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Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

A prova da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) trouxe, em 2026, um dos temas mais discutidos do ano: “Impactos da exposição digital excessiva no desenvolvimento de crianças e adolescentes brasileiros”.O texto deveria seguir o gênero dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, avaliando domínio do tema, clareza argumentativa, criatividade, seletividade de informações e norma padrão. Assim como nos anos anteriores, a UESB reforçou sua característica de cobrar temas sociais complexos, associados a políticas públicas e impactos cognitivos.E, mais uma vez, o Redação Online antecipou o tema em diversas publicações oficiais, confirmando nossa posição como a plataforma número 1 em acertos de temas de vestibulares e ENEM. Entendendo o Tema da Redação UESB 2026 A banca exigia que o candidato analisasse efeitos concretos da hiperexposição digital, considerando: A palavra-chave, “excessiva”, orientava o candidato a discutir o uso acima do saudável, indo além do consumo tecnológico cotidiano. Análise profunda dos textos motivadores 1. Texto sobre crianças, adolescentes e telas Apresentava bases científicas sobre desenvolvimento físico, emocional e psicossocial, indicando prejuízos como: Esse texto guiava o candidato para impactos cognitivos e emocionais, além de destacar direitos previstos no ECA. 2. Infográfico TIC Kids Online Com números expressivos (88% com perfil digital; 82% consumindo vídeos), fortalecia discussões sobre: 3. Matéria sobre adultização digital Evidenciava como algoritmos, monetização e busca por visibilidade levam crianças e adolescentes a vivenciarem experiências adultas precocemente.Tema conectado à: 4. Reportagem explicativa da UESB A própria universidade destacou três pilares fundamentais: E reforçou que a família não consegue atuar sozinha, sendo necessária regulação pública e políticas intersetoriais. Como o Redação Online trabalhou esse tema antes da prova Durante todo o ano, publicamos análises que cobriram exatamente os aspectos cobrados na UESB 2026: 1. Superexposição e saúde mental dos adolescentes 🔗https://redacaonline.com.br/blog/os-impactos-da-superexposicao-na-internet-sobre-a-saude-mental-dos-adolescentes-tema-de-redacao/ 2. Sharenting e riscos de exposição infantil (Conteúdo incluído no post acima) 3. Algoritmos, viralização e pressão estética (Outro eixo central presente no mesmo post) 4. “Chupeta digital”: impactos cognitivos e emocionais em crianças menores 🔗https://redacaonline.com.br/blog/chupeta-digital-impactos-do-uso-excessivo-de-telas-no-desenvolvimento-cognitivo-e-social-das-criancas-tema-de-redacao/ 5. Proibição do uso de celulares em escolas: regulação e proteção 🔗https://redacaonline.com.br/blog/proibicao-do-uso-de-celulares-nas-escolas-tema-de-redacao/ Essas publicações anteciparam todos os pilares exigidos pela banca, incluindo neurodesenvolvimento, regulação estatal, exposição precoce, economia da atenção, saúde mental e riscos algorítmicos. Como estruturar a redação (20–30 linhas) Introdução Contextualize o aumento do tempo de tela e os impactos comprovados pela neurociência.Apresente a tese destacando que a hiperexposição compromete o desenvolvimento integral e exige políticas públicas articuladas. Desenvolvimento 1 — Impactos cognitivos e emocionais Trabalhe: Conectivo recomendável: Em primeiro lugar,. Desenvolvimento 2 — Algoritmos, adultização e responsabilidade coletiva Discuta: Conectivo recomendável: Além disso,. Conclusão Retome os impactos e proponha: Repertórios socioculturais possíveis Esses repertórios dialogam diretamente com os textos motivadores da banca. Como se preparar para a UESB 2027 A tendência da universidade é cobrar temas: Para se preparar com segurança: 1. Treine semanalmente com correções em até 24h A avaliação rápida acelera seu progresso. 2. Estude com cursos completos para vestibulares Oferecemos trilhas exclusivas: 3. Acesse o banco de +1200 temas Com atualizações diárias e temas inéditos alinhados às bancas. 4. Utilize o Clube do Livro Com análises de obras cobradas em grandes vestibulares. 5. Pratique com propostas autorais focadas em tecnologia, saúde mental e políticas sociais Os três grandes eixos da UESB. Conclusão A redação da UESB 2026 confirmou uma cobrança densa e atual sobre exposição digital e desenvolvimento infantojuvenil. O candidato precisava articular evidências científicas, políticas públicas e impactos psicossociais, além de demonstrar domínio do gênero TDA. O Redação Online, ao longo de 2025, antecipou integralmente esse eixo temático — trabalhando superexposição, saúde mental, sharenting, chupeta digital, políticas de regulação e economia da atenção.Por isso, nossos alunos chegaram preparados e com vantagem competitiva. 🎯 Garanta sua preparação completa para a UESB 2027 e demais vestibulares.

A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir

A presença intensiva das redes sociais na vida cotidiana transformou a forma como informações sobre saúde circulam na sociedade brasileira. No contexto das campanhas de vacinação, esse fenômeno exerce influência direta na adesão ou rejeição da população aos imunizantes. Plataformas digitais, que poderiam fortalecer a comunicação científica, também se tornam ambientes onde boatos, interpretações equivocadas e conteúdos enganosos se espalham rapidamente, ampliando a hesitação vacinal e contribuindo para a queda da cobertura em diferentes regiões do país. Órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde, têm intensificado ações de enfrentamento à desinformação, reforçando a segurança dos imunizantes e a necessidade de manter altas taxas de vacinação para evitar surtos de doenças já controladas. Da mesma forma, instituições científicas, como o Instituto Butantan, atuam para corrigir afirmações falsas que comprometem a confiança da população em vacinas seguras e comprovadas. Compreender esse cenário é fundamental para estudantes que se preparam para redações de ENEM, vestibulares e concursos, cujas propostas frequentemente envolvem temas relacionados à saúde coletiva, cidadania e responsabilidade informacional. A seguir, apresentamos textos motivadores que aprofundam a discussão e auxiliam na construção de uma argumentação sólida sobre o tema. Textos motivadores sobre campanhas de vacinação Texto 1 – Vacinas salvam vidas Quais informações oficiais esclarecem boatos sobre vacinas e destacam a importância da imunização? Publicações recentes do Ministério da Saúde reforçam que as vacinas são uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças graves e reduzir a mortalidade, especialmente entre crianças. A pasta alerta que a queda na cobertura vacinal tem sido influenciada pela circulação de desinformação nas redes sociais, o que compromete a proteção coletiva e facilita o retorno de doenças como sarampo e poliomielite. Entre os boatos mais difundidos está a falsa associação entre vacinas e transtorno do espectro autista, originada por um estudo fraudulento de 1998, posteriormente retirado por má conduta ética e falta de rigor científico. O Ministério esclarece que não existe evidência que comprove essa relação e destaca que os imunizantes distribuídos pelo Sistema Único de Saúde são seguros, passam por análises rigorosas e têm eficácia comprovada. Fonte: Ministério da Saúde– @minsaude. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude Texto 2 – Butantan reage a boatos sobre HPV e reforça eficácia da vacina distribuída pelo SUS Como instituições científicas respondem à desinformação e reforçam a segurança da vacina contra HPV? O Instituto Butantan publicou uma nota oficial para combater informações falsas que circulam sobre a vacina do HPV, fundamental para prevenir cânceres como os de colo do útero, pênis, orofaringe e ânus. Mesmo sendo segura, eficaz e distribuída gratuitamente pelo SUS, a vacina ainda enfrenta resistência por causa de boatos que associam o imunizante a infertilidade, trombose, reações graves ou início precoce da vida sexual. Especialistas afirmam que essas alegações não têm qualquer embasamento científico. O imunizante é composto por partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, tornando impossível que cause infecção ou câncer. Evidências internacionais, como um estudo dinamarquês com mais de 500 mil mulheres, confirmam não haver aumento no risco de trombose ou outros efeitos graves. O Butantan também destaca a importância da vacinação masculina, que reduz a circulação do vírus e fortalece a proteção coletiva. Fonte: Infomoney. Texto 3 – Brasileiros ainda deixam de se vacinar por medo e desinformação, revela pesquisa desenvolvida pelo CNMP Como pesquisas nacionais explicam o impacto do medo e da desinformação na queda da vacinação no Brasil? O Conselho Nacional do Ministério Público, em parceria com a Universidade Santo Amaro e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgou o Estudo sobre Consciência Vacinal no Brasil, uma análise aprofundada das percepções e atitudes da população diante das vacinas do Plano Nacional de Imunizações. A pesquisa, realizada entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro de 2024 e aplicada a três mil pessoas de todas as regiões do país, revela que o medo e a desinformação exercem influência direta sobre o comportamento vacinal. Segundo o levantamento, ao menos 1 em cada 5 brasileiros (20%) já deixou de se vacinar ou de vacinar uma criança após ler uma notícia negativa em plataformas digitais. Além disso, 27% dos participantes afirmaram ter medo de reações adversas e 66% desses receiam efeitos colaterais graves. Apesar das dúvidas, a confiança nas vacinas permanece predominante: 72% dos entrevistados afirmam confiar na segurança e eficácia dos imunizantes, enquanto 90% os consideram importantes para a saúde individual, familiar e comunitária. Ainda assim, os dados mostram que grupos com menor escolaridade, renda mais baixa ou pertencentes a alguns segmentos religiosos demonstram índices menores de confiança. A pesquisa também aponta que 74% da população apoia a inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário nacional de vacinação e considera que pais e responsáveis devem ser obrigados a seguir o calendário vacinal básico do Ministério da Saúde. Outro achado significativo é que 77% dos entrevistados que usam redes sociais e aplicativos de mensagens afirmam ter identificado fake news sobre vacinas nessas plataformas e defendem a regulação legal das redes com possibilidade de punição para quem espalha conteúdos falsos. O estudo conclui que, embora haja confiança científica generalizada, persistem barreiras como medo, desconhecimento, circulação de informações enganosas e dificuldades logísticas de acesso às vacinas, como indisponibilidade de imunizantes ou tempo de espera prolongado nas unidades de saúde. Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Texto 4 – Fake news sobre vacinas: entenda os perigos da desinformação Como conteúdos enganosos nas redes sociais distorcem evidências científicas e prejudicam a confiança na vacinação? Uma publicação que circula nas redes sociais e um livro recentemente lançado na internet têm disseminado informações falsas sobre a segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19. Esses conteúdos apresentam alegações infundadas, como supostas falhas nos ensaios clínicos da Pfizer e a criação de uma doença inexistente chamada Doença CoVax, termo que não aparece em nenhuma literatura científica reconhecida. Especialistas alertam que tais narrativas distorcem dados, geram medo e podem comprometer a adesão da população à imunização. O vídeo que circula no Instagram, já com milhares de visualizações, promove um livro que afirma, sem qualquer embasamento científico, que a vacina

A linguagem simples se tornou obrigatória em todo o país após a sanção da Lei 15.263/2025, que exige comunicação clara nos órgãos públicos. Essa mudança impacta diretamente o acesso à informação, a transparência do Estado e a participação social. Para quem se prepara para ENEM, vestibulares e concursos, compreender como a linguagem simples reduz barreiras burocráticas e torna os serviços públicos mais compreensíveis é essencial. Assim, antes de analisar os desafios dessa política, é preciso entender o que ela determina. Textos motivadores que ajudam a compreender a temática sobre a linguagem simples Texto I — Conceito e contexto A Lei 15.263, sancionada em novembro de 2025, torna obrigatória a Linguagem Simples em todas as comunicações de órgãos públicos federais, estaduais, distritais e municipais. Segundo a norma, Linguagem Simples é o conjunto de técnicas que garante que qualquer cidadão consiga encontrar, compreender e utilizar informações oficiais com facilidade. A política busca reduzir a dependência de intermediários, diminuir custos administrativos e agilizar o atendimento público. Além disso, pretende ampliar a transparência, fortalecer o acesso à informação e facilitar a participação social, especialmente de pessoas com deficiência. Para isso, a lei determina o uso de frases curtas, vocabulário acessível, listas, tabelas, linguagem inclusiva e formatos adequados para comunidades indígenas quando necessário. A legislação é resultado do PL 6.256/2019 e reforça o compromisso estatal com a democratização da comunicação pública. Fonte adaptada — Agência Senado Texto II — Comunicação pública e organização da informação (ANA) A Agência Nacional de Águas (ANA) afirma que a linguagem simples faz parte do compromisso institucional de comunicar de forma clara, acessível e transparente. A iniciativa busca traduzir a linguagem burocrática típica da administração pública, tornando informações técnicas compreensíveis para todos os cidadãos. Segundo a ANA, a linguagem simples é ao mesmo tempo uma técnica e uma causa social. Ela defende que o acesso aos serviços públicos e o entendimento dos direitos só ocorrem quando a comunicação é objetiva, direta e inclusiva. A agência também destaca que a prática fortalece a cidadania, facilita o acesso à informação e melhora a relação entre Estado e população. Fonte adaptada — Agência Nacional de Águas (ANA) Texto III — Transparência e acessibilidade na comunicação pública (IKHON) A linguagem simples é considerada essencial para a gestão pública porque torna informações oficiais mais claras, acessíveis e transparentes. Segundo especialistas, esse modelo de comunicação facilita o acesso do cidadão aos seus direitos e aos serviços públicos. A técnica envolve organizar ideias de forma objetiva, empática e adequada ao público-alvo. Ela também promove acessibilidade, permitindo que idosos, pessoas com deficiência e grupos com dificuldade de leitura compreendam informações essenciais. O texto em linguagem simples não é necessariamente informal. Ele pode ser formal, desde que utilize frases curtas, vocabulário comum e organização clara das informações. Técnicas como uso de listas, ordem direta e explicação de termos técnicos ampliam a compreensão. Especialistas afirmam que essa abordagem fortalece a participação popular, melhora a transparência governamental e contribui para a democratização da informação. Fonte adaptada — Ikhon Texto IV — Transparência regulatória e participação social (ANTT) A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) afirma que a Política Nacional de Linguagem Simples consolida práticas já adotadas pela instituição. A agência utiliza comunicação clara para aproximar o cidadão das decisões regulatórias. Segundo a ANTT, diretrizes como frases curtas, padronização visual, explicação de termos técnicos e organização lógica das informações tornam o processo regulatório mais acessível. A Resolução 6.020/2023 já incorporava esses princípios em audiências, consultas e reuniões participativas. A linguagem simples também orienta o ParticipANTT, plataforma digital de participação social da agência. O sistema foi criado para facilitar o acesso às informações de transporte e mobilidade. Para a ANTT, a clareza das informações amplia a participação popular e fortalece políticas públicas mais eficazes. A agência reforça que continuará aprimorando documentos e canais digitais para garantir transparência ativa e comunicação acessível a todos os usuários. Fonte adaptada — ANTT Texto V — Charge e crítica ao excesso de linguagem técnica A charge apresenta um cliente utilizando expressões jurídicas complexas para pedir um simples pão na padaria. Termos como data venia e fumus boni iuris criam uma situação absurda, destacando a distância entre a linguagem comum e o “juridiquês”. O padeiro, confuso, responde que tudo isso foi dito apenas para pedir pão de trigo. A imagem critica o uso excessivo de jargões profissionais, que dificultam a comunicação e afastam as pessoas da compreensão básica. A charge reforça a importância da linguagem simples como ferramenta para garantir clareza, acessibilidade e comunicação eficaz, especialmente quando se trata de serviços públicos ou interações cotidianas. Fonte: Charge de comunicação pública Repertórios socioculturais para usar sobre o tema “Como a Linguagem Simples pode ampliar o acesso à informação no Brasil?” A seguir, você encontra repertórios de livros, legislação, filmes, séries, pesquisas, atualidades e charges que podem fundamentar argumentos sobre linguagem simples, transparência pública e acesso à informação. 1. Livros e obras teóricas • Paulo Freire — “Extensão ou Comunicação?” (1971) Freire critica a comunicação autoritária e defende uma comunicação dialógica, baseada na clareza e na participação.Relação com o tema: A linguagem simples aproxima o cidadão do Estado, facilitando o diálogo e reduzindo desigualdades informacionais. • Pierre Bourdieu — “O Poder Simbólico” Bourdieu explica como a linguagem pode reforçar desigualdades de poder.Relação: O uso de jargões técnicos pelo Estado exclui pessoas com menos escolaridade, reforçando a concentração simbólica do poder. • Antônio Fausto Neto — Estudos sobre comunicação pública O autor analisa mediações entre Estado e sociedade.Relação: A linguagem simples atua como mecanismo de mediação que reduz ruídos comunicacionais. 2. Legislações e documentos públicos • Lei 15.263/2025 — Política Nacional de Linguagem Simples Torna obrigatória a comunicação clara em todos os órgãos públicos do Brasil.Aplicação: Repertório perfeito para fundamentar propostas e argumentos. • Lei de Acesso à Informação (LAI — Lei 12.527/2011) Garante transparência ativa e passiva.Relação: A linguagem simples é instrumento para concretizar a LAI. • Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) Prevê acessibilidade comunicacional.Relação: A linguagem simples fortalece a inclusão de grupos com barreiras de leitura.

A redação da Universidade de Brasília (UnB) é uma das mais técnicas e específicas entre os vestibulares públicos do país. Diferentemente do ENEM, ela não exige proposta de intervenção e pode cobrar diferentes gêneros textuais, dependendo se o candidato está no vestibular tradicional ou no PAS (Programa de Avaliação Seriada). Este guia reúne tudo o que você precisa para entender a prova, os critérios de correção, os erros mais comuns e um exemplo real de redação nota máxima. O que é avaliado na redação da UnB? A redação da UnB avalia três pilares centrais: Ao contrário do ENEM, a UnB pode solicitar:– Resumo – Texto dissertativo-argumentativo – Texto expositivo – Texto instrucional – Carta – Propaganda – Texto informativo – Texto argumentativo Cada gênero tem uma estrutura própria e não respeitá-la pode zerar o texto. Qual é o tipo de redação do vestibular da UnB? No vestibular tradicional, a UnB cobra uma redação em prosa, com até 30 linhas, podendo ser: A redação deve ser escrita à mão, com caneta preta e letra legível. A banca avalia: ✔ Macroestrutura ✔ Microestrutura Erros microestruturais são penalizados quantas vezes ocorrerem. Como é a redação do PAS UnB? O PAS UnB é totalmente diferente do vestibular tradicional.Ele avalia o candidato ao longo de três etapas (PAS 1, PAS 2 e PAS 3), sendo que apenas o PAS 3 possui peso máximo para ingresso. A prova do PAS inclui: ✔ Macroestrutura avaliada ✔ Microestrutura avaliada Veja esse vídeo completo sobre a redação da UNB com a professora Chay Quais são as principais regras da redação da UnB? A UnB estabelece regras rígidas. Entre as três regras mais importantes: 1. Respeitar o gênero textual pedido Se o comando solicitar uma carta, resumo ou texto instrucional e o candidato entregar argumentativo, a nota cai drasticamente — podendo zerar. 2. Escrever dentro das 30 linhas Título, se usado, conta como linha escrita. 3. Manter a legibilidade e a norma padrão A banca pune: Quais gêneros podem ser cobrados pela UnB? Segundo o edital, podem aparecer: Ou seja, conhecer apenas o “padrão ENEM” não é suficiente. Qual é a diferença entre o PAS e o vestibular tradicional da UnB? Característica PAS UnB Vestibular UnB Formato Avaliação seriada (3 anos) Prova única Peso da redação Alta (principalmente no PAS 3) Alta Gêneros cobrados Vários (resumo, carta, informativo) Vários Critérios Macro e microestrutura com fórmula Macro e micro, sem fórmula Número de linhas Até 30 Até 30 Tipo textual Variado Variado Penalização Cada erro impacta a nota final Erros descontados qualitativamente Texto base Muito frequente Frequente Quais são os 3 pilares mais importantes da redação da UnB? Como saber qual gênero devo usar? O comando da prova é explícito.Se pedir “redija uma carta”, você deve seguir: Se pedir resumo, deve: Erros recorrentes que tiram ponto na UnB Exemplo REAL de Redação Nota 10 do PAS (transcrição completa) (Ana Karolina – PAS 3 – Cartilha Medicina/TURMA 119) Segundo a filósofa existencialista Simone de Beauvoir, as mulheres devem utilizar a sua liberdade para romper as normas de gênero. Sob esse viés, nos cenários durante e após as guerras, as cidadãs estão presentes a favor de batalhar física e moralmente pelos seus ideais. Portanto, no Brasil e no mundo, a população feminina encara combates com a ótica de melhorar o futuro pós-embates. Nesse ínterim, durante o Brasil Império, Maria Quitéria se tornou um símbolo de resistência ao passo que contribuiu ativamente em prol da igualdade de raça e de gênero, visto que foi uma militar preta. Dessa maneira, apesar da maioria de soldados homens, Maria lutou por seus preceitos em prol de um futuro melhor para sua pátria. Além disso, essa heroína nacional corroborou com os ideais de igualdade de gênero, encorajando outras mulheres a servir aos seus países e a lutar por seus propósitos éticos e morais, os quais são essenciais para as gerações futuras. Assim, em uma batalha predominantemente masculina, Maria Quitéria rompeu paradigmas, trouxe a liberdade de escolha para as brasileiras e brigou pela segurança nacional ativamente. Em paralelo, após a Segunda Guerra Mundial, o globo estava desolado acerca dos sistemas políticos e de suas eficácias. Não obstante, a escritora Hannah Arendt, a qual era judia e sofreu diretamente com o holocausto, escreveu grandiosas obras como “Sobre a Violência”, um ensaio político que reanalisa a forma como poder, política e violência estão entrelaçados. Dessa forma, após encarar uma das maiores atrocidades da história da humanidade, Hannah escreveu livros extremamente importantes para a política contemporânea, os quais proporcionaram um melhor entendimento da sociedade pós-guerra. Logo, o trabalho desempenhado por mulheres como Hannah Arendt assegurou uma perspectiva inovadora para a posterioridade. Em suma, as cidadãs inovam no que tange às guerras, seja durante, seja após elas. Nesse sentido, seus trabalhos inspiraram a humanidade e a transformou positivamente, haja vista que a população feminina lutou, sim, pela liberdade ao longo da história nacional e mundial. Por fim, mesmo que grande parte de militares e acadêmicos sejam homens, mulheres lutam e reafirmam seus valores com o objetivo de garantir um amanhã próspero, tal qual propôs Simone de Beauvoir. Como é o vestibular da UnB? O vestibular da UnB é composto por: 📌 1º dia – 5h de prova 📌 2º dia – 5h de prova A redação é aplicada no 1º dia e vale 10 pontos. Calendário UnB (Vestibular) 2026 Depoimento de uma aluna — Redação 9,7 UnB Conclusão Por fim, a redação da UnB é exigente, técnica e detalhada.Entender o gênero solicitado, dominar a norma padrão e evitar erros microestruturais faz toda a diferença para conquistar nota alta. E, para alcançar esse resultado, o treinamento é essencial.

No domingo, 9 de novembro de 2025, os participantes do ENEM se depararam com um tema que uniu reflexão, atualidade e desafio: “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira.” O Tema da redação ENEM 2025 convidou os candidatos a analisarem como o Brasil lida com o aumento da população idosa e os impactos sociais, econômicos e culturais desse processo.Foi uma oportunidade de discutir o etarismo (preconceito etário), a invisibilidade social, a fragilidade das políticas públicas e a valorização da experiência da pessoa idosa. Por que o termo “perspectivas” surpreendeu os candidatos? Tradicionalmente, o ENEM usa a palavra “desafios” nos temas, orientando o estudante a apontar problemas sociais.Mas, em 2025, a palavra-guia foi “perspectivas” e isso confundiu muitos candidatos. É importante compreender que “perspectivas” não elimina a necessidade de problematizar.A banca ainda exige uma proposta de intervenção, portanto o candidato deve identificar problemas, causas e consequências — mas sob o olhar das visões, tendências e caminhos possíveis para o envelhecimento no Brasil. 👉 Dica prática: mantenha a estrutura clássica do ENEM (problema, causa, consequência e solução), apenas ajustando o foco para as diferentes formas de enxergar o envelhecer no país. Como interpretar o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”? Palavra-guia → Perspectivas Indica diferentes pontos de vista, projeções e olhares críticos sobre o envelhecimento.O texto deve analisar como a sociedade percebe e trata o idoso e quais caminhos podem promover um envelhecimento digno. Sinônimos úteis: olhares, enfoques, abordagens, expectativas, visões. Expressão → Acerca de Significa “sobre” ou “a respeito de”.Mostra que o tema exige reflexão sobre o envelhecimento como fenômeno social — não apenas biológico, mas ligado a saúde, trabalho, renda, cultura e direitos humanos. Assunto principal → Envelhecimento Refere-se ao processo de longevidade populacional e suas implicações sociais.No Brasil, esse fenômeno envolve questões de inclusão, políticas públicas, saúde preventiva e combate ao etarismo. Sinônimos e expressões: envelhecimento populacional, processo de longevidade, maturidade social, terceira idade. Localidade → Na sociedade brasileira Delimita o recorte geográfico e cultural.O texto deve refletir a realidade nacional, incluindo desigualdades regionais, precariedade de políticas públicas e a necessidade de valorização da pessoa idosa. Recortes possíveis: 🚫 O que seria fugir do tema de redação Enem 2025? Mesmo parecendo amplo, o tema exige foco na pessoa idosa e nas condições do envelhecimento no Brasil.Veja exemplos de fuga temática que derrubariam a nota: ❌ Falar apenas sobre juventude ou envelhecimento biológico, sem abordar o aspecto social.❌ Discutir saúde pública de modo genérico, sem foco no idoso.❌ Citar doenças específicas (como Alzheimer) sem vínculo com políticas públicas ou inclusão. ✅ Para atender integralmente ao tema, o texto deve discutir o envelhecimento populacional brasileiro sob diferentes perspectivas sociais, econômicas e culturais, sempre propondo ações de valorização da pessoa idosa. O que dizem os textos motivadores do tema de redação Enem 2025? A coletânea do ENEM 2025 trouxe seis textos complementares, cada um abordando um aspecto essencial da temática. Texto Origem Tipo Contribuição para a redação Texto I IBGE – Censo 2022 Dado estatístico e conceitual Fundamenta a redação com dados sobre o envelhecimento populacional e as mudanças demográficas. Texto II Campanha contra o pictograma da bengala Movimento social / símbolo cultural Propõe nova representação da velhice, estimulando a reflexão sobre o etarismo. Texto III Declarações de Rita Lee e Fernanda Montenegro Opinativo / filosófico Humaniza a velhice como fase de escolhas e dignidade, contrapondo estereótipos. Texto IV G1 (dados econômicos) Dado socioeconômico Mostra que muitos idosos sustentam seus lares, refutando a ideia de dependência. Texto V Clarice Lispector – Onde estivestes de noite Literário e reflexivo Retrata solidão e inutilidade social, fortalecendo argumentos sobre abandono. Texto VI Documentário Quantos dias. Quantas noites Documental / crítico Denuncia desigualdades no envelhecimento e falta de políticas públicas. Quais repertórios socioculturais usar na redação do ENEM 2025? O tema do envelhecimento é um dos mais ricos em repertórios legítimos.Confira produções culturais que podem ser aplicadas diretamente no desenvolvimento da redação: Quer aprender a usar repertórios legítimos nas suas redações? Quais argumentos e propostas poderiam ser usados na redação? Propostas possíveis: Exemplo de redação nota 1000 do tema do ENEM 2025 Confira o modelo completo de redação sobre “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, com repertórios aplicados, estrutura coesa e proposta de intervenção completa. Segundo o IBGE (2024), mais de 15% dos brasileiros têm 60 anos ou mais, e a expectativa é que, até 2050, esse grupo represente um quarto da população. Esse dado evidencia o acelerado processo de envelhecimento populacional no país e a necessidade de repensar políticas públicas voltadas à inclusão e ao bem-estar dessa parcela crescente da sociedade. Entretanto, o Brasil ainda enfrenta desafios estruturais para garantir qualidade de vida e integração social aos idosos, como o preconceito etário e a fragilidade nas políticas de saúde e assistência. Diante disso, é essencial discutir as perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira, analisando tanto os obstáculos culturais quanto os institucionais que perpetuam esse quadro. Diante desse cenário, observa-se que o idadismo, isto é, a discriminação com base na idade, representa um dos principais entraves à valorização da pessoa idosa. Segundo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (2021), o preconceito etário reduz oportunidades, afeta o mercado de trabalho e intensifica a exclusão social. Esse cenário é agravado pela falta de educação geracional, que contribui para a naturalização de estereótipos sobre a velhice. Como consequência, muitos idosos passam a ser vistos como incapazes ou improdutivos, o que fere princípios constitucionais de igualdade e dignidade humana. Logo, é imprescindível que a sociedade adote medidas educativas e midiáticas que estimulem o respeito e a valorização da experiência da pessoa idosa. Ademais, a fragilidade das políticas públicas de cuidado e saúde preventiva limita a garantia de um envelhecimento digno no Brasil. De acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003), o poder público deve assegurar acesso universal e prioritário a serviços de saúde e assistência social. No entanto, na prática, ainda há carência de infraestrutura, profissionais capacitados e políticas efetivas de longo prazo. O filósofo Norberto Bobbio já afirmava que a verdadeira

O primeiro dia do ENEM 2025 acontece neste domingo e marca o início da maratona de provas mais esperada do ano.Com 5 horas e 30 minutos de duração, essa etapa exige planejamento, resistência mental e domínio de tempo.Durante esse período, o candidato deve resolver as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias e produzir uma redação dissertativo-argumentativa. Para te ajudar a não se perder durante a aplicação, este guia mostra como funciona o tempo dentro da sala, como dividir a prova com estratégia, quando termina a aplicação e dicas práticas para manter o foco do início ao fim. ⏰ Quanto tempo dura o primeiro dia do ENEM? O primeiro dia do ENEM dura 5h30, começando às 13h30 (horário de Brasília) e terminando às 19h.Esse tempo inclui tanto as provas objetivas quanto a redação.O controle é visual, feito pelo chefe de sala, que atualiza o tempo restante no quadro ao longo da tarde, geralmente de 5:30 até 0:15. Lembre-se: não há tempo extra. Textos entregues fora do horário ou em branco recebem nota zero. 🕐 Como dividir o tempo no primeiro dia do ENEM? O segredo é pensar a prova em blocos de tempo, não em número de questões.Assim, você evita ansiedade e garante energia até o final. Veja uma divisão estratégica para as 5h30 de prova: 0:00 — 0:30 (30 min iniciais): Ponto de partida Leia a proposta de redação e os textos motivadores.Defina sua tese, argumentos, repertórios e proposta de intervenção.Liste conectivos e palavras-chave. 0:30 — 3:30 (3h seguintes): Rodízio inteligente Alterne entre redação e questões.Comece por áreas que domina mais e priorize as fáceis e médias da TRI.Mantenha um ritmo de 20 a 25 questões por hora. 3:30 — 5:30 (2h finais): Fechamento com qualidade Finalize a redação, revise o texto e passe a limpo com calma.Deixe 30 minutos finais para preencher o gabarito sem pressa. ✍️ Dica Redação Online: simule esse mesmo tempo na sua próxima redação. Treinar dentro do limite ajuda a construir resistência mental e foco. ⏳ Como funciona o controle de tempo dentro da sala? Durante o exame, o chefe de sala informa o tempo restante no quadro.Ele pode escrever, por exemplo:5:30 – 5:00 – 4:30 – 4:00 – 3:30 – 3:00 – 2:30 – 2:00 – 1:30 – 1:00 – 0:45 – 0:30 – 0:15. Essas marcações ajudam você a se situar e ajustar o ritmo ao longo da prova.Planeje pequenas pausas mentais e revisões rápidas a cada 1h30.Não espere o aviso final para concluir a redação, o fiscal não pode conceder minutos extras. Como resolver as questões com estratégia? A Teoria de Resposta ao Item (TRI) premia quem acerta de forma consistente, e não apenas quem tenta as mais difíceis.Por isso, a estratégia deve ser simples: garanta os pontos certos primeiro. 1. Comece pelas questões fáceis. Elas exigem menos tempo e constroem confiança logo no início. 2. Pule o que travar. Se passar de 3 minutos, marque e avance, você pode voltar depois. 3. Priorize o que domina. As questões interdisciplinares costumam misturar conteúdos. Se o tema é familiar, resolva primeiro. 4. Intercale com a redação. As leituras das questões podem render ideias e exemplos úteis no texto. Tipo de Questão Tempo Ideal Estratégia Fácil / curta 1 min Resolva primeiro e ganhe ritmo. Média / interpretativa 2 min Destaque palavras-chave e elimine alternativas. Difícil / interdisciplinar 3 min Pule e volte se sobrar tempo. ⚙️ Dica estratégica: acerte mais questões fáceis e médias. É isso que eleva sua nota na TRI. Que horas acaba o primeiro dia do ENEM? O 1º dia termina às 19h (horário de Brasília).A partir desse momento, nenhuma resposta pode ser entregue.O horário mínimo para sair é de 2 horas após o início, e o caderno só pode ser levado faltando 30 minutos para o fim. Evite sair cedo.Mesmo que já tenha terminado, use o tempo restante para revisar respostas, repassar o gabarito e reler sua redação com calma.Essa revisão final costuma fazer diferença de 50 a 80 pontos na nota final. Como aproveitar melhor o tempo e manter o foco? 💥 Faltam poucos dias para o ENEM! Garanta sua preparação completa com 50% OFF na Black da Aprovação 2026 e tenha acesso a simulados, correções e cronogramas personalizados. ✅ Conclusão: tempo é estratégia O relógio é seu maior aliado se você souber controlá-lo.Com um plano de tempo realista, alternando redação e questões, é possível evitar o desespero dos minutos finais e garantir um desempenho constante em toda a prova. Lembre-se: quem treina o tempo antes do ENEM, entra na sala com foco e sai com resultado.E se você quer testar esse controle de tempo com correção profissional, o momento é agora — com 50% OFF na maior Black da história do Redação Online.

Com o ENEM se aproximando, muitos estudantes se preocupam com o conteúdo, o tempo de prova e até o lanche.Mas há um detalhe que pode parecer pequeno e que, se ignorado, pode anular sua prova inteira: a escolha da caneta. Afinal, qual caneta é permitida no ENEM 2025? Pode usar caneta azul ou Bic Laranja?E qual é a melhor opção para escrever a redação e preencher o gabarito? Neste guia completo, o Redação Online responde às dúvidas mais frequentes sobre o assunto e mostra como transformar até a escolha da caneta em uma estratégia para sua aprovação. Qual tipo de caneta pode usar no ENEM? De acordo com o edital do ENEM 2025, as regras oficiais sobre o uso da caneta são as seguintes: Item Requisito oficial Cor da tinta Preta Tipo de caneta Esferográfica (não gel) Material Tubo transparente Outras cores (azul, vermelha, etc.) ❌ Proibidas Canetas com corpo fosco, colorido ou metálico ❌ Proibidas Lápis, lapiseira, borracha ou corretivo ❌ Devem ficar dentro do porta-objetos lacrado Essas regras se aplicam tanto à redação quanto ao cartão-resposta.O motivo é simples: o leitor óptico precisa de contraste uniforme para identificar os traços.A tinta preta é a única que garante leitura correta e segura. ⚠️ Usar uma caneta azul, metálica ou de tubo colorido pode inviabilizar a correção e anular sua prova. ✍️ Qual a melhor caneta para a redação do ENEM? A Cis Scrit 0.7 é uma das melhores opções para a redação.Ela é esferográfica, tem corpo transparente e ponta fina — ideal para quem quer escrever de forma limpa, legível e sem borrões. Por que usar a Cis Scrit 0.7? Dica: teste a caneta antes do domingo.O conforto da escrita é determinante depois de quatro horas de prova. Qual a melhor caneta para preencher o gabarito? Para o gabarito, a dica é usar uma caneta com ponta mais grossa, que preencha os círculos rapidamente. A preferida de muitos estudantes é a Bic Cristal 1.6 mm, que tem tinta fluida e ponta ideal para marcação.Mas há um detalhe importante: essa caneta não tem tubo transparente — o que a torna inadequada oficialmente. Então, como resolver?Existe um truque simples e seguro. Como adaptar a caneta corretamente Você pode trocar o refil (tinta) da Bic Cristal 1.6 mm e colocá-lo dentro de uma Bic Cristal tradicional de tubo transparente. Assim, você cria uma caneta com: ⚠️ Faça a adaptação em casa, antes da prova, e leve duas canetas reservas no mesmo padrão. Recomendação 2 (permitida oficialmente) Se você prefere não fazer adaptações, a Bic Cristal Preta Ponta Grossa 1.0 mm é uma excelente alternativa. Ela tem corpo totalmente transparente, ponta grossa e confortável, e está dentro das normas do ENEM.Além disso, é fácil de encontrar em qualquer papelaria. 📋 Checklist rápido da caneta ENEM ✅ Checklist — Caneta ENEM 2025 ☐ Caneta preta, esferográfica e transparente☐ Caneta reserva no mesmo padrão☐ Testada antes do dia da prova☐ Adaptação segura (opcional)☐ Nenhum outro material sobre a mesa 💬 Resumo prático: Posso usar caneta Bic Laranja no ENEM? Não.A caneta Bic Laranja, apesar de popular e confortável, não é permitida no ENEM.Isso porque seu tubo não é completamente transparente — e o edital exige tubo totalmente transparente, sem partes coloridas ou metálicas. Além disso, algumas versões da Bic Laranja possuem tinta azul, o que também invalida o uso. Se você quiser manter o mesmo conforto, opte pela Bic Cristal Preta Transparente, que atende a todas as exigências do INEP. Por que não se pode usar caneta azul no ENEM? A tinta azul é incompatível com o sistema de leitura óptica usado pelo INEP.O scanner que corrige os cartões só reconhece marcação preta, e qualquer variação de cor pode fazer com que as respostas não sejam detectadas. Além disso, o uso de outra cor de caneta contraria as instruções da prova, o que pode resultar em anulação automática da redação ou do gabarito. Em resumo: caneta azul é proibida porque o sistema não a enxerga corretamente. Qual é a estratégia ideal para o dia do ENEM? 1️⃣ Leve duas canetas pretas esferográficas transparentes (testadas).2️⃣ Use a ponta fina (0.7 mm) para a redação — garante letra legível.3️⃣ Use a ponta grossa (1.0 mm ou 1.6 mm) para o gabarito — garante agilidade.4️⃣ Faça a troca segura se quiser o melhor dos dois mundos (tinta grossa + tubo transparente).5️⃣ Evite qualquer tipo de caneta colorida, fosca ou de gel. Essas pequenas escolhas podem te poupar minutos valiosos — e garantir que tudo o que você escreveu seja lido e corrigido. Conclusão — até a caneta faz parte da sua estratégia de aprovação A caneta ideal é mais do que um detalhe: é uma ferramenta de desempenho.Escolher o modelo certo pode evitar falhas na leitura óptica, melhorar sua caligrafia e economizar tempo durante a marcação do gabarito. Siga as regras oficiais, teste com antecedência e leve sempre mais de uma opção.Assim, você garante tranquilidade e foco total naquilo que realmente importa: a redação e a sua aprovação. 📘 Aproveite para revisar outros detalhes essenciais da prova no blog do Redação Online. E se quiser elevar sua preparação, treine sua redação com o time que mais aprova no ENEM! 💥 Black da Aprovação 2026 — 50% OFF em todos os planosCom 50 correções detalhadas, IA avaliadora e aulas ao vivo para garantir sua nota máxima.

Com a chegada do ENEM, muitos estudantes ficam ansiosos, revisando temas, fórmulas e redações antigas.Mas, quando abrem a prova, o relógio avança e a dúvida surge: “Onde está a proposta de redação? Já passei por ela?” Essa é uma das inseguranças mais comuns no dia da prova. A boa notícia é que a proposta de redação segue um formato fixo, e entender sua estrutura é essencial para garantir uma interpretação precisa do tema e alcançar as melhores notas.A seguir, você vai entender onde está o tema da redação, como identificar os textos motivadores e como interpretar o enunciado corretamente, passo a passo. Onde está localizado o tema da redação no ENEM? A redação do ENEM está no meio da prova, logo após as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.Muitos estudantes passam direto por ela, sem perceber que a página mudou. Quando as perguntas de Linguagens terminam e surge uma página com textos, gráficos, citações ou imagens, você chegou à proposta de redação. Ela vem antes das questões de Matemática, com uma diagramação diferente — e vale até 1.000 pontos.Por isso, identificar essa parte rapidamente é essencial para planejar o tempo de leitura e escrita. Dica: ao perceber os textos motivadores, pare, leia e sublinhe as palavras-chave. Essa é a sua bússola para entender o tema. Se quiser se acostumar ao formato da prova e evitar surpresas, treine com propostas no mesmo estilo da prova.Assim, o reconhecimento será imediato no dia do exame. Onde encontrar a proposta de redação do ENEM? Você encontrará a proposta logo depois dos textos motivadores, que ocupam a primeira página do caderno de redação.Ela aparece de forma destacada — geralmente entre aspas— e traz o tema central que deve ser desenvolvido em forma de texto dissertativo-argumentativo. Por exemplo, em 2024, o tema foi: “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado no Brasil.” Perceba que o verbo de comando (“desafios”) indica o que deve ser discutido e orienta a construção da tese e da proposta de intervenção.Saber identificar essa estrutura é o primeiro passo para um texto coerente com o que o ENEM pede. Se você quer entender como o tema é construído, treine com correções detalhadas e feedback profissional. Isso ajuda a dominar a leitura da proposta e a responder exatamente ao comando do tema. O que é a estrutura da proposta de redação? A proposta de redação é composta por três partes principais, que aparecem sempre na mesma ordem.Conhecer cada uma delas é essencial para compreender o tema e planejar bem sua redação. 1️⃣ Instruções para a Redação 2️⃣ Textos motivadores 3️⃣ Proposta de redação (enunciado do tema) Cada parte tem uma função específica e, juntas, formam o mapa de leitura que guia seu texto. Quais são as instruções para a redação do ENEM? No topo da página, há um conjunto de regras fixas chamado Instruções para a Redação.Elas lembram o candidato de pontos fundamentais: Essas orientações funcionam como critérios eliminatórios.Ignorar qualquer uma delas pode levar à nota zero. Por isso, antes de começar a escrever, é importante reler essas instruções, elas garantem que sua redação esteja dentro das normas do exame. Treinar com simulados e correções especializadas é a forma mais segura de aplicar essas instruções corretamente. O que são os textos motivadores? Os textos motivadores são materiais de apoio que ajudam a compreender o tema e o contexto social proposto.Eles costumam apresentar diferentes perspectivas, dados ou exemplos sobre o assunto que será desenvolvido na redação. Esses textos não devem ser copiados, mas interpretados.Seu papel é ajudar o estudante a refletir sobre o problema, identificar causas, consequências e possíveis soluções. Os principais tipos de textos motivadores que aparecem no ENEM são: Essas fontes costumam representar pontos de vista diferentes e complementares, permitindo que o candidato construa um raciocínio próprio. Quantos textos motivadores vêm no ENEM? Normalmente, o ENEM apresenta três a quatro textos motivadores.Porém, em 2024, foram seis textos, um recorde histórico que exigiu leitura atenta e capacidade de síntese. Esse aumento mostra que o exame valoriza cada vez mais o pensamento crítico e a habilidade de interpretar múltiplas fontes.Por isso, o treino prévio com temas variados é fundamental. Treinar com propostas reais de anos anteriores ajuda a entender como o ENEM estrutura esses textos e quais tipos de informação são mais cobrados. Qual é a função dos textos motivadores? Os textos motivadores servem para orientar o olhar do candidato.Eles mostram o problema social, quem é afetado e o que deve ser discutido. Veja como essa estrutura se organiza, com o tema do Enem 2024: Função Tipo de texto Tipo de informação Conceitual Texto I Define o tema. Crítica Texto II Diagnostica o problema. Simbólica Texto III Representa um aspecto cultural ou social. Educativa Texto IV Aponta lacunas e responsabilidades. Cultural Texto V Mostra expressões artísticas relacionadas ao tema. Social Texto VI Traz exemplos práticos de solução. Essas funções apareceram, por exemplo, no tema do ENEM 2024, que tratou da invisibilidade do trabalho de cuidado — cada texto explorava o tema sob um ângulo diferente. Ao compreender isso, o candidato consegue identificar o recorte temático e construir um projeto de texto mais sólido e coerente. Onde fica a proposta de redação (enunciado do tema)? A proposta de redação, também chamada de enunciado, vem logo após os textos motivadores e é o momento em que o tema é revelado.Ela aparece em destaque e contém a palavra-chave que define o comando do tema, como “desafios”, “caminhos”, “consequências” ou “valorização”. Essa parte é o centro de toda a redação.A leitura atenta da proposta permite compreender o que o ENEM está pedindo, em que contexto e quais soluções podem ser desenvolvidas. Antes de escrever, o ideal é identificar: Essa leitura é o que garante uma interpretação correta do tema e evita o temido fuga do tema. Conclusão: entender a proposta é o primeiro passo para alcançar 900+ A proposta de redação é o ponto de partida da nota 1000.Saber onde ela está, como é estruturada e o que cada parte representa é o

Conquistar uma nota alta na redação do ENEM é o objetivo de milhões de estudantes. Mas, entre tantas dúvidas, uma sempre se repete: qual é a estrutura ideal para alcançar a nota 1000? Entender como montar cada parágrafo, o que os avaliadores esperam e quais estratégias funcionam é o primeiro passo para dominar o texto dissertativo-argumentativo — e garantir destaque na prova. Neste guia completo, você vai aprender: Prepare-se: este é o modelo de estrutura que você pode seguir para alcançar clareza, coerência e argumentação consistente, exatamente como as redações nota máxima. Qual a estrutura de uma redação nota 1000? A estrutura da redação nota 1000 segue o formato dissertativo-argumentativo, composto por quatro partes: introdução, dois parágrafos de desenvolvimento e uma conclusão.Cada um desses blocos tem uma função essencial — e todos precisam estar bem conectados para garantir um texto coerente e progressivo Estrutura básica: Essa estrutura é a base para atingir as cinco competências avaliadas pelo ENEM — principalmente a Competência III, que avalia a coerência entre as partes do texto. Qual é a estrutura perfeita para uma redação do ENEM? A estrutura perfeita é aquela que apresenta organização, repertório produtivo e progressão lógica entre os parágrafos.A seguir, veja o que deve conter em cada parte da sua redação. 1. Introdução – Apresente e direcione o tema Objetivo: contextualizar o assunto e construir a tese. O que fazer: Exemplo de início: “A Constituição Federal de 1988 garante a todos o direito à [tema]. Entretanto, na prática, tal direito é constantemente violado, visto que [problema]. Desse modo, tal cenário decorre tanto de [tese 1] quanto de [tese 2].” 2. Desenvolvimento 1 – Argumento 1 (causa principal) Objetivo: explicar a primeira causa e comprovar com repertório. O que fazer: Exemplo de estrutura: Diante desse cenário, é possível perceber que [argumento 1] contribui para o agravamento de [tema].Segundo [autor/obra], [repertório relacionado].Essa situação ocorre devido a [causa], o que impacta diretamente [grupo afetado], resultando em [consequência].Desse modo, torna-se evidente que resolver [aspecto central do argumento] é essencial para transformar essa realidade. 3. Desenvolvimento 2 – Argumento 2 (nova causa ou consequência) Objetivo: apresentar um novo ponto de vista e sustentar com repertório diferente. O que fazer: Exemplo de estrutura: Além disso, [argumento 2] também contribui para o agravamento de [tema].De acordo com [autor/obra], [repertório relacionado].Essa realidade evidencia [causa] e resulta em [consequência], afetando diretamente [grupo ou contexto].Assim, é urgente repensar políticas e práticas voltadas a [síntese do problema]. 4. Conclusão – A proposta de intervenção (com os 5 elementos) Objetivo: apresentar uma solução prática, humanizada e coerente com os argumentos desenvolvidos. O que fazer: Agente: quem vai agir (ex.: MEC, Ministério da Saúde, escolas, ONGs). Ação: o que será feito (criar, fiscalizar, promover, implementar). Meio: como será realizado (campanhas, programas, leis, parcerias). Efeito: qual resultado se espera (redução do problema, promoção de direitos). Detalhamento: informações extras (público-alvo, etapas, prazos, recursos). Modelo-base: Portanto, é imprescindível que [tema] seja mitigado.Nesse sentido, cabe ao [agente], responsável por [função], implementar [ação], por meio de [meio], a fim de [efeito].Essa medida permitirá solucionar tanto [problema 1] quanto [problema 2], garantindo [expectativa futura]. Exemplo de encerramento: Assim, ao concretizar tais ações, o Brasil poderá cumprir os princípios da Constituição de 1988, promovendo equidade e justiça social. Quantas pessoas tiraram +900 na redação do ENEM? De acordo com os resultados dos últimos anos, milhares de estudantes alcançaram notas acima de 900 na redação do ENEM.Entre os alunos do Redação Online, 8 em cada 10 atingem mais de 900 pontos, e dezenas chegam à nota 1000, seguindo justamente essa estrutura detalhada de introdução, desenvolvimento e conclusão. O segredo está na constância: praticar semanalmente, revisar as correções e aperfeiçoar os conectivos, repertórios e propostas de intervenção. ✍️ Exemplo de estrutura de redação nota 1000 (resumo visual) Etapa Elementos obrigatórios Função principal Introdução Repertório legitimado, problematização e tese com dois argumentos. Apresentar e direcionar o tema. Desenvolvimento 1 Causa, consequência, grupo atingido, repertório e fechamento. Explicar o primeiro argumento. Desenvolvimento 2 Nova causa/consequência, segundo repertório e síntese. Ampliar a discussão. Conclusão Agente, ação, meio, efeito e detalhamento. Propor solução e encerrar o texto. Dica extra: como garantir coesão e clareza? Para ter fluidez e evitar repetição, use conectivos variados entre os períodos e parágrafos.Alguns exemplos úteis: O uso consciente de conectivos demonstra domínio da norma culta e garante pontuação máxima em coesão (Competência IV). Conclusão A estrutura de uma redação nota 1000 no ENEM 2025 depende de clareza, planejamento e repertórios produtivos.Você aprendeu aqui que a redação deve conter introdução com tese clara, dois parágrafos de desenvolvimento com causa e consequência, e uma conclusão com proposta de intervenção detalhada. Dominar essa sequência é o que diferencia um texto mediano de uma redação 900+.Portanto, pratique, revise e se inspire neste modelo para construir textos consistentes e coesos. 👉 Quer essa estrutura completa para treinar agora? Clique aqui e comece sua preparação com o plano ideal para você.

Você já se perguntou por que o combate ao crime organizado é tão difícil no Brasil? Apesar de décadas de enfrentamento, essa estrutura criminosa continua crescendo e se adaptando, infiltrando-se em instituições públicas e moldando a vida nas grandes cidades. O tema voltou ao centro dos debates após a megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes, entre elas, quatro policiais, e reacendeu o debate sobre segurança pública, letalidade policial e políticas de prevenção.Diante desse cenário, refletir sobre as barreiras para combater o crime organizado é essencial para compreender não apenas as falhas estruturais do Estado, mas também os impactos sociais, econômicos e políticos desse fenômeno. Proposta de Redação sobre crime organizado no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Barreiras para combater o crime organizado no Brasil ”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre crime organizado no Brasil 4.1 tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo consideradas “textos insuficiente”; 4.2 fugir do tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo; 4.3 apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto; 4.4 apresentar nome, assinatura, rubrica, ou outras formas de identificação no espaço destinado ao texto. TEXTO I — O ESTADO E O CRIME ORGANIZADO: UMA GUERRA INTERNA O crime organizado é um fenômeno que desafia o Brasil há décadas, atravessando as fronteiras da violência urbana e alcançando o campo político e econômico. Recentemente, o país assistiu a uma das maiores operações já registradas contra facções criminosas: uma megaoperação conduzida pelo governo do Rio de Janeiro, que teve como alvo o Comando Vermelho (CV).A ação, liderada pelo governador Cláudio Castro (PL-RJ), mobilizou forças policiais em áreas de mata nos complexos da Penha e do Alemão, onde confrontos armados resultaram em cerca de 120 mortes. Uma das estratégias utilizadas, conhecida como “Muro do Bope”, buscou encurralar os criminosos considerados narcoterroristas.As cenas de violência e o alto número de mortos provocaram reações em todo o país. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, solicitou explicações ao governo estadual, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a necessidade de um trabalho coordenado e nacional no combate ao crime organizado.As imagens da operação, comparadas a uma verdadeira guerra civil, revelam um problema estrutural: a ausência de políticas públicas eficazes, a precarização das forças de segurança e a falta de integração entre União, estados e municípios. Ao mesmo tempo, o uso de tecnologias de ponta, como drones capazes de lançar bombas contra policiais, evidencia a sofisticação das facções, que desafiam o poder do Estado e a própria noção de soberania nacional. Fonte adaptada: Gazeta do Povo (2025) TEXTO II — DESIGUALDADE, IMPUNIDADE E A EXPANSÃO DO CRIME ORGANIZADO Enquanto houver desigualdade econômica no Brasil, será difícil conter o crime organizado. Essa é a síntese feita por especialistas em segurança pública e direito penal que alertam: enfrentar o crime organizado é também enfrentar as causas sociais que o alimentam, como pobreza, exclusão e ausência do Estado em comunidades vulneráveis. De acordo com o jurista Walter Maierovitch, desembargador aposentado e estudioso do tema, o país vive um cenário preocupante em que as facções criminosas se infiltram nas estruturas estatais, lavando dinheiro obtido com o tráfico e a corrupção em atividades formalmente legais, como empresas de transporte, coleta de lixo e até financiamento de campanhas políticas. Para ele, “as máfias são parasitárias: grudam no Estado, sugam e corrompem agentes públicos”. O professor Daniel Pacheco Pontes, da Faculdade de Direito da USP, explica que as diferenças regionais intensificam o problema. “Em algumas áreas, como no Rio de Janeiro, o Estado já perdeu o controle territorial. Em outras, como São Paulo, ainda há resistência, mas o avanço é constante”, afirma. Segundo ele, a desigualdade social é o principal combustível das facções, que recrutam jovens em busca de pertencimento e renda. Além disso, Pacheco critica a ineficiência na aplicação das leis. “Não basta endurecer o Código Penal. O problema é a falta de aplicação efetiva das normas e a sensação de impunidade que isso gera.” O pesquisador Eduardo Dyna, da UFSCar, complementa que o PCC e outras facções se tornaram transnacionais, com atuação direta em países como Paraguai e Bolívia. “Esses grupos não querem substituir o Estado, mas explorá-lo, aproveitando suas fragilidades para expandir seus negócios ilícitos”, explica. Já o cientista social Vinícius Figueiredo, do Observatório de Segurança Pública da Unesp, defende que a repressão pura e o encarceramento em massa apenas fortalecem o ciclo de violência. “O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo. Cada prisão superlotada é um centro de recrutamento de novos criminosos. Sem políticas sociais integradas, estaremos apenas alimentando o sistema que queremos combater.” De forma geral, os especialistas concordam que combater o crime organizado vai além das ações policiais. É necessário fortalecer as instituições, investir em inteligência, garantir oportunidades sociais e criar políticas de longo prazo voltadas à educação e à equidade econômica. Caso contrário, o país continuará preso a um ciclo de violência e corrupção que fragiliza a democracia e perpetua a insegurança coletiva. Fonte adaptada: Jornal da USP (2025) TEXTO III — NOVA LEI REFORÇA O COMBATE AO CRIME ORGANIZADO NO BRASIL Na tentativa de responder ao avanço das facções criminosas e à recente escalada da violência no Rio de Janeiro, o governo federal sancionou uma nova legislação voltada ao endurecimento do combate ao crime organizado. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional e de autoria do senador Sergio Moro (União-PR), ex-juiz da Operação Lava Jato, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de outubro de 2025. A nova lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cria duas novas modalidades de crime relacionadas à obstrução de investigações e ações contra organizações criminosas: Ambos os

A prova discursiva é, para muitos candidatos, o divisor de águas entre a aprovação e a eliminação. Não basta dominar os conteúdos da prova objetiva: se o candidato não sabe organizar ideias, argumentar com clareza e atender ao estilo da banca, corre o risco de perder a vaga. Todos os anos, milhares de concurseiros deixam de ser aprovados por não dar a devida atenção à discursiva, mesmo com boas notas na parte objetiva. É justamente esse ponto que diferencia os que apenas tentam dos que conquistam a estabilidade profissional. Neste artigo, você vai entender: Como é uma prova discursiva de concurso? A prova discursiva varia conforme a banca e o cargo, mas em geral exige que o candidato produza um texto dissertativo sobre determinado tema da área de atuação ou resolva uma questão por meio de argumentação escrita. Ela pode ter o formato de redação tradicional, parecer técnico, estudo de caso ou resposta dissertativa curta. O objetivo é avaliar se o candidato consegue: O que são questões discursivas em concursos públicos? As questões discursivas são perguntas abertas em que o candidato deve elaborar respostas escritas, geralmente entre 10 e 30 linhas. Ao contrário das questões objetivas, em que basta marcar uma alternativa, nas discursivas a banca analisa: Esse modelo exige treino específico, já que a avaliação é subjetiva e muito mais criteriosa. A prova discursiva é o mesmo que redação? Não exatamente. Ambas exigem domínio da escrita formal e capacidade de argumentação, mas a abordagem e a extensão são diferentes. Como as bancas corrigem sua redação: FGV, Cebraspe e Vunesp FGV ✔️ Valorização da objetividade e clareza.✔️ Estrutura lógica sem rodeios.❌ Erros de norma culta reduzem drasticamente a nota. Cebraspe ✔️ Critérios rígidos e análise detalhada.✔️ Exige capacidade de síntese e precisão.❌ Respostas vagas ou superficiais são punidas. Vunesp ✔️ Estrutura tradicional bem definida: introdução, desenvolvimento e conclusão.✔️ Ênfase no domínio gramatical.❌ Textos prolixos e repetitivos têm a nota reduzida. 📊 Conhecer o estilo da banca é decisivo para se preparar corretamente. Como fazer uma boa redação discursiva para concurso? A discursiva é o grande filtro dos concursos. Mesmo candidatos com excelente desempenho nas provas objetivas podem ser eliminados por não escreverem de forma clara e adequada ao perfil da banca. Por isso, a preparação não pode ser genérica. É necessário treino específico, correções direcionadas e acompanhamento constante. É exatamente isso que oferecemos na Redação Online: feedback especializado para cada banca, suporte completo e resultados comprovados.
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