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Quer saber mais sobre os “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Muito se fala sobre os desafios dos estudantes de escola pública no acesso ao ensino superior, porém, pouco se discute sobre as dificuldades que eles encontram após ingressarem na universidade. Os obstáculos são muitos: a conciliação entre trabalho e estudo, a defasagem no aprendizado que tiveram anteriormente, o deslocamento casa/universidade e o relacionamento com um grupo socioeconômico diferente são alguns deles. Para ajudar você a fundamentar o tema “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”, separamos alguns repertórios para você entender o problema e até mesmo utilizar em sua redação. Continue a leitura! DOCUMENTÁRIO | Pro dia nascer feliz O documentário Pro dia nascer feliz (2005), do diretor João Jardim, retrata a realidade do sistema educacional brasileiro em diferentes contextos sociais, econômicos e culturais. Neste documentário, alunos e professores de escola pública e particular do ensino básico são entrevistados. As realidades são contrastantes e revelam a desigualdade social no país. Apesar do documentário focar na educação básica, você pode utilizá-lo para argumentar sobre a desigualdade educacional entre as classes sociais e as consequências para o futuro desses jovens. O documentário completo está disponível no Youtube! VÍDEO | 3 visões sobre educação e desigualdade No vídeo 3 visões sobre educação e desigualdade, do Nexo Jornal, os professores José Francisco Soares, Maria Alice Setubal e Cristina Barreto de Paiva discutem sobre como as desigualdades afetam a educação no Brasil e o papel das instituições para reduzir esse problema. Os professores ressaltam que para uma sociedade ser justa é necessário que haja qualidade de educação para todos e isso inclui a igualdade de trajetórias, pois quando uma classe social tem mais acesso à educação do que outra ela terá mais oportunidades. Nesse sentido, no contexto do ensino superior, ela poderá ter mais facilidade para lidar com conteúdos mais complexos ou até mesmo ter domínio de uma segunda língua, por exemplo, diferente de alunos que não tiveram a mesma base de ensino. Se interessou? Assista ao vídeo completo a seguir: MATÉRIA | “As pessoas não acham que alguém como eu possa ser inteligente”: a vida dos alunos da periferia na USP Nesta matéria, da BBC News, estudantes da USP que vieram de escola pública contam as suas vivências dentro da universidade. Algumas dificuldades apontadas por eles são: a defasagem no ensino anterior, ter que conciliar os estudos com trabalho, o deslocamento até a universidade, a insalubridade das moradias estudantis, o preconceito de classe e a discriminação racial. Segundo o entrevistado Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, é necessário fortalecer as políticas de acolhimento, auxílio e permanência estudantil para que a inclusão no ensino superior seja de fato exercida. Leia um trecho da matéria abaixo: “Para ele (Renato Meirelles), o fato da universidade não ter sido ‘originalmente pensada para acomodar quem trabalha’ é um dos principais problemas dos alunos de baixa renda, que precisam eles mesmos se manter e muitas vezes até ajudar a família. ‘Eles não podem fazer cursos integrais e não têm tempo para estudar’, diz. E também não conseguem aproveitar uma das principais vantagens da universidade pública em relação à rede privada: o rico ambiente de desenvolvimento extracurricular.” Que tal ler a entrevista completa? Clique aqui! PENSADOR | Paulo Freire O pensamento do educador brasileiro Paulo Freire também pode enriquecer a tese da sua redação, viu? Considerado um dos pensadores mais referenciados no mundo, Freire defendia uma pedagogia baseada no diálogo como uma ferramenta de transformação do indivíduo e um meio de alcançar a justiça social. Sua metodologia é conhecida por ser pensada nas classes desfavorecidas. Ele defende que a dinâmica de aprendizagem deve estar conectada às experiências de vida dos estudantes. Nesse sentido, o educador deve se colocar em igualdade com o aluno, ou seja, ter humildade e flexibilidade para ouvi-lo, fazendo com que ele se torne um aprendiz ativo. Essa ideia de igualdade é exposta em uma das suas célebres frases, presente no livro Pedagogia da autonomia (1996): “A humildade exprime uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.” DADOS | Corte em universidades federais afeta pesquisa e auxílio a alunos carentes Fique de olho nas atualidades! Com a pandemia do coronavírus e a crise econômica, as universidades federais sofreram vários cortes no orçamento. Os alunos de baixa renda, que necessitam das políticas de permanência e assistência estudantil, são os mais afetados. Esta matéria do jornal GZH relata a situação e apresenta dados sobre os cortes orçamentários. Veja um trecho a seguir: “Alguns alunos estão em situação bem penosa: entraram na universidade, mas dependem do auxílio para permanecer. Muitos têm pais que perderam emprego durante a pandemia ou, pior, perderam os pais para a covid e ficaram sozinhos com os irmãos. Imagina o desespero de uma pessoa em talvez não conseguir terminar a graduação, a única forma de ter uma vida mais digna — diz Ana Boff de Godoy, chefe do Departamento de Educação e Humanidades da UFCSPA e organizadora da campanha.” (Leia a matéria completa aqui) Além das dificuldades financeiras, lembre-se de que os estudantes de baixa renda também foram os mais afetados no ensino remoto devido à falta de recursos digitais. DOCUMENTÁRIO | Espero tua (re)volta Por fim, o documentário brasileiro Espero tua (re)volta (2019), da diretora Eliza Capai, apresenta um panorama do movimento estudantil no Brasil, com foco nas ocupações realizadas por estudantes secundaristas em São Paulo, no ano de 2015. Nesse ano, os alunos secundaristas ocuparam as escolas e as ruas para protestar, especialmente, contra a reestruturação do sistema educacional estadual proposta pelo governo Alckmin – medida que previa o fechamento de quase 100 escolas estaduais paulistas. Esse movimento inspirou a mobilização estudantil em escolas e universidades públicas que ocorreu em 2016. O filme retrata as inquietações, vivências e a esperança dos alunos por uma educação igualitária e uma

Você já preparou a sua lista de repertórios? Ainda não? Confira a lista de repertórios curingas que preparamos para você utilizar em qualquer tema! Já falamos por aqui sobre a importância de estudar a redação por eixos temáticos, lendo livros e notícias, assistindo a filmes e séries sobre cada temática. Porém, saiba que ter bons repertórios curingas é uma ótima estratégia para você se sair bem em qualquer tema de redação. O que são repertórios curingas? São considerados repertórios curingas aqueles que abordam assuntos diversos ou mesmo um conceito-chave – por exemplo, relacionado a direitos humanos –, que servirão como uma “carta na manga” para você fundamentar a sua tese independente do tema de redação. Sabe aquela série que você assistiu e que aborda vários assuntos diferentes? Então, ela pode ser um repertório muito produtivo! Para ajudar você em seus estudos, a nossa dica de hoje é uma lista de repertórios curingas que englobam os diversos eixos temáticos: educação, meio ambiente, cultura e comportamento, segurança, linguagem e tecnologias, direitos e cidadania. Vamos conferir? SÉRIE | Anne With An E A nossa primeira indicação é a série canadense Anne With An E (2017), disponível na Netflix. A série narra a história da protagonista Anne Shirley, uma menina órfã que é adotada por engano por um casal de irmãos em idade avançada. O cenário da trama se passa no começo do século XX em uma pequena cidade do Canadá, chamada Green Gables. Anne tem uma personalidade muito marcante. Ela é inteligente, extrovertida, imaginativa e questionadora, o que faz com que ela enfrente muitos preconceitos na sociedade da época – e que refletem até os dias de hoje. A série aborda vários assuntos pertinentes que podem cair na redação. Um deles é a diversidade na configuração familiar, visto que a família adotiva de Anne é composta por dois irmãos idosos que nunca se casaram e sofrem estigmas por isso. Outros temas relacionados são: a importância da educação e incentivo à leitura, papéis de gênero, racismo, homofobia, bullying, meio ambiente, catequização dos povos indígenas, entre outros. https://youtu.be/bBervTlBurY SÉRIE | Black Mirror Black Mirror (2011) é outra série curinga, disponível na Netflix, que vale a pena assistir com um caderninho na mão! Para quem nunca viu, trata-se de uma série de ficção científica, criada por Charlie Brooker, que aborda de forma distópica a nossa relação com a tecnologia. Os episódios não possuem uma sequência, ou seja, cada episódio conta uma história diferente carregada de crítica social. Essa série praticamente engloba todos os eixos temáticos, com destaque especial para temas relacionados ao capitalismo, desigualdade social, vazamento de fotos na internet, alienação, inteligência artificial e a sociedade do espetáculo. Vale muito a pena ver as cinco temporadas. Porém, fique de olho nestes episódios: LIVRO | Cidadão de papel, Gilberto Dimenstein Mais curinga que este livro não há! O livro Cidadão de Papel (1994), escrito por Gilberto Dimenstein, discute sobre os direitos das crianças e adolescentes no Brasil. Neste livro, o autor aponta que os direitos dos cidadãos são garantidos apenas na Constituição, ou seja, na prática eles não existem – daí o termo “cidadão de papel”. Para fundamentar essa crítica, ele destaca as altas taxas de desemprego, violência, analfabetismo e fome existentes no país. Assim como a própria Constituição – que também pode ser utilizada como repertório –, este livro é um curingão para embasar a sua defesa, uma vez que o autor discute sobre questões fundamentais: cidadania, democracia e direitos humanos. São conceitos que podem servir como repertório para diversos temas relacionados à desigualdade social, desemprego, renda, violência, direitos das minorias, acesso à saúde, entre outros. FILME | Escritores da liberdade É bem provável que você já tenha visto esse filme, pois ele é um clássico! Baseado em fatos reais, Escritores da liberdade (2007) tem como protagonista a professora Erin Gruwell que começa a lecionar em uma escola localizada em um bairro periférico dos EUA. Ao se deparar com a realidade da turma, marcada pela violência, pobreza e preconceito, Erin aplica um método de ensino diferente do tradicional que transforma a vida dos jovens. Com esse método, os alunos se tornam mais participativos, críticos e resilientes. Esse filme destaca a importância da educação e a relação entre professor e aluno, o que pode servir de base para a solução que você deve elaborar diante do problema proposto na redação. No mais, outras questões também são abordadas, como desigualdade social, violência, tráfico de drogas e racismo. SÉRIE | Explicando Explicando (2018) é uma série documental, produzida em parceria com o site Vox, que debate sobre diversos assuntos de forma bem didática e com a participação de vários especialistas. Praticamente, a série engloba todos os eixos temáticos, desde o meio ambiente à cultura e lazer. Os episódios são curtinhos e cada um deles aborda um tema pertinente à nossa atualidade. Por exemplo, a pandemia do coronavírus, o conceito de politicamente correto, a discussão em torno da cannabis, a crise climática e o direito ao voto. A série também está disponível na Netflix. MÚSICA | Velha roupa colorida, Belchior Nada melhor do que uma boa música, não é? Nossa última indicação é a música “Velha roupa colorida”, composta por Belchior. Ela foi lançada na época da ditadura militar no Brasil, nos anos 70, e se tornou um clássico na voz de Elis Regina. Essa canção fala, sobretudo, de mudanças sociais e esperança. E nada mais curinga do que uma citação sobre transformar a realidade, não é? Afinal, toda redação (principalmente do ENEM) exige que você apresente uma solução para o problema – o que não deixa de ser uma proposta de mudança. Você pode utilizar apenas uma citação da música. Mas, lembre-se, desde que muito bem contextualizada, ok? Veja um trecho a seguir: No presente a mente, o corpo é diferente E o passado é uma roupa que não nos serve mais Você não sente, não vê

Quer saber mais sobre o mito da meritocracia e as desigualdades sociais? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! A discussão sobre meritocracia no Brasil tem aumentado nos últimos anos. Quem defende essa ideia acredita que basta você se esforçar para alcançar – e merecer – sucesso. Já quem critica afirma que a meritocracia é um mito, uma vez que ela não condiz com a realidade e só aprofunda as desigualdades sociais entre classe, raça e gênero. Nesse sentido, a questão levantada é: para alcançar o tão desejado sucesso, não basta apenas esforço individual, é necessário ter oportunidades. Foi pensando nesse debate que selecionamos alguns repertórios socioculturais para você utilizar na redação e se aprofundar no tema da semana: “O mito da meritocracia e as desigualdades sociais”. Vamos lá? VÍDEO | Meritocracia e privilégios Você já parou para refletir sobre privilégios? Neste vídeo, o Rafael Takanashi apresenta o que é privilégio e a sua relação com o sistema meritocrático. Para ilustrar, ele explica como a população negra foi desfavorecida historicamente desde o regime de escravatura no Brasil. Hoje, como reflexo do passado, as pessoas negras possuem menos acesso à educação, moradia e saúde em relação a pessoas brancas. A partir disso, o vídeo mostra que a ideia de igualdade de oportunidades que a meritocracia tanto defende na verdade não existe e, para além disso, ainda mascara a desigualdade social que vivemos. https://youtu.be/5ojdeMLXeqE VÍDEO | Desigualdade social e meritocracia Neste vídeo, do Politize!, você pode entender um pouco mais sobre o conceito de meritocracia, as duas visões opostas sobre ela e o problema da ideologia meritocrática: o não reconhecimento das desigualdades sociais. Para explicar esse problema, o vídeo apresenta o conceito de justiça do filósofo John Rawls. Para o autor, as diferenças entre as pessoas resultam de uma “loteria natural”, em que alguns já nascem com vantagens sociais em relação a outros. Diante disso, o autor afirma que para todas as pessoas serem tratadas como iguais – assim como defende a meritocracia –, é necessário que elas tenham as mesmas oportunidades em uma sociedade. Artigo | O que é equidade? Já que estamos falando de oportunidades, você sabe o que é equidade? Este artigo, do Politize! e do Instituto Mattos Filho, explica a diferença entre igualdade e equidade e o motivo desta última ser uma prática fundamental para a promoção da justiça social. Sobre isso, ele diz o seguinte: “A adoção de políticas baseadas na equidade carrega valores humanitários que buscam melhorar a sociedade em seus diversos campos. As desigualdades ainda estão muito presentes em nossa realidade e o princípio da igualdade mostrou-se insuficiente para as reduzir, por não reconhecer as necessidades próprias que muitos indivíduos e grupos têm.” Basicamente, a diferença é que a equidade (ao contrário da igualdade) reconhece as diferenças sociais e oferece as condições necessárias para que as populações vulneráveis possam alcançar as demais. Um conceito interessante para você utilizar na redação, né? O artigo está disponível aqui. ENTREVISTA | A meritocracia é um mito que alimenta as desigualdades, diz Sidney Chalhoub Nesta entrevista, o professor de história Sidney Chalhoub fala sobre a importância das cotas étnico-raciais nas universidades. Na ocasião, ele aponta que as pessoas que são contra às cotas e programas sociais geralmente utilizam argumentos meritocráticos para deslegitimar a importância delas. Em vista disso, ele afirma que as ações afirmativas são importantes para a reparação e promoção da justiça social, pois é uma forma de diminuir as desigualdades e dar oportunidades para pessoas negras, indígenas e pobres ingressarem na universidade. Nas palavras dele: “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é um mito que precisa ser combatido tanto na teoria quanto na prática.” Leia a entrevista completa aqui. TED | A tirania do mérito Nesta TED, o filósofo estadunidense Michael J. Sandel fala sobre como o discurso da meritocracia reforça a polarização entre a sociedade e escancara a desigualdade social. Ele também nos convida a refletir sobre a dignidade do trabalho e o significado de sucesso. Nas palavras dele, “o trabalho não é só sobre ganhar a vida”. É sobre contribuir para a sociedade e ser reconhecido por isso. Uma enfermeira, um entregador de delivery ou um gari deveria ter o mesmo reconhecimento que um médico, por exemplo, pois eles também contribuem para a sociedade. Porém a gente sabe que a desigualdade social também se manifesta nos trabalhos, não é? A solução que ele propõe para acabar com isso é a garantia de empregos dignos e salários justos. Assista ao vídeo com tradução aqui. SÉRIE | 3% Agora vamos de entretenimento? Você já viu a série 3%? É uma série brasileira de ficção científica distópica, lançada pela Netflix, que aborda justamente o nosso tema da semana: meritocracia e desigualdades sociais. A história se passa em um futuro distante e apresenta a sociedade dividida em duas regiões: de um lado, o Continente (onde há miséria); do outro lado, o Maralto (onde há abundância). Na série, os jovens que fazem 20 anos e vivem no Continente passam por uma prova rigorosa chamada Processo, cujo slogan é “Você é o criador do seu próprio mérito”. Nesta prova, apenas 3% da população tem direito de chegar no Maralto, ou seja, de ascender socialmente. O restante, 97%, continua vivendo em um mundo de extrema pobreza. Já viu que é um bom repertório, né? Então prepara a pipoca! 🙂 A série está disponível na Netflix. Agora que você tem vários repertórios para o tema “O mito da meritocracia e as desigualdades sociais”, bora praticar? Escreva a sua redação e envie em nossa plataforma. Nós corrigimos ela em até 3 dias úteis!
Você já parou para refletir sobre “Medidas para o fim do tráfico de drogas no Brasil?” Confira o tema da semana e escreva a sua redação sobre ele! O tráfico de drogas é um problema cada vez mais urgente no mundo e, principalmente, no atual cenário brasileiro. Basta olharmos para as manchetes de jornais e o número crescente de encarceramentos relacionados a ele. Diante dessa problemática, é importante refletirmos sobre as medidas eficazes para o fim do tráfico de drogas em nosso país. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo da sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para o fim do tráfico de drogas no Brasil”. Selecione, organize e relacione argumentos e fatos, de forma coerente e coesa, para a defesa do seu ponto de vista. Por fim, elabore uma proposta de intervenção que respeite os Direitos Humanos. TEXTO 1 Legislação brasileira de prevenção ao abuso de drogas A Lei nº 11.343/2006, que rege a política pública sobre drogas, estabelece como um dos princípios da prevenção “o fortalecimento da autonomia e da responsabilidade individual” e preconiza também o “não-uso” ou o “retardamento do uso” e a redução de riscos como os objetivos almejados para ações preventivas. Com as recentes alterações trazidas pela Lei nº 13.840/2019, no entanto, o sistema deixou de assumir a perspectiva da redução de danos, adotando a abstinência como única abordagem ao uso de drogas. É estipulado que haja a implantação de programas de prevenção em instituições de ensino público e privado e, para tanto, os profissionais dos três níveis de ensino devem receber formação por meio de políticas de educação continuada. As pesquisas, no entanto, mostram o despreparo dos professores para o desempenho dessa função por medo, falta de informação ou de habilidade para abordar o tema. Fonte: scielo TEXTO 2 RACISMO, PROIBICIONISMO E A GUERRA ÀS DROGAS NO BRASIL É sempre importante lembrar que o racismo é um elemento que constrói desigualdade no Brasil, só para ilustrar o problema: segundo os dados do IBGE de 2018, entre o grupo das pessoas mais pobres 75% eram pessoas negras. O sistema educacional brasileiro não passou ileso por essa condição, a eugenia e o racismo foram motores dos marcos inaugurais dessa política pública no início do século XX. A promulgação das Leis nº 10.639/03 e a nº11.745/ e as Diretrizes Curriculares para a Educação Étnico e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana que orientam que tornam obrigatório o trabalhos dessa natureza das escolas é o grande marco de reação civilizacional de enfrentamento ao racismo através da educação. Podemos compreender o paradigma proibicionista como aquele que se fundamenta na crença da abstinência total do uso de qualquer droga, parte da premissa de que o consumo de drogas é uma prática prescindível e danosa tanto a quem usa como a toda sociedade, logo a repressão à produção, à circulação, ao comércio de drogas deveriam ser reprimidas pelo Estado. Em suma, para o paradigma proibicionista, a nocividade intrínseca de determinadas substâncias confere legitimidade ao Estado proibir o seu consumo; e a criminalização da circulação, do comércio e da produção dessas substâncias acabam por se concretizar como uma alternativa para o Estado no sentido de coibir, em tese, a presença dessas substâncias na sociedade. Assim, para compreender o que chamamos por “guerra às drogas” no Brasil é importante ter no horizonte que somos um país racista. O paradigma do proibicionismo sempre orientou as formulações das leis de drogas no país, inclusive, a legislação que está em vigor é proibicionista e articulado com o racismo, fortalece expedientes estatais promotores de violações e, sobretudo, da distribuição desigual das mortes promovidas por forças estatais que se concentram sobremaneira entre o contingente populacional de jovens negros. A guerra às drogas sob a égide moral de defender a sociedade, elege os chamados “traficantes” como inimigos a serem combatidos, constrói uma matriz discursiva que associa intencionalmente adolescentes e jovens moradores de periferia ou de favelas, via de regra, negros, à promotores de toda sorte de violência e ao tráfico de drogas. Esse tipo de representação é difundida como verdade pelos meios de comunicação de massa, em particular, por meio de programas de TV sensacionalistas que ocupam grandes faixas na tv aberta nacional. Os bairros empobrecidos, periferizados e/ favelizados, na lógica de operação das “Guerra às Drogas” são entendidos como territórios inimigos, logo, operações militares de guerra se justificam para atuação nesses lugares, o que do fim ao cabo, apenas servem para fazer pequenas apreensões de drogas, produzir muitas prisões de jovens e fortalecer a construção de imagem negativa a respeito desses território. O encarceramento em massa é, desta maneira, mais um subproduto da estratégia das “guerra às drogas”. Fonte: drogas quanto custa proibir Confira agora uma lista de repertórios socioculturais para o tema “Medidas para o fim do tráfico de drogas no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre o tema “Medidas para o fim do tráfico de drogas no Brasil?”? Confira alguns repertórios que listamos! O tema “Medidas para o fim do tráfico de drogas no Brasil” é mais um daqueles temas do ENEM que deixam o seu cabelo em pé, não é? Afinal, o tráfico de drogas é uma situação cada vez mais urgente e complexa, ainda mais quando olhamos para o cenário brasileiro. No âmbito global, a temática gira em torno de duas vertentes: de um lado, a adoção de políticas de legalização das drogas; de outro, políticas de criminalização e proibição, como é o caso no Brasil. Em nosso país, o tráfico de drogas é considerado um crime previsto na Lei 11.343/2006, sendo esta uma medida proposta pelo governo para combatê-lo. Porém, atualmente, há muitas controvérsias sobre se essa medida é realmente eficaz. O tema também envolve questões muito mais profundas em nossa sociedade, como a desigualdade social e o racismo estrutural. É um tema delicado, né? Mas calma, a gente ajuda! Ao escrever uma redação sobre o fim do tráfico de drogas é importante ter bastante conhecimento e uma visão ampla sobre a realidade brasileira. Assim, você vai poder caprichar na argumentação, apresentando boas referências que deem suporte à sua tese. Por isso, separamos alguns repertórios socioculturais para você se aprofundar no assunto e até mesmo utilizar na redação. Bora lá? CURTA-METRAGEM | Crack, repensar O curta-metragem Crack, repensar (2015), dirigido por Felipe Crepker Vieira e Rubens Passaro, reúne depoimentos de vários especialistas, usuários, ex-usuários de crack e profissionais que atuam na área de saúde pública para debater sobre a política de drogas no Brasil. Em apenas 25 minutos, o curta aborda algumas problemáticas sobre redução de danos, dependência, encarceramento e internação compulsória. Além disso, faz uma denúncia à política proibicionista ao apontar que ela é ineficaz e, ao mesmo tempo, direcionada apenas a pessoas em situação de vulnerabilidade, negras e periféricas. Sobre a criminalização do tráfico de drogas, o cientista social Orlando Zaccone levanta uma crítica pertinente: “A construção no ambiente social é cruel, porque quem tem condições de provar que tem condições de comprar a droga é usuário e quem não tem é considerado traficante”. O documentário é curtinho, tem apenas 25 minutos e está disponível no Youtube. Corre lá pra ver! DOCUMENTÁRIO | Quebrando tabu Outro documentário que merece ser visto e que vai ajudar você na elaboração dos seus argumentos é o Quebrando Tabu (2011), produzido pelo cineasta Fernando Andrade. Como o próprio nome sugere, o documentário foi produzido com o objetivo de quebrar o tabu que existe em torno do debate público sobre as drogas ilícitas. Ele discute sobre as políticas contra às drogas implantadas em outros países, como a descriminalização, e levanta uma reflexão para a realidade brasileira: “se não conseguimos acabar com as drogas dentro de uma prisão de segurança máxima, como podemos acabar com elas em uma sociedade livre?”. O documentário também está disponível no Youtube! FILME | Cidade de Deus Um dos clássicos do cinema brasileiro, o filme Cidade de Deus (2002), dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, retrata de forma realista uma das maiores favelas do Rio de Janeiro: a Cidade de Deus. A história tem como protagonista o Buscapé, um jovem negro e pobre, que mora na favela e vive em meio à violência. A narrativa retrata as dificuldades de quem vive na favela e aborda questões que, infelizmente, são urgentes em nosso país até os dias de hoje, como desigualdade social, racismo estrutural, abuso de poder, violência e corrupção policial. O filme completo está disponível no Youtube. Prepara a pipoca! VÍDEO | Guerra às drogas Neste vídeo, a intelectual Rita Von Hunty, do canal Tempero Drag, faz uma crítica sobre o termo “guerra às drogas” como uma prática ineficaz de criminalização realizada no Brasil. Ela aponta que a atual política de drogas no país é uma forma de mascarar a institucionalização do encarceramento da população negra e periférica. Em contraponto, Rita entende que uma das medidas para o fim do tráfico de drogas é a política de integração e socialização do usuário, ou seja, é a oferta de melhores condições e perspectivas de vida. Para esse argumento, ela apresenta um estudo importante sobre a relação entre a dependência química e o isolamento social, realizado no final dos anos 70, pelo psicólogo canadense Bruce Alexander. O estudo denominado “Ratolândia” explorou, por meio de experimentos com ratos presos em gaiolas, o quanto os animais têm mais predisposição à dependência de drogas quando vivem em condições insalubres. Por outro lado, os roedores que possuíam socialização e melhores condições de vida, a probabilidade de recorrer às drogas era praticamente nula. Interessante, né? O vídeo tem 17 minutos, mas juro que vale a pena assistir! Dá um play aí: Ah, o estudo “Ratolândia”, do psicólogo Bruce Alexander, fez tanto sucesso que também está disponível em quadrinhos aqui! REPORTAGEM | A íntima relação entre narcotráfico e política no Brasil Na reportagem A íntima relação entre narcotráfico e política no Brasil, publicada na Agência Pública, o jornalista Vasconcelo Quadros apresenta detalhes de uma investigação da Polícia Federal sobre o tráfico de cocaína realizado por aqueles que possuem poder financeiro e social: políticos e empresários do agronegócio. Para ler a reportagem completa e saber mais, clique aqui. PESQUISA | Um tiro no pé A pesquisa intitulada Um Tiro no Pé: Impactos da proibição das drogas no orçamento do sistema de justiça criminal do Rio de Janeiro e São Paulo calculou os gastos governamentais com as instituições do Estado, que são responsáveis pela repressão armada e a aplicação da Lei de Drogas no Brasil. O resultado é alarmante: o Rio de Janeiro e o estado de São Paulo gastaram mais de R$ 5,2 bilhões com a política de proibição das drogas. Tá passada? A partir desse resultado, a pesquisa levanta as seguintes perguntas:

Quer saber mais sobre mobilidade urbana e acessibilidade? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! A discussão sobre a acessibilidade urbana vem ficando em segundo plano no Brasil, afinal, quando se fala em mobilidade nas cidades, muitos associam a questão apenas ao transporte público e privado. Visando promover essa importante discussão, nosso tema de redação desta semana é “Mobilidade urbana: uma questão de acessibilidade”. Neste texto, indicaremos alguns repertórios para você utilizar na sua redação. Mobilidade Cega | Documentário O documentário “Mobilidade cega”, disponível no Youtube, acompanha um pouco da rotina de Edgar Jaques, ator e deficiente visual. O diretor Erick Monstavicius criou essa obra como continuação de JOGO CEGO, documentário lançado em 2016. A principal abordagem de Mobilidade Cega, muito diferente do filme JOGO CEGO, é a mobilidade e acessibilidade urbana para pessoas com deficiência. “Na maior parte das vezes, quando o tema “acessibilidade” é abordado, encontramos justificativas e soluções para cadeirantes: guias rebaixadas, elevadores em prédios, ônibus com plataformas elevatórias, etc. Se a acessibilidade ainda assim é deficiente para um cadeirante, para uma pessoa com deficiência visual é ainda maior, com cidades e trechos urbanos com total ausência de equipamentos de acessibilidade para pessoas portadoras desta deficiência.” Acessibilidade ou Inclusão | Vídeo Neste vídeo do Quebrando o Tabu, é possível ver que, em tese, houve um avanço no que diz respeito à acessibilidade, mas infelizmente a realidade é bastante diferente na prática. “A luta das pessoas com deficiência por mais acessibilidade e inclusão é um desafio constante, mesmo com a existência de diversas leis que servem como base para essa batalha”. TEDxFortaleza com Flávio Arruda | Palestra Flávio Arruda, publicitário e especialista em gestão de trânsito e transporte urbano, aos 21 anos, sofreu um acidente de carro que o deixou tetraplégico. Em sua palestra no TEDxFortaleza, ele afirma que “se a cidade e a sociedade não tomam atitudes que visam à inclusão, são elas que são deficientes, e não as pessoas que vivem nelas.” O que é ACESSIBILIDADE? | Vídeo O vídeo abaixo, que trata sobre acessibilidade, foi produzido pelo Conade. Ele é essencial para entendermos como a falta de acessibilidade interfere na vida de diversas pessoas. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Agora, é hora de botar a mão na massa e escrever o seu texto! Não se esqueça de enviá-lo em nossa plataforma após finalizá-lo: nossos professores corrigem redações em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre pressão escolar e saúde mental? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Se você é estudante, já deve ter se deparado com este assunto em algum momento. Os casos de depressão, por exemplo, têm aumentado quando falamos de estudantes que estão se preparando para vestibulares. A cobrança por resultados, a pressão para se sair bem e até mesmo a competição com os colegas são desencadeadores de doenças mentais. Por isso decidimos abordar este tema aqui! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema desta semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! MATÉRIA | Dinheiro e pressão na escola são as maiores causas de ansiedade para jovens no Brasil Esta matéria cita um estudo que concluí que apenas 16% dos adolescentes brasileiros se sentem “emocionalmente bem”. A conclusão da Fundação Varkey, que realizou a pesquisa, é a de que problemas com dinheiro e a pressão escolar são as maiores fontes de ansiedade para os adolescentes brasileiros. Vale a pena ler a matéria e anotar os dados citados, para ajudar a desenvolver a argumentação. LIVRO | Saúde Mental na Escola: O que os Educadores Devem Saber Este livro é interessante pois aborda o papel da escola e, mais especificamente, dos professores, no que diz respeito à saúde mental dos estudantes. A obra traz dicas e exemplos que auxiliam os educadores a lidarem com questões de saúde mental na escola. SÉRIE | Os 13 porquês Baseada na obra literária de mesmo nome, do autor Jay Asher, a série aborda muitos assuntos polêmicos que envolvem problemas na adolescência, como depressão, bullying, abuso sexual e suicídio. Os episódios contam a vida de Hanna Baker, adolescente que se suicida e deixa 7 fitas com gravações onde enumera 13 razões que a levaram ao suicídio. Dentre os motivos estão alguns relacionados especificamente à escola, como o bullying sofrido pela aluna quando os colegas colocam seu nome na lista sobre as garotas mais atraentes da escola. Por fim, descobrimos que, após passar por diversos momentos difíceis na escola, Hanna conta sua história para o conselheiro escolar Kevin Potter, que duvida das narrativas contadas pela jovem. Ao assistir a série, é importante notar como a postura do conselheiro impacta a decisão de Hanna de tirar sua vida, e como o final poderia ter sido diferente. VÍDEO | Saúde mental na escola e na universidade Neste vídeo, a Youtuber Louie ponto fala sobre a ansiedade que o mestrado desencadeou em sua vida. Além disso, Louie narra histórias vivias enquanto estava no ensino médio, como a convivência com professores homofóbicos. Vale a pena assistir ao vídeo para entender quais vivências escolares podem ser gatilhos para os transtornos mentais dos adolescentes. SÉRIE | Merlí Esta série narra o cotidiano de Merlí Bergeron, um professor de filosofia que tem métodos nada tradicionais de ensino. No decorrer dos episódios o público vai conhecendo as histórias dos alunos de Merlí. O professor, então, ajuda os alunos a solucionarem seus problemas pessoais, que envolvem desde questões com os pais até a pressão sofrida no ambiente escolar. FILME | The Breakfast Club (Clube dos Cinco) Estreado em 1985, o filme conta a história de 5 estudantes totalmente diferentes que são forçados a passar um sábado na escola, na detenção. No decorrer do longa os telespectadores conhecem as perspectivas dos jovens, que relatam seus problemas familiares e que não sabem lidar com a pressão constante sobre eles (ou com a falta desta). Vale a pena assistir a este clássico e fazer as suas anotações! FILME | Sociedade dos Poetas Mortos John Keating, o novo professor de Inglês, começa a lecionar em escola preparatória de meninos conhecida pelo alto padrão e tradicionalismo. Utilizando métodos não muito ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola, ele os ajuda a se livrarem da timidez, seguirem seus sonhos e aproveitarem cada dia. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Quer saber mais sobre a questão do êxodo urbano na pandemia? Confira a lista de repertórios que preparamos para este tema! Como já era de se esperar, a pandemia do novo Coronavírus causou mudanças significativas na sociedade. Uma delas é o êxodo urbano, que foi nosso último tema de redação. Neste texto, indicaremos alguns repertórios sobre essa temática! SÉRIE | Amor e Sorte Para não perder o costume, vamos lhe mostrar uma forma de se divertir e adquirir repertório sociocultural ao mesmo tempo. Disponível na Globoplay, a série “Amor e Sorte” é estrelada por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. Durante a pandemia, as atrizes, junto com a família, decidiram passar quatro meses no meio do mato, como assim elas descrevem, e nesse período nasceram as personagens Gilda e Lúcia. https://youtu.be/zsjcEdqBHe8 VÍDEO | Quais serão as consequências do êxodo urbano e como lidar com elas? A ONG Rizomar, desde 2017, procura oferecer caminhos para quem quer partir da cidade para o campo. Neste vídeo, o comunicador Victor Mal, membro da organização, discorre sobre como os neorrurais podem se adaptar à nova realidade. VÍDEO | Êxodo urbano em tempo de pandemia Com o objetivo de explorar essa temática, o Sesc São Paulo promoveu uma conversa riquíssima entre estudiosos. Nela, Fabelis Mafron Pretto – professora colaboradora do Departamento de Geociências da UEPG – afirma que o êxodo urbano tem o potencial de provocar a valorização da natureza. Já Tadeu Alencar Arrais – professor associado da UFG – aponta que esse fenômeno pode reavivar a ideia da cidade enquanto uma coisa doente e insalubre, o que já ocorreu no século XIX. Ele ainda nos lembra que essa imagem urbana foi retratada em obras de autores consagrados, como Émile Zola e Victor Hugo, os quais trouxeram para a literatura o lado “obscuro” de Paris e seus esgotos fétidos. LIVRO | A última criança na natureza O escritor e jornalista Richard Louv fala sobre o “deficit de natureza” causado pelo isolamento social em decorrência da pandemia da Covid-19. Para ele, êxodo urbano seria uma consequência disso. “Ironicamente, a pandemia atual, por mais trágica que seja, aumentou o déficit de natureza, mas também fez crescer dramaticamente a consciência pública da profunda necessidade humana de conexão com a natureza”, afirma o autor para o Correio Braziliense. MÚSICA | A vida no interior A música da banca Regganóis retrata os benefícios oferecidos pela vida no interior, buscados por muitos brasileiros em tempos de pandemia. Confira a letra: É longe de tudo e no meio do nada,o ar é puro, puro como a água ,eu posso caminhar no meio da rua ,na boa sem niguém buzinar, A vida no interior me faz tão bem! o cheiro de terra molhada no ar ,avisando que a chuva já tá pra chegar,tem um amigo que eu posso contar ,tem natureza pra todo lugar, A vida no interior me faz tão bem! o bate-bola rola no meio da rua ,com traves de chinelo,uma fogueira, um violão e a lua,pra iluminar o céu, A vida no interior me faz tão bem! Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

Conheça alguns filósofos para usar como repertório em suas redações! Para quem está focado(a) nas provas do Enem, em especial, para quem treina redação, não é novidade que ter um bom repertório faz muita diferença. Isso porque, quando bem utilizado no texto, pode garantir um desenvolvimento das ideias mais profundo, o que impacta a nota de algumas competências. Portanto, além de treino, é fundamental que você separe um tempo para ampliar seus conhecimentos nas diversas áreas. Assim, você conseguirá se sair bem diante de qualquer tema. Hoje, trouxemos sugestões de filósofos para usar na redação. Associar algumas teorias e citações com o tema, geralmente, é uma boa estratégia. Você está preparado(a)? Se não, comece a anotar! Byung-Chul Han Nem só de K-pop vive a Coreia do Sul. Este pensador sul-coreano é um dos grandes nomes do momento entre os filósofos para usar na redação, em especial porque ele lança um olhar apurado para a sociedade contemporânea. Em suas obras, ele trata das relações – em especial de trabalho – em que, em nome de uma “liberdade” o que se vê são pessoas coagidas. Como assim? Bom, você já ouviu falar em ser “empresário de si mesmo”, não é? Para Byung-Chul Han, o excesso de foco no desempenho tem sobrecarregado as pessoas, sendo uma das causas de depressão e síndrome de burnout. Além disso, ele discute também a superexposição (via mídias sociais) e a necessidade de estarmos sempre produzindo, tornando a nossa relação com os aparatos digitais obsessiva. Para ele, a tendência é que o mundo privado deixe de existir, pois as coisas só são “reais” se são visíveis: uma lógica de “Posto, logo, existo”, um contraponto a outro filósofo, René Descartes, célebre pela frase “Penso, logo, existo”. Entre as principais obras de Han, podemos citar: Neste artigo do El Pais você encontra alguns de seus conceitos atrelados a eixos como: autenticidade, autoexploração, uso excessivo de dados (Big Data), comunicação, narcisismo, relação com os outros, questão dos refugiados, relação da humanidade com o tempo. Para o filósofo, a velocidade e o excesso de tarefas na sociedade de hiperconsumismo nos impede de termos momentos de contemplação, tornando as pessoas dóceis e manipuláveis, pois não mais refletem sobre os fatos. O que você pensa sobre isso? Nancy Fraser São poucas as mulheres que são citadas na redações, assim como também há uma limitação a pensadores de outros séculos enquanto há muita teoria atual sempre trabalhada. Portanto, trouxemos o nome de Nancy Fraser para que você descubra mais sobre suas ideias e se destaque em seus textos. Essa pensadora feminista norte-americana foca seus estudos nas concepções de justiça. No Brasil, seus conceitos podem ser vistos em obras como O velho está morrendo e o novo não pode nascer, Feminismo para os 99%, entre outras. Separamos este artigo, para você se aprofundar mais nas propostas teóricas dela. Edgar Morin Se você fez o Enem 2019 deve se lembrar desse nome. Nos textos motivadores, havia uma definição de Morin sobre o que é cinema. Lembrou? Pois é, ele é considerado um dos maiores pensadores ainda vivo (completou 100 anos em 2021!) e já deu contribuições sobre diversos temas, inclusive a respeito da educação. Portanto, vale a pena conhecer alguns de seus escritos e, assim, enriquecer sua argumentação com citações do filósofo. Assim, uma sugestão é conhecer a obra Os sete saberes necessários à educação do futuro. Veja, a seguir, algumas frases do autor: “Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana”. “A mundialização, a industrialização, atinge a todos, por esses motivos compartilhamos dos mesmos problemas e medos”. “Temos todos o mesmo destino porque vivemos com os mesmos problemas, medos e tensões. Vivemos os mesmos perigos, e eles são vários: as doenças, as guerras, as tensões religiosas”. “Reforma de pensamento significa reforma de educação”. Slavoj Žižek Para este filósofo esloveno, só existirá salvação para a humanidade a partir da união. Assim, se ainda não aprendemos com todas as crises já vividas, outras serão necessárias para nos fazerem mais solidários. O pensador tem como um de seus focos pensar a cultura popular da atualidade. Neste artigo da revista Piauí você pode conhecer um pouco mais das ideias que o lançaram ao “estrelato” e, assim, usar as ideias desse filósofo na sua redação. No ano passado, publicou a obra Pandemia: covid-19 e a reinvenção do comunismo, destacando diferentes aspectos do surto provocado pelo novo coronavírus: filosóficos, psicanalíticos, políticos, sociais, econômicos, ecológicos e ideológicos. Mas, se você nunca leu uma obra dele, veja a seguir algumas frases de mais um desses filósofos para usar na redação: “Você não pode mudar as pessoas, mas pode mudar o sistema para que as pessoas não sejam pressionadas a fazer certas coisas.” “O fato de não fazer nada não é vazio, tem um significado: dizer sim às relações de dominação existentes”. Achille Mbembe Mbembe é um filósofo camaronês que escreveu a obra Necropolítica, um conceito que tem sido muito lembrado na atualidade em função das formas de governo que pregam a morte da população e não a defesa da vida. Mais especificamente, revela como se dá a distribuição desigual da oportunidade de viver e morrer no sistema capitalista atual. Entre seus temas de pesquisa estão presentes, além de política, a história da África e o pós-colonialismo. Veja algumas frases que podem dar mais fundamentação aos seus textos, de acordo com a temática da prova: “Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação do poder.” “As desigualdades continuarão a crescer em todo o mundo. Mas, longe de alimentar um ciclo renovado de lutas de classe, os conflitos sociais tomarão cada vez mais a forma de racismo, ultranacionalismo, sexismo, rivalidades étnicas e religiosas, xenofobia, homofobia e outras paixões mortais.” Bom, agora que você conhece esses nomes, procure pesquisar mais sobre eles e aproveitar as suas teorias

Quer saber mais sobre a representatividade no esporte? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! Se você gosta de praticar algum esporte, com certeza deve saber que estamos em época de Olimpíadas, certo? Nos noticiários, inclusive, há gente dizendo que estas são as Olimpíadas das mulheres, pois elas têm conquistado boa parte das medalhas nas provas. Nesta edição dos jogos as mulheres brasileiras já quebraram o recorde de medalhas conquistadas: são 8 pódios (dentre ouro, prata e bronze) até agora. Mas, além das mulheres, é interessante destacar outras minorias que vêm tendo visibilidade nos esportes, e é sobre isso que iremos falar agora! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Livro sobre representatividade no esporte | O dia em que as mulheres viraram a cabeça dos homens Já abordamos aqui, anteriormente, questões relacionadas ao futebol feminino. Neste livro o assunto é o mesmo: René Rodrigues Simões conta sobre como foi o convite e o processo de aceitação para ser o treinador da seleção feminina brasileira de futebol. A leitura vale a pena, como uma forma de ter contato mais aprofundado com a história do futebol feminino brasileiro (apesar de ser um livro escrito por um homem). Encontrado em: Amazon. FILME | Uma skatista radical Nas Olimpíadas todos se emocionaram com Rayssa Leal, a brasileira nordestina de 13 anos que conquistou medalha de prata na modalidade de Skate Street. Indo para as telonas, a Netflix disponibiliza o filme “Uma skatista radical”. Este filme é muito emocionante pois nele nos deparamos com a dura realidade das famílias e, principalmente, das meninas que vivem na região rural da Índia e têm de seguir fielmente as tradições do país. Aqui conhecemos Prerna, que encontra no skate o refúgio para a sua vida. O destaque nos créditos do filme é emocionante, pois descobrimos, neste momento, que para a produção do filme houve a construção de uma pista de skate real naquela região da Índia. Assim, hoje o Desert Dolphin Skatepark é um dos maiores partes que skate no país, e tudo isso graças às filmagens. A seguir, confira um vídeo sobre como usar a fadinha do Skate Street brasileiro em suas redações: FILME | King Richard: Criando Campeãs Venus e Serena Williams são duas estrelas do tênis americano. Este filme, estrelado por Will Smith, narra a história de Richard Williams, o pai das duas jogadoras. A produção mostra detalhes de todos os obstáculos superados pelo pai e pelas meninas. Além disso, há ensinamentos de Richard sobre empoderamento negro e de classes, fazendo com que as duas viessem a se tornar referência para muitas outras jovens negras e pobres pelo mundo. O filme ainda não foi lançado, mas podemos assistir ao trailer: A estreia do longa está prevista para o dia 19 de novembro deste ano, nos cinemas e na HBO Max. ARTIGO | Uma Análise da Representatividade Feminina nos Esportes Eletrônicos Os e-Sports ou esportes eletrônicos são termos que se referem às competições de jogos eletrônicos em que os embates são realizados por profissionais e assistidos por uma audiência presencial ou online. O artigo em questão propõe uma reflexão sobre a participação feminina nos e-Sports. O primeiro registro de uma competidora em campeonatos deste gênero ocorreu apenas em 2000, com Lee Ji Eun. Além disso, no Brasil apenas 3 campeonatos femininos foram realizados até hoje. Sendo assim, percebe-se que ainda há muito a melhorar quando falamos de representatividade feminina nos e-Sports. O artigo pode ser encontrado aqui. FILME | Menina de ouro Menina de Ouro é um filme de 2004 do gênero drama. Foi indicado a 7 categorias do Oscar, tendo vencido como melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e melhor ator coadjuvante. Com este repertório, não tinha como deixar este filme de fora da nossa lista. Confira a sinopse do filme abaixo: Frankie Dunn (Clint Eastwood) passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. Frankie costuma passar aos lutadores com quem trabalha a mesma lição que segue para sua vida: antes de tudo, se proteja. Magoado com o afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe. Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, Maggie decide treinar diariamente no ginásio. Ela recebe o apoio de Scrap, que a encoraja a seguir adiante. Vencido pela determinação de Maggie, Frankie enfim aceita ser seu treinador. Atualmente, o longa está disponível na Amazon Prime Video. Representatividade LGBT nas Olimpíadas | Douglas Souza Neste artigo aqui você irá conhecer mais sobre o jogador de voleibol Douglas Souza. O jogador ganhou fama durante os jogos olímpicos, por postar vídeos e fotos descontraídas. Apesar de a sua homossexualidade não ser o foco dos vídeos, Douglas sabe a importância de ser o único jogador homossexual na seleção brasileira de vôlei. Vale a pena a leitura do artigo. Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

Quer conferir repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Nós separamos alguns para você! O vício em games tem cada vez mais se tornado um problema para as famílias. Por conta disso, a discussão tem ganhado palco e vale muito a pena escrever uma redação sobre ela. Não sabe o que usar de repertório para o tema da semana? Temos algumas dicas abaixo: CONSEQUÊNCIAS DO VÍCIO EM VIDEOGAMES | REPORTAGEM 1O programa “Domingo espetacular” fez uma reportagem expondo a gravidade da temática. Nela, fica claro que o vício em games pode causar danos à saúde, como obesidade, insônia, falta de sociabilidade, etc. Além disso, a fala do psiquiatra Felipe Picon é bastante importante, pois elucida possíveis causas do vício. COMO A FICÇÃO MOSTRA O VÍCIO EM GAMES | REPORTAGEM O “Fantástico” também abordou o problema e trouxe, entre outras coisas, a ficção para explorá-lo. Na novela “Malhação: viva a diferença”, o personagem Julinho é viciado em games, o que preocupa Josefina, sua mãe, que tenta controlá-lo. BLACK MIRROR | SÉRIE Outro personagem que enfrentou problemas com os games foi Robert Daly, da quarta temporada da série “Black Mirror”. Ao ter dificuldades nas relações interpessoais, ele recorre a um jogo em vez de procurar medidas saudáveis e efetivas para resolver a situação. VÍCIO EM GAMES NA PANDEMIA | REPORTAGEM A pandemia da Covid-19 se concretizou como mais um obstáculo na vida dos responsáveis que precisam lidar com o vício em games por parte de seus filhos. Nesta reportagem, o psicólogo Romani Souza afirma que esse período propicia até mesmo a recaída de pessoas que haviam se “curado” da dependência em jogos. Além disso, para ele, a fuga no mundo eletrônico pode ser uma forma de preencher o vazio sentimental vivido por muitos nesse momento peculiar. JOGOS VIOLENTOS GERAM VIOLÊNCIA? | VÍDEO Uma questão muito antiga que envolve essa temática é: afinal, jogos violentos podem gerar violência na vida real? Para alguns, uma coisa não tem ligação para outro. Para outros, a violência contida nos games pode ser uma das responsáveis por massacres ocorridos em escolas. Para não deixar essa discussão muito superficial, o canal The Enemy traz as reflexões da pesquisadora Beatriz Blanco, que fala como podemos abordar o assunto do consumo de games e mídia em geral de forma mais eficiente. De acordo com ela, é preciso contextualizar o videogame, que pode fomentar a violência, sim, mas como uma consequência, e não como causa do problema. TERAPEUTA EXPLICA O VÍCIO EM VIDEOGAMES | VÍDEO Neste vídeo, a terapeuta ocupacional Isis Falcão dá uma explicação biológica sobre o vício: de acordo com ela, nosso cérebro possui um sistema de recompensa, o qual libera dopamina e nos dá a sensação de prazer. Isso acontece quando a criança joga, o que explica a vontade de realizar essa atividade com frequência. Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

Quer conferir repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo de carne”? Nós separamos alguns para você! Não é de hoje que se questiona se o consumo excessivo de carne faz mal para nós, humanos. Com o passar do tempo, a discussão foi ainda mais longe, alertando sobre os impactos ambientais que isso pode ocasionar. Devido à relevância da discussão, propomos um tema de redação com essa temática e, neste texto, vamos indicar alguns repertórios para você usar na sua redação. A Carne é fraca | Documentário Para começar, que tal assistir a um documentário? Disponível no Youtube, “A carne é fraca” trata sobre a indústria da carne brasileira e demonstra os impactos dela no meio ambiente, nos animais e na nossa saúde. Cowspiracy | Documentário Vamos sugerir mais um documentário, pois é difícil falar sobre qualquer questão que envolva o consumo de carne sem mencionar “Cowspiracy”, disponível na Netflix. De acordo com o GZH, “Ao ler relatórios oficiais das Nações Unidas a respeito dos impactos negativos da pecuária sobre o meio ambiente, o cineasta Kip Andersen decidiu ir até as sedes das principais organizações ambientalistas do mundo para entender por que elas não falam sobre o assunto. O resultado está em Cowspiracy, documentário rico em dados estatísticos que traz entrevistas com representantes de ONGs e do governo americano. “ Explicando | Documentário A série “Explicando”, da Netflix, explora temas variados e, em sua segunda temporada, em novembro de 2019, foi ao ar um episódio que tem como pauta a insustentabilidade do consumo de carne, lançando a seguinte pergunta: “O aumento mundial do consumo de carne está se tornando insustentável. Será que as alternativas ao produto resolverão esse problema no futuro?” Os Simpsons | Animação Para fechar com “chave de ouro”, vamos mais uma vez lhe provar que é possível adquirir repertório sociocultural de forma orgânica – sem decoreba de citações e conceitos os quais você não domina – enquanto se diverte. Em 1995, foi ao ar mais um episódio de Os Simpsons, um dos desenhos mais famosos do mundo. Intitulado “Lisa, a Vegetariana”, ele marca o dia em que a personagem Lisa , que já havia demonstrado preocupação com o meio ambiente em outros momentos, decide parar de consumir carne. Confira também outros repertórios para usar neste tema! Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!
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