1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CAMINHOS PARA COMBATER A TRANSFOBIA NO BRASIL. Texto 1: “[..] O problema começa desde muito cedo, com a exclusão das transexuais na família, o que faz com que a maioria seja expulsa de casa já na adolescência. Muitos parentes tentam a todo custo – todo mesmo, inclusive através de violência física, como espancamentos – fazer com que aquele membro da família se encaixe no padrão. Então, o jeito é ir para a rua e arranjar um jeito de não passar fome. Nem a casa nem a escola, via de regra, apoiam pra valer esse alguém. Nem o psicólogo na escolinha entende o que está acontecendo, nunca ouviu falar de identidade de gênero. O ambiente não é seguro e nem oferece o cuidado necessário. Daí que, desamparadas, 90% dessas meninas são empurradas para a prostituição, de acordo com os dados da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil). ‘A mulher trans que se prostitui, além de ser vista como criminosa, é encarada como um ser inferior’, explica Daniela. E esse tratamento dá margem tanto para a violência por parte de policiais e clientes, como também reforça o preconceito contra as travestis e transexuais. [..] Agora, e se você não quer se prostituir e vai procurar um emprego? Fique sabendo que a moça do RH vai pensar em todos os estereótipos antes de contratar. Juntando todas essas peças, dá para entender a que tipo de jogo essas pessoas ficam submetidas [..].” Fonte: https://super.abril.com.br/comportamento/o-recorde-que-nao-queremos-ter-somos-o-pais-que-mais-mata-transexuais/ Texto 2: Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/transexualidade-vivencia-e-dificuldades/ Texto 3: “Com o objetivo de retirar as pessoas transgênero da classificação de transtornos mentais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cientistas mexicanos realizaram o primeiro estudo de campo que demonstra que as mudanças na identidade de gênero não são uma doença. O estudo, publicado na revista médica britânica ‘The Lancet Psychiatry’, foi apresentado no México nesta quinta-feira por autoridades sanitárias e da OMS. A pesquisa é a primeira de várias que já estão sendo feitas no Brasil, França, Índia, Líbano e África do Sul, e que serão apresentadas em 2018 na discussão da 11ª versão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da OMS, que serve como referência médica para os países-membros. — Esta reclassificação não só vai promover a discussão de novas políticas de saúde para que a comunidade trans tenha melhores acessos aos serviços de saúde e atenção, mas também (…) pode ajudar a reduzir o estigma e a rejeição de que são vítimas — afirmou Ana Fresán, uma das autoras do estudo. A pesquisa demonstra que as questões psiquiátricas na população transexual são produto da violência e discriminação que sofrem e não, como se classifica atualmente, produto da sua transexualidade. — Se não é uma doença agora, então ocorre que nunca foi, que fique claro, não é que antes fosse uma doença e agora não é mais — explicou Eduardo Madrigal, presidente da Associação Mexicana de Psiquiatria. O estudo de campo consistiu em 260 entrevistas com adultos (maiores de 18 anos) transgêneros que recebem atenção médica na clínica especializada Condesa, que trata exclusivamente doenças de transmissão sexual.” Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/estudo-prova-que-transexualidade-nao-transtorno-psiquiatrico-19805459
O que você precisa saber para ir super bem na Redação Unesp A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas. Então, para essa prova é importante que o aluno esteja afiado na escrita, mas também bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e o aluno já vai estar cansado da maratona de estudos e de provas. Por isso, é importante que você esteja no ritmo certo para não dar bobeira, afinal, são 28 pontos em jogo dentre os 100 totais dos dois dias de provas da segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova, já que grande parte dos vestibulares pedem o mesmo gênero. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, que cobra que o aluno desenvolva uma ideia (ou questionamento), sem deixar de lado a consideração final (conclusão), que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, vai perceber que os critérios de avaliação da Unesp são bem parecidos com os de outros, mas não custa nada darmos uma conferida: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, será avaliada a articulação do seu texto com a proposta de redação e com os textos de apoio. Além disso, a reflexão que feita em seu texto e as ideias expostas estarão em avaliação. Desenvolvimento: Nesse critério, será verificado se seu texto está construído de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: Vale prestar atenção nesse critério e não perder ponto por bobeira. Você deve escrever de acordo com a norma culta da língua portuguesa e cumprir com os elementos de coesão e coerência. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Quantos aos temas, assim como acontece em outros vestibulares, são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais, como podemos ver nos cinco últimos temas de redação da Unesp: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua “timeline”, certo? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado. Assim, você não terá grandes surpresas durante a prova.

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: Aplicativos fazem do mundo um lugar melhor? Texto 1 O que é um aplicativo ou um programa? É um tipo de software que funciona como um conjunto de ferramentas desenhado para realizar tarefas e trabalhos específicos no seu computador. Enquanto os sistemas operacionais são encarregados de fazer funcionar o seu computador, os programas são apresentados como ferramentas para melhorar as tarefas que você realiza. Alguns exemplos destes programas ou aplicativos são os processadores de texto, como o Microsoft Word, as planilhas de cálculo, como o Excel; e as bases de dados, como o Microsoft Access. Texto 2 O aplicativo (app) de caronas do Google, o Waze Carpool, deve chegar ao Brasil ainda neste ano. O anúncio foi feito pela executiva Di-Ann Eisnor, diretora global do Waze (ferramenta de navegação de trânsito gratuita e em tempo real), nesta quarta-feira (22), no Google for Brasil – evento realizado pela empresa em São Paulo para falar sobre o mercado brasileiro e compartilhar novidades. O novo app é um produto do Waze e conecta usuários com rotas similares, analisando os seus endereços cadastrados como casa e trabalho no aplicativo. Utilizando os recursos de mapeamento do Waze, ele combina parceiros de carona de uma mesma rede local de usuários, facilitando viagens. “Ao invés de usarmos o Waze sozinhos – como acontece em São Paulo e na maior parte das cidades – vamos usá-lo juntos”, afirmou Di-Ann, que revelou ainda que São Paulo é a cidade com o maior número de usuários ativos mensais no Waze, enquanto o Brasil é o segundo país, depois dos EUA. No aplicativo de caronas, o motorista vai receber uma contribuição do passageiro que pegar a carona para ajudar nos custos da gasolina. Confira vídeo de apresentação do produto. Texto 3: Whatsapp, Facebook, Instagram são algumas das redes e formas de comunicação mais utilizadas atualmente. Perceba que duas delas são praticamente exclusivas para aparelhos mobile. A forma como nos comunicamos está mudando e as pessoas estão cada vez mais sincronizadas com seus celulares. Não é coincidência que o número de vendas de smartphones apresenta aumentos constantes e, a cada nova pesquisa, as pessoas realmente querem utilizar aplicativos, elas querem algo que esteja disponível para elas e que facilite de algum jeito, os seus afazeres ou sua comunicação. Texto 4: Fonte: https://3.bp.blogspot.com/-qYVY3BZDJQc/UBANCwspFPI/AAAAAAAAER0/5Td8-azUQOQ/s1600/opit-24072012_charge.jpg Exemplo de redação para este tema: Steve Jobs, icônico representante da área de tecnologia da informação contemporâneo, defendia a tese que os computadores fabricados por sua empresa deveriam ter uma linguagem tão fácil que até mesmo crianças saberiam utilizá-los. Como se depreende, a praticidade já era uma ideia a ser trabalhada desde a década de oitenta do século passado, período em que os primeiros computadores pessoais começavam a entrar no mercado. Com o constante aperfeiçoamento dos programas, nota-se o surgimento de aplicativos que facilitam os afazeres e a comunicação das pessoas. Cabe destacar, sob esse viés, que os usuários anseiam por aplicativos que ajudem na rotina, no deslocamento nas cidades e nos trabalhos cotidianos, de acordo com o site “Inovahouse”. Tal quadro evidencia que os aplicativos são uma forma de solução de problemas e de satisfação de necessidades, como é o caso da conhecida empresa de transporte privado, a Uber, que identificou um anseio das pessoas em se locomoverem pela cidade de uma maneira mais rápida e barata que os tradicionais táxis. Nesse sentido, os aplicativos atuais reforçam a fala do engenheiro estadunidense Henry Ford, o qual afirmava há mais de cem anos que “encontrar problemas é fácil, o difícil é encontrar soluções”. Diante dessa realidade, conclui-se que a busca de ferramentas facilitadoras das ações humanas é uma característica da evolução humana. Além disso, a necessidade de uma comunicação entre as pessoas de uma maneira mais rápida e a baixo custo é um ideal constantemente perseguido pelas empresas do setor. Nesse diapasão, aplicativos como o Whatsapp e o Telegram oferecem soluções de comunicação instantânea entre os usuários, que, por conseguinte, criam um ambiente de relações sociais que avançam para outras áreas, como a prática de negócios comerciais por meio da oferta de produtos e serviços, medidas que ajudam a fomentar a economia. Dessa forma, esses aplicativos de conversa representam uma excelente oportunidade de emprego e renda, com a indicação de profissionais nas mais diversas áreas. Além disso, a necessidade de uma comunicação entre as pessoas de uma maneira mais rápida e a baixo custo é um ideal constantemente perseguido pelas empresas do setor. Nesse diapasão, aplicativos como o Whatsapp e o Telegram oferecem soluções de comunicação instantânea entre os usuários, que, por conseguinte, criam um ambiente de relações sociais que avançam para outras áreas, como a prática de negócios comerciais por meio da oferta de produtos e serviços, medidas que ajudam a fomentar a economia. Dessa forma, esses aplicativos de conversa representam uma excelente oportunidade de emprego e renda, com a indicação de profissionais nas mais diversas áreas.

Confira as dicas para mandar bem na redação da concorrida Unicamp. Para passar na Unicamp qualquer detalhe faz diferença. Por isso, esse post é exclusivo para falar da Redação Unicamp. A prova de redação acontece na segunda fase do vestibular Unicamp, e reserva algumas peculiaridades. A Unicamp costuma propor dois textos de gêneros diferentes, que não são divulgados antes da prova, no edital. Cada texto vale 24 pontos, fechando, então, um total de 48 pontos. Desde a última edição do vestibular, a prova de redação passou a ter um peso maior na Unicamp: as duas produções textuais corresponde a 20% da nota final, assim como no enem. Ou seja, não dá para marcar bobeira na hora de escrever! Além de estar afiado na prática da escrita, o vestibulando deve ter bem claro os critérios de avaliação do vestibular que vai prestar. Isso vai fazer com que o aluno se atente aos detalhes e estrutura da produção, evitando perder pontos por pequenos descuidos. Confira! Critérios de correção: Gênero textual e interlocução: Esse critério leva em conta se o texto corresponde ao gênero solicitado na proposta de redação, e se os interlocutores, ou seja, a quem você se dirige durante o desenvolvimento do texto estão sendo considerados. Propósito: Nesse item, o aluno é avaliado por cumprir ou não com o que foi pedido na proposta de redação, e se esteve atento às instruções de elaboração do texto. Leitura e interpretação textual: Nesse aspecto, o vestibulando vai ser avaliado quanto às relações que ele faz entre a redação e os textos fornecidos na prova. Articulação escrita: Os dois textos devem apresentar uma escrita fluida, coerente, e bem fundamentada. O candidato também deve mostrar que sabe adequar a linguagem em cada um dos gêneros solicitados. P.S.: Vale lembrar que, na Unicamp, a redação é zerada quando ocorre fuga do tema ou fuga do tipo de texto exigido. Gêneros É fundamental para quem vai fazer o vestibular da Unicamp estar familiarizado com diferentes tipos de texto, pois é recorrente ser exigido outros gêneros além da dissertação. Ou seja, é bom ater-se às diferenças de um tipo textual para outro: carta, narração, conto, dissertação, entre outros. É bom ressaltar que essa variedade também aparece quanto aos temas de Redação que caem na Unicamp. Se observarmos os últimos temas, vamos ver que são bem diferentes uns dos outros, mas todos são relacionados a atualidades, ou seja, com o contexto vivido no ano em que a prova foi aplicada. Abaixo, você confere as últimas 5 edições da prova da UNICAMP. 2012 – Nesse ano, foi pedido para que o aluno escrevesse um comentário de internet sobre a profissão de cientista; ou um manifesto de estudantes de uma escola sobre monitoramento online; ou, ainda, um verbete explicando o conceito de computação em nuvem. 2013 – Já em 2013, o vestibulando deveria fazer um resumo de um texto sobre pessimismo, ou uma carta aos redatores de um jornal sobre alcoolismo. 2014 – A proposta de 2014 pedia para que o aluno escrevesse um relatório sobre oficina cultural em uma escola. E, na segunda proposta, uma carta aberta de uma associação, dirigida às autoridades, sobre problemas no trânsito. 2015 – Era esperado que o aluno escrevesse uma carta para convocar pais de alunos para um debate sobre violência nas escolas; ou que fizesse uma síntese dos recursos tecnológicos para humanizar o atendimento na área da saúde. 2016 – Nesse ano, foi a vez de fazer uma resenha de uma fábula de La Fontaine; ou um artigo de divulgação de um texto científico sobre indução de emoções. Aqui vai um artigo que mostra redações abaixo da média, na média e acima da média, produzido pela concessionária responsável pelo vestibular da Unicamp. https://www.comvest.unicamp.br/vest_anteriores/2016/download/comentadas/F2_redacao.pdf Espero que esse texto tenha te ajudado a enteder a prova da UNICAMP e garantir uma boa nota de redação 🙂

PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: EPIDEMIA DE SÍFILIS NO BRASIL. Texto 1 O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença, causada por uma bactéria, pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer. O Ministério da Saúde divulgou dados recentes mostrando que o número de pessoas infectadas no Brasil aumentou 32,7% entre 2014 e 2015. “Esse aumento não está acontecendo só no Brasil, é um problema global”, afirma Adele Benzaken, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. A notícia pode causar espanto – não entre os especialistas em saúde, que há tempos percebem o aumento de casos –, mas entre a população. Por que uma doença de antigamente voltou a ser uma ameaça em 2016? A sífilis, de fato, é uma doença antiga. No século XV, causou uma das primeiras epidemias globais, com milhares de mortes por toda a Europa. A penicilina, o antibiótico usado para exterminar a bactéria, não havia sido descoberto à época. Eram feitos tratamentos a base de mercúrio. A descoberta da penicilina, em 1928, contribuiu para diminuir a disseminação da doença nas décadas seguintes. Um reforço importante ao combate à doença foram as campanhas para aumentar o uso do preservativo, que ganharam força com a descoberta do vírus da aids, na década de 1980. No Brasil, a sífilis saiu dos holofotes a ponto de nem ser obrigatório que serviços de saúde avisassem o Ministério da Saúde quando encontrassem um caso. A notificação só passou a ser obrigatória em 2010. As causas para o aumento recente dos casos ainda estão em investigação. Mas algumas mudanças comportamentais ajudam a entender por que a bactéria voltou a assustar. Um dos principais motivos é, ironicamente, o fato de a aids ter deixado de assustar. Com o sucesso dos tratamentos antirretrovirais, que afastaram da doença o rótulo de fatal, as gerações mais jovens relaxaram nos hábitos de prevenção. Os jovens de 13 a 15 anos estão se protegendo menos na hora do sexo, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, 75% dos entrevistados usaram preservativo em sua última relação sexual. No ano passado, apenas 66% fizeram uso da camisinha. “Quando a aids surgiu, a estratégia empregada para a prevenção foi a de terrorismo, para promover o uso da camisinha pelo medo”, afirma a educadora sexual Lena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, entidade de São Paulo que promove educação sexual. “O medo acaba sendo uma estratégia que, às vezes, funciona por um período limitado. Quando o temor passa, a doença reaparece.” Para reverter esse quadro, será preciso investir mais do que em campanhas que elucidem sobre os perigos do sexo sem camisinha, mas que contemplem a prevenção nas diferentes formas de exercer a sexualidade. A camisinha, seja masculina ou feminina, ainda é o único método contraceptivo capaz de impedir a transmissão de DSTs. “Os adolescentes estão transando e não há nada que os impeça. O objetivo é apostar em conhecimento, e não no medo, como foi feito anos atrás”, diz Lena. A diminuição do uso do preservativo é uma tendência global e está causando o reaparecimento em massa de antigas DSTs nos Estados Unidos e na Europa. Além da sífilis, a clamídia e a gonorreia, também infecções bacterianas, voltaram a ser registradas em maior escala. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a agência de vigilância epidemiológica do governo americano, em 2015 os casos de sífilis aumentaram 19%, os de gonorreia 13% e os de clamídia em 6% em comparação com 2014. Os dados se contrapõem à tendência de queda vista nos últimos anos. Em 2009, a gonorreia atingiu a taxa mais baixa da história nos EUA, com apenas 98 casos por 100 mil pessoas. Em 2015, o número saltou para 124 casos por 100 mil pessoas, um aumento de 26%. Enquanto isso, as taxas de sífilis em 2000 e 2001 foram as mais baixas desde os relatórios feitos em 1941: 2,1 casos por 100 mil pessoas. Mas o número subiu quase todos os anos desde então e está, agora, em 7,5 casos por 100 mil pessoas. Existe a suspeita de que os aplicativos que promovem encontros sexuais, como o Tinder e o Grindr (voltado para o público gay), possam dar sua contribuição na disseminação das doenças de antigamente. “As pessoas parecem que se previnem menos quando utilizam esses aplicativos”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra. É por isso que as campanhas de prevenção devem focar nas novas formas de exercer a sexualidade, dando abertura para que as pessoas possam discutir abertamente com seus médicos seus comportamentos e as melhores formas de se prevenir. “As pessoas têm um número maior de parceiros sexuais hoje”, afirma Adele, do Ministério da Saúde. Outro fator apontado pelos especialistas para justificar o aumento de casos de sífilis foi o desabastecimento da penicilina benzatina, principal antibiótico para o tratamento da doença. Desde 2014, países de todo o mundo sofreram com a pouco distribuição do medicamento devido à falta de matéria-prima para a sua produção. Para controlar a situação, o Brasil conseguiu comprar 2 milhões de frascos no ano passado. A distribuição do antibiótico para os estados e os municípios terminou em julho. O Ministério da Saúde afirma ter comprado mais 700 mil unidades, que ainda não foram distribuídas. A escassez do medicamento pode ter contribuído para aumentar o nascimento de bebês com sífilis congênita, segundo especialistas. Existem outras alternativas de tratamento, mas ela acabam não sendo eficazes para evitar que a bactéria seja transmitida para o feto. “Na gravidez, é possível realizar tratamento com outros remédios, como o antibiótico azitromicina”, afirma o

Não sei escrever sobre esse tema, e agora? Veja como se preparar para uma redação nota mil. Eu estava aqui pensando. Como estar pronto para qualquer tema que possa cair no ENEM? Essa é uma das grandes dores de cabeça de quem vai fazer as provas do ENEM. Imagina só: você treina redação o ano inteirinho para conquistar a tão sonhada redação nota mil e na hora de fazer o ENEM cai exatamente um tema que você não tem ideia de por onde começar a escrever! Melhor nem pensar nisso! Vamos te ajudar a não passar por essa aflição. Primeiro, independente do tema da Redação do ENEM, na prova você terá alguns textos de apoio. Assim, tem como colher dados e informações sobre o assunto. Ou, se você estiver realmente muito perdido, saber minimamente sobre o que se trata aquele tema. Porém, tenha cautela: não reproduza trechos dos textos de apoio, porque eles servem apenas para elucidar sobre o assunto. Se você citar trechos dos textos na sua redação, isso vai resultar em um desconto bem “gordo” da sua nota. As linhas da cópia serão descontadas das linhas totais, então você pode zerar sua redação por ela não ter o número mínimo de linhas exigido pelo INEP, que são 7. Então, você já pode ficar tranquilo, pois o tema de redação do ENEM não cai de paraquedas. Muito pelo contrário, ele é diretamente relacionado a questões do nosso dia a dia e a assuntos que estão em destaque naquele ano da prova. São problemas sociais muito discutidos nos jornais e televisão. Portanto, vale uma dica que serve tanto para o ENEM, quanto para qualquer outro vestibular ou concurso público: esteja atento aos assuntos debatidos nas mídias. Seja nos jornais, revistas, redes sociais, novelas ou séries. Não tenha medo de ser o rei da problematização: analisar e criticar tudo ao seu redor pode até ser um saco pra quem convive com você, mas vai ser uma mão na roda na hora de construir a argumentação da sua produção. Participar daquela discussão no Facebook também te dá uma oportunidade de trabalhar mais a sua retórica par que você depois consiga a sua redação nota mil. Claro, quando há sentido na discussão. Cuidado com notícias falsas e discursos de ódio. Em geral, os temas do ENEM tem a ver com os direitos humanos. Um passo pra saber o que pode cair no ENEM é estar a par das discussões levantadas por grupos preocupados com esses direitos. Se mesmo assim você achar que ficaria mais seguro se tivesse “um suporte a mais” na hora de escrever a sua redação nota mil do ENEM, vou te dar mais uma dica de um exercício pode ser feito no rascunho da prova. Escreva o tema da redação em um rascunho, e comece a listar tópicos relacionados a ele, como nesse exemplo: Tema: A mulher negra no Brasil 1) Famosos que estão abordando o tema atualmente; 2) Mulher negra e o Carnaval; 3) Como a publicidade influencia os padrões de beleza; 4) Expressões racistas impregnadas em nosso vocabulário; 5) A diferença entre os papéis de atrizes negra e atrizes brancas nas novelas brasileiras; 6) A ausência dos negros nas universidades ou em cargos de destaque; 7) Mulheres negras que conquistaram o seu espaço; Em seguida, selecione tópicos que você se sente mais à vontade para escrever. Tente lembrar de uma música ou de uma reportagem relacionada aos tópicos listados, o que vai ajudar a escolher as informações que vão compor a argumentação da sua redação nota mil. Organizando suas ideias e o repertório de abordagens que você pode trazer para o seu texto, você estará mais tranquilo e preparado para desenvolver a redação. Gostou das dicas que trouxemos para você? Acompanhe nossos posts, tenho certeza que eles vão te dar aquela força para conseguir produzir a próxima redação nota mil do ENEM.

As palavras homônimas nos permitem brincar com a troca de sentidos no uso de uma mesma palavra. Uma das formas de ser fazer isso é com o meme das “Coisas com Sentimento”, confira O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?! Uma das características da Língua Portuguesa é a grande presença de palavras homônimas, que são aquelas que tem a mesma forma de escrever, porém com significados diferentes. Como, por exemplo, a palavra “manga”, que pode ser uma fruta ou uma parte de uma camiseta ou casaco: “Colhi uma manga bem madura” ou “A manga daquele casaco fica curta em mim”. Outro exemplo é a palavra “gato”. Se formos ao dicionário, vamos ver a descrição de um animal felino. No entanto, utilizamos essa palavra, também, para referenciarmos a beleza de alguém como, por exemplo, “Aquele menino é um gato! ”, ou ainda, para denominar instalações clandestinas, “Ele fez um gato para ter TV a cabo em casa”. Viu só? É a mesma grafia, mas dependendo do contexto tem significados completamente diferentes. Isso possibilita, também, a brincarmos com os sentidos das palavras. Por isso, se fizermos um jogo entre palavras e imagem, conseguimos trocar o sentindo primordial que damos a determinada palavra, como acontece em muitos memes que nos cercam nas redes sociais, como o Facebook e o Instagram. Certamente, você já viu muitos deles por aí e, também, já deu muita risada. Confira várias coisas com sentimento e entenda o que queremos falar! O furão: 2. O Pé Chato 3. O Açúcar Refinado 4. O Enroladinho 5. O Pente fino 6. A Laranja Mecânica 8. O Lápis Desapontado 9. A placa Mãe O que achou de nossos O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: RELACIONAMENTO ABUSIVO. Texto 1 Psicóloga explica relacionamentos abusivos: o que é e como lidar com essa situação com essa situação Raquel Silva Barretto é psicóloga graduada na Universidade Federal Fluminense e mestranda em Saúde Pública pela ENSP/Fiocruz, na sub-área Violência e Saúde. Ela é colaboradora voluntária no site Livre de Abuso e em entrevista ao Repórter Unesp falou sobre as principais características de um relacionamento abusivo e como agir ao perceber que você está envolvida em um. 1) O que caracteriza o relacionamento abusivo? Relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. É o “desejo” de controlar o parceiro, de “tê-lo para si”. Esse comportamento, geralmente, inicia de modo sutil e aos poucos ultrapassa os limites causando sofrimento e mal estar. É difícil definir quando um relacionamento é abusivo, porém, os principais indicativos de uma pessoa abusiva são: ciúme e possessividade exagerados; controle sob as decisões e ações do parceiro; querer isolar o parceiro até mesmo do convívio com amigos e familiares; ser violento verbalmente e/ou fisicamente; e pressionar ou obrigar o parceiro a ter relações sexuais. 2) Esse tipo de situação pode ocorrer em quais relacionamentos? Embora a sociedade dê maior visibilidade às relações abusivas entre casais heterossexuais, o abuso ocorre também entre parceiros do mesmo sexo. Em relação à idade, estudos recentes demonstraram que adolescentes brasileiros afirmaram ter sofrido algum tipo de abuso no namoro, o que inclui um novo público nessa perspectiva. 3) Muitas pessoas acreditam que quem está em um relacionamento, “está porque quer”. Entretanto, muitas vítimas não conseguem sair dessa situação. Por que isso acontece? Sabe-se que no Brasil mulheres jovens são as maiores vítimas de relacionamentos abusivos. Na Pesquisa DataSenado 2013, 30% das mulheres disseram não confiar nas leis e nas medidas formuladas para protegê-las da violência. Somado a tudo isso, a nossa sociedade persiste na cultura da culpabilização das vítimas. Percebemos ao longo dos atendimentos que as pessoas nos procuram (99% são do sexo feminino) relatando um extremo cansaço e desgaste na relação, porém, ainda questionam se esse abuso teria sido por culpa delas ou se o parceiro de fato é assim. Questionam também seus papéis sociais, e a visão dos outros: “o que vão achar” e “se acharão que o erro foi delas”. Acreditam inicialmente na mudança desse parceiro. As vítimas principalmente da violência física e abuso sexual, quando relatam a possibilidade de denunciar o parceiro, sentem medo diante de um processo que ainda é juridicamente longo. Portanto, a dificuldade em sair de um relacionamento abusivo pode passar por questões econômicas, emocionais e afetivas, legais e burocráticas. 4) Como uma pessoa pode perceber que está em um relacionamento abusivo? Como ela pode proceder? Como amigos e familiares podem ajudar essa pessoa? Essa pessoa deve se atentar aos sinais e excessos em relação ao controle: possessividade, ciúmes, violência, agressividade, e questionar se tais atitudes têm causado desconforto ou mal estar. É interessante que em um dos casos, uma pessoa atendida chegou à conclusão de que praticava abusos contra o parceiro. Nesse caso, a pessoa que cometia abusos sentia um grande incômodo diante das suas atitudes e veio pedir ajuda. Um relacionamento abusivo também pode ser percebido do ponto de vista de quem comete os abusos. Não necessariamente de quem sofre ou ambos podem estar cometendo abusos um contra o outro e inicialmente sequer se dão conta. Ao perceber que está sofrendo um abuso ou que está sendo abusivo é fundamental que esse sujeito busque apoio especializado (psicológico e em determinados casos jurídico). No Livre de Abuso, geralmente, encaminhamos todas as demandas para clínicas com atendimento social, em localidades próximas de onde as pessoas residem. O apoio familiar, dos amigos e conhecidos também é essencial, pois em um momento no qual esse sujeito vem, principalmente, de uma relação desgastada, rompida, é importante criar/fortalecer laços sociais, que o façam sentir seguro, ouvido e acolhido. 5) Quais são as principais dificuldades enfrentadas por uma pessoa que quer sair de um relacionamento desse tipo? As principais dificuldades costumam ser: Emocionais e afetivas: insegurança e incerteza diante do que virá, medo de ficar desamparado (a), medo de reações provenientes do parceiro, crença de que o parceiro poderá mudar as atitudes e “ser uma boa pessoa”, medo de ficar sozinho (a), crença de que não conseguirá se restabelecer e seguir em frente. Questões legais e jurídicas: desgaste relacionado ao tempo e à burocracia, falta de conhecimento por parte das vítimas sobre o que ocorre entre a denúncia e a sentença. Sociais: a relação abusiva pode ter isolado a vítima e a mesma pode estar distante dos seus familiares e amigos. Econômicas: principalmente quando a vítima depende do parceiro. Embora as dificuldades estejam presentes é essencial que a pessoa busque ajuda psicológica / especializada e conte com o apoio, seja de amigos, familiares, colegas ou grupos específicos. Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/psicologa-explica-relacionamentos-abusivos-o-que-e-e-como-lidar-com-essa-situacao/ Texto 2 Relacionamento abusivo vai muito além do ciúme e da agressão física O tema está em alta após a expulsão do cirurgião plástico Marcos Harter da 17ª edição do Big Brother Brasil. O relacionamento e as brigas do participante com a também gaúcha Emilly Araújo movimentaram as redes sociais e chegaram à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. É importante lembrar que relacionamento abusivo tem diversos níveis e vai além do ciúme e agressão física. É o que foi salientado pela campanha #EuViviUmRelacionamentoAbusivo nas redes sociais, que mobilizou milhares de mulheres e ficou entre os tópicos mais comentados na web. A ação contou com depoimentos que expuseram diversos casos de agressão física e psicológica. Os relatos evidenciam a dificuldade em, muitas vezes, reconhecer-se como vítima de um relacionamento abusivo. Entre os desabafos surgiu o termo gaslighting: uma forma de manipulação utilizada como abuso psicológico, no qual as informações são distorcidas com a intenção de favorecer o abusador e fazer a vítima duvidar da própria sanidade. Maria Eduarda* já teve um namorado que a fazia sentir louca: “Eu duvidava das coisas que eu fazia porque ele distorcia

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: MEIOS PARA O CONTROLE DO LIXO GERADO NO BRASIL. Texto 1 Mesmo num período de crise, com impacto óbvio sobre o poder de compra da população, a quantidade de lixo produzida no brasil aumentou. Na maioria das cidades, esse material ainda oferece risco à saúde e ao meio ambiente. Esse é um dos maiores desafios dos prefeitos eleitos no Brasil. Na maioria dos municípios, os resíduos continuam sendo depositados irregularmente a céu aberto. Brasília tem o maior lixão da América Latina, a apenas 15 quilômetros da Esplanada dos Ministérios. Em 2015, se fosse para somar a quantidade de entulho e de lixo hospitalar abandonados nas ruas das cidades brasileiras, o volume total equivaleria a 1.450 estádios do Maracanã. Nos municípios maiores e mais ricos, onde se produz mais lixo, a situação é melhor. Por isso, mais da metade dos resíduos do país (58,7%) seguem para aterros sanitários. Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/10/quantidade-de-lixo-produzida-no-brasil-aumenta-mesmo-com-crise.html Texto 2 Dados sobre o lixo produzido no Brasil No Brasil são produzidas, diariamente, cerca de 250 mil toneladas de lixo. Sendo que a cidade de São Paulo é a que mais produz lixo no país, com cerca de 19 mil toneladas por dia. Composição do lixo brasileiro: – lixo orgânico (52%) – papel e papelão (26%) – plástico (3%) – metais como, por exemplo, ferro, alumínio, aço, etc. (2%) – vidro (2%) – outros (15%) Destino do lixo brasileiro: – aterros sanitários (53%) – aterros controlados (23%) – lixões (20%) – compostagem e reciclagem (2%) – outros destinos (2%) Alguns dados importantes sobre a reciclagem do lixo brasileiro: – O Brasil recicla cerca de 97% das latinhas de alumínio que são descartadas; – Apenas 55% das garrafas PET são recicladas. Fonte: https://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/lixo.htm Texto 3: A compostagem é o processo biológico de valorização da matéria orgânica, seja ela de origem urbana, doméstica, industrial, agrícola ou florestal, e pode ser considerada como um tipo de reciclagem do lixo orgânico. Trata-se de um processo natural em que os micro-organismos, como fungos e bactérias, são responsáveis pela degradação de matéria orgânica. A técnica de compostar ajuda na redução das sobras de alimentos, tornando-se uma solução fácil para reciclar os resíduos gerados em nossa residência. Fonte: https://www.ecycle.com.br/component/content/article/67/2368-o-que-e-como-fazer-compostagem-compostar-compo steira-tecnica-processo-reciclagem-decomposicao-destino-util-solucao-materia-organica-residuos-solidos-lixo-organico -urbano-domestico-industrial-rural-transformacao-adubo-natural.html
Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: ODS 2 – COMO ACABAR COM A FOME, ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR E MELHORIA DA NUTRIÇÃO E PROMOVER A AGRICULTURA SUSTENTÁVEL? Texto 1 Momento de ação global para as pessoas e o planeta O ano de 2015 apresentou uma oportunidade histórica e sem precedentes para reunir os países e a população global e decidir sobre novos caminhos, melhorando a vida das pessoas em todos os lugares. Essas decisões determinarão o curso global de ação para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas. Em 2015, os países tiveram a oportunidade de adotar a nova agenda de desenvolvimento sustentável e chegar a um acordo global sobre a mudança climática. As ações tomadas em 2015 resultaram nos novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que se baseiam nos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). As Nações Unidas trabalharam junto aos governos, sociedade civil e outros parceiros para aproveitar o impulso gerado pelos ODM e levar à frente uma agenda de desenvolvimento pós-2015 ambiciosa. O que vem agora? Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio mostram que metas funcionam. Eles ajudaram a acabar com a pobreza, mas não completamente. As Nações Unidas definiram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como parte de uma nova agenda de desenvolvimento sustentável que deve finalizar o trabalho dos ODM e não deixar ninguém para trás. Essa agenda, lançada em setembro de 2015 durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável, foi discutida na Assembleia Geral da ONU, onde os Estados-membros e a sociedade civil negociaram suas contribuições. O processo rumo à agenda de desenvolvimento pós-2015 foi liderado pelos Estados-membros com a participação dos principais grupos e partes interessadas da sociedade civil. A agenda reflete os novos desafios de desenvolvimento e está ligada ao resultado da Rio+20 – a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável – que foi realizada em junho de 2012 no Rio de Janeiro, Brasil. Fonte: https://nacoesunidas.org/pos2015/ Texto 2 Fome zero e agricultura sustentável Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável 2.1 Até 2030, acabar com a fome e garantir o acesso de todas as pessoas, em particular os pobres e pessoas em situações vulneráveis, incluindo crianças, a alimentos seguros, nutritivos e suficientes durante todo o ano 2.2 Até 2030, acabar com todas as formas de desnutrição, incluindo atingir, até 2025, as metas acordadas internacionalmente sobre nanismo e caquexia em crianças menores de cinco anos de idade, e atender às necessidades nutricionais dos adolescentes, mulheres grávidas e lactantes e pessoas idosas 2.3 Até 2030, dobrar a produtividade agrícola e a renda dos pequenos produtores de alimentos, particularmente das mulheres, povos indígenas, agricultores familiares, pastores e pescadores, inclusive por meio de acesso seguro e igual à terra, outros recursos produtivos e insumos, conhecimento, serviços financeiros, mercados e oportunidades de agregação de valor e de emprego não agrícola 2.4 Até 2030, garantir sistemas sustentáveis de produção de alimentos e implementar práticas agrícolas resilientes, que aumentem a produtividade e a produção, que ajudem a manter os ecossistemas, que fortaleçam a capacidade de adaptação às mudanças climáticas, às condições meteorológicas extremas, secas, inundações e outros desastres, e que melhorem progressivamente a qualidade da terra e do solo 2.5 Até 2020, manter a diversidade genética de sementes, plantas cultivadas, animais de criação e domesticados e suas respectivas espécies selvagens, inclusive por meio de bancos de sementes e plantas diversificados e bem geridos em nível nacional, regional e internacional, e garantir o acesso e a repartição justa e equitativa dos benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados, como acordado internacionalmente 2.a Aumentar o investimento, inclusive via o reforço da cooperação internacional, em infraestrutura rural, pesquisa e extensão de serviços agrícolas, desenvolvimento de tecnologia, e os bancos de genes de plantas e animais, para aumentar a capacidade de produção agrícola nos países em desenvolvimento, em particular nos países menos desenvolvidos 2.b Corrigir e prevenir as restrições ao comércio e distorções nos mercados agrícolas mundiais, incluindo a eliminação paralela de todas as formas de subsídios à exportação e todas as medidas de exportação com efeito equivalente, de acordo com o mandato da Rodada de Desenvolvimento de Doha 2.c Adotar medidas para garantir o funcionamento adequado dos mercados de commodities de alimentos e seus derivados, e facilitar o acesso oportuno à informação de mercado, inclusive sobre as reservas de alimentos, a fim de ajudar a limitar a volatilidade extrema dos preços dos alimentos Fonte: https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/post-2015/sdg-overview/goal-2.html Texto 3 Tema de Redação: ODS 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável Do que trata o ODS 2 A fome é um dos aspectos que podem estar associados à pobreza, como se observa na meta 2.1. Assim, o ODS 2 tem uma característica complementar ao ODS 1. No entanto, ele traz novas dimensões, voltadas para a saúde (desnutrição de crianças e da população em geral, na meta 2.2), para a produção de alimentos sustentável (por exemplo, nas metas 2.4 e 2.5), e para a economia (metas 2.b e 2.c). Este ODS ainda depende da formulação de indicadores concretos e objetivos, que passem a ser monitorados para verificar se há avanço na agricultura sustentável, na construção de bancos de genes de plantas e animais e nos esforços para manter a biodiversidade. Por fim, a ampliação da produtividade e da renda dos pequenos produtores agrícolas, indígenas, pescadores e pastores, com atenção especial às mulheres, é uma meta (2.3) que tem um impacto direto na diminuição da pobreza e na promoção de uma economia mais sustentável. O que já vem sendo feito Associado a este ODS, pode ser elencado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), criado em 2003. Ele trabalha em duas frentes: na redução da fome e no incentivo à agricultura familiar. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que é responsável pelo PAA juntamente com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o programa “compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional

Confira como melhorar sua argumentação e surpreender no ENEM. Quem quer garantir 1000 na Redação ENEM sabe que precisa ter um texto que saia do senso comum. Mas como fazer isso? A grande massa do ENEM, 2 milhões de alunos ficam entre os 501 e 600 pontos, justamente por serem textos “modelo”. Primeiro, deixe de lado qualquer receita pronta para construir seu texto. Não reproduza citações muito batidas, nem expressões clichês, ou modelos de “isso vai na introdução, isso vai na conclusão“. Isso faz com que seu texto caia na vala do comum. Além disso muita gente está usando de modo inapropriado frases celebres, tentando as encaixar em contextos onde elas não cabem e/ou não acrescendo, principalmente de autores como: Zygmunt Bauman, Freud, Kant e Paulo Freire. Sim, você pode referenciar esses teóricos, mas somente quando eles forem diretamente relacionados ao seu tema. De nada adiante em uma redação em que o tema é “Dengue” e colocar uma citação sobre “modernidade líquida” do Bauman. Então, para sair do senso comum você precisa trazer referências para o seu texto, mas que sejam coesas com sua argumentação, ou seja, que case com suas ideias e que contribua para que seu texto fique ainda mais interessante. Para conseguir sair do senso comum você não pode ter medo de ousar. Traga trechos de músicas, poesias, frase célebres de um autor ou teórico, filmes, ou documentários que tenham, obviamente, conexão com seu tema. Rabisque em um rascunho o que você conhece relacionado ao tema da redação. Em seguida, selecione o que você considera que, de fato, vai enriquecer o seu texto. Caso na hora da prova não venha nenhuma citação em mente, não há problema. Você pode enumerar fatos e dar exemplos que elucidem o seu argumento. Você pode fazer um texto fora do senso comum só com suas palavras, isso depende apenas da forma como você organiza sua argumentação. Evite trazer ideias soltas. Digamos que você esteja escrevendo sobre “como ter um mundo mais sustentável”. Então, se você escrever que “Uma das formas de se ter um mundo mais sustentável é cuidarmos das nossas próprias atitudes”. Se sua frase acabar assim, você criou uma ideia “solta”. Agora, se você incrementar com exemplos, dará outro corpo ao texto. Veja: “Uma das formas de se ter um mundo mais sustentável é cuidarmos das nossas próprias atitudes. Isso é possível de ser colocado em prática no nosso cotidiano como, por exemplo: se diminuirmos a utilização de sacolas plásticas, levando “ecobags” para o supermercado; deixando de usar canudo e copo descartável, adotando o uso de canecas pessoais, ou ainda, optando por frascos retornáveis de refrigerante a garrafas pet”. Percebeu a diferença? Trazer exemplos é uma excelente forma de deixar seu texto encorpado, interessante e longe das frases soltas e ideias vazias. Além disso, demonstra que você consegue relacionar o tema a ações realizadas no seu dia a dia. O segredo está em construir bons argumentos, seja com citações ou com as próprias ferramentas e, claro, praticar muito a escrita.

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: Voto nulo, branco e abstenção como mecanismos de protesto. Texto 1 Mais de 204.100 pessoas (5,5% dos eleitores) votaram em branco no Rio e outras 473.324 pessoas (12,76%) anularam seu voto. A soma dos dois percentuais representa um alta de 35% em relação as eleições municipais de 2012, e favoreceu para tornar o Rio a capital donão voto nessas eleições. A soma dos votos brancos e nulos e a abstenção, que foi de 24,28%, superou os votos conquistados pelos vencedores do primeiro turno, Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL) juntos. Em São Paulo, João Doria teve uma vitória avassaladora, uma conquista sem precedentes com mais de três milhões de votos. Mas também aqui, os que não votaram em nenhum dos candidatos superaram os eleitores do empresário. Em uma tendência similar à do Rio, os votos brancos e nulos aumentaram 30% de 2012 para cá até 16,64%, enquanto a abstenção cresceu 18% se situando em 21,84% (a média nacional foi de 17,58%). São percentuais que não se viam desde 1996. Os dados chamaram a atenção até do presidente Michel Temer, que viu no resultado do pleito um recado. “É um sentimento de decepção com toda a classe política”, afirmou durante encontro com a imprensa em Buenos Aires. Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/03/politica/1475522954_666169.html Texto 2 Ao longo das últimas três eleições (2002, 2006 e 2010), o “não voto” parece ter emergido como umas das principais vozes de oposição. Trata-se de uma negativa conferida por parte do eleitorado aos modos usuais de se fazer política, abarcados, neste caso, tanto os partidos e candidatos quanto o próprio modelo de representação em si. O “não voto” manifesta-se, comumente, na forma do voto em branco ou nulo ou por meio da abstenção eleitoral, e contribuem para o seu crescimento três variáveis: 1) o descrédito do eleitorado em relação aos partidos políticos e aos candidatos; 2) os altos índices de percepção da corrupção; e 3) a ideia equivocada de que o voto em branco ou nulo, se iguais ou superiores a 51% dos votos, invalidam o processo eleitoral. Fonte: https://www.vermelho.org.br/noticia/244926-1 Texto 3 Fonte: https://2.bp.blogspot.com/_duDJ1LNCnfQ/TMwzgKAjcoI/AAAAAAAALxs/z7xVKN3gvfk/s1600/charge.jpg