806 artigos encontrados com a tag “Topo de funil”

Quando um aluno pede um modelo de redação, está querendo saber em qual ordem deve escrever o que ele tem em mente, e qual a forma certa para fazer isso. Acontece que não existe um modelo pronto: cada aluno tem o jeito mais fácil para ele. Neste artigo ensinamos a criar o seu modelo pessoal de redação, e nunca mais você vai correr atrás de modelos prontos. Nós não aconselhamos ninguém a seguir modelo pronto. O caminho mais fácil para você escrever sua redação é seguindo um modelo seu, o seu jeito de expor as ideias. Seguir um modelo pronto é como uma camisa-de-força e só vai dar trabalho… Seu modelo próprio de escrita tem tudo a ver com seu estilo, com sua personalidade, com você. Além do mais, quem disse que modelos prontos garantem nota? Tem isso também! Mesmo com modelos prontos por aí, menos de 1% das redações recebem nota 1000! Fuja do modelo pronto de redação Faça tudo o que puder para escrever a redação com facilidade e rapidez no dia da prova. Para isso, fique longe de modelos prontos. A maior dificuldade dos alunos que usam esses modelos rígidos é fazer um tema se encaixar nele. Fazer isso em pouco tempo de prova pode virar um drama! Cada vez mais, as redações que nossos corretores recebem mostram alguma influência de modelos prontos: todas são muito parecidas, seguem a mesma sequência e usam até os mesmos detalhes! Falando sério, parecem redações feitas por robô! Inclusive, o critério “autoria” que o Enem valoriza tanto serve exatamente para indicar se o aluno tem sua própria sequência de escrita, seu próprio modelo, ou se copiou o de outra pessoa. E como um modelo copiado empobrece a redação! Sim, nós sabemos que muitas redações nota 1000 do Enem são muito parecidas. Mas acredite no que estamos dizendo: não foi nenhuma fórmula que levou esses alunos à nota máxima, não! Foram detalhes como estes: Treine sua redação para encontrar seu modelo pessoal, seguindo estes passos abaixo. 3 passos para criar seu modelo de redação Primeiro passo A redação do Enem é uma dissertação argumentativa – confirme na cartilha do Enem. Dissertação argumentativa tem uma estrutura, um modelo, que é este aqui: A introdução tem sua tese, o desenvolvimento tem suas justificativas para a tese com todos os detalhes, e a conclusão apenas reforça o que você tinha dito com sua tese. Esse é o “modelo” básico a seguir – nele você não pode mudar nada, ok? Digamos que é o esqueleto da redação, porque ao redor desse esqueleto cada aluno vai se explicar do seu jeito. Segundo passo O Enem exige que todas as redações tenham propostas de intervenção sobre um problema. Isso é obrigatório, então não pode ser mudado – faz parte de todos os modelos de todos os alunos. E agora é que entra em cena seu modelo pessoal de redação! Terceiro passo Muito bem… você tem uma estrutura fixa, e tem uma exigência do Enem. Agora você decide qual seria sua sequência natural – muito sua – de expor o problema e todos os detalhes. Aí é que entra o seu modelo de redação: como é seu jeito de explicar de maneira simples o problema e as soluções? Como a escrita vem da fala, nossa dica é que você se imagine apresentando o problema para sua classe, na frente da sala, usando cartazes. Como você começaria? E o que diria depois? O que exatamente você diria? Cada um faria isso de um jeito, usando um modelo pessoal. A partir de agora você vai testar alguns modelos até encontrar o seu, aquele que você usará daqui para frente. Aquela ansiedade na hora da prova de redação vai diminuir muito e você vai sentir mais facilidade para escrever. Não é isso que você quer?! Bem, vamos dar uma mãozinha com algumas sugestões que temos visto nas redações que nos enviam! Modelos de introdução Não existe uma sequência certa para o que você vai incluir na sua introdução, você decide, mas cada sequência tem um efeito – fique atento a isso. Por exemplo, geralmente a tese no final da introdução tem um efeito melhor. Modelos de desenvolvimento Não importa o número de parágrafos no desenvolvimento, você decide. Também a sequência interna de cada um você escolhe, mas é muito válido começar com um tópico frasal. E lembre-se: proposta de intervenção pode aparecer no desenvolvimento e muitas vezes tem um efeito melhor do que na conclusão – você decide. Modelos de conclusão Conclusão serve para concluir, então ela precisa ter esse efeito. Se na sua conclusão vai a proposta de intervenção ou não, isso você decide. Agora é com você – treine algumas opções para ver qual modelo de redação Enem tem sua cara. Para garantir que a forma como você tem escrito é correta, envie suas próximas redações pra gente, nós entregamos a correção em até 3 dias úteis!

Você já viu as imagens impressionantes de áreas de mineração que devastam tudo ao redor? Então, sabe o mal que o extrativismo ilegal faz, mas extrativismo ilegal não é só mineração – tudo que se extrai da natureza de forma ilegal tem consequências sérias. O extrativismo esse é um assunto que pode virar tema de redação do Enem, por isso já queremos deixar você preparado. Nós escolhemos alguns textos de apoio interessantes para você escrever uma dissertação argumentativa mostrando a gravidade do problema e como ele poderia ser resolvido, pelo menos em parte. Texto 1 sobre extrativismo ilegal O que é extrativismo e o efeito negativo desta atividade no Brasil Inicialmente, entende-se que extrativismo é um conceito que dificilmente é relacionado com a sustentabilidade, já que sua definição é um conjunto de atividades econômicas baseada na extração de recursos naturais providos pela natureza. Além disso, suas formas mais comuns são o extrativismo vegetal e mineral e animal. Atualmente, o Brasil se destaca no cenário econômico mundial pela intensa extração de minérios e produtos de ordem vegetal. Assim, para se ter uma ideia, o Brasil, em 2011, extraiu 410 milhões de toneladas de seus principais minérios, como ferro, bauxita, cobre, estanho. E, este valor equivale ao triplo do valor combinado de todas as outras nações sul-americanas. Por fim, entre os maiores campos de extração de minério do país, podemos citar o Carajás e Rio Trombetas, no Pará e a Serra do Navio, no Amapá. Fonte: pensamento verde (adaptado) Texto 2 sobre extrativismo ilegal Fonte: inacioalcantara (adaptado) Com extrativismo sustentável, povos da floresta resistem ao desmatamento Mesmo sem compradores formais para seus produtos, os seringueiros que resistem entre os rios Aripuanã, Guariba e Roosevelt tornaram-se os grandes protetores das matas. “Enquanto estão nas colocações fazendo os caminhos da seringa e coletando castanha, eles inibem a entrada de frentes de devastação”, explica Mary Allegretti, antropóloga que em 1980 apoiou Chico Mendes na fundação dos primeiros projetos de assentamentos e reservas extrativistas da Amazônia. “Foi preciso fazer uma associação dos extrativistas para que conseguíssemos vencer a invasão dos grileiros, antes mesmo de existir a reserva. Mas só ficou mais seguro para as famílias com a Resex”, explica o extrativista Carlos Augusto de Oliveira, Seu Cabelo. “Hoje, a castanha-do-brasil é o que nos salva”, afirma, mostrando um grande galpão com o estoque de todos seringueiros da Resex Guariba-Roosevelt armazenado em pilhas de sacas de 60 kg. Além disso, um dos coordenadores da Associação Pacto das Águas, Emerson de Oliveira Jesus, que presta apoio aos seringueiros da Resex, explica que a iniciativa surgiu para dar suporte a associação dos seringueiros. “Hoje, todos os seringais e castanhais da Resex foram mapeados e houve o fortalecimento das associações de extrativistas do rio Guariba e do rio Roosevelt”, diz Emerson, que também tem família dentro da Resex. Fonte: national geographic brasil (adaptado) Texto 3 Defensores do garimpo pedem ajuda ao governo Após uma operação da Polícia Federal desinstalar 131 balsas no Rio Madeira (AM) que praticavam garimpo ilegal, no último fim de semana, e incendiar várias delas, prefeitos e garimpeiros estiveram, ontem, em Brasília, reunidos com integrantes do governo federal para discutir a situação da extração mineral na região, considerada ilegal pela Justiça e lesiva ao meio ambiente. Os garimpeiros vinham fazendo a exploração do ouro sem qualquer preocupação com a degradação do bioma e ferindo todas as leis que regem a atividade. (…) “Os prefeitos que estão nessa área onde acontece essa exploração, muitas vezes familiar, vão trazer uma proposta para gente encaminhar e regularizar essa atividade. O que não dá é permitir o prejuízo ambiental. Mas há forma de não ter esse prejuízo e as pessoas continuarem trabalhando”, disse Omar Aziz. (…) Já Plínio Valério assegurou que a missão, agora, é conversar com autoridades para saber de onde partiu a ordem para [o governo] destruir as balsas. “Porque todos foram tratados como marginais, e nem todos são marginais”, defendeu o senador. “Quando pessoas do bem são levadas a fazer uma prática ilegal, é porque falta o braço da nação”, acrescentou. Fonte: correio braziliense Texto 4 sobre extrativismo ilegal Quais as consequências ambientais da exploração descontrolada de petróleo do fundo dos oceanos? Por bloquear a luminosidade, o petróleo é responsável por impedir que o fitoplâncton realize fotossíntese, o que afeta negativamente esses seres vivos. O petróleo também é capaz de intoxicar os animais marinhos, causando danos, por exemplo, no sistema nervoso, além de causar asfixia e morte pelo aprisionamento no óleo. Quais os principais impactos ambientais causados durante a cadeia produtiva do petróleo? Além de afetar a fauna e a flora, o acidente abalou o equilíbrio da cadeia alimentar de toda a baía. Então, o petróleo forma uma película na superfície da água, o que prejudica as trocas gasosas da atmosfera com a água e desfavorece a realização de fotossíntese pelas algas que estão na base da cadeia alimentar hídrica. Quais danos ambientais a curto e a longo prazo um vazamento pode provocar? Em longo prazo, os componentes químicos do petróleo podem provocar leucemia e câncer de pulmão, entre outros. O derramamento de óleo foi o maior desastre ambiental ocorrido em litoral brasileiro em termos de extensão, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Fonte: treinamento 24 (adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema É preciso de repertório? Sim, é importantíssimo, por isso, confira uma listinha que preparamos para você se aprofundar no tema e poder citá-los em sua redação sobre o tema! https://youtu.be/N2kpUVBJ-a0 Será um prazer dar um feedback sobre a sua redação sobre as consequências do extrativismo ilegal no Brasil! Não deixe de conferir nossos planos de correção de redação para alcançar uma nota excelente no Enem ou em outras provas!

A maioria dos alunos acha que redação de texto dissertativo argumentativo é a única dissertação que existe. Mas estão enganados e este artigo vai esclarecer isso. Vamos começar do começo: primeiramente, você sabe o que é dissertar? Dissertar é falar sobre algo. Quando você está falando ou escrevendo sobre um assunto, está dissertando! Quando está falando ou escrevendo sobre um assunto você está fazendo uma dissertação Quantos tipos de dissertação existem? A chamada dissertação-argumentativa é um tipo de dissertação. Só um tipo! Sim, porque existem dois tipos de dissertação. Redação dissertativa argumentativa Consiste na ideia de que você dá uma opinião sua sobre um assunto e explica por que pensa daquele jeito, ou seja, justifica sua opinião. Tem esta sequência: Só para lembrar, tese e opinião é a mesma coisa. Dissertação argumentativa sempre tem opinião de quem escreve. Redação dissertativa expositiva Em que você aborda um fato, em que você o expõe de acordo como prefere, como se ele estivesse numa tela, mas não dá seu parecer, sua opinião. A sequência dela é diferente, veja: Lembra quando você apresentava um trabalho na sua sala de aula, com cartazes ou slides? Você estava fazendo uma exposição. A dissertação expositiva é a mesma coisa! Ela é pouco usada nos vestibulares, mas é bom conhecer, porque boa parte das provas dissertativas de geografia, filosofia, história, sociologia seguem o padrão da dissertação expositiva! Assim você já sabe o que fazer nas questões dissertativas de humanas. Como você deve ter notado, toda dissertação tem introdução + desenvolvimento + conclusão. Apenas que cada uma dessas 3 partes tem um conteúdo diferente nos 2 tipos de dissertação, e na introdução o candidato já define qual tipo está escrevendo. Qual tipo de dissertação usar no Enem? Pensando no Enem, agora: qual desses dois tipos você deve usar na hora da prova? Você deve usar a redação dissertativa-argumentativa. Inclusive está lá no manual do Enem, bem claro, que eles querem uma redação argumentativa. Portanto, no Enem você deve dar sua opinião e justificar sua opinião. Assim, não vale só expor sem mostrar o que você pensa do caso. E por que o Enem escolheu esse tipo de dissertação? Porque o ato de um aluno dar a opinião e justificá-la ajuda a avaliar a maturidade do aluno. É que a dissertação argumentativa exige mais do candidato (você já sentiu isso?) do que uma dissertação expositiva exigiria, inclusive exige mais capacidade de raciocínio lógico. Confira a importância da estrutura da dissertação argumentativa para o Enem: Vamos a exemplos de redações 1000 do Enem para analisarmos se foram iniciadas como dissertação argumentativa ou expositiva. Exemplo 1 Você percebe que na seguinte introdução da redação dissertativa existe uma opinião? (…) Talvez hoje ele percebesse acertada sua decisão: a postura de muitos brasileiros frente a intolerância religiosa é uma das faces mais perversas de uma sociedade em desenvolvimento. Com isso, surge a problemática do preconceito religioso que persiste intrinsecamente ligado à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social. A opinião (tese) do aluno é clara: o preconceito religioso é causado por insuficiência das leis e mentalidade social que praticamente não muda. Então este candidato estava iniciando uma redação dissertativa-argumentativa corretamente – acertou em cheio! Percebeu como essa afirmação dele pode ser discutida na redação dissertativa? Isso mostra que se trata de opinião de verdade! Faça esse teste na sua redação – opinião legítima é aquela que pode ser discutida! Exemplo 2 Verifique se a tese deste candidato é tese mesmo ou é um simples fato: (…) Embora o cinema tenha se popularizado, posteriormente, como entretenimento, nota-se, na contemporaneidade, a sua limitação social, em virtude do discurso elitizado que o compõe e da falta de acesso por parte da população. Essa visão negativa pode ser significativamente minimizada, desde que acompanhada da desconstrução coletiva, junto à redução do custo do ingresso para a maior acessibilidade. É tese sim! Ela é discutível, é claro, alguém pode ter opinião diferente, mas não deixa de ser uma tese. Começou bem a redação dissertativa-argumentativa. Exemplo 3 Faça o teste com este trecho – é uma tese ou um fato? (…) Não distante da ficção, nos dias atuais, existem algoritmos especiais ligados em filtrar informações de acordo com a atividade “online” do cidadão. Por isso, torna-se necessário o debate acerca da manipulação comportamental do usuário pelo controle de dados na internet. Esta redação dissertativa é um caso curioso: o aluno não deu sua opinião, ele deu um fato. Não há o que discutir sobre o que ele diz. Isso acontece quando o aluno não tem condições de opinar sobre o tema, porque só especialistas conseguiriam. Lembra-se do tema da prova de 2017, “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”? Um educador de alunos com necessidades especiais conseguiria opinar sobre o assunto, porque ele é um especialista, mas foi muito difícil para adolescentes recém-saídos do ensino médio dar uma opinião verdadeira sobre o caso! Agora você entende por que muitas redações dissertativas boas do Enem têm teses que não são bem teses. Tudo bem, o Enem aceita essa dificuldade inicial, mas nesse caso o aluno precisa saber incluir seu parecer, sua opinião em algum fato que ele cite no desenvolvimento, caso contrário terá escrito uma dissertação expositiva! Ele afetaria seriamente a competência 2. Note, então, como esta introdução de redação nota 1000 daquela época tem “tese” que não é bem a opinião do aluno, e sim um fato: A formação educacional de surdos encontra, no Brasil, uma série de empecilhos. Essa tese pode ser comprovada por meio de dados divulgados pelo Inep, os quais apontam que o número de surdos matriculados em instituições de educação básica tem diminuído ao longo dos últimos anos. Nesse sentido, algo deve ser feito para alterar essa situação, uma vez que milhares de surdos de todo o país têm o seu direito à educação vilipendiado, confrontando, portanto, a Constituição Cidadã de 1988, que assegura a educação como um direito social de todo o cidadão brasileiro. Para o Enem,

No mundo dos jogos on-line, as mulheres ouvem piadinhas infames, xingamentos descarados e até ameaças, se por acaso vencem o jogo – esse é o machismo no mundo gamer! Se esse fosse o tema da próxima redação do Enem ou do vestibular, o que você escreveria? Não custa nada se preparar: aqui vão 3 textos motivadores para ajudá-lo a pensar no caso. Em seguida escreva uma dissertação argumentativa expondo o problema do machismo no mundo gamer e como ele poderia ser minimizado. TEXTO 1 ‘Vivi situações humilhantes’: ela criou campanha contra machismo nos games “Tenho 21 anos e minha relação com o mundo gamer começou aos 7, influenciada por meu pai, que também joga. Ele me mostrou alguns games e me apaixonei por esse universo ao ver o quanto aquilo podia ser algo legal e divertido. Hoje em dia, jogo profissionalmente e já disputei várias competições de “Rainbow Six Siege”, ganhando três delas. No campeonato de 2020, por exemplo, fui a melhor do ranking no circuito feminino desse jogo. Por outro lado, sendo mulher nesse meio sei que o machismo no mundo gamer é algo muito comum, infelizmente. Vivi situações horríveis e humilhantes. Em trocas com outras jogadoras percebi o quanto isso é comum e percebi, então, a necessidade de criar algo contra esse tipo de situação que fazia a gente sentir como se ali não fosse nosso lugar. Foi daí que nasceu a ideia da campanha “Game Sem Preconceito”. (…) Numa das primeiras vezes em que fui agredida online, eu estava jogando com meu pai e um outro jogador, ao perceber que eu era mulher, começou a dizer coisas terríveis – me chamou de vagabunda e disse que eu deveria ir lavar louça em vez de jogar. Eu fiquei muito nervosa e abalada. Mesmo meu pai tendo me defendido na hora e me confortado, aquela foi uma situação muito constrangedora e eu me senti extremamente mal. Em outra ocasião, estava jogando junto com outras meninas na equipe e resolvi me comunicar com elas por voz. Quando um rapaz que também estava no jogo me escutou falando, ele começou a me xingar gratuitamente. Isso pelo simples fato de eu não ser homem. Fui, novamente, chamada de vagabunda, p*ta e ouvi que, por ser mulher, não poderia estar ali. Fonte:uol – sou gamer e criei uma campanha contra o machismo nos jogos / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 2 O mundo gamer ainda é machista e nós precisamos falar sobre isso! Direto de Belo Horizonte, a gamer Paula Cabral traz um pouco da sua vivência. Com 26 anos, começou frequentando lan houses, nos anos 2000, onde era praticamente a única menina. Existe espaço para os jogadores denunciarem dentro dos jogos? Você já denunciou? Infelizmente, ainda tem muito preconceito, tanto no chat, por escrito, quanto no microfone. Mas tem como denunciar. Você pode selecionar se foi por chat ou voz, preenche as informações sobre o episódio e envia a denúncia. Já presenciei bastante coisa e já denunciei muito. Sei de relatos de contas que sofreram punições, foram banidas por algum tempo, após as denúncias. O que gostaria de ver melhorar em um futuro recente para o ambiente ficar mais saudável? Sou muito contra as lines, que são as disputas só entre mulheres e só entre homens. Para mim, elas simbolizam que as mulheres seriam inferiores. Por exemplo, em uma disputa de boxe, colocar um homem e uma mulher para lutar seria errado por questões biológicas, musculares, estruturais do corpo humano. Mas, nos games, o que vale é o intelecto, não uma habilidade física. Em termos de jogo, não existe nenhuma diferença de um homem para mulher. Não faz sentido existir line só feminina. Eu e a XIS, a organização onde trabalho, somos totalmente contra. O que espero do futuro do cenário é a line mista, mulher jogando junto com homens nos campeonatos. Adaptado de fast company brasil – o mundo gamer ainda e machista e nos precisamos falar sobre isso/ / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 3 Streamers enfrentam machismo no universo gamer No meu primeiro dia de stream, enquanto fazia divulgação após uma partida, um dos jogadores começou a me insultar. Sofri gordofobia, racismo e insultos com as piores palavras que possa imaginar. Ele me disse que eu não deveria estar jogando, apenas pelo fato de eu ser uma mulher”, relata Laura Cavalcante, mulher preta e streamer há três anos. O desabafo de Laura ilustra o que pesquisas nessa área já apontam. Esse ano, a Reach3 Insights, em parceria com a Lenovo, desenvolveu uma pesquisa em nível mundial e mostra que 77% das mulheres gamers enfrentam alguma situação desconfortável por conta de seu gênero. O julgamento de habilidades (70%), controle (65%) e comentários condescendentes (50%) são as violências mais recorrentes. Além disso, a pesquisa também aponta que 59% das mulheres entrevistadas usam identificação de gênero masculino ou não identificam o seu gênero para se resguardar do assédio durante os jogos. Fonte: ufpb – mulheres streamers enfrentam violencia e machismo no universo gamer / Acesso em 21 jun 2022. TEXTO 4 Fonte: revista galileu globo – relatos do machismo que mulheres gamers sofrem todos os dias / Acesso em 21 jun 2022. Repertórios socioculturais relacionados ao tema https://youtu.be/tCPRe-FyuTc Como sempre, estamos aguardando ansiosamente a sua redação para mostrarmos em quais aspectos você deve melhorar! Nosso time de professores corrige suas redações em até 3 dias úteis!

Você sabe quando usar “este” ou “esse” na sua produção textual? No mundo da informação, onde quase tudo é transmitido via mensagem de texto ou áudio, saber se comunicar de forma clara e assertiva passou a ser um diferencial e tanto. Muitas das nossas relações acontecem nos aplicativos de mensagens. Então, a gente faz negócio por meio de texto e participa de um processo de seleção de emprego via chamada de vídeo, por exemplo. Além disso, para quem vai prestar vestibular ou concurso, saber lidar com a correta aplicação do português pode significar a conquista de uma nova vida. Então, se você tem dúvidas na colocação dos pronomes “esse” ou “este” no seu texto ou no próprio cotidiano, confira aqui como fazer e nunca mais cometa esse erro! Leia também: Como fazer uma boa redação do ENEM – Confira com Redação Online Qual classe gramatical pertence ESSE e ESTE? O “esse” e o “este”, assim com o esta/essa e isso/isto são pronomes demonstrativos. Ou seja, são pequenas engrenagens do português que nos ajudam a posicionar coisas e pessoas no tempo e no espaço correto. Além disso, com eles, somos capazes de perceber o que está perto de quem. Melhor dizendo, qual a distância de um objeto em relação às pessoas envolvidas no enunciado. Os pronomes “esse” e “este” são variáveis conforme o gênero e número, assim como acontece com “essa” e “esta”, ao contrário do que percebemos com “isto” e “aquilo”, que são pronomes demonstrativos invariáveis. Quando usar ESSE ou ESTE na redação? Como já adiantamos, o uso do “esse” e “este” nos ajuda associar a localização de um objeto no tempo e no espaço. Mas também, a proximidade dele em relação aos participantes da comunicação. Assim, o “esse” é utilizado quando o objeto ou pessoa está distante no tempo e no espaço de quem está falando. Por sua vez, o “este” é o termo correto para apontar que o objeto está, de alguma forma, próximo da pessoa que enuncia. Quer um exemplo? Aqui vai alguns exemplos de emprego do pronome demonstrativo “esse”. Os termos “este” e “esse” são também utilizados para retomar objetos e pessoas já citados dentro de uma oração. Por padrão, a lógica de proximidade e distância também se aplica aqui. Confira a frase: No sábado teremos dois aniversários para comemorar. Eles se chamam Carlos e João . Este irá completar 60 anos. Em destaque, o pronome “este” se refere ao termo imediatamente anterior, que no caso é João. Mas se quiséssemos nos referir ao Carlos, a referência seria ao termo mais distante, dessa maneira o pronome certo seria “esse”. E o aquele, quando é correto utilizar? O “aquele” deve ser utilizado quando o objeto ou pessoa está distante das pessoas do discurso. Ou seja, estão distantes da pessoa que fala e da pessoa para quem se fala. Na prática, funciona mais ou menos assim: O “aquele” também pode se referenciar a termos já citados no período. Por exemplo: Hoje fui ao cinema e ao teatro. Este com meu pai, aquele, com meu filho. Para utilizar ESSA ou ESTA, o que fazer? O mesmo raciocínio pode ser utilizado para os pronomes “essa” e “esta”, que nada mais são que variáveis de gênero de “esse” e “este”. Como utilizar o ISTO e o ISSO? O “isto” e o “isso” são variações que podem ser aplicadas de forma semelhante ao esse/este e essa/esta. A diferença é que esses pronomes não aceitam variações de número, ou seja, não se flexionam para a forma plural. O “isto” e o “isso” também devem ser aplicados seguindo o mesmo padrão quanto à proximidade ou distância do discurso, ok? O que achou dessas dicas? Esperamos que elas tenham ajudado você a se sentir mais confiante na hora de escrever ou mesmo se posicionar verbalmente sobre qualquer assunto. Aproveite e confira também: Regras de acentuação – Saiba quando acentuar as palavras

Você tem alguma peça de roupa com a etiqueta “Made in China” em sua gaveta? E jeans, você tem? O assunto hoje é esse – moda sustentável e consciente. Você não tem ideia de quanto o meio ambiente e a sociedade podem ter sido impactados por essas roupas! Estamos deixando alguns textos de apoio superinteressantes, abaixo, para você entender melhor sobre o que estamos falando. Com base nos textos e em todo o seu conhecimento, faça uma dissertação argumentativa sobre o tema: a importância da moda sustentável e consciente. Texto 1 sobre moda sustentável O que é moda sustentável? Entende-se como moda sustentável aquela que se preocupa em usar métodos de produção que não produzam ou, pelo menos, minimizem o impacto ambiental e possui como principal objetivo oferecer peças com durabilidade e que tenham o uso prolongado. Na moda sustentável, são aplicados métodos que são menos poluentes: O que é moda consciente? Os debates em torno da moda consciente se intensificaram nos últimos anos, principalmente, após a repercussão do desabamento, em 2013, do Rana Plaza, que era um prédio que abrigava uma fábrica têxtil em Bangladesh. Nessa fábrica eram produzidas roupas para grandes marcas de fast fashions ocidentais. Muita gente pensa que moda sustentável e moda consciente é a mesma coisa. Apesar de serem complementares, há diferenças no conceito de moda sustentável e moda consciente. Enquanto que a moda sustentável se preocupa com as formas de produção da indústria têxtil, a moda consciente é quando o consumidor manifesta em suas compras a preocupação com as questões ambientais e também sociais que envolvem a produção em massa das fast fashions. Além disso, na moda consciente, se busca produtos com materiais sustentáveis e de qualidade e que, além de ter maior durabilidade, também sejam atemporais, como são os casos das roupas e acessórios de grifes. Adaptado de blog etiqueta única – moda sustentável e moda consciente (Adaptado) TEXTO 2 Jeans: peça mais versátil é também uma das que mais polui Você sabia que uma das peças coringas do nosso guarda-roupa é também uma das que mais impactam o meio ambiente durante a produção? De acordo com o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), “fazer um par de jeans requer cerca de 7,5 mil litros de água, o equivalente à quantidade que uma pessoa média consome em sete anos”. No Brasil, o projeto Pegada Hídrica Vicunha – do Movimento Ecoera, empresa de consultoria e ensino de sustentabilidade para os mercados de moda, beleza e design – mapeou o consumo de água no ciclo de vida de uma calça jeans no Brasil, desde o plantio do algodão, até o consumidor final. Por isso, os resultados mostraram que a indústria brasileira gasta, em média, 5.196 mil litros de água para produzir uma única peça de calça jeans. As consequências sociais do fast fashion A indústria têxtil também promove desigualdades sociais, já que oferece condições de trabalho precárias, assim, contribuindo para aumentar o abismo no desenvolvimento global entre os hemisférios norte e sul. O livro Armario Sostenible, de Laura Opazo, detalha como as grandes empresas do setor trabalham com empresas intermediárias, que, por sua vez, subcontratam serviços a empresas menores, o que leva a uma rede difícil de controlar. O elo mais fraco da cadeia, ou seja, os funcionários, é o que mais sofre. A necessidade de responder ao ritmo sempre crescente de entrega para atender à demanda leva a longas horas de trabalho e salários desvalorizados. Adaptado de national geographic brasil – moda sustentável uma alternativa verde ao fast fashion TEXTO 3 Slow fashion Em contraposição ao fast fashion – sistema de produção de moda atual que prioriza a fabricação em massa, a globalização, o apelo visual, o novo, a dependência, a ocultação dos impactos ambientais do ciclo de vida do produto, o custo baseado em mão de obra e materiais baratos sem levar em conta aspectos sociais da produção -, o slow fashion surgiu como uma alternativa socioambiental mais sustentável no mundo da moda. A prática do slow fashion preza pela diversidade, prioriza o local em relação ao global, promove consciência socioambiental, contribui para a confiança entre produtores e consumidores, pratica preços reais que incorporam custos sociais e ecológicos, mas também mantém sua produção entre pequena e média escalas. Fonte: ecycle moda sustentável/ TEXTO 4 A importância da moda sustentável e consciente | Repertório para usar na redação https://youtu.be/LjQ7hMbfEDw Estamos curiosos para ler sua redação sobre moda sustentável e consciente, e fazer as correções necessárias pra ajudar você!

No dia da Dia da Língua Portuguesa, comemora-se em 3 datas diferentes: 5 de maio, 10 de junho e 5 de novembro. Cada uma tem um porquê de existir, então leia o artigo e saiba mais! Como se sabe, ela está entre os 10 idiomas mais falados do mundo e possui uma significativa lista de regras e acordos em cada país que o tem como língua mãe. A nossa língua tem adjetivação “portuguesa” porque veio de Portugal, país colonizador do Brasil. Estima-se que a Língua Portuguesa esteja sendo falada por mais de 265 milhões de pessoas, por isso sendo o idioma mais utilizado do hemisfério sul. Além disso, outros países também falam português e foram colonizados pelos portugueses, como: Ilha da Madeira, São Tomé e Príncipe, Arquipélago dos Açores, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. História da língua portuguesa no Brasil A origem do português é ligada ao latim, que se transformou em língua portuguesa por conta de conflitos e transformações político-histórico-geográficas. Isso aconteceu no século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica devido a conquistas militares e obrigaram os perdedores a seguirem seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua. Existiam duas modalidades de latim: o vulgar e o clássico. Primeiramente, o latim vulgar era de vocabulário reduzido e falado por quem usava uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita. Já o latim clássico, caracteriza-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores, então era uma linguagem complexa e elitizada. O português atual, no Brasil, é o resultado de muitas transformações, de acréscimos e/ou supressões de ordem morfológica, sintática e/ou fonológica. As transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português, depois transformado ao português arcaico, e, por conseguinte, tornou-se português clássico. Por fim, passou ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo. Por que a língua portuguesa é comemorada em várias datas? Então, observa-se que cada data da Língua Portuguesa tem um significado para sua comemoração e são conhecidas por nomes diferentes: Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio), Dia da Língua Portuguesa (10 de junho) e Dia Nacional da Língua Portuguesa (5 de novembro). Entenda agora o porquê de cada uma delas! Primeiramente, o Dia Mundial da Língua Portuguesa, é comemorado no dia 5 de maio e foi criado pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa em 20 de julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, ocorrida na cidade da Praia, Cabo Verde. Essa foi a data da Primeira Reunião dos Ministros da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e em 25 de novembro de 2019, foi instituída pela UNESCO como Dia Mundial. Já o Dia da Língua Portuguesa foi escolhido para ser comemorado em 10 de junho em homenagem ao dia da morte do poeta português Luís de Camões, autor de obras memoráveis como “Os Lusíadas”. Observa-se que o Camões é considerado um dos maiores poetas da história lusitana, por isso essa data foi imposta pelo órgão legislativo do Estado Português no ano de 1981. Por fim, o Dia Nacional da Língua Portuguesa, que comemora-se em 5 de novembro a partir do decreto de lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006. Escolheram essa data por ser uma homenagem ao escritor e político brasileiro Ruy Barbosa, nascido em 5 de novembro de 1849 e considerado um grande estudioso da língua portuguesa. Atividades para o Dia da Língua Portuguesa Frases sobre a Língua Portuguesa Outras celebrações relacionadas ao Dia da Língua Portuguesa Repertórios sobre a língua portuguesa Filmes: Livros: Documentários: É educador ou gestor educacional? O Redação Online é a maior plataforma do Brasil de correção de redações, seja para escolas, faculdades e até mesmo para cursinhos preparatórios. O sistema possui inteligência artificial e é o mais completo do mercado. Além disso, possui detector de plágio e anti-cheating. Se você quer aumentar a taxa de aprovação dos seus alunos ou ser mais ágil na correção de redações em alguns processos seletivos, seu lugar é aqui!

Você tem dificuldade de organizar as suas ideias na redação? Seu maior pavor é chegar na hora da prova do Enem e não conseguir colocar as palavras no papel de forma coerente? Então, este artigo é para você! Fazer um planejamento prévio é uma das primeiras coisas a se fazer antes de escrever uma redação. No Enem, isso ajuda a economizar o tempo – tão limitado – na hora da prova, além de evitar que alguma ideia ou competência avaliada pela banca fique para trás. Antes de colocar as palavras no papal, é necessário planejar tudo! Isso envolve definir a tese, os argumentos que serão utilizados, os repertórios e a proposta de intervenção. Esse planejamento é essencial para garantir que a sua redação seja certeira e alcance a nota máxima. Pensando nisso, listamos algumas dicas imperdíveis para ajudar você a organizar as suas ideias na redação. Confira! Leia os textos motivadores e circule as palavras-chaves Toda proposta de redação do Enem, a banca avaliadora disponibiliza textos motivadores para os participantes. A leitura desses textos é fundamental para você interpretar e compreender a proposta de redação. Lembre-se que os textos motivadores estão ali para apoiar você na escrita sobre o tema. Por isso, faça uso deles! Sendo assim, o primeiro passo para você organizar as suas ideias na redação é ler os textos com muita atenção e, se necessário, leia mais de uma vez! Aproveite esse momento para grifar ou circular as palavras-chaves, conceitos e dados importantes que você acredita serem relevantes. Pode grifar à vontade e até mesmo escrever no cantinho da folha ideias que, por acaso, surgirem durante a leitura. Relacione palavras e ideias ao tema Agora que você já fez a leitura dos textos, é bem provável que várias ideias vieram à sua cabeça. Se não, tente relacionar palavras, ideias e possíveis repertórios socioculturais ao tema. Os repertórios nada mais são do que o seu conhecimento de mundo sobre o tema e eles são essenciais para fundamentar a sua redação. Lembrou de um filme, uma reportagem, um livro ou de um fato histórico que tenha relação com o tema proposto? Anote! Eles poderão ser úteis. Nesse momento, você pode usar algumas técnicas como o brainstorming e o mapa mental. Use o rascunho para escrever o vier à cabeça e, após isso, organize as suas ideias em um mapa mental. Defina sua tese e argumentos sobre o tema A prova de redação do Enem exige que os participantes produzam um texto dissertativo-argumentativo. Nesse sentido, é essencial que você defina uma tese, ou seja, o seu ponto de vista sobre o tema, bem como seus argumentos para defendê-la. Para isso, algumas perguntas poderão ajudar nessa tarefa. Pergunte-se: “qual é meu ponto de vista sobre o tema?” Por que defendo isso?”. Com a resposta definida, escreva no rascunho a tese e os argumentos relacionados a ela! Estruture a sua redação e escreva! Por fim, é hora de estruturar as suas ideias. Para fazer isso, é importante que você faça um esqueleto da redação, que nada mais é do que organizar em tópicos as suas ideias de acordo com a estrutura da redação, ou seja, você irá escrever brevemente o que será escrito na introdução, desenvolvimento e conclusão. Lembre-se que em cada uma dessas partes, deve conter: Depois de fazer o esqueleto da redação, é hora de escrevê-la! Escreva a sua redação seguindo as ideias que você organizou no esqueleto. Com as ideias estruturadas, você ficará mais seguro ao escrever a redação e garantirá a sua nota máxima tão sonhada! Quer mais dicas sobre como estudar para a redação do Enem? Confira o vídeo que a professora Chay preparou para você: Comece a se preparar agora mesmo! Acesse o nosso site e conheça os nossos planos mensais de correção de redação do Enem e vestibulares. Nossos professores especializados em redação podem ajudar você nos estudos. Conte com a gente!

Quem já deixou de dormir para estudar até mais tarde levante a mão. Temos certeza que você levantou as duas, não é verdade? A maioria dos estudantes deixam de dormir cedo para se debruçar sobre os livros até altas horas da noite. Mas estudar com sono não é uma estratégia muito saudável, já que a privação do sono prejudica o processo de aprendizagem e o desempenho nos exames. Lembre-se de que o sono regula funções importantes do organismo e ajuda na manutenção da saúde. Além disso, é no momento em que dormimos que o cérebro consolida todo aprendizado que tivemos durante o dia. Portanto, dormir nos horários corretos pode evitar muitos problemas, como cansaço, dificuldade de raciocínio, alteração do humor durante o dia, estresse, entre outros. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que podem te ajudar a ter uma boa noite de sono e, ao mesmo tempo, um ótimo desempenho nos estudos. Então, continue a leitura e confira! 10 dicas para não estudar com sono Ninguém merece estudar com sono, não é verdade? Por isso, o ideal é dormir, no mínimo, 8 horas por dia, mas atenção: é importante que o sono seja de qualidade. Nesse sentido, existem algumas coisas que você pode fazer ou evitar antes de deitar. Dessa forma, aumenta-se as chances de conseguir descansar de maneira correta. Acompanhe abaixo as nossas principais dicas para reverter essa situação. 1. Regule e mantenha seus horários É importante acordar sempre no mesmo horário, mesmo que tenha dormido tarde. Isso porque se você dormir muito tarde na sexta-feira e acordar tarde no sábado, consequentemente irá dormir tarde no domingo e terá problemas na segunda-feira de manhã para levantar. Por isso, defina um horário para acordar todos os dias que seja coerente com as suas atividades e faça um esforço para mantê-lo. 2. Faça exercícios físicos regularmente Fazer atividade física com frequência é essencial para ter uma boa noite de sono, já que ela ajuda a relaxar melhor quando estiver dormindo. Nesse caso, você pode escolher um esporte que faça sentido com a sua realidade atual, ou seja, com o tempo disponível, como jogar futebol, caminhar, nadar, andar de bicicleta, entre outros. 3. Escolha um ambiente adequado para estudar Parece até clichê, mas você precisa escolher um local adequado para estudar. Isso ajuda muito na concentração e na absorção dos conhecimentos. Então, prefira lugares mais calmos e bem iluminados. Além disso, preste atenção nos instrumentos de estudo, já que eles podem fazer toda diferença no cansaço do corpo. Para isso, use mesa e cadeira ergonômicas, de preferência, e nada de estudar na cama ou no sofá, em?! 4. Deixe as preocupações para o dia seguinte Ficar pensando em problemas na hora que está deitado na cama é um mau costume da maioria das pessoas. Temos certeza que você faz isso, não é verdade? Mas esse hábito faz muito mal ao sono e, consequentemente, a saúde. Por isso, antes de deitar anote tudo o que você precisa fazer no dia seguinte, assim ficará despreocupado quando for deitar. Leia também: 5 dicas de organização para aumentar a produtividade nos estudos 5. Tire um tempo após o almoço Você provavelmente já sentiu aquele peso na barriga depois de comer, não é verdade? Isso acontece por causa do processo de digestão. Por isso, pode ser muito saudável dormir após o almoço, assim você tem um momento de descanso durante o dia e, ainda, tem mais chances de acordar renovado para estudar na parte da tarde. 6. Evite comer muito antes de dormir Comer em excesso antes de dormir obrigará seu sistema digestivo a trabalhar mais. Logo, terá uma sensação de peso que irá dificultar o seu sono. Por outro lado, se dormir sem comer nada, pode despertar subitamente durante a noite. Então, não dá para dormir brigando com o estomago. Para resolver isso, faça a última refeição pelo menos 3 horas antes de deitar. 7. Crie o hábito de beber água A água é essencial para nossa vida, mas você sabia que ela também evita o cansaço profundo do corpo? Isso mesmo! Quando você bebe água com frequência durante o dia consegue hidratar o organismo evitando o desgaste desnecessário. Esse hábito também ajuda na oxigenação do cérebro e, consequentemente, na memorização. Para facilitar o consumo deixe sempre perto de você uma garrafinha com água fresca, assim fica mais fácil criar esse hábito. 8. Estude matérias diferentes Quando estudamos algo muito chato ou entediante, costumamos sentir sono. Por isso, deve-se variar as matérias que precisa estudar para que não fique estudando apenas os mesmos conteúdos, ou seja, intercale materiais fáceis com os mais difíceis. Assim, as chances de obter sucesso nos processo de aprendizagem são maiores. 9. Descubra o horário para estudar Cada pessoa tem o período do dia que é mais produtivo. Por exemplo, algumas são mais ativas na parte da manhã, já outras preferem a noite. Por isso, é importante encontrar um horário bom para estudar de acordo com o funcionamento do seu organismo. Assim, você encontra um momento ideal para aprendizagem e evita o sono na hora de aprender. 10. Crie um ritual de sono É bom criar um hábito antes de dormir, como ler livros, tomar banho, escutar música, entre outros. Faça algo agradável e relaxante e repita essas atividades todos os dias. Assim, quando o sono chegar, apenas feche os olhos e durma. Ah! E evite usar o notebook ou o celular antes de dormir, isso pode interferir na qualidade do seu sono significamente. Aproveite e veia também:Saiba quais são as melhores técnicas de memorização para estudos! Em conclusão, estudar com sono pode derrubar a sua produtividade, pois você perde a concentração no conteúdo durante uma piscada mais longa. Dessa forma, esse tempo fica perdido e você precisa revisar novamente os materiais em outro momento. Por isso, é essencial evitar esse tipo de situação. Então, agora que você já conhece todas as nossas dicas, coloque cada uma delas em prática e confira os resultados. Temos certeza que a sua produtividade nos estudos vai aumentar e as suas chances

Você sempre usa filtros? Ou nem sabe o que é isso? Bem, prepare-se, porque é um tema que tem tudo para cair na sua prova de redação! Então, leia os textos motivadores e, com base nos conhecimentos, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Medidas para reduzir o impacto negativo dos filtros do Instagram sobre a autoestima”. Não esqueça de aproveitar a lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! Texto 1 filtros autoestima Fonte: Cosme Junior (@cfsousarj) / Twitter TEXTO 2 Nas redes, mulheres incentivam a coragem de publicar foto sem filtro A psicóloga e doula Carol Oruê começou a usar os filtros nos stories do Instagram pela praticidade de aparecer em casa sem precisar se arrumar. Com o tempo que toda vez que abria a câmera para gravar vídeos e se via sem os filtros, se incomodava com sua imagem real. “Não reconhecia pequenos detalhes do meu rosto natural, que não via por estar sempre usando os filtros”, relata. Ela entrou o desafio de não usar mais filtros. Apesar de parecer individual, a campanha “Sem filtros” no Instagram e outras redes sociais toma adesão de milhares de mulheres, incluindo a postagem de fotos com “peles de verdade”. Portanto, nota-se que chegam a 8.4 milhões de publicações e 89.2 mil publicações, respectivamente. De acordo com a psicóloga e mestre em psicologia Regi Morais, “quanto mais usamos e abusamos de filtros, mais insatisfeitos ficamos ao olharmos no espelho. Não nos reconhecemos, desaprendemos a nos olhar com verdade. Sofremos com essa comparação”. Além disso, avalia que como as comparações provocadas pelos filtros geram inseguranças que a gente acaba não percebendo. Fonte: https://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/nas-redes-mulheres-incentivam-a-coragem-de-publicar-foto-sem-filtro (adaptado) Texto 3 sobre filtros autoestima Entenda a relação entre a saúde mental e os filtros do Instagram Pesquisas mostram que, nos últimos anos, a busca por procedimentos estéticos e cirurgias plásticas aumentaram consideravelmente. Se tem como exemplo o preenchimento labial, botox, peeling, laser e suspensão com fios. Além disso, nas cirurgias plásticas, rinoplastia, bichectomia, lipoaspiração da papada e harmonização facial também tiveram uma grande procura. A reflexão trazida não é sobre usar ou não os filtros do Instagram, ou fazer procedimentos e cirurgias que mexem com a estética, mas, qual a relação que as pessoas estão tendo com essas mudanças? Não existe perfeição, ou seja, em algum momento poderá existir algo na parte física que a pessoa vai sentir a necessidade de fazer mudanças e esse sentimento poderá oscilar entre maior e menor. Ao contrário de procedimentos e cirurgias, os filtros trazem a ideia de perfeição sem custar nada, fazendo com que a pessoa se veja sem defeitos e mostre uma parte irreal de quem ela é. Isso pode gerar diversos sentimentos negativos, como o de frustração e de baixa autoestima. Texto: Eduarda Ferrari – Psicóloga Clínica (CRP: 02/17.312) (adaptado) TEXTO 4 Selfies aumentam busca por plástica: ‘Quero me encaixar nos padrões’ O desafio de conseguir a selfie perfeita não é uma obsessão apenas de adolescentes. Com 373 mil seguidores no Instagram, o digital influencer carioca Wallace Robyn, 29, iniciou sua jornada de modificações faciais em busca do autorretrato ideal aos 25, quando decidiu fazer um preenchimento da mandíbula. De acordo com os relatos do influencer digital, “a nossa vida é baseada em selfies e stories e isso faz com que passemos mais tempo nos olhando e querendo nos sentir mais confiantes para cada foto ou vídeo”, contou Robyn ao VivaBem. Ainda conta que “Isso começou quando eu editava as fotos no Photoshop para dar mais destaque no contorno do rosto. Depois, conversando com uma especialista em harmonização facial, combinamos algo que fosse dar mais destaque e ao mesmo tempo parecesse mais natural”. O influencer diz que, a partir daí, já investiu entre R$ 40 mil e R$ 50 mil em procedimentos estéticos, incluindo uma bichectomia para diminuir as bochechas; uma frontoplastia com avanço capilar para diminuir o tamanho da testa; e inserção de lentes de contato odontológicas para alongar os dentes. Além disso, Robyn afirma que recebia muitos comentários negativos em seus posts por conta de sua aparência anterior e garante que eles mexiam com sua autoestima.”No começo, todos os comentários eu tomava como verdade, então procurava me adaptar a todos que comentavam sobre a minha aparência para mudar e agradar o máximo das pessoas”. Atendendo em consultórios na capital paulista e em Salvador (BA), a dermatologista formada pela FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciência em Salvador) Bárbara Carneiro também tem recebido um número cada vez maior de pacientes jovens insatisfeitos com as selfies. Alguns inclusive já a procuraram para realizar procedimentos estéticos com o intuito de adaptar seus traços aos filtros das redes sociais. Filtros e autoestima | Repertórios para usar na redação Como você vê, os filtros do Instagram podem prejudicar mais do que você imaginava! Capriche e conte com a gente para a correção!

Não sei se você sabe, mas as normas da ABNT são regras que padronizam várias questões na sociedade. Inclusive, a formatação de trabalhos da faculdade e de todas as produções científicas. A fama dessas regras não é das melhores. De fato, formatar um trabalho nas normas da ABNT não é das tarefas mais fáceis. Mas existem alguns caminhos que podem facilitar esse percurso. Então, vamos lá. Esse é um guia com todos os aspectos para começar a fazer a formatação de trabalhos nas normas da ABNT. O que é ABNT? A ABNT é a sigla para Associação Brasileira de Normas Técnicas. É, de forma geral, uma entidade privada sem fins lucrativos, responsável por cuidar das normatizações do Brasil. Quer dizer, a ABNT propõe formas de normatizar todos os processos do país: desde tecnológicos, industriais até acadêmicos e científicos. O objetivo central da ABNT é, portanto, favorecer o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, através de padronizações. De onde surgiu a ABNT? Embora as normas referentes à padronização de trabalhos sejam as mais conhecidas, a ABNT não surgiu exatamente para isso. Em 1940, a partir do contexto do país, surgiu a necessidade de padronizar o uso do concreto armado. A ABNT surgiu então como uma forma de criar normas para esse mercado. Principais normas da ABNT para trabalhos acadêmicos O conjunto de regras para formatação de trabalhos nas normas da ABNT é bastante extensa. O ideal é que você consulte a NBR sobre o assunto, sempre que você precisar saber como funciona alguma formatação específica. Então, aqui estão as principais NBRs sobre trabalhos de faculdade: NBR 14724 – trabalhos acadêmicos NBR 10520 – Citações NBR 6022 – Artigos científicos impressos NBR 6023 – Referências NBR 6027 – Sumário NBR 6028 – Resumo e abstract NBR 6024 – Numeração progressiva das seções NBR 6023 – Índice NBR 15287 – Projeto de pesquisa Estrutura do trabalho nas normas da ABNT As normas da ABNT estabelecem uma estrutura básica para trabalhos acadêmicos que compreende: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são os que antecedem o texto do trabalho em si. Nas normas da ABNT, os elementos pré-textuais obrigatórios são: Vamos falar de cada um desses elementos. Capa A capa é o primeiro elemento obrigatório e serve para apresentar o trabalho. A NBR 14724 estabelece que é necessário que a capa apresente as seguintes informações nessa ordem: Nome da instituição de ensino Formatação: Nome do curso Formatação: Nome do autor ou autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Subtítulo Formatação: Número de volumes Formatação: Local da instituição de ensino Formatação: Data da entrega do trabalho Formatação: Folha de rosto A folha de rosto deve vir logo em seguida à capa, com as seguintes informações: Nome do autor ou da autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Natureza e objetivo do trabalho Formatação: Nome do orientador ou orientadora Formatação: Cidade e data de entrega do trabalho Formatação: Resumo e abstract O resumo e o abstract são os cartões de visita do trabalho. Eles são responsáveis por despertar ou não o interesse da pessoa leitora em continuar a leitura. A formatação do resumo deve ser da seguinte maneira: Sumário O sumário serve para organizar o conteúdo do trabalho acadêmico e facilitar a leitura. Afinal de contas, ele é a relação dos capítulos e das seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do título ou capítulo ou seção e o número da página em que estão. Além do mais, ele deve compreender um esquema da hierarquia dos títulos de cada capítulo. No sumário não devem ser listados os elementos pré-textuais, como resumo, abstract, dedicatória, agradecimentos e epígrafe. Formatação do texto: Elementos textuais Os elementos textuais são o próprio conteúdo do trabalho em si. Nesse sentido, compreendem a introdução, a fundamentação teórica e as considerações finais. Introdução A introdução é a primeira parte do texto do trabalho. O objetivo principal é, portanto, apresentar um panorama geral da pesquisa. Então, é importante apresentar: o tema, problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, hipóteses, justificativa e metodologia do trabalho. Por fim, é interessante que também compreenda uma estrutura de divisão dos capítulos. Fundamentação teórica A fundamentação teórica consiste no embasamento teórico do trabalho. A construção dessas ideias acontece através de bases de outras pesquisas, livros e artigos. Lembre-se, nesse ponto, que todas as autorias das fontes de pesquisas devem ser devidamente referenciadas, através das citações e das referências. Considerações finais As considerações finais ou conclusões devem conter as deduções lógicas que correspondem aos objetivos da pesquisa. Em resumo, você deve tentar responder ao problema de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais, como o próprio nome sugere, são os que estão depois do conteúdo do trabalho. Nesse sentido, o único elemento pós-textual obrigatório, conforme as normas da ABNT, são as referências bibliográficas. Referências bibliográficas As referências bibliográficas servem para dar crédito às citações e às bases teóricas. Ou seja: funcionam para informar quem é a autoria das fontes de pesquisa. Por esse motivo, é um elemento obrigatório do trabalho, especialmente para evitar que se cometa plágios. As normas da ABNT estabelecem uma ordem e uma formatação específica para construir a lista de referências bibliográficas conforme cada tipo de fonte de pesquisa. Outros detalhes da formatação de trabalhos nas normas da ABNT Existem outros detalhes importantes da formatação de um trabalho nas normas da ABNT, como as margens, espaçamento e numeração de páginas. Margens As normas ABNT definem que as páginas devem ter margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm. Segundo as regras da ABNT, o trabalho deve ser impresso em papel A4, em apenas um dos lados da folha e em tinta preta. Espaçamento O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm

Você já escreveu algum texto sobre a violência no esporte? Confira agora a nossa proposta e escreva uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema Medidas para combater a violência no esporte. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 Domingo no país do futebol é dia de jogo. Quem é fanático pelo esporte e membro de uma torcida, faz questão de ir ver o time de perto, no estádio. Dentro do campo, os jogadores disputam a bola, às vezes de forma agressiva. Há chutes, carrinhos mal sucedidos, faltas, cartões amarelos ou até vermelhos. Na torcida, gritos de guerra que incentivam os jogadores. A vibração a cada passe é crescente e aumenta cada vez que a redonda chega perto do gol. Tudo vai bem até que uma briga entre torcidas rivais paralisa a partida. Essa situação não é incomum nos campos brasileiros ou mesmo nos de outras nações. A violência está presente no esporte, não apenas entre os atletas nas modalidades de contato, mas também nos espectadores. Fora dos campos, dos ringues e das quadras, brigas entre torcedores não respeitam nenhuma regra e podem desembocar em finais trágicos, como a morte do torcedor do Santos pelos rivais são paulinos em fevereiro de 2014. Fonte: dicyt/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 2 Em 26 de fevereiro, em Porto alegre, a delegação do Grêmio foi atacada por pedras enquanto se dirigia ao Beira-Rio para enfrentar o Internacional. A torcida colorada teria atirado os objetos contra o ônibus da equipe. O meio-campista Matías Villasanti foi atingido na cabeça e sofreu traumatismo craniano e concussão cerebral. Ele chegou a ser internado, mas recebeu alta no dia seguinte. O Grêmio se recusou a disputar o clássico e o Gre-Nal foi adiado pela federação gaúcha, o que também teve a concordância do Internacional. Fonte: cnn brasi/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 3 O futebol brasileiro registrou cerca de 15 casos de violência só neste início de ano, entre ônibus atacados, invasões de campo e brigas entre torcedores dentro e fora dos estádios, segundo levantamento feito pela reportagem. Ou seja, um episódio a cada quatro dias. As cenas lamentáveis fizeram o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, e o atacante Willian, do Corinthians, se posicionarem nos últimos dias cobrando medidas das autoridades. “Hoje entrei aqui nessa coletiva de imprensa, me disseram que tinha havido uma rixa num jogo, inclusive acho que morreu uma pessoa. É preciso morrer quantas mais? Os organismos, quer sejam os do futebol, quer sejam extrafutebol, têm de assumir, dar as caras, exercer os cargos que têm. Pelo bem do futebol brasileiro. De todos nós. Que se juntem a CBF, quem organiza estaduais, o Ministério Público, mas que se tomem medidas”, disse Abel Ferreira, que já trabalhou em Portugal e na Grécia, dois locais que também conviveram recentemente com episódios de violência. Fonte: esportes r7 / Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 4 Fonte: ge globo / Acesso em 27 de maio de 2022. Repertórios para o tema ”Medidas para combater a Violência no Esporte” O achou da proposta ”Medidas para combater a violência no esporte’‘? Antes de escrever a sua redação, confira uma listinha de repertórios socioculturais que preparamos. Eles podem te ajudar a compreender melhor o tema e até a fundamentar a sua redação. Estatuto do Torcedor | Lei 10.671/03 O Estatuto do Torcedor, como ficou conhecida a Lei 10.671/03, foi originado por conta dos episódios de violência nos jogos de futebol. De autoria do Poder Executivo e sancionada em 15 de maio de 2003, a lei tem por objetivo proteger os interesses do consumidor de esportes no papel de torcedor, obrigando as instituições responsáveis a estruturarem o esporte no país de maneira organizada, transparente, segura, limpa e justa. Art. 1oA. A prevenção da violência nos esportes é de responsabilidade do poder público, das confederações, federações, ligas, clubes, associações ou entidades esportivas, entidades recreativas e associações de torcedores, inclusive de seus respectivos dirigentes, bem como daqueles que, de qualquer forma, promovem, organizam, coordenam ou participam dos eventos esportivos (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Art. 41-B. Promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Pena – reclusão de 1 (um) a 2 (dois) anos e multa (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). § 1o Incorrerá nas mesmas penas o torcedor que: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). I – promover tumulto, praticar ou incitar a violência num raio de 5.000 (cinco mil) metros ao redor do local de realização do evento esportivo, ou durante o trajeto de ida e volta do local da realização do evento (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). II – portar, deter ou transportar, no interior do estádio, em suas imediações ou no seu trajeto, em dia de realização de evento esportivo, quaisquer instrumentos que possam servir para a prática de violência (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Para entender a violência no futebol | LIVRO O sociólogo Mauricio Murad, um dos maiores especialistas brasileiros em esporte, revela que o aumento das mortes de torcedores durante partidas de futebol está diretamente ligado ao envolvimento de integrantes das torcidas com o crime organizado e ao acesso às drogas, à tecnologia e à internet. No livro, Murad apresenta um panorama atualizado do futebol no Brasil e do comportamento das torcidas – organizadas ou não. Citando outros países como exemplo , aponta caminhos para ajudar a pacificar o futebol e a própria sociedade, a partir do trinômio repressão-prevenção-educação. Ultras | Filme Disponível na Netflix, o filme tem como protagonista Sandro, líder de um violento grupo de torcedores ultras. Ele vê sua vida mudar drasticamente ao ser banido dos estádios. Suas últimas semanas do campeonato italiano são marcadas pela relação com Angelo, um jovem em busca de um mestre, e com