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Passo a passo para arrasar na Redação ENEM Quer saber como tirar 1000 na redação ENEM? Confira as nossas dicas e garanta a nota máxima! 1) Leia Um bom exercício é pesquisar as propostas de redação que já caíram ENEM nos anos anteriores. Veja como o ENEM traz os assuntos, o estilo de textos de apoio, e, até mesmo, exemplos de redações nota 1000. 2) Atualize-se Esteja por dentro dos assuntos mais recorrentes na mídia. Acesse diariamente os principais portais de notícias, fique de olho nos temas das capas de revistas semanais. O ENEM é voltado a questões relacionadas a sociedade, propondo que se faça uma reflexão sobre determinado assunto, além de uma proposta de intervenção (como solucionar esse problema). 3) Pratique Pelo menos uma vez por semana, dedique-se a escrever sobre um assunto que esteja em voga. Vale também escolher um dos temas que já caíram nas provas do ENEM nos anos anteriores. Assim, você já fica familiarizado com o estilo temas que costumam cair na Redação ENEM. 4) Autocrítica Corrija seus textos. Quando acabar de escrever, deixei o texto de lado por pelo menos 30 minutos. Releia. Você terá um novo olhar sobre ele e, então, a chance de aprimorá-lo. Faço o mesmo na hora de escrever sua redação ENEM. Escreva, depois passe para outra prova, ou peça para ir ao banheiro, para arejar a cabeça e descansar os olhos. Em seguida, releia e corrija a redação. 5) Reescreva Que tal selecionar as redações que você já entregou no colégio, ver as observações que a professora fez e tentar reescrever de acordo com essas orientações? Com certeza, você vai conseguir ver em que casos você costuma errar e eliminar esses problemas de seus textos no futuro. Com essas dicas, você estará pronto pra detonar na redação ENEM!]
É sempre bom ficar atento aos critérios para não zerar a Redação ENEM. As dicas de hoje também servem para você ficar esperto quanto a itens que os alunos pecam e acabam perdendo muitos pontos. Para isso não acontecer contigo, leia atentamente cada item e capriche na hora de escrever!Venha ver dicas de Como não zerar a redação do Enem. Fuga ao tema Parece bobagem, mas infelizmente esse problema mais comum do que se imagina. Para não correr esse risco, atente-se aos textos motivadores. Sua redação deve estar relacionada ao tema desses textos. Quando alguém foge ao tema, a redação é anulada, já que a compreensão da proposta de redação é uma das competências exigidas pelo Enem. Não atender à estrutura do texto dissertativo-argumentativo Não tente inovar quanto ao formato de texto, nem se confunda com os tipos textuais exigidos nos vestibulares. O texto do ENEM exige uma estrutura específica. A Redação deve ser escrita em prosa, ou seja, em linhas contínuas e parágrafos. Outro ponto importante é o tipo textual: dissertativo-argumentativo. Não escrever texto narrativo, poema ou outro tipo textual que não o pedido na prova. Texto muito curto O aluno que escrever um texto com até sete linhas terá sua redação anulada, pois não cumpriu o mínimo de linhas exigidas. Nesse caso, o texto não é corrigido. Isso acontece, pois é entendido que o aluno tem dificuldade de “pensar por escrito”, requisito básico começar uma vida como estudante universitário. Textos que contenham impropérios (símbolos, desenhos, entre outros.) Não esqueça: a folha de redação do ENEM não pode apresentar nenhuma identificação. Não coloque seu nome, não faça símbolos, nem desenhos, tampouco escreva ofensas a alguém. Desrespeitar aos direitos humanos Não esqueça que A prova do ENEM busca estimular o pensamento crítico do aluno. No entanto, os Direitos Humanos devem ser considerados, ou seja, o aluno deve respeitar a identidade de cada um e as diferenças entre raças, sexos, cultura, etc. Vale ressaltar que se o aluno desrespeitar um desses itens terá sua redação anulada. Trechos da redação desconexos ao tema Esse item veta que alunos escrevam trechos desconexos à redação, como receitas de bolo, recadinhos para os corretores, entre outros. Redação em branco Esse item é inquestionável. O aluno não tem como ser avaliado se deixar a redação em branco, portanto, vai zerar neste aspecto. Mais alguns itens que você deve cumprir (você já deve estar cansado de ouvir), que não custa reforçar: 1) Compreensão da proposta de redação; 2) Respeito à estrutura do texto dissertativo-argumentativo; 3) Apresentação de fatos e opiniões relacionadas ao texto; 4) Defesa de um ponto de vista; 5) Adequação do texto à norma padrão; 6) Elaboração de propostas de intervenção. Não esqueça! Você vai ser avaliado por esses critérios, então fique atento para não perder ponto por besteira. Estamos aqui para te dar todo o apoio para que você tire aquele notão na Redação Enem, boa sorte!
