serve para evitar o bloqueio na escrita. Até porque, ao escrever uma redação, é essencial que você faça primeiro um planejamento. Caso contrário, é bem provável que os bloqueios surjam. Uma boa forma de estruturar a redação é por meio da técnica de mapa mental. Em um papel, organize as ideias, conceitos e argumentos que serão utilizados na conclusão, desenvolvimento e conclusão da sua redação. Assim, você terá uma visão mais ampla de tudo o que você pensou sobre o tema e ficará mais fácil escrever de forma fluída. 6 – Comece a escrever logo Às vezes o bloqueio na escrita pode ser causado pela insegurança ou perfeccionismo. Assim, para evitá-lo, comece a escrever logo a redação, mesmo que você perceba que ela não está boa o suficiente. Em um rascunho, escreva sem se preocupar com os desvios gramaticais. Quando você escreve e edita um texto ao mesmo tempo, o fluxo de ideias é interrompido e isso pode prejudicar a sua criatividade e a fluidez do texto. Então, escreva sem medo e sem julgamentos. Você vai ver que as ideias irão surgir! Depois que o texto estiver pronto, releia a redação e aí sim revise os desvios gramaticais. No entanto, ao praticar essa dica, é importante que você tenha estruturado o texto antes (ou seja, seguido a nossa dica 5). Lembre-se que esse passo é fundamental para definir a direção que a sua redação irá seguir. Nada de escrever sem planejar o texto antes, combinado? Planejamento é tudo! Gostou das dicas? Você conhece alguma pessoa que tem bloqueio na escrita com frequência? Compartilha esse artigo com

Entenda a diferença entre frase, oração e período e saiba por que é importante estudar esses elementos para a redação! Você sabe a diferença entre frase, oração e período? Muitas vezes esses termos são confundidos ou até mesmo usados como sinônimos, porém eles possuem algumas diferenças. Entender esses conceitos gramaticais é fundamental para você que está estudando redação, pois o texto é estruturado em torno deles. Neste post, você irá entender o que significa frase, oração e período, como se aplicam na redação e por que é importante entender esses conceitos para escrever um bom texto. Boa leitura! Qual a importância de estudar frase, oração e período para a redação? Estudar frase, oração e período é importante para entender como a redação é organizada. Sempre que nos comunicamos, tanto na modalidade escrita quanto na falada, organizamos as palavras em um enunciado com início e fim bem marcado – e essa disposição é estruturada por frases, orações e períodos. A área da gramática que estuda a composição dos elementos em um enunciado é a sintaxe, que é avaliada na competência 1 da redação do Enem e, também, em vestibulares e concursos. É a sintaxe que faz com que a redação tenha coesão e coerência, ou seja, é o que dá sentido ao texto. Por isso, saber usar frase, oração e período na escrita é essencial para desenvolver uma redação com ideias claras, articuladas e completas. Assim, você evita perder pontos por causa de trechos truncados e enunciados incompletos. Agora, vamos entender como esses termos se definem? Siga a leitura! O que é frase? A frase é um enunciado linguístico que possui um sentido completo. Ela não precisa ter um verbo, mas sempre é finalizada com uma pontuação. É possível que a frase seja formada por apenas uma palavra (por exemplo, “Silêncio!”) ou por mais de uma palavra (por exemplo, “Que alegria!”). O importante é que a frase tenha um sentido completo e isso vai depender do contexto em que ela estiver inserida. Na língua portuguesa existem sete principais tipos de frases que utilizamos em nosso dia a dia. Veja abaixo a sua classificação: O que é oração? A oração é todo enunciado que se organiza em torno de um verbo ou locução verbal, podendo ter ou não sentido completo. Vimos anteriormente que uma frase pode conter verbo, lembra? Quando isso acontece é porque há uma oração dentro dela. Portanto, uma frase pode ter uma ou mais orações. Por exemplo: “Silêncio, os vizinhos estão reclamando!”. Nessa frase, a oração é “os vizinhos estão reclamando”. Além disso, uma oração possui dois elementos essenciais: o sujeito (a quem se declara algo) e o predicado (tudo aquilo que se diz do sujeito). Porém nem sempre o sujeito estará definido, veja: na oração “Caminhei muito ontem”, a desinência verbal “caminhei” indica que o sujeito é “eu”. Em nossa língua, existem dois tipos principais de oração. Confira: O que é período? O período é toda frase que possui uma ou mais orações. Ele sempre finaliza com uma pausa bem definida e marcada por uma pontuação – ponto final, ponto de exclamação, de interrogação ou reticências. Ele é classificado da seguinte maneira: Agora que você já sabe como a frase, oração e período se definem e se diferenciam, vamos ver como podem ser usados na redação? Vamos lá! Como a frase, oração e período se aplicam na redação? Em um texto dissertativo-argumentativo, o período deve ser usado para estruturar e organizar as ideias do texto. Ele pode ser formado por duas ou mais orações para expressar ideias de causa/consequência, comparação, conclusão etc. Veja um exemplo retirado da Cartilha do Participante do Enem 2020: O filme “Bastardos inglórios”, ao contextualizar cenas em meados do século XX (oração intercalada), retrata o caráter elitista das exibições de cinema, uma vez que eram feitas em espaços de socialização das classes ricas da época (oração subordinada). No período acima, a oração que expressa a mensagem principal é “O filme ‘Bastardos inglórios’ retrata (verbo) o caráter elitista das exibições de cinema”. Note que há uma oração entre esse enunciado usada para acrescentar uma informação – é o que chamamos de oração intercalada. Para concluir a ideia, temos uma oração subordinada que depende da oração principal para fazer sentido. Logo, podemos dizer que o exemplo acima é um período composto, pois possui mais de uma oração. Além disso, são os períodos que estruturam as ideias de um parágrafo. Observe, agora, o parágrafo completo do exemplo citado acima: O filme “Bastardos inglórios”, ao contextualizar cenas em meados do século XX, retrata o caráter elitista das exibições de cinema, uma vez que eram feitas em espaços de socialização das classes ricas da época. Na contemporaneidade, embora seja mais amplo, ainda há entraves a serem superados quanto à democratização do acesso às salas cinematográficas (e seus conteúdos) no Brasil. Nesse sentido, os resquícios de uma herança segregacionista no que diz respeito à frequência de locais de cinema geram a dificuldade em manter esse hábito em parte da população, o que perpetua a problemática. Esse parágrafo introdutório possui três períodos (representados por cores diferentes). Perceba que cada período expõe uma ideia completa, mas que ainda assim está relacionada aos períodos anteriores ou posteriores. Ou seja, eles “amarram” as ideias do parágrafo. Por fim, vale lembrar que você deve evitar frases exclamativas e interrogativas na redação, visto que o uso de pontuação que expressa sentimentos ou dúvida (ponto de exclamação e interrogação) foge do gênero textual dissertativo-argumentativo cobrado no Enem, concursos e vestibulares. Nesse sentido, o uso dessas frases pode prejudicar a sua nota. Então, fuja delas! E aí, você gostou desse conteúdo? Mais do que saber a diferença entre frase, oração e período, é essencial que você coloque a escrita em prática! O Redação Online pode ajudar você nessa jornada! Confira os nossos pacotes e tenha a sua redação corrigida por especialistas!

Ter um bom cronograma de estudos pode ser o seu diferencial na conquista da tão sonhada aprovação. Venha saber como fazê-lo!

A Síndrome de Burnout se tornou uma das condições mais comuns da sociedade moderna. Saiba mais sobre ela e como evitá-la!
Muitos estudantes sofrem com dificuldades de concentração. Pensando nisso, nós listamos dicas para se concentrar nos estudos. Acompanhe!
Não dá para negar que uma interpretação de texto assertiva é essencial para que você obtenha sucesso nas provas que vão ditar o seu futuro, não é? Para escrever bem na redação do ENEM, por exemplo, é fundamental que seu conhecimento prévio do conteúdo seja tão amplo quanto o do português e suas regrinhas. É notável que algumas pessoas possuem a habilidade intrínseca de compreender e interpretar textos de apoio da redação, mas não há por que se preocupar com isso se não for o seu caso. As situações cotidianas da vida já exigem de você interpretações verbais e não-verbais o tempo todo, então sentir-se seguro para confiar na sua interpretação textual é apenas um passo a frente. A boa notícia, aqui, é que a interpretação textual é uma habilidade que pode ser aprendida. Não sem muito estudo, é claro, mas com isso você já está acostumado, não é? Preparamos algumas dicas para que sua interpretação de texto, daqui para frente, seja mais rápida e eficaz. Vamos lá? Sobre a interpretação Interpretar é determinar o significado preciso de algo. Sendo assim, essa conceituação pode se referir tanto ao processo mental de entender e reagir a algo, como também ao resultado obtido pela sua análise pormenorizada. Para começar, existem diferentes formas de interpretação — verbal ou não-verbal —, e dentro de cada uma dessas possibilidades de compreensão podem existir mais diversas maneiras de interpretar uma situação ou texto dependendo dá área ou da temática. Você sabe que quando o semáforo está na cor vermelha significa que não é seguro atravessar a rua, certo? Parabéns, você acabou de concretizar uma interpretação não verbal absolutamente correta e cumpriu com o objetivo dela: saber quando pode atravessar a rua. Bom, imaginemos agora que você tenha certa afinidade com a internet. Então, sabe quando você lê um “clique aqui” e entende que o ato de clicar naquele link vai te levar a algum conteúdo ou site? Na contramão do exemplo anterior, esse corresponde a uma interpretação textual perfeita. Duas palavras que falam muito mais do que está de fato escrito. Interpretar é isso: descobrir o significado real de algo. Na interpretação de texto, você, como leitor, precisa ser capaz de entender — tanto quanto no “clique aqui” — o que o interlocutor quis expressar. 8 dicas para uma melhor interpretação textual Estudar sobre quais assuntos mais caem na redação do ENEM é muito eficiente, afinal você precisa estar antenado sobre o que acontece mundo afora. Da mesma forma, é preciso estabelecer um alicerce forte que irá te ajudar na compreensão de qualquer texto. Dicas para expandir seu vocabulário Antes de interpretar textos específicos, é preciso investir no seu vocabulário, pois ele é essencial para uma interpretação de textos correta. Mas como? 1. Adote o hábito de leitura diária Correndo o risco de soar como seu professor de redação do colégio ou do cursinho, queremos destacar o óbvio: quanto mais você ler, melhor ficará sua interpretação de textos. Tudo bem que esse papo de que o cérebro é um músculo já foi superado por ser uma crença equivocada do senso comum, mas realmente esse órgão humano precisa ser exercitado já que ele é extremamente moldável conforme as experiências de cada um — essa característica é conhecida como plasticidade. Deste modo, quando algo é incorporado à rotina, com o tempo ele fica bem mais fácil e natural. Até os textos mais complexos serão vistos e lidos com outros olhos, afinal, você agora entende. Sabemos que você lê sim muito, mas não o faça só como obrigação: encontre uma recreação nisso! Todo texto está ali para ser compreendido, e existe uma infinidade de temáticas que você pode se interessar. 2. Escreva textos Que tal expor suas ideias? Colocar-se no lugar daquele que quer ser entendido é tão importante quanto ser quem entende. O fato de você ter que criar argumentos textuais para justificar o que está escrevendo te fará ter uma compreensão mais acertada de qualquer conteúdo que vier a ler. E onde escrever? Em redes sociais, blogs ou até mesmo em um bloco de notas — e nesse caso, treine também sua caligrafia para evitar o pesadelo da não-correção por ilegibilidade, ok? 3. Tenha o dicionário como seu melhor amigo Não é permitido levar seu dicionário a tiracolo para o ENEM ou vestibulares, mas isso realmente não será preciso se você já está ampliando seu vocabulário com as duas dicas acima. Veja bem, também não estamos falando de livros físicos, hoje em dia é possível encontrar conteúdo confiável na internet como o Michaelis e o dicionário criativo. Leu uma palavra desconhecida? Pesquise seu significado e seus sinônimos. Quer usar uma expressão diferente para evitar repetição e deixar sua produção mais fluída? Faça o mesmo. Essas pequenas ações ensinam muito! Estudando para a prova e durante sua resolução Tudo bem, os passos anteriores estão sendo seguidos por você, mas ainda não se sente completamente seguro para fazer a interpretação de textos? É preciso treinar! Encontre as provas antigas do vestibular ou concurso que fará — sem olhar o gabarito — e faça, refaça e faça novamente. Estude a prova para a prova. Sim, o conteúdo diferirá, mas a estrutura, por sua vez, é a mesma ou ao menos é bem parecida. 180 questões no geral, 45 para cada matéria? Aprender esse padrão também te deixará menos ansioso para sua interpretação textual. 4. Identifique os conceitos apresentados Chegada a prova oficial ou os treineiros, é preciso decompor o texto analisado em suas ideias principais. É interessante citar que quando falamos “textos”, tanto os enunciados quanto os apoios para a redação estão sendo englobados. Dito isso, tenha algumas perguntas na ponta da língua: Desta maneira você já terá maior controle sobre o que busca entender. 5. Identifique os objetivos do autor e do texto Por mais que você não conheça anteriormente o autor do texto que interpretará, é possível desvendar um pouco de seus desejos e personalidade na leitura de sua produção. As informações ali dispostas têm essa funcionalidade de “ler a mente” do interlocutor. Para que seja possível entender os objetivos do texto, faça

Não é fácil conciliar ansiedade e estudos, mas saiba que você pode aprender a manter a calma em situações de pressão. Por isso, vamos dar algumas dicas para enfrentar esses momentos e ficar de cabeça fria na hora de estudar! Você tem sentido dores de cabeça e irritabilidade? Tem dificuldades para dormir e sente que sua memória não é mais a mesma? Faltando menos de 2 meses para o Enem, é normal que você esteja se sentindo mais ansioso(a). Algumas pessoas têm maior propensão à ansiedade, uma condição mental, mas que afeta também o corpo. No entanto, com a proximidade das provas, fica mais complicado para todo mundo lidar com ansiedade e estudos. Neste ano, além de toda a tensão normalmente sentida em situações decisivas, tivemos uma dose extra de estresse: a pandemia. Um estudo noticiado no dia 10 deste mês, realizado pelo Instituto de Pesquisa sobre a Felicidade dinamarquês, mostrou que há 7 mil novos casos de ansiedade para cada 100 casos de Covid-19. Além disso, em outubro, a OMS alertou que a pandemia impactou de forma devastadora a saúde mental em escala mundial. Entre as situações que mais afetaram o bem-estar das pessoas está a solidão causada pelo distanciamento social. E como isso pode afetar a sua rotina de estudos? Então, saiba que o sintoma comportamental mais comum da ansiedade é evitar as situações. Assim, se você sente uma angústia ao pensar que precisa estudar, há uma forte tendência a procrastinar e acabar desistindo da tarefa. Com o passar do tempo (e com as provas cada vez mais perto), é provável que a pessoa ansiosa “trave”, sinta-se paralisada pelo medo. Isso porque as expectativas criadas também são muito altas, gerando um ciclo que pessoa imagina não conseguir romper. Isso pode manifestar os seguintes sintomas físicos: Aumento da frequência cardíaca Tensão muscular aumentada (causando dores) Dificuldade para respirar Sentir como se tivesse uma opressão/aperto em toda a área do peito Dores de cabeça tensionais Agitação Sensação de sufocamento Taquicardia Dificuldades para dormir Como manter a calma para estudar? A primeira coisa que se deve buscar é manter uma rotina. Mesmo que estejamos há quase 9 meses tendo que lidar com o tal “novo normal”, é importante que você trace um roteiro diário e tente segui-lo. Isso porque a falta de uma programação nos deixa perdidos diante de todos os estímulos que recebemos. Então, se você rende melhor pela manhã, acorde cedo e programe-se para estudar nesse período. Evite distrações nesse tempo que você determinou para os estudos. Na quarentena a Técnica Pomodoro tem feito sucesso. Você já ouviu falar dela? Embora tenha surgido nos anos 1980, muita gente só conheceu agora. Isso porque a vida de todo mundo foi afetada, com aulas remotas e trabalho home office. Com todas as distrações que temos em casa, fica difícil mesmo ter foco, e isso pode ser um gatilho para quem sofre com ansiedade. A técnica pomodoro é um meio de gerenciamento do tempo para se tornar mais produtivo. Pratique meditação Outra atividade que entrou na vida de muitas pessoas na quarentena foi a meditação. E são comprovados os efeitos positivos que ela causa em quem a pratica. Entre os diversos benefícios, está a redução da famigerada ansiedade. Além disso, ela pode reduzir outros sintomas que pessoas ansiosas apresentam, como dores crônicas, frequência cardíaca e pressão elevada, e ainda melhora o sono. Assim, a equação ansiedade e estudos pode ser resolvida com alguns minutos por dia de respirações profundas e trazendo sua mente para o momento presente. Um dos grandes mitos que afastam as pessoas da meditação é achar que meditar é “parar de pensar”. Nada disso! A mente não para de pensar nunca! O que a meditação faz é aumentar a capacidade de concentração e memorização, desenvolvendo a criatividade e aumentando o equilíbrio emocional. Hoje em dia é possível baixar aplicativos com meditações guiadas e há canais no Youtube que ensinam a prática desde o nível iniciante. Certamente vale a pena conhecer essa técnica e praticá-la diariamente, podendo ser usada para retomar o controle de si mesmo durante uma prova. Algumas respirações profundas e focadas por apenas 1 ou 5 minutos podem fazer milagres e dar mais clareza às suas ideias.https://youtu.be/03Owg92Yib4 Durma bem Noites mal dormidas fazem com que você não renda no dia seguinte. Se você habituou-se a estudar à noite, prefira fazer apenas revisão. Os estímulos cerebrais devem ser diminuídos cerca de 1h30 antes da hora que você pretende dormir. Ao acordar, é bem importante tentar não ceder ao vício de entrar nas redes sociais. Isso é outro fator que causa muita ansiedade. Assim, foque em levantar, fazer suas tarefas, deixando para se distrair somente depois de já ter cumprido suas metas do dia. Evite bebidas estimulantes Se você já está mais nervoso ou ansioso, é hora de diminuir essas sensações, e não de aumentá-las. Embora bebidas à base de cafeína sejam as preferidas dos vestibulandos, tente trocá-las por chás calmantes, como o de camomila, ou sucos, quem sabe de maracujá. Dessa forma você conseguirá descansar melhor, o que é fundamental para conseguir estudar de forma eficaz. Pratique alguma atividade física Ninguém precisa virar o Mister Universo, ainda mais em meio à pandemia e com as provas logo ali. Mas todo mundo deve (ou deveria) reservar ao menos 30 minutos diários para praticar alguma atividade física. Isso porque pesquisas já apontaram que exercícios físicos melhoram o desempenho nos estudos para o Enem. Entre os principais benefícios estão melhorias na memória, foco e resistência. Além disso, a prática de atividade física regular melhora a qualidade do sono. Como já dissemos aqui, uma boa noite de sono é essencial para quem está estudando e se preparando para as provas. Não se esqueça que é enquanto dormimos que a memória se consolida, portanto, é nesse momento que toda a carga de estudos do dia se “acomoda” no seu cérebro. Equilíbrio é tudo, não é mesmo? Você precisa, sim, estudar bastante e treinar muito a redação, por exemplo. Porém, o corpo não

Talvez o termo brainstorming não seja tão comum a você, mas com certeza você já viveu o que ele representa: uma tempestade de ideias passando ao mesmo tempo por sua mente. A palavra inglesa brainstorming significa, ao pé da letra, exatamente tempestade do cérebro e batiza a técnica criada pelo publicitário americano Alex Osborn (1888-1966). Inicialmente, a técnica criada por Osborn tinha objetivos bastante centrados no ambiente corporativo. Esperava-se que, por meio de uma sessão de brainstorming, sugestões criativas ou soluções de problemas surgissem. Idealmente, o brainstorming foi pensado para ser realizado em grupo, fortalecendo a clássica ideia de que duas cabeças (ou mais) pensam melhor do que uma. Mais tarde, percebeu-se que a técnica do brainstorming poderia ser útil tanto para outros segmentos que não apenas ao corporativo quanto individualmente. Você já sabe que, ao planejarmos uma redação, milhares de ideias surgem em nossa mente e o brainstorming pode te ajudar exatamente a ter ideias melhores, mais aprofundadas, bem como a selecioná-las e organizá-las. Como estamos tratando de uma técnica, existe um passo a passo considerado frequente e que é o que normalmente funciona melhor para grande parte das pessoas. Vamos te contar esse passo a passo na sequência, mas lembre-se de respeitar sempre aquilo que funciona para você. Como aplicar o brainstorming à redação? 1- Tenha um bom repertório Já te contamos que o objetivo central do brainstorming é trazer à mente boas ideias ou soluções eficientes a um problema, mas isso só pode acontecer se as ideias e soluções tiverem de onde sair, afinal, pensamentos brilhantes não caem do céu (pelo menos não na maioria das vezes). Quanto mais você se informar, ler, ouvir e aprender, mais fácil será ter ideias úteis para a construção de sua redação. Pense nas informações sempre como sementinhas que vão crescendo à medida que você se aprofunda nelas. 2- Acostume-se a opinar sobre tudo Se a prática leva à perfeição e se a redação de testes de grande porte, como a do ENEM e vestibulares, exigem a defesa de um ponto de vista e a solução de problemas, o ideal é que você se acostume a desenvolver uma opinião a respeito de assuntos variados. Viu uma nova medida política? Formule seu ponto de vista sobre ela. Leu que um projeto de lei foi aprovado? Pense nele e o avalie com cuidado. Assistiu a um documentário sobre pessoas refugiadas no Brasil? Crie soluções hipotéticas (mas executáveis) para essa questão. 3- Leia, leia, leia novamente, quantas vezes forem necessárias Agora é a hora de começar a colocar a mão na massa e o primeiro passo para um brainstorming eficiente é uma leitura, interpretação e compreensão de qualidade da proposta de redação. Ainda que você tenha certeza de que compreendeu na íntegra a proposta textual, releia-a mais de uma vez, grife pontos que te parecerem mais relevantes, busque novas informações e repare em detalhes mais aprofundados em cada nova releitura. Não se esqueça de checar também as fontes dos textos motivadores e as possíveis referências de agências, instituições e especialistas presentes nas produções selecionadas. Elas te acrescentam vários dados relevantes sobre o assunto. O ponto inicial para qualquer brainstorming de qualidade é ter plena certeza acerca dos objetivos e do assunto a respeito do qual precisamos ter novas ideias ou soluções, por isso a leitura, interpretação e compreensão aprofundadas são tão importantes. 4- Anote suas ideias. Após a compreensão do tema, muitas ideias e caminhos para a redação virão à sua mente. Anote aquelas que você achar mais relevantes. Sabemos que no dia da prova do ENEM ou dos vestibulares acontece uma espécie de corrida contra o tempo e fazer rascunhos pode parecer perda de tempo, mas, acredite, não é. Ter todas as melhores ideias anotadas é um excelente recurso para que você não se esqueça de nenhuma delas e ainda consiga “desocupar” espaço mental. Quando anotamos algo, o esforço de nosso cérebro em torno de recordar daquela informação é diminuído e conseguimos focar nossa atenção em outra atividade. 5- Critique suas próprias ideias Originalmente, numa sessão de brainstorming, todas os pensamentos que viessem à cabeça do participante deveria ser levada em consideração, sem nenhum critério ou filtro. Entretanto, mais recentemente, notou-se que um tempo precioso era perdido em torno de sugestões totalmente descabidas, que, muitas vezes, nem mesmo se relacionavam ao assunto ou eram inexecutáveis, fantasiosas. Por conta disso, a habilidade de criticar as próprias ideias tornou-se um passo fundamental para um brainstorming efetivo e, lógico, no caso de uma redação, para a elaboração de um texto bem articulado. Durante seu período de treino, após o momento de anotação das melhores ideias que você teve acerca do assunto, reflita mais aprofundadamente em cada uma delas e tenha uma postura bastante crítica. Justifique para você mesmo (a): Por que essa é uma de minhas melhores ideias? O que ela tem de bom, válido e consistente? Olhar para suas anotações dessa forma fará com que você tenha mais facilidade na hora da argumentação. Nunca se esqueça de que as ideias contidas no texto (todas elas) precisam fazer sentido e serem convincentes para você em primeiro lugar. O nível de certeza do autor da redação influencia até mesmo na escolha de palavras que ele faz. 6- Não tenha apego emocional às ideias descartadas Ao aplicar o passo acima, muitas pessoas acabam descartando ideias que pareciam excelentes à primeira vista, mas que simplesmente não passam pelo teste de uma análise aprofundada. Caso isso ocorra, não fique apegado àquela ideia “que parecia tão boa”. Não insista em algo que não é coerente nem para você e nem perca esse tempo precioso. 7- Aprofunde as ideias que passaram no teste Após todas as etapas acima, certamente as melhores das melhores ideias ficaram como resultado do seu momento de brainstorming e agora é o momento de deixá-las ainda mais eficazes. Procure outros dados, especialistas no assunto, fatos, citações, acontecimentos históricos que possam te ajudar a deixar esses melhores pensamentos mais aprofundados e embasados. 8- Organize as ideias numa ordem

Se tem uma técnica de estudo clássica das clássicas e que todo estudante já usou pelo menos uma vez na vida é o resumo. Nas suas mais variadas formas, o resumo sempre está aí para nos ajudar a organizar os conteúdos. Aliás, você sabe que há várias formas de se fazer um resumo, certo? O resumo em parágrafos, listas (ou tópicos), mapas mentais e resenhas são versões de uma mesma atividade. A definição de qual forma é a melhor depende muito da sua personalidade, de como você aprende e de como lembra das coisas. Por exemplo, há muitas pessoas que se lembram melhor de algo quando ouvem aquele conteúdo, já outras, quando veem, outras, quando reescrevem. Se você ainda tem dúvidas de qual forma de aprendizado e memória funciona melhor no seu caso, é hora de testar as técnicas existentes e concluir qual delas te trouxe mais resultados. Caso você vá fazer esse teste, não se esqueça de selecionar o mesmo conteúdo a ser testado em todas as técnicas, assim não há influência de afinidade ou não com o tema. Nas próximas postagens aqui do blog, falaremos dos mapas mentais e das resenhas. Hoje, vamos nos dedicar ao resumo clássico em organização por parágrafos e nas listas ou resumos por tópicos. Antes de começar a fazer o seu resumo, você precisará responder a duas questões: 1- O que será resumido? Materiais de áreas diferentes exigem técnicas de resumo também diferentes e isso será essencial para que você escolha qual a melhor maneira de resumir. Resumir fórmulas matemáticas não é igual a resumir um período histórico, que também não é a mesma coisa de resumir um livro. Já sei, deu um belo nó na sua cabeça agora, não é? Por exemplo, resumir um período histórico no formato de tópicos é muito mais fácil do que resumir um livro inteiro numa lista, por isso é bastante importante você analisar se o formato de resumo que você tem em mente será o ideal para o assunto a ser trabalhado. 2- Onde o resumo será feito? Pode parecer uma bobeira, mas é igualmente relevante pensar onde você fará seu resumo. Ele será escrito à mão ou digitado? Se for escrito à mão, onde ele será arquivado posteriormente? Outro ponto: se a sua escolha for por um mapa mental, fazê-lo numa folha de fichário é a melhor alternativa? Acho que não. No caso de resumos em parágrafos ou listas, o ideal é que você escolha as fichas pautadas, vendidas em qualquer papelaria (tanto física quanto on-line). Parece um detalhe sem muita importância, mas, acredite, não é. O resumo, independentemente do formato que escolhermos, é um recorte do texto original, por isso, imagina-se que será uma produção curta. O tamanho limitado da ficha faz com que você se policie com relação à quantidade de texto, o que é muito bom. Após definir o que será resumido e onde o resumo será feito, é hora de começar a atividade em si. Tenha tudo de que você precisará à mão para evitar paradas para buscar esse ou aquele material, pois isso interrompe o fluxo de raciocínio. O primeiro passo para um resumo eficiente é uma leitura também eficiente. Já te contamos aqui a diferença entre compreender e interpretar. A leitura eficiente conta com uma compreensão e uma interpretação bem feitas. Esse tipo de leitura não vai acontecer de primeira, pode ser que você precise reler o mesmo texto várias vezes. E tudo bem! Isso é absolutamente normal. A partir da sua segunda leitura, comece a grifar (com marca-texto ou outra caneta de sua preferência, mas que dê algum tipo de destaque ao texto) o que te parece mais importante. Você não precisa- e nem deve- grifar parágrafos inteiros- mas sim palavras-chave sobre o assunto e é claro que para isso você terá de ter entendido plenamente qual é o assunto central do texto. “Mas por que não posso fazer isso na primeira leitura?” Simples, queridões. A primeira leitura é o momento de reconhecer o tema e entender como ele foi desenvolvido naquela produção, por isso, ainda não temos a percepção exata do que é relevante e do que não é. Se você for uma pessoa que ama cores, ainda é possível dividir informações essenciais e informações secundárias por cores. Após completar a leitura eficiente e o processo de grifo das partes mais importantes, é hora de produzir o resumo em si. Você tem o hábito de copiar tudo o que grifou ou de fazer resumos tão longos que quase parecem o texto original? Ah, conta a verdade, vai, sabemos que tem muita gente assim por aí… Caso seja essa a sua situação, não fique nervoso (a) achando que o resumo não funciona para você. Existem técnicas para resolver essa questão e vamos te contar quais são elas. Faça uma primeira versão do resumo em parágrafos, sem nenhum filtro, com tudo que você quiser escrever, sem se importar se darão duas ou vinte folhas. Agora releia seu resumo com a seguinte questão em mente: Se eu estivesse explicando para alguém esse assunto ou contando essa história, o que não poderia faltar no meu relato? Esse pensamento te ajuda a separar o que é essencial do que é dispensável. Grife seu próprio resumo destacando apenas essas informações essenciais que você determinou acima. Faça um resumo somente com as novas partes grifadas. Vamos fazer neste momento o principal, a sua versão das partes grifadas. Releia seu resumo e transforme os parágrafos usando as suas palavras, ou seja, o seu entendimento sobre o que leu. Não se esqueça de que você deve escrever de uma forma que faça sentido para você, não coloque palavras ou expressões só para que o resumo fique “bonito”. Nossa sugestão é a de que você faça as leituras com grifos, o “resumão”, o resumo médio e a versão com suas palavras em dias diferentes, assim sua mente terá se distanciado um pouco do texto, fazendo com que você seja mais crítico a respeito de sua própria

Como escolher o melhor método de estudos? Você já parou para pensar por que algumas pessoas aprendem muito utilizando mapas mentais, por exemplo, e outras não entendem nada com coisa nenhuma? Já aconteceu de você ficar horas e horas estudando um conteúdo de uma matéria e assim que fechou os livros e os cadernos só conseguiu ouvir os grilos cantando dentro de sua cabeça? Já pensou em como escolher o melhor método de estudos? Achamos sempre que sabemos estudar, até mesmo porque as nossas professoras na escola nos dizem “Você tem que estudar!”, mas quantas vezes você foi ensinado (a) a estudar? Quando você teve a chance de testar vários métodos de estudos para escolher qual deles era o ideal para você? Com certeza, a ferramenta de sucesso de qualquer estudante é o estudo e estudar é algo que simplesmente se aprende a fazer, assim como os outros conteúdos com os quais lidamos na escola. Se aprender técnicas é útil para um cirurgião, um músico ou um cozinheiro, por que não seria para um estudante? Quando estudamos do modo errado, acabamos não aprendendo e vemos que todos os esforços empregados no processo foram, de certa forma, inúteis. Quando não alcançamos nossos objetivos, a frustração bate com força e não temos mais vontade de continuar a fazer algo que não nos traz resultados, o que dificulta ainda mais a situação. Resultado: técnica errada-frustração-desânimo-aumento de dificuldade. Existem muitas técnicas diferenciadas de estudo e nenhuma delas é melhor ou pior, funciona mais ou menos, há aquela que é melhor e funciona mais para você e só há uma forma de descobrir qual é ela: tentando! Vamos apresentar a você alguns pontos que precisam ser analisados quando você for procurar o melhor método de estudos para seu processo de aprendizado. Observando esses passos, a probabilidade de fazer uma escolha acertada é bem maior. Passo 1: Observe o que já funciona Obviamente, você já estudou várias vezes uma cacetada de assuntos. Analise com um pouco mais de atenção aqueles conteúdos que você estudou, aprendeu de verdade e consegue lembrar com clareza até hoje. Coloque no papel quais foram esses conteúdos. Depois, tente puxar pela memória como você estudou esses conteúdos, que método você usou? Quanto tempo você os estudou? Fez anotações? De que tipo? Tente encontrar um padrão entre eles, pois isso já vai te contar bastante sobre o que funciona ou não para você. Por exemplo, se em todas as vezes em que você aprendeu esses conteúdos, você os leu três vezes e depois fez um resumo em formato de lista, significa que esse processo de leitura repetida e de resumo objetivo (lista) traz bons resultados para seu cérebro. Lembre-se: aqui você está buscando respostas para a questão “o que foi feito?”. Passo 2: Determine o que é aprender Aprender pode ter muitos sentidos diferentes. O que é aprender? Será que todas as coisas são ou precisam ser aprendidas da mesma forma? Uma prova de química em que eu terei simplesmente de demonstrar que decorei os elementos de uma tabela periódica exige o mesmo tipo de aprendizado de uma redação para o ENEM? É claro que não. Há conteúdos que serão usados de forma totalmente isolada e que, por isso, podem ser aprendidos simplesmente com a memorização. Já outros requerem criatividade, organização e desenvolvimento de ideias e exigirão um aprendizado um pouco mais aprofundado. Há ainda aqueles conteúdos que são os mais importantes de todos, os que serão usados para a vida. Faça uma lista de quais conteúdos terão uso bastante específico e quais serão usados ao longo de sua vida pessoal ou profissional. Após fazer a lista, defina o que significa aprender em cada um desses blocos (por exemplo, no caso da tabela periódica, se você não seguir a área da química ou afins, aprender os elementos da tabela será o mesmo de decorá-los). Para que você consiga definir o que é aprender em cada um dos blocos, também será necessário refletir sobre a finalidade dos conteúdos, por isso, a resposta que você busca aqui é “para que estou aprendendo este conteúdo?”. Passo 3: Reserve um local adequado para o momento dos estudos Onde você vai estudar? Pode até parecer que não faz diferença estudar deitado na cama ou numa escrivaninha, em casa ou na biblioteca pública da cidade (sim, elas ainda existem e têm espaços específicos para estudos), mas não são poucas as pesquisas que comprovam que, sim, o local faz muita diferença no nível de rendimento. Se você tem um espaço em sua casa que pode ser usado para os estudos, isso é muito bom, porém será preciso organizá-lo adequadamente. Em primeiro lugar, você precisa liberar lugar para que os cadernos, livros e demais materiais tenham espaço suficiente, então, antes de tudo, é necessário organizar a mesa. Após a primeira etapa de liberação de espaço, pense em tudo o que você precisará para aquele momento de estudos: cadernos, livros, folhas de anotação, computador, canetas etc. Reúna tudo na mesa de uma só vez. Ter todos os materiais necessários à mão faz com que você interrompa o processo de estudo menos vezes. Cada interrupção é um momento de corte da linha de pensamento e isso deve ser evitado ao máximo. Você também precisa considerar a questão do conforto da cadeira em que você está sentado. Se a cada dois minutos você sentir uma nova dor nas costas, dificilmente conseguirá suportar essa situação por uma hora inteira. Nem sempre temos a melhor cadeira do mercado à nossa disposição, mas é possível adaptar com almofadas, travesseiros e encostos portáteis. Não se esqueça de avaliar a iluminação, que não deve ser nem fraca demais e nem forte demais (já pensou que coisa insuportável ficar exposto a uma iluminação branca extremamente forte por horas?), mas sim o suficiente para que você não precise forçar a vista para fazer as leituras e nem tenha dores de cabeça por conta da intensidade. O espaço em que você vai estudar não tem uma iluminação legal? Sem problemas! Você
51 artigos encontrados
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção