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A redação precisa ter título? O que é considerado fuga do tema? Existe muitas dúvidas sobre a redação do Enem! A Cartilha do Participante – A Redação do Enem 2022 é uma das ferramentas mais importantes para os estudantes inscritos no exame. É nela que o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) reúne as principais orientações para a prova e dá, afinal, o caminho das pedras para a nota mil. Para completar, a cartilha reúne ainda exemplos de redações que alcançaram a nota máxima na última edição do exame, comentadas pelo Inep. Veja abaixo algumas das principais informações trazidas pelo manual. Redação do Enem precisa de título? É verdade que o Enem não exige um título para a redação. Isso não significa, no entanto, que o aluno não possa colocar um. A regra é clara, segundo o edital do exame: o título é opcional. Mas atenção: embora você não vá ganhar pontos por colocar um título, você pode perder caso escolha um inadequado. Segundo o Inep, se o seu título apresentar desenhos, sinais gráficos sem função evidente, impropérios e outros elementos passíveis de eliminação, sua redação pode levar nota zero. O que é considerado desvio da norma padrão? A competência um da redação do Enem pede que o candidato demonstre domínio da modalidade de escrita formal da Língua Portuguesa. Mas o que isso significa na prática? A Cartilha do Participante alerta que os estudantes precisam estar atento aos seguintes aspectos: O que significa fugir do tema? O Inep é direto: “Considera-se que uma redação tenha fugido ao tema quando nem o assunto mais amplo nem o tema específico proposto são desenvolvidos”. Quer um exemplo mais prático? O tema da redação do Enem 2022 foi “Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”. O assunto mais amplo, neste caso, era o registro civil, e o mais específico era a relação dele com a cidadania. Se o candidato dissertasse sobre um tema completamente alheio, como a violência contra a mulher, por exemplo, estaria fugindo do tema proposto. E o que significa tangenciar o tema? Já o tangenciamento do tema acontece quando o candidato até fala de algo relacionado à frase tema proposta, mas não a aborda globalmente. É o que ocorreria caso o candidato falasse no Enem 2021 sobre o déficit de registro civil, mas não estabelecesse uma relação disso com a dificuldade de acesso à cidadania. Como escrever um texto coeso? Antes de tudo, vamos esclarecer: texto coeso é aquele que apresenta “marcas linguísticas que ajudam o leitor a chegar à compreensão profunda do texto”. O Inep elenca algumas dicas para garantir a coesão textual: Para baixar o manual da redação basta clicar aqui. A aplicação do Enem 2022 será nos dias 13 e 20 de novembro. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

Está chegando o dia das bruxas e o Redação Online decidiu tocar o terror e trazer filmes de terror! Então, mostraremos no artigo de hoje 12 filmes de terror para usar na redação do Enem. Assim, apenas aconselhamos que evite assistir com a luz apagada ou sozinho… Não, não olhe (2022) Suponhamos que em sua redação você esteja argumentando sobre o medo do desconhecido, e como cada um reage a ele. Este filme pode ser mencionado! Nele, dois irmãos perdem tragicamente o pai e passam a ser responsáveis por um rancho de criação de cavalos. Então, alguns acontecimentos estranhos começam a ocorrer, e cada um dos irmãos reage de uma forma peculiar. Prometemos: você vai sentir o medo na pele. Confira o trailer: Violência gratuita (2007) Este é um filme que faz uma autocrítica do mundo em que vivemos. O longa diz que, se o mundo é desse jeito, sádico e violento, é culpa nossa, da nossa inércia. Ele levanta a seguinte questão: por que as pessoas são violentas? Seriam problemas mentais ou transtornos de comportamento inatos? Assim, pode ser também que o casal homossexual do filme esteja revoltado por sofrer discriminação… Para redações sobre violência em geral, especialmente altos índices de violência em geral e violência contra grupos específicos, aproveite para mencionar este filme. Amantes eternos (2014) Gosta de filme de vampiro? Este é um deles e muito elogiado pela crítica. O tema central é a mediocridade cultural dos dias de hoje. Adam é um vampiro e astro do rock e prefere se isolar porque cansou dos seres humanos. Sua amante Eve decide encontrá-lo e lhe fazer companhia. Adam não suporta a cultura atual: tem obsessão por instrumentos musicais antigos, e vive numa casa cheia de livros e discos de outras épocas. Então, acreditamos que é um bom repertório para redações sobre a qualidade da produção cultural de hoje. O iluminado (1980) Neste filme, Jack é um ex-professor que vira zelador de um hotel. Lá ele moraria com a família. Ocorre que ele era alcoólatra e isso o leva a ser cada vez mais agressivo. Daí é que acontecem coisas sobrenaturais. Então, se em sua redação você está dissertando sobre os problemas do alcoolismo, pode citar esse filme que vai bem! Os Pássaros (1963) Esse é um clássico do terror, que também pode virar repertório do Enem, se sua redação falar sobre o homem e o meio ambiente. Melanie Daniels, uma socialite, conhece o advogado Mitch Brenner num pet shop. Após o encontro, ela vai até a cidade onde ele passa finais de semana. É quando milhares de pássaros no local começam a atacar as pessoas! A Possessão de Deborah Logan (2014) Mia Medina decide filmar a senhora Deborah Logan, com mal de Alzheimer, e sua filha, Sarah, para escrever sua tese de doutorado. Entretanto as filmagens revelam algo além da doença, que está tomando posse da mãe. Uma argumentação sobre doenças degenerativas, ou velhice na sua redação do Enem pode incluir referências a esse filme. O Babadook (2014) Essa é a história de Amelia que dá à luz seu filho no mesmo dia em que seu marido morre. É um trauma tão grande que dura anos! E adivinha… o filho começa a ficar agressivo quando vê um certo livro intitulado The Babadook. E a vida de Amelia piora ainda mais. Não tem sangue mas é bem apavorante! Redações sobre a maternidade e seus desafios podem mencionar esse filme. Corra (2017) Suspense eletrizante, este filme pode ser citado em redações que tocam no tema do racismo, e surgiu durante o movimento Black Lives Matter. O filme gira em torno de Roman, homem rico e poderoso que consegue criar uma forma de prolongar a vida daqueles que tiverem meios para pagar o processo. Todos são atraídos de forma manipulada, acreditando no processo: a verdade é que há interesses financeiros por trás. Os responsáveis pelo processo manipulador acabam vistos como cidadãos exemplares. Enquanto isso, um personagem negro, Rod, que desconfia dos desaparecimentos dessas pessoas atraídas, é visto pela polícia como um caso de paranoia ou de conspiração. Ou seja, quem está no poder tem toda a liberdade, enquanto quem quer interromper uma injustiça não. Se seu argumento tocar nesses aspectos, aproveite para citar este filme. Tubarão (1975) Claro que este filme famosíssimo e clássico criou um retrato exagerado do tubarão branco, como se ele fosse um animal carnívoro. Ficção é assim mesmo. Inclusive diz-se que o tubarão branco foi caçado com mais frequência depois do filme! Mas mesmo assim é possível citá-lo em sua redação sobre assuntos referentes a animais e meio ambiente, e também como o homem conserva ou não o meio ambiente. Carrie, A Estranha (1976) Filme que marcou o nicho de terror, Carrie, A Estranha conta a história de uma adolescente que vivia num ambiente sombrio em casa e era rejeitada pelos colegas da escola. Mas ela se vingou de tudo isso com seus poderes sobrenaturais! Um filme para citar em redações sobre bullying. Amizade Desfeita (2014) Os protagonistas deste filme passam por experiências de bullying e participam de bate-papo em vídeo. Em lugar de se assustarem com fenômenos sobrenaturais, tentam descobrir a origem de vírus que chegam pela internet. Muitos medos do mundo online aparecerão na tela! Uma fonte perfeita de citação para assuntos como cyberbullying, e a ameaça à privacidade na internet. Pedido de Amizade (2016) Terminamos com outro filme da era da internet. Laura é estudante universitária, usuária de redes sociais e decide deletar de uma delas uma garota chamada Marina. O resultado é que Marina, que já tinha problemas pessoais, se suicida e seu espírito passa a assombrar Laura! Solidão e suicídio entre jovens são temas de redação em que se pode citar este filme. E aí? Tem coragem de assistir a todos esses 12 filmes de terror para usar na redação do Enem? Então, se sobreviver, lembre-se de que você pode enviar sua redação para receber uma correção completa!

Se você está aqui deve ser porque vai prestar vestibular, certo? E se você vai prestar vestibular é porque quer trabalhar, futuramente. Então, o tema que escolhemos para sua redação desta semana independe de você gostar ou não: os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade. Todo mundo que você conhece está trabalhando ou buscando trabalho. Isso significa que o trabalho é muito valorizado na nossa sociedade. O que queremos saber de você é se essa supervalorização nos faz evoluir, ou é prejudicial. Sua tarefa será escrever uma dissertação sobre o tema “os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade”, com os melhores argumentos que conseguir. Usando os textos abaixo isso não vai ser difícil. Ah! E não se esqueça de boas propostas de intervenção! Texto 1 sobre supervalorização do trabalho O que é Síndrome de Burnout? Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Traduzindo do inglês, “burn” quer dizer queima e “out” exterior. A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas. Fonte: gov saúde de a a z – sindrome de burnout Texto 2 Workaholics: busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento (…) “A gente deve lembrar que vivemos uma cultura que reforça muito a produtividade. E é uma cultura que parece que se você não estiver produtivo o tempo todo, você não enxerga valor”, destaca a psicóloga [Ana Carolina Peuker]. Por trás da personalidade workaholic*, podem existir diversos motivos. Na visão do psiquiatra e professor da The School of Life Guilherme Spadini é importante destacar que cada um tem uma história, mas a associação que as pessoas fazem entre valor e amor próprio à produtividade é bastante comum. Outro aspectos da mente do workaholic é que se ele faz todo o trabalho que tem que fazer em menos tempo, não vai se sentir bem depois. “O profissional pode sentir um vazio: ‘E agora o que eu que faço?’. Ele não consegue relaxar e aproveitar o tempo livre. A pessoa não consegue. Ela sente como se fosse um erro”, comentou Spadini. A perspectiva da compulsão e do vício também é destacada pelo médico e especialista em gestão de pessoas Roberto Aylmer. Ele explica que os desafios profissionais liberam adrenalina e as “vitórias” dão prazer porque liberam dopamina e serotonina. Esse vício de autoestimulação está por trás do perfil workaholic. *trabalhador compulsivo, ou seja, uma pessoa que se viciou no trabalho. Fonte: exame – workaholics busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento Texto 3 sobre supervalorização do trabalho Geralmente assumimos que trabalhar demais é ruim para nossa saúde. Mas o que exatamente é insalubre sobre isso não é claro. É trabalhar longas horas que aumenta nosso risco de desenvolver problemas de saúde? Ou é outra coisa, como a mentalidade de trabalho compulsiva de Michael, que é prejudicial à saúde? (…) Descobrimos que as horas de trabalho não estavam relacionadas a nenhum problema de saúde, enquanto o vício em trabalho estava. Especificamente, os funcionários que trabalhavam longas horas (normalmente mais de 40 horas por semana), mas que não eram obcecados pelo trabalho, não apresentavam níveis aumentados de risco de síndrome metabólica relataram menos queixas de saúde do que os funcionários que demonstraram vício em trabalho. Descobrimos que os workaholics, trabalhando ou não longas horas, relataram mais queixas de saúde e tiveram maior risco de síndrome metabólica; eles também relataram uma maior necessidade de recuperação, mais problemas de sono, mais cinismo, mais exaustão emocional e mais sentimentos depressivos do que funcionários que simplesmente trabalhavam longas horas, mas não tinham tendências workaholics. Traduzido livremente e adaptado de hthbr – how being a workaholic differs from working long hours and why that matters for your health Texto 4 Uma estranha loucura apossa-se das classes operárias das nações onde impera a civilização capitalista. Esta loucura tem como consequência as misérias individuais e sociais que, há dois séculos, torturam a triste humanidade. Esta loucura é o amor pelo trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada até o esgotamento das forças vitais do indivíduo e sua prole. Em vez de reagir contra essa aberração mental, os padres, economistas, moralistas sacrossantificaram o trabalho. Pessoas cegas e limitadas quiseram ser mais sábias que seu próprio Deus; pessoas fracas e desprezíveis quiseram reabilitar aquilo que seu próprio Deus havia amaldiçoado. Paul Lafargue, O direito à preguiça, São Paulo, Kayrós, 2 ed., 1980. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade” Filme – Soul é uma produção da Disney Pixar cheia de significados, e um deles é o de evitar fazer coisas apenas para preencher nosso dia, é preciso saber o porquê do que se faz!https://www.youtube.com/watch?v=Sz-jdlM_YGkLivro – este é um e-book gratuito com tudo sobre a síndrome de burnout; leia para se prevenir! Depoimento – a conhecida jornalista Izabella Camargo sofreu burnout e conta neste artigo como foi difícil conseguir ajuda Estatísticas – números indicando qual geração sofre mais com obsessão pelo trabalho Artigo – ótimo texto com soluções possíveis para evitar o vício no trabalho Música – conhece a “Música de Trabalho”, do Legião Urbana? ela é um bom repertório para este tema do trabalho. Dados médicos – neste artigo escrito por um médico você fica sabendo qual doença é mais comuns entre workaholics. Notícia – burnout já é classificada como doença do trabalho, segundo a OMS; veja os detalhes aqui. Pronto: com esse ótimo material

É importante levar alguns fatores em consideração, como investimento financeiro e infraestrutura! Confira: Os vestibulandos dos últimos anos não tiveram muita opção: inevitavelmente, precisaram se adequar às aulas online para se preparar para as provas. Mas conforme a pandemia deu uma trégua e as atividades presenciais retornaram, surgiu uma nova dúvida. Então, será que voltar aos cursos preparatórios presenciais é mesmo a melhor alternativa? Conversamos com estudantes que escolheram entre os dois modelos, presencial e online, e listamos as principais vantagens e desvantagens de cada um deles. Mas antes dois avisos: o primeiro é que essa não é uma verdade universal, e cada estudante pode se adaptar melhor a um formato. E a segunda é que não existe melhor ou pior nessa, já que tanto o cursinho online quanto o presencial oferecem suporte para aprovação do estudante. Sérgio Paganim, diretor do curso Anglo, reforça que não há diferença entre as duas formas quando se trata de objetivos: ambas têm como finalidade a aprovação do candidato. E os resultados dos vestibulares do último ano mostram isso. “O primeiro lugar em Medicina na USP Pinheiros, em ampla concorrência, foi nosso aluno do cursinho online. E o primeiro colocado em Medicina na USP, pelo Sisu, foi um aluno do presencial”, conta, enfatizando o equilíbrio entre as duas modalidades. Para esclarecer os principais pontos, dividimos o assunto em 6 tópicos: espaço de estudo; participação nas aulas; relação com colegas; comprometimento e organização; deslocamento e investimento financeiro. Acompanhe cada um e veja qual se adapta para a sua realidade. Qual oferece mais infraestrutura? “Particularmente, eu prefiro sempre curso presencial”, afirma a vestibulanda Heloisa Pessoa Tseng, 19, que está no seu terceiro ano de cursinho tentando uma vaga em Medicina. “No presencial, tenho acesso à sala de estudos, monitorias e simulados presenciais, material já impresso e também um maior suporte por parte do professor, já que fica mais fácil de ter um momento de conversa”, diz a estudante, moradora de Recife. “Eu rendo muito mais.” Antonio Avila, 20, vive em Belo Horizonte e estudou sozinho em casa por meio de cursinhos online. No início deste ano, ele foi aprovado em Medicina na UFMG. Para Antonio, estudantes que têm acesso a um lugar de estudos em casa, o curso online é uma ótima opção. “Indico para os alunos que têm um local calmo e confortável para estudar em casa, que querem ter um estudo mais focado nas suas próprias dificuldades e que não querem se deslocar todos os dias até um cursinho”, diz. Uma alternativa para aqueles que optam por um curso online mas não têm um espaço adequado em casa é utilizar salas de estudo públicas, comuns em grandes capitais, como centro culturais e bibliotecas. E a interação em sala de aula? “No curso presencial é possível tirar as dúvidas de forma instantânea caso surja alguma lacuna na hora da aula”, afirma Heloisa. A jovem destaca o relacionamento intenso com os professores e estudantes, e conta que antes de ter aulas no curso presencial ficou alguns meses na versão online por conta da pandemia. Ao regressar para o presencial, sentiu diferenças. “Eu pude participar das aulas de forma ativa, respondendo e fazendo perguntas, além de conversar com os professores caso precisasse de algum conselho”, relembra. “O perfil do estudante de cursinho online é um pouco diferente, é um público que se adaptou muito bem ao digital. Além disso, a opção de responder no chat e de abrir ou não a câmera apresenta mais possibilidade para aqueles que são mais tímidos na participação em aula. Com isso eles conseguem se posicionar e tirar dúvidas”, diz Paganim, do Anglo. Qual oferece mais chance de socialização? O relacionamento com outros alunos também deve ser levado em consideração. “No cursinho online você não cria uma relação com outros estudantes. Em alguns casos você nem sabe quem mais está fazendo o curso com você e é mais animador ver outras pessoas ao seu redor assistindo às aulas”, considera a recifense Maria Letícia Nascimento, 18, que fez cursinho presencial e foi aprovada em Ciência da Computação na UFPE depois de dois anos prestando vestibular. Antonio Avila, que fez curso online, recorda que a interação com colegas no módulo online era, de fato, menor. “Com os outros alunos eu não tinha tanto contato, para ser sincero. Havia grupos de monitoria com os alunos e professores, mas eram mais destinados às dúvidas e não à interação entre os estudantes”, comenta. Ele também destaca um outro sentimento que permeia a trajetória do vestibulando e do qual ele se livrou: a competição. “Como eu estava sozinho em casa, não havia a comparação com outros alunos, o que é uma coisa que normalmente traz muita insegurança e ansiedade”, pondera o estudante. Larissa Moreira Germiniani, 19, recém-aprovada em Ciências Sociais na Unicamp, tem uma perspectiva um pouco diferente. Ela afirma que estar em uma sala física ao lado de vestibulandos com o mesmo objetivo funcionava como uma motivação extra. “Ver que outras pessoas estão lá com você passando por isso e saber que você não é a única, ajuda muito”, relata a estudante, que vive em São Paulo. É possível se organizar no cursinho online? Um ponto fundamental na hora de optar pelo presencial ou pelo online é capacidade de concentração e foco. Para estudantes como Larissa, a abordagem de estudo mais independente que o curso online proporciona pode virar uma dificuldade. “Tenho muito problema em me concentrar, organizar horários e nesse sentido o cursinho presencial me ajudou a manter rotina e constância”, relata. Para Antonio, de BH, esse fator foi justamente um ponto decisivo. “Nas plataformas online, como as aulas já estavam todas gravadas, eu conseguia dar um foco maior nas minhas dificuldades, assistir novamente a alguma aula que eu não havia entendido, pausar, assistir em velocidade maior”, conta. “Quanto à organização, tinha a opção de pegar um planner (espécie de cronograma) com menos semanas e que continha toda a matéria cobrada no Enem. Com isso eu consegui estudar todo o conteúdo até agosto e, depois

Provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o sujeito de uma oração, mas você sabia que existem duas classificações para ele? O sujeito determinado é aquele facilmente identificável em uma oração, diferentemente do sujeito indeterminado, no qual não é possível encontrar quem executou ou sofreu a ação. Aqui no blog do Redação Online já falamos sobre o sujeito indeterminado e agora chegou a hora de aprender mais sobre o sujeito determinado. Vamos lá! Afinal, o que é um sujeito determinado? O sujeito determinado é aquele que pode ser identificado em uma frase, seja por estar escrito de forma explícita ou pela concordância verbal. Ele se divide em três classificações: simples, composto e oculto. Qual a diferença para o sujeito indeterminado? O sujeito indeterminado não pode ser identificado em uma frase, ou seja, não podemos encontrar quem executou ou sofreu a ação. Confira alguns exemplos: “Quebraram a vidraça da cada vizinha” “Andam pichando o muro da igreja” “Precisa-se de manicure e cabeleireira” “Esqueceram de trancar a porta da sala” Observe que nas frases acima não conseguimos identificar quem “quebrou a vidraça”, “quem pichou o muro”, “quem precisa de manicure e cabeleireira” ou “quem esqueceu de trancar a porta”, então o sujeito é indeterminado. Quais os tipos de sujeito determinado existem? O sujeito determinado se divide em três classificações: Sujeito determinado simples, Sujeito determinado composto e Sujeito determinado oculto. Entenda: Sujeito determinado simples O sujeito determinado é simples quando a frase apresentar apenas um núcleo, ou seja, quando o verbo se referir apenas a uma palavra. Confira alguns exemplos para ficar mais claro: Pedro estudou muito para a prova; O político contratou mais dois assessores este mês; As meninas estão acampando na sala. João comprou uma bicicleta nova. Lorena convidou Joana para a sua festa de aniversário. Minha tia chegou de viagem. Como pudemos observar no terceiro exemplo, o sujeito simples não é necessariamente uma palavra no singular. Na frase em que o sujeito é “as meninas”, a palavra principal é “meninas”, tendo a frase então apenas um núcleo. Sujeito determinado composto Quando o verbo principal de uma frase referir-se a dois ou mais núcleos do sujeito, teremos um sujeito composto. É importante deixar claro que a concordância se faz no plural. Confira os exemplos: Pai e filho conversavam longamente; Maria e João foram os responsáveis pelos doces da festa; Futebol, natação e musculação são ótimos exercícios físicos para a saúde. O cachorro e o gato comeram toda a ração. Café e televisão tiram o sono. Minha tia e minha mãe chegaram de viagem. Observe que apenas o fato do verbo estar no plural, não classifica o sujeito como composto. O que o caracteriza é o número de palavras que representam o sujeito. No último exemplo, “minha tia e minha mãe” são o sujeito, cujo núcleo é “tia” e “mãe”. Leia mais sobre regência verbal. Acesse! Sujeito determinado oculto O sujeito determinado oculto também é conhecido por implícito, elíptico ou desinencial. É quando o sujeito não está explícito na frase, mas pode ser facilmente identificado pela desinência da flexão verbal. Veja: Gosto de comer pizza no sábado a noite. – Sujeito: eu; Aos domingos, gostamos de passear no parque com nosso cachorro. – Sujeito: nós; Dispensamos todos os funcionários no próximo feriado. – Sujeito: nós; Esqueci a minha agenda no escritório. – Sujeito: eu. Todas as manhã, caminha descansada pelas ruas do centro. – Sujeito: ele/ela; Leio um pouco do livro todos os dias. – Sujeito: eu. O sujeito oculto pode ainda ser identificado pela presença de alguma informação na oração anterior, como nas seguintes frase: As cópias foram feitas? Então entregaram na sala errada. – Sujeito da segunda oração: ele/ela (se refere as cópias); Chamava-se Antônia, tinha 18 anos e trabalha na escola. – Sujeito da segunda oração: ela (se refere a Antônia). Quando um sujeito oculto é determinado? Então, como já mencionado, o sujeito oculto é determinado quando seu núcleo não está implícito no verbo ou contexto da oração, mas pode ser identificado pela flexão número-pessoa do verbo. Ele muitas vezes é confundido com o sujeito indeterminado. Veja os dois exemplos abaixo: Dispensamos todos os professores. – Sujeito oculto; É bom rezar todas as noites. – Sujeito indeterminado. Na primeira frase o sujeito não está escrito, mas podemos identificá-lo pelo verbo “dispensamos” – uma dica é perguntar quem dispensou? A resposta é “nós” – então este é o sujeito que executou a ação, logo ele é classificado por sujeito determinado oculto. Ademais, já na segunda frase, o sujeito não aparece e é impossível identificá-lo mesmo considerando a concordância verbal, então a frase possui um sujeito indeterminado. Desse modo, esperamos que este conteúdo tenha solucionado de vez as suas dúvidas com o sujeito determinado. Assim, se você quer arrasar ainda mais na prova de redação, confira o post “Lista com as principais conjunções para redação“. Então, continue acompanhando o blog do Redação online! Aqui você encontra as melhores dicas de português para descomplicar o aprendizado da gramática!

Política você sabe o que é. Mas, confesse: você participa da política? A realidade é que não tem como escapar: em todos os aspectos, percebemos a importância da participação política para o exercício da cidadania. E neste artigo organizamos para você todo tipo de informação – é um assunto com chance enorme de cair na prova de redação! Então, sua redação desta semana será sobre o tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania”. Dessa forma, use argumentos claros, e não se esqueça de sua proposta de intervenção. Você vai gostar dos textos que escolhemos para ajudá-lo! TEXTO 1 O QUE VOCÊ TEM A VER COM A POLÍTICA? A política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público, à vida em comum, às regras, leis e normas de conduta dessa vida, nesse espaço, e, sobretudo, ao ato de decisão que afetará todas essas questões. Em suma, a política foi criada para regular os conflitos sociais. É importante você se informar e participar da política, pois ela é a condução da nossa própria existência coletiva, que será refletida na nossa experiência individual, ou seja, na nossa educação ou não, na nossa saúde ou não, na nossa oportunidade de acesso ou não. Ou seja, não se trata de um mecanismo exclusivo de políticos e muito menos envolve apenas discursos, eleições e promessas falsas. Não é algo distante de nós; pelo contrário, faz-se presente em nossas vidas, por menor que seja o assunto abordado. A política foi criada para que possamos debater, discutir e suscitar questões, sem que seja preciso a utilização da violência. Através dela, foram estabelecidas regras, leis e normas, bem como o estabelecimento de direitos e deveres para conduzir as nossas ações. Adaptado de https://www.camaramedianeira.pr.gov.br/noticia/997/o-que-voce-tem-a-ver-com-a-politica#:~:text=%C3%89%20importante%20voc%C3%AA%20se%20informar,oportunidade%20de%20acesso%20ou%20n%C3%A3o. TEXTO 2 O Analfabeto político* O pior analfabeto É o analfabeto político, Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais. * poema de Bertold Brecht – poeta alemão, falecido em 1956, que com sua obra visava a esclarecer as questões sociais da época. TEXTO 3 Falta conhecimento do eleitor sobre o sistema político, aponta DataSenado Televisão (37%), redes sociais (24%) e páginas na internet (23%) são os principais meios de comunicação na busca de informações sobre política. Nas redes sociais, a maior procura é pelo Facebook (35%) e pelo Instagram (27%). Apenas 14% dos entrevistados dizem seguir algum senador nas redes sociais. Entre os grupos focais, as redes sociais e os portais jornalísticos se sobressaem, especialmente entre os mais jovens, enquanto a TV atrai a faixa etária mais avançada. “No entanto, o uso da TV como meio de informação divide opiniões no estudo qualitativo. A maior parte dos entrevistados avalia que a TV é tendenciosa e distorce as informações para atender interesses de determinados grupos econômicos e políticos. Ao contrário da internet, que permite ao cidadão buscar informações livremente, a TV é vista como manipuladora. Como consequência, gera uma falta de credibilidade em uma parcela dos entrevistados”, aponta o relatório do DataSenado. Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/falta-conhecimento-do-eleitor-sobre-o-sistema-politico-aponta-datasenado TEXTO 4 28 formas de exercer a cidadania além do voto Opinar em projetos de lei, consultas públicas e matérias legislativas através dos portais digitais oficiais do governo. Você pode acessar o e-cidadania do Senado Federal, e também o portal da Câmara dos deputados; Participar em manifestações e protestos democráticos como forma de exercer sua liberdade de expressão e opinião sobre assuntos públicos e políticos; Na escola ou universidade, participar da liderança estudantil: seja como representante ou líder de classe, engajar-se em diretórios acadêmicos ou grêmios estudantis, por exemplo; Filiar-se a um partido político! Sim, independente da sua ideologia ou preferência partidária, ser parte de um partido significa opinar sobre as pessoas que vão ser candidatas em eleições, bem como participar dos debates sobre alianças partidárias e planos de governo do partido. Além disso, quem sabe se você depois não se interessa em lançar a sua candidatura como vereador ou vereadora em sua cidade? É possível! (o Redação Online recomenda que você conheça as outras 23 formas no link original – vale a pena!) Fonte: https://www.politize.com.br/cidadania-formas-de-exercer/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania” vídeo – num debate promovido pela Câmara dos Deputados, educadores e administradores públicos chegaram a estas conclusões sobre a participação dos jovens na política. opinião – será que o brasileiro é antenado na política? Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, responde neste artigo. estatística – neste artigo estão números sobre a participação política de jovens e mulheres, para incluir na redação. vídeo – veja o que o professor Cortella tem a dizer sobre a importância da participação política. artigo – neste post do nosso blog você encontra dados estatísticos perfeitos para uma redação sobre participação política. livro – sugerimos que você leia o livro Juventude, Educação e Participação Política, de Alexandre A. de Albuquerque, com dicas de como fazer os jovens participarem mais da política. opinião – se você se sente desiludido com a política, este vídeo do professor Pondé é para você. artigo – Paulo Freire entendia tudo de participação política e cidadania – conheça a ideia dele aqui. Então, algum texto acima o surpreendeu? Os vídeos são muito bons, não é? Dessa forma, como dissemos, a importância da participação política para o exercício da cidadania é um tema que tem tudo para cair na prova de redação! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Os estudos atualmente não precisam acontecer somente na sala de aula, na faculdade ou na biblioteca. Nos últimos anos, muitas instituições de ensino têm apostado no ensino à distância, o EAD, e com a recente pandemia, essa modalidade se intensificou de estudar em casa. Agora, Confira as melhores dicas de como estudar em casa. Dessa forma, o lar de muita gente se tornou, também, sua sala de aula, sem a necessidade de deslocamento até a organização estudantil. Mas como estudar em casa e ter o mesmo rendimento do que em sala de aula? Pensando nisso, o Redação Online te mostra algumas dicas neste artigo para você ter mais qualidade durante seus estudos, além de aprender novos hábitos que podem ser levados para outras áreas da sua vida. Lembrando que essas dicas não são inflexíveis. Se necessário, você pode fazer algumas alterações e ver aquelas que melhor se adaptam ao seu estilo de estudo, podendo acrescentar outros elementos que se encaixem aos seus métodos. E vamos para as nossas dicas de como estudar em casa com o Redação Online! Detalhes antes de iniciar os estudos em casa Antes de pensar em começar a fazer suas anotações das suas matérias favoritas e resolver as atividades, é importante se atentar a alguns detalhes. São cuidados especiais, para facilitar sua rotina de estudos. Colocando-os em prática, você aproveitará muito mais o seu aprendizado e poderá ver uma melhora nos seus resultados. Listamos algumas condições necessárias para iniciar seus estudos em casa, veja: Tenha um local adequado Antes de tudo, é ideal que você tenha o seu cantinho do aprendizado. Por mais que seja difícil olhar para seu sofá confortável ou sua cama, não é recomendado fazer os estudos nesses locais. Além de causar distrações e prejudicar o seu rendimento. Por isso é importante poder contar com um local adequado para os estudos na sua casa. Por exemplo, uma mesa bem organizada, boa iluminação e que não tenha tanto barulho. Isso pode ajudar nos momentos de aprendizado e melhorar seu desempenho. Procure estabelecer horários organizados Essa é outra condição indispensável para estudar em casa. A organização de horários é para evitar aquela de “estudar quando der”, e todos nós sabemos que isso nunca funciona e seu rendimento é prejudicado. Dessa forma, organizar sua agenda para realizar os estudos em casa e outras atividades pode ser uma maneira de manter maior foco e não correr o risco de não aprender todo o conteúdo necessário. E claro que você também pode fazer algumas outras práticas de organização para aumentar sua produtividade, alcançando assim melhores resultados durante seus estudos para um vestibular ou ENEM. Tenha os materiais adequados para os estudos Se você ficar parando o tempo todo para consultar um livro que está em outro cômodo, perderá rendimento. Por isso é importante que, antes de iniciar os estudos, você prepare todos os seus materiais necessários. Além dos materiais necessários para seus estudos, deixar separado alguns lanches e água é também uma ótima opção. Isso pode ajudar a manter um maior foco, além de melhorar o rendimento enquanto estuda em casa. 6 dicas de como estudar em casa Agora que você já tem as melhores condições para estudar em casa, está na hora de vermos algumas dicas de como manter a concentração e estudar melhor o conteúdo. 1. Crie uma rotina fixa O ideal é que você crie uma rotina clara e tenha disciplina. Faça um plano de estudos para isso, selecione quais horas do seu dia e da sua semana você terá para estudar com eficiência em casa, quais serão os conteúdos, frequência e intensidade. Feito isso, coloque em prática, sem perder o foco. Sabe porque isso ajuda? Além de o seu cérebro entender que aquela é a hora de estudos, seu corpo também vai se adaptar a isso, e você vai apreender os conteúdos de forma mais proveitosa. Ah, e entenda isso como um compromisso! 2. Faça um planejamento conforme as matérias Sabemos que fazer os estudos em casa nem sempre é uma boa ideia. E se você deixar para aprender somente no momento que estiver no seu local de estudo, com certeza perderá muito tempo. Por isso, é importante que crie um planejamento dos seus estudos. Defina o que é prioridade naquele momento entre as suas disciplinas e qual será a ordem das atividades. 3. Não fique preso somente à teoria Muitos podem entender que estudar em casa pode ser somente aprender a teoria, mas não é bem assim. Para não ficar nada tão monótono, é interessante fazer algo mais prático e de outras formas, como criar resumos ou mapas mentais. Também é importante realizar os exercícios e revisar todo o conteúdo estudado anteriormente para uma melhor fixação. Com essas práticas, você pode memorizar mais facilmente o que foi aprendido ao longo do tempo. Você também pode conferir algumas técnicas de memorização aqui no blog. 4. Procure outras formas de aprendizado Já que estamos falando de como estudar em casa, por que não aprender outras formas de aprendizado? Além dos seus livros e apostilas, assim como as apresentações de aulas tradicionais, a internet pode ser uma boa alternativa. O que você pode fazer é procurar vídeos ou podcasts relacionados ao tema do conteúdo, ver vídeos no Youtube e usar simuladores. Mas cuidado para não perder o foco durante a navegação, combinado? 5. Fuja das distrações Por mais que existam benefícios ao estudar em casa, não podemos desconsiderar os malefícios. Sabemos que muitos estudantes ainda moram com os pais ou então dividem o local com colegas, além das outras distrações presentes no ambiente. Por exemplo, a sua televisão com Netflix está a um botão de distância para ser ligada ou seu celular carregado está em suas mãos. Sempre que possível, fuja das distrações. Procure deixar a televisão desligada sempre que possível e desative as notificações do celular. Coloque uma música relaxante no seu fone de ouvido e se concentre nos estudos, o que mais importa no momento. 6. Faça pausas durante os estudos Ainda que seja importante manter a atenção nos estudos, é essencial fazer pausas. O nosso cérebro tem

Esta é a primeira edição em que as provas da Unicamp de primeira e segunda fase ocorrerão no mesmo ano A prova da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) está diferente este ano. Para começar, estudantes que já prestaram o vestibular em outros anos e estavam acostumados a realizar a segunda fase em janeiro terão que se adaptar a um intervalo mais curto. Agora, a primeira e segunda fase acontecem ainda este ano, com uma brecha de pouco mais de um mês entre elas. Isso sem contar outros “obstáculos” no caminho: os candidatos que também fazem a Fuvest, que seleciona para a USP (Universidade de São Paulo), terão que encarar uma outra prova entre as duas fases da Unicamp. Com tanta mudança, será que é preciso recalcular a rota na hora de planejar os estudos? Anderson Bigon, diretor pedagógico da Oficina do Estudante de Campinas (SP), explica que quando as segundas fases eram apenas em janeiro, o estudante costumava priorizar o estudo para as primeiras fases até dezembro e iniciava o estudo para as segundas fases a partir de então. Com a mudança no calendário do vestibular Unicamp, o ideal agora é conciliar os estudos, treinando questões de múltipla escolha e questões dissertativas, de acordo com as provas que irá prestar. Confira abaixo algumas dicas de estudo considerando combinações entre o vestibular da Unicamp e outros. Para quem vai prestar Unicamp e Enem “Para quem vai prestar apenas Unicamp e Enem, por exemplo, a recomendação é focar em questões ‘tipo teste’ até a semana em que se encerra o segundo dia do Enem (20 de novembro). Depois, poderá iniciar o estudo só com questões dissertativas, podendo fazer uso das provas anteriores da segunda fase da Unicamp”, explica Bigon. Para quem vai prestar Unicamp, Enem e Fuvest Já para quem também vai prestar Fuvest, o foco é, mesmo após o Enem, conciliar o estudo com questões de múltipla escolha, para também se preparar para a primeira fase do vestibular da USP, que ocorre no início de dezembro. O estudo pode ser divido: Quando é hora de começar a revisão para as provas? A maioria dos cursos pré-vestibular iniciam o período de revisões agora, em outubro – ou seja, no mês anterior ao início dos principais vestibulares. Mesmo assim, a orientação do diretor é que os estudantes não fechem um período exato para revisar, mas passem a incluir, no dia a dia, a realização das provas anteriores, de 2018 a 2022. Assim, já se acostumam com o modelo das provas oficiais e, ao mesmo tempo, realizam uma revisão dos assuntos das questões que tenham errado. “Cabe ressaltar que revisar é importante, mas dificilmente o estudante conseguirá passar novamente por todos os conteúdos. Por isso, recomendamos que ele priorize as matérias que tenha maior dificuldade, baseado nos resultados dos simulados ou das provas anteriores.” Dicas para quem vai fazer a prova da Unicamp este ano Este texto é fruto de uma parceria entre o GUIA DO ESTUDANTE e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Por meio dela, você envia suas redações e recebe as correções detalhadas, de acordo com cada competência, em até 3 dias úteis! Garanta aqui o seu pacote com 20% de desconto usando o cupom GUIADOESTUDANTE20.

O que pode cair na redação do Enem muita gente comenta. Mas você vai ver agora 20 temas de redação que não têm chance de cair no Enem 2022 – não perca tempo com eles! 1. Temas Enem: Consequências da burocracia no Brasil Lentidão de processos na Justiça, lentidão para abrir uma empresa… isso é que é a burocracia na prática. Jovens recém-saídos do ensino médio têm pouca ou nenhuma noção do que é a burocracia, pois nem começaram a trabalhar. Por isso não acreditamos que seja um possível tema do Enem. 2. O problema do roubo de cargas Embora seja um problema – e comum -, não consideramos que resulte em argumentação suficiente para 30 linhas na redação Enem. É tema mais adequado para a polícia. 3. Temas Enem: O impacto da crise de energia na Europa É um problema, claro que é. Mas é improvável que o Enem discuta temas de outros países. As chances desse tema cair na redação do Enem são mínimas. 4. A guerra na Ucrânia A guerra na Ucrânia também não seria um tema viável para o Enem, devido ao fato de não ser um problema interno brasileiro. Isso para não dizer que a solução não sairia da cabeça de um vestibulando… 5. Temas Enem: Os efeitos da globalização no Brasil Esse é um tema amplo demais – daria um livro – e dificilmente seria resolvido com uma proposta de intervenção, concorda? Além do que, é assunto para especialistas, como cientistas políticos, por exemplo. 6. O voto obrigatório no Brasil e seus efeitos Hoje o voto obrigatório é lei no Brasil, e lei não se discute, se cumpre. Nem se pensa em propostas de intervenção para leis. 7. Temas Enem: A persistência das crises políticas no Brasil Um tema como este é de discussão extremamente complicada. Seria mais adequado para cientistas políticos que para alunos do ensino médio. Além disso, como sabemos bem, qualquer debate nesse âmbito gera facilmente reações acaloradas, polarizadas demais. E se nem os políticos têm solução para isso, que dirá um aluno do ensino médio… 8. A aprovação da eutanásia no Brasil No Brasil a eutanásia não é permitida por lei, então não haveria por que a redação Enem levantar esse assunto. E soluções para situações que levantariam a hipótese da eutanásia são bem difíceis… 9. Temas Enem: Controle sobre a programação da TV Não é esse um tema bem delicado?! Faz lembrar a época da censura. Certamente o Enem não incluiria um tema assim na prova de redação – ele não deixaria espaço para se cogitar qualquer controle sobre a mídia. 10. Temas Enem: O populismo no Brasil e suas implicações Igualmente à discussão sobre crises políticas, este tema joga muita lenha na fogueira, e pode levar a críticas acirradas contra o governo atual ou os anteriores. O Enem não tem a intenção de provocar radicalismos na redação – a redação serve para que o aluno demonstre seu domínio da escrita e do raciocínio. 11. O papel da Polícia Federal na democracia brasileira Um tema super específico, sobre o qual os alunos do ensino médio não saberiam o que dizer. E quanto a propostas de intervenção, menos ainda. 12. A persistência de crimes sexuais no Brasil Este é um tema nefasto demais para uma redação de final de ensino médio, como é o Enem! Claro que é um problema, mas traria um certo ar depressivo à prova. 13. O drama do suicídio juvenil Outro tema pesado demais para uma redação. Não deixa de ser um problemão, e do qual os candidatos ao Enem estão por dentro, mas… deixemos para psiquiatras estudarem e tentarem resolver. 14. O fenômeno das modificações corporais extremas Você já deve ter ouvido falar de pessoas que alteram o rosto cirurgicamente para se parecerem com ídolos, não? Um psiquiatra falaria facilmente sobre o caso e ainda daria propostas de intervenção. Mas seria um tema improvável na prova do Enem, para quem acabou de terminar o ensino médio. 15. A especulação imobiliária e seus impactos nas cidades Acreditamos que esse tema não teria chance de ser usado pelo Enem, porque a especulação imobiliária ocorre especialmente nas metrópoles. Um tema assim deixaria alunos de cidades menores em desvantagem na argumentação, já que eles não estão familiarizados com dificuldades de moradia nas cidades grandes. Mas que é um problema é. 16. Normas trabalhistas e sua adaptação ao trabalho remoto A prova de redação do Enem é feita para o nível médio, já dissemos, e no nível médio poucos candidatos têm ideia das normas trabalhistas a ponto de discutir sobre elas. Esse é um assunto para advogados e juízes. 17. Cobrança de impostos para templos religiosos Veja aí um tema muito polêmico, que não apareceria numa redação do Enem! Nele haveria duas situações problemáticas: o candidato acabaria discutindo sobre a importância da religião, o que é muito arriscado; e não teria muito a falar sobre tributação de áreas e terrenos, nem soluções a dar. 18. Zoológicos: maus-tratos a animais ou local de lazer e aprendizado? Como muitas cidades brasileiras têm zoológicos, que inclusive são áreas de lazer, é estranho discutir se seria o caso de fechá-los, se estão maltratando animais. Ainda que seja uma discussão pertinente, não seria no âmbito do ensino médio, e sim no dos administradores públicos. 19. O problema do endividamento das famílias brasileiras Enquanto não se trabalha, não se tem a exata noção do que é uma dívida. E um candidato à prova de redação do Enem, sendo do nível do ensino médio e sem experiência no mercado de trabalho, não seria capaz de argumentar apropriadamente. Não acreditamos que esse tema caia na redação do Enem. Mas que é um problema, isso é. 20. A violência policial e suas consequências na população A polícia faz parte de nosso Estado Democratico de Direito, é absolutamente necessária. Portanto discutir a atuação dela não parece uma boa ideia. Os casos em que alguns membros da polícia agem de forma incorreta ficam a cargo da Justiça. Não faz sentido discutir

Boa notícia: já dá para empreender conservando o meio ambiente e respeitando a diversidade – é o empreendedorismo sustentável! Por isso, daqui a alguns anos você estará ingressando no mercado de trabalho… não vai esperar até lá para saber dos desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil, certo? Então, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil”, detalhando esses desafios e sugerindo propostas de intervenção. Ademais, planeje seu texto do jeito certo – tudo que você precisa está abaixo. TEXTO 1 O que é empreendedorismo sustentável? (…) para se tornar um empreendedor sustentável é necessário adotar algumas mudanças de hábito, como por exemplo, evitar desperdícios e investir em um consumo consciente. Além disso, a organização deve demonstrar uma atenção especial com pessoas que serão afetadas por suas atividades, sejam elas consumidores de seus produtos, colaboradores ou moradores da região. Por que colocar em prática? O mundo está passando por grandes mudanças ambientais e sociais. Então, é fundamental que empresas adotem, aos poucos, medidas que irão causar impacto positivo nessas áreas. Contudo, um estudo realizado pela agência de pesquisa Union+Webster, que foi divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem adquirir produtos de empresas sustentáveis e 70% dizem que não se importam em pagar um pouco mais por este diferencial. Adaptado de https://digital.unesc.net/blog/empreendedorismo-sustentavel-o-que-e-e-por-que-coloca-lo-em-pratica TEXTO 2 (…) as principais características de um empreendedor de sucesso são: ser visionário, saber tomar decisões, fazer a diferença, saber explorar ao máximo as oportunidades, ser determinado e dinâmico, ser dedicado, ser otimista e apaixonado pelo que faz, ser independente e construir o próprio destino, acreditar que o dinheiro é consequência do sucesso do negócio, líderes e formadores de equipes, ser bem relacionados, planejar cada passo do negócio, ser sedentos pelo saber e aprender continuamente, assumem riscos calculados e utilizam seu capital intelectual para criar valor para a sociedade. Fonte: https://www.singep.org.br/5singep/resultado/538.pdf TEXTO 3 O caso 1 é um restaurante localizado na área rural, fundado e idealizado há 11 anos por dois sócios. Além do restaurante com capacidade para 250 pessoas, o empreendimento conta com vários atrativos de lazer junto à natureza, como: trilhas na mata, um centro naturista com tratamentos de saúde baseados na fitoterapia e na hidroterapia, passeios entre a horta e o pomar orgânico, lagos para pesca esportiva, interação com os animais da chácara, passeio de barco no lago e cavalgada. Além disso, tem um centro de reciclagem que visa à redução dos desperdícios e à geração de húmus para suas hortas e pomares. O entrevistado foi o dono e gestor do local, do sexo masculino, casado e com formação em direito. (…) A ideia de montar o empreendimento surgiu após o falecimento dos avós do empreendedor, de origem polonesa. A família desejava restaurar a casa de arquitetura típica, manter a culinária praticada pelos antepassados e preservar a extensa área verde. Ao longo dos anos, o restaurante foi crescendo e as atividades de lazer se expandindo. O proprietário atribui o sucesso ao “boca a boca”, pois os clientes iam recomendando o local para seus conhecidos, o que foi ampliando o número de clientes gradativamente. O entrevistado não possuía experiência anterior na função e relata: “aprendemos na prática mesmo, errando e acertando, sempre tentando fazer o nosso melhor”. Fonte: https://www.redalyc.org/journal/2610/261064316006/html/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil” notícia – a empresa mais sustentável do mundo é brasileira – veja aqui qual é ela. vídeo – o Sebrae criou este vídeo para explicar de forma bem didática o que é o empreendedorismo sustentável, confira! informativo – se você gostou do assunto e pretende ser um empreendedor sustentável, aqui vão 5 dicas de negócios. livro – se você já tem uma ideia para empreender de forma sustentável, o livro Empreendedorismo sustentável, de Cândido Vieira Borges Jr, dá o passo a passo parao seu sucesso. notícia – sabia que a ONU fez um documentário no Rio de Janeiro sobre a sustentabilidade nos negócios? veja aqui como foi. reportagem – 5 exemplos interessantíssimos de empreendimento sustentável na construção civil no Brasil. notícia – conheça o caso da engenheira que virou empreendedora sustentável. Escreva ainda hoje sua redação sobre os desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil – se cair na prova de redação do Enem, você vai nos agradecer muito! E não esqueça de enviar sua redação pra nossa equipe de corretores: vai ser devolvida rapidamente e com um super detalhamento! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

Você já esteve escrevendo algum texto ou redação para alguma prova e acabou se deparando com alguma palavra que não sabia como escrever? Saiba que o motivo não é por conta da complexidade da palavra, por ser uma palavra grande ou então por não saber a acentuação, e sim por estar em dúvida da escrita, por exemplo as palavras mal e mau que possuem a mesma pronúncia, no entanto significados diferentes e, por isso, são palavras homófonas. Caso você tenha passado em algum momento por essa situação, saiba que isso é bem comum e que existe um motivo para isto. Nesse caso, trata-se das palavras homófonas, ou seja, termos semelhantes, como na pronúncia, mas também com significados e escrita diferentes. Então, pensando nisso, o Redação Online preparou este texto para você conhecer um pouco mais sobre essas palavras e apresentação de alguns exemplos para não ter mais dúvidas durante as provas. O que são palavras homófonas? Primeiramente, entende-se por palavras homófonas aquelas que possuem a mesma pronúncia, porém os significados e escritas são diferentes, isto é, isso estão relacionados a duas ou mais palavras que, quando pronunciadas, possuem sons idênticos, mas suas letras é que fazem a distinção em relação a sua forma de escrever e de significado. Assim, para ficar mais claro, esse é o famoso caso de quando algumas pessoas não sabem qual a forma correta de usar o mas ou mais em algumas frases, ou então o escrever a palavra “mal“, mas sem saber se correto é com L ou U. Além disso, observa-se que as dúvidas ocorrem justamente por essas palavras possuírem pronúncias iguais ou muito semelhantes e para conhecer mais exemplos desses termos, confira a nossa lista a seguir: Exemplos Aqui, você verá algumas das palavras que as pessoas possuem mais dúvidas no momento da construção de suas redações durante as provas e que pode ajudar nessas ocasiões. Confira abaixo os exemplos de palavras homófonas: Assento e acento Essa palavra aqui tem acento? (Refere-se a um sinal gráfico) Esse assento está ocupado? (Referindo-se a um local ou cadeira) Arrochar e arroxar Não vou conseguir me arrochar nessa roupa justa. (Apertar-se com força) Poxa, essa pancada vai arroxar o seu braço. (De se tornar na cor roxa) Alto e auto Você sempre foi alto assim? (Referindo-se a altura, ao comprimento) O artista fez um autorretrato (Nesse caso, refere-se a si mesmo) Cela ou sela Não consigo andar de cavalo sem sela. (Referindo-se a um assento acolchoado) Esse prisioneiro terá direito a uma cela individual. (Pequeno compartimento) Cerração e serração Cuidado, é perigoso dirigir com esta cerração. (Referente a uma neblina densa) Meu tio trabalha em uma serração. (Local de serrar madeiras) Concelho e conselho Sim, minha irmã mora no concelho do Porto. (Município) Escute bem o conselho que irei te dizer (Ideia ou sugestão) Conserto e concerto Nunca pude presenciar um concerto de ópera. (Referindo-se a um show musical) Sabe me dizer quanto custa o conserto do celular? (Para se referir a reparos) Ouve e houve Houve uma promoção no supermercado ontem. (Verbo “haver”) Meu avô já não ouve muito bem (Verbo “ouvir”) Mal e mau Socorro, a Isadora está passando mal (Antônimo de “bem”) Doutor, é muito mau o que está acontecendo? (Antônimo de “bom”) Dica: quando surgir a dúvida, lembre-se de trocar a palavra pelo seu antônimo; se fizer sentido, está correto o uso. Tachado e taxado O seu texto foi tachado pelas críticas (Referindo-se ao apontamento, no caso, os defeitos) Este imposto será taxado pelo governo (Referindo-se a tributar, ao tabelado). Com isso apresentamos aqui alguns dos principais erros que acontecem durante uma produção de texto ou então de uma redação de algum prova importante, como ENEM. Além disso, se você tem dúvidas quanto a regras de acentuação, saiba que possuímos em nosso blog um post em que falamos sobre quando acentuar as palavras. Ainda, você sabia que existem outros tipos de palavras em que são parecidas com as homófonas, porém com outras características? São as homógrafas e homônimas. Qual a diferença entre as palavras homófonas e homônimas? Previamente, antes que possamos explicar um pouco melhor sobre a diferença entre esses dois tipos, é importante nos atentarmos ao significado das palavras. Assim, com as explicações você não terá mais dúvidas na diferenciação entre elas. Observação 01: Entende- se que o prefixo homo, de origem grega e com significado de igual, semelhante. Então, o importante está na segunda parte, ou seja, o que difere elas. Observação 02: Lembre-se que –fonas, também vem do grego com o significado de som. No entanto, o –nimas, é de mesma origem e tem como significado para nome. Dessa forma, as palavras homófonas possuem uma mesma pronúncia, mas a escrita é diferente, assim como seu significado, por exemplo as palavras “conselho” e “concelho” ou “aço” e “asso”. Todavia, as palavras homônimas têm o mesma pronúncia, mas o significado e a escrita são diferentes. Como rio (verbo rir) e rio (o curso da água), ou então canto (de esquina, ponta) e canto (verbo cantar). Além dessas duas, temos também as palavras homógrafas, escritas de forma igual, porém a pronúncia e significado são diferentes, por exemplo, fábrica (substantivo) e fabrica (verbo). Dessa maneira, para ficar mais visível a explicação, veja a tabela abaixo para melhor exemplificar: Homófonas Observe que possui pronúncia igual, escrita e significados diferentes; Homônimas Ainda, observe que essa tipologia possui pronúncia e escrita iguais, significados diferentes; Homógrafas Por fim, observe que possui escrita igual, pronúncia e significados diferentes. Relações homófonas existentes A maioria das palavras possuem mínimos detalhes para mudar totalmente o sentido, pronúncia ou a escrita, além disso, existem algumas letras que podemos ver com mais clareza esses detalhes, no entanto são esses detalhes que podem te ajudar a lembrar durante os momentos de dúvida, certo? Então, veja com o Redação Online algumas relações entre as seguintes letras: “S” e “C”: Incerto: refere-se que não é algo certo / Inserto: refere-se que algo que foi inserido; Cegar: refere-se ao ato de deixa de ver / segar: refere-se a fazer cortes; Cento: refere-se a ideia centena, quantidade / Sento: refere-se ao verbo ‘sentar’. “S” e

Já houve um tempo em que o exame tinha “apenas” 63 questões. Você sabia dessas curiosidades do Enem? Porta de entrada para a maior parte das universidades públicas do Brasil, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma oportunidade sem igual para os estudantes. E eles sabem disso. Assim, neste ano, mais de 3,4 milhões de pessoas se inscreveram para o exame, que ocorre nos dias 13 e 20 de novembro. Embora muitos tenham na ponta da língua informações como o formato da prova, o número de questões e os temas de redação dos últimos anos, a história de como o Enem nasceu e se transformou nem sempre é recordada. Então, desde a sua primeira edição, em 1998, o exame mudou bastante. O formato atual da prova é bem diferente da primeira prova. Não apenas isso, mas boa parte dos próprios programas que hoje utilizam a nota no exame sequer existiam na época. Ficou curioso? Na lista abaixo, o professor Daniel Ferretto separou 3 curiosidades sobre a prova do Enem. Confira! Número de questões da prova quase triplicou No início, o exame tinha “somente” 63 questões e a redação, e também era aplicado em um único dia, com duração de 5 horas e meia. O INEP aplicou a prova inicialmente em apenas 164 municípios e a inscrição custava R$ 20. A partir de 2008, a prova passou a ter dois dias de aplicação e 180 questões, mais a redação. “E em 2017 ela passou a ser feita em dois fins de semana, para não deixar a prova cansativa”, relembra o professor. A prova é realmente uma maratona, assim como o próprio ano de estudos para o vestibular. Não precisamos nem dizer que é importante ter alguns cuidados com a saúde mental e a alimentação. Método de correção “anti-chute” A correção é feita a partir do método de Teoria de Resposta ao Item (TRI), que começou a ser utilizado em 2009 para comparações das provas de anos anteriores. “Esse método de avaliação é feito individualmente em cada questão, a partir do grau de dificuldade. As mais fáceis valem mais pontos e as mais complexas somam menos pontos no resultado final. Esse sistema ajuda a identificar se o candidato ‘chutou’ algumas questões, então é importante ficar atento”, alerta Ferretto. Por isso, dois estudantes que acertaram a mesma quantidade de questões no Enem podem ter notas diferentes. Neste texto aqui, te explicamos como funciona, na prática, o TRI. E, claro, aprenda também como dar um chute mais certeiro quando não souber uma resposta clicando aqui. Enem já serviu para tirar o diploma do Ensino Médio Entre 2009 e 2016, pessoas que, por qualquer motivo, não tivessem concluído o Ensino Médio, poderiam realizar a prova como meio de obter um certificado de conclusão. A mudança ocorreu em 2017, quando o Encceja passou a ser o exame destinado a essa função. “Desde 2017, só é possível conseguir o diploma de pessoas que não concluíram o Ensino Médio por meio do Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja)”, esclarece o professor. Aqui no GUIA DO ESTUDANTE, temos uma série de conteúdos que te ajudam a garantir uma boa nota no Encceja e ajudamos em várias curiosidades do Enem, como quais conteúdos estudar, o que pode zerar a redação e como funciona a certificação parcial. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Além disso, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. QUERO ASSINAR MEU PLANO