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Quando pensamos em direitos fundamentais assegurados pela Constituição de 1988, como saúde, educação e dignidade humana, é inevitável refletir sobre grupos sociais que permanecem invisíveis diante das políticas públicas. Entre eles, estão as crianças nascidas em presídios femininos, cuja realidade ainda é marcada pela negligência do Estado e pelo abandono social. Esse tema vem ganhando relevância tanto em debates acadêmicos quanto em provas de vestibulares e concursos, uma vez que articula discussões sobre direitos humanos, sistema prisional, infância e cidadania. Ao trazer dados, legislações e casos emblemáticos, é possível construir argumentos consistentes sobre os desafios enfrentados por essas crianças e sobre a responsabilidade do poder público em garantir sua proteção. Dessa forma, analisar a invisibilidade das crianças nascidas em presídios femininos torna-se essencial para compreender como a violação de direitos perpetua desigualdades e compromete o futuro de gerações que já iniciam a vida em condições de extrema vulnerabilidade. Texto 1 – Invisibilidade das crianças nascidas nos Presídios Femininos A realidade das crianças que nascem em presídios femininos no Brasil é marcada pela invisibilidade e pelo abandono. Essas crianças, muitas vezes esquecidas pelo sistema carcerário e pela sociedade, enfrentam desafios significativos que afetam seu desenvolvimento físico, emocional e social. Este artigo busca explorar os problemas por elas enfrentados e as possíveis soluções para garantir seus direitos fundamentais e a promoção de sua inclusão na sociedade. Com efeito, as crianças nascidas nos presídios femininos são frequentemente privadas do indispensável convívio com suas mães por conta dos cuidados essenciais que necessitam. A superlotação e as condições precárias dos presídios dificultam o acesso a cuidados médicos adequados durante a gravidez e o parto, resultando em complicações para os bebês. Além disso, a falta de estrutura para o cuidado infantil dentro das unidades prisionais impede o acesso a serviços básicos, como vacinação e acompanhamento pediátrico. Há, na verdade, uma série de desafios que vão além da falta de assistência e cuidados médicos. A ausência de políticas eficazes para proteger seus direitos resulta em uma marginalização ainda maior. Muitas vezes, essas crianças são deixadas à margem do sistema de assistência social e não recebem o apoio necessário para garantir seu bem-estar e desenvolvimento saudável. A estigmatização e o preconceito enfrentados por suas mães também inviabilizam sua integração social após a saída da prisão. Um exemplo emblemático é o de Luca, um bebê que apanhou da polícia enquanto estava nos braços de sua mãe. O caso ilustra a dura realidade enfrentada por essas crianças. Luca, que cumpria pena com a mãe na Unidade Materno-Infantil da Penitenciária de Ananindeua, no Pará, sofreu traumas que afetaram seu desenvolvimento psicológico. Histórias como a dele são comuns e revelam a necessidade urgente de mudanças no sistema prisional e nas políticas públicas. Para combater a invisibilidade dessas crianças, é preciso a implementação de políticas públicas que garantam seus direitos fundamentais de forma a assegurar-lhes a inclusão social. Isso inclui a criação de unidades materno-infantis dentro das prisões, com estrutura adequada para o cuidado das mães e de seus bebês, bem como o desenvolvimento de programas de acompanhamento psicossocial e educação para essas crianças e suas famílias. A invisibilidade, portanto, das crianças nascidas em presídios femininos é um reflexo da falha do Estado em garantir seus direitos fundamentais com vistas à promoção da inclusão na sociedade. É essencial, em consequência, que sejam adotadas medidas eficazes para proteger essas crianças e garantindo-lhes seu desenvolvimento saudável e o pleno exercício da cidadania. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais justa e inclusiva para todas as crianças, independentemente de sua origem ou situação familiar. Fonte: O Estado CE Texto 2 – Quais os dilemas da convivência entre mães e filhos dentro do sistema prisional? A presença da criança no ambiente prisional pode, de um lado, amenizar o sentimento de abandono das mulheres e oferecer um apoio emocional durante a pena. Ter o filho ao lado funciona como companhia, gera afeto e até afasta algumas presas de situações de violência ou uso de drogas. No entanto, como conciliar esse convívio com as privações impostas pelo cárcere? Se, por um lado, a mãe encontra forças em estar com o bebê, por outro, a criança perde o direito ao convívio social mais amplo, à cultura familiar e a interações essenciais para seu desenvolvimento. Além disso, as unidades prisionais ainda enfrentam graves problemas estruturais, como a falta de acompanhamento médico adequado e a precariedade de espaços infantis. Outro paradoxo surge no exercício da maternidade: apesar de estarem com os filhos, muitas mulheres relatam sentir-se “mães pela metade”. A rotina do presídio limita gestos simples, como oferecer colo, fundamentais para a criação de vínculos afetivos. A ausência desse contato pode gerar insegurança e medo em muitas crianças no momento de interagir com outras pessoas. Essas contradições mostram como é complexo pensar a permanência da criança junto da mãe em unidades materno-infantis. Afinal, como equilibrar os benefícios do contato direto com as limitações impostas pelo sistema penitenciário? Esse dilema reforça a urgência de políticas públicas que garantam condições dignas, respeitem a autoridade materna e assegurem o pleno desenvolvimento infantil. Fonte adaptada: Educação & Sociedade – FCC Texto 3 – Quais os impactos do encarceramento na primeira infância e no desenvolvimento das crianças? O período da primeira infância, que vai da gestação até os seis anos de idade, é considerado crucial para o desenvolvimento humano. É nessa fase que o cérebro mais se estrutura e que o vínculo com a mãe, por meio da convivência e da amamentação, se torna essencial para a saúde física e emocional da criança. No entanto, como assegurar esse direito quando o nascimento acontece dentro do cárcere? A legislação brasileira determina que os bebês permaneçam com suas mães até os seis meses de vida para a amamentação, mas o ambiente prisional oferece condições muito diferentes das necessárias para garantir o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, previsto na Constituição de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Pesquisas mostram que o encarceramento durante a gestação já impõe traumas ao desenvolvimento: gestantes presas

Você já parou para pensar que o Brasil está envelhecendo em ritmo acelerado e que isso traz impactos diretos para a educação? Segundo o IBGE, em 2022 o país contava com mais de 32 milhões de pessoas idosas, representando 15,8% da população – um crescimento de mais de 50% em apenas uma década. Projeções indicam que, em 2030, os idosos serão mais numerosos do que as crianças de 0 a 14 anos. Esse cenário demográfico coloca desafios urgentes para a garantia do direito à educação, especialmente para quem não teve acesso à escola na idade adequada. Nesse contexto, a EJA (Educação de Jovens e Adultos), que passa a ser discutida agora como EJAI (Educação de Jovens, Adultos e Idosos), torna-se fundamental. Mais que alfabetizar, a modalidade precisa oferecer oportunidades de atualização de conhecimentos, inclusão digital, convivência social e realização pessoal para a terceira idade. Para vestibulares e concursos, esse é um tema quente, pois conecta direito à educação, políticas públicas, inclusão social e envelhecimento populacional. Mas, afinal: quais são os principais desafios e soluções possíveis para a educação de idosos no Brasil? Textos motivadores sobre a Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI) Texto I – O que propõe o Projeto de Lei 2679/24 ao incluir idosos na Educação de Jovens e Adultos? Projeto inclui idosos na modalidade de educação de jovens e adultos O Projeto de Lei nº 2679/2024, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe incluir os idosos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), que passará a se chamar Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). O objetivo é ampliar o acesso ao ensino fundamental e médio para pessoas com mais de 60 anos que não tiveram oportunidade de estudar na idade adequada. Segundo o autor do projeto, deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), a medida busca assegurar que políticas educacionais sejam adaptadas às necessidades específicas da terceira idade, com materiais didáticos adequados, métodos inclusivos e apoio psicossocial. No Brasil, de acordo com dados da PNAD Contínua (2021), 31,2 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, o que representa 14,7% da população total. A Região Sudeste concentra os maiores índices de envelhecimento, chegando a 16,6%, enquanto o Rio de Janeiro lidera entre os estados, com 19,1% de idosos em sua população. O envelhecimento populacional reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à inclusão educacional da terceira idade. Além de garantir o direito constitucional à educação, a proposta pretende promover autonomia, inclusão social e qualidade de vida aos idosos brasileiros. Fonte: Agência Câmara de Notícias Texto II – Quais são os principais benefícios e desafios da EJA para a terceira idade? Os desafios da EJA na educação para a terceira idade A Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem papel fundamental na promoção da inclusão educacional, especialmente para pessoas que decidem retomar os estudos mais tarde na vida. Entre os idosos, a modalidade se apresenta como oportunidade de atualização de conhecimentos, realização de sonhos adiados, manutenção da mente ativa e fortalecimento de vínculos sociais. Contudo, essa etapa enfrenta diversos desafios. Muitos alunos da terceira idade demonstram resistência à aprendizagem, motivada pela insegurança em acompanhar o ritmo escolar após longos períodos fora da sala de aula. Soma-se a isso a dificuldade de adaptação às tecnologias digitais, cada vez mais presentes nos processos educativos, e as barreiras físicas impostas por limitações de saúde e de mobilidade. Para superar esses obstáculos, especialistas defendem abordagens pedagógicas contextualizadas, que valorizem a experiência de vida dos idosos e promovam um aprendizado significativo. O apoio psicossocial também é essencial, fornecendo segurança emocional para lidar com o estresse e a autoconfiança no processo de aprendizagem. Além disso, o uso de tecnologias adaptativas, como plataformas acessíveis, letras ampliadas e recursos de áudio, facilita a inclusão desse público no universo escolar. Assim, apesar dos desafios, a EJA para a terceira idade demonstra ser uma oportunidade de promover não apenas o acesso ao conhecimento, mas também a dignidade, a autonomia e a inclusão social das pessoas idosas no Brasil. 📌 Fonte: Humaitá Digital (2023). Texto III – Como o envelhecimento populacional pressiona o sistema educacional brasileiro? O envelhecimento da população e os desafios à educação O Brasil vive um acelerado processo de envelhecimento populacional. Segundo o Censo Demográfico de 2022, o país contava com pouco mais de 32 milhões de pessoas idosas, um aumento de 56% em relação a 2010. Esse grupo já representa 15,8% da população, com projeções que indicam que, em 2030, o número de idosos será maior do que o de crianças entre 0 e 14 anos. Esse cenário impõe desafios diversos, inclusive no campo educacional. O direito à educação da pessoa idosa já não pode se restringir à alfabetização tardia ou ao acesso básico à escola. Muitos idosos, mesmo tendo concluído a educação básica ou superior, desejam ou precisam continuar sua formação ao longo da vida, seja por atualização de conhecimentos, realização pessoal ou integração social. Entretanto, a pedagogia e as políticas educacionais brasileiras ainda avançam lentamente na incorporação das demandas desse público. A mudança da nomenclatura de EJA (Educação de Jovens e Adultos) para EJAI (Educação de Jovens, Adultos e Idosos) em alguns documentos e debates educacionais sinaliza uma ampliação de perspectiva, mas ainda insuficiente para responder à complexidade do fenômeno. É urgente construir experiências educativas inclusivas, flexíveis e adaptadas às necessidades da terceira idade, indo além dos modelos tradicionais de escolarização. Isso exige ações que articulem políticas públicas, profissionais da educação e práticas pedagógicas inovadoras, para que os idosos possam exercer plenamente seu direito à formação contínua. 📌 Fonte: Brasil de Fato (2024). Texto IV – Quais políticas públicas enfrentam os desafios do envelhecimento e das demências no Brasil? Desafio do envelhecimento no Brasil: políticas públicas e a realidade das demências O envelhecimento da população brasileira exige políticas públicas consistentes e intersetoriais. A Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, tem como missão monitorar e fomentar iniciativas que garantam autonomia, inclusão social e proteção contra a violência e o abandono. Entre os principais desafios

Você sabia que o Setembro Amarelo® é a maior campanha de prevenção ao suicídio do mundo e já caiu em provas como o ENEM 2020 e o Encceja 2023? Criado em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o movimento surgiu para quebrar o tabu sobre saúde mental e incentivar a busca por ajuda.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. No Brasil, a média é de 38 mortes por dia, um desafio que evidencia falhas nas políticas públicas de saúde e de educação. Por isso, além de ser um tema urgente na sociedade, o assunto é forte candidato para cair em redações de exames nacionais e concursos. O que é saúde mental? De forma geral, a saúde mental corresponde ao estado de equilíbrio emocional, psicológico e social que permite ao indivíduo lidar com as pressões da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a comunidade. Além disso, segundo a OMS, não se trata apenas da ausência de doenças, mas da capacidade de viver plenamente, mantendo relações saudáveis e tomando decisões responsáveis. Quais são os principais problemas de saúde mental? Entre os principais problemas de saúde mental estão: Esses problemas, quando não diagnosticados e tratados, podem se agravar e estar associados a índices de suicídio, principalmente entre jovens. Quais são as saúde mentais? Em primeiro lugar, é importante compreender que a expressão “saúde mentais” se refere, na verdade, às diferentes dimensões ou categorias de saúde psicológica e emocional. Assim, podemos destacar: Desse modo, falar em “saúdes mentais” é falar em múltiplos aspectos da vida psíquica que, juntos, garantem bem-estar integral. Quais são os 4 pilares da saúde mental? Para responder a essa pergunta, devemos recorrer às diretrizes utilizadas por profissionais da psicologia e da saúde coletiva. De maneira geral, os 4 pilares da saúde mental são: Além disso, pesquisas mostram que esses pilares são fortalecidos quando há políticas públicas eficazes, como campanhas de prevenção, acesso a psicólogos na rede pública e programas educativos de conscientização. O que é a campanha de Setembro Amarelo? Antes de tudo, é fundamental destacar que a campanha Setembro Amarelo é a maior iniciativa de prevenção ao suicídio do mundo. Criada em 2013 por Antônio Geraldo da Silva, então presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a ação ganhou força nacional a partir de 2014. Desde então, o mês de setembro tornou-se referência para a conscientização sobre saúde mental, promovendo palestras, ações comunitárias, iluminação de prédios públicos na cor amarela e campanhas de informação. Além disso, o dia 10 de setembro é oficialmente reconhecido como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, reforçando a relevância dessa mobilização. O que é o Setembro Amarelo? De forma simples e objetiva, o Setembro Amarelo é um movimento global que busca quebrar o estigma em torno da saúde mental e salvar vidas por meio da conscientização. Seu principal objetivo é incentivar as pessoas a pedirem ajuda e mostrar que o suicídio pode ser prevenido. Nesse sentido, o laço amarelo tornou-se símbolo do cuidado com a vida. Ele representa luz, esperança e acolhimento. Além disso, a cada ano o movimento ganha um lema específico. Em 2025, por exemplo, o lema é: “Se precisar, peça ajuda!”, destacando a importância da escuta ativa e do apoio mútuo. Qual é o significado do laço Setembro Amarelo? Antes de mais nada, é importante compreender que o laço amarelo é o símbolo oficial da campanha. Ele foi escolhido porque o amarelo está associado à luz, esperança e valorização da vida, em oposição à escuridão do sofrimento. A origem do laço remete a uma história dos Estados Unidos: em 1994, um jovem chamado Mike Emme, que tinha um carro Mustang amarelo, faleceu por suicídio. Seus amigos distribuíram laços amarelos em seu funeral como forma de chamar atenção para a importância de falar sobre saúde mental. Desde então, o símbolo se espalhou pelo mundo e foi adotado em campanhas de conscientização. Na redação, você pode usar o laço amarelo como recurso simbólico para reforçar a ideia de união social e a necessidade de combater o estigma em torno da saúde mental. O que é Setembro Amarelo redação? Quando falamos em Setembro Amarelo na redação, nos referimos à forma como a campanha pode aparecer como tema ou repertório sociocultural em provas como ENEM, Encceja, vestibulares e concursos públicos. Por exemplo, no ENEM 2020, o tema foi: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Esse tema dialoga diretamente com os objetivos do Setembro Amarelo, que busca diminuir preconceitos e incentivar a busca por ajuda. Além disso, outros exames também já exploraram essa linha temática: Ou seja, a campanha pode servir tanto como repertório legitimado para enriquecer sua argumentação quanto como inspiração direta para um possível tema futuro, como “Políticas públicas de prevenção ao suicídio no Brasil” ou “A importância da escuta ativa na promoção da saúde mental”. Qual é o tema principal do texto Prevenção ao Suicídio? Antes de tudo, é importante compreender que o tema central da prevenção ao suicídio é a valorização da vida. Isso significa falar abertamente sobre saúde mental, combater o estigma em torno das doenças psiquiátricas e ampliar o acesso a políticas públicas de cuidado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo que 96% dos casos estão associados a transtornos mentais que poderiam ser tratados. Assim, a prevenção não é apenas uma questão individual, mas um compromisso coletivo e governamental. Quais são as principais ações de prevenção ao suicídio? Em seguida, precisamos destacar que a prevenção depende de ações integradas em diferentes esferas: família, escola, serviços de saúde e Estado. Entre as medidas mais relevantes estão: No campo da redação, você pode usar esses elementos como propostas de intervenção, associando a cada uma um agente (ex.: Ministério da Saúde), uma ação (ampliar CAPS), um meio (políticas públicas de financiamento)

Como começar uma redação exige muito mais do que apenas escolher palavras: é necessário apresentar um problema real, fundamentado em dados e com clareza crítica. No contexto do ENEM e dos vestibulares, introduções bem estruturadas são decisivas para alcançar notas altas, já que revelam o domínio do candidato sobre repertórios consistentes e a capacidade de análise. Entre os temas possíveis, destaca-se a invisibilidade social das doenças crônicas e seus impactos na saúde pública brasileira. Esse assunto dialoga diretamente com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), com as políticas públicas de prevenção e com as desigualdades sociais do país. A seguir, você encontra textos motivadores oficiais que podem ser utilizados em uma proposta de redação sobre o tema. Eles fornecem dados, contextos e reflexões necessárias para desenvolver uma argumentação sólida. Textos motivadores sobre a invisibilidade social das doenças crônicas Texto I – Como a nova lei de 2025 contribui para dar visibilidade às doenças crônicas? Em julho de 2025, foi sancionada uma norma que institui um programa nacional voltado às pessoas acometidas por fibromialgia, fadiga crônica, síndrome complexa de dor regional e doenças correlatas. Essa medida prevê ações no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como atendimento multidisciplinar, capacitação de profissionais, incentivo à pesquisa e disseminação de informações sobre essas condições. Entretanto, apesar desse avanço legal, especialistas ressaltam que ainda existe grande invisibilidade social e institucional em relação às doenças crônicas de dor. Pacientes, nesse contexto, frequentemente enfrentam estigma, demora no diagnóstico, falta de profissionais capacitados e dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Além disso, em alguns casos, essas enfermidades podem ser equiparadas a deficiência, mas essa avaliação depende de regulamentação específica. Fonte: Agência Senado. Disponível em: senado.leg.br Texto II – De que forma a vulnerabilidade social agrava as doenças crônicas no Brasil? Estudos recentes mostram que a vulnerabilidade social aumenta os riscos de desenvolvimento e agravamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), como diabetes, doenças cardiovasculares, respiratórias e síndromes de dor crônica. Isso ocorre porque condições de baixa renda, habitação precária, desemprego e acesso limitado a serviços de saúde e educação estão diretamente associadas à piora da saúde dessas populações. Nesse cenário, a gestão em saúde e as políticas públicas assumem papel essencial, já que podem criar estratégias acessíveis de prevenção, diagnóstico e tratamento, garantindo maior equidade no acesso a serviços e informações. Ademais, políticas que promovam alimentação saudável, prática de atividade física e redução do consumo de tabaco e álcool são fundamentais para diminuir as desigualdades de saúde no país. Fonte: Silva, A. F. R. et al. “Vulnerabilidade social e doenças crônicas não transmissíveis: o papel da gestão e das políticas em saúde”. Revista Contemporânea, v.3, n.10, 2023. DOI: 10.56083/RCV3N10-106 Texto III – Por que as doenças crônicas continuam crescendo e permanecem invisíveis? O número de pessoas acometidas por doenças crônicas cresce no Brasil e no mundo. Essas condições, de progressão lenta e longa duração, podem ser transmissíveis (como a aids) ou não transmissíveis (como diabetes, hipertensão, lúpus, Alzheimer e fibromialgia). Atualmente, cerca de 57 milhões de brasileiros vivem com ao menos uma doença crônica. No entanto, muitas delas só são diagnosticadas em estágios avançados, quando os efeitos já são irreversíveis, o que reforça a importância da detecção precoce e do acompanhamento médico contínuo. No caso da fibromialgia, por exemplo, a dor difusa, a fadiga e os distúrbios do sono impactam intensamente a vida dos pacientes, ainda que a doença permaneça invisível aos olhos de grande parte da sociedade. Já o Alzheimer, que está entre as dez principais causas de morte no mundo, compromete progressivamente as funções cognitivas, afetando não apenas os pacientes, mas também suas famílias e cuidadores. Portanto, ainda que não haja cura para a maioria dessas doenças, tratamentos multidisciplinares, políticas públicas eficazes e práticas de autocuidado (alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento especializado) podem reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida. Fonte: Blog Sabin. Disponível em: sabin.com.br Texto IV – O que os dados da OPAS revelam sobre as doenças crônicas nas Américas? Um relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), publicado em 2024, mostra que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) continuam sendo a principal causa de morte e incapacidade nas Américas. Entre 2000 e 2019, o número total de mortes na região aumentou em 31%, crescimento mais alto que em qualquer outra região da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o documento, as DCNTs — como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias, transtornos mentais e condições neurológicas — responderam por 90% das mortes na região em 2019. O envelhecimento populacional é apontado como um dos principais fatores para o aumento dos casos, o que exige sistemas de saúde mais preparados para lidar com uma população que vive mais, mas também convive com maior carga de doenças. Além disso, o relatório destaca desigualdades regionais e de gênero. No Caribe Latino, por exemplo, a taxa de mortalidade por DCNT é 1,5 vez maior que na sub-região andina. Enquanto os homens sofrem mais com doenças cardiovasculares e uso de álcool, as mulheres apresentam maiores índices de ansiedade, depressão e violência por parceiro íntimo. Assim, para a OPAS, enfrentar o problema exige intervenções comprovadas de prevenção, como a redução de fatores de risco ligados ao estilo de vida, além do fortalecimento da atenção primária em saúde e da criação de políticas públicas que preparem os sistemas nacionais para o desafio das DCNT em sociedades em rápido envelhecimento. Fonte: OPAS. Disponível em: paho.org Argumentos para a redação sobre doenças crônicas Argumento 1 – A naturalização da invisibilidade social das doenças crônicas Causa: Historicamente, o Brasil consolidou uma cultura que prioriza doenças de maior visibilidade imediata, como epidemias e emergências sanitárias, em detrimento das doenças crônicas, de longa duração e progressão lenta. Isso resulta em demora nos diagnósticos, estigmatização social e falta de políticas públicas específicas. Consequência: Esse cenário gera exclusão social e institucional dos pacientes, que sofrem com falta de acesso a tratamentos especializados, dificuldades de inserção no mercado de trabalho e estigmas que fragilizam sua autoestima. Além disso, a invisibilidade

O Enem 2025 está se aproximando e, como sempre, um dos maiores desafios dos candidatos é a redação. Além disso, o tema costuma estar relacionado a questões sociais, culturais, tecnológicas ou ambientais, exigindo que o candidato demonstre conhecimento de mundo, capacidade argumentativa e domínio da norma culta. Dessa forma, é essencial estar atualizado e preparado para desenvolver um texto coeso e bem fundamentado. Portanto, dedicar tempo à leitura, à prática da escrita e ao repertório sociocultural pode fazer toda a diferença na conquista de uma boa nota. Diante disso, treinar redações com temas possíveis e atuais é essencial para garantir uma estrutura bem organizada, argumentos sólidos e repertórios produtivos. Mas quais temas podem cair? Vamos explorar as possibilidades e oferecer argumentos, repertórios e estratégias para você treinar sua escrita e se preparar da melhor forma. Quais temas podem cair no Enem 2025? A seguir, listamos os temas que têm grande potencial de aparecer na redação do Enem 2025, considerando tendências sociais, econômicas e políticas. Tema – Ecoansiedade: o impacto das mudanças climáticas na saúde mental dos jovens A crise climática não afeta apenas o meio ambiente, mas também a saúde mental das novas gerações. Alternativas para coibir a banalização do stalking na sociedade brasileira O stalking, prática de perseguição persistente, foi tipificado como crime no Brasil, mas ainda enfrenta desafios quanto à sua aplicação legal. Desafios para a inclusão de ciclistas nas ruas brasileiras O Brasil ainda enfrenta dificuldades para tornar o ciclismo um meio de transporte seguro e acessível. Além disso, a falta de infraestrutura adequada, como ciclovias e sinalização, compromete a segurança dos ciclistas. Dessa forma, muitas pessoas deixam de utilizar a bicicleta como alternativa de mobilidade urbana. Portanto, é essencial que o poder público invista em políticas que incentivem o uso da bicicleta e garantam melhores condições para os ciclistas. Inclusão e cuidado: obstáculos para garantir o bem-estar de pessoas com deficiência no Brasil Criminalidade e reincidência: a exposição pública de condenados por crimes sexuais contribui para a redução da violência? Barreiras para a garantia da segurança das mulheres em atendimentos médicos no Brasil DeepSeek: os impactos da disputa geopolítica pela supremacia tecnológica no consumo de informação na era da inteligência artificial A importância da cibersegurança na era digital O impacto da oniomania (compulsão por compras) na sociedade contemporânea Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: Apostas online no Brasil: o impacto econômico e social do crescimento das ‘Bets’ A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais Os desafios éticos do sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: “Brain Rot”: O impacto do consumo excessivo de conteúdos superficiais no desenvolvimento intelectual dos brasileiros Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: Proibição do uso de celulares nas escolas: medida necessária para o desenvolvimento infantil? O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Desafios dos catadores de materiais recicláveis na sociedade brasileira Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: O apagão de professores e suas consequências para o desenvolvimento social e econômico no Brasil Obstáculos para a implementação de políticas públicas que diminuam a adição de açúcares em alimentos infantis no Brasil Os possíveis temas de redação para o ENEM 2025 refletem os principais debates sociais e políticos da atualidade. Questões como meio ambiente, segurança digital, desigualdade de gênero e regulamentação de novas tecnologias estão no centro das discussões e podem ser exploradas na prova. 📌 Quer garantir uma redação nota 1000? 🚀 Treine todos esses temas na nossa plataforma e envie sua redação para correção detalhada!

A inclusão e o cuidado com pessoas com deficiência são temas centrais no debate sobre direitos humanos e equidade social no Brasil. Nesse sentido, mesmo com legislações como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI – Lei 13.146/2015), que assegura acessibilidade e participação plena dessas pessoas na sociedade, ainda assim há barreiras estruturais, sociais e atitudinais que dificultam sua qualidade de vida. Portanto, é fundamental que políticas públicas sejam efetivamente implementadas para garantir a inclusão real e a eliminação dessas barreiras. Além disso, é necessário um esforço contínuo para promover a conscientização e a mudança de atitudes em toda a sociedade. Aqui está o texto com palavras de transição adicionadas: Segundo o IBGE (2023), o Brasil possui cerca de 18,6 milhões de pessoas com deficiência, representando 8,9% da população. No entanto, apenas 23,8% delas participam do mercado de trabalho, enquanto 66,3% das pessoas sem deficiência estão empregadas. Essa desigualdade demonstra que, apesar dos avanços legislativos, a inclusão plena ainda é um desafio. Além disso, a educação, a mobilidade urbana e o acesso a serviços essenciais são áreas que ainda demandam atenção. Diante desse cenário, com a crescente discussão sobre inclusão e novas propostas legislativas, esse tema pode aparecer no ENEM e vestibulares. Por isso, vamos explorar esse assunto e entender como garantir direitos e acessibilidade para todas as pessoas. Proposta de Redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão e Cuidado: obstáculos para garantir o bem-estar de pessoas com deficiência no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Textos Motivadores sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Texto 1 – O impacto da exclusão e os direitos das pessoas com deficiência Atualmente, cerca de 18,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que representa 8,9% da população. No entanto, a inclusão dessas pessoas ainda enfrenta obstáculos estruturais e sociais. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu direitos fundamentais para pessoas com deficiência, incluindo educação, trabalho e saúde, visando garantir a igualdade de oportunidades. Complementando essa legislação, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) determina que instituições públicas e privadas ofereçam acessibilidade em todos os espaços, incluindo escolas, transportes e serviços de saúde. Entretanto, mesmo com essas leis, os desafios persistem. A participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é de apenas 23,8%, comparada aos 66,3% entre pessoas sem deficiência. Essa diferença reflete a dificuldade de inserção profissional, seja pela falta de acessibilidade no ambiente corporativo, seja pelo preconceito estrutural. A educação também é um desafio: menos de 50% dos alunos com deficiência conseguem avançar do ensino fundamental para o ensino médio. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, além de enfrentarem a escassez de professores capacitados para atuar na educação inclusiva. Diante desses dados, fica evidente que a legislação, por si só, não garante a inclusão plena. É necessário um compromisso real da sociedade e do governo para eliminar barreiras e promover a equidade. Fonte adaptada: IBGE – População com Deficiência no Brasil Texto 2 – Direitos da pessoa com deficiência no Senado em 2025 Com a retomada dos trabalhos legislativos, o Senado Federal tem como prioridade aprofundar e garantir os direitos das pessoas com deficiência. Entre os projetos em análise, destacam-se: Esses projetos representam avanços importantes, mas a efetivação dessas políticas depende da fiscalização e aplicação adequada. Além disso, a conscientização da sociedade é essencial para reduzir o capacitismo, preconceito que limita a autonomia e participação de pessoas com deficiência na vida pública. Fonte adaptada: Agência Senado – Direitos das Pessoas com Deficiência Texto 3 – Estatuto da Pessoa com Deficiência O Estatuto da Pessoa com Deficiência, instituído pela Lei 13.146/2015, representa um grande avanço na garantia de direitos para essa população. A legislação prevê que pessoas com deficiência tenham atendimento prioritário, acessibilidade em espaços públicos e privados e adaptação de materiais didáticos nas escolas. Além disso, determina que empresas com mais de 100 funcionários reservem uma porcentagem de vagas para trabalhadores com deficiência. Embora essa lei tenha contribuído para avanços significativos, desafios persistem. Muitas empresas contratam profissionais com deficiência apenas para cumprir cotas, sem garantir ambientes realmente acessíveis ou oferecer oportunidades de crescimento profissional. Dessa forma, a inclusão precisa ir além da legislação e ser incorporada à cultura organizacional e educacional do país. Fonte adaptada: Planalto – Lei 13.146/2015 Texto 4 – O capacitismo como barreira para a inclusão social O capacitismo é um preconceito estrutural que reforça a ideia de que pessoas com deficiência são “inferiores” ou “incapazes”. Esse pensamento está presente em diversas áreas, como no mercado de trabalho, na educação e no acesso à saúde. No ambiente educacional, crianças e adolescentes com deficiência frequentemente enfrentam exclusão social e baixa expectativa de aprendizado, o que limita seu desenvolvimento acadêmico e profissional. No mercado de trabalho, a falta de acessibilidade e o preconceito fazem com que muitos empregadores evitem contratar pessoas com deficiência, reforçando o ciclo de exclusão. Para combater o capacitismo, é fundamental promover conscientização e educação inclusiva, garantindo que todas as pessoas tenham oportunidades iguais. Fonte adaptada: Iigual – Capacitismo e Preconceito Repertórios Socioculturais sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 1️⃣ Filmes, Séries e Documentários sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 2️⃣ Livros, Pensadores e Filosofia 3️⃣ Legislações Importantes 4️⃣ Fatos Históricos (Brasil e Mundo) Argumentos para a Redação: Inclusão e Cuidado – Obstáculos para Garantir o Bem-Estar de Pessoas com Deficiência no Brasil ✅ Argumento 1: Barreiras estruturais e falta de acessibilidade Sinônimos para o argumento: Causa A falta de investimento em infraestrutura acessível faz com que muitas cidades ainda não contem com rampas, elevadores e sinalizações adequadas. Como resultado, a locomoção de pessoas com deficiência torna-se um grande

E aí, RedAluno? 🚨📞Hoje vamos abordar um problema sério que afeta a eficiência dos serviços de emergência: os trotes. Passar trotes para o SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é um crime previsto no Código Penal, causando grandes prejuízos para quem realmente precisa de ajuda. Você sabia que milhares de chamadas falsas são feitas todos os anos, atrapalhando o atendimento de emergências reais? Neste post, vamos entender melhor essa questão com textos motivadores, repertórios, argumentos e como você pode abordar esse tema na sua redação do Enem. Vamos nessa? 💡✍️ Proposta de Redação sobre crime de passar trotes para serviços de emergência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Texto I: Constituição Brasileira e o Código Penal No Brasil, passar trotes para serviços de emergência como SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é uma prática considerada crime, prevista no Código Penal. Segundo o Artigo 266, “interromper ou perturbar serviço telefônico ou de utilidade pública” é punível com detenção de um a três anos e multa. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) classifica essa ação como infração gravíssima, principalmente quando cometida por menores, destacando a necessidade de medidas educativas e preventivas para reduzir a incidência de tais delitos. Fonte: Planalto.gov.br Texto II: impacto nos serviços de emergência Os trotes aos serviços de atendimento de emergência ainda são uma prática expressiva. De acordo com dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram registrados 7.042 trotes no primeiro semestre na Paraíba. Em 2023, foram constatados 22.169 falsos chamados, o que representou aproximadamente 9% das 245.870 chamadas recebidas pelo serviço. “Tempo e recursos gastos por causa de trotes afetam diretamente a eficiência operacional do serviço” – Natália Siqueira, coordenadora médica do Samu. Fonte: A União Texto III: medidas para combater trotes no SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência recebeu mais de 10 mil ligações falsas no primeiro trimestre de 2024, quase 5 trotes por hora, com pedidos de ajuda para emergências que não existem, atrapalhando o funcionamento do serviço. Para o médico do Samu, Bruno Sant’anna, o prejuízo também recai para quem precisa de atendimento: “Quando uma equipe vai pra um atendimento que é um trote, todo esse empenho acaba se tornando algo ineficaz e prejudicando outras pessoas que poderiam estar sendo beneficiadas.” Fonte: G1 Repertórios para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Fato histórico Legislações Filmes e séries Livros Argumentos sobre o tema Argumento 1: falta de consciência e educação Argumento 2: negligência governamental Agora que você está equipado com informações, argumentos e repertórios sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência”, que tal treinar sua redação com nossa plataforma de correção de redação? ✍️ A prática é essencial para conquistar a nota máxima no Enem. Boa sorte! 🚀

Apresentamos aqui uma lista dos 10 possíveis temas de redação para o Concurso Nacional Unificado (CNU), que podem ser úteis para você se preparar. Calma, calma, nós não estamos dizendo que você tem que decorar tudo! Já que a banca de correção do CNU é a Cesgranrio, conhecida por suas características e temas abordados de forma objetiva e rigorosa. Então, os principais critérios de avaliação da redação do CNU são: modalidade da língua formal, adequação ao tema, tipo de texto dissertativo-argumentativo, coesão, coerência, bem como a seleção dos argumentos. O que é o CNU (Concurso Nacional Unificado)? Mas, afinal o que é o CNU? O Concurso Nacional Unificado (CNU) é um processo seletivo unificado, proposto pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), para centralizar a seleção de novos servidores públicos federais. Além disso, esse modelo de concurso, também conhecido como “Enem dos concursos”, isto é, visa reunir em um único certame as vagas autorizadas em 2023 para diversos órgãos governamentais. Benefícios do CNU: Possíveis temas de Redação para o CNU – BLOCO 8 Primeiramente, aqui estão os possíveis temas de redação CNU, incluindo repertórios e argumentos para você treinar e se preparar. Desse modo, dominar esses temas pode fazer toda a diferença na sua redação. Vamos conferir? 1. Empoderamento individual através da web Repertórios: Argumentos: 2. Desafios na representação política atual Repertórios: Argumentos: 3. Debates sobre a responsabilização em casos de violência sexual Repertórios: Argumentos: 4. O papel vital das políticas de cotas no ensino superior Repertórios: Argumentos: 5. O impacto das novas tecnologias nas habilidades de leitura e escrita Repertórios: Argumentos: ✍️ Confira esse vídeo com possíveis temas para a redação CNU – BLOCO 8 Aliás, descubra quais temas podem aparecer na redação do CNU – BLOCO 8. Por isso, a professora Chay analisa as tendências e oferece sugestões de repertórios, como também argumentos para você estar preparado. 6. Estratégias para aprimoramento da segurança pública Repertórios: Argumentos: 7. Combatendo a crueldade contra animais: abordagens eficazes Repertórios: Argumentos: 8. A relevância da educação financeira no cotidiano Repertórios: Argumentos: 9. Reflexões sobre o racismo persistente em nosso contexto social Repertórios: Argumentos: 10. Desafios trazidos pela automação e tecnologia no mercado de trabalho Repertórios: Argumentos: Como Funciona a Redação do CNU (Concurso Nacional Unificado)? Estrutura da Redação do CNU A redação do Concurso Nacional Unificado (CNU) segue uma estrutura bem definida e precisa. É essencial conhecer essa estrutura para se preparar adequadamente e garantir uma boa pontuação. Habilitação para a Redação CNU Eliminação nas Objetivas do Concurso Nacional Unificado Realização da Redação Critérios de Avaliação Condições de Escrita Motivos para Nota Zero Avaliação e Classificação Desempate Por fim, este vídeo aborda desde a estrutura da prova até estratégias para desenvolver uma redação coesa e articulada. Aprenda a organizar suas ideias e argumentar de forma eficaz: Como Funciona a Redação da Banca Cesgranrio? A Cesgranrio (Fundação Cesgranrio) é uma das principais bancas examinadoras do Brasil, conhecida por organizar diversos concursos públicos em níveis federal, estadual e municipal. Suas provas são reconhecidas pela qualidade e rigor metodológico, sendo uma referência na avaliação de conhecimentos e habilidades dos candidatos. Abordagem Objetiva: temas do cotidiano. A Cesgranrio foca em temas objetivos que tocam a realidade brasileira e mobilizam a opinião pública. Essa abordagem torna os temas acessíveis e diretamente relacionados ao nosso cotidiano. Esses temas são frequentemente escolhidos por estarem em evidência na mídia e na vida das pessoas, facilitando a conexão dos candidatos com o assunto. Últimos Temas de Redação da Banca Cesgranrio Para se preparar, é importante também verificar os últimos temas de redação da banca Cesgranrio e como ela funciona para você se familiarizar com os padrões de exigência, ao analisar você conseguirá identificar como será o padrão dos temas de redação CNU. Ano e Órgão Tema anteriores da Cesgranrio Eixo Temático 2023 (BB) O desafio do resgate da cidadania e dos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. Sociedade 2023 (BB) Como é possível garantir o acesso à cidadania a milhões de pessoas desbancarizadas? Sociedade 2021 (BANESE) O lugar da mulher brasileira na sociedade do século XXI Sociedade 2021 (BB) Diferentes interesses de empresas e clientes e os limites da privacidade digital. Ciência e Tecnologia 2021 (BB) A internet atualmente é fonte de informação ou de desinformação? Ciência e Tecnologia 2021 (BB) O papel do cidadão no cumprimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável no Brasil Meio Ambiente 2023 (AgeRIO) Meio ambiente e qualidade de vida Meio Ambiente 2021 (BB) Efeitos negativos da pandemia no futuro da educação no Brasil Educação 2023 (Caixa) “Mobilidade urbana e desigualdade social: como os investimentos públicos podem melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades?” Sociedade 📚 Confira esse vídeo que a professora Chay fez carinhosamente sobre a Banca CESGRANRIO Neste vídeo, a professora Chay detalha as características da Banca CESGRANRIO, abordando os critérios de correção, os principais desafios e dicas essenciais para se preparar melhor. Quais possíveis eixos temáticos podem cair na redação do CNU e Concursos? Sem dúvidas, os possíveis eixos temáticos que podem cair na redação para o Concurso Nacional Unificado (CNU) e em concursos em geral, especialmente na banca Cesgranrio, incluem temas que exploram aspectos fundamentais da sociedade e suas interações. Por isso, vamos detalhar alguns dos principais eixos temáticos, que podem ser temas de redação CNU, abaixo: Sociedade Primeiramente, este eixo abrange questões sociais amplas e específicas, como inclusão social, desigualdade, e direitos humanos. Temas possíveis podem incluir: Ciência e Tecnologia Em seguida, neste eixo, os temas envolvem a intersecção entre avanços tecnológicos, ciência, e seu impacto na sociedade. Logo, possíveis temas incluem: Economia Por outro lado, o eixo econômico trata de questões relacionadas ao desenvolvimento, políticas econômicas e seus efeitos sociais. Dessa forma, os temas possíveis são: Meio Ambiente Além disso, as questões ambientais estão cada vez mais em evidência, abrangendo desde mudanças climáticas até preservação de recursos naturais. Afinal, temas que podem aparecer incluem: Educação Outrossim, este eixo discute temas relacionados à qualidade, acesso e políticas educacionais. Nesse sentido, os possíveis temas podem incluir: Quando será

Proposta de redação sobre animais domésticos em voos comerciais A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para implementação de políticas públicas para proteção de animais domésticos em voos comerciais.” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I O direito à dignidade dos animais é um tema que tem evoluído ao longo da história. Desde as visões antigas de Aristóteles e Platão, que viam os animais como seres inferiores destinados a servir aos humanos, até pensadores modernos como Jeremy Bentham, que destacou a capacidade de sofrimento dos animais como central para seus direitos. Além disso, a Declaração de Cambridge de 2012, assinada por renomados neurocientistas, também confirmou que animais possuem consciência e capacidade de sentir emoções, o que reforça a necessidade de tratá-los com compaixão e respeito. Ademais, a legislação moderna sobre os direitos dos animais enfatiza a necessidade de garantir que eles não sofram desnecessariamente, abrangendo direitos que asseguram suas necessidades básicas e comportamentais. Fonte adaptada: TJDF Texto II De acordo com dados das companhias aéreas, no último ano, foram transportados cerca de 80 mil animais em aeronaves comerciais. Do total, aproximadamente 90% viajaram na cabine de passageiro. Para este ano, a previsão é o crescimento de 15% no serviço de transporte de pets, ou seja, serão mais de 100 mil animais viajando em aeronaves com seus tutores. Fonte: Agência Brasil Texto III Em 2021, um triste incidente ocorreu envolvendo Weiser, um cachorro da raça American Bully, durante um voo da Latam. Seu tutor, Giuliano Conte, descobriu ao chegar em Aracaju que Weiser havia morrido. Normalmente, Weiser viajava em uma caixa de acrílico, mas na ocasião, a empresa não permitiu esse tipo de caixa. A empresa alegou que não houve falhas no processo de transporte, chamando o incidente de uma “fatalidade” relacionada às características naturais da raça do animal. Contudo, um laudo médico posterior encontrou fragmentos de madeira no estômago do cachorro, sugerindo que o animal tentou morder a caixa em que estava confinado. A juíza Carolina Bertholazzi julgou que a companhia aérea não tomou todas as medidas necessárias para garantir a segurança e bem-estar de Weiser durante o transporte, atribuindo a eles a responsabilidade objetiva pela morte do animal. A justiça determinou o pagamento de danos materiais e morais aos proprietários de Weiser. O caso foi alvo de recurso e ainda aguarda julgamento. Fonte adaptada: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2024/04/24/cias-aereas-acumulam-processos-na-justica-por-morte-de-animais-transportados-em-porao-de-aeronaves.ghtml Texto IV O Projeto de Lei n° 1492/2024, de autoria da Deputada Ana Paula Lima, visa regulamentar o transporte de animais domésticos em voos comerciais no Brasil. Define “animais domésticos” como cães, gatos e outros pequenos animais de estimação. A lei estabelece condições específicas tanto para o transporte no compartimento de passageiros quanto no de carga, garantindo o bem-estar animal com ventilação adequada e monitoramento durante o voo. Além disso, enfatiza a responsabilidade das companhias aéreas em assegurar a segurança e o bem-estar dos animais, e prevê penalidades por descumprimento. Fonte: Senado Repertórios sobre o tema animais domésticos em voos comerciais Filmes: Séries: Livro clássico da Literatura: Documentos oficiais e legislação: Argumentos para abordar o tema animais domésticos em voos comerciais Argumento 1 – Negligência governamental: Argumento 2 – Falta de conscientização pública: Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre desafios para implementação de políticas públicas para proteção de animais domésticos em voos comerciais, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil

Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância da sinalização adequada na prevenção de acidentes de trânsito” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre acidentes de trânsito Texto I Como a Sinalização de Segurança auxilia na prevenção de acidentes Nesse sentido, a Sinalização de Segurança é um conjunto de estímulos que tem por objetivo orientar as pessoas quanto as mais diversas situações. Saída de emergência, piso molhado, queda de materiais, alta tensão, risco de contaminação, etc. Mas como esses estímulos podem auxiliar na prevenção de acidentes? Acompanhe o artigo de hoje. Além disso, mesmo tendo cinco sentidos grande parte das pessoas tem sua atenção despertada por aquilo que veem. Seja um prato de comida, uma paisagem bonita, ou mesmo uma placa de trânsito. Estímulos visuais têm o poder de despertar as mais diversas reações nas pessoas. Portanto, esse é um dos motivos pelos quais a Sinalização de Segurança é dividida por cores. Cada uma tem significado próprio e é usada num determinado local. O vermelho por exemplo, é usado para indicar extintores de incêndio. O amarelo indica alta tensão. O verde indica segurança. Fonte: https://www.institutosc.com.br/web/blog/como-a-sinalizacao-de-seguranca-auxilia-na-prevencao-de-acidentes Texto II A segurança no trânsito diz respeito às medidas tomadas para reduzir o risco de lesões e morte. Por meio de coordenação e colaboração intersetorial, os países da Região das Américas podem trabalhar para melhorar suas legislações de segurança no trânsito e criar um ambiente mais seguro, acessível e sustentável para os sistemas de transporte, bem como para todos os usuários das vias. Além disso, a velocidade excessiva contribui para cerca de um terço de todas as mortes que ocorrem no trânsito em países de alta renda e metade delas em países de baixa e média renda. Mais de 90% das mortes no trânsito ocorrem em países de baixa e média renda. Mesmo em países de alta renda, pessoas de menor nível socioeconômico são mais propensas a se envolver nesses eventos. Fonte: https://www.paho.org/pt/topicos/seguranca-no-transito Texto III Falta de sinalização causa diversos acidentes em bairro de Sorocaba Um cruzamento de ruas no bairro Parque São Bento, em Sorocaba (SP), tem tirado a tranquilidade de moradores. A reclamação é sobre a falta de sinalização, que causa acidentes quase todos os dias. Entre novembro e dezembro deste ano, câmeras de segurança flagraram diversos acidentes entre carros e motociclistas nas ruas Roque Nunes e Lourenço Pires de Arruda. Segundo os moradores, os acidentes são frequentes no cruzamento porque os motoristas se confundem e não sabem de quem é a parada obrigatória. Ademais, a sinalização no chão em uma das esquinas não existe mais. Na outra rua do cruzamento, até tem, mas a tinta está falhada. A sinalização horizontal com as placas existe, mas apenas uma de cada lado e com as cores apagadas. Moradores reclamam de falta de sinalização em bairro de Sorocaba As imagens dos flagrantes foram gravadas por uma câmera que fica no comércio de Rosangela Pinto. Ela mora na região há 15 anos e já perdeu as contas de quantos acidentes presenciou. “Eu acredito porque abriu lá embaixo a parte dos condomínios e ficou um acesso bem fácil para todo mundo. Graças a Deus a gente não tem vítima fatal, mas a maioria das vezes precisa guardar o carro ou a moto aqui dentro da loja, porque não tem condição nem de levar embora, depois vem guinchar”, conta. Além disso, os moradores afirmam que já procuraram a Prefeitura de Sorocaba para que a sinalização seja reforçada, mas não tiveram nenhuma resposta. Desse modo, aTV TEM também questionou a prefeitura sobre a reclamação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Texto IV Fonte: https://ndmais.com.br/opiniao/charges/falta-de-sincronizacao-dos-semaforos-complica-o-transito-na-capital/ Repertórios para o tema de redação sobre acidentes de trânsito “Sully – O Herói do Rio Hudson” – destaca a importância das regras de segurança e procedimentos de emergência. “Crash – No Limite” – explora as interações sociais complexas que podem levar a acidentes de trânsito. Legislação e Diretrizes Conscientização Setembro é o mês nacional de prevenção de acidentes de trânsito, isto é, focado em promover a conscientização sobre as práticas seguras de direção e a importância de uma sinalização correta. Argumentos sobre o tema acidentes de trânsito Argumento 1: negligência governamental Conceito: Negligência governamental refere-se à falha do Estado em cumprir suas obrigações legais e morais de proteger e garantir o bem-estar dos cidadãos, ou seja, resultando em deficiências em serviços essenciais ou na implementação de políticas públicas. Repertório Filosófico: O filósofo John Locke argumentou que o governo deve ser um contrato social entre governantes e governados, tendo como principais obrigações do governo a proteção dos direitos naturais dos cidadãos. Portanto, A negligência viola este princípio fundamental. Causa: Muitas vezes, a negligência aumenta a corrupção, a má gestão dos recursos ou a falta de vontade política para atender às necessidades básicas da população. Consequência: As consequências da negligência governamental são amplas, ou seja, incluindo exclusão da saúde pública, desigualdades sociais crescentes e perda de confiança na governança. Argumento 2 sobre acidentes de trânsito: falta de infraestrutura adequada Conceito: Refere-se à infraestrutura ou obsolescência das estruturas físicas e organizacionais para o funcionamento eficiente de uma sociedade, como estradas, hospitais e escolas. Repertório Filosófico: Thomas Hobbes destacou que o papel do Estado é garantir a segurança e o bem-estar social, e a falha em manter a necessidade de infraestrutura é uma abdicação dessas responsabilidades essenciais. Causa: Frequentemente, a falta de infraestrutura adequada resulta de investimento insuficiente, corrupção ou priorização concentrada de recursos governamentais, por exemplo. Consequência: Conduz a acidentes, ineficiência nos serviços públicos e impacto negativo no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida da população, por exemplo. Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema

Primeiramente, se você é concurseiro e está se preparando para concursos que exigem redação, especialmente do tipo dissertativo-argumentativo, sem dúvida este post é para você! Já que examinamos concursos como o da Caixa, o Concurso Nacional Unificado (CNU), entre outros, e identificamos algumas, sobretudo, tendências comuns. Aliás, aqui, vamos listar os principais temas que podem aparecer na sua prova e oferecer estratégias para abordá-los de maneira eficaz. Então, prepare-se para entender quais temas de redação são recorrentes, ou seja, como você pode aprimorar suas habilidades de escrita para conquistar notas excelentes. Possíveis temas de redação para concursos 2024 Nesse sentido, vamos explorar possíveis temas para redações em 2024 com ideias para argumentos e repertórios para contextualização: 📌 Tema de redação sobre empoderamento individual através da web Argumentos: a democratização do acesso à informação, como também empoderamento através do conhecimento e expressão online. Repertório: por exemplo, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) que resguarda a privacidade e promove a liberdade de expressão segura na web, por exemplo. 📌 Tema de redação sobre desafios na representação política atual Argumentos: a distância entre eleitores e eleitos, bem como a necessidade de reforma política para inclusão mais ampla. Repertório: por exemplo, comparação com sistemas políticos de outros países como o parlamentarismo na Alemanha para sugerir alternativas viáveis. 📌 Debates sobre a responsabilização em casos de violência sexual Argumentos: a importância do rigor na aplicação da lei para prevenir a impunidade, o papel da educação na prevenção. Repertório: Lei Maria da Penha e casos notórios como o de Harvey Weinstein para discussão de precedentes e impacto social, por xemplo. 📌 O papel vital das políticas de cotas no ensino superior Argumentos: promoção da igualdade de oportunidades, bem como impacto positivo na diversidade cultural e acadêmica. Repertório: Estatísticas de inclusão e sucesso de graduandos cotistas, como estudos realizados pela Universidade de São Paulo (USP). 📌 O impacto das novas tecnologias nas habilidades de leitura e escrita Argumentos: declínio em habilidades tradicionais, ao mesmo tempo que emergem novas formas de literacia digital. Repertório: por exemplo, estudos comparativos sobre desempenho em leitura offline vs. online. 📌Estratégias para aprimoramento da segurança pública Argumentos: integração de tecnologias de monitoramento, como também comunidade e polícia para prevenção de crimes. Repertório: exemplos de sucesso de cidades que implementaram câmeras de segurança e programas de polícia comunitária. 📌 Combatendo a crueldade contra animais: abordagens eficazes Argumentos: legislação mais rígida, bem como a educação para a conscientização sobre o bem-estar animal. Repertório: Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), isto é, que estabelece punições para atos de crueldade contra animais. 📌 A relevância da educação financeira no cotidiano Argumentos: prevenção ao endividamento, maior capacidade de planejamento financeiro pessoal. Repertório: Dados do Banco Central sobre o nível de endividamento das famílias brasileiras e a importância do planejamento. 📌 Reflexões sobre o racismo persistente em nosso contexto social Argumentos: a necessidade de políticas afirmativas, a importância do reconhecimento histórico e cultural dos afrodescendentes. Repertório: Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre desigualdade racial em educação e emprego, por exemplo. 📌 Desafios trazidos pela automação e tecnologia no mercado de trabalho Argumentos: requalificação da força de trabalho, impactos na economia e na estrutura de empregos. Repertório: Exemplos de países que estão liderando em automação e como estão lidando com as transições de emprego, como a Coreia do Sul, por exemplo. Desse modo, esses temas de redação para concursos e repertórios podem servir como base sólida para redações que abordam questões atuais relevantes e complexas, já que proporciona uma perspectiva bem fundamentada para os candidatos a concursos públicos. Por isso, segue um vídeo da professora Chay, com temas específicos para o concurso da Caixa: Bônus: 10 temas de redação que podem cair no CNU – Bloco 8 Além disso, depois de explorar dez temas fundamentais e suas respectivas estratégias de abordagem e repertórios, nesse sentido aqui está uma lista bônus com mais dez temas de redação para concursos que você pode praticar para se preparar ainda melhor para seus concursos: Como não fugir do tema na Redação para concursos? Então, segue um checklist para não fugir do tema na Redação para concursos ✔️ Ações Recomendadas ❌ Ações a Evitar 📝 Dicas Práticas ✔️Compreender profundamente o tema. ❌Ignorar as palavras-chave da proposta, por exemplo. ✔️Releia o enunciado várias vezes. ✔️Definir um recorte temático específico. ❌Abordar o tema de forma muito ampla. ✔️Escolha um ângulo de análise. ✔️Formular uma tese clara e direta. ❌Escrever uma tese vaga ou ambígua. ✔️Posicione-se claramente. ✔️Inserir sinônimos do tema em cada parágrafo. ❌Repetir exaustivamente a mesma expressão. ✔️Use sinônimos. ✔️Abordar o tema já na introdução. ❌Deixar para mencionar o tema no desenvolvimento. ✔️Inicie com a contextualização do tema. ✔️Reafirmar o tema e a tese na conclusão. ❌Concluir sem retomar o tema central. ✔️Sem dúvida, faça um fechamento que vincule de volta à tese. ✔️por isso é importante usar argumentos bem fundamentados. ❌Apresentar opiniões sem base de argumentação. ✔️também apoie-se em dados confiáveis e exemplos pertinentes. Como organizar a escrita antes de iniciar a redação para concursos e enviar para correção? Sem dúvida, esta tabela serve como um ponto de partida para a organização de ideias antes da escrita da redação, já que permite você delinear seus argumentos principais, buscar repertório de apoio e definir uma solução ou síntese para o problema abordado, ou seja, garantindo assim que todos os elementos essenciais estejam presentes e coerentes com o tema. Afinal, para cada tema completado, você pode marcar o checklist como concluído [✓], por exemplo esta tabela com os possíveis temas de redação para o Concurso Caixa: Tema Argumento 1 Repertório 1 Argumento 2 Repertório 2 Solução/ Síntese ✓ Impacto das redes sociais na saúde mental Desafios da educação à distância Mudanças climáticas e suas consequências A importância da vacinação Direitos dos animais Consumo sustentável Igualdade de gênero no ambiente de trabalho Influência da tecnologia na educação Segurança de dados na internet Políticas públicas para pessoas em situação de rua A arte como forma de resistência social Impactos do

Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios e estratégias para o resgate e reabilitação de animais vítimas de crueldade” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre animais vítimas de crueldade Texto I sobre animais vítimas de crueldade Abril Laranja À medida que o outono se inicia e as primeiras folhas caem, o mês de abril se destaca com uma cor vibrante: o laranja. Esta cor não é apenas um símbolo estético, mas um sinal de alerta para uma causa profundamente significativa – a luta contra a crueldade animal. Essa batalha, simbolizada pela transformação de cores, é reforçada por histórias de sobrevivência e resgates bem-sucedidos que mostram que a crueldade animal é um desafio que podemos e devemos superar coletivamente. Além disso, como defensores dos animais, seja como tutores, amantes de animais ou guardiões do bem-estar animal, temos o dever de amplificar essa discussão. É crucial despertar na sociedade um senso de urgência para enfrentar e erradicar a crueldade contra esses seres sencientes. Abril Laranja representa mais do que um mês; é uma jornada de transformação da indiferença para o amor, marcando um compromisso contínuo para educar o público e motivar uma mudança de comportamento em relação aos animais. Isso porque o mês de abril, marcado por um laranja intenso, é reconhecido globalmente por unir pessoas em uma causa comum: o combate à crueldade animal. Este período serve como um convite para abrir os olhos para as realidades muitas vezes invisíveis e para despertar em cada pessoa o defensor que cada animal merece. Com isso, abordamos temas cruciais como a identificação de sinais de abuso e a implementação de ações preventivas, refletindo sobre como cada indivíduo pode contribuir para um futuro onde o respeito e a compaixão predominam. Fonte Adaptada: https://foxvet.com.br/abril-laranja-prevencao-da-crueldade-animal/. Texto II Em março deste ano, um evento chocante foi capturado por câmeras de segurança no Recanto das Emas, destacando a cruel realidade enfrentada por muitos animais. Além disso, um homem foi flagrado arremessando um saco plástico contendo quatro filhotes de gatos ao ar, antes de jogá-lo violentamente contra o chão, resultando na morte imediata dos animais. Este ato brutal é apenas um exemplo dos numerosos crimes contra animais que ocorrem regularmente no Distrito Federal. Segundo dados da Polícia Civil do DF, apenas nos primeiros meses do ano, cerca de 100 animais sofreram crueldade e maus-tratos na região. Esses incidentes destacam uma necessidade urgente de conscientização e ação para proteger esses seres indefesos. Assim, esses episódios alarmantes refletem a persistente questão dos maus-tratos animais no Distrito Federal, reforçando a importância de medidas rigorosas e efetivas para combatê-los. A sociedade deve se unir para garantir a segurança e o bem-estar de todos os animais, promovendo um ambiente mais compassivo e justo. Fonte adaptada: Metropoles. Texto III A importância da conscientização no combate aos crimes contra animais Conscientização é fundamental no combate aos crimes contra animais. A ONG SOS CIDADANIA ANIMAL incentiva seus ativistas a agir imediatamente ao presenciar qualquer situação de maus-tratos, destacando a importância da ação rápida em vez de esperar por ajuda externa. Por isso, A ONG esclarece que não possui abrigos nem realiza resgates, colocando a responsabilidade direta de intervenção nas mãos de quem testemunha os abusos. Nesse sentido, é crucial que qualquer ato de maus-tratos seja formalmente denunciado às autoridades policiais. A ONG recomenda que, em casos de flagrante onde a vida do animal esteja em risco, se acione imediatamente a Polícia pelo 190 e se permaneça no local até a resolução do problema. Dessa maneira, eles reforçam que a legislação brasileira, incluindo a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98) e o Decreto de Getúlio Vargas (Decreto 24645/34), classifica os maus-tratos como crime, prevendo penalidades severas para os infratores. Desse modo, a legislação específica, como detalhado no artigo 32 da Lei Federal 9.605/98, estabelece punições que incluem detenção e multas para atos de abuso, crueldade, ou ferimento a animais. Em casos de morte do animal, as penalidades são ainda mais severas. Desse modo, a conscientização e a denúncia são, portanto, armas poderosas na proteção dos animais e no fomento de uma sociedade mais justa e empática. Fonte adaptada: ONG SOS Cidadania Animal. Texto IV Informações sobre animais vítimas de crueldade Categoria Quantidade Total de Animais Abandonados/Resgatados 184.960 Cães Tutelados 177.562 (96%) Gatos Tutelados 7.398 (4%) Animais em Abrigos de Médio Porte >60.000 (40% dos disponíveis para adoção) Percentual de Abandono de Cães e Gatos 0,23% da população de 55,9 milhões de cães e 25,6 milhões de gatos Animais Vacinados em 2020 >60 milhões (72% da população total) Animais Não Vacinados Contra Raiva ~21,5 milhões Índice de Vacinação por Região Sudeste (84%), Centro-Oeste (82%), Nordeste (70%), Norte (67%), Sul (63,5%) Fonte adaptada: Instituto pet brasil Repertórios para o tema de redação sobre animais vítimas de crueldade Filme: “Procurando Nemo” – sem dúvida, reflete os desafios enfrentados pelos animais marinhos. Série: “Planeta Terra” -por outro lado, mostra a diversidade animal e seus desafios em um mundo em mudança. Além disso, Mahatma Gandhi ressalta que “a grandeza de uma nação é julgada pelo modo como seus animais são tratados”. Livro: “A Vida Secreta dos Animais” – explora comportamentos e sentimentos dos animais, por exemplo. Argumentos sobre o tema animais vítimas de crueldade Omissão da sociedade Insuficiência nas Leis Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre desafios e estratégias para o resgate e reabilitação de animais vítimas de crueldade, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil