As dicas de estudo desempenham, incontestavelmente, um papel fundamental no processo de aprendizado, ajudando os estudantes a maximizar seu potencial acadêmico. Ter um plano de estudo eficaz é, portanto, essencial para absorver o conhecimento de maneira mais eficiente e alcançar melhores resultados. <h2>Dessa forma, aqui estão algumas dicas de estudo que podem ser úteis:</h2> <ol> <li><strong>Organização</strong>: Comece, portanto, organizando seu ambiente de estudo. Tenha um local tranquilo e livre de distrações, com todo o material necessário à mão.</li> <li><strong>Estabeleça metas claras</strong>: Defina, assim, metas de estudo específicas. Isso ajuda a manter o foco e a medir seu progresso.</li> <li><strong>Faça um cronograma</strong>: Crie, então, um cronograma de estudo que inclua horários dedicados a cada matéria. Isso ajuda a distribuir o tempo de maneira equilibrada.</li> <li><strong>Use técnicas de memorização</strong>: Explore, desse modo, técnicas como resumos, flashcards e mapas mentais para reter informações de forma mais eficaz.</li> <li><strong>Revisão regular</strong>: Faça, portanto, revisões periódicas do material estudado. Isso ajuda a consolidar o conhecimento.</li> <li><strong>Descanso e autocuidado</strong>: Não negligencie, assim, o descanso. O sono adequado e o autocuidado são essenciais para a concentração e o bem-estar.</li> <li><strong>Dúvidas e colaboração</strong>: Não hesite, então, em fazer perguntas e buscar ajuda quando necessário. Estudar em grupo pode ser uma estratégia eficaz.</li> <li><strong>Variedade de recursos</strong>: Utilize, dessa forma, uma variedade de recursos, como livros, vídeos, tutoriais online e aulas práticas, para abordar os tópicos de diferentes ângulos.</li> <li><strong>Exercícios práticos</strong>: Em matérias que envolvem prática, como matemática e ciências, a resolução de exercícios é fundamental.</li> <li><strong>Persistência</strong>: A consistência é, sem dúvida, a chave do sucesso. Mantenha, portanto, o foco e a disciplina ao seguir seu plano de estudo.</li> </ol> Seguir essas dicas de estudo pode, indubitavelmente, tornar o processo de aprendizado mais eficiente e gratificante. Lembre-se, então, de que as técnicas de estudo podem variar de acordo com o estilo de aprendizado de cada pessoa, então é importante encontrar o que funciona melhor para você. A preparação e a organização são, sem sombra de dúvida, essenciais para alcançar seus objetivos acadêmicos e profissionais.
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Talvez o termo brainstorming não seja tão comum a você, mas com certeza você já viveu o que ele representa: uma tempestade de ideias passando ao mesmo tempo por sua mente. A palavra inglesa brainstorming significa, ao pé da letra, exatamente tempestade do cérebro e batiza a técnica criada pelo publicitário americano Alex Osborn (1888-1966). Inicialmente, a técnica criada por Osborn tinha objetivos bastante centrados no ambiente corporativo. Esperava-se que, por meio de uma sessão de brainstorming, sugestões criativas ou soluções de problemas surgissem. Idealmente, o brainstorming foi pensado para ser realizado em grupo, fortalecendo a clássica ideia de que duas cabeças (ou mais) pensam melhor do que uma. Mais tarde, percebeu-se que a técnica do brainstorming poderia ser útil tanto para outros segmentos que não apenas ao corporativo quanto individualmente. Você já sabe que, ao planejarmos uma redação, milhares de ideias surgem em nossa mente e o brainstorming pode te ajudar exatamente a ter ideias melhores, mais aprofundadas, bem como a selecioná-las e organizá-las. Como estamos tratando de uma técnica, existe um passo a passo considerado frequente e que é o que normalmente funciona melhor para grande parte das pessoas. Vamos te contar esse passo a passo na sequência, mas lembre-se de respeitar sempre aquilo que funciona para você. Como aplicar o brainstorming à redação? 1- Tenha um bom repertório Já te contamos que o objetivo central do brainstorming é trazer à mente boas ideias ou soluções eficientes a um problema, mas isso só pode acontecer se as ideias e soluções tiverem de onde sair, afinal, pensamentos brilhantes não caem do céu (pelo menos não na maioria das vezes). Quanto mais você se informar, ler, ouvir e aprender, mais fácil será ter ideias úteis para a construção de sua redação. Pense nas informações sempre como sementinhas que vão crescendo à medida que você se aprofunda nelas. 2- Acostume-se a opinar sobre tudo Se a prática leva à perfeição e se a redação de testes de grande porte, como a do ENEM e vestibulares, exigem a defesa de um ponto de vista e a solução de problemas, o ideal é que você se acostume a desenvolver uma opinião a respeito de assuntos variados. Viu uma nova medida política? Formule seu ponto de vista sobre ela. Leu que um projeto de lei foi aprovado? Pense nele e o avalie com cuidado. Assistiu a um documentário sobre pessoas refugiadas no Brasil? Crie soluções hipotéticas (mas executáveis) para essa questão. 3- Leia, leia, leia novamente, quantas vezes forem necessárias Agora é a hora de começar a colocar a mão na massa e o primeiro passo para um brainstorming eficiente é uma leitura, interpretação e compreensão de qualidade da proposta de redação. Ainda que você tenha certeza de que compreendeu na íntegra a proposta textual, releia-a mais de uma vez, grife pontos que te parecerem mais relevantes, busque novas informações e repare em detalhes mais aprofundados em cada nova releitura. Não se esqueça de checar também as fontes dos textos motivadores e as possíveis referências de agências, instituições e especialistas presentes nas produções selecionadas. Elas te acrescentam vários dados relevantes sobre o assunto. O ponto inicial para qualquer brainstorming de qualidade é ter plena certeza acerca dos objetivos e do assunto a respeito do qual precisamos ter novas ideias ou soluções, por isso a leitura, interpretação e compreensão aprofundadas são tão importantes. 