811 artigos publicados sobre “Topo de funil” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso? Texto I Talvez muitos brasileiros ignorem o pouco que se lê nesse país em relação ao resto do mundo. Talvez não saibam que em um ranking dos 30 países onde mais se lê, segundo a agência Nop World, o Brasil aparece na rabeira, à frente apenas de Taiwan e Coreia. […] Ganham do Brasil em número de livros lidos e de horas de leitura por pessoa, por exemplo, Venezuela, México ou Argentina dentro do continente. Fora dele, turcos, egípcios, árabes sauditas, húngaros, poloneses, indonésios, filipinos e russos –entre muitos outros– leem mais que os brasileiros. E talvez a grande massa de brasileiros estranhasse saber que os dois países onde se leem mais livros por pessoa e se dedicam mais horas à leitura no mundo são a Índia e a China. É possível que um analfabeto ou alguém que não tenha lido um livro na vida possa revelar uma sabedoria natural, um senso comum agudo e até uma grande carga de poesia. Conheci algumas pessoas assim na minha vida. Entretanto, o mais natural é que um país que não lê ou que aparece, como o Brasil, entre os piores leitores do mundo, esteja comprometendo seu desenvolvimento futuro –não apenas cultural, mas também econômico. Mais ainda, dificilmente entrará no rio da modernidade e do progresso um país não-leitor ao mesmo tempo que será refém dos poderes dominantes. […] Fonte: brasil elpais Texto II […] – Historicamente, somos um país analfabeto. E a resposta mais simples, que é um clichê, é dizer que tudo envolve o processo educacional, que no Brasil se mostrou ser um fracasso – avalia Diego Grando, poeta e professor de literatura. Os especialistas tendem a concordar que a educação no Brasil é um problema que não se restringe à literatura, mas projetos paliativos não vão solucionar a questão central. Regina lembra que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto. O professor Sergius Gonzaga, ex-secretário da Cultura de Porto Alegre, avalia que só uma “discussão ampla” e uma “mudança radical dos currículos” podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. – Sem uma ação efetiva do Estado, não vejo alternativa. O Brasil iniciou tardiamente o seu processo de escolarização, e isso se deu no início dos anos 1960. Na mesma época, o país entra na era do audiovisual, com TV e cinema. Ou seja, o país pula do analfabetismo direto para o audiovisual, não consegue formar uma cultura de leitura. […] Fonte: gauchazh clicrbs Texto III Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. […] O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário. Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras. O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. […] Fonte: super abril cultura Texto IV […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

Achou que a gente ia começar do começo? Achou errado, aluno! Vamos começar de antes do começo: do planejamento. Vamos ler sobre Redação por Partes: Planejamento! Lembra que a gente já te disse que gente organizada não se desespera? Se ainda não internalizou esse mantra, tá na hora de internalizar, pois, acreditem, ele vale também para a produção da sua redação. Tá chocado? Não fique, vamos explicar isso aí direitinho. É bem comum a gente ouvir os alunos dizerem que não sabem por onde começar o processo de escrita de uma redação. Aí, bate aquela angústia e a pessoa sua frio diante daquela folha em branco. Para que você não passe por isso, a gente vai fazer agora um passo a passo lindinho de tudo que envolve a produção de um texto, pois, ao contrário do que muita gente pensa, não se deve simplesmente ler a proposta de redação, baixar a cabeça, no melhor estilo Chico Xavier, e começar a escrever. Então, de início, vamos combinar uma coisa: não subestime o planejamento de um texto, pois ele é mais importante do que você imagina, ok? Eu que to dizendo. Se liga aí: Leia a proposta com muita calma. Muita. Muita. Muita. Sublinhe ou circule palavras-chaves nela, pois isso vai te ajudar a não dar aquela viajada básica no tema. Quer um exemplo? No último ENEM, teve uma galera que, na redação, falou apenas sobre a surdez ou sobre deficientes de um modo geral. Se os amiguinhos tivessem destacado palavras como “desafios” e “surdos” (o tema era “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”), por exemplo, a chance de tangenciar o tema teria sido bem menor. E, ó, para você que vai fazer o Exame Nacional do ensino Médio: SEMPRE tem uma palavrinha norteadora na proposta que o INEP faz. Não foi só no ano passado, não. Dá uma pesquisada nos temas anteriores e repara. 2. Você se preparou o ano inteiro, fez a lição de casa direitinho e, como a gente indicou , estudou bastante coisa para ampliar seu repertório sociocultural. Então, ao ler a proposta, sua cabeça vai ferver com tantas ideias e, acredita, tá tudo bem. Sabe o você faz? Deixa fluir e anota, com palavras-chaves, tudo o que vier em mente. Tudinho. Todos os argumentos maravilhosos que sua cabecinha conseguir construir. 3. Depois de respeitar o seu fluxo de ideias, chegou a hora de construir o que carinhosamente chamamos de “esqueleto” da sua redação. Tá, vamos dar uma nome mais técnico e chamar de “planejamento”. Sabe o que é isso? Nada mais é do que, em tópicos, anotar palavras-chaves do que você vai escrever em cada parte do seu texto – introdução, desenvolvimento 1, desenvolvimento 2, desenvolvimento 3 (se houver) e conclusão. (E se você ainda tem dúvida sobre a função de cada uma delas, fica ligadão aqui no nosso blog porque, nas cenas dos próximos capítulos, falaremos sobre isso). Pra te ajudar ainda, vamos te dar um roteiro com perguntinhas básicas. Segue ele que é só sucesso: Qual é o tema e o que eu penso sobre ele? (Introdução: contextualização do tema + tese) Por que eu penso dessa forma? (Desenvolvimento: dois ou três bons argumentos que sustentem a tese) Diante da minha tese, o que fazer para solucionar o problema? (Conclusão: retomada da tese + soluções (mais aprofundadas, caso seja ENEM). Lindo, né? Pra ficar ainda mais legal, vamos a um exemplo prático: Suponha que o tema é “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, do ENEM de 2016. Aí, bem espertinho que é, você começa a montar seu planejamento: Introdução: você sabe que é bacaninha usar diversas áreas de conhecimento na sua redação, então, optou por introdução histórica e vai dizer que a intolerância religiosa no Brasil começou logo no descobrimento, quando portugueses impuseram o catolicismo aos índios. No seu esqueletinho, vai anotar “descobrimento” e “catolicismo”, por exemplo. Você acredita que o combate à intolerância religiosa ainda persiste por dois motivos: o racismo e laicidade de um Estado que não é tão laico assim. Anota, então: tese “racismo + Estado laico”. Desenvolvimento 1: as religiões de matriz africana são as mais atingidas pelo preconceito (os textos motivadores, inclusive, diziam isso!), então, para não deixar a ideia escapar, anota “racismo” e “religiões de matriz africana” no seu planejamento. Desenvolvimento 2: você leu muito sobre atualidades e sabe que a discussão sobre a laicidade do Estado é importantíssima, então, por isso, escolheu esse lindo argumento. Anota “laicidade” e, de quebra”, já anota algo que vai te ajudar a se aprofundar na discussão, como “ensino religiosa voltado pro catolicismo”, por exemplo. Conclusão: pra fechar com chave de ouro, você vai pensar em soluções para o combate à inteligência religiosa. Como você falou sobre o racismo e contestou a laicidade do Estado, anota: “endurecer o combate ao racismo” e “ensino religioso diverso”. Deu, seu texto tá planejado e, agora sim, você vai começar a desenvolvê-lo, retomando aquelas anotações que você fez quando deixou o seu fluxo de ideias livre, leve e solto. “Aaain, mas isso toma muito tempo”. Não, baby, não se despere. Não vamos negar que, nas primeiras vezes que você fizer isso, pode sim demorar um pouquinho mais. Então, por isso existe esta coisinha linda e importante chamada “treino”. A partir de agora, crie o hábito de planejar todos os textos que você nos enviar e, quando chegar na hora H, isso já será uma prática simples e não tomará muito do seu tempo. Além disso, pra finalizar, a gente não pode deixar de te falar uma coisa: texto com planejamento fica, consequentemente, MUITO mais organizado! Exemplo: não é legal desenvolver mais um argumento por parágrafo, e isso acontece muito quando você baixa a cabeça e, sem planejar, começar a argumentar. Sabem que isso, no caso do ENEM, faz com a nota da competência 3 não seja tão boa, né? Pois é, é nela que se avalia o que chamamos de “projeto de texto”. Se não sabia, tá sabendo agora. E agora
Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil. Texto I A (IN)VISIBILIDADE DOS DIREITOS INDÍGENAS NOS GRANDES CENTROS URBANOS: UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE A presença indígena nas cidades tema de grande controvérsia ante a visão e imagem estereotipada de que o índio uma vez ligado à natureza necessariamente deveria estar apartado do convívio humano. O que se evidencia, conforme as raízes históricas e de dominação cultural que permearam o processo de colonização do Brasil pelos europeus, é que na visão de muitos quando o indígena está no espaço urbano, logo o mesmo “deixa de ser índio”. No entanto, dados oficiais apontam uma forte e expressiva presença indígena nos centros urbanos do país, o que surpreende visto a existência de poucas iniciativas e elaboração de políticas públicas que incluam a questão dos direitos assegurados constitucionalmente a tais povos. O que persiste é a invisibilidade dos direitos indígenas na cidade, pois que segundo os ditames da cultura e saberes predominantes a presença dos índios nesse espaço figura como algo ilegítimo. […] Com a expansão e urbanização da cidade os indígenas sofrem com a crescente restrição dos espaços onde viviam, com uma sensível modificação nos ecossistemas naturais. Além disso, muitas vezes a presença indígena é considerada como um entrave ao desenvolvimento econômico local, desprezando-se a história desses povos com o ambiente em questão, bem como os seus saberes tradicionais de manejo sustentado da natureza tão em evidencia no contexto sócio-político de países da América Latina. Disponível em: https://www.ufrgs.br/gthistoriaculturalrs/26CDGiseldaSchneider_FranciscoQuintanilha.pdf Texto II Disponível em: https://latuffcartoons.wordpress.com/2013/06/03/charge-dincao-o-agronegocio-e-a-questao-indigena-no-brasil/ Texto III Desde a colonização, os índios viveram quase cinco séculos de extermínios, escravidão e despropriação de suas terras. Apesar do reconhecimento das reservas ter ocorrido após a Constituição de 1988, a homologação de novos territórios geram confrontos entre indígenas e ruralista. Até 1967, o Estado adotava uma perspectiva assimilacionista, entendia os índios como uma categoria social transitória, fadada ao desaparecimento. No entanto, após 1990, para atender as necessidades econômicas e culturais dos povos nativos, o número de reserva cresceu de 352 para 703, aumento de 115,8 milhões de hectares, Funai (2015). Contudo, o processo de demarcação de novas reservas ainda é conflituoso, uma vez que, se opõem aos interesses dos latifundiários. Representados pela bancada ruralista defendem que 13,6% do território nacional estão nas mãos de apenas 0,4% população, IBGE (2010). Isso prejudica o agro negócio, principalmente no Mato Grosso, maior número de confrontos armados. Desta forma, o Estado negam aos índios o direito originário de suas terras. Portanto, cabe ao Governo ampliar e regulamentar as reservas com propósito de assegurar o modo de vida tradicional dos nativos. Além disso, as universidades podem contribuir com estudos de campo, como o mapeamento geográfico de áreas de conflito. Assim, fornecer dados que equacione os interesses do agronegócio com a preservação da cultura indígena. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Texto 1 Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. […] Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região. Na comparação entre países, o segundo colocado em concentração de renda no 1% mais rico é a Turquia, com 21,5% em 2015 — no dado de 2016, que poucos países têm, a concentração turca subiu para 23,4%, de acordo com o levantamento. O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%. […] Fonte: brasil elpais Texto 2 Fonte: arionaurocartuns – desigualdade social Texto 3 A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações. “O baixo nível socioeconômico é um dos mais fortes indicadores de morbidade e mortalidade prematura em todo o mundo. No entanto, as estratégias de saúde global não consideram as circunstâncias socioeconômicas pobres como fatores de risco modificáveis”, dizem os autores do estudo publicado pela The Lancet, cerca de trinta especialistas de instituições de prestígio como a Universidade de Columbia, o King’s College de Londres, a Escola de Saúde Pública de Harvard e o Imperial College de Londres.[…] Fonte: brasil debate – pobreza encurta a vida mais que obesidade alcool e hipertensão A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A questão da água no Brasil Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de redação: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

O tema de redação “A pressão estética na sociedade atual” aborda um fenômeno social relevante e recorrente nos tempos atuais. A pressão estética refere-se às exigências e expectativas impostas pela sociedade em relação à aparência física, influenciando a forma como as pessoas se veem e como são vistas pelos outros. Esse tema desperta discussões importantes sobre os impactos negativos dessa pressão na vida das pessoas e na sociedade como um todo. Confira abaixo texto motivadores sobre o tema: Texto 1 As autoridades de Dublin, Irlanda, colocaram um ponto final em uma morte que chocou a cidade. Milly Tuomey, 11 anos, foi encontrada em estado crítico no quarto dela após tentar suicídio. Ao ser levada para o hospital, ela não resistiu e morreu. Segundo os investigadores, a garota já dava sinais que ia se matar por estar insatisfeita com o próprio corpo. Dois meses antes de se matar, Milly postou uma foto no Instagram e escreveu que queria morrer em um dia específico. A irmã mais velha dela e a diretora escola conversaram com os pais da garota sobre o post. Eles, então, levaram a menina ao médico. A jovem teria dito ao especialista que estava insatisfeita com a aparência e que pensava em se machucar. Logo depois, os pais a levaram a um psiquiatra, que passou remédios e indicou terapia. Em seguida, encontraram um diário com intenções suicidas. “Ela se cortou e escreveu com o sangue: ‘Garotas bonitas não comem’”, contou uma das investigadoras, segundo o jornal Daily Mail. Fonte: metropoles – menina de 11 anos se mata por estar infeliz com próprio corpo Texto 2 […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem – por que o brasileiro não lê Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A pressão estética na sociedade atual

Leia os textos abaixo e escreva sobre Tema de redação: Terrorismo nutricional. Texto I O terrorismo nutricional nada mais é do que… aterrorizar a população em relação aos alimentos e às práticas individuais que promovam “saúde Dentro dos parâmetros dessa nova moda, somente é saudável quem: frequenta a academia, tem “barriga negativa”, faz uso de suplementos alimentares e segue uma dieta difícil e específica que seja Free de alguma coisa (lactose, glúten, carboidrato etc.) […] o que está acontecendo nada mais é do que uma MODA. E modas têm o poder de assaltar as mentes, converter adeptos e fazer pessoas jurarem de pés juntos que encontraram A VERDADE. […] Este enlouquecimento em torno dessas dietas hiper-técnicas e exclusão de grupos alimentares inteiros tem tanta legitimidade quanto qualquer outro modismo: apareceu do nada.Virou uma febre. Não existem explicações racionais para o fenômeno. […] Não controlaremos a nossa vida e não nos protegeremos de eventualidades através da nossa alimentação. Isso é falsa sensação de domínio. Fazer dieta é a mais pura manifestação do desejo de controle de uma sociedade que… perdeu o controle. Perdemos o controle das nossas emoções, dos nossos valores, da nossa identidade, das nossas ambições. Controle do nosso corpo? Nunca tivemos. Por isso estamos ainda vivendo o sonho da Fonte da Juventude … no século XXI. Preferimos pagar R$ 10,00 numa barra de proteínas aprovada por renomados cientistas do que em ingredientes frescos que poderiam render quatro almoços. Será que vale a pena viver morrendo de medo de tudo o que consumimos? Fonte: https://naosouexposicao.com.br/index.php/2014/07/04/modismos-e-terrorismo-nutricional/ Texto II Existe atualmente certo medo relacionado à comida ou aos alimentos que ingerimos. Há diversas informações soltas, e muitas vezes divulgadas incorretamente, fazendo com que as pessoas evitem consumir determinados alimentos. Muitas destas informações divulgadas ou incentivadas por alguns nutricionistas, inclusive, que acabam gerando dúvidas sobre o que comer. Restringir alimentos virou moda. Restrições alimentares significam, popularmente, “ser saudável”. As dietas zero glúten e zero lactose passaram a ser sinônimos de identidade. E, sendo assim, as refeições adquiriram status de “boa” ou “má”, como se houvesse um anjo ou diabinho alimentar proibindo ou permitindo o que comer. As inúmeras dúvidas sobre o perigo ou não de algum alimento ou nutriente gera receio de consumi-lo, confundindo ainda mais as pessoas. […] Infelizmente, hoje a maioria das pessoas se alimenta com um sentimento de culpa. Deixamos de “conversar” com os alimentos e escutar o próprio corpo e passamos a julgar aquilo que comemos, e consequentemente, julgando a nós mesmos como fracassados ou superiores por ingerir ou não determinado grupo de alimentos. O nosso organismo reage, positiva ou negativamente a todas as restrições alimentares que se pode fazer. O excesso de restrições sobre o que comer pode gerar compulsão alimentar ou agravar outros transtornos alimentares, se as restrições não tiverem indicação específica ou prescrição adequada. O que é doença de caráter nutricional ou transtorno alimentar precisa ser tratado. O que não é correto é submeter pessoas às restrições sem necessidade. É absurdamente bobagem e altamente estressante definir, sem diagnóstico, o que comer ou não. O nosso comportamento diante de um alimento é tão importante quanto o tipo de alimento que comemos. Em outras palavras, é comer de forma consciente. Sem terrorismos. Fonte: https://fortissima.com.br/2014/06/30/o-que-comer-entenda-quais-os-riscos-terrorismo-nutricional-548735/ Texto III Fonte: https://www.imgrum.org/user/jaimegbr/960817017/1378353340777736574_960817017 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Terrorismo nutricional.

O tema de redação “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências” aborda uma questão atual e relevante na sociedade contemporânea. Com o avanço da tecnologia e a popularização das mídias sociais, os jovens têm se inserido cada vez mais nesse universo digital, o que traz consigo uma série de consequências e impactos tanto positivos quanto negativos. Confira o tema de redação da semana: Texto 1 Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%) Os adolescentes brasileiros passam cada vez mais tempo hipnotizados pelos dispositivos móveis. Uma pesquisa realizada pela Amdocs em dez países aponta que os jovens entre 15 e 18 anos do país não desgrudam do celular: 64% costumam checar as redes sociais assim que acordam. “O brasileiro é um povo que gosta muito de novidade. Hoje, os jovens têm mais opções, já que existem várias plataformas diferentes. A gente vê um movimento de crescimento, que só tem aumentado”, afirma Kan Wakabayashi, diretor da Amdocs Brasil. Dentre os entrevistados no Brasil, 55% acreditam que seu smartphone os tornam mais espertos e legais. Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%). O levantamento foi realizado com 4.250 jovens, entre 15 e 18 anos, dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Rússia, Índia, Cingapura, Filipinas, México e Brasil. […] Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/jovens-brasileiros-sao-os-mais-dependentes-das-redes-sociais/ Texto 2 sobre jovens nas mídias sociais Instagram foi considerada a pior rede social no que concerne seu impacto sobre a saúde mental dos jovens, segundo uma pesquisa do Reino Unido. Na enquete, 1.479 pessoas com idades entre 14 e 24 anos avaliaram aplicativos populares em quesitos como ansiedade, depressão, solidão, bullying e imagem corporal. […] A pesquisa afirmou que “as redes sociais podem estar alimentando uma crise de saúde mental” entre jovens. Fonte: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/instagram-e-considerada-a-pior-rede-social-para-saude-mental-dos-jovens-segundo-pesquisa.ghtml Texto 3 Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos/72454 Texto 4 Fonte: Jarbas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Hoje vamos ver outra grande banca de concurso: a Cesgranrio! Concurseiro que é concurseiro sabe que a Cesgranrio já foi responsável por organizar vários concursos grandes, a nível Federal, como Banco do Brasil, Petrobrás e IBGE. É pouca coisa não, meu filho! Agora mesmo tem prova dia 15/04 pra Transpetro, com redação tipo estudo de caso e 13/05 para o Banco do Brasil. Vamos ver sobre Banca de Concurso: Cesgranrio. A redação, no concurso do Banco do Brasil, por exemplo, acontece na segunda etapa e tem caráter somente eliminatório. Então, se você não passasse na primeira fase, nem ia chegar a ver essa querida na sua frente. Mas isso não quer dizer que você tem que esperar ser aprovado na primeira fase pra começar a estudar redação, não se faz de doido! Não é novo pra você, que é aluno do Redação Online, que estudando redação você estuda pra todas as matérias e, de quebra, aprende a se expressar melhor. E nem pra você que é concurseiro de que não pode existir essa mentalidade de deixar o estudo pra depois e de que você não vai passar. Se você está se esforçando e estudando certinho, não há o que temer. Agora, depois do sermão, vamos pra parte mais objetiva: Sobre o tipo textual, a redação dessa prova é bastante tradicional: dissertativo-argumentativa, com seleção, organização e relação de argumentos, fatos e opiniões para defender o ponto de vista. Tá parecendo fácil, né? Calmaê. Quanto aos temas, esta banca costuma cobrar alguns ligados à sustentabilidade, ao consumo em excesso, combate à pobreza, melhoria da qualidade de vida e por aí vai. Ou seja, os temas tem viés mais objetivo e social, parecidinho com o ENEM. Mas isso aqui não é ENEM não. Quer ver? Um exemplo: ela já fez temas solicitando ao candidato que, na condição de ser servidor em uma área específica, explicasse como poderia modificar alguma situação. Então, já sabe, né? Se perguntarem alguma coisa específica sobre o cargo ou órgão, relacionados à sua prova, faz carão e incorpora o servidor público na hora de escrever. Não vamos mexer em time que está ganhando: leia o edital com atenção e estude pra sua redação. Inclusive, vamos deixar um pedacinho dele, que trata de redação. O edital completo está disponível aqui: BANCO DO BRASIL S.A. – EDITAL Nº 01 – 2018/001 – CARREIRA ADMINISTRATIVA – CARGO ESCRITURÁRIO 7.2.3 – A Redação será avaliada conforme os critérios a seguir: a) adequação ao tema proposto; b) adequação ao tipo de texto solicitado; c) emprego apropriado de mecanismos de coesão (referenciação, sequenciação e demarcação das partes do texto); d) capacidade de selecionar, organizar e relacionar de forma coerente argumentos pertinentes ao tema proposto; e) pleno domínio da modalidade escrita da norma-padrão (adequação vocabular, ortografia, morfologia, sintaxe de concordância, de regência e de colocação). 7.2.4 – A Redação deverá ser feita com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, e deverá conter de 25 (vinte e cinco) a 30 (trinta) linhas. 7.2.5 – Será atribuída nota ZERO à Redação do(a) candidato(a) que: a) fugir ao tipo de texto em prosa dissertativo-argumentativo; b) fugir ao tema proposto; c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente em língua portuguesa (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em forma de verso); d) for produzida com menos de 15 (quinze) linhas; e) for assinada e/ou apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do(a) candidato(a); f) for escrita a lápis, em parte ou na sua totalidade. 7.2.6 – Serão eliminados(as) os(as) candidatos(as) que obtiverem nota inferior a 70,0 (setenta) pontos na prova de Redação. 7.2.7 – Serão classificados(as) no Certame, de acordo com os pontos obtidos na 1ª Etapa, os(as) candidatos(as) não eliminados(as) na 2ª Etapa, conforme limites estabelecidos no Anexo II constantes deste Edital. Em geral, a banca costuma focar mais na correção gramatical mesmo, então, #keepcalm e não se esqueça de revisar o que escrever umas duas milhões de vezes. Veja abaixo algumas dicas para se sair bem nessa banca: Tenha cuidado para não fugir do tema! Apesar de a banca ser “tranquila” quanto ao conteúdo, não tem como tirar uma nota boa falando sobre batatinha quando era pra falar sobre macarrão; Foque na gramática. Se for preciso, revise mil vezes o seu texto antes de passar para a folha definitiva, porque, depois que passar você não terá a chance de modificar nada; Tenha cuidado com a apresentação do seu texto e com a legibilidade, porém, não esqueça de dar atenção ao conteúdo; Pense antes de escrever! Não vá jogando no papel todas as ideias da forma como elas vão surgindo, porque seu texto vai ficar uma bagunça que nem você mesmo vai entender; Responda o que a banca está pedindo! Isso é importantíssimo: volte sempre ao tema, para ter certeza de que você está fazendo o que ele quer; Não se prenda ao senso comum. Tem gente que, por medo de arriscar (e talvez se dar mal) acaba inserindo no seu texto apenas informações que qualquer pessoa saberia, e aí o texto cai naquele clichê de sempre. Para um corretor, isso é a morte. Ele vai estar cansado de ler sempre a mesma coisa. Não tenha medo de ousar e de trazer informações novas! Tá achando pouca informação e gostaria de ver exemplos sobre os temas desta banca? A gente separou alguns pra você, calma! CESGRANRIO – 2014 – FINEP – Analista – Conhecimentos básicos – Nível Superior A partir do que está exposto nos textos acima e baseado em seus próprios conhecimentos e opiniões, redija um texto dissertativo-argumentativo em que exponha seu posicionamento acerca da oposição entre o direito à informação da população e o direito à intimidade de pessoas públicas. 2. CESGRANRIO – 2014 – Banco do Brasil – Nível Médio – Conhecimentos Básicos – Todos os Cargos O uso cada vez mais constante e cotidiano da internet afeta a nossa vida de diferentes maneiras. Do ponto de vista de uso na sociedade, podemos, por exemplo, pagar contas,

Texto I “[…]O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente. A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são: 1 – O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. 2 – O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 3 – O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 4 – Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito. 5 – O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 6 – O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula. Fonte: https://www.ebc.com.br/educacao/2016/07/o-que-e-o-escola-sem-partido Texto II “[…] Esse projeto visa eliminar a discussão ideológica no ambiente escolar, restringir os conteúdos de ensino a partir de uma pretensa ideia de neutralidade do conhecimento. Trata-se de uma elaboração que contraria o princípio constitucional do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, assim como o da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, considerando como válidos determinados conteúdos que servem à manutenção do status quo e como doutrinários aqueles que representam uma visão crítica. Em recente Nota Técnica, o Ministério Público considera que o PL Escola sem Partido é inconstitucional porque ‘está na contramão dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, especialmente os de ‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’ e de ‘promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’. […] O complemento ao cerceamento da liberdade de aprender e ensinar fica por conta do PL de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que pretende alterar o Código Penal, para inclusão de detenção de três meses a um ano para professor, coordenador, educador, orientador educacional ou psicólogo escolar que praticar o dito “assédio ideológico”. O movimento político de direita na educação, “Escola Sem Partido”, que dissemina concepções e práticas preconceituosas, discriminatórias e excludentes, foi impulsionado nacionalmente para propagar ideia de que os estudantes são alvo de doutrinação política e de que os valores morais da família são afrontados por uma suposta ideologia de gênero na escola. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-sem-partido-estrategia-golpista-para-calar-a-educacao Texto III Fonte: https://blogdojeffrossi.blogspot.com/2016/07/charges-sobre-escola-sem-partido.html Texto IV “[…] O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Adolfo Sachsida, é um dos principais defensores do programa nas redes sociais. Em seu canal no Youtube, Sachsida, que se classifica como conservador em suas redes sociais, questiona o que chama de “doutrinação ideológica” feita por docentes. ‘A esquerda quer doutrinar os nossos alunos. O professor de português, em vez de dar aula de português, fica falando que tal partido é bom, tal partido é ruim. Mas eles falam que tudo tem ideologia. Como se o aluno fosse obrigado a ser doutrinado desde pequeno’. Em sua conta no Twitter, o economista elencou duas funções para o “Escola Sem Partido”: ‘Denunciar a doutrinação ocorrida em sala de aula (que pode ocorrer pelo professor ou pelo livro didático); e propõe solução a doutrinação efetuada pelo professor. Você pode discordar da solução (ponto 2), mas é impossível não concordar com o ponto 1’. Há pouco mais de uma semana, Sachsida chegou a ser nomeado assessor especial do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE). O cargo, porém, foi cancelado antes mesmo que o economista tomasse posse, de acordo com publicação no Diário Oficial. […]” Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/5-opinioes-sobre-a-escola-sem-partido-para-voce-formar-a-sua/ Texto V Fonte: https://www.apesjf.org.br/comunicacao/charges Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira.

O tema de redação “As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho e sua importância” aborda uma questão relevante e atual. A transição dos jovens para o mercado de trabalho é um desafio enfrentado por muitos países, inclusive o Brasil, e envolve uma série de obstáculos e dificuldades. Nesse contexto, a importância da inserção dos jovens no mercado de trabalho é ampla e abrange diferentes aspectos. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema para escrever sua redação: Texto 1 sobre inserção de jovens no mercado de trabalho “[…] Allison Andrade, de 25 anos, se formou em Publicidade e tem uma pós no exterior. Conta que ao terminar o curso, “estava trabalhando satisfeito com as ofertas do mercado”, mas depois de se especializar no exterior com o intuito de conseguir um melhor salário e posição laboral, encontrou uma barreira. “Há saturação. As empresas não prezam se a pessoa fez uma boa faculdade nem uma pós, pelo menos nesta área, o que importa é aceitar trabalhar ganhando pouco, mesmo sem formação adequada”, lamenta. Andrade resolveu mudar de área e optou por Engenharia Civil, depois de passar dois semestres cursando os cursos de Ciência e Engenharia da Computação. Para ele, existe uma melhor perspectiva de salário, já que “a demanda de engenheiros é grande e o mercado necessita profissionais bem qualificados”. Andrade é o retrato de uma das gerações mais bem preparadas que se frustram ao chegar ao mercado de trabalho, mas seu perfil não é uma realidade apenas no Brasil. A OCDE, em recente estudo sobre o impacto da educação no nível econômico do jovem, constatou que isso ocorre a nível mundial. Rodrigo Castañeda Valle, da área de inovação e medição do progresso educacional e de habilidades da organização, não acredita que tudo se deva a que o jovem não saiba direito o que quer. Em alguns países, como o Brasil, “a boa remuneração de técnicos ou pessoas sem formação superior é um dos fatores que desestimula os jovens a continuarem seus estudos”. Segundo o estudo, 67% dos brasileiros com o segundo grau estão empregados, contra 55%, de média entre os países da OCDE.[…]” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/04/sociedad/1391544951_779657.html Texto 2 Fonte: https://rgcriativo.com.br/post/169/Mercado-de-Trabalho-ebaaa.html Texto 3 “[…] De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR), Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, e o filtro das empresas está cada vez mais restrito, colocando o jovem em desvantagem. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. Ainda conforme a retrospectiva do IBGE, o percentual da População em Idade Ativa (PIA) com 11 anos ou mais de estudo passou de 46,7% para 63,8%. ‘É como se vivêssemos uma dicotomia, uma coisa muito antagônica. Termos tantos jovens desempregados e termos estas vagas. Por conta do mercado estar muito exigente, às vezes, é muito difícil este jovem conseguir, principalmente, se ele não tem nenhuma experiência’, disse Zanetti. Além disso, comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo. Algo que, aparentemente, ficaria em segundo plano, destacou Zanetti, ainda tem importância nos processos seletivos, e acaba funcionando como uma armadilha para os jovens. ‘Eles são muito ingênuos ainda em algumas questões que para as empresas são importantes. A empresa busca conhecer esse jovem e entender um pouco das características que ele tem para saber se são compatíveis com a cultura e valores da empresa. As questões comportamentais ainda são muito significativas. Esse é um dos motivos em que, normalmente, o jovem não vai para frente nas entrevistas’. Algumas perguntas básica, exemplificou Zanetti, ficam sem resposta, como quando o entrevistador pede para o candidato citar os próprios pontos fortes.” Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho.

Texto I “’[A escola] precisa abrir mão de muitos mecanismos que são contrários à emancipação, como as aulas fechadas (no espaço e no tempo), as turmas isoladas, as provas como sinônimo de avaliação, os mecanismos punitivos e repressivos como advertência, suspensão e expulsão etc., precisa dar voz de fato para todos os agentes da comunidade’, afirma Osvaldo Souza, professor da Escola Politeia, localizada em São Paulo (SP), em entrevista ao Hypeness. […] a escola, que fica na zona oeste da cidade, é referência nacional em inovação e ensino democrático. Em salas que estimulam o contato entre as crianças de diferentes idades, os alunos são incentivados a pensar por si, com o objetivo de se desenvolverem de forma autônoma. […]estimula-se o aprendizado por meio de pesquisas. Os temas são selecionados a partir dos próprios interesses de cada criança e geralmente abordam mais de uma disciplina, sempre contando com o suporte de um orientador. Assim, os alunos são capazes de resolver os problemas que escolhem para si, desenvolvendo capacidade crítica e adquirindo um conhecimento que muitas vezes vai além de sua área inicial de interesse. Um bom exemplo disso é a história de uma das alunas que decidiu pesquisar sobre animais abandonados na rua. O estudo sobre o assunto a levou a conhecer a cadela russa Laika, que foi enviada ao espaço. A curiosidade sobre o tema fez com que ela descobrisse o contexto da experiência, a Guerra Fria, e o entendimento sobre todos os conceitos políticos envolvidos. Por que dividir o ensino em matérias quando o mundo está conectado?” Fonte: https://www.hypeness.com.br/2015/01/como-iniciativas-de-educacao-inovadoras-buscam-transformar-o-ensino-no-brasil/ Texto II Fonte: https://umolharsobreaavaliacao.blogspot.com/2016/05/charges-ebaaa.html Texto III “[…] O ensino de palestra, por meio do qual o professor fala por dezenas de minutos para os alunos, ainda que com espaço para perguntas, é cansativo, desmotivador, pouco capaz de identificar grandes qualidades e deficiências de cada educando, menos apto à memorização do conhecimento, apesar de focado nesse aspecto, dentre vários outros problemas. Em 1993 – há 24 anos, portanto – o professor Alisson King, associado da Universidade do Estado da Califórnia em São Marcos, publicou um artigo seminal que causou impacto nos Estados Unidos. Ele lembrava que o ensino tradicional de transmissão de informação seria insuficiente para que os alunos pudessem lidar com os problemas complexos do século XXI, que ainda estava por se desvelar. King lembrava que conhecimento não se transmite, mas apenas a informação. O modelo tradicional, amplamente adotado no Brasil até hoje, visa lançar informação sobre os alunos, que frequentemente não prestam atenção, ou, quando prestam, absorvem pouco, ou, quando conseguem absorver mais, o fazem porque anotaram o que o professor dizia, exercendo um aprendizado um pouco mais ativo, que, como está multiplamente provado, é mais eficiente do que o passivo […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/vanguardas-do-conhecimento Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação.

As provas da banca da FGV são difíceis, meu filho. Eles gostam de cobrar tudo que está no edital, os enunciados não são objetivos, mas sim cheios de figuras de linguagem, obrigando você, meu amiguinho, ser bom em interpretação de texto. Mas tenho uma boa notícia: diferente de outros concursos, a banca da FGV tem uma redação mais fácil do que as questões objetivas. Aqui, nesse texto querido, te ensinamos a como não ter medo do bicho papão chamado concurso com redação. Então, agora que você é uma criança grandinha, vamos te apresentar a prova de redação da FGV e te dar umas dicas que são de estourar a boca do balão. Já começo com impacto: a FGV não chama a redação de redação. sso mesmo. Eles chamam de prova escrita discursiva. Geralmente, a produção cobrada pela banca deve ter de 20 a 30 linhas e traz um ou dois textos como tema motivador (lembrando que imagem também é considerada texto motivador) e vale 20 pontos ao total. E pode, ainda, ser cobrada mais de uma produção: na Prova para Policial Legislativo Federal de 2012, por exemplo, havia uma proposta de redação de texto dissertativo-argumentativo e também uma questão discursiva. Em grande parte das provas, os critérios de correção são divididos assim (esses critérios foram retirados do edital do Concurso Público para o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, que você pode acessar aqui): PARTE 1- ESTRUTURA TEXTUAL GLOBAL (A) ABORDAGEM DO TEMA 8 pontos Considera a capacidade de o candidato selecionar argumentos convenientes, dentro do perfil esperado, assim como a boa seleção desses argumentos. (B) PROGRESSÃO TEXTUAL 7 pontos Considera a capacidade de o candidato mostrar coesão e coerência entre os parágrafos componentes do texto por ele redigido, assim como a distribuição do tema por uma evolução adequada de suas partes. PONTUAÇÃO MÁXIMA – PARTE 1 = 15 pontos PARTE 2 – CORREÇÃO GRAMATICAL A correção gramatical será considerada sob o aspecto da melhor expressão escrita do ponto de vista comunicativo, ou seja, de sua adequação à situação comunicativa. PONTUAÇÃO DEDUÇÃO POR CADA ERRO (A) SELEÇÃO VOCABULAR 2 pontos 0,2 ponto Considera problemas de inadequação vocabular, troca entre parônimos, emprego de palavras gerais por específicas, emprego de vocábulos de variação linguística inadequada, marcas de oralidade. (B) NORMA CULTA 3 pontos 0,3 ponto Considera problemas gerais de construção frasal do ponto de vista comunicativo. PONTUAÇÃO MÁXIMA – PARTE 2 = 5 pontos A redação será zerada se: Você fugir ao tema; Você não escrever o texto; Você preencher a identificação em lugar indevido; Se sua letra for ilegível; Ainda, será descontado 0,4 ponto para cada linha completa não escrita, considerando o mínimo de linhas exigido de 20 linhas e, também, reduzido 0,2 ponto para cada linha completa excedente ao máximo permitido no subitem, de 30 linhas. Apesar de os corretores considerarem os quesitos de correção um tanto benevolentes, ainda sim, são descontados 0,2 pontos por desvio à norma culta. É bom estudar questões gramaticais das quais você sempre tem dúvida, portanto. Por isso que se faz mais do que necessário você conferir o edital da sua prova, e, claro, incluir redação na sua rotina de estudos, além de interpretação de texto, que será útil não só na redação, mas em toda a prova. Além disso, é mais do que essencial estar bem informado e ter um bom nível de leitura, já que nem todos os comandos ou os temas das redações são objetivos e diretos como são em outras provas. Ah, antes que eu esqueça: os temas, geralmente, são sobre temas atuais. Chamamos atenção aqui pra‘quilo que é necessário para escrever aquela redação linda: uso correto da linguagem, coerência e coesão, domínio lexical e gramatical e argumentação profunda. Leia sempre o comando e a coletânea de textos motivadores com calma, sublinhe as palavras chave, para ter certeza que sua redação aborda tudo que o comando fala sobre. Por exemplo: se o comando pede para que você discuta dificuldades e medidas sobre um certo assunto no Brasil, você tem que falar sobre as dificuldades e as medidas, nessa ordem, e ambas. Respeite a progressão textual. Agora: por que dissemos, ali em cima, em grande parte das provas? Para você, concurseiro avisado, não preciso nem dizer que o estilo de proposta muda de prova para prova (de instituição para instituição), de cargo para cargo e de nível para nível. Ainda, para você entender melhor o modelo de redação, deixamos aqui duas propostas recentes da banca 1.Prova Técnico TRT 12 – 2017 São bastante conhecidos os sete pecados capitais tradicionais, mas, em função das mudanças ocorridas na sociedade atual, o Vaticano criou, em março de 2008, um conjunto de novos pecados adaptados à era da globalização. – Experimentos “moralmente dúbios” com células-tronco: a Igreja Católica defende a ideia de que a vida começa no momento da formação do embrião. Portanto, condena qualquer tipo de pesquisa científica com embriões humanos e células-tronco embrionárias. – Uso de drogas: as drogas causam dependência física e psicológica nos usuários e prejudicam o funcionamento harmonioso da família. É uma atitude contra a vida humana. – Poluição do meio ambiente: a poluição do ar, água e solo trazem prejuízos sérios ao meio ambiente e à saúde das pessoas. – Agravamento da injustiça social: o capitalismo criou, em muitos países, uma má distribuição de renda, deixando à margem da sociedade grande parcela da população (os excluídos sociais). – Riqueza excessiva: o capitalismo favoreceu a concentração de renda, muitas vezes, de forma excessiva. Algumas pessoas concentram bilhões de dólares, enquanto outros, não têm sequer o que comer. – Geração de pobreza: a pobreza e a miséria estão espalhadas pelo mundo. Cometem esse pecado aqueles que contribuem para a geração dessas condições sociais. – Violações bioéticas. Por exemplo, controle de natalidade: é considerada violação bioética toda atitude que pretende evitar a geração de vida de forma natural (uso de contraceptivos, cirurgias, aborto, inseminação artificial). Qual desses “novos pecados capitais” lhe parece mais danoso ao ser humano? Faça um texto dissertativo-argumentativo com
Os artigos sobre “Topo de funil” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
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