1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”

Quando se fala em Black Friday, a maioria pensa em eletrônicos, roupas ou promoções de curto prazo. Entretanto, em 2025 cresce uma tendência importante: investir em educação na Black Friday. Diferente de produtos que se desgastam ou ficam obsoletos, conhecimento é um ativo permanente. Neste artigo, você vai entender: 👉 Se quiser acesso antecipado à maior oferta da história da Redação Online, entre agora no nosso Grupo VIP: O que esperar da Black Friday 2025 na educação? A Black Friday de 2025 promete ser uma das maiores já vistas no Brasil. Segundo projeções do setor de e-commerce, a procura por serviços digitais e cursos online deve crescer ainda mais. Três tendências se destacam: Vale a pena investir em educação na Black Friday? Sim. A Black Friday é o momento de garantir acesso a cursos, correções e mentorias com condições únicas. O diferencial é que o valor investido retorna em forma de aprovação em universidades, estabilidade em concursos e crescimento pessoal. 👉 Na Redação Online, o foco é exclusivo em redação. Já transformamos: O que evitar na Black Friday da educação? Nem toda oferta é vantajosa. Muitos estudantes se decepcionam porque: Portanto, é essencial observar três pontos antes de investir: Expectativas para vestibulandos na Black Friday 2025 Se você é vestibulando, a Black Friday pode ser a chance de acelerar a preparação para o ENEM e vestibulares de 2026. O diferencial está em: A cada ponto conquistado na redação, suas chances de aprovação aumentam. Investir na Black Friday é investir diretamente no seu futuro acadêmico. Expectativas para concurseiros na Black Friday 2025 Se o seu foco são concursos, a Black Friday também pode ser um divisor de águas. A discursiva é muitas vezes o que separa os candidatos aprovados daqueles que ficam de fora, mesmo com boa nota na objetiva. Na Redação Online, oferecemos: Essa preparação direcionada é rara em cursinhos generalistas, mas decisiva para quem busca estabilidade profissional. Perguntas frequentes sobre a Black Friday 2025 na educação Conclusão A Black Friday 2025 será um marco para quem souber escolher bem onde investir. Em vez de gastar em algo passageiro, investir em educação é decidir pelo futuro. Na Redação Online, não somos generalistas: somos especialistas em redação. Essa é a parte mais decisiva da sua nota, tanto no ENEM quanto nos concursos. E por isso nossa Black é diferente: não é apenas desconto, é aceleração comprovada da sua preparação. 👉 Clique aqui e entre agora no Grupo VIP da Black Redação Online. Garanta sua vaga e receba em primeira mão a maior oferta da nossa história!

De acordo com pesquisa da Ipsos (2025), cerca de 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar sobre as canetas emagrecedoras, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro — número acima da média global, de 36%. Embora esses medicamentos sejam originalmente indicados para o controle da glicose em pessoas com diabetes tipo 2 e para o tratamento da obesidade, seu uso vem se popularizando entre pessoas saudáveis em busca de emagrecimento rápido. Esse crescimento é impulsionado, sobretudo, pela influência das redes sociais, onde celebridades e influenciadores exibem resultados instantâneos, muitas vezes sem acompanhamento médico. Entretanto, o uso indevido dessas substâncias pode causar efeitos colaterais graves, como enjoo, perda de massa muscular, deficiência nutricional e dependência psicológica. Diante disso, a discussão sobre o uso das canetas emagrecedoras ultrapassa o campo individual e se transforma em um problema de saúde pública, que exige educação em saúde, regulação estatal e conscientização sobre os riscos da medicalização da estética. Proposta de Redação sobre Canetas emagrecedoras A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da agricultura familiar na promoção da alimentação saudável nas escolas públicas brasileiras”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre Canetas emagrecedoras O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser escrito à tinta preta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para a contagem de linhas. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que: Textos motivadores para o tema: Canetas emagrecedoras — os riscos do uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento no Brasil TEXTO I — O alerta sobre o uso indevido de canetas emagrecedoras De acordo com pesquisa divulgada pela Ipsos (2025), 58% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar sobre as canetas emagrecedoras, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro — índice bem superior à média global, de 36%. Esses medicamentos, originalmente indicados para controle de glicose em pacientes com diabetes tipo 2 e redução de peso em pessoas com obesidade, passaram a ser amplamente utilizados para fins estéticos. A popularização do uso das canetas emagrecedoras está fortemente associada à influência das redes sociais, onde personalidades e influenciadores divulgam seus resultados, nem sempre acompanhados por profissionais de saúde. No entanto, especialistas alertam que o consumo sem orientação médica pode causar efeitos adversos graves, como enjoo, perda de massa muscular, deficiência nutricional e até problemas hormonais. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou recentemente a necessidade de controle rigoroso, exigindo a retenção da receita médica para a compra dos medicamentos. Ainda assim, o uso indevido continua crescendo, impulsionado pelo desejo de alcançar padrões corporais impostos socialmente. Nesse contexto, a discussão sobre as canetas emagrecedoras levanta questionamentos sobre saúde pública, ética médica e responsabilidade social, temas cada vez mais urgentes em uma sociedade marcada pela busca incessante pelo corpo ideal. Fonte: Adaptado de G1 — Ipsos: 58% dos brasileiros ouviram falar sobre canetas emagrecedoras; média global é de 36% (2025). Disponível em: g1.globo.com. TEXTO II — Popularização das canetas emagrecedoras acende alerta sobre riscos à saúde O crescimento do uso das chamadas canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, tem despertado atenção de médicos e autoridades de saúde em todo o país. Embora sejam aprovadas pela Anvisa para o tratamento da obesidade, do sobrepeso com comorbidades e do diabetes tipo 2, o uso indevido dessas substâncias se expandiu, impulsionado pela influência de celebridades e influenciadores digitais. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a prescrição desses medicamentos mais que dobrou nos últimos dois anos, revelando um crescimento que nem sempre está associado à melhoria no cuidado médico, mas à busca por soluções rápidas diante de um problema multifatorial. De acordo com a endocrinologista Dra. Patrícia Zach, do Hospital Dia Campo Limpo (CEJAM/SMS-SP), a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, atua em receptores hormonais que ajudam no controle da glicemia e no aumento da saciedade. Apesar dos benefícios clínicos, o uso sem orientação pode gerar efeitos adversos como náuseas, vômitos, constipação, dor de cabeça, reações alérgicas e risco de pancreatite, além do perigoso efeito sanfona, especialmente quando não há acompanhamento nutricional e psicológico. A médica ressalta ainda que não existe tratamento milagroso e que cada caso deve ser avaliado individualmente, com apoio multidisciplinar. “As alternativas para o emagrecimento que devem ser priorizadas são as mudanças no estilo de vida, com incentivo à prática de atividades físicas e alimentação equilibrada”, afirma. Além disso, a especialista defende a criação de políticas públicas de prevenção à obesidade, com foco na redução do preço de alimentos saudáveis e maior taxação de produtos ultraprocessados, como já ocorre em países como o México. Assim, a luta contra o avanço da obesidade precisa envolver educação alimentar, empatia e combate à desinformação, e não apenas a medicalização. Fonte: Adaptado de CEJAM – Popularização das canetas emagrecedoras acende alerta sobre riscos à saúde (2025).Disponível em: cejam.org.br TEXTO III — Especialistas alertam para riscos do uso indiscriminado de canetas para emagrecer O uso de medicamentos como Ozempic e similares, desenvolvidos originalmente para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, vem crescendo no Brasil de forma alarmante. O problema é que, cada vez mais, essas substâncias têm sido utilizadas de maneira indiscriminada e sem prescrição médica, motivadas pela busca estética e pelo culto ao corpo magro. De acordo com o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO), Bruno Halpern, há uma perigosa confusão entre “tratamento da obesidade” e “desejo social de emagrecer”. O especialista ressalta que os medicamentos devem ser destinados a pacientes com doenças crônicas e não a pessoas saudáveis que desejam perder alguns quilos rapidamente. Durante um

A alimentação escolar no Brasil tem sido um importante instrumento de combate à fome e de promoção da segurança alimentar. Em 2025, a Lei nº 15.226/2025 ampliou o percentual mínimo de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) destinados à compra direta de produtos da agricultura familiar, passando de 30% para 45% a partir de janeiro de 2026. Essa mudança reforça o compromisso do Estado com a valorização da produção local, a economia sustentável e a alimentação saudável, garantindo que alimentos frescos e diversificados cheguem à mesa de mais de 40 milhões de estudantes da rede pública. Além disso, a medida prioriza assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas e grupos de mulheres rurais, fortalecendo o papel social da agricultura familiar na promoção da cidadania e na preservação da cultura alimentar brasileira. Diante desse contexto, surge um importante debate: como a agricultura familiar pode contribuir para uma alimentação mais saudável e sustentável nas escolas públicas brasileiras? Proposta de Redação agricultura familiar A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da agricultura familiar na promoção da alimentação saudável nas escolas públicas brasileiras”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre agricultura familiar Textos motivadores sobre o papel da agricultura familiar na promoção da alimentação saudável nas escolas públicas brasileiras TEXTO I — Agricultura familiar e alimentação escolar: uma parceria pela segurança alimentar e pelo desenvolvimento sustentável A Lei nº 15.226/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ampliou de 30% para 45% o percentual mínimo de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) destinados à compra direta de alimentos da agricultura familiar. A medida entra em vigor em janeiro de 2026 e representa um avanço significativo nas políticas públicas voltadas à segurança alimentar e nutricional dos estudantes da rede pública. Com o novo percentual, quase metade dos alimentos servidos nas escolas públicas deverá ser adquirida de agricultores familiares, assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas e grupos formais e informais de mulheres. Além de fortalecer a economia local, a lei estimula o consumo de alimentos frescos, variados e regionais, respeitando as tradições culturais de cada comunidade. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o PNAE é uma das maiores políticas públicas de alimentação e nutrição escolar do mundo, atendendo mais de 40 milhões de estudantes da educação básica diariamente. Com um orçamento anual de R$ 5,5 bilhões, o programa destina cerca de R$ 2,4 bilhões diretamente à agricultura familiar, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inclusão social. Além de reforçar a oferta de alimentos saudáveis, a nova lei amplia as funções dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), responsáveis por garantir a diversidade, a qualidade e o cumprimento das regras de validade dos produtos adquiridos. A norma também exige que os alimentos entregues tenham prazo de validade superior à metade do tempo total de consumo, assegurando o padrão de qualidade dos produtos. Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, o PNAE é “um eixo fundamental para garantir a segurança alimentar e nutricional, com base em uma alimentação saudável e adequada, que respeita as culturas locais e impulsiona a economia de base familiar”. Com essa mudança, o Brasil consolida o PNAE como referência mundial em políticas públicas de alimentação escolar, fortalecendo o papel da agricultura familiar na promoção da saúde, da educação e do desenvolvimento social. Fonte: Ministério da Educação – gov.br/mec (2025) TEXTO II — Agricultura familiar melhora a alimentação e o aprendizado dos estudantes A ampliação das políticas públicas de incentivo à agricultura familiar já mostra resultados concretos na qualidade da alimentação escolar. Na Bahia, o Governo do Estado destinou R$ 410 milhões para a merenda em 2024, sendo R$ 92 milhões provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O investimento tem garantido refeições mais nutritivas e diversificadas para os estudantes da rede pública, fortalecendo o vínculo entre campo e escola. Além de transformar o ambiente escolar, a política também gera renda para agricultores e cooperativas. A Cooperativa de Produção e Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Sudoeste Baiano (CoopBahia), por exemplo, fornece frutas, verduras e legumes para escolas estaduais e municipais. Segundo a cooperada Regina Sampaio, as vendas públicas têm sido essenciais para a sobrevivência das famílias agricultoras. “O preço pago é justo e garante que os cooperados mantenham suas produções. É uma relação de ganha-ganha: os alunos se alimentam melhor e os produtores têm estabilidade”, declarou. O exemplo baiano mostra como a agricultura familiar é essencial para o desenvolvimento local, a segurança alimentar e a promoção da educação de qualidade, ao aproximar o produtor rural da comunidade escolar e tornar o ato de se alimentar um aprendizado sobre cultura e sustentabilidade. Fonte: Governo da Bahia – ba.gov.br (2024) TEXTO III — Alimentação saudável nas escolas e o fortalecimento do PNAE A alimentação escolar é um dos principais pilares das políticas públicas de proteção à infância e promoção da saúde no Brasil. O ambiente escolar tem papel decisivo na formação de hábitos alimentares e deve garantir o acesso a alimentos saudáveis, ao mesmo tempo em que restringe a oferta de produtos ultraprocessados. De acordo com o Ministério da Saúde (2021), cerca de 33,5% das crianças e adolescentes atendidos pelo SUS apresentam excesso de peso, o que inclui casos de sobrepeso e obesidade. O levantamento também aponta que uma em cada dez crianças brasileiras com menos de 5 anos está acima do peso, enquanto 18,6% estão em risco de sobrepeso. Esse cenário revela a urgência de políticas que promovam a educação alimentar e nutricional desde a infância. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com mais de 40 anos de existência, é uma das políticas públicas mais antigas e bem-sucedidas do país. Ele assegura alimentação gratuita e de qualidade a

Nos últimos dias, o Brasil registrou mais de 200 casos suspeitos de intoxicação por metanol e duas mortes confirmadas, segundo o Ministério da Saúde.As investigações apontam que bebidas falsificadas e contaminadas com o composto químico foram distribuídas de forma irregular, especialmente no estado de São Paulo. De acordo com o Médicos Sem Fronteiras, entre 1998 e 2025 o mundo já teve 40 mil casos e 14 mil mortes por intoxicação com essa substância.Esses números mostram a gravidade de uma crise que vai além da saúde pública — trata-se também de um problema social, econômico e ético, ligado à fiscalização precária e à desigualdade no acesso a produtos seguros. Por que o metanol é tão perigoso? Apesar de visualmente parecido com o etanol (o álcool comum das bebidas), o metanol é uma substância altamente tóxica e sem odor ou gosto perceptível.No organismo humano, ele é metabolizado pelo fígado, mas o resultado é devastador: A infectologista Jéssica Fernandes Ramos, do Hospital Sírio-Libanês, explica que o metanol é absorvido muito rapidamente, o que torna o tratamento urgente e complexo.Por isso, não existe dose segura — qualquer quantidade pode causar danos irreversíveis. Temáticas que podem aparecer na redação a partir desse caso A intoxicação por metanol não é apenas um caso de saúde.Ela expõe falhas sistêmicas e sociais que se conectam a diferentes eixos temáticos da redação, como: Como usar esse caso na redação Dessa forma, é válido ressaltar a omissão do Estado como um fator agravante para crises sanitárias contemporâneas.Um importante exemplo disso é o surto de intoxicação por metanol, que revela falhas graves na fiscalização de bebidas e na educação em saúde.Isso porque, quando o Estado se omite, a população mais vulnerável se torna vítima de um mercado ilegal que lucra com a desinformação e a ausência de controle sanitário, ampliando as desigualdades sociais e de acesso à segurança alimentar. ✨ Esse argumento pode ser usado em temas como: Qual a diferença entre álcool e metanol? O álcool comum (etanol) é o composto presente nas bebidas e é seguro em pequenas quantidades.Já o metanol é usado em combustíveis e solventes industriais, e não pode ser ingerido, pois causa intoxicação grave e até morte. O que o metanol pode causar? O metanol pode causar cegueira, convulsões, acidose metabólica e falência múltipla de órgãos.Segundo infectologistas, o contato com pequenas doses já é suficiente para provocar danos neurológicos irreversíveis. Quantos mortos por metanol no Brasil? Até outubro de 2025, o Ministério da Saúde confirmou 2 mortes e 225 notificações entre casos suspeitos e confirmados.O estado de São Paulo concentra cerca de 85% das ocorrências. Quem produz metanol? O metanol é produzido principalmente a partir de gás natural e biomassa, sendo usado pela indústria química e automotiva.No Brasil, a produção é regulada por órgãos como a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Anvisa, e sua utilização em bebidas é ilegal. Conclusão O caso do metanol evidencia que a falta de fiscalização, a negligência estatal e a desinformação podem transformar um problema industrial em uma tragédia de saúde pública.Na redação, ele pode ser usado como repertório atual, interdisciplinar e legitimado, conectando-se a eixos como saúde, cidadania e ética social.Ao incluir essa referência, o estudante demonstra domínio da realidade brasileira e senso crítico sobre o papel do Estado na proteção coletiva. Tenha acesso a mais de 1.200 temas, correções detalhadas e o Clube do Livro com repertórios analisados tema por tema.

Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Quem é Ophelia? Criada por William Shakespeare, Ophelia (Ofélia) é uma das personagens mais trágicas do teatro ocidental.Ela aparece na peça Hamlet, escrita por volta de 1600, e representa o ideal feminino da época: pura, delicada e submissa.Filha de Polônio e amada por Hamlet, ela é manipulada por todos os homens à sua volta, o pai, o irmão Laertes e o próprio príncipe Hamlet. Quando Hamlet, em um momento de raiva, mata o pai dela, Ofélia enlouquece e acaba se afogando em um rio, símbolo da perda total de controle sobre a própria vida. Essa cena se tornou uma das mais marcantes da literatura, e a imagem de Ofélia cercada de flores, submersa na água, representa até hoje a mulher silenciada pela opressão patriarcal. O que Taylor Swift quis dizer com The Fate of Ophelia Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Temáticas que podem surgir a partir de Ophelia Como usar Ophelia na redação Para aplicar esse repertório de forma produtiva: 📝 Exemplo: “A trajetória de Ofélia, revisitada por Taylor Swift em The Fate of Ophelia, evidencia que, apesar do avanço social, a mulher ainda é aprisionada por expectativas externas que moldam sua aparência, comportamento e valor.” Conclusão A personagem Ofélia ultrapassou os séculos e, nas mãos de Taylor Swift, ganhou um novo significado: o da mulher contemporânea que luta para não ser silenciada pelas pressões externas.A simbologia da jovem submersa, agora iluminada pelos refletores da fama, reflete o dilema da identidade feminina na era digital, entre ser vista e ser livre. Assim, usar The Fate of Ophelia na redação é mais do que citar uma obra: é compreender como arte, literatura e música dialogam para denunciar as mesmas feridas sociais que persistem há séculos.

Taylor Swift lançou seu 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl, marcando seu retorno definitivo ao pop, mas dessa vez com letras mais maduras, autocríticas e cheias de ironia sobre fama, feminilidade e exposição. O álbum traz produções de Max Martin e Shellback, parceiros de grandes sucessos dos anos 2010, mas agora com uma abordagem mais consciente. Taylor fala sobre as pressões da indústria do entretenimento, o papel das mulheres na mídia e a busca por autenticidade em meio à superexposição.O primeiro single, The Fate of Ophelia, ganhou um clipe “caótico”, segundo a própria artista, que faz alusão direta à personagem trágica Ofélia, da peça Hamlet, de William Shakespeare. Qual é o novo single de Taylor Swift? O novo single se chama The Fate of Ophelia, faixa de abertura do álbum The Life of a Showgirl.A música mistura metáforas literárias e confissões pessoais, abordando temas como: Esses versos dialogam diretamente com a sociedade do espetáculo, conceito do filósofo francês Guy Debord, que explica como as relações humanas se transformaram em aparências mediadas por imagens, algo que o ENEM adora cobrar em temas sobre cultura digital e autenticidade. Quem é Ofélia e por que ela aparece no álbum? O single principal, “The Fate of Ophelia”, faz referência à personagem Ofélia, de Hamlet, de William Shakespeare.Na tragédia, Ofélia representa a delicadeza feminina silenciada pela dominação masculina. Após ser rejeitada por Hamlet e perder o pai, ela enlouquece e se afoga, metáfora da destruição psicológica causada pelo poder patriarcal. Taylor recria essa narrativa na era digital. No clipe, ela encarna uma Ofélia moderna, cercada por câmeras e olhares, simbolizando a mulher que precisa “afogar-se” em expectativas para manter a imagem perfeita. Essa releitura critica a pressão estética e emocional da fama e a vigilância social sobre o corpo e o comportamento feminino. Por que “The Life of a Showgirl” é o álbum mais adulto de Taylor Swift Diferente dos trabalhos anteriores, este disco abandona o romantismo adolescente e a introspecção folk para dar lugar à maturidade emocional.Taylor reflete sobre: Tudo isso torna o álbum um repertório contemporâneo e legitimado, ideal para redações que abordam cultura, saúde mental, identidade, gênero e tecnologia. Como usar o novo álbum de Taylor Swift na redação O álbum pode ser utilizado de forma produtiva como repertório artístico e filosófico, em temas que tratem de: Exemplo de introdução modelo (padrão ENEM) 🎯 Tema exemplo: A influência da cultura da aparência na formação da identidade moderna O álbum “The Life of a Showgirl”, da cantora norte-americana Taylor Swift, apresenta uma reflexão sobre a perda de autenticidade em uma sociedade marcada pela necessidade constante de aprovação pública. De forma semelhante, o avanço das redes sociais tem contribuído para a consolidação de uma cultura de exposição, em que a validação externa define o valor individual. Nesse contexto, a busca por reconhecimento digital e a padronização comportamental evidenciam a fragilidade emocional e a superficialidade das relações humanas no mundo contemporâneo. Exemplo de argumento com repertório aplicado “O single The Fate of Ophelia, do álbum The Life of a Showgirl, representa a vulnerabilidade feminina diante das pressões sociais e da exposição pública. A metáfora com a personagem shakespeariana reforça como a imagem da mulher continua sendo moldada por expectativas alheias, o que se reflete hoje na dependência emocional das redes sociais e nos impactos à saúde mental.” Conclusão Em síntese, o álbum “The Life of a Showgirl” reafirma Taylor Swift como uma artista capaz de unir arte, crítica e sensibilidade social. Ao transformar a figura trágica de Ofélia em metáfora contemporânea da mulher sob pressão pública, a cantora convida o público a refletir sobre temas urgentes como autoestima, saúde mental e cultura da exposição. Para o estudante, esse repertório é valioso por dialogar com questões atuais e transversais que o ENEM e os vestibulares cobram. Saber aplicar essa obra na redação demonstra repertório diversificado, interpretação crítica e domínio temático, três habilidades fundamentais para quem busca notas acima de 900.

O Dia do Nordestino, celebrado em 8 de outubro, é uma homenagem à força, à cultura e à identidade de um dos povos mais marcantes do Brasil. A data foi instituída pela Lei Federal nº 13.835/2019, em memória ao cantor e compositor Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, símbolo da resistência popular do sertão cearense. Comemorado em todo o país, o 8 de outubro valoriza a arte, a literatura e a sabedoria do povo nordestino e também oferece ótimos repertórios para a redação do ENEM, vestibulares e concursos. O que é ser nordestino? Ser nordestino é carregar nas palavras, na música e na luta o retrato de um povo que transformou a adversidade em arte. É ser resistência diante das desigualdades e orgulho diante da cultura.O Nordeste é formado por nove estados, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, cada um com vozes e histórias que moldaram o Brasil que conhecemos. Na redação, conhecer autores e pensadores nordestinos é uma forma de mostrar domínio cultural, repertório sociocultural e valorização da diversidade regional, competência valorizada pelos avaliadores do ENEM. Um autor nordestino de cada estado para usar na redação 1. Maranhão – Maria Firmina dos Reis A primeira romancista negra do Brasil, autora de Úrsula (1859), obra abolicionista que denuncia a escravidão e a opressão feminina.Frase modelo: A escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, em sua obra Úrsula (1859), já denunciava as violências da escravidão, evidenciando que o racismo estrutural persiste no Brasil contemporâneo. 2. Piauí – Torquato Neto Poeta e compositor do movimento tropicalista, usou a arte como forma de contestação social e crítica à censura durante a ditadura.Frase modelo: O poeta piauiense Torquato Neto defendia a arte como instrumento de libertação, crítica essencial ao contexto atual de desvalorização cultural no país. 3. Ceará – Patativa do Assaré Poeta popular e cantor do sertão, conhecido por retratar a desigualdade e a força do trabalhador rural.Frase modelo: O poeta cearense Patativa do Assaré, em seus versos de denúncia social, revela o abandono histórico das populações sertanejas pelo poder público. 4. Rio Grande do Norte – Zila Mamede Bibliotecária e poeta potiguar, sua obra discute a memória, o feminino e a luta pela identidade cultural.Frase modelo: A poetisa Zila Mamede traduz, em seus versos, o desejo de pertencimento e a valorização da identidade nordestina como forma de resistência simbólica. 5. Paraíba – Ariano Suassuna Autor de O Auto da Compadecida, exaltou a cultura popular nordestina, mesclando humor, fé e crítica social.Frase modelo: Ariano Suassuna, em O Auto da Compadecida, retrata o Nordeste com humor e humanidade, expondo as contradições da desigualdade social brasileira. 6. Pernambuco – Paulo Freire Educador e filósofo pernambucano, autor de Pedagogia do Oprimido, considerado um dos maiores pensadores da educação mundial.Frase modelo: O educador pernambucano Paulo Freire, ao propor uma educação libertadora, demonstra que o conhecimento é instrumento de emancipação e justiça social. 7. Alagoas – Graciliano Ramos Autor de Vidas Secas, retratou a miséria e a luta por dignidade no sertão nordestino.Frase modelo: Em Vidas Secas, o escritor alagoano Graciliano Ramos expõe o sofrimento humano diante da seca, símbolo das desigualdades estruturais que persistem no país. 8. Sergipe – Tobias Barreto Jurista e filósofo sergipano, foi precursor de debates sobre o positivismo e a filosofia social no Brasil.Frase modelo: O pensador sergipano Tobias Barreto defendia que o avanço social exige pensamento crítico, princípio que ainda inspira reflexões sobre cidadania e justiça. 9. Bahia – Jorge Amado Um dos maiores escritores brasileiros, autor de Capitães da Areia e Gabriela, Cravo e Canela, obras que abordam desigualdade, infância e identidade.Frase modelo: O escritor baiano Jorge Amado, em Capitães da Areia, denuncia o abandono da infância pobre, temática ainda atual diante da desigualdade social brasileira. 💭 Por que 8 de outubro é o Dia do Nordestino? O 8 de outubro foi escolhido por ser o aniversário de Patativa do Assaré, nascido em 1909 no interior do Ceará. O poeta tornou-se símbolo da voz popular nordestina, representando o orgulho de uma cultura que sobrevive à seca, à pobreza e à invisibilidade social. Mais do que uma data comemorativa, o Dia do Nordestino é um convite à reflexão sobre o que é ser nordestino: ser resistência, criatividade e identidade viva do Brasil. ✍️ Como usar o Dia do Nordestino na redação Você pode usar o Dia do Nordestino em temas relacionados à valorização cultural, desigualdade regional, identidade brasileira, educação, pobreza, arte como resistência e memória coletiva. Exemplo de introdução-modelo: Em “O Auto da Compadecida”, Ariano Suassuna retrata a sabedoria popular nordestina como reflexo da resistência social diante das injustiças históricas. Fora da ficção, o Brasil ainda enfrenta o desafio de valorizar sua diversidade cultural, marcada pela desigualdade entre as regiões. Nesse contexto, a ausência de políticas públicas voltadas à valorização cultural agrava o apagamento identitário e compromete a construção de uma cidadania plural. Conclusão O Dia do Nordestino, celebrado em 8 de outubro, é muito mais do que uma data comemorativa, é uma oportunidade de reconhecer a força de nove estados que formam o coração cultural do Brasil.Usar esses autores na redação é uma forma de mostrar repertório, empatia e consciência social. Do lirismo de Patativa do Assaré ao pensamento libertador de Paulo Freire, cada nome carrega o poder de transformar ideias em argumento. 💙 E para você que quer aprender a usar esses repertórios na prática, treine agora mesmo com o Redação Online, a plataforma nº1 em correção de redações no Brasil.

Em um cenário global cada vez mais conectado, a internet se tornou espaço de expressão, mas também de intolerância. Entre os discursos de ódio que mais cresceram nos últimos anos, a xenofobia digital chama atenção por atingir imigrantes e até brasileiros vistos como “estrangeiros” dentro do próprio país.Dados da Safernet revelam que as denúncias de xenofobia na internet aumentaram 874% em apenas um ano, superando os registros de racismo e intolerância religiosa. O fenômeno, amplificado pelas redes sociais, expõe o uso irresponsável da liberdade de expressão e revela a urgência de políticas públicas, educação midiática e responsabilização jurídica. Neste post, você vai compreender as causas e consequências da xenofobia digital, analisar casos reais, como o da atriz Gaby Spanic, denunciando xenofobia em rede nacional e conhecer repertórios, legislações e referências culturais que podem ser utilizados em redações do ENEM e vestibulares. TEXTO I Você já parou para pensar em como o discurso de ódio se espalha contra imigrantes e nordestinos nas redes sociais?A chamada xenofobia digital vem se tornando um fenômeno preocupante no Brasil, à medida que o ambiente virtual amplia o alcance e a intensidade das manifestações de intolerância. De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), a xenofobia consiste em atitudes e comportamentos que rejeitam ou difamam pessoas por serem consideradas estrangeiras ou diferentes. No contexto digital, essas manifestações se intensificam com o anonimato e a velocidade das plataformas. Casos recentes envolvendo refugiados venezuelanos, haitianos e sírios têm se tornado frequentes, especialmente em períodos de crise econômica e polarização política. Além disso, manifestações discriminatórias também são dirigidas a nordestinos, que muitas vezes são alvo de ataques durante períodos eleitorais, reforçando a desigualdade regional e o preconceito histórico. Segundo levantamento da Secretaria de Direitos Humanos, as denúncias de xenofobia no Brasil cresceram mais de 600% em um ano, e parte expressiva desses casos tem origem em comentários e postagens online. As redes sociais se tornaram, assim, um espelho das desigualdades e da intolerância que atravessam a sociedade brasileira. Em um país que se orgulha da diversidade cultural e da hospitalidade, o aumento da xenofobia digital evidencia um desafio urgente: como promover uma convivência mais empática e ética no espaço virtual? Fonte: Adaptado Politize. TEXTO II – Xenofobia: o ódio que divide o tecido social e incita violações de direitos contra povos e culturas Em um país historicamente construído pela diversidade, a xenofobia ainda se manifesta como uma das formas mais agressivas de exclusão.Segundo dados do Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH), a internet é o principal ambiente de disseminação de crimes de ódio no Brasil, com mais de 26 mil denúncias de xenofobia virtual registradas entre 2017 e 2022. Entre 2021 e 2022, as denúncias cresceram 874%, superando os casos de racismo, intolerância religiosa e LGBTfobia. Esses dados mostram que o discurso de ódio digital tem se tornado um grave problema social, capaz de gerar violências simbólicas e físicas contra grupos vulneráveis. Para a coordenadora-geral de Promoção dos Direitos das Pessoas Migrantes e Refugiadas do Ministério dos Direitos Humanos, Ana Maria Gomes Raietparvar, é fundamental compreender que migrantes e refugiados fazem parte da sociedade brasileira e possuem os mesmos direitos. Ela ressalta a necessidade de políticas públicas que aliem educação, empatia e regulação das plataformas digitais para conter o avanço da intolerância. O historiador Gabriel da Fonseca Onofre (UFF) observa que as mídias sociais, apesar de promoverem a democratização da comunicação, tornaram-se “lócus privilegiado para a propagação de discursos xenofóbicos”, dada a dificuldade de responsabilizar autores e filtrar desinformações. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) tem articulado iniciativas como o Fórum de Lideranças Migrantes, Refugiadas e Apátridas (FOMIGRA) e o Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Discurso de Ódio e ao Extremismo, que propõem a criação de um marco regulatório para as plataformas digitais e para o uso ético da inteligência artificial. Essas ações mostram que combater a xenofobia digital exige mais do que punir: é necessário promover educação cidadã, inclusão digital ética e empatia social. Fonte adaptada de: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) TEXTO III – Xenofobia cresceu 874% na internet em 1 ano, diz Safernet Os números mais recentes sobre crimes de ódio na internet revelam um cenário alarmante. De acordo com a Safernet Brasil, as denúncias de xenofobia na internet cresceram 874% em 2022, em comparação com o ano anterior — o maior aumento entre todos os tipos de discurso de ódio registrados no país. A xenofobia, termo de origem grega formado por xeno (“estrangeiro”) e fobia (“aversão” ou “medo”), refere-se à discriminação contra pessoas de outras nacionalidades ou regiões.O levantamento mostra que esse tipo de crime ultrapassou até mesmo as denúncias de racismo, misoginia e intolerância religiosa no ambiente digital. Entre 2021 e 2022, o número de denúncias saltou de 1.097 para 10.686 casos, evidenciando o impacto das redes sociais na propagação de ódio e desinformação. O relatório também aponta que o ambiente online se tornou o espaço mais vulnerável para a disseminação de preconceitos, já que a ausência de regulação e o anonimato dificultam a responsabilização dos agressores. Segundo Thiago Tavares, diretor-presidente da Safernet, parte das células organizadas que disseminavam conteúdo extremista migraram para grupos fechados e fóruns na deep web, o que torna o rastreamento mais complexo. Ele destaca que o enfrentamento à xenofobia digital depende de educação midiática, políticas públicas e cooperação entre Estado, sociedade civil e plataformas. Fonte: Adaptado de G1 TEXTO IV – A responsabilização dos casos de xenofobia no ambiente cibernético e a validade das provas digitais O termo xenofobia tem origem grega: xénos (“estrangeiro”) e phóbos (“medo”), e designa o ódio, rejeição ou violência contra estrangeiros ou pessoas de outras regiões. No Brasil, esse tipo de discriminação tem crescido, especialmente no meio digital, afetando tanto imigrantes quanto brasileiros que sofrem preconceito por origem regional, como os nordestinos. Segundo a Agência Brasil (2021), o número de imigrantes no país aumentou 24,4% entre 2011 e 2020, chegando a 1,3 milhão de pessoas, especialmente do Haiti, Venezuela e Colômbia. A

O que priorizar faltando 30 dias para o ENEM? Com apenas um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio, a estratégia ideal não é aprender tudo de última hora, mas sim consolidar o que já foi estudado.Nessa fase, priorize: Quais matérias revisar faltando 30 dias para o ENEM? O foco deve estar nos conteúdos de alta recorrência no exame. Matemática 💡 Concentre-se nas questões mais fáceis, que valem muito pela TRI. Redação Linguagens Ciências Humanas Ciências da Natureza Vale a pena fazer simulados a um mês do ENEM? Sim, essa é a melhor estratégia. Os simulados ajudam a controlar o tempo de prova e a treinar a resistência física e mental. Como cuidar da saúde física e mental na reta final? O aprendizado só se consolida com corpo e mente equilibrados. Como treinar redação faltando 30 dias para o ENEM? A redação pode ser o diferencial na sua aprovação. Por isso, o treino precisa ser intensificado agora. Conclusão: como estudar no último mês antes do ENEM? Em resumo, faltando 30 dias para o ENEM, o segredo não é quantidade, mas qualidade do estudo. Com organização e foco, esse período pode ser decisivo para alcançar uma nota acima de 900 na redação e o desempenho esperado nas provas objetivas.

O que é o Dia da Promulgação da Constituição (5 de outubro) e por que isso importa na redação? Em 5 de outubro de 1988, o Brasil promulgou a Constituição Federal, chamada de Constituição Cidadã por ter consolidado garantias democráticas após o regime militar: liberdade de expressão, criminalização do racismo, proibição da tortura, fortalecimento dos direitos e garantias fundamentais, entre outros. Além de marcar a redemocratização, a data evidencia que a CF/88 é a norma de maior hierarquia do país. Portanto, usá-la como repertório legitimado na redação é ao mesmo tempo atual, pertinente e estratégico. Pode usar a Constituição Federal na redação? Sim, pode — e deve. A CF/88 sustenta direitos em educação, saúde, meio ambiente, cidadania, economia e tecnologia, encaixando-se em inúmeros temas. O que não pode é: usar de forma genérica (“todos têm direitos”), inventar artigos, distorcer o conteúdo ou copiar trechos dos textos motivadores. Como usar a Constituição Federal em redação? Use sempre com precisão e vínculo ao tema: Mini-exemplo (meio ambiente): “O art. 225 assegura o direito ao meio ambiente equilibrado; sem fiscalização e educação ambiental eficazes, a degradação avança e prejudica a saúde coletiva.” Posso usar a Constituição Federal na minha redação em 2025? Sim. A CF/88 segue vigente e é base dos direitos. Em 2025, sua citação continua plenamente aceita e valorizada quando pertinente e correta. Como citar a Constituição Federal no texto? 1) Citação explícita do artigo “De acordo com o artigo 205 da Constituição Federal, a educação é direito de todos e dever do Estado e da família.” 2) Parafraseando o princípio constitucional “A Constituição de 1988 estabelece a saúde como direito universal, devendo ser garantida por políticas públicas.” Transição: Em ambos os casos, evite generalidades: articule artigo + problema + consequência. Quais são os principais artigos da CF/88 para usar na redação (por eixo)? Exemplo de introdução (ENEM) — bem detalhado, com repertório, contexto e tese Tema: “Desigualdade educacional no Brasil e seus impactos na cidadania” “Promulgada em 5 de outubro de 1988, a Constituição Cidadã consolidou a educação como direito de todos e dever do Estado e da família (art. 205), orientando-a para o pleno desenvolvimento da pessoa e para o exercício da cidadania. Contudo, a realidade brasileira ainda apresenta desigualdades de acesso, permanência e aprendizagem, visíveis em altas taxas de evasão, diferenças regionais e insuficiência de infraestrutura escolar. Nesse sentido, dois fatores estruturam o problema: a fragilidade de políticas públicas de garantia de permanência (como transporte e alimentação escolar adequados) e a falta de gestão pedagógica orientada por equidade, o que inviabiliza a materialização do mandamento constitucional e compromete a formação cidadã.” Exemplo de desenvolvimento 1 — meio ambiente (com tópico frasal antes da CF) “Dessa forma, é válido ressaltar a insuficiência da educação ambiental e da fiscalização como vetores da degradação ecológica nas cidades e no campo. Em seguida, a Constituição Federal, em seu art. 225, assegura o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e impõe ao poder público e à coletividade o dever de preservá-lo — o que, na prática, exige planejamento urbano ambiental, saneamento, controle de emissões e combate ao desmatamento. Logo, quando a governança ambiental é frágil e a participação social é baixa, viola-se um direito fundamental e amplia-se o risco sanitário e climático. Portanto, políticas de fiscalização inteligente (uso de dados e satélites), educação ambiental transversal no currículo e responsabilização efetiva por danos tornariam exequível o comando constitucional, reduzindo a pressão sobre ecossistemas e melhorando a qualidade de vida.” Exemplo de desenvolvimento 2 — proteção de dados e tecnologia (com tópico frasal antes da CF) “Paralelamente, destaca-se a expansão acelerada do ambiente digital sem a devida cultura de privacidade, o que expõe estudantes e cidadãos a riscos de vazamentos e manipulação informacional. Em complemento, a EC 115/2022 incluiu na CF/88 o art. 5º, LXXIX, elevando a proteção de dados pessoais à condição de direito fundamental, além de o art. 21, XXVI indicar a competência da União para organizar a proteção de dados. Assim, em temas de cidadania digital e desinformação, a referência constitucional legitima a defesa de alfabetização midiática, governança de dados no setor público, transparência algorítmica e responsabilização de agentes que violarem a privacidade, concretizando o princípio de que a inovação deve caminhar com direitos fundamentais.” Conclusão (texto corrido, reforçando tudo) No Dia da Constituição (5 de outubro), vale reafirmar: a Constituição Federal de 1988 pode — e deve — ser usada na redação como repertório legitimado porque ocupa o topo da hierarquia normativa e orienta direitos fundamentais que atravessam educação, saúde, meio ambiente, cidadania, economia e tecnologia. Para obter ganho real de qualidade textual, o estudante precisa citar artigos específicos (por exemplo, art. 205 para educação, art. 196 para saúde, art. 225 para meio ambiente, art. 170 para ordem econômica, art. 6º para direitos sociais e art. 5º, LXXIX para proteção de dados), conectando-os diretamente ao problema proposto e explicando a consequência prática do descumprimento, preferencialmente indicando caminhos de efetivação (políticas públicas, governança, fiscalização, educação, participação social). Ao fazer isso, evita-se o erro da generalidade (“a CF garante direitos”) e demonstra-se domínio crítico da realidade brasileira, o que fortalece a argumentação, melhora a coerência do texto e potencializa uma nota alta tanto no ENEM quanto em vestibulares e concursos.

Hoje, 3 de novembro de 2025, o Inep disponibilizou a Cartilha do Participante do Enem 2025, documento oficial que reúne todas as orientações para a redação. A prova está marcada para o dia 9 de novembro, ou seja, falta menos de um mês para que milhões de estudantes enfrentem um dos momentos mais decisivos do exame. Neste guia, você vai encontrar as principais respostas sobre a cartilha: o que mudou, o que é repertório de bolso, se pode ou não usar modelo pronto de redação, quais repertórios valem a pena e como se preparar com a plataforma que mais aprova em redação, o Redação Online. O que é a Cartilha do Enem 2025? A cartilha é o documento que explica como a redação será avaliada, quais são as cinco competências, os critérios de correção e exemplos de redações nota 1000. É leitura obrigatória para qualquer candidato, pois mostra exatamente o que os corretores vão exigir no dia da prova. Além disso, traz novidades importantes, como o reforço sobre o repertório de bolso e orientações detalhadas sobre propostas de intervenção que respeitem os direitos humanos. O que são os repertórios de bolso? O Inep explica que “repertório de bolso” são aquelas citações ou referências decoradas e usadas de forma genérica, sem relação real com o tema da prova.📌 Por exemplo: citar a obra Utopia, de Thomas More, em qualquer tema, sem contextualizar sua crítica histórica, é considerado repertório de bolso. Isso pode prejudicar a sua nota, já que não demonstra autoria nem produtividade na Competência II. 👉 Como evitar? Fonte: Cartilha do Enem 2025 O que posso usar como repertório na redação do Enem? Segundo a Cartilha do Participante 2025, você pode mobilizar diferentes tipos de repertório, desde que sejam legítimos, pertinentes e produtivos: 👉 O mais importante: o repertório deve estar integrado ao argumento, e não apenas citado de forma solta. Quais são os critérios de correção da redação do Enem 2025? A redação será corrigida com base em cinco competências, cada uma valendo até 200 pontos: Fonte: Cartilha do Enem 2025 👉 Cada redação é corrigida por dois avaliadores independentes, graduados em Letras ou Linguística. Onde baixar a Cartilha do Enem 2025? Você pode acessar todas as versões no site oficial do Inep: 👉 Baixe a cartilha oficial aqui Como treinar para a redação do Enem 2025? A cartilha mostra o que será cobrado, mas é na prática que você garante sua evolução. ✅ No Redação Online, você encontra: Conclusão A Cartilha do Participante ENEM 2025 é o seu mapa para conquistar uma nota alta na redação. Ela mostra o que evitar (como os repertórios de bolso), o que valorizar (repertórios legítimos e produtivos), como estruturar seu texto e como apresentar uma proposta de intervenção dentro dos critérios de direitos humanos. 📌 Com menos de um mês para o exame, é hora de unir teoria e prática. Leia a cartilha, conheça os critérios e venha treinar com quem mais aprova: o Redação Online.

O romance São Bernardo (1934), de Graciliano Ramos, é uma das obras mais significativas do Modernismo brasileiro e leitura obrigatória na UFSC 2026. Narrado em primeira pessoa por Paulo Honório, um fazendeiro que reconstrói sua própria vida, o livro combina crítica social e realismo psicológico em uma história de ambição, opressão e solidão. Por isso, compreender a obra é indispensável tanto para provas de literatura quanto como repertório sociocultural para redações do ENEM, vestibulares e concursos. O que aborda o livro São Bernardo de Graciliano Ramos? O livro aborda principalmente: Além disso, a narrativa revela como o protagonista, obcecado pela posse e pelo controle, sacrifica afetos e termina em solidão. São Bernardo livro sinopse A obra conta a trajetória de Paulo Honório, homem de origem humilde que conquista a fazenda São Bernardo com astúcia e crueldade. Ao se casar com Madalena, professora culta e sensível, o protagonista entra em conflito com sua visão materialista de mundo. A relação marcada por ciúme e opressão leva Madalena ao suicídio. No fim, Paulo Honório revisita sua vida e descobre que todo o poder que acumulou não lhe trouxe felicidade, mas apenas solidão e arrependimento. Qual é o enredo do romance São Bernardo? O enredo é conduzido pelas memórias do próprio Paulo Honório. Principais momentos do enredo: Esse percurso transforma o romance em uma reflexão sobre os limites da ambição e a falência dos vínculos humanos. Quem narra São Bernardo? O narrador é o próprio Paulo Honório, protagonista da história. A escolha da narrativa em primeira pessoa permite ao leitor acompanhar seus pensamentos, justificativas e arrependimentos. O tom memorialista torna o relato subjetivo, pois é reconstruído segundo a visão de quem conta. Esse recurso aproxima São Bernardo de obras como Dom Casmurro, de Machado de Assis, em que a memória do narrador molda toda a narrativa. Quais os personagens do livro São Bernardo? Esses personagens simbolizam o choque entre valores materiais e éticos, destacando a incapacidade de Paulo Honório de cultivar relações afetivas. Qual a característica marcante da obra de Graciliano Ramos? A obra é marcada por: Esses traços fazem de Graciliano Ramos um dos maiores nomes da literatura brasileira, cuja escrita permanece atual. Quem é Graciliano Ramos? Graciliano Ramos (1892–1953) foi escritor, jornalista e político brasileiro, nascido em Alagoas. Considerado um dos principais autores da Geração de 30, destacou-se por unir crítica social e realismo psicológico. Suas obras mais conhecidas incluem: Como usar São Bernardo na redação? São Bernardo pode ser aplicado como repertório em temas de redação relacionados a: Exemplo de introdução no padrão ENEM “Em 1934, Graciliano Ramos publicou o romance São Bernardo, no qual narra a trajetória de Paulo Honório, fazendeiro obcecado pelo poder que sacrifica suas relações pessoais em nome do sucesso. Essa obra, marcada pelo realismo psicológico e pela crítica social, denuncia como a ambição desmedida pode corroer vínculos humanos, aspecto ainda visível no Brasil contemporâneo, onde desigualdades estruturais e a lógica da competitividade fragilizam as relações sociais. Nesse contexto, dois fatores sustentam essa problemática: a degradação dos laços interpessoais pela busca incessante por ascensão e a ausência de políticas públicas que priorizem a dignidade humana.” Conclusão Em resumo, São Bernardo é uma obra essencial da literatura brasileira, pois une denúncia social e realismo psicológico em uma narrativa introspectiva e intensa. Além de leitura obrigatória em vestibulares como a UFSC 2026, é também um repertório poderoso para a redação, permitindo discutir desigualdade, ambição, solidão e opressão.