4- Anote suas ideias. Após a compreensão do tema, muitas ideias e caminhos para a redação virão à sua mente. Anote aquelas que você achar mais relevantes. Sabemos que no dia da prova do ENEM ou dos vestibulares acontece uma espécie de corrida contra o tempo e fazer rascunhos pode parecer perda de tempo, mas, acredite, não é. Ter todas as melhores ideias anotadas é um excelente recurso para que você não se esqueça de nenhuma delas e ainda consiga “desocupar” espaço mental. Quando anotamos algo, o esforço de nosso cérebro em torno de recordar daquela informação é diminuído e conseguimos focar nossa atenção em outra atividade. 5- Critique suas próprias ideias Originalmente, numa sessão de brainstorming, todas os pensamentos que viessem à cabeça do participante deveria ser levada em consideração, sem nenhum critério ou filtro. Entretanto, mais recentemente, notou-se que um tempo precioso era perdido em torno de sugestões totalmente descabidas, que, muitas vezes, nem mesmo se relacionavam ao assunto ou eram inexecutáveis, fantasiosas. Por conta disso, a habilidade de criticar as próprias ideias tornou-se um passo fundamental para um brainstorming efetivo e, lógico, no caso de uma redação, para a elaboração de um texto bem articulado. Durante seu período de treino, após o momento de anotação das melhores ideias que você teve acerca do assunto, reflita mais aprofundadamente em cada uma delas e tenha uma postura bastante crítica. Justifique para você mesmo (a): Por que essa é uma de minhas melhores ideias? O que ela tem de bom, válido e consistente? Olhar para suas anotações dessa forma fará com que você tenha mais facilidade na hora da argumentação. Nunca se esqueça de que as ideias contidas no texto (todas elas) precisam fazer sentido e serem convincentes para você em primeiro lugar. O nível de certeza do autor da redação influencia até mesmo na escolha de palavras que ele faz. 6- Não tenha apego emocional às ideias descartadas Ao aplicar o passo acima, muitas pessoas acabam descartando ideias que pareciam excelentes à primeira vista, mas que simplesmente não passam pelo teste de uma análise aprofundada. Caso isso ocorra, não fique apegado àquela ideia “que parecia tão boa”. Não insista em algo que não é coerente nem para você e nem perca esse tempo precioso. 7- Aprofunde as ideias que passaram no teste Após todas as etapas acima, certamente as melhores das melhores ideias ficaram como resultado do seu momento de brainstorming e agora é o momento de deixá-las ainda mais eficazes. Procure outros dados, especialistas no assunto, fatos, citações, acontecimentos históricos que possam te ajudar a deixar esses melhores pensamentos mais aprofundados e embasados. 8- Organize as ideias numa ordem

Se tem uma técnica de estudo clássica das clássicas e que todo estudante já usou pelo menos uma vez na vida é o resumo. Nas suas mais variadas formas, o resumo sempre está aí para nos ajudar a organizar os conteúdos. Aliás, você sabe que há várias formas de se fazer um resumo, certo? O resumo em parágrafos, listas (ou tópicos), mapas mentais e resenhas são versões de uma mesma atividade. A definição de qual forma é a melhor depende muito da sua personalidade, de como você aprende e de como lembra das coisas. Por exemplo, há muitas pessoas que se lembram melhor de algo quando ouvem aquele conteúdo, já outras, quando veem, outras, quando reescrevem. Se você ainda tem dúvidas de qual forma de aprendizado e memória funciona melhor no seu caso, é hora de testar as técnicas existentes e concluir qual delas te trouxe mais resultados. Caso você vá fazer esse teste, não se esqueça de selecionar o mesmo conteúdo a ser testado em todas as técnicas, assim não há influência de afinidade ou não com o tema. Nas próximas postagens aqui do blog, falaremos dos mapas mentais e das resenhas. Hoje, vamos nos dedicar ao resumo clássico em organização por parágrafos e nas listas ou resumos por tópicos. Antes de começar a fazer o seu resumo, você precisará responder a duas questões: 1- O que será resumido? Materiais de áreas diferentes exigem técnicas de resumo também diferentes e isso será essencial para que você escolha qual a melhor maneira de resumir. Resumir fórmulas matemáticas não é igual a resumir um período histórico, que também não é a mesma coisa de resumir um livro. Já sei, deu um belo nó na sua cabeça agora, não é? Por exemplo, resumir um período histórico no formato de tópicos é muito mais fácil do que resumir um livro inteiro numa lista, por isso é bastante importante você analisar se o formato de resumo que você tem em mente será o ideal para o assunto a ser trabalhado. 2- Onde o resumo será feito? Pode parecer uma bobeira, mas é igualmente relevante pensar onde você fará seu resumo. Ele será escrito à mão ou digitado? Se for escrito à mão, onde ele será arquivado posteriormente? Outro ponto: se a sua escolha for por um mapa mental, fazê-lo numa folha de fichário é a melhor alternativa? Acho que não. No caso de resumos em parágrafos ou listas, o ideal é que você escolha as fichas pautadas, vendidas em qualquer papelaria (tanto física quanto on-line). Parece um detalhe sem muita importância, mas, acredite, não é. O resumo, independentemente do formato que escolhermos, é um recorte do texto original, por isso, imagina-se que será uma produção curta. O tamanho limitado da ficha faz com que você se policie com relação à quantidade de texto, o que é muito bom. Após definir o que será resumido e onde o resumo será feito, é hora de começar a atividade em si. Tenha tudo de que você precisará à mão para evitar paradas para buscar esse ou aquele material, pois isso interrompe o fluxo de raciocínio. O primeiro passo para um resumo eficiente é uma leitura também eficiente. Já te contamos aqui a diferença entre compreender e interpretar. A leitura eficiente conta com uma compreensão e uma interpretação bem feitas. Esse tipo de leitura não vai acontecer de primeira, pode ser que você precise reler o mesmo texto várias vezes. E tudo bem! Isso é absolutamente normal. A partir da sua segunda leitura, comece a grifar (com marca-texto ou outra caneta de sua preferência, mas que dê algum tipo de destaque ao texto) o que te parece mais importante. Você não precisa- e nem deve- grifar parágrafos inteiros- mas sim palavras-chave sobre o assunto e é claro que para isso você terá de ter entendido plenamente qual é o assunto central do texto. “Mas por que não posso fazer isso na primeira leitura?” Simples, queridões. A primeira leitura é o momento de reconhecer o tema e entender como ele foi desenvolvido naquela produção, por isso, ainda não temos a percepção exata do que é relevante e do que não é. Se você for uma pessoa que ama cores, ainda é possível dividir informações essenciais e informações secundárias por cores. Após completar a leitura eficiente e o processo de grifo das partes mais importantes, é hora de produzir o resumo em si. Você tem o hábito de copiar tudo o que grifou ou de fazer resumos tão longos que quase parecem o texto original? Ah, conta a verdade, vai, sabemos que tem muita gente assim por aí… Caso seja essa a sua situação, não fique nervoso (a) achando que o resumo não funciona para você. Existem técnicas para resolver essa questão e vamos te contar quais são elas. Faça uma primeira versão do resumo em parágrafos, sem nenhum filtro, com tudo que você quiser escrever, sem se importar se darão duas ou vinte folhas. Agora releia seu resumo com a seguinte questão em mente: Se eu estivesse explicando para alguém esse assunto ou contando essa história, o que não poderia faltar no meu relato? Esse pensamento te ajuda a separar o que é essencial do que é dispensável. Grife seu próprio resumo destacando apenas essas informações essenciais que você determinou acima. Faça um resumo somente com as novas partes grifadas. Vamos fazer neste momento o principal, a sua versão das partes grifadas. Releia seu resumo e transforme os parágrafos usando as suas palavras, ou seja, o seu entendimento sobre o que leu. Não se esqueça de que você deve escrever de uma forma que faça sentido para você, não coloque palavras ou expressões só para que o resumo fique “bonito”. Nossa sugestão é a de que você faça as leituras com grifos, o “resumão”, o resumo médio e a versão com suas palavras em dias diferentes, assim sua mente terá se distanciado um pouco do texto, fazendo com que você seja mais crítico a respeito de sua própria

Como escolher o melhor método de estudos? Você já parou para pensar por que algumas pessoas aprendem muito utilizando mapas mentais, por exemplo, e outras não entendem nada com coisa nenhuma? Já aconteceu de você ficar horas e horas estudando um conteúdo de uma matéria e assim que fechou os livros e os cadernos só conseguiu ouvir os grilos cantando dentro de sua cabeça? Já pensou em como escolher o melhor método de estudos? Achamos sempre que sabemos estudar, até mesmo porque as nossas professoras na escola nos dizem “Você tem que estudar!”, mas quantas vezes você foi ensinado (a) a estudar? Quando você teve a chance de testar vários métodos de estudos para escolher qual deles era o ideal para você? Com certeza, a ferramenta de sucesso de qualquer estudante é o estudo e estudar é algo que simplesmente se aprende a fazer, assim como os outros conteúdos com os quais lidamos na escola. Se aprender técnicas é útil para um cirurgião, um músico ou um cozinheiro, por que não seria para um estudante? Quando estudamos do modo errado, acabamos não aprendendo e vemos que todos os esforços empregados no processo foram, de certa forma, inúteis. Quando não alcançamos nossos objetivos, a frustração bate com força e não temos mais vontade de continuar a fazer algo que não nos traz resultados, o que dificulta ainda mais a situação. Resultado: técnica errada-frustração-desânimo-aumento de dificuldade. Existem muitas técnicas diferenciadas de estudo e nenhuma delas é melhor ou pior, funciona mais ou menos, há aquela que é melhor e funciona mais para você e só há uma forma de descobrir qual é ela: tentando! Vamos apresentar a você alguns pontos que precisam ser analisados quando você for procurar o melhor método de estudos para seu processo de aprendizado. Observando esses passos, a probabilidade de fazer uma escolha acertada é bem maior. Passo 1: Observe o que já funciona Obviamente, você já estudou várias vezes uma cacetada de assuntos. Analise com um pouco mais de atenção aqueles conteúdos que você estudou, aprendeu de verdade e consegue lembrar com clareza até hoje. Coloque no papel quais foram esses conteúdos. Depois, tente puxar pela memória como você estudou esses conteúdos, que método você usou? Quanto tempo você os estudou? Fez anotações? De que tipo? Tente encontrar um padrão entre eles, pois isso já vai te contar bastante sobre o que funciona ou não para você. Por exemplo, se em todas as vezes em que você aprendeu esses conteúdos, você os leu três vezes e depois fez um resumo em formato de lista, significa que esse processo de leitura repetida e de resumo objetivo (lista) traz bons resultados para seu cérebro. Lembre-se: aqui você está buscando respostas para a questão “o que foi feito?”. Passo 2: Determine o que é aprender Aprender pode ter muitos sentidos diferentes. O que é aprender? Será que todas as coisas são ou precisam ser aprendidas da mesma forma? Uma prova de química em que eu terei simplesmente de demonstrar que decorei os elementos de uma tabela periódica exige o mesmo tipo de aprendizado de uma redação para o ENEM? É claro que não. Há conteúdos que serão usados de forma totalmente isolada e que, por isso, podem ser aprendidos simplesmente com a memorização. Já outros requerem criatividade, organização e desenvolvimento de ideias e exigirão um aprendizado um pouco mais aprofundado. Há ainda aqueles conteúdos que são os mais importantes de todos, os que serão usados para a vida. Faça uma lista de quais conteúdos terão uso bastante específico e quais serão usados ao longo de sua vida pessoal ou profissional. Após fazer a lista, defina o que significa aprender em cada um desses blocos (por exemplo, no caso da tabela periódica, se você não seguir a área da química ou afins, aprender os elementos da tabela será o mesmo de decorá-los). Para que você consiga definir o que é aprender em cada um dos blocos, também será necessário refletir sobre a finalidade dos conteúdos, por isso, a resposta que você busca aqui é “para que estou aprendendo este conteúdo?”. Passo 3: Reserve um local adequado para o momento dos estudos Onde você vai estudar? Pode até parecer que não faz diferença estudar deitado na cama ou numa escrivaninha, em casa ou na biblioteca pública da cidade (sim, elas ainda existem e têm espaços específicos para estudos), mas não são poucas as pesquisas que comprovam que, sim, o local faz muita diferença no nível de rendimento. Se você tem um espaço em sua casa que pode ser usado para os estudos, isso é muito bom, porém será preciso organizá-lo adequadamente. Em primeiro lugar, você precisa liberar lugar para que os cadernos, livros e demais materiais tenham espaço suficiente, então, antes de tudo, é necessário organizar a mesa. Após a primeira etapa de liberação de espaço, pense em tudo o que você precisará para aquele momento de estudos: cadernos, livros, folhas de anotação, computador, canetas etc. Reúna tudo na mesa de uma só vez. Ter todos os materiais necessários à mão faz com que você interrompa o processo de estudo menos vezes. Cada interrupção é um momento de corte da linha de pensamento e isso deve ser evitado ao máximo. Você também precisa considerar a questão do conforto da cadeira em que você está sentado. Se a cada dois minutos você sentir uma nova dor nas costas, dificilmente conseguirá suportar essa situação por uma hora inteira. Nem sempre temos a melhor cadeira do mercado à nossa disposição, mas é possível adaptar com almofadas, travesseiros e encostos portáteis. Não se esqueça de avaliar a iluminação, que não deve ser nem fraca demais e nem forte demais (já pensou que coisa insuportável ficar exposto a uma iluminação branca extremamente forte por horas?), mas sim o suficiente para que você não precise forçar a vista para fazer as leituras e nem tenha dores de cabeça por conta da intensidade. O espaço em que você vai estudar não tem uma iluminação legal? Sem problemas! Você

É claro, ninguém está feliz ou tranquilo diante de toda a situação que temos vivido no Brasil por conta da pandemia do Coronavírus. Sabemos que o isolamento é importante, mas traz uma série de questões relevantes relativas a ele. Porém, mesmo vivendo num contexto bastante desconfortável para todos, algumas instituições resolveram fazer algo para ajudar as pessoas que estão reclusas em casa e lançaram ou liberaram cursos gratuitos. Todos os cursos acontecem totalmente on-line, a maioria sem restrição de idade e com cadastro bastante simplificado. Alguns inclusive disponibilizam certificados ao fim (sempre verifique se a certificação também é gratuita, pois isso pode variar). Vamos conhecer as melhores opções que estão disponíveis para nós? Fundação Bradesco (ev.org) A Fundação Bradesco já é bastante tradicional quando falamos de cursos on-line gratuitos, pois, antes mesmo da pandemia, ela já oferecia opções de qualidade a todos os interessados. Os cursos abrangem diversas áreas, mas, como aqui estamos pensando no ENEM e nos vestibulares que estão vindo logo mais por aí, recomendamos os seguintes: – Biologia: Alimentação e saúde Esta opção é excelente para revisar a relação entre os nutrientes que compõem a nossa alimentação e o impacto direto na saúde como um todo, mas não é só isso. Muitas vezes, os temas de redação permitem uma argumentação que tenha como foco a questão da qualidade da saúde, então cursar esse módulo pode te auxiliar também no desenvolvimento do texto. O curso tem duração de 3 horas e pode ser realizado ao longo de 60 dias. – Comunicação escrita (ev.org). Quem é que já não teve dúvidas na hora de escrever um texto? Sejam elas no campo da ortografia, pontuação ou gramática, tem horas que parece que as regras da Língua Portuguesa nos dão um nó na cabeça. Pensando nas dificuldades habituais de nossa língua, a Fundação Bradesco disponibilizou este “cursão” com 40 horas de duração. Nele, você poderá revisar os principais pontos da análise morfológica, sintática, pontuação, ortografia, estilística e ainda ficar por dentro de vez das alterações trazidas pelo último acordo ortográfico. O prazo para a conclusão do curso é de 60 dias a partir da data de inscrição. – Língua Portuguesa sem complicações Esta opção é mais resumida que a anterior, pois a carga horária total é de 20 horas. O foco é exclusivamente nas maiores dúvidas que o usuário da Língua Portuguesa tem ao colocá-la em prática. Diferentemente do curso Comunicação escrita, o Língua Portuguesa sem complicações propõe discussões também com relação à versão oral, o que é ótimo, pois te possibilita pensar mais aprofundadamente sobre os variados níveis de linguagem. Um destaque para o módulo de Coesão e coerência textuais, elementos fundamentais para uma redação de nota máxima em qualquer tipo de avaliação. O prazo para conclusão dos conteúdos também é de 60 dias. – Oficina de Língua Portuguesa (Gramática) As regras gramaticais estão te fazendo tomar um analgésico para dor de cabeça semanalmente? Chega de gastar dinheiro com Ibuprofeno e bora resolver essa confusão aí. O curso é bastante focado nas regras da sintaxe, tanto no período simples, quanto no período composto (subordinação e coordenação). Além disso, esta opção traz no primeiro módulo um conteúdo bastante interessante sobre interpretação e compreensão de frases, orações e períodos. A carga horária é de 16 horas e o prazo para cumprimento é de 60 dias, assim como os demais cursos que já sugerimos. – Técnicas de Redação. São só 10 horinhas de dedicação que certamente vão te ajudar a relembrar a estrutura dos principais tipos de texto cobrados em vestibulares. O curso trabalha com os gêneros jornalísticos, o dissertativo-argumentativo (tipo de texto requerido pelo ENEM e pela grande maioria dos vestibulares) e com elementos de progressão textual. Como um plus, o último módulo é dedicado ao estudo da intertextualidade, o que vai te ajudar a entender melhor os textos motivadores das redações. O prazo para cumprimento você já sabe qual é: 60 dias. A Fundação Bradesco ainda oferece cursos gratuitos em diversas áreas, como Geografia, Química, Inglês e Física. Se você se interessa ou precisa estudar mais sobre esses temas, corra pra lá já. Fundação Getúlio Vargas- FGV A FGV tem um foco maior em cursos gratuitos nas áreas da Administração, Finanças e Direito, mas há dois cursos em especial que gostaríamos de destacar para vocês. – Introdução à comunicação na era digital (educacao executiva fgv). A linguagem digital tem sido amplamente cobrada em questões de diversos vestibulares nos últimos anos, por isso, conhecer sua estrutura é muito importante para quem está se preparando para uma grande prova. Para que você tenha uma percepção melhor sobre a importância da linguagem digital, algumas gramáticas e sistemas de ensino apostilados já têm incluído o estudo dessa variante a partir do material do 6º ano. O curso não traz a duração prevista em seu cronograma, há 4 unidades disponíveis e nenhuma restrição de idade. – Quiz: Jogo das Regras Ortográficas- Reconhecendo Texto e Contexto Precisando treinar um pouco mais as palavras que foram alteradas por conta do último acordo ortográfico? Esta é a opção certa para você. O quiz contém uma pequena base teórica, seguida de muita prática por meio de exercícios variados. A conclusão do curso, apesar de não haver carga horária prevista, é rapidinha, rapidinha e com certeza você terminará o módulo escrevendo melhor e com menos dúvidas sobre uso do hífen e acentuação gráfica. Universidade de São Paulo Por meio a plataforma Coursera, a USP disponibilizou durante o período de isolamento social e suspensão das aulas 17 cursos on-line gratuitos. Caso você deseje ter a certificação ao final, há uma taxa a ser paga, porém, o acesso ao curso é gratuito. Os cursos estão disponíveis gratuitamente até 30/04. Nossas sugestões para vocês são: – Mapas conceituais para aprender e colaborar (coursera). Os mapas conceituais (ou mentais) têm sido muito usados como estratégias para resumir conteúdos. Quer aprender a fazer mapas conceituais mais eficientes? Clica no link aí acima então. O curso é totalmente on-line, de nível iniciante (não requer conhecimentos prévios

Chegam momentos na vida em que precisamos decidir sobre coisas bem importantes. Escolher uma pessoa especial para estar com a gente, se vamos continuar morando na mesma cidade, se teremos filhos ou qual é a melhor série para maratonar num final de semana chuvoso. Mas agora você está com uma decisão bem importante nas mãos: qual será a sua escolha profissional? É importante saber que não existe certo e errado e que você tem muito tempo de vida pela frente. Então fica tranquilo com relação ao teu futuro que o Redação Online, em parceria com a Que Curso?, vai te ajudar com algumas dicas. Dicas valiosas para sua escolha profissional 1. Você se conhece bem? Dizem por aí que não existe ninguém melhor que você para conhecer a si mesmo. Mas será que você presta atenção no seu perfil? Tem muita gente que acha que ama uma área e quando vivencia a realidade, vê que não é bem assim. É bem importante sempre se avaliar e ver o quanto você se conhece. Pare um pouco e tente saber mais sobre você mesmo. Nem que para isso você tenha que passar um tempo meditando com monges no meio do Tibete (ou com aplicativos de meditação – um pouco mais baratos). Esse passo é importantíssimo para saber o que pode ser feito do seu futuro e qual escolha profissional faz mais sentido. Tá, mas como fazer isso? De vários jeitos: pergunte características suas para a família e para os amigos, tente listar os seus hobbies, o que te deixa feliz, o que mais te motiva e até mesmo o que você odeia! São informações valiosas para se conhecer melhor. 2. O você gosta de fazer? Ama números? Quer viver viajando para lá e para cá? Sempre para no Discovery Channel quando está zapeando canais? Curte ficar fazendo cruzada nas horas vagas? Sempre achou um máximo cuidar do namorado (ou namorada) doente? Então faça esse autoexame e comece a perceber do que você realmente gosta. Pense que seu trabalho te fará companhia por horas do seu dia e por muitos anos da sua vida. Logo, precisa ser algo que te faça bem, mesmo que não seja fácil. Um ponto importante aqui é: gostos e prazeres mudam com o tempo, isso é normal. Mas sempre existem coisas que amamos fazer sem saber muito bem o porquê. 3. O que eu vou fazer? A escolha profissional é algo que não é simples de ser feita. Então, além de aspectos pessoais, conheça a fundo sua área. É muito comum entrar num curso e não fazer ideia das áreas de atuação que existem. Isso faz com que muitas pessoas se frustrem e até desistam do curso. É fundamental pesquisar bem antes para não entrar em uma “roubada”. Ou seja, não basta apenas decidir qual curso fazer, tem que pesquisar que rumo dentro do curso você poderá seguir. Para isso, tem que ser íntimo do curso que pretende fazer. Esse estudo a fundo pode te ajudar a ser mais decidido dentro da faculdade ou, em último caso, te fará repensar se é essa a escolha profissional da sua vida. 4. Sua profissão passa bem? Sabemos que ninguém aqui quer trabalhar apenas por grana. Isso é bem pouco e, vai pela gente, não vale tanto a pena estar preso num lugar que apenas te dá um bom punhado de dinheiro. Por outro lado, também temos que estar atentos às mudanças da nossa sociedade e ver que algumas profissões podem nem existir num futuro próximo. Isso com toda certeza deve ser levado em consideração para sua escolha profissional. Veja como está o mercado de trabalho para sua profissão e também pesquise sobre as tendências que estão prestes a acontecer. Isso pode te ajudar nesta difícil decisão. 5. Faça um bom teste vocacional Sim, testes vocacionais ajudam. Lá você consegue fazer alguns dos pontos que falamos acima. Você pode se conhecer melhor, saber dos seus gostos, talentos, habilidades e até saber um pouco do que rola na área que deseja trabalhar. E não é por nada, mas o teste vocacional da Que Curso? é irado! É um teste completo, que procura entender o que você gosta de fazer, suas ambições, te mostra um pouco sobre as atividades que poderá desempenhar e até chega a resultados que te farão dizer: “como é que não pensei nisso antes?”. Conclusão Sabemos que a escolha profissional não é tão simples, mas com esses pequenos passos você pode ficar ainda mais perto da carreira dos sonhos. É normal ter dúvidas, incertezas, inseguranças. Afinal de contas, você está na fase correta de estar dessa maneira. Continue firme e forte nos estudos para o ENEM, mas não esqueça que depois que ele passar, você terá ainda uma vida inteirinha pela frente. Escolha bem seu futuro, padawan. Agora que você sabe mais como escolher sua carreira, conte com o Redação Online para seguir em frente com seus sonhos.

A gente imagina que não. Estudar em casa é realmente difícil. Mas, você sabe estudar em casa? Confira algumas dicas! Talvez você esteja estudando pela internet, talvez você só não consiga se focar depois de voltar do cursinho, talvez queira chegar na sua residência e estudar em casa pra tirar aquela nota 1000 na redação do ENEM (nisso a gente pode facilitar, viu?), mas, de qualquer forma, é difícil. Vamos ver se você sabe estudar em casa? Confira algumas dicas A não ser que você seja um virginiano perfeito ou um capricorniano sangue nos olhos, é triste: é a mãe gritando com o irmão, o cachorro/gato pedindo carinho, são as crianças correndo ao redor da casa… E outra: o ser humaninho é um ser social, sempre vive rodeado de pessoas. Então, como ir contra isso? Como se enfiar, sozinho em um cômodo de casa, e ter força de vontade pra começar a estudar? Como estar bem com ficar muitas horas sozinho para estudar em casa sem entrar no WhatsApp e enviar vários memes engraçados pros amiguinhos? Confira algumas dicas que vão te ajudar a estudar em casa 1. Crie uma rotina. Você sabe que, pra ir bem nas provas, não adianta sentar a bundinha na cadeira de vez em nunca, né? É preciso ter disciplina, estudar todo dia e se concentrar ao máximo nessas horas. Então, o ideal é que você crie uma rotina clara e tenha disciplina. Faça um plano de estudos pra isso, selecione quais horas do seu dia e da sua semana você terá pra estudar em casa e, feito isso, coloque em prática, sem perder o foco. Sabe por quê isso ajuda? Além de o seu cérebro entender que aquela é a hora de estudos, seu corpo também vai se adaptar a isso, e você vai apreender os conteúdos de forma mais proveitosa. Ah, e entenda isso como um compromisso! 2. Escolha um lugar para estudar Ao estudar em casa você vai perceber que nem tudo é fácil: é difícil encontrar o lugar perfeito pra estudar e conseguir se focar e, por isso, o local de estudos precisa ser tranquilo, confortável e silencioso. Além disso, para evitar interrupções, é interessante avisar a sua família de que naquele momento você não deve ser interrompido. Feche a porta, arrume o quarto e, sem dúvida, a cama! E vê se só vai bagunçar ela à noite! 3. Faça intervalos Você já ouviu falar da Técnica Pomodoro?? “Pomodoro”, em italiano, significa “tomate”. “Então você tá me dizendo que é pra comer tomate durante o estudo?”NÃO, ESPERTÃO!Você não vai precisar de um tomate de verdade pra colocar essa técnica em prática. A técnica tem esse nome porque o criador dela, o italiano Francesco Cirillo, usou um cronômetro de cozinha com formato de tomate pra controlar o tempo.(Tipo esse, oh).Essa Técnica se baseia em fluxos de trabalho divididos em blocos. Isso ajuda o cérebro a se tornar mais ágil e estimula o foco. O criador da Técnica chegou ao período de 25 minutos como sendo o tempo ideal para estes blocos, também conhecidos como “pomodoros”.Então, se você for implementar isso em seus estudos, veja como funciona: a. Faça uma lista com as tarefas que deseja realizar; b. Programe um cronômetro pra 25 minutos; c. Escolha uma das tarefas e estude SEM PARAR durante os 25 minutos (atenção: não pode mexer no celular, tá?!); d. Quando terminar os 25 minutos, faça uma pausa de 5 minutos. Nessa hora você pode levantar, se alongar, ou fazer qualquer outra coisa pra relaxar; e. Retome os estudos por mais 25 minutos; f. A cada quatro “pomodoros” faça uma pausa de 30 minutos antes de voltar aos estudos.O tempo de concentração de cada pessoa pode variar, então, se você não quer seguir à risca os blocos, ou acha que isso vai atrapalhar sua concentração, porque ainda não terminou a tarefa dentro dos 25 minutos, faça seu tempo, mas lembre de descansar entre um estudo e outro, para que isso estimule o seu cérebro. Faça testes e se adapte ao método 😉 Durma Não é pra dormir durante os estudos, tá??? Mas é importante que você tenha as horas de descanso, pra encontrar o equilíbrio ideal. Temos que cuidar do nosso cérebro com carinho, não é mesmo? Seria bom se você dormisse 8 horas por dia Exercite técnicas de memorização! Já terminou os estudos de hoje? Que ótimo, chegou a hora de memorizar TU-DI-NHO! Esta parte de seus estudos é super importante, porque, ao acostumar o seu cérebro a memorizar, você não vai sentir que está estudando e que não está aprendendo nada. Você pode utilizar resumos ou Flash Cards, que são maravilhosos. Flash cards são pequenos pedaços de papel com uma pergunta na frente e uma resposta no verso. É um método que foca diretamente na memorização e é super simples de usar: basta tentar acertar a resposta atrás do papel! Quer saber como utilizar eles? Elabore uma pergunta que tenha apenas uma resposta. Anote a pergunta de um lado e a resposta no verso; Quando fizer as revisões, coloque as perguntas em 3 pilhas: uma de perguntas fáceis, que você acertou e percebe que já decorou, uma com as perguntas que você acertou com dificuldade e uma com as perguntas que você errou; As perguntas que acertou, deixe para revisar a cada quatro semanas. As com dificuldade, revise a cada duas semanas. E as que errou, revise semanalmente ou até diariamente. Isso é só uma sugestão e depende da quantidade de material que você tenha para revisar. Não deixe de se divertir! Nós sabemos que a rotina de estudos é pesada e que muitas vezes você vai querer ficar em casa em vez de sair e se divertir com os amigos. Você pensa que, cada minuto, cada hora fazendo outra coisa, é um tempo perdido. Mas isso vai te ajudar a relaxar e a não ficar tão estressado com os estudos. O estresse é um grande inimigo de quem está se preparando pra alguma prova,
O ano acabou, as redações que você tinha que fazer você já fez, então só sobra a reflexão: como você colaborou para aumentar seu repertório sociocultural nesse ano? E ai, Você leu o bastante? Você acha que leu o bastante? Que se informou o bastante? Que esse ano foi construtivo educacionalmente? É bem provável que nessa altura do campeonato você já tenha escutado muitas dicas para melhorar sua escrita: ter um bom domínio da norma culta da língua portuguesa; utilizar referência para enriquecer seu texto; respeitar a estrutura da modalidade textual solicitada, entre outras. Há ainda uma outra diga que pode ser chamada de “mãe” de todas essas outras que mencionamos: leia, leia de tudo e bastante. Por que ler é importante? Quanto mais você tiver contato com diferentes tipos de escrita, maior vai ser a sua bagagem de leitura. Um repertório amplo e diversificado vai fazer com que você aprimore nos seguintes aspectos: Conhecimento quanto os variados tipos de texto; Domínio da norma culta da língua na prática textual; Referências para utilizar em seus próprios textos; Percepção quanto ao uso da língua nos diferentes tipos textuais; Por isso, é importante que você leia revistas, jornais, portais de notícias, blogs e, claro, obras literárias. Não é por acaso que os vestibulares costumam pedir a leitura obrigatória de textos de épocas e estilos diferentes. Isso acontece, pois, o aluno precisa ter esse repertório em sua bagagem cultural. Certamente, as leituras que trazemos conosco nos ajudam a modificar nossa visão de mundo, enriquecem nossas perspectivas e horizonte. Experimente! Desafia-se a ler estilos e tipos textuais diferentes, você vai perceber a diferença em sua escrita e na forma como você percebe os fatos sociais a sua volta. Para detonar em qualquer redação, envie as suas para correção com o Redação Online! Você pode começar a melhorar sua escrita por R$ 3,12 POR REDAÇÃO! Vem com a gente!

Parece mentira? Pois leia nossas dicas e descubra! Ao contrário do que a maioria pensa, isso pode ser um momento prazeroso se feito de maneira agradável. Por isso, viemos aqui para te dar boas dicas para você não se cansar nessa jornada de estudos para o Enem. – É muito importante que você crie um tempo para isso. Se você é daqueles que deixa para estudar no últimos dias, saiba que vai passar por apertos. Se começar agora, você tem tempo de criar métodos divertidos para aprender mais. – Escolha bem o seu lugar de estudos, de preferência onde tenha o mínimo de distrações possíveis. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir a cozinha fazer um lanche ou ir ao banheiro. – Não se esqueça das pausas! A cada hora, dez minutos de descanso. – Uma boa tática é criar um grupo de estudos ou chamar um amigo ou colega de turma com quem estudar. Os dois modos, têm bons resultados. Estudar com mais pessoas é uma opção que deixa essa prática mais animada e sem cair na rotina. – Não deixe que os estudos caiam em uma mera rotina. Para isso, criem canções com aquelas matérias mais difíceis e objetivas. Se for estudar história, se imagine lendo para uma criança e conte para ela um conto ou como e fosse um filme. Mas faça isso em voz alta! – Se estiver estudando com mais gente, crie jogos e competições. Determinem um prêmio para aquele que aprendeu mais coisas em um tempo determinado pelo grupo, como um vale IFood, por exemplo. A competitividade pode aumentar incitar em bons resultados. Os estudos podem ser mais dinamizados. Mantenha o foco que em pouco tempo você vai ver os resultados. Agora que tem essas dicas legais, é começar que ainda dá tempo! 😉

Antes de começar a etapa de preparação para o vestibular, é importante que o candidato descubra novas maneiras de estudar, como um cursinho. É essencial que haja foco e organização. É necessário que o vestibulando tenha em mente suas motivações: O que eu quero? O que realmente gosto? Por que eu comecei o cursinho? Depois de ter claro os seus objetivos é hora de organizar uma rotina de estudos que deve durar até o vestibular. Uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Encare seus estudos a sério, como se fosse um trabalho! Veja algumas dicas para você aproveitar bem o seu curso preparatório para o vestibular Drible a falta de interesse no cursinho! Infelizmente a falta de interesse, a preguiça, o preparo do corpo para as horas de estudo e o tempo gasto com distrações são as coisas que mais atrapalham os alunos no momento de dedicação no cursinho. Tudo em volta fica mais interessante quando se esta estudando. Tente combater essas dificuldades, escolha bem o seu lugar de estudos, às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para estudar, pois pode haver muitas distrações. Lembre-se sempre do principal motivo de você estar estudando no cursinho. É necessário que você se inspire naquilo que deseja.

Mais uma dica do Redação para estudantes e concurseiros! O resumo é uma técnica que ajuda em uma melhor compreensão e na interpretação de textos e livros e serve como auxílio no aprendizado. Não se deve copiar apenas os pontos mais interessantes é necessário que você o compreenda. E Só copiar não adianta, tem que fazer resumo! O resumo é um gênero textual utilizado para a otimização de estudos e pesquisas, permitindo ao estudante reconhecer a importância das técnicas de fichamento – sintetizar aspectos significativos de um texto. Pesando na grande dificuldade que os alunos têm passado para escrever um resumo, separamos algumas dicas para que você tenha êxito nos estudos. – Depois te ler um texto ou um livro, se pergunte: O que realmente está sendo dito, explicado e comentado? Qual é o problema levantado pelo autor? – Se for resumo de um texto: selecione as informações mais importantes e relevantes em cada parágrafo com base nas perguntas acima. – Se for resumo de um livro: Seleciona as informações mais importantes de cada capitulo com base nas perguntas feitas para si mesmo. – Após fazer a seleção é hora de interpretar e escrever com suas próprias palavras (nada de cópia) o que você entendeu daquelas ideias relevantes que foram selecionadas. Você sabe qual é a diferença entre resumo e resenha? Como diferença básica entre o resumo e a resenha é opinião. O resumo tem como característica a síntese de um texto, não pode constar sua opinião sobre a obra. Já a resenha tem por característica principal uma avaliação crítica do objeto resenhado. Lembre-se: É um texto opinativo. Quantas vezes você já ouviu “Não adianta tentar, você não vai conseguir”? Não deixe de tentar algo que você sempre sonhou só porque outros acham que podem medir sua capacidade. Faça. Se não tentar, nunca saberá o resultado dos seus esforços.

Conheça mais uma dica do Redação Online para melhorar sua produtividade! Sabemos que se matar de estudar não vai ajudar muita coisa, o correto é desenvolver algumas técnicas para facilitar os estudos. Estudar tudo de uma vez só, não vai te ajudar a se dar bem no vestibular ou aprender tudo que você precisa em poucas horas, pois seu cérebro não é uma máquina incansável. Venha ver Técnicas de para aumentar a produtividade nos estudos. Normalmente quando vai se aproximando o dia da prova, o aluno costuma se desesperar e quer aprender tudo de uma só vez. Mas para realizar isso com sucesso, você precisa entender algumas técnicas que vão aumentar sua produtividade nos estudos. Então vamos lá! Getting Things Done (GTD) A ideia é anotar em um caderno ou aplicativo tudo o que vem à sua cabeça: coisas a fazer, ideias, informações, etc. Depois, de acordo com prazos, projetos e contextos você deve organizar o que foi anotado para ver por onde deve começar a trabalhar. Técnica Pomodoro A metodologia consiste em manter o foco em determinada atividade por 25 minutos consecutivos (o chamado Pomodoro). Ao fim deste período, sugere-se uma pausa rápida, algo entre 3 e 5 minutos, para realizar atividades pendentes como responder o whatsapp, fazer uma ligação ou o que preciso for. A cada 4 Pomodoros, uma pausa maior é concedida. Algo entre 15 minutos. É a técnica mais recomendada, justamente pelo fato de exigir a concentração pelo tempo que o seu cérebro consegue se manter focado. Strict Workflow Strict Workflow é uma extensão para navegador que auxilia no uso da técnica Pomodoro. Durante os 25 minutos do ciclo de trabalho, ela bloqueia o acesso a sites de distração como Facebook, Twitter e Youtube. Você pode editar essa lista e acrescentar outros endereços. Todoist Gerenciador de listas de tarefas que possui espaços para lembretes, prazos e anotações, além de permitir marcações em categorias como projetos ou subprojetos. Você pode utilizá-lo somente através do site, mas também há versões de aplicativos para smartphones e extensões para navegadores. Toggl Com o Toggl, é possível contabilizar o tempo gasto com cada atividade. A ideia é que se inicie a contagem sempre junto ao começo de cada tarefa. Com esses dados, a ferramenta gera relatórios detalhados de como você gasta seu tempo, o que pode te ajudar a pensar em uma maneira melhor de gerenciar suas atividades — além de mostrar, obviamente, quanto tempo você perde com distrações.

Ficar cansado pode ser mais destrutivo do que você pensa. Nas vésperas do Enem, o importante agora é dormir bem. Se você pensa que isso não tem nada a ver e que não faz sentido, dê uma olhada em como o seu cérebro sofre com quando você não dorme direito. Venha ver e Descubra algumas consequências por não dormir direito. Perda de memória Se imagine na hora da prova e a memória começa a falhar. Isso não é nada legal. Os cientistas explicam que enquanto dormimos o hipocampo, uma parte do cérebro, exibe um padrão de atividade neural quando a mente “grava” novas informações. Então se você não dorme, perde parte de sua memória. Resposta rápida Quando você não dorme, seus argumentos ficam meio sem sentido. E isso não pode acontecer de forma alguma na hora da redação do Enem. Os cientistas explicam que as atividades no Giro frontal inferior – responsável pelo poder de argumentação – melhoram enquanto dormimos. Caso contrário, o cansaço afeta os processos cognitivos do pensamento, o que ajuda na hora de um debate ou argumentação. Distração Sabemos que quando estamos estudando é muito fácil perder o foco. Existe uma parte do cérebro responsável pela atenção e ela é uma das mais prejudicadas quando estamos cansados. Depois de uma boa noite de sono, seu cérebro descansa e volta ao normal. Sendo assim, você se concentra melhor no que estiver fazendo, como na leitura ou na resolução de um problema. Dores de cabeça Uma decorrência da falta de sono é a dor de cabeça. As alterações nos lobos frontal, temporal e parietal são os responsáveis pela dor, mas os cientistas ainda não sabem explicar os motivos. Se você tem tendências a sentir dores de cabeça quando esta ansioso comece a policiar quanto tempo tem dormido por noite. Para que nenhum desses efeitos chegue até você, procure dormir o suficiente – pelo menos 8h por noite – para ter um cérebro em plena forma.
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