Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção
Você sabe quais são as diferenças entre “onde” e “aonde”? Sabe quando cada um deles deve ser utilizado? Aprenda tudo isso aqui!

Você tem dificuldade de elaborar os meios na proposta de intervenção? Confira algumas dicas e exemplos que preparamos para você! A proposta de intervenção é uma das competências da redação do ENEM que mais gera dúvidas. Afinal, a banca exige alguns elementos específicos para que a proposta seja considerada completa, por exemplo, o meio/modo pelo qual a ação sugerida deverá ser realizada. Esse elemento, quando não é muito bem compreendido pelo(a) participante, gera muita confusão ou mesmo passa despercebido na hora de escrever a redação. Foi pensando nisso que preparamos este post para ajudar você a entender melhor o que são os meios na proposta de intervenção e alguns exemplos que podem ser utilizados. Boa leitura! O que é uma proposta de intervenção? Primeiro, precisamos entender o que é uma proposta de intervenção. Você já deve saber que o tema de redação do Enem sempre trata de uma problemática social, certo? Por isso, a banca avaliadora espera que você apresente medidas para solucionar o problema. Essa é uma exigência do Enem que, conforme a competência 5, deve estar na conclusão da redação. Nesse sentido, você deverá propor uma intervenção, ou seja, sugerir uma iniciativa para solucionar – ou, pelo menos, minimizar – o problema apresentado no tema. Segundo a Cartilha do Inep, a proposta deve estar muito bem articulada aos argumentos que você apresentou no desenvolvimento do texto e apresentar os seguintes elementos: Ação: O QUE deve ser feito para solucionar o problema? Agente: QUEM deve executar a ação? (lembre-se dos GOMIFES) Meio/modo: COMO deve ser feita a ação? Por meio do quê? Efeito/finalidade: PARA QUE essa ação deve ser feita? Detalhamento: que outra informação pode ser acrescentada para detalhar a proposta? (aqui você deve detalhar pelo menos um dos elementos anteriores para que a proposta seja considerada completa) É importante destacar que a banca do Enem exige que você apresente pelo menos uma proposta de intervenção, desde que seja muito bem detalhada e com todos os elementos citados acima. Ao cumprir isso, você garantirá os 200 pontos da competência 5! O que são os meios na proposta de intervenção? O meio/modo na proposta de intervenção se refere à forma que a ação deve ser executada ou ao recurso utilizado para que a ação se concretize. Sendo assim, não basta dizer o que deve ser feito, você precisa especificar o meio pelo qual será realizada a ação. Imagine que você está escrevendo uma redação cujo tema é sobre educação inclusiva no Brasil. Se você sugerir que “a escola (agente) deve promover a inclusão (ação)”, é necessário que você apresente COMO ela deve promover, ou seja, por meio de palestras e atividades culturais, avaliações adaptadas, espaços adequados, entre outras formas. Como elaborar os meios na proposta de intervenção? Um dos maiores erros na hora de elaborar a proposta de intervenção é não apontar, de forma objetiva, o meio/modo de realizar a ação, o que acaba deixando a proposta muito vaga. Para evitar esse deslize, siga as seguintes dicas: Planeje a sua redação: o planejamento prévio da redação conta muito na competência 3 e ajuda você a elaborar uma proposta articulada com os argumentos apresentados ao longo do texto. Pense como o agente escolhido pode se mobilizar: o meio apontado por você deve ser viável para o agente escolhido. Por exemplo, se o seu agente for uma ONG, ela poderá realizar campanhas de conscientização, porém não poderá criar leis. Entendido? Use a expressão “por meio de”: o uso dos elementos coesivos “por meio de” ou “por intermédio” é uma forma de enfatizar o meio na proposta de intervenção e ajudar o próprio corretor a identificá-lo. Então, ao pensar na medida para o problema, pergunte-se sempre: “por meio do quê?” Agora que você já sabe como elaborar o meio/modo na proposta de intervenção, vamos ver alguns exemplos a seguir? Siga a leitura! Exemplos de meios para utilizar na proposta de intervenção Existem várias maneiras de realizar uma ação na sociedade. Na redação do Enem, ela irá depender do agente envolvido e, claro, dos argumentos apresentados no desenvolvimento. Contudo, é possível pensarmos em alguns exemplos de meios/modos que podem ser utilizados em uma proposta. Por exemplo, várias medidas podem ser concretizadas por meio da: criação de uma lei; divulgação em veículos de comunicação; supervisão da legislação vigente; contratação de profissionais capacitados; elaboração de projetos pedagógicos acerca do tema em questão. Viu como é fácil? Para facilitar o entendimento, veja a seguir alguns exemplos de propostas de intervenção extraídas de redações que tiraram nota máxima nas edições anteriores do Enem. Tema: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet” A proposta de intervenção abaixo é de uma redação nota mil sobre o tema do Enem 2018: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Observe o elemento “por meio de” em destaque: Portanto, fica evidente a necessidade de combater o uso de informações pessoais por empresas de tecnologia. Para tanto, é dever do Poder Legislativo (agente) aplicar medidas de caráter punitivo às companhias que utilizarem dados privados para a filtragem de conteúdos em suas redes (ação). Isso seria efetivado por meio da criação de uma legislação específica e da formação de uma comissão parlamentar (meio), que avaliará as situações do uso indevido de informações pessoais. Essa proposta tem por finalidade evitar a manipulação comportamental de usuários e, caso aprovada, certamente contribuirá para otimizar a experiência dos brasileiros na internet (finalidade). (Luisa Sousa Lima Leite) Veja que os meios propostos foram “a criação de uma legislação específica” e a “formação de uma comissão parlamentar”. Esses meios estão devidamente relacionados com o agente escolhido para solucionar o problema – o Poder Legislativo. Vamos ver mais um exemplo? Tema: “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” A proposta de intervenção abaixo foi retirada de uma redação nota mil sobre o tema “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” do Enem 2019. Observe: Portanto, cabe ao Governo (agente) investir em

Há uma diversidade de gêneros textuais, e cada um deles possui características e estruturas diferentes entre si. Conhecer todos eles e a maneira correta de fazê-los pode não ser uma tarefa muito fácil, especialmente quando temos que estudar outras matérias para prestar aquele vestibular ou concurso dos sonhos. Entender os gêneros textuais que mais caem nos vestibulares é imprescindível para conseguir uma boa nota e ingressar no curso que deseja. Foi pensando nisso que elaboramos um conteúdo completo com os gêneros textuais que mais caem nos vestibulares de todo o país. Nesta publicação, você vai conferir os conceitos, as características, os elementos e a estrutura de cada um deles para você fazer da maneira certa. Vamos lá! O que são gêneros textuais? Os gêneros textuais são categorias de textos pré-estabelecidas sob determinados estilos. Cada tipo de gênero textual é utilizado para diversos fins: quando um exame solicita que você realize uma dissertação, sua redação precisa contemplar alguns pontos para que esteja de acordo com os requisitos e conseguir, assim, uma nota suficiente. Os gêneros textuais são importantes para que as instituições entendam a capacidade dos candidatos de interpretar, de entender o que foi solicitado e de conseguir colocar seus conhecimentos em prática. Para além da estrutura, o estudante precisa ter conteúdo suficiente para contemplar o tema solicitado. Saber interpretar os temas e os gêneros solicitados é essencial para conseguir construir uma boa redação. Confira nossa publicação com dicas para interpretar os temas de redação. É certo dizer, ainda, que cada tipo textual possui uma finalidade e um cargo social. Isso quer dizer que eles carregam intenções e propósitos para diferentes situações sociais. Gênero textual: os mais solicitados por vestibulares Agora que você sabe o que são gêneros textuais e sua função, é o momento de conhecer os mais solicitados pelo país afora. Dissertação argumentativa Em poucas palavras, a dissertação argumentativa se refere à capacidade do candidato em interpretar o tema e conseguir argumentar sobre uma posição específica. Por exemplo, se o assunto em questão é “desigualdade social no Brasil”, seu texto deverá ser conduzido sobre uma determinada posição acerca dessa temática. Mas que posição é essa, afinal? A posição é decidida pelo próprio candidato. O texto de dissertação argumentativa compete à habilidade do concorrente de defender seu ponto de vista sobre aquele assunto e convencer o leitor. De maneira geral, os temas referentes a esse gênero textual possuem cunho social e com relevância contemporânea. Dessa forma, a melhor maneira para conseguir uma boa nota em redações de dissertação argumentativa é estar atento aos assuntos de relevância na atualidade. Dissertação expositiva A dissertação expositiva, por sua vez, não necessita de argumentos para defender um ponto de vista, mas sim de uma exposição sobre os pontos existentes sobre aquele assunto. Nessa medida, se o tema for “desigualdade social no Brasil”, o concorrente deverá expor os aspectos relacionados à temática, tais quais: motivos, desafios, consequências, dados reais e assim por diante. Artigo de opinião O artigo de opinião, assim como a dissertação argumentativa, também é um tipo textual de caráter argumentativo. A estrutura necessária para este gênero textual é: introdução com tese e apresentação do tema; desenvolvimento com argumentos; e conclusão, com síntese do desenvolvimento e reiteração sobre a tese inicialmente apresentada. Carta argumentativa Assim como o próprio nome sugere, o gênero textual de carta argumentativa compete à habilidade do candidato de defender seu ponto de vista em uma estrutura de carta: data: logo na primeira linha do texto; destinatário: a pessoa, organização ou comunidade a qual a carta será encaminhada; corpo do texto: deve conter as argumentações necessárias para convencer seu destinatário; saudação: despedida com respeito devido à figura destinatária; assinatura do remetente: deve estar presente na última linha da redação. Atenção: alguns vestibulares proíbem a assinatura do remetente, portanto, você deve estar atento aos requisitos da instituição em que você está realizando o exame. Por isso, sempre leia o edital e as instruções da prova com muita atenção. Carta do leitor A carta do leitor é outro gênero textual com estrutura semelhante à exposta no tópico acima, com a diferença de que não é necessário nenhum tipo de argumentação para convencimento do leitor. Neste caso, o candidato deve apresentar sua opinião, seja ela qual for, sobre o tema exposto. Carta aberta Já na carta aberta, é necessário que o leitor exponha alguma informação, pedido ou inquérito para uma autoridade ou organização. De maneira geral, os assuntos contemplados nesse tipo de redação possuem cunho social em prol do bem comum. Este gênero textual possui caráter público, isso significa que sua carta deve levar em consideração que será exposta à sociedade. Veja mais sobre as características do gênero carta neste post “O que você precisa saber sobre o gênero textual carta“. Narração A narração não é um gênero textual, mas sim um tipo textual. Ainda assim, é importante entendê-lo e dominá-lo. Nele, o candidato deve ter as competências de narrar um acontecimento. A narração pode ser dividida em algumas subcategorias, tais quais: relato; conto – micro e nano conto; romance; novela; fábula; narrativa. Neste caso, o estudante deverá abranger os seguintes pontos: enredo, personagens/sujeitos, narrador, espaço e tema. Quer saber mais sobre a narração? Aqui em nosso blog também abordamos o assunto! Resposta argumentativa Seguindo o mesmo propósito de outros gêneros argumentativos, a resposta argumentativa deve ter o poder de convencimento do leitor, em formato de resposta. A princípio, o concorrente deve responder a pergunta do enunciado, desenvolver sua resposta de forma argumentativa, defendendo sua tese, e concluindo com retomada à tese. Crônica O gênero crônica tem como características principais a narração curta sobre os fatos e linguagem acessível. Podemos dizer que as crônicas seguem um padrão narrativo e, ainda, são divididas em três tipos: crônica jornalística; crônica humorística; crônica histórica. Veja mais sobre crônica na nossa publicação “Características e particularidades sobre o gênero textual crônica” Conheça todas as possibilidades de gêneros textuais Para além dos expostos acima, há outros gêneros textuais menos comuns, como: notícia: objetivo de informar ao leitor algum

Golpes financeiros na internet explodiram desde 2020. No Brasil, tentativas ocorrem a cada 6 segundos! SMS falsos, clonagem de WhatsApp e vazamento de dados são as principais ameaças. Prepare-se para

Quer saber mais sobre “Golpes financeiros na internet”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Os golpes financeiros na internet tomaram conta dos noticiários durante a pandemia, devido ao aumento alarmante de casos no Brasil. A crise econômica, o desemprego e o uso frequente de tecnologia são alguns fatores que contribuíram para um cenário mais vulnerável a essa prática criminosa. As modalidades de golpes são várias e afetam tanto investidores quanto pessoas que são enganadas por simples fraudes – como clicar em links falsos e fornecer seus dados pessoais a um suposto conhecido. Por ser um assunto em alta, selecionamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Golpes financeiros na internet” para você treinar a sua redação. Vai que o tema caia nessa edição do Enem, não é mesmo? Confira a seguir! Leis para golpes financeiros na internet Praticar fraudes financeiras no ambiente digital é crime, mas poucas pessoas sabem disso e acabam não registrando um boletim de ocorrência. Veja a seguir o que diz a lei: Crime de estelionato (Art. 171) e Lei 14.155 Os golpes financeiros na internet configuram crime de estelionato, previsto no Código Penal, no Art. 171. Mas você sabe o que é estelionato? Em resumo, é quando uma pessoa engana outra com a intenção de obter vantagem para si. Veja abaixo a definição de estelionato conforme o Art. 171: “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. Em maio de 2021, o governo sancionou a Lei 14.155 que altera o crime de estelionato e torna mais grave as fraudes eletrônicas. Observe o que foi incluído no Código Penal: “§ 2º-A. A pena é de reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa, se a fraude é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo.“ Além disso, a pena aumentou para golpes cometidos contra idosos ou pessoas vulneráveis e, ainda, para casos em que for utilizado servidor fora do território nacional. Matéria sobre a nova lei contra golpes financeiros na internet A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que a lei 14.155, que vimos anteriormente, endurece a pena para práticas criminosas como falso funcionário, clonagem de WhatsApp e golpes de phishing – quando o golpista tenta obter dados pessoais da pessoa com o uso de links e mensagens falsas. Segundo a Febraban, “A tipificação do crime digital é um passo muito importante e necessário para coibir delitos cometidos no mundo digital e punir com rigor as práticas desses crimes, que levam muita dor de cabeça e causam grande prejuízo financeiro para o consumidor”. Leia a matéria completa aqui. Pesquisa | Homens são as principais vítimas de golpes financeiros As fraudes não estão relacionadas apenas a transações comuns, como fazer uma compra/pagamento. Esta pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aponta que os homens são os principais alvos de golpes financeiros (91%) relacionados a investimentos. O perfil revelado foi homens, em sua maioria, na faixa etária de 30 a 39 anos (36,5%), ensino superior completo com pós-graduação (38%) e renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos (23%). O WhatsApp foi a ferramenta de comunicação principal para atrair essas vítimas. A CVM salienta que é importante desconfiar de promessas muito elevadas de rentabilidade e “desconfiar especialmente da pressão para investir tipo é agora ou nunca”. Que tal ler a matéria completa? Acesse aqui. Veja também uma reportagem da CNN sobre a pesquisa: https://youtu.be/JaerRWZPE_s Artigo | Educação midiática para a terceira idade A educação midiática – além da alfabetização digital – possibilita que as pessoas criem senso crítico diante do uso de tecnologias. Assim, ela é fundamental para que as pessoas não caiam em armadilhas. Em 2020, um levantamento também realizado pela Febraban indicou que o número de golpes financeiros contra idosos aumentou 60%. Como esse público não está acostumado com o ambiente digital, é comum que ele seja mais vulnerável a golpes e até mesmo a notícias falsas. Em vista disso, ações que promovam a educação midiática para a terceira idade são extremamente importantes, como é o caso do projeto EducaMídia, do Instituto Palavra Aberta. Para saber mais sobre esse assunto, leia esta matéria. Matéria | Como o Pix está sendo usado para esquemas de pirâmide O golpe da pirâmide financeira é um dos principais tipos de fraudes realizadas em nosso país. Esta matéria do jornal Nexo apresenta como funcionam os esquemas de pirâmide, principalmente por meio dos “grupos de Pix” no WhatsApp, e alerta sobre os perigos de acreditar nas promessas de “dinheiro fácil”. Acesse a matéria completa aqui. Veja também uma reportagem do Jornal da Record sobre o assunto: Documentário| Explicando… Dinheiro (Netflix, 2021) A série documental “Explicando… Dinheiro”, produzida pela Netflix, possui cinco episódios curtos e super didáticos sobre temáticas relacionadas a dinheiro. O primeiro episódio da série, cujo título é “Enriqueça fácil”, mostra que os golpes financeiros existem desde muito antes da internet e apresenta vários casos famosos na história, como o esquema criado por Charles Ponzi. A série também explica como funciona o golpe da pirâmide e os golpes conhecidos como “pump and dump” aplicados no mercado de criptomoedas. Ademais, a série alerta que a tecnologia facilitou a disseminação desses golpes, porém as estratégias são basicamente as mesmas de anos atrás. O documentário está disponível com legendas e dublagem na Netflix. Vale a pena assistir! Agora que você conheceu vários repertórios sobre o tema “Golpes financeiros na internet”, que tal treinar a sua escrita? Escreva a sua redação e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

Você já escreveu uma redação sobre “Golpes financeiros na internet”? Confira o tema da semana! Desde 2020, em meio à pandemia do coronavírus, o número de pessoas que foram vítimas de golpes financeiros na internet aumentou de forma alarmante no Brasil. O assunto é extremamente recente e relevante para o debate sobre segurança e privacidade digital e, por isso, merece a nossa atenção. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Golpes financeiros na internet”. TEXTO 1 No primeiro semestre, Brasil registrou uma tentativa de golpe financeiro a cada seis segundos Você já recebeu uma mensagem dizendo que seu cartão de crédito foi clonado? Ou ligações de supostos bancos para a confirmação de seus dados? A maioria destas investidas, na verdade, é golpe. É o que registrou o último levantamento da empresa de segurança PSafe, através de seu setor de inteligência de dados Dfndr Enterprise. No primeiro semestre deste ano, o Brasil contabilizou uma tentativa de golpe financeiro a cada seis segundos, totalizando 2,3 milhões ataques. Só no Paraná, o relatório identificou mais de 88,3 mil atuações criminosas. Os dados alarmantes corroboram também com o levantamento da Febraban – Federação Brasileira de Bancos – que mostra que os golpes da falsa central telefônica e falso funcionário de banco tiveram crescimento de 340% apenas no primeiro bimestre deste ano. Se contabilizadas todas as tentativas de fraudes, é possível que o volume seja de uma tentativa a cada três segundos, na visão de Emilio Simoni, diretor do Dfndr Lab e líder do levantamento. A fraude mais comum registrada pelo estudo da PSafe é a de golpes de SMS enviados em massa. Os golpistas enviam notificações via mensagem alertando que as credenciais bancárias foram clonadas, o cartão foi bloqueado ou foram realizadas compras indevidas. Ao receber a notificação, o usuário é direcionado para um site fraudulento do banco montado apenas para captar dados de login e senha de sistemas como internet banking. O criminoso de posse destes dados pode fazer movimentações bancárias se passando pela vítima. Infelizmente, as investidas não param por aí. Outra estratégia comum é a clonagem de WhatsApp. No primeiro semestre de 2021, foram mais de 1,1 milhão de clonagens no Brasil. No Paraná, o valor é de 51,6 mil detecções, apenas neste ano. Outro dado preocupante é o número de credenciais vazadas no mundo. Neste modelo, o hacker invade sistemas de empresas e capta credenciais para acessar e-mails ou portais pessoais das vítimas. Esta modalidade cresceu 726% de 2019 a 2020. Só nos primeiros meses de 2021, foram 4,6 bilhões de credenciais vazadas no mundo. A tendência é que o número atinja 10 bilhões de vazamentos até o fim do ano. Para Marco DeMello, CEO da PSafe, o uso da inteligência artificial por criminosos cibernéticos torna a internet mais perigosa a cada ano. “Os cibercriminosos conseguiram evoluir 10 anos em apenas seis meses, com o uso da inteligência artificial. No passado, para que uma invasão a um site ocorresse, era necessário que um hacker altamente especializado estudasse as infraestruturas digitais, procurando brechas de segurança. Hoje, costumamos dizer que os hackers já não invadem mais os sistemas, eles apenas fazem login. De posse das credenciais de acesso, normalmente informações de login e senha vazados, um cibercriminoso basicamente encontra portas escancaradas para suas ações”, alerta. Se a pandemia acelerou a velocidade da digitalização no Brasil e no mundo, o número de oportunidades para iniciativas criminosas cresceu na mesma proporção. Segundo Emílio, da PSafe, ao transferir o espaço do trabalho para casa, as redes de empresas e pessoais ficaram mais expostas, como o caso dos mega vazamentos registrados no início do ano, onde informações como nome e CPF de 200 milhões de brasileiros foram expostos na internet. “Quando o criminoso tem estes dados pode potencializar sua engenharia social. Eles ligam e tem seu nome completo, endereço, filiação e pedem senhas para cancelar compras, que, na verdade, não foram realizadas. Estes fatores combinados fazem com que o número de ataques esteja em crescimento”. Emílio completa também que orçamentos limitados para segurança cibernética, no caso de empresas, são uma das brechas encontradas por cibercriminosos. Fonte: gazeta do povo – como se proteger golpes financeiros crimes online TEXTO 2 Fonte: ndmais – infográfico entenda o que é o pix e evite cair em golpes online TEXTO 3 A pandemia de golpes digitais no Brasil “Depois de ter problemas para receber um celular que comprou em maio de 2020, a professora Silvana Martins, de 45 anos, entrou em contato por meio de uma rede social com o e-commerce onde havia realizado a compra para reclamar da demora na entrega do produto. Após alguns minutos, recebeu uma mensagem de um perfil com o nome da loja solicitando seu número de telefone e nome completo. Sem desconfiar, Martins informou os dados e, em instantes, chegou a seu celular um código, que havia sido solicitado pelo suposto atendente da loja com quem estava em contato. A professora informou a sequência de números e, então, notou que já não conseguia mais acessar seu WhatsApp. Os momentos seguintes foram desesperadores para Martins, que percebeu que havia pessoas se passando por ela no aplicativo de mensagens e pedindo dinheiro para seus contatos. ‘Minha cunhada me ligou, porque havia achado estranha a mensagem que eu tinha mandado para ela no WhatsApp. Na mesma hora, percebi que havia sido vítima de um golpe e comecei a avisar às pessoas que não era eu quem estava mandando as mensagens, mas duas amigas minhas chegaram a enviar o dinheiro. Mais de R$ 900 cada uma’, contou a professora, que ficou acordada durante a madrugada daquele dia tentando recuperar o controle do aplicativo. ‘Fiquei muito mal, chorei por dias por minhas amigas terem dado o dinheiro. Devolvi o valor para uma delas, mas a outra não quis aceitar’, disse.” Fonte: oglobo globo – a pandemia de golpes digitais no brasil

A questão do aborto no Brasil é um debate urgente e polêmico. Explore textos motivadores que apresentam diferentes perspectivas, desde o apoio ao aborto legal em casos específicos até a oposição relig

Quer saber mais sobre “A questão do aborto no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Escrever sobre esse tema não é uma tarefa fácil, uma vez que é um assunto polêmico que divide a opinião pública. De um lado, há um grupo que defende a descriminalização, a legalização e entende isso como uma questão de saúde pública. De outro lado, há um grupo que se opõe à prática do aborto voluntário e defende a criminalização por questões morais e religiosas. Para ajudar você a escrever a redação sobre o tema “A questão do aborto no Brasil”, separamos alguns repertórios para você utilizar ou mesmo se aprofundar no assunto. Confira! VÍDEO | O aborto permitido por lei no Brasil Neste vídeo, produzido pela UFRGS, profissionais da saúde explicam como funciona o atendimento do aborto permitido por lei no Brasil, em especial no caso de gravidez resultante de estupro. Eles enfatizam a importância de haver um preparo dos profissionais na rede de saúde pública para que o atendimento seja adequado. Assista a seguir: https://youtu.be/zuxAxCwD86o VÍDEO | Descriminalização do Aborto Rosângela Talib, psicóloga e integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, fala sobre a questão da descriminalização e legalização disso, bem como as consequências da criminalização para as mulheres, principalmente as negras e pobres. Ela também cita o exemplo do Uruguai que legalizou o aborto e o índice de mortalidade de gestantes diminuiu. Recentemente, na América Latina, a Argentina também legalizou isso e o Chile descriminalizou. DOCUMENTÁRIO | Eu vou contar (2017) O documentário Eu vou contar, dirigido por Debora Diniz, retrata as histórias de nove mulheres que interromperam a gravidez. Elas contam as suas experiências e dores em clínicas clandestinas ou com abortivos caseiros. São mulheres de diferentes classes sociais e regiões brasileiras que decidiram recorrer a isso por motivos diversos. O documentário está disponível no Youtube, a seguir: DOCUMENTÁRIO | Uma História Severina (2005) Hoje, em nosso país, é permitido o aborto em caso de feto anencéfalo. No entanto, nem sempre foi assim. Em 2004, o STF derrubou a liminar que previa o aborto legal em caso de anencefalia, o que afetou a vida de milhares de mulheres. Este documentário, dirigido por Eliane Brum e Debora Diniz, mostra o caso de Severina, uma mulher pobre do interior de Pernambuco, que estava internada no hospital para retirar o feto com anencefalia justamente no dia em que o STF impediu o direito ao aborto. O documentário está disponível também no Youtube. Assista! SÉRIE | Sex Education (Netflix, 2019) Você já assistiu Sex Education? Se ainda não, prepara que lá vem spoiler! Na primeira temporada, a série retrata um episódio de aborto na adolescência por meio da personagem Maeve. Sem condições financeiras e emocionais para criar o filho, Maeve decide abortar assim que descobre que está grávida. Desde então a personagem passa por conflitos internos e ainda lida com ativistas antiaborto protestando em frente da clínica em que foi realizar o procedimento. Dados sobre o tema Selecionamos três dados, de âmbito nacional e internacional, sobre a questão disso para você enriquecer a sua tese. Veja a seguir! DataSUS Segundo o DataSUS, somente no 1º semestre de 2020, o SUS fez 1.024 interrupções de gravidez previstas em lei e 80,9 mil procedimentos pós-abortos, ou seja, curetagens e aspirações, que são necessários para a limpeza do útero após um aborto malsucedido. Esse dado indica que o sistema hospitalar tem realizado um número maior de atendimentos pós-abortos clandestinos do que abortos legais. Além disso, também aponta que as mulheres não têm acesso ao aborto seguro previsto por lei, uma vez que a taxa de abortos decorrentes de estupro é maior. Para entender mais, leia esta matéria do G1. Organização Mundial da Saúde (OMS) Neste documento Abortamento seguro: orientação técnica e de políticas para sistemas de saúde, publicado em 2013, a OMS recomenda que o aborto seguro deve ser realizado por meio de procedimentos cirúrgicos – aspiração a vácuo, dilatação e evacuação – entre o período de 6 a 16 semanas de gestação ou por meio do consumo de pílulas abortivas, como o misoprostol, que deve ser realizado até 12 semanas de gestação. A OMS entende o aborto como uma questão de saúde pública e afirma: “Apesar desses avanços, estima-se que a cada ano são feitos 22 milhões de abortamentos em condições inseguras, acarretando a morte de cerca de 47.000 mulheres e disfunções físicas e mentais em outras 5 milhões de mulheres. Na prática, cada uma destas mortes e disfunções físicas e mentais poderia ter sido evitada através da educação sexual, do planejamento familiar e do acesso ao abortamento induzido de forma legal e segura, juntamente com uma atenção às complicações decorrentes do abortamento.” Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) A Pesquisa Nacional do Aborto (PNA), realizada em 2016, relata que uma a cada cinco mulheres de até 40 anos já realizou pelo menos um aborto no Brasil. O perfil da mulher que aborta é: 67% têm filhos e 88% declararam ter religião (56% são católicas e 25% evangélicas). Ademais, o estudo mostra que apesar do aborto estar presente em todas as classes sociais, as mulheres negras e indígenas, que possuem menos escolaridade e vivem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, apresentam uma taxa mais alta de aborto. Acesse a pesquisa completa aqui. MÚSICA | “Carne de rã”, Mulamba & Ekena A banda brasileira Mulamba, em parceria com a cantora Ekena, compôs uma música que fala sobre o julgamento da sociedade e a culpabilização das mulheres que abortam. Além disso, denuncia o tabu em torno do tema que persiste há anos em nossa sociedade. Observe o trecho abaixo: “Mesmo que eu não morra fica o fardo Dum Matheus que eu não balanço É o peso da sociedade me punindo e me julgando E não se fala sobre o assunto Não se pensa sobre o assunto Pro Estado eu sou um

Você já escreveu uma redação sobre “A questão do aborto no Brasil”? Confira o tema da semana! O debate sobre o aborto no Brasil é polêmico e divide opiniões. No entanto, falar sobre o assunto é urgente, uma vez que faz parte da realidade de muitas mulheres. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre A questão do aborto no Brasil | Tema de Redação. Texto 1: A discórdia sobre o aborto A praça em frente ao Hospital Pérola Byington, no centro de São Paulo, se tornou um campo de batalha ideológica entre dois grupos antagônicos no debate da legislação sobre o aborto no Brasil. A disputa reproduz o que acontece em todo o País, onde o tema divide opiniões. Diante do hospital estão posicionados embaixo de uma barraca de praia azul, o pessoal do “Primavera e Solidariedade”, grupo formado por moradores da região, que conta com o apoio de várias organizações da sociedade civil e tem autorização da subprefeitura da Sé para se instalar no local durante 40 dias. O grupo respeita as medidas restritivas da pandemia e promove ações de apoio e exaltação ao trabalho realizado no Pérola Byington, principal referência na realização de abortos legais no País. “O hospital salva a vida de muitas mulheres”, diz a escritora Daniela Abade, organizadora do “Primavera e Solidariedade”. Mas do outro lado da praça, há outro grupo bem menor, com pessoas sem máscara, intitulado “40 dias Pela Vida”. Trata-se de um movimento religioso radical que questiona o trabalho feito no hospital e é contra a realização de qualquer tipo de procedimento para interromper a gravidez. Segundo o deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP), apoiador do “40 Dias pela Vida”, trata-se de um movimento do apostolado Santo Inácio de Loiola, que faz um tipo de vigília na praça. Na prática, o grupo é contrário a realização de qualquer tipo de procedimento de suspensão de gestação, independentemente da legislação vigente. “Mesmo o debate sobre aborto, deveria ser proibido”, sentencia Garcia. Já uma moradora de rua, Maria, que passa os dias junto ao “Primavera e Solidariedade” e leva um terço pendurado no pescoço, diz que não confia no grupo religioso extremista. “O trabalho do hospital é importante para as mulheres que são estupradas”, diz. Na terça, 28, o grupo de extremistas religiosos resumia-se a quatro pessoas, três mulheres e um homem, que não quiseram conversar com a reportagem. Daniela Abade conta que essa história de vigília começou em 2019. “Eles agrediam os profissionais de saúde e as mulheres na entrada do hospital”, conta. Ela lembra, que na ocasião, um dos seguranças do grupo, chegou a aplicar um golpe de estrangulamento, conhecido como mata-leão, em uma mulher que chegou ao hospital para passar pelo procedimento. “Como contraponto a essa violência decidimos nos organizar”, diz Daniela. No Brasil, o aborto só não é qualificado como crime quando ocorre naturalmente ou quando é praticado por um médico capacitado em três situações: em caso de risco de vida para a mulher, causado pela gravidez, quando a gestação é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico, que é a ausência de cérebro. O hospital Pérola Byington surgiu na década de 1960 e, no decorrer dos anos, se tornou um dos principais centros de referência em saúde da mulher da América Latina. Especializou-se no tratamento ginecológico e no atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade que necessitam de cuidados, geralmente após episódios de abuso sexual. Segundo André Malavasi, diretor técnico do hospital que gerencia o setor de ginecologia, quando a mulher chega à instituição e solicita a realização do procedimento abortivo, desde que tenha mais de 18 anos, apenas a sua palavra basta. “Agimos de forma técnica e dentro da legislação”, afirma. Fonte: Isto é – A discórdia sobre o aborto Texto 2: Brasil está entre países menos favoráveis ao aborto, mas apoio cresceu em 2021 Em uma pesquisa internacional, quando perguntados se “o aborto deve ser permitido sempre que uma mulher assim o desejar”, apenas 31% dos brasileiros responderam que sim — colocando o Brasil como o quinto menos favorável à legalização total do aborto em um conjunto de 27 países analisados pela edição de 2021 do estudo Global Views on Abortion, da Ipsos. A média de aceitação à descriminalização do aborto sempre que for o desejo da mulher foi de 46% nos países pesquisados. Atrás do Brasil no baixo apoio a esta afirmação ficaram apenas a Colômbia (26%), o México (24%), o Peru (15%) e a Malásia (14%). Na pesquisa, havia outras três opções de resposta: “o aborto deve ser permitido em determinadas circunstâncias, por exemplo, no caso de uma mulher ter sido estuprada”; “o aborto não deve ser permitido em hipótese alguma, exceto quando a vida da mãe estiver em risco”; e “o aborto nunca deve ser permitido, não importando sob quais circunstâncias”. No Brasil, o apoio a estas foi de respectivamente 33%, 16% e 8%, além de 13% que não souberam ou não quiseram opinar. Apesar de no quadro global o país aparecer entre os menos favoráveis à legalização total do aborto, em 2021 o Brasil chegou ao percentual mais alto de pessoas opinando que o procedimento deveria ser permitido total ou parcialmente (soma das respostas “o aborto deve ser permitido sempre que uma mulher assim o desejar” e “o aborto deve ser permitido em determinadas circunstâncias, por exemplo, no caso de uma mulher ter sido estuprada). Neste ano, esse percentual chegou a 64%, enquanto em 2014, o valor foi de 53%. Entretanto, o apoio à descriminalização do aborto no Brasil não cresceu constantemente ano-a-ano — pelo contrário, oscilou bastante. Entre 2015 e 2019, variou entre 50% e 61% e, em 2020, voltou a 53%. Agora, em 2021, saltou 11 pontos percentuais. “É um dado que oscila na opinião pública porque ainda é um tema considerado tabu na sociedade (brasileira). Ele sofre bastante influência de características culturais, de como historicamente a sociedade encara esse tema, que

Conjunções para redação: quais são e como utilizá-las corretamente. Você sabe usar conjunções para redação da maneira correta? As conjunções estão constantemente presentes no nosso vocabulário e nas produções textuais; são elas que deixam nosso texto assertivo, organizado e mais atraente ao leitor. Por outro lado, muitas pessoas ainda não sabem como e onde utilizá-las. Quem conhece todas as categorias de conjunções consegue aproveitar o campo semântico a favor de uma redação mais assertiva e agradável. Pensando nisso, elaboramos uma publicação com todas as informações importantes sobre conjunção para você aprimorar seu conhecimento no assunto. Antes de discorrer sobre o tema, precisamos entender quais são as categorias e subcategorias das conjunções, junto aos seus significados. Começando com uma breve explicação do que é conjunção. Afinal, o que é uma conjunção? Conjunção é o nome dado às palavras de ligação entre uma oração e outra, com o mesmo valor gramatical. As conjunções não variam de gênero ou número e possuem valores diferentes; algumas significam adição (e, bem como, como também), outras conclusão (logo, portanto, assim), e por aí vai. Quer um exemplo? Então vamos lá: “Eu gosto de cachoeira e de acampar ao ar livre”. Neste caso, o “e” possui sentido de adição, ligando duas orações com dois termos comuns: “cachoeira” e “acampar ao ar livre”. Essa e outras conjunções são essenciais para construir uma boa redação e, por isso, devemos estar atentos aos seus significados e aplicações. Confira nossa publicação com dicas para fazer uma boa redação para o ENEM“ Quais os tipos de conjunções? As conjunções são divididas entre coordenativas e subordinativas e cada uma possui suas próprias subcategorias de conjunções: Conjunções Coordenativas Em poucas palavras, as conjunções coordenativas são aquelas que ligam duas orações independentes. Além disso, as conjunções coordenativas são subdivididas em outras 5 diferentes: 1. Aditivas São aquelas que expressam soma e adição à frase, como em: “Ele não só é lindo como também engraçado”. 2. Adversativas Expressam oposição e adversidade à frase, como em: “Não foram hexa, todavia, deixaram o Brasil todo orgulhoso com seu desempenho”; “Não era ator, contudo, caía com a destreza de um gato.” 3. Alternativas Simbolizam a escolha de pensamentos; por exemplo: “Ou você vai ou você fica”; “Ele faz um drama gigante, seja por dinheiro, seja por amor”. 4. Explicativas Exprimem razão e motivo, geralmente antecedidas por uma vírgula: “Coma vegetais, porque é importante!”; “Leve um casaco, pois vai chover” 5. Conclusivas Exprimem conclusão de pensamento: “Chorei bastante, portanto consegui um bom desconto”; “Estou passando mal, por isso não vou à escola” Conjunções Subordinativas As conjunções subordinativas, por sua vez, são aquelas que ligam duas orações dependentes entre si, como o próprio nome sugere. Dentre as conjunções subordinativas, há 10 subdivisões: 1. Integrantes Servem como a introdução de uma oração que vai completar o sentido da outra: “Quero que você compre um x-bacon agora para mim”; “A verdade é que estou com fome.”; “Não sei se vou hoje.” 2. Causais Introduzem orações que dão ideia de causa: “Como fingi que estava doente, não pude ir à aula.”; “A grama está molhada porque choveu.” 3. Comparativas Introduzem orações que dão ideia de comparação: “Eu sempre fui melhor que você!”; “Ele é tão bonito quanto você!” 4. Concessivas Iniciam orações que indicam contradição: “Vou à praia, embora esteja chovendo.”; “Estou com frio, mas vou assim mesmo.” 5. Condicionais Dão início a orações que denotam hipóteses ou condições: “A menos que eu não queira, estarei lá amanhã.”; “Eu te amarei, contanto que você se comporte.” 6. Conformativas Iniciam orações que expressam acordo, resolução: “Cada um enriquece conforme trabalha.”; “Fiz a atividade conforme a professora orientou.” Dica: As conjunções subordinadas conformativas são interessantes para fazer citações. 7. Consecutivas Dão o início de orações que indicam uma consequência ou um ato que é consequência de outro: “Ela esperneou tanto que conseguiu o que queria.”; “O bolo estava tão gostoso que comi tudo!” 8. Temporais Iniciam orações que dão sensação de tempo: “Fomos assim que deu vontade.”; “Melhor irmos antes que chova.” 9. Finais Iniciam orações que exprimem finalidade: “Pelo amor de deus, sentem logo para que eu possa ver a Beyoncé!” 10. Proporcionais Iniciam orações que exprimem concomitância, sequência, sincronia: “À medida que eu cresço, eu vejo a besteira que fiz.” Como utilizar as conjunções para redação? Agora que você conheceu todas as conjunções subordinativas e coordenativas, é o momento de saber como utilizá-las da maneira certa em sua redação. Para não ter erro, você deverá entender o sentido da sua frase, entender se as orações dependem uma da outra e de que forma dependem. Calma, vou explicar: “A verdade é…” é uma oração subordinada a outra, ou seja, depende de outra para ter sentido. Sua dependência é de complemento, integração, portanto, trata-se de uma oração subordinada integrante. Com isso, você só precisa encontrar a conjunção correta para que sua frase faça sentido. As conjunções integrantes são que e se, neste caso ficaria: “A verdade é que estou faminta!”. Muitas palavras podem ter sentidos diferentes, é o caso da conjunção “que”, que possui diferentes significados. Só nessa publicação descobrimos que o “que” pode ter o sentido de complemento, finalidade, consequência, comparação, causa e por aí vai. É necessário ter total controle do que está sendo dito na sua produção para que os sentidos sejam completos, sem que haja abertura para mais de uma interpretação. E aí, gostou das nossas dicas? Essas são as conjunções presentes na língua portuguesa. Apesar de serem muitas, com um bom entendimento sobre elas você ficará craque! Uma dica extra é experimentar e praticar sempre que possível: esse é o segredo para uma boa produção textual. Aproveite e confira também nosso post sobre “As palavras que você deve evitar (ao máximo!) na sua redação“.

O ENEM 2021 acontecerá nos dias 21 e 28 de novembro. Confira as dicas que selecionamos para você estudar redação nesta reta final! Sim, falta apenas 1 mês para o ENEM! A ansiedade está batendo forte por aí? Respire fundo, estamos aqui para ajudar você! Nós sabemos que a redação deixa muitos vestibulandos ansiosos, pois ela conta muito para a nota final da prova que ajuda a ingressar na universidade dos sonhos. Saiba que a única forma de se tranquilizar é se preparar para o exame antecipadamente, por isso é essencial que você reserve um tempo para estudar a estrutura de redação cobrada pela banca avaliadora e praticar a escrita. Para ajudar você a estudar nesta reta final, preparamos este post com algumas dicas úteis de redação. Boa leitura! Faça um cronograma de estudos se baseando que falta 1 mês para o Enem A primeira dica de todas é: organize-se! Ou seja, nada de se desesperar e ficar horas e horas estudando uma quantidade enorme de conteúdos teóricos. Neste momento, não é uma boa ideia encher a cabeça de informação. Muito pelo contrário: você deve revisar somente o mais importante e, para isso, é necessário ter organização. Faça um cronograma de estudos e reserve uma hora do seu dia para estudar redação. Você pode utilizar alguns métodos de estudo, como o pomodoro, por exemplo. No cronograma, recomendamos que você inclua as seguintes tarefas: Além dessas tarefas, inclua no seu cronograma momentos de descanso. Isso é muito importante para você assimilar bem o conteúdo e não prejudicar a sua saúde mental. Então, tenha boas noites de sono, beba água e alimente-se bem. Lembre-se: equilíbrio é fundamental para ser produtivo nos estudos. Combinado? A seguir, vamos explicar cada uma das tarefas citadas no cronograma. Prepara o caderno! Revise redações escritas anteriormente nessa reta final, faltando 1 mês para o Enem Uma ótima forma de estudar é revisando as redações já escritas. Você pode revisar as suas próprias redações para encontrar pontos de melhoria e aperfeiçoá-las, bem como ler as redações nota mil do ENEM – assim, você terá uma ideia da estrutura esperada pela banca avaliadora. Ao fazer a revisão, é importante que você se atente à estrutura do texto dissertativo-argumentativo, observe se as ideias e parágrafos estão bem articuladas e se foi proposto uma solução para o problema. Veja, abaixo, o que você deve observar na redação. 1 – Estrutura da redação A estrutura de redação cobrada pela banca do ENEM é dissertativa-argumentativa, ou seja, ela deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Com isso em mente, confira se as suas redações estão estruturadas corretamente. Lembre-se de conferir se você distribuiu o texto de forma adequada. O ideal é que ele seja composto por quatro parágrafos: 1 parágrafo para introdução, 2 para desenvolvimento e 1 para conclusão. Cada uma dessas partes do texto deve conter os seguintes elementos: Esses elementos fazem parte das competências da redação e são fundamentais para que você alcance a nota máxima. No vídeo a seguir, a profa. Chay explica um pouco mais sobre a importância de saber a estrutura de redação para se sair bem no exame. Assista! https://youtu.be/JHjFPGhGb8U 2 – Elementos coesivos Ao revisar as redações anteriores, avalie se você utilizou conectivos (conjunções, pronomes, advérbios etc.) para encadear as suas ideias. Esses conectivos nada mais são do que elementos coesivos responsáveis por garantir que a sua redação tenha coesão textual, ou seja, que ela estabeleça uma relação lógica entre palavras, períodos e parágrafos. Esses recursos linguísticos são avaliados na competência 4 e são essenciais para que você alcance o nível máximo dela. Em especial, dê uma atenção ao conectivo do tipo operador argumentativo que deve aparecer, entre parágrafos, em pelo menos dois momentos da redação. Para entender de forma detalhada como é avaliada essa e as outras competências, sugerimos que você dê uma olhadinha na Cartilha do Participante disponibilizada pelo Inep. 3 – GOMIFES Lembra dos GOMIFES? Ou você não faz ideia do que significa? De forma resumida, essa sigla se refere aos agentes sociais responsáveis por realizar a proposta de intervenção que você deve apresentar na conclusão. Cada letra da sigla representa um agente, veja: Com essa sigla fica mais fácil lembrar as possibilidades de agentes sociais que podem ser usados na redação, não é? No vídeo a seguir, a professora Chay explica como utilizar os GOMIFES na sua proposta. Confira! Faça uma lista de repertórios Outra dica útil para a reta final é: amplie o seu repertório sociocultural! Isso não quer dizer que você deve mergulhar naquele livro de 500 páginas que você procrastinou até agora, viu? Nós sabemos que o tempo voa! Neste momento, o indicado é que você se atente às notícias atuais, relembre os repertórios que você já tem na sua bagagem – citação, música, livro, filme/série etc. – ou mesmo conheça alguns repertórios curingas que podem ser usados em qualquer tema. Com a memória fresca, anote esses repertórios e tente associá-los a diferentes eixos temáticos – por exemplo, política, cultura, saúde e educação. Essa estratégia ajudará você a lembrar mais facilmente do repertório e associá-lo à redação independente do tema proposto neste ano. Treine escrevendo Por último, coloque a mão na massa! Afinal, nós sabemos que a melhor forma de melhorar a escrita é escrevendo. Contudo, isso não quer dizer que você deve escrever uma redação por dia desesperadamente até o dia da prova, ok? Indicamos que você escreva em média duas redações durante este mês. Lembra do que falamos lá no início do texto sobre a importância de se organizar? Então, agora é hora de treinar a sua escrita considerando o tempo que você levaria para ler os textos motivadores, planejar a redação, escrever, revisar e, por fim, passar a limpo para a folha de entrega no dia da prova. Após escrever, é essencial que você peça para uma pessoa especializada corrigir a sua redação. Assim, ela poderá apontar os pontos

Prepare-se para o ENEM! Explore o charlatanismo e estelionato religioso, crimes previstos no Código Penal, e como líderes religiosos usam a fé para ganho financeiro. Analisamos o tema à luz do direito
1455 artigos encontrados