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Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Quem é Ophelia? Criada por William Shakespeare, Ophelia (Ofélia) é uma das personagens mais trágicas do teatro ocidental.Ela aparece na peça Hamlet, escrita por volta de 1600, e representa o ideal feminino da época: pura, delicada e submissa.Filha de Polônio e amada por Hamlet, ela é manipulada por todos os homens à sua volta, o pai, o irmão Laertes e o próprio príncipe Hamlet. Quando Hamlet, em um momento de raiva, mata o pai dela, Ofélia enlouquece e acaba se afogando em um rio, símbolo da perda total de controle sobre a própria vida. Essa cena se tornou uma das mais marcantes da literatura, e a imagem de Ofélia cercada de flores, submersa na água, representa até hoje a mulher silenciada pela opressão patriarcal. O que Taylor Swift quis dizer com The Fate of Ophelia Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Temáticas que podem surgir a partir de Ophelia Como usar Ophelia na redação Para aplicar esse repertório de forma produtiva: 📝 Exemplo: “A trajetória de Ofélia, revisitada por Taylor Swift em The Fate of Ophelia, evidencia que, apesar do avanço social, a mulher ainda é aprisionada por expectativas externas que moldam sua aparência, comportamento e valor.” Conclusão A personagem Ofélia ultrapassou os séculos e, nas mãos de Taylor Swift, ganhou um novo significado: o da mulher contemporânea que luta para não ser silenciada pelas pressões externas.A simbologia da jovem submersa, agora iluminada pelos refletores da fama, reflete o dilema da identidade feminina na era digital, entre ser vista e ser livre. Assim, usar The Fate of Ophelia na redação é mais do que citar uma obra: é compreender como arte, literatura e música dialogam para denunciar as mesmas feridas sociais que persistem há séculos.

Taylor Swift lançou seu 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl, marcando seu retorno definitivo ao pop, mas dessa vez com letras mais maduras, autocríticas e cheias de ironia sobre fama, feminilidade e exposição. O álbum traz produções de Max Martin e Shellback, parceiros de grandes sucessos dos anos 2010, mas agora com uma abordagem mais consciente. Taylor fala sobre as pressões da indústria do entretenimento, o papel das mulheres na mídia e a busca por autenticidade em meio à superexposição.O primeiro single, The Fate of Ophelia, ganhou um clipe “caótico”, segundo a própria artista, que faz alusão direta à personagem trágica Ofélia, da peça Hamlet, de William Shakespeare. Qual é o novo single de Taylor Swift? O novo single se chama The Fate of Ophelia, faixa de abertura do álbum The Life of a Showgirl.A música mistura metáforas literárias e confissões pessoais, abordando temas como: Esses versos dialogam diretamente com a sociedade do espetáculo, conceito do filósofo francês Guy Debord, que explica como as relações humanas se transformaram em aparências mediadas por imagens, algo que o ENEM adora cobrar em temas sobre cultura digital e autenticidade. Quem é Ofélia e por que ela aparece no álbum? O single principal, “The Fate of Ophelia”, faz referência à personagem Ofélia, de Hamlet, de William Shakespeare.Na tragédia, Ofélia representa a delicadeza feminina silenciada pela dominação masculina. Após ser rejeitada por Hamlet e perder o pai, ela enlouquece e se afoga, metáfora da destruição psicológica causada pelo poder patriarcal. Taylor recria essa narrativa na era digital. No clipe, ela encarna uma Ofélia moderna, cercada por câmeras e olhares, simbolizando a mulher que precisa “afogar-se” em expectativas para manter a imagem perfeita. Essa releitura critica a pressão estética e emocional da fama e a vigilância social sobre o corpo e o comportamento feminino. Por que “The Life of a Showgirl” é o álbum mais adulto de Taylor Swift Diferente dos trabalhos anteriores, este disco abandona o romantismo adolescente e a introspecção folk para dar lugar à maturidade emocional.Taylor reflete sobre: Tudo isso torna o álbum um repertório contemporâneo e legitimado, ideal para redações que abordam cultura, saúde mental, identidade, gênero e tecnologia. Como usar o novo álbum de Taylor Swift na redação O álbum pode ser utilizado de forma produtiva como repertório artístico e filosófico, em temas que tratem de: Exemplo de introdução modelo (padrão ENEM) 🎯 Tema exemplo: A influência da cultura da aparência na formação da identidade moderna O álbum “The Life of a Showgirl”, da cantora norte-americana Taylor Swift, apresenta uma reflexão sobre a perda de autenticidade em uma sociedade marcada pela necessidade constante de aprovação pública. De forma semelhante, o avanço das redes sociais tem contribuído para a consolidação de uma cultura de exposição, em que a validação externa define o valor individual. Nesse contexto, a busca por reconhecimento digital e a padronização comportamental evidenciam a fragilidade emocional e a superficialidade das relações humanas no mundo contemporâneo. Exemplo de argumento com repertório aplicado “O single The Fate of Ophelia, do álbum The Life of a Showgirl, representa a vulnerabilidade feminina diante das pressões sociais e da exposição pública. A metáfora com a personagem shakespeariana reforça como a imagem da mulher continua sendo moldada por expectativas alheias, o que se reflete hoje na dependência emocional das redes sociais e nos impactos à saúde mental.” Conclusão Em síntese, o álbum “The Life of a Showgirl” reafirma Taylor Swift como uma artista capaz de unir arte, crítica e sensibilidade social. Ao transformar a figura trágica de Ofélia em metáfora contemporânea da mulher sob pressão pública, a cantora convida o público a refletir sobre temas urgentes como autoestima, saúde mental e cultura da exposição. Para o estudante, esse repertório é valioso por dialogar com questões atuais e transversais que o ENEM e os vestibulares cobram. Saber aplicar essa obra na redação demonstra repertório diversificado, interpretação crítica e domínio temático, três habilidades fundamentais para quem busca notas acima de 900.

O Dia do Nordestino, celebrado em 8 de outubro, é uma homenagem à força, à cultura e à identidade de um dos povos mais marcantes do Brasil. A data foi instituída pela Lei Federal nº 13.835/2019, em memória ao cantor e compositor Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, símbolo da resistência popular do sertão cearense. Comemorado em todo o país, o 8 de outubro valoriza a arte, a literatura e a sabedoria do povo nordestino e também oferece ótimos repertórios para a redação do ENEM, vestibulares e concursos. O que é ser nordestino? Ser nordestino é carregar nas palavras, na música e na luta o retrato de um povo que transformou a adversidade em arte. É ser resistência diante das desigualdades e orgulho diante da cultura.O Nordeste é formado por nove estados, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, cada um com vozes e histórias que moldaram o Brasil que conhecemos. Na redação, conhecer autores e pensadores nordestinos é uma forma de mostrar domínio cultural, repertório sociocultural e valorização da diversidade regional, competência valorizada pelos avaliadores do ENEM. Um autor nordestino de cada estado para usar na redação 1. Maranhão – Maria Firmina dos Reis A primeira romancista negra do Brasil, autora de Úrsula (1859), obra abolicionista que denuncia a escravidão e a opressão feminina.Frase modelo: A escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, em sua obra Úrsula (1859), já denunciava as violências da escravidão, evidenciando que o racismo estrutural persiste no Brasil contemporâneo. 2. Piauí – Torquato Neto Poeta e compositor do movimento tropicalista, usou a arte como forma de contestação social e crítica à censura durante a ditadura.Frase modelo: O poeta piauiense Torquato Neto defendia a arte como instrumento de libertação, crítica essencial ao contexto atual de desvalorização cultural no país. 3. Ceará – Patativa do Assaré Poeta popular e cantor do sertão, conhecido por retratar a desigualdade e a força do trabalhador rural.Frase modelo: O poeta cearense Patativa do Assaré, em seus versos de denúncia social, revela o abandono histórico das populações sertanejas pelo poder público. 4. Rio Grande do Norte – Zila Mamede Bibliotecária e poeta potiguar, sua obra discute a memória, o feminino e a luta pela identidade cultural.Frase modelo: A poetisa Zila Mamede traduz, em seus versos, o desejo de pertencimento e a valorização da identidade nordestina como forma de resistência simbólica. 5. Paraíba – Ariano Suassuna Autor de O Auto da Compadecida, exaltou a cultura popular nordestina, mesclando humor, fé e crítica social.Frase modelo: Ariano Suassuna, em O Auto da Compadecida, retrata o Nordeste com humor e humanidade, expondo as contradições da desigualdade social brasileira. 6. Pernambuco – Paulo Freire Educador e filósofo pernambucano, autor de Pedagogia do Oprimido, considerado um dos maiores pensadores da educação mundial.Frase modelo: O educador pernambucano Paulo Freire, ao propor uma educação libertadora, demonstra que o conhecimento é instrumento de emancipação e justiça social. 7. Alagoas – Graciliano Ramos Autor de Vidas Secas, retratou a miséria e a luta por dignidade no sertão nordestino.Frase modelo: Em Vidas Secas, o escritor alagoano Graciliano Ramos expõe o sofrimento humano diante da seca, símbolo das desigualdades estruturais que persistem no país. 8. Sergipe – Tobias Barreto Jurista e filósofo sergipano, foi precursor de debates sobre o positivismo e a filosofia social no Brasil.Frase modelo: O pensador sergipano Tobias Barreto defendia que o avanço social exige pensamento crítico, princípio que ainda inspira reflexões sobre cidadania e justiça. 9. Bahia – Jorge Amado Um dos maiores escritores brasileiros, autor de Capitães da Areia e Gabriela, Cravo e Canela, obras que abordam desigualdade, infância e identidade.Frase modelo: O escritor baiano Jorge Amado, em Capitães da Areia, denuncia o abandono da infância pobre, temática ainda atual diante da desigualdade social brasileira. 💭 Por que 8 de outubro é o Dia do Nordestino? O 8 de outubro foi escolhido por ser o aniversário de Patativa do Assaré, nascido em 1909 no interior do Ceará. O poeta tornou-se símbolo da voz popular nordestina, representando o orgulho de uma cultura que sobrevive à seca, à pobreza e à invisibilidade social. Mais do que uma data comemorativa, o Dia do Nordestino é um convite à reflexão sobre o que é ser nordestino: ser resistência, criatividade e identidade viva do Brasil. ✍️ Como usar o Dia do Nordestino na redação Você pode usar o Dia do Nordestino em temas relacionados à valorização cultural, desigualdade regional, identidade brasileira, educação, pobreza, arte como resistência e memória coletiva. Exemplo de introdução-modelo: Em “O Auto da Compadecida”, Ariano Suassuna retrata a sabedoria popular nordestina como reflexo da resistência social diante das injustiças históricas. Fora da ficção, o Brasil ainda enfrenta o desafio de valorizar sua diversidade cultural, marcada pela desigualdade entre as regiões. Nesse contexto, a ausência de políticas públicas voltadas à valorização cultural agrava o apagamento identitário e compromete a construção de uma cidadania plural. Conclusão O Dia do Nordestino, celebrado em 8 de outubro, é muito mais do que uma data comemorativa, é uma oportunidade de reconhecer a força de nove estados que formam o coração cultural do Brasil.Usar esses autores na redação é uma forma de mostrar repertório, empatia e consciência social. Do lirismo de Patativa do Assaré ao pensamento libertador de Paulo Freire, cada nome carrega o poder de transformar ideias em argumento. 💙 E para você que quer aprender a usar esses repertórios na prática, treine agora mesmo com o Redação Online, a plataforma nº1 em correção de redações no Brasil.

Em um cenário global cada vez mais conectado, a internet se tornou espaço de expressão, mas também de intolerância. Entre os discursos de ódio que mais cresceram nos últimos anos, a xenofobia digital chama atenção por atingir imigrantes e até brasileiros vistos como “estrangeiros” dentro do próprio país.Dados da Safernet revelam que as denúncias de xenofobia na internet aumentaram 874% em apenas um ano, superando os registros de racismo e intolerância religiosa. O fenômeno, amplificado pelas redes sociais, expõe o uso irresponsável da liberdade de expressão e revela a urgência de políticas públicas, educação midiática e responsabilização jurídica. Neste post, você vai compreender as causas e consequências da xenofobia digital, analisar casos reais, como o da atriz Gaby Spanic, denunciando xenofobia em rede nacional e conhecer repertórios, legislações e referências culturais que podem ser utilizados em redações do ENEM e vestibulares. TEXTO I Você já parou para pensar em como o discurso de ódio se espalha contra imigrantes e nordestinos nas redes sociais?A chamada xenofobia digital vem se tornando um fenômeno preocupante no Brasil, à medida que o ambiente virtual amplia o alcance e a intensidade das manifestações de intolerância. De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), a xenofobia consiste em atitudes e comportamentos que rejeitam ou difamam pessoas por serem consideradas estrangeiras ou diferentes. No contexto digital, essas manifestações se intensificam com o anonimato e a velocidade das plataformas. Casos recentes envolvendo refugiados venezuelanos, haitianos e sírios têm se tornado frequentes, especialmente em períodos de crise econômica e polarização política. Além disso, manifestações discriminatórias também são dirigidas a nordestinos, que muitas vezes são alvo de ataques durante períodos eleitorais, reforçando a desigualdade regional e o preconceito histórico. Segundo levantamento da Secretaria de Direitos Humanos, as denúncias de xenofobia no Brasil cresceram mais de 600% em um ano, e parte expressiva desses casos tem origem em comentários e postagens online. As redes sociais se tornaram, assim, um espelho das desigualdades e da intolerância que atravessam a sociedade brasileira. Em um país que se orgulha da diversidade cultural e da hospitalidade, o aumento da xenofobia digital evidencia um desafio urgente: como promover uma convivência mais empática e ética no espaço virtual? Fonte: Adaptado Politize. TEXTO II – Xenofobia: o ódio que divide o tecido social e incita violações de direitos contra povos e culturas Em um país historicamente construído pela diversidade, a xenofobia ainda se manifesta como uma das formas mais agressivas de exclusão.Segundo dados do Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH), a internet é o principal ambiente de disseminação de crimes de ódio no Brasil, com mais de 26 mil denúncias de xenofobia virtual registradas entre 2017 e 2022. Entre 2021 e 2022, as denúncias cresceram 874%, superando os casos de racismo, intolerância religiosa e LGBTfobia. Esses dados mostram que o discurso de ódio digital tem se tornado um grave problema social, capaz de gerar violências simbólicas e físicas contra grupos vulneráveis. Para a coordenadora-geral de Promoção dos Direitos das Pessoas Migrantes e Refugiadas do Ministério dos Direitos Humanos, Ana Maria Gomes Raietparvar, é fundamental compreender que migrantes e refugiados fazem parte da sociedade brasileira e possuem os mesmos direitos. Ela ressalta a necessidade de políticas públicas que aliem educação, empatia e regulação das plataformas digitais para conter o avanço da intolerância. O historiador Gabriel da Fonseca Onofre (UFF) observa que as mídias sociais, apesar de promoverem a democratização da comunicação, tornaram-se “lócus privilegiado para a propagação de discursos xenofóbicos”, dada a dificuldade de responsabilizar autores e filtrar desinformações. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) tem articulado iniciativas como o Fórum de Lideranças Migrantes, Refugiadas e Apátridas (FOMIGRA) e o Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Discurso de Ódio e ao Extremismo, que propõem a criação de um marco regulatório para as plataformas digitais e para o uso ético da inteligência artificial. Essas ações mostram que combater a xenofobia digital exige mais do que punir: é necessário promover educação cidadã, inclusão digital ética e empatia social. Fonte adaptada de: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) TEXTO III – Xenofobia cresceu 874% na internet em 1 ano, diz Safernet Os números mais recentes sobre crimes de ódio na internet revelam um cenário alarmante. De acordo com a Safernet Brasil, as denúncias de xenofobia na internet cresceram 874% em 2022, em comparação com o ano anterior — o maior aumento entre todos os tipos de discurso de ódio registrados no país. A xenofobia, termo de origem grega formado por xeno (“estrangeiro”) e fobia (“aversão” ou “medo”), refere-se à discriminação contra pessoas de outras nacionalidades ou regiões.O levantamento mostra que esse tipo de crime ultrapassou até mesmo as denúncias de racismo, misoginia e intolerância religiosa no ambiente digital. Entre 2021 e 2022, o número de denúncias saltou de 1.097 para 10.686 casos, evidenciando o impacto das redes sociais na propagação de ódio e desinformação. O relatório também aponta que o ambiente online se tornou o espaço mais vulnerável para a disseminação de preconceitos, já que a ausência de regulação e o anonimato dificultam a responsabilização dos agressores. Segundo Thiago Tavares, diretor-presidente da Safernet, parte das células organizadas que disseminavam conteúdo extremista migraram para grupos fechados e fóruns na deep web, o que torna o rastreamento mais complexo. Ele destaca que o enfrentamento à xenofobia digital depende de educação midiática, políticas públicas e cooperação entre Estado, sociedade civil e plataformas. Fonte: Adaptado de G1 TEXTO IV – A responsabilização dos casos de xenofobia no ambiente cibernético e a validade das provas digitais O termo xenofobia tem origem grega: xénos (“estrangeiro”) e phóbos (“medo”), e designa o ódio, rejeição ou violência contra estrangeiros ou pessoas de outras regiões. No Brasil, esse tipo de discriminação tem crescido, especialmente no meio digital, afetando tanto imigrantes quanto brasileiros que sofrem preconceito por origem regional, como os nordestinos. Segundo a Agência Brasil (2021), o número de imigrantes no país aumentou 24,4% entre 2011 e 2020, chegando a 1,3 milhão de pessoas, especialmente do Haiti, Venezuela e Colômbia. A

O que priorizar faltando 30 dias para o ENEM? Com apenas um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio, a estratégia ideal não é aprender tudo de última hora, mas sim consolidar o que já foi estudado.Nessa fase, priorize: Quais matérias revisar faltando 30 dias para o ENEM? O foco deve estar nos conteúdos de alta recorrência no exame. Matemática 💡 Concentre-se nas questões mais fáceis, que valem muito pela TRI. Redação Linguagens Ciências Humanas Ciências da Natureza Vale a pena fazer simulados a um mês do ENEM? Sim, essa é a melhor estratégia. Os simulados ajudam a controlar o tempo de prova e a treinar a resistência física e mental. Como cuidar da saúde física e mental na reta final? O aprendizado só se consolida com corpo e mente equilibrados. Como treinar redação faltando 30 dias para o ENEM? A redação pode ser o diferencial na sua aprovação. Por isso, o treino precisa ser intensificado agora. Conclusão: como estudar no último mês antes do ENEM? Em resumo, faltando 30 dias para o ENEM, o segredo não é quantidade, mas qualidade do estudo. Com organização e foco, esse período pode ser decisivo para alcançar uma nota acima de 900 na redação e o desempenho esperado nas provas objetivas.

O que é o Dia da Promulgação da Constituição (5 de outubro) e por que isso importa na redação? Em 5 de outubro de 1988, o Brasil promulgou a Constituição Federal, chamada de Constituição Cidadã por ter consolidado garantias democráticas após o regime militar: liberdade de expressão, criminalização do racismo, proibição da tortura, fortalecimento dos direitos e garantias fundamentais, entre outros. Além de marcar a redemocratização, a data evidencia que a CF/88 é a norma de maior hierarquia do país. Portanto, usá-la como repertório legitimado na redação é ao mesmo tempo atual, pertinente e estratégico. Pode usar a Constituição Federal na redação? Sim, pode — e deve. A CF/88 sustenta direitos em educação, saúde, meio ambiente, cidadania, economia e tecnologia, encaixando-se em inúmeros temas. O que não pode é: usar de forma genérica (“todos têm direitos”), inventar artigos, distorcer o conteúdo ou copiar trechos dos textos motivadores. Como usar a Constituição Federal em redação? Use sempre com precisão e vínculo ao tema: Mini-exemplo (meio ambiente): “O art. 225 assegura o direito ao meio ambiente equilibrado; sem fiscalização e educação ambiental eficazes, a degradação avança e prejudica a saúde coletiva.” Posso usar a Constituição Federal na minha redação em 2025? Sim. A CF/88 segue vigente e é base dos direitos. Em 2025, sua citação continua plenamente aceita e valorizada quando pertinente e correta. Como citar a Constituição Federal no texto? 1) Citação explícita do artigo “De acordo com o artigo 205 da Constituição Federal, a educação é direito de todos e dever do Estado e da família.” 2) Parafraseando o princípio constitucional “A Constituição de 1988 estabelece a saúde como direito universal, devendo ser garantida por políticas públicas.” Transição: Em ambos os casos, evite generalidades: articule artigo + problema + consequência. Quais são os principais artigos da CF/88 para usar na redação (por eixo)? Exemplo de introdução (ENEM) — bem detalhado, com repertório, contexto e tese Tema: “Desigualdade educacional no Brasil e seus impactos na cidadania” “Promulgada em 5 de outubro de 1988, a Constituição Cidadã consolidou a educação como direito de todos e dever do Estado e da família (art. 205), orientando-a para o pleno desenvolvimento da pessoa e para o exercício da cidadania. Contudo, a realidade brasileira ainda apresenta desigualdades de acesso, permanência e aprendizagem, visíveis em altas taxas de evasão, diferenças regionais e insuficiência de infraestrutura escolar. Nesse sentido, dois fatores estruturam o problema: a fragilidade de políticas públicas de garantia de permanência (como transporte e alimentação escolar adequados) e a falta de gestão pedagógica orientada por equidade, o que inviabiliza a materialização do mandamento constitucional e compromete a formação cidadã.” Exemplo de desenvolvimento 1 — meio ambiente (com tópico frasal antes da CF) “Dessa forma, é válido ressaltar a insuficiência da educação ambiental e da fiscalização como vetores da degradação ecológica nas cidades e no campo. Em seguida, a Constituição Federal, em seu art. 225, assegura o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e impõe ao poder público e à coletividade o dever de preservá-lo — o que, na prática, exige planejamento urbano ambiental, saneamento, controle de emissões e combate ao desmatamento. Logo, quando a governança ambiental é frágil e a participação social é baixa, viola-se um direito fundamental e amplia-se o risco sanitário e climático. Portanto, políticas de fiscalização inteligente (uso de dados e satélites), educação ambiental transversal no currículo e responsabilização efetiva por danos tornariam exequível o comando constitucional, reduzindo a pressão sobre ecossistemas e melhorando a qualidade de vida.” Exemplo de desenvolvimento 2 — proteção de dados e tecnologia (com tópico frasal antes da CF) “Paralelamente, destaca-se a expansão acelerada do ambiente digital sem a devida cultura de privacidade, o que expõe estudantes e cidadãos a riscos de vazamentos e manipulação informacional. Em complemento, a EC 115/2022 incluiu na CF/88 o art. 5º, LXXIX, elevando a proteção de dados pessoais à condição de direito fundamental, além de o art. 21, XXVI indicar a competência da União para organizar a proteção de dados. Assim, em temas de cidadania digital e desinformação, a referência constitucional legitima a defesa de alfabetização midiática, governança de dados no setor público, transparência algorítmica e responsabilização de agentes que violarem a privacidade, concretizando o princípio de que a inovação deve caminhar com direitos fundamentais.” Conclusão (texto corrido, reforçando tudo) No Dia da Constituição (5 de outubro), vale reafirmar: a Constituição Federal de 1988 pode — e deve — ser usada na redação como repertório legitimado porque ocupa o topo da hierarquia normativa e orienta direitos fundamentais que atravessam educação, saúde, meio ambiente, cidadania, economia e tecnologia. Para obter ganho real de qualidade textual, o estudante precisa citar artigos específicos (por exemplo, art. 205 para educação, art. 196 para saúde, art. 225 para meio ambiente, art. 170 para ordem econômica, art. 6º para direitos sociais e art. 5º, LXXIX para proteção de dados), conectando-os diretamente ao problema proposto e explicando a consequência prática do descumprimento, preferencialmente indicando caminhos de efetivação (políticas públicas, governança, fiscalização, educação, participação social). Ao fazer isso, evita-se o erro da generalidade (“a CF garante direitos”) e demonstra-se domínio crítico da realidade brasileira, o que fortalece a argumentação, melhora a coerência do texto e potencializa uma nota alta tanto no ENEM quanto em vestibulares e concursos.

Hoje, 3 de novembro de 2025, o Inep disponibilizou a Cartilha do Participante do Enem 2025, documento oficial que reúne todas as orientações para a redação. A prova está marcada para o dia 9 de novembro, ou seja, falta menos de um mês para que milhões de estudantes enfrentem um dos momentos mais decisivos do exame. Neste guia, você vai encontrar as principais respostas sobre a cartilha: o que mudou, o que é repertório de bolso, se pode ou não usar modelo pronto de redação, quais repertórios valem a pena e como se preparar com a plataforma que mais aprova em redação, o Redação Online. O que é a Cartilha do Enem 2025? A cartilha é o documento que explica como a redação será avaliada, quais são as cinco competências, os critérios de correção e exemplos de redações nota 1000. É leitura obrigatória para qualquer candidato, pois mostra exatamente o que os corretores vão exigir no dia da prova. Além disso, traz novidades importantes, como o reforço sobre o repertório de bolso e orientações detalhadas sobre propostas de intervenção que respeitem os direitos humanos. O que são os repertórios de bolso? O Inep explica que “repertório de bolso” são aquelas citações ou referências decoradas e usadas de forma genérica, sem relação real com o tema da prova.📌 Por exemplo: citar a obra Utopia, de Thomas More, em qualquer tema, sem contextualizar sua crítica histórica, é considerado repertório de bolso. Isso pode prejudicar a sua nota, já que não demonstra autoria nem produtividade na Competência II. 👉 Como evitar? Fonte: Cartilha do Enem 2025 O que posso usar como repertório na redação do Enem? Segundo a Cartilha do Participante 2025, você pode mobilizar diferentes tipos de repertório, desde que sejam legítimos, pertinentes e produtivos: 👉 O mais importante: o repertório deve estar integrado ao argumento, e não apenas citado de forma solta. Quais são os critérios de correção da redação do Enem 2025? A redação será corrigida com base em cinco competências, cada uma valendo até 200 pontos: Fonte: Cartilha do Enem 2025 👉 Cada redação é corrigida por dois avaliadores independentes, graduados em Letras ou Linguística. Onde baixar a Cartilha do Enem 2025? Você pode acessar todas as versões no site oficial do Inep: 👉 Baixe a cartilha oficial aqui Como treinar para a redação do Enem 2025? A cartilha mostra o que será cobrado, mas é na prática que você garante sua evolução. ✅ No Redação Online, você encontra: Conclusão A Cartilha do Participante ENEM 2025 é o seu mapa para conquistar uma nota alta na redação. Ela mostra o que evitar (como os repertórios de bolso), o que valorizar (repertórios legítimos e produtivos), como estruturar seu texto e como apresentar uma proposta de intervenção dentro dos critérios de direitos humanos. 📌 Com menos de um mês para o exame, é hora de unir teoria e prática. Leia a cartilha, conheça os critérios e venha treinar com quem mais aprova: o Redação Online.

O romance São Bernardo (1934), de Graciliano Ramos, é uma das obras mais significativas do Modernismo brasileiro e leitura obrigatória na UFSC 2026. Narrado em primeira pessoa por Paulo Honório, um fazendeiro que reconstrói sua própria vida, o livro combina crítica social e realismo psicológico em uma história de ambição, opressão e solidão. Por isso, compreender a obra é indispensável tanto para provas de literatura quanto como repertório sociocultural para redações do ENEM, vestibulares e concursos. O que aborda o livro São Bernardo de Graciliano Ramos? O livro aborda principalmente: Além disso, a narrativa revela como o protagonista, obcecado pela posse e pelo controle, sacrifica afetos e termina em solidão. São Bernardo livro sinopse A obra conta a trajetória de Paulo Honório, homem de origem humilde que conquista a fazenda São Bernardo com astúcia e crueldade. Ao se casar com Madalena, professora culta e sensível, o protagonista entra em conflito com sua visão materialista de mundo. A relação marcada por ciúme e opressão leva Madalena ao suicídio. No fim, Paulo Honório revisita sua vida e descobre que todo o poder que acumulou não lhe trouxe felicidade, mas apenas solidão e arrependimento. Qual é o enredo do romance São Bernardo? O enredo é conduzido pelas memórias do próprio Paulo Honório. Principais momentos do enredo: Esse percurso transforma o romance em uma reflexão sobre os limites da ambição e a falência dos vínculos humanos. Quem narra São Bernardo? O narrador é o próprio Paulo Honório, protagonista da história. A escolha da narrativa em primeira pessoa permite ao leitor acompanhar seus pensamentos, justificativas e arrependimentos. O tom memorialista torna o relato subjetivo, pois é reconstruído segundo a visão de quem conta. Esse recurso aproxima São Bernardo de obras como Dom Casmurro, de Machado de Assis, em que a memória do narrador molda toda a narrativa. Quais os personagens do livro São Bernardo? Esses personagens simbolizam o choque entre valores materiais e éticos, destacando a incapacidade de Paulo Honório de cultivar relações afetivas. Qual a característica marcante da obra de Graciliano Ramos? A obra é marcada por: Esses traços fazem de Graciliano Ramos um dos maiores nomes da literatura brasileira, cuja escrita permanece atual. Quem é Graciliano Ramos? Graciliano Ramos (1892–1953) foi escritor, jornalista e político brasileiro, nascido em Alagoas. Considerado um dos principais autores da Geração de 30, destacou-se por unir crítica social e realismo psicológico. Suas obras mais conhecidas incluem: Como usar São Bernardo na redação? São Bernardo pode ser aplicado como repertório em temas de redação relacionados a: Exemplo de introdução no padrão ENEM “Em 1934, Graciliano Ramos publicou o romance São Bernardo, no qual narra a trajetória de Paulo Honório, fazendeiro obcecado pelo poder que sacrifica suas relações pessoais em nome do sucesso. Essa obra, marcada pelo realismo psicológico e pela crítica social, denuncia como a ambição desmedida pode corroer vínculos humanos, aspecto ainda visível no Brasil contemporâneo, onde desigualdades estruturais e a lógica da competitividade fragilizam as relações sociais. Nesse contexto, dois fatores sustentam essa problemática: a degradação dos laços interpessoais pela busca incessante por ascensão e a ausência de políticas públicas que priorizem a dignidade humana.” Conclusão Em resumo, São Bernardo é uma obra essencial da literatura brasileira, pois une denúncia social e realismo psicológico em uma narrativa introspectiva e intensa. Além de leitura obrigatória em vestibulares como a UFSC 2026, é também um repertório poderoso para a redação, permitindo discutir desigualdade, ambição, solidão e opressão.

O consumo abusivo de bebidas alcoólicas, embora normalizado em grande parte das interações sociais, traz consequências severas para a saúde pública, para as famílias e para a sociedade em geral. Dados da 7ª edição do anuário Álcool e a Saúde dos Brasileiros: Panorama 2025, elaborado pelo CISA com base em informações do Datasus e do IBGE, apontam que quatro pessoas são hospitalizadas por hora em razão do alcoolismo e que o transtorno está associado a 10,5% das mortes registradas no país. Ainda que a maior parte das vítimas fatais seja composta por homens (90,9%), observa-se também o crescimento da participação feminina nos casos de internações. Além do impacto direto na saúde, o uso nocivo do álcool desencadeia problemas familiares e sociais, como o aumento de casos de violência doméstica, acidentes de trânsito e abandono de vínculos afetivos. Nesse sentido, compreender os efeitos sociais e familiares dessa prática é indispensável para a construção de políticas públicas eficazes e para debates em provas como o ENEM, vestibulares e concursos, que frequentemente abordam temas ligados à saúde coletiva e cidadania. Texto Motivador I Internações por alcoolismo crescem no país: 4 pessoas são hospitalizadas por hora O alcoolismo, também chamado de transtorno por uso de álcool, é responsável por 10,5% das mortes associadas ao uso de álcool no Brasil e faz 21 vítimas fatais por dia. Entre 2022 e 2023, houve um aumento de 2,8% no número de hospitalizações — quatro pessoas são hospitalizadas por hora no país por esta causa. Homens representam 86,4% dos hospitalizados, mas observa-se um aumento gradual de mulheres internadas. A pesquisa ainda aponta que os efeitos do uso nocivo de álcool vão desde acidentes de trânsito e violência até doenças crônicas agravadas em faixas etárias mais avançadas. Fonte adaptada: g1 Texto Motivador II Beber álcool aumenta risco de demência mesmo quando o consumo é pequeno, aponta estudo de Oxford Um estudo internacional conduzido pela Universidade de Oxford e publicado na revista BMJ Evidence Based Medicine revelou que não existe nível seguro de consumo de álcool para o cérebro. Analisando dados de mais de 2,4 milhões de pessoas nos EUA e Reino Unido, os pesquisadores demonstraram que mesmo pequenas doses aumentam gradativamente o risco de desenvolver demência. Durante anos, acreditava-se que o consumo moderado poderia proteger a saúde cerebral. No entanto, os cientistas identificaram que essa impressão se devia a um engano estatístico conhecido como “causalidade reversa”, já que indivíduos com início de sintomas de demência tendem a reduzir espontaneamente o consumo de álcool. Os dados mostram que: Para os pesquisadores, a conclusão é clara: reduzir o consumo de álcool é uma medida fundamental de prevenção contra doenças neurodegenerativas, o que reforça a necessidade de políticas públicas de conscientização. Fonte adaptada: g1 Texto Motivador III Viva melhor, beba menos De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o uso nocivo do álcool é um problema de saúde pública global que impacta diretamente a vida individual, familiar e social. Estima-se que 3 milhões de mortes por ano estejam relacionadas ao consumo abusivo de bebidas alcoólicas, o que representa 5,3% de todas as mortes no mundo. Os efeitos vão muito além da dependência: o álcool está associado a mais de 200 doenças e lesões, incluindo cirrose hepática, diversos tipos de câncer, transtornos mentais e cardiovasculares, além de acidentes de trânsito, suicídios e episódios de violência. Entre os jovens de 20 a 39 anos, cerca de 13,5% das mortes estão relacionadas ao consumo de álcool, revelando que o impacto atinge principalmente a população em idade produtiva. Também existem efeitos sobre terceiros, como familiares, amigos e até desconhecidos, que sofrem com as consequências da violência e da desestruturação familiar causadas pelo abuso da substância. A OMS reforça que medidas como tributação de bebidas, restrição de marketing, limitação da disponibilidade de álcool e ampliação do acesso a tratamento para dependentes são estratégias eficazes para reduzir o problema. Fonte adaptada: OPAS/OMS Texto Motivador IV Conheça os riscos do consumo abusivo de álcool e drogas De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 6% de todas as mortes no mundo estão relacionadas ao uso nocivo do álcool. No Brasil, a taxa de abuso chega a 5,6% da população, evidenciando um problema de saúde pública grave. O consumo excessivo de álcool pode causar danos ao fígado, problemas cardíacos, comprometimento do sistema nervoso e aumento do risco de acidentes. As drogas ilícitas, por sua vez, afetam diretamente o sistema nervoso central, podendo gerar danos cerebrais irreversíveis, transtornos mentais e dependência química. Além dos impactos individuais, o abuso de álcool e drogas compromete a convivência social e familiar, aumentando casos de violência, acidentes de trânsito e custos para o sistema de saúde. Programas de prevenção, apoio psicológico e redes de reabilitação são apontados como fundamentais para reduzir esse impacto. Fonte adaptada: Hospital Sírio-Libanês Repertórios para usar no tema O impacto social e familiar do uso nocivo de álcool na sociedade brasileira Ao abordar esse tema em vestibulares ou concursos, é essencial utilizar repertórios variados que dialoguem com a realidade brasileira e global. Eles servem como comprovação crítica para a sua tese, mostrando conhecimento cultural, jurídico e histórico. Abaixo estão algumas sugestões de livros, filmes, séries, legislações e fatos históricos que podem enriquecer sua redação. Quais livros podem ser usados para abordar o tema? Quais filmes ajudam a refletir sobre os efeitos do alcoolismo? Quais séries podem ser relacionadas ao tema? Quais legislações brasileiras dialogam com o tema? Quais fatos históricos podem ser usados como repertório? Nocivo de álcool na sociedade brasileira? Ao desenvolver os parágrafos de desenvolvimento, é importante estruturar seus argumentos de forma lógica, conectando causa, consequência, repertório e uma possível solução. Veja alguns exemplos que podem fortalecer sua redação: Argumento 1 – A ausência de políticas públicas eficazes no combate ao alcoolismo Argumento 2 – A banalização do consumo de álcool na sociedade brasileira Conclusão sobre o tema O impacto social e familiar do uso nocivo de álcool na sociedade brasileira Diante do exposto, percebe-se que

Se existe uma parte da redação do ENEM que tira o sono dos candidatos, é o desenvolvimento argumentativo. É nele que você mostra se realmente sabe defender um ponto de vista com profundidade, coerência e repertório sociocultural. Não é exagero dizer que o desenvolvimento separa as redações medianas das redações nota 1000. Muitos alunos até conseguem fazer introduções criativas, mas travam na hora de argumentar. Isso porque, além de organizar ideias, é preciso estruturar causas, consequências e soluções de forma consistente. Como desenvolver uma boa argumentação? Uma boa argumentação não nasce do improviso: ela precisa seguir uma estrutura lógica. Pense no parágrafo como uma corrente de ideias: cada elo precisa estar bem conectado. 📌 Estrutura clássica do desenvolvimento: ⚠️ A falha mais comum dos estudantes é “jogar” repertórios sem explicá-los. No ENEM, o corretor espera explicação, análise e vínculo com a tese. Como fazer um desenvolvimento de argumentos? No desenvolvimento, cada parágrafo deve trabalhar um argumento distinto, sempre ligado à tese apresentada na introdução. 📌 Funções dos parágrafos: Esse equilíbrio mostra que o aluno sabe olhar para o tema de diferentes ângulos. 🔎 Exemplo prático:Tema → evasão escolar. O que falar no desenvolvimento 1? No Desenvolvimento 1, você deve: ✅ Exemplo:“Diante desse cenário, observa-se que a negligência governamental compromete o acesso da população a políticas públicas de segurança, o que intensifica a violência urbana.” O que falar no desenvolvimento 2? O Desenvolvimento 2 deve acrescentar uma nova camada de análise. Pode ser: ✅ Exemplo:“Além disso, a desinformação midiática reforça preconceitos sociais e dificulta a formação de uma consciência crítica.” Quais são 5 estratégias argumentativas? Para variar sua redação e evitar repetições, use diferentes estratégias: Essas estratégias dão densidade e credibilidade ao texto. Que palavras devo usar para iniciar uma argumentação? O início de cada parágrafo deve ter coesão. Não comece de forma brusca. Use conectivos que guiem o corretor pela sua linha de raciocínio. Passo a passo para fazer a argumentação perfeita Aqui está o roteiro definitivo: ✅ Exemplo de parágrafo completo “Diante desse cenário, observa-se que a negligência governamental compromete a permanência escolar de milhares de adolescentes brasileiros. Segundo o IBGE, mais de 1,5 milhão de jovens entre 15 e 17 anos estavam fora da escola em 2022, dado que comprova a falta de políticas públicas eficazes de inclusão. Com efeito, a ausência de programas de permanência e apoio socioeconômico gera um quadro alarmante, em que estudantes de famílias vulneráveis abandonam os estudos para ingressar precocemente no mercado de trabalho. Exemplo disso é que, segundo o Unicef, o Brasil registrou aumento de 24% no trabalho infantil durante a pandemia, o que reforça a relação entre desigualdade social e evasão escolar. Essa falha resulta na exclusão social de milhares de jovens, perpetuando o ciclo da pobreza e limitando suas oportunidades de ascensão. Em suma, a ausência de políticas educacionais eficazes aprofunda a desigualdade e reforça a urgência de medidas estatais para garantir o direito à educação.” Conclusão O desenvolvimento é o coração da sua redação. É nele que você mostra: 📌 Resumindo: um parágrafo perfeito tem tópico frasal + repertório + aprofundamento + consequência + fechamento. 👉 No Redação Online, você encontra mais de 1.200 temas de redação para treinar, com correção detalhada em cada competência.Faltam apenas 2 meses para o ENEM. Não deixe a sua argumentação ser o motivo de perder pontos.

Você sabia que 53% dos brasileiros não leem livros? Esse dado foi revelado pela Pesquisa Retratos da Leitura 2024, o estudo mais completo sobre hábitos de leitura no país. Pela primeira vez na série histórica, o número de não-leitores ultrapassou o de leitores. Isso significa que mais de 6,7 milhões de pessoas deixaram de ler nos últimos quatro anos. Esses números escancaram a necessidade urgente de criar espaços que estimulem o gosto pela leitura, formem leitores críticos e ampliem o repertório cultural da sociedade. E uma das formas mais eficazes de mudar esse cenário é por meio dos clubes do livro. O que é um Clube do Livro? Um Clube do Livro é um grupo de pessoas que se reúne — presencialmente ou online — para ler, discutir e compartilhar ideias sobre uma obra escolhida. Funciona como um espaço colaborativo de aprendizado, onde cada leitor contribui com sua perspectiva, tornando a experiência mais rica e significativa. Etapas comuns em um clube do livro: Para que serve o Clube do Livro? Mais do que apenas ler, o clube do livro serve para: Qual é o objetivo de um Clube do Livro? O grande objetivo é formar leitores ativos e críticos. Em tempos de excesso de informação e leituras superficiais, mergulhar em livros e discuti-los em grupo se torna uma prática essencial para fortalecer a interpretação de textos, compreender diferentes realidades e até mesmo preparar-se para provas e vestibulares. Além disso, o clube contribui para a democratização do acesso à leitura, algo fundamental em um país que ainda enfrenta altos índices de analfabetismo funcional. Benefícios de participar de um Clube do Livro ✔️ Descoberta de novas leituras: você entra em contato com clássicos e lançamentos que ampliam sua visão de mundo.✔️ Troca de perspectivas: ouvir a opinião de outros leitores faz você enxergar o livro sob ângulos inéditos.✔️ Desenvolvimento da escrita e da argumentação: ideal para quem vai prestar o ENEM ou vestibulares.✔️ Aprofundamento temático: muitos clubes trabalham obras que dialogam com temas sociais, políticos e culturais.✔️ Motivação e disciplina: a leitura deixa de ser obrigação e vira compromisso coletivo. Clube do Livro e a Redação Se você é estudante, o Clube do Livro pode ser seu maior aliado na redação. Isso porque: Exemplo: ao ler “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus (escritora), você pode relacionar a realidade da fome e da exclusão social com temas como desigualdade urbana e negligência estatal. O Clube do Livro do Redação Online No Redação Online, o Clube do Livro foi criado para aproximar leitura e redação, oferecendo uma experiência única:📚 Análises completas das obras obrigatórias de vestibulares como Unicamp, Fuvest, UERJ e UFSC. 🎯 Aplicação direta em redações com exemplos de uso de repertório🎁 Sorteios de livros exclusivos para os participantes👩🏫 Mediação pedagógica com especialistas da nossa equipe🌐 Ambiente online organizado, para você participar de qualquer lugar Conclusão Diante do cenário preocupante revelado pela Pesquisa Retratos da Leitura 2024, fica evidente que precisamos repensar nossos hábitos de leitura. Participar de um Clube do Livro é uma forma prática, prazerosa e transformadora de mudar essa realidade. Além de ampliar seu repertório cultural e crítico, você também fortalece sua preparação para redações nota 1000 e vestibulares.

Quando pensamos em direitos fundamentais assegurados pela Constituição de 1988, como saúde, educação e dignidade humana, é inevitável refletir sobre grupos sociais que permanecem invisíveis diante das políticas públicas. Entre eles, estão as crianças nascidas em presídios femininos, cuja realidade ainda é marcada pela negligência do Estado e pelo abandono social. Esse tema vem ganhando relevância tanto em debates acadêmicos quanto em provas de vestibulares e concursos, uma vez que articula discussões sobre direitos humanos, sistema prisional, infância e cidadania. Ao trazer dados, legislações e casos emblemáticos, é possível construir argumentos consistentes sobre os desafios enfrentados por essas crianças e sobre a responsabilidade do poder público em garantir sua proteção. Dessa forma, analisar a invisibilidade das crianças nascidas em presídios femininos torna-se essencial para compreender como a violação de direitos perpetua desigualdades e compromete o futuro de gerações que já iniciam a vida em condições de extrema vulnerabilidade. Texto 1 – Invisibilidade das crianças nascidas nos Presídios Femininos A realidade das crianças que nascem em presídios femininos no Brasil é marcada pela invisibilidade e pelo abandono. Essas crianças, muitas vezes esquecidas pelo sistema carcerário e pela sociedade, enfrentam desafios significativos que afetam seu desenvolvimento físico, emocional e social. Este artigo busca explorar os problemas por elas enfrentados e as possíveis soluções para garantir seus direitos fundamentais e a promoção de sua inclusão na sociedade. Com efeito, as crianças nascidas nos presídios femininos são frequentemente privadas do indispensável convívio com suas mães por conta dos cuidados essenciais que necessitam. A superlotação e as condições precárias dos presídios dificultam o acesso a cuidados médicos adequados durante a gravidez e o parto, resultando em complicações para os bebês. Além disso, a falta de estrutura para o cuidado infantil dentro das unidades prisionais impede o acesso a serviços básicos, como vacinação e acompanhamento pediátrico. Há, na verdade, uma série de desafios que vão além da falta de assistência e cuidados médicos. A ausência de políticas eficazes para proteger seus direitos resulta em uma marginalização ainda maior. Muitas vezes, essas crianças são deixadas à margem do sistema de assistência social e não recebem o apoio necessário para garantir seu bem-estar e desenvolvimento saudável. A estigmatização e o preconceito enfrentados por suas mães também inviabilizam sua integração social após a saída da prisão. Um exemplo emblemático é o de Luca, um bebê que apanhou da polícia enquanto estava nos braços de sua mãe. O caso ilustra a dura realidade enfrentada por essas crianças. Luca, que cumpria pena com a mãe na Unidade Materno-Infantil da Penitenciária de Ananindeua, no Pará, sofreu traumas que afetaram seu desenvolvimento psicológico. Histórias como a dele são comuns e revelam a necessidade urgente de mudanças no sistema prisional e nas políticas públicas. Para combater a invisibilidade dessas crianças, é preciso a implementação de políticas públicas que garantam seus direitos fundamentais de forma a assegurar-lhes a inclusão social. Isso inclui a criação de unidades materno-infantis dentro das prisões, com estrutura adequada para o cuidado das mães e de seus bebês, bem como o desenvolvimento de programas de acompanhamento psicossocial e educação para essas crianças e suas famílias. A invisibilidade, portanto, das crianças nascidas em presídios femininos é um reflexo da falha do Estado em garantir seus direitos fundamentais com vistas à promoção da inclusão na sociedade. É essencial, em consequência, que sejam adotadas medidas eficazes para proteger essas crianças e garantindo-lhes seu desenvolvimento saudável e o pleno exercício da cidadania. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais justa e inclusiva para todas as crianças, independentemente de sua origem ou situação familiar. Fonte: O Estado CE Texto 2 – Quais os dilemas da convivência entre mães e filhos dentro do sistema prisional? A presença da criança no ambiente prisional pode, de um lado, amenizar o sentimento de abandono das mulheres e oferecer um apoio emocional durante a pena. Ter o filho ao lado funciona como companhia, gera afeto e até afasta algumas presas de situações de violência ou uso de drogas. No entanto, como conciliar esse convívio com as privações impostas pelo cárcere? Se, por um lado, a mãe encontra forças em estar com o bebê, por outro, a criança perde o direito ao convívio social mais amplo, à cultura familiar e a interações essenciais para seu desenvolvimento. Além disso, as unidades prisionais ainda enfrentam graves problemas estruturais, como a falta de acompanhamento médico adequado e a precariedade de espaços infantis. Outro paradoxo surge no exercício da maternidade: apesar de estarem com os filhos, muitas mulheres relatam sentir-se “mães pela metade”. A rotina do presídio limita gestos simples, como oferecer colo, fundamentais para a criação de vínculos afetivos. A ausência desse contato pode gerar insegurança e medo em muitas crianças no momento de interagir com outras pessoas. Essas contradições mostram como é complexo pensar a permanência da criança junto da mãe em unidades materno-infantis. Afinal, como equilibrar os benefícios do contato direto com as limitações impostas pelo sistema penitenciário? Esse dilema reforça a urgência de políticas públicas que garantam condições dignas, respeitem a autoridade materna e assegurem o pleno desenvolvimento infantil. Fonte adaptada: Educação & Sociedade – FCC Texto 3 – Quais os impactos do encarceramento na primeira infância e no desenvolvimento das crianças? O período da primeira infância, que vai da gestação até os seis anos de idade, é considerado crucial para o desenvolvimento humano. É nessa fase que o cérebro mais se estrutura e que o vínculo com a mãe, por meio da convivência e da amamentação, se torna essencial para a saúde física e emocional da criança. No entanto, como assegurar esse direito quando o nascimento acontece dentro do cárcere? A legislação brasileira determina que os bebês permaneçam com suas mães até os seis meses de vida para a amamentação, mas o ambiente prisional oferece condições muito diferentes das necessárias para garantir o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, previsto na Constituição de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Pesquisas mostram que o encarceramento durante a gestação já impõe traumas ao desenvolvimento: gestantes presas