O que você precisa saber para ir super bem na Redação Unesp A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas. Então, para essa prova é importante que o aluno esteja afiado na escrita, mas também bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e o aluno já vai estar cansado da maratona de estudos e de provas. Por isso, é importante que você esteja no ritmo certo para não dar bobeira, afinal, são 28 pontos em jogo dentre os 100 totais dos dois dias de provas da segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova, já que grande parte dos vestibulares pedem o mesmo gênero. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, que cobra que o aluno desenvolva uma ideia (ou questionamento), sem deixar de lado a consideração final (conclusão), que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, vai perceber que os critérios de avaliação da Unesp são bem parecidos com os de outros, mas não custa nada darmos uma conferida: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, será avaliada a articulação do seu texto com a proposta de redação e com os textos de apoio. Além disso, a reflexão que feita em seu texto e as ideias expostas estarão em avaliação. Desenvolvimento: Nesse critério, será verificado se seu texto está construído de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: Vale prestar atenção nesse critério e não perder ponto por bobeira. Você deve escrever de acordo com a norma culta da língua portuguesa e cumprir com os elementos de coesão e coerência. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Quantos aos temas, assim como acontece em outros vestibulares, são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais, como podemos ver nos cinco últimos temas de redação da Unesp: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua “timeline”, certo? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado. Assim, você não terá grandes surpresas durante a prova.

As palavras homônimas nos permitem brincar com a troca de sentidos no uso de uma mesma palavra. Uma das formas de ser fazer isso é com o meme das “Coisas com Sentimento”, confira O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?! Uma das características da Língua Portuguesa é a grande presença de palavras homônimas, que são aquelas que tem a mesma forma de escrever, porém com significados diferentes. Como, por exemplo, a palavra “manga”, que pode ser uma fruta ou uma parte de uma camiseta ou casaco: “Colhi uma manga bem madura” ou “A manga daquele casaco fica curta em mim”. Outro exemplo é a palavra “gato”. Se formos ao dicionário, vamos ver a descrição de um animal felino. No entanto, utilizamos essa palavra, também, para referenciarmos a beleza de alguém como, por exemplo, “Aquele menino é um gato! ”, ou ainda, para denominar instalações clandestinas, “Ele fez um gato para ter TV a cabo em casa”. Viu só? É a mesma grafia, mas dependendo do contexto tem significados completamente diferentes. Isso possibilita, também, a brincarmos com os sentidos das palavras. Por isso, se fizermos um jogo entre palavras e imagem, conseguimos trocar o sentindo primordial que damos a determinada palavra, como acontece em muitos memes que nos cercam nas redes sociais, como o Facebook e o Instagram. Certamente, você já viu muitos deles por aí e, também, já deu muita risada. Confira várias coisas com sentimento e entenda o que queremos falar! O furão: 2. O Pé Chato 3. O Açúcar Refinado 4. O Enroladinho 5. O Pente fino 6. A Laranja Mecânica 8. O Lápis Desapontado 9. A placa Mãe O que achou de nossos O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?

Confira como melhorar sua argumentação e surpreender no ENEM. Quem quer garantir 1000 na Redação ENEM sabe que precisa ter um texto que saia do senso comum. Mas como fazer isso? A grande massa do ENEM, 2 milhões de alunos ficam entre os 501 e 600 pontos, justamente por serem textos “modelo”. Primeiro, deixe de lado qualquer receita pronta para construir seu texto. Não reproduza citações muito batidas, nem expressões clichês, ou modelos de “isso vai na introdução, isso vai na conclusão“. Isso faz com que seu texto caia na vala do comum. Além disso muita gente está usando de modo inapropriado frases celebres, tentando as encaixar em contextos onde elas não cabem e/ou não acrescendo, principalmente de autores como: Zygmunt Bauman, Freud, Kant e Paulo Freire. Sim, você pode referenciar esses teóricos, mas somente quando eles forem diretamente relacionados ao seu tema. De nada adiante em uma redação em que o tema é “Dengue” e colocar uma citação sobre “modernidade líquida” do Bauman. Então, para sair do senso comum você precisa trazer referências para o seu texto, mas que sejam coesas com sua argumentação, ou seja, que case com suas ideias e que contribua para que seu texto fique ainda mais interessante. Para conseguir sair do senso comum você não pode ter medo de ousar. Traga trechos de músicas, poesias, frase célebres de um autor ou teórico, filmes, ou documentários que tenham, obviamente, conexão com seu tema. Rabisque em um rascunho o que você conhece relacionado ao tema da redação. Em seguida, selecione o que você considera que, de fato, vai enriquecer o seu texto. Caso na hora da prova não venha nenhuma citação em mente, não há problema. Você pode enumerar fatos e dar exemplos que elucidem o seu argumento. Você pode fazer um texto fora do senso comum só com suas palavras, isso depende apenas da forma como você organiza sua argumentação. Evite trazer ideias soltas. Digamos que você esteja escrevendo sobre “como ter um mundo mais sustentável”. Então, se você escrever que “Uma das formas de se ter um mundo mais sustentável é cuidarmos das nossas próprias atitudes”. Se sua frase acabar assim, você criou uma ideia “solta”. Agora, se você incrementar com exemplos, dará outro corpo ao texto. Veja: “Uma das formas de se ter um mundo mais sustentável é cuidarmos das nossas próprias atitudes. Isso é possível de ser colocado em prática no nosso cotidiano como, por exemplo: se diminuirmos a utilização de sacolas plásticas, levando “ecobags” para o supermercado; deixando de usar canudo e copo descartável, adotando o uso de canecas pessoais, ou ainda, optando por frascos retornáveis de refrigerante a garrafas pet”. Percebeu a diferença? Trazer exemplos é uma excelente forma de deixar seu texto encorpado, interessante e longe das frases soltas e ideias vazias. Além disso, demonstra que você consegue relacionar o tema a ações realizadas no seu dia a dia. O segredo está em construir bons argumentos, seja com citações ou com as próprias ferramentas e, claro, praticar muito a escrita.

A argumentação é a uma das partes principais de uma redação do ENEM. Então capriche nela para garantir a tão sonhada redação nota 1000! Estruturar uma boa argumentação na Redação ENEM é um grande desafio. No entanto, fazer uma argumentação concisa não é tão complicado quanto parece. O que você tem que ter em mente, na hora de escrever, é que selecionar os melhores argumentos vai fazer com que seu texto fique bem escrito. Por isso, muitas vezes, mais vale você escrever sobre um tema que é simples mas que você tem domínio do que escrever sobre um tópico que é mais complexo e para o qual você não tem muito conhecimento sobre. Um exercício bacana que você pode fazer, para colocar em prática a sua argumentação, é pegar o tema da redação, escrever um rascunho e listar tópicos relacionados a ele. Confira alguns exemplos: Tema: Racismo no Brasil Tópicos que podem estar relacionados a esse tema: 1. População negra x polícia; 2. Expressões racistas impregnadas em nosso vocabulário; 3. A diferença entre os papéis de atores negros e atores brancos nas novelas brasileiras; 4. A baixa presença de negros nas universidades ou em cargos de destaque; 5. Violência obstétrica em mulheres negras. Tema: Amor Alguns tópicos que podem ser abordados nesse assunto: 1. Amor fraternal; 2. Amor doentio; 3. Amor bandido; 4. Amor próprio; Depois desse exercício livre de listar as muitas possibilidades de se discutir sobre um tema, você pode selecionar os tópicos que se sente mais à vontade, aqueles que tem mais conhecimento para escrever a respeito. Pois, durante o exercício, outros links serão feitos. Você pode lembrar de uma música, uma notícia, um estudo, um livro, um filme, documentário ou de uma reportagem relacionada ao tema de um dos tópicos listados, o que vai ajudar a escolher as informações que vão compor a argumentação. Feito isso, tente ir construindo uma ideia em torno do tópico que você se sente mais à vontade para escrever. Unindo um dado a outro, logo você vai ter um parágrafo completo. Não esqueça de selecionar argumentos que contribuam para a coesão do texto como um todo. Ou seja, tente selecionar argumentos que estejam relacionados entre si. Não há espaço numa redação para o ENEM ou para vestibulares para que você discorra muitos argumentos. O caminho mais inteligente é selecionar poucos, mas fortes e suficientes argumentos pra’quilo que você deseja defender. E, claro, você deve escolher dados que deem conta de tudo que você deseja provar. Por exemplo, se você falar sobre a questão do racismo no Brasil, você pode escolher argumentos pautados somente em questões objetivas (genocídio da população negra, baixo número de universitários negros, menor média de escolaridade, maior população carcerária, entre outros), mas também abordar questões subjetivas (padrão de beleza racista, solidão da mulher negra, baixa autoestima, síndrome do impostor, etc.). O importante é balancear ambos e não esquecer do tema central. O que você não pode deixar acontecer é, por exemplo, escolher um argumento sobre solidão da mulher negra e outro complementar que explica que 52,2% de mulheres negras estão fora de uniões estáveis no Brasil (IBGE 2010) e não abordar nenhum viés além desse, ou que não aborde só mulheres. Apesar desses argumentos estarem ligados ao tema central, que é o racismo no Brasil, essa prática se configura tangenciamento de tema, já que focou-se somente num grupo de pessoas e num só problema, não dando a amplitude necessária que é necessário no tema. O foco, nesse caso, foi prejudicial. Escolher argumentos que mostrem as consequências desse problema nas mais diversas esferas da sociedade é uma excelente saída para evitar o tangenciamento do tema. Seguindo esse passo a passo, não abraçando nem o mundo e nem somente um grão de areia, você vai conseguir visualizar melhor o caminho para desenvolver a sua redação do ENEM com uma argumentação concisa, formando um texto coeso e coerente.

O título é um cartão de visitas para o seu texto, capriche! Veja Como criar um bom título! Você já parou para pensar quantas redações cada corretor do ENEM lê? Sim, inúmeras. Agora, imagina se o tema da redação for “Corrupção”, e todos os títulos que o corretor ler forem algo do tipo “Corrupção no Brasil” ou “Brasil: o país da corrupção”. E mais, isso não acontece umas 10, 20 vezes, mas sim em centenas de redações com títulos similares. Por isso, um título criativo se torna um atrativo para o seu texto. Claro, quem já é criativo ou tem facilidade para escrever textos tem mais chances de colocar um título que seja interessante e que case perfeitamente com o desenvolvimento. Já quem tem na escrita um desafio a ser vencido, o título se torna mais uma questão a ser resolvida. Primeira dica: Deixe o título por último! Sim. Não tente começar pelo título, pois você pode querer limitar seus argumentos a ideia do título, ou acabar por dar um título desconexo do texto. Para quem se sente sem uma direção, temos duas sugestões de como formular seu título para Redação ENEM. Vamos lá?! 1.Tema + Chamariz: Uma das saídas para quem quer dar um título à redação sem muito drama é aproveitar o tema da redação e elaborar alguma frase de impacto, de acordo com a argumentação que vai utilizar ao longo do texto. Se pensarmos que o tema da redação é “Corrupção”, poderíamos ter como possíveis títulos: “Corrupção: um mal de todo brasileiro” “Na raiz do nosso país eis ela, Corrupção”. 2.Perguntas/respostas: Outra opção é colocar no título uma pergunta norteadora aos tópicos que você escolheu para abordar em seu texto, ou uma frase de efeito relacionada a ele. Seguindo nossos exemplos com o tema “Corrupção”, seriam possíveis temas: “Por onde iniciar o combate à Corrupção?” “Corrupção: um mal necessário?” “No país do jeitinho, um salve à Corrupção”. Não esqueça: – O título deve estar intimamente relacionado ao seu texto; – Deixe para dar o título por último, mas não esqueça dele; – Não repetir no título a proposta de redação, por exemplo, se o tema é “Corrupção”, não colocar como título apenas a palavra “Corrupção”; – Cuidado para não exagerar na criatividade e colocar um título muito vago, sem remeter ao tema da redação; Agora que você já tem o faca e o queijo na mão, não tem porque não caprichar no título do seu próximo texto!

Afinal, o que é coesão e coerência? Quando nosso professor de redação nos fala que nosso texto está sem coesão e/ou sem coerência, temos dificuldade de perceber qual seria, de fato, o problema como o nosso texto. Chega de dúvidas! Confira o post que preparamos exclusivamente sobre esse tópico. Afinal, esses são alguns dos itens avaliados na redação ENEM. De um modo simples, coesão é a forma como um parágrafo está relacionado a outro. Percebemos se o texto está coeso se, ao lê-lo, conseguimos sentir que as ideias de cada parágrafo estão alinhadas entre si, se há harmonia entre os conteúdos expostos. Vale destacar o que aborda a Competência 4 da Redação ENEM: Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. Nesse aspecto vai ser avaliado se o texto está bem articulado e coeso, ou seja, se ele está alinhado do início ao fim, sem contradições ou com termos mal-empregados. E por que que sempre que falamos de coesão logo lembramos de coerência? Isso é simples, pois os argumentos que você escolhe para desenvolver seu texto implicam diretamente em se ele vai ter coerência. Ou seja, um fio condutor entre as ideias lançadas. Por exemplo, se o tema do texto for “redução da maioridade penal”, e você inicia o texto com argumentos contrários a redução da maioridade penal, e lá no terceiro parágrafo você traz um argumento dizendo que “reduzir a maioridade penal seria uma forma de diminuir a criminalidade”, consequentemente, seu texto perde coerência. Se os argumentos estão se contradizendo, a probabilidade de a coesão ficar comprometida é enorme, pois o texto já está incoerente. Por isso, atente-se em escolher bons argumentos e desenvolve-los de modo que estejam em harmonia, construindo, ao longo do texto, uma ideia coerente e bem articulada.
Diferença entre mal e mau, mais e mas. Veja nossas dicas para não ter mais dúvidas com essas palavrinhas da Língua Portuguesa. E agora? Escrevo mal com “L” ou mau com “U”? E como vou saber se é mas ou mais? Essas dúvidas são recorrentes porque essas são palavras homôfonas, ou seja, palavras que têm o mesmo som ou sons muito próximos. Por isso, vamos te ajudar a entender como usar corretamente cada um dos casos. O melhor macete para não errar no uso de mau ou mal é substituir mal por bem (se a frase fizer sentido, usa-se “mal”), e mau por bom (se a troca for coerente, então é “mau”). Dessa forma, você pode verificar qual das duas palavras mantém o sentido da frase e ter certeza do uso correto. Vamos detalhar cada caso para que não reste dúvidas. Confira algumas diferenças de mau e mal: Mau: É sempre um adjetivo (Regra: é usado como contrário de bom.) Exemplos: João é um mau jogador de vôlei, mas um bom jogador de basquete. O mau humor de Raquel me deixa chateada. Mal: Pode ser um advérbio, um substantivo ou uma conjunção temporal: Agora que você entendeu a diferença entre mau ou mal, vamos ver como distinguir mas e mais. Quando o assunto é “mais” e “mas”, esses errinhos são mais comuns do que se pode imaginar. As pessoas acabam trocando o adverbio de intensidade MAIS, com a conjunção adversativa MAS. Então, para não errar mais, presta atenção: Confira algumas diferenças de mas e mais: Mais: Advérbio de intensidade: expressa ideia de intensidade; quantidade.Exemplos: – Gosto mais de banana.– Mais uma vez, Marina chegou atrasada.– Comprou mais pães do que o necessário. Mas: Conjunção adversativa: tem ideia de oposição. Pode ser substituído por outras conjunções adversativas, como: contudo, todavia, entretanto, não obstante, e no entanto. Exemplos: – Era feliz, mas não sabia.– Adorava churrasco, mas não tinha dinheiro para comprar carne.– Dormiu muito, mas continuava cansado. Agora, com esses exemplos e dicas de como usar mais e mas, mal e mau, não dá mais pra errar no seu texto, hein!? Não esqueça de colocar tudo em prática com a gente e garantir a nota máxima na redação! Veja quais são as principais dúvidas sobre mais e mas, mau e mal: Leia esses artigos relacionados:

Você sabe quando usar aspas? As Aspas [“ ”] são um sinal de pontuação cuja principal função é destacar alguma parte de um texto, distinguindo-o do restante. Esse destaque pode existir por diversas razões, como nos seguintes casos: Para abrir e fechar citações: Como disse Confúcio: “O que destrói a criatividade é o senso do ridículo”. Ferreira Gullar explica: “A arte existe porque a vida não basta”. Na transcrição de outros textos: “Agora eu quero contar as histórias da beira do cais da Bahia.” (Jorge Amado, Mar Morto, 1936.) “Amor é fogo que ardem sem se ver / É ferida que dói, e não se sente” (Luís de Camões, Rimas, 1953) Em palavras e expressões que não se enquadram na norma padrão e culta da língua portuguesa, como estrangeirismos, neologismos, arcaísmos, gírias ou expressões populares: Quero muito aquela “brusinha”. “Mano do céu”, a Cidinha “tá” muito “gata”. Não achou esse filme bem “overacting”? Em de palavras e expressões que se pretende destacar, conferindo-lhes ironia ou ênfase: Que “belo” trabalho! Você conseguiu estragar tudo que eu tinha feito! (ironia) O filho levou um “não” redondo do pai. (ênfase) O Brasil foi “descoberto” pelos portugueses no dia 21 de abril (ironia). Em títulos de obras literárias e/ou artísticas, como títulos de livros, obras de arte, filmes, músicas, etc. Acaso não se deseje usar aspas, pode-se substituir por uma escrita em estilo itálico. Estamos lendo e analisando “O auto da compadecida” na oficina de literatura. Ter visto “Monalisa” foi indescritível. Uso de aspas simples Além das aspas duplas, explicadas acima, existem também as aspas simples [ʽ ʼ]. Essas são usadas quando a parte do texto que se tem necessidade de usar aspas já se encontra dentro de um trecho destacado com as mesmas. A frase fica dessa forma: O aluno explicou à professora o que aconteceu: “Ela foi chamada de ʽquatro-olhosʼ e ficou muito triste”. O garçom avisou: “Já estamos prontos para a realização do ʽcoffee breakʼ da conferência”. Agora que vocês já sabem quando usar as aspas, não façam como o Neymar! Use-as somente quando seu uso faz falta na frase!

Dicas para aqueles que estão iniciando sua jornada pela busca do emprego público. Concursos: por onde começar? Em tempos de crise e instabilidade, jovens e profissionais experientes estão, cada vez mais, aderindo à busca por cargos públicos. Porém, a tão sonhada carreira pública traz dúvidas para quem está adentrando nessa jornada. Vamos de dicas para Concursos: por onde começar? Para te ajudar, confira algumas dicas que pode orientar sua caminhada. A escolha não é fácil, exige foco e determinação, mas, ao final, os resultados são compensadores! Estudar sozinho ou entrar em um cursinho preparatório? Essa é uma dúvida que incomoda à grande maioria dos concurseiros. Além do mais, a escolha, muitas vezes, não depende apenas do candidato, mas, também, de fatores externos (tempo ou dinheiro para se matricular em um curso preparatório). A verdade é que há vantagens e desvantagens nos dois métodos e vai depender de cada um o sucesso na empreitada. Então, para optar entre uma das opções (ou as duas, se puder), o ideal é fazer uma auto-análise: quanto posso investir financeiramente, sem comprometer outras obrigações? Sou disciplinado o suficiente para seguir minha própria rotina de estudos? Quanto tempo do meu dia posso disponibilizar para minha rotina de estudos? Área de atuação para estudar matérias gerais Outra questão pertinente é a que concurso se dedicar. Por mais que tenha havido reduções devido a corte de gastos, ainda há ofertas em todas as esferas do poder, deixando muita gente confusa sobre qual caminho seguir. Daí, o concurseiro acaba “atirando para todos os lados”, sem foco, gerando desmotivação pela falta de resultados. Por isso, é interessante que o candidato defina, pelo menos, em que carreira pretende investir. Quero der delegado? Trabalhar em área administrativa? Ou, por ter me formado na graduação, invisto em carreiras específicas? Assim, o candidato pode selecionar as matérias básicas que caem em praticamente todos os concursos da área, adiantando e facilitando o estudo. Agora, caso não tenha ainda em mente o que fazer ou se o órgão no qual pretende seguir carreira não tem previsão de certames ou cargos disponibilizados, uma boa é começar seus estudos por disciplinas de conhecimentos gerais, como Português, Informática e Raciocínio Lógico. Além disso, dê uma olhada em concursos previstos, estude sobre os órgãos que os planejam, carreiras, atribuições e remunerações. Vai te ajudar no processo de escolha! Conhecimento das bancas organizadoras – Concursos: por onde começar? Os conteúdos para um mesmo cargo podem até ser similares, mas, cada banca organizadora tem um estilo próprio de cobra-los nas provas. Por isso, é fundamental que o concurseiro as conheça, desde as menores até as mais conhecidas. Ok mas, como faço isso se nunca prestei nenhum concurso? A melhor forma de se familiarizar com o estilo das bancas é a prática! Leia os editais, faça simulados e provas anteriores, busque informações com concurseiros mais experientes. Assim, além de saber onde se aplicar em cada conteúdo, você vai saber o que te espera nos exames, auxiliando no controle da inevitável ansiedade. Monte um cronograma de estudos Independente de estudar sozinho ou matriculado em um curso preparatório, a organização e disciplina são peças chave para se sair bem nos estudos. Assim, planeje sua rotina de estudos, baseada no tempo que tem para estudar, os conteúdos que precisam ser conhecidos, elencando esses passos em uma planilha (essas de Excel, mesmo). Divida o conteúdo para que possa estudar as disciplinas de forma intercalada, sem ficar muito tempo sem estudar algumas delas. Separe, também, um tempo para revisar o conteúdo porque, afinal, é muita coisa para guardar e refrescar a memória é sempre bem vindo! Ferramentas: Houve um tempo em que o guia para qualquer candidato a concurso público eram as apostilas. Pois bem, mesmo para concursos mais simples, o ideal é esquece-las! Atualmente, há diversas ferramentas de estudo que oferecem conteúdo de melhor qualidade, mais atualizado e completo, como livros e vídeo-aulas. No caso das publicações, selecione aquelas especializadas em concursos públicos. Geralmente, são atualizadas e objetivas, principalmente se comparados com livros de faculdade, voltados para estudantes da graduação e, muitas vezes, incluindo assuntos que não são do interesse do concurseiro. As vídeo-aulas e cursos on-line também são um caminho interessante, pois, o aluno pode acessar o conteúdo no seu tempo, desfrutando da mesma qualidade obtida em cursinhos presenciais. Mas, o perigo também mora aí: acessar o conteúdo no seu tempo. Se indisciplinado, o aluno pode ir protelando, resultando em não assistir ao curso ou faze-lo na pressa, perdendo detalhes importantes. Também há grupos de concurseiros nas redes sociais nos quais os participantes compartilham materiais em troca de novos. Você pode buscar, nas lupas de pesquisa, pastas e arquivos específicos do concurso para o qual está se preparando ou materiais mais genéricos, que podem ser usados para vários certames. Informação (manter-se bem informado) Essa dica vale para a vida! Candidato a vestibulares, concursos ou processos seletivos PRECISAM manter-se atualizados porque, em grande parte, as questões abordam conteúdos de atualidades, seja de forma direta, seja na forma de textos ou excertos. Por isso, assista e ouça noticiários, leia jornais e revistas (on-line ou impressos), sites especializados, participe de grupos de informações, enfim, procure sempre estar a par do que acontece no Brasil e no mundo. Trabalho e estudo: consigo me preparar para um concurso? Sim, consegue! Seria ótimo se todos pudessem se dedicar, em tempo integral, aos estudos para um concurso, mas, sabemos que a realidade não é essa. Porém, o aluno que tem compromissos concomitantes precisa ter mais disciplina, já que o edital é o mesmo para todos, mas, o tempo disponível, não. Dai, vem a importância da programação, montagem do cronograma de estudos (a famigerada planilha do Excel, lembra?) e, acima de tudo, disciplina! Foco e disciplina De novo? Sim, de novo! Batemos nessa tecla porque foco e disciplina são essenciais para quem quer atingir bons resultados em processos seletivos e concursos. O conteúdo a ser estudado é grande e, também o são as tentações! Portanto, cuidado com redes sociais abertas o tempo todo

Enquanto muitos já estão tomando água de coco na beira da praia, outros ainda estão ralando para se dar bem nos vestibulares que acontecem no início de 2017, e muitos de vocês estão se preparando para a redação da UFRGS! Por isso, preparamos um listão da UFRGS para te ajudar no vestibular! Essa galera deixou até mesmo de ver o especial de Natal do Roberto Carlos para estudar e já está assim: Calma aí! Respira fundo, pois agora falta pouco. Toma aquele último fôlego e confere aqui algumas dicas para arrasar na redação da UFRGS: A redação da UFRGS é aquela “diferentona”. Ela aceita o uso do “eu” – primeira pessoa do singular – na dissertação, no entanto, ele não é obrigatório e nem deve aparecer no texto todo. Invista pesado na argumentação! Antes de mais nada, escolha uma estratégia argumentativa. Você pode escolher um “lado” e argumentar em prol da defesa dele ou pode ter uma postura conciliadora. Exemplo: no ano passado, os vestibulandos foram desafiados a pensar no livro na era digital. A defesa do uso de uma das duas formas literárias, digital ou impressa, ou a conciliação entre o uso da ambas as formas eram dois caminhos possíveis a serem seguidos pelo candidato. Feito isso, reúna, de forma organizada, todo o conhecimento e vivência que você tem sobre o tema. Lembre-se sempre que as referências que vão além da coletânea de textos da proposta são bastante valorizadas na redação da UFRGS. Tome muito cuidado com domínio da norma padrão da língua portuguesa. A correção da UFRGS é bastante quantitativa, ou seja, cada errinho é contabilizado. Por isso, antes de passar a redação para a folha oficial, faça aquela revisão esperta! Fuja dos clichês! Principalmente das frases prontas que circulam na internet, e dos termos rebuscados fora do contexto com a única intenção de tentar deixar o texto “bonito” (só que não!), ninguém ganha nota máxima na redação da UFRGS usando isso. E o mais importante: lembre-se de que tudo o que você estudou não vai fugir da sua cabeça na hora de escrever a sua redação da UFRGS. Confie na sua preparação e guarde um pouco de champanhe do réveillon para estourar quando sair o listão dos aprovados! E, claro, estude com professores especialistas na redação da UFRGS, isso vai ter um impulso nos estudos para alcançar a nota máxima! Profa. Juliane Supervisora Pedagógica do Redação Online Confira artigos relacionados que podem te interessar: Veja as principais dúvidas sobre a redação da UFRGS: