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A busca incessante pela fama nas redes sociais | Tema de redação Nos anos 1960, o artista plástico Andy Warhol previu “No futuro, todas as pessoas serão famosas durante 15 minutos”. Não é que acertou em cheio? Quantas maluquices os jovens têm feito para viralizar na internet! Então, vamos tratar desse fenômeno neste artigo! Assim, escreva uma dissertação argumentativa para o Enem, sobre “a busca incessante por fama nas redes sociais”. Fale sobretudo acerca das consequências dessa busca por fama – os textos abaixo vão te dar ideia! É preciso incluir propostas de intervenção, não se esqueça! TEXTO 1 7 “desafios mortais” da internet que deram muito errado Quanto vale se tornar um viral na internet? O #MilkCrateChallenge foi banido nesta semana do TikTok por atentar contra a vida. Em 2020, o “Desafio da Farinha”, que também começou no TikTok e foi parar no Instagram e no YouTube, também chamou a atenção de médicos. A brincadeira, que foi feita por muitos famosos, apesar de parecer inofensiva, traz riscos. Profissionais da saúde alertam que os participantes podem acabar inalando sem querer as partículas finíssimas da farinha, que podem se alojar no pulmão e causar insuficiência respiratória. Desse modo, pessoas que já têm asma ou bronquite precisam ter ainda mais cuidado. fonte: capricho abril TEXTO 2 Desafio da rasteira: a idiotice viraliza e os pais surtam… – Zombar dos outros sempre foi uma atividade adolescente. Desde que o mundo é mundo, jovens com os hormônios em ebulição pregam peça nos colegas, irmãos e amigos. Aquela coisa boba que tem seu ápice no estilo “Jackass” que transforma as baboseiras em desafios radicais. Pois bem. A diferença agora é que zombar do outros pode se tornar “viral” e isso deixa a coisa mais excitante – e, consequentemente, mais idiota e perigosa. fonte: lia bock TEXTO 3 A psicologia por trás de nossa obsessão por 15 minutos de fama De repente, estamos vivendo em um mundo multiverso e tecnicolor – filtrado superficialmente e perdido na alma. Hoje, é mais difícil do que nunca se encontrar, em meio a uma selva de charlatães em proporções épicas. A vida é boa e nós a tornamos complicada – interferência, tédio e desleixo. Onde está a arte perdida da humildade? a raça humana não está em uma encruzilhada, já passou disso, há muitas áreas cinzentas e precisamos encontrar uma maneira de revelar a sutileza e a beleza desse fenômeno. A vaidade move as pessoas hoje em dia e o fundamental é transformar 15 minutos de fama em algo digno e razoável. Todos nós olhamos para uma lente, às vezes ainda vale a pena olhar para um espelho e aproveitar esse narcisismo para contar uma história que vale a pena ser contada. O conceito de 15 minutos de fama pode ser um evento que muda o mundo. Ademais, a noção elementar dos tempos medievais que chama a atenção e a ganância pelo poder transcendeu aos tempos contemporâneos na forma de seguidores e contagem de curtidas. traduzido livremente de wordcast TEXTO 4 O TikTok está criando um novo lote de estrelas infantis. Os psicólogos dizem que o que vem a seguir não será bonito. “Se você está usando sua celebridade para o bem, pode realmente sair melhor porque está desenvolvendo um eu interior”, disse Rockwell. “Você está sendo alguém de quem pode se orgulhar. Você está vivendo seus valores.” Assim, um exemplo disso é a adolescente que filmou tutoriais de maquiagem no TikTok enquanto falava sobre o tratamento da China aos muçulmanos trabalhando em campos de internamento em Xinjian. Ademais, tanto Charli quanto Dixie D’Amelio, duas das pessoas mais famosas do TikTok, já participaram de vários esforços para ajudar o bem coletivo, incluindo um recente projeto anti-bullying com a Unicef e promovendo a positividade do corpo. Dixie D’Amelio disse ao Insider em uma entrevista anterior que adora usar sua plataforma para “aumentar a conscientização e arrecadar dinheiro para boas causas”. traduzido livremente de insider TEXTO 5 ‘Não brinquem com fogo’, diz criança queimada ao imitar vídeo na web A criança de 11 anos que teve 40% do corpo queimado, em Fortaleza, após tentar imitar uma brincadeira com álcool em gel da internet disse que se arrepende do que fez e pede para outras crianças não brincarem com fogo da maneira que fez. “Eu queria pedir para outras crianças que não brinquem com fogo como eu fiz. Eu me arrependi do que fiz. E também quero muito voltar para casa. É muito doloroso”, disse. Ademais, o menino contou que viu na internet vídeos de outras crianças brincando com álcool em gel. Segundo Cleiton, a família possui o produto em casa e a criança pegou o material para imitar a brincadeira. Ele tentou colocar o produto em uma garrafa e acendeu. Houve a explosão e acabou atingindo o jovem na metade do rosto, nas costas e em parte das pernas. g1 globo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A busca incessante pela fama nas redes sociais” vídeo – qual a porcentagem dos jovens que deseja ser influenciador e ter seus 15 minutos de fama? a resposta está neste vídeo. filme – “Chicago” reportagem – conheça alguns casos em que os jovens famosos na internet puseram a saúde em risco livro – a monografia de Renato Alves para o UCEUB é um material perfeito para quem quer compreender as celebridades instantâneas – ótimos repertórios, imperdível! opinião – Wagner Hertzog é analista político – vale a pena saber o que ele acha das celebridades instantâneas, ou idiotas úteis, como ele diz (sim, porque tem gente interessada nelas!). reportagem – e se você acha que os famosos das redes sociais se saem bem, veja o preço que pagam pela fama instantânea. Portanto, agora você já sabe tudo sobre a busca incessante pela fama nas redes sociais, com repertórios ótimos para Enem! Vai ser ótimo ver sua redação na nossa plataforma de correção, porque a gente ajuda você a chegar à nota máxima!

Cada vez que uma espécie é extinta, o mundo ao nosso redor se desfaz um pouco. As consequências são profundas, não apenas nesses lugares e para essas espécies, mas para todos nós. Estas são perdas consequentes tangíveis, como a polinização das culturas e a purificação da água, mas também espirituais e culturais.

A Fuvest segue um modelo bem tradicional de avaliação cobrando uma dissertação argumentativa. Além disso, os temas costumam ser também mais amplos do que os cobrados em outras provas, como o Enem e a Unesp. A redação da Fuvest pode discutir a importância de fatos históricos, fazer uma reflexão sobre o consumismo ou abordar o comportamento do homem frente às novas tecnologias, por exemplo.

Deixe-nos adivinhar: você precisa de ajuda com a redação mas está sozinho nessa? E desde quando isso é problema?! Muitos concorrentes seus conseguem a nota máxima na redação usando só a internet! É só ser aluno da melhor plataforma para estudar redação online – use a lista abaixo com as plataformas mais conhecidas e escolha a melhor pra você!

Ah… a polêmica do uso de agrotóxicos! E põe polêmica nisso! Será verdade que adoecem a população? Será verdade que, sem eles, a fome é inevitável? Role a tela e veja o embrolho que envolve esse assunto – é seu tema de redação do Enem desta semana! Assim, sua redação dissertativa argumentativa desta semana deve comentar as “causas e consequências do uso de agrotóxicos”. Além das causas e das consequências, é preciso incluir propostas de intervenção. Bem, o caso está nas suas mãos a partir de agora! TEXTO 1 O mito da superioridade dos orgânicos (…) O pesticida orgânico precisa ser um produto de ocorrência natural. Não pode ser sintético – isto é, uma molécula criada em laboratório. Mas não ser sintético não quer dizer que seja bom ou seguro. Um critério que só leva em conta origem e modo de produção ignora fatores como impacto ambiental ou riscos à saúde. Com isso, acabamos tendo produtos piores e menos eficazes, simplesmente porque são “naturais”. (…) Ademais, vale a pena comprar alimentos orgânicos? Eles são, em média, 40% mais caros que os convencionais, mas seus defensores alegam que são mais saborosos e nutritivos, não contêm resíduos de pesticidas, e que a agricultura orgânica usa modos de produção menos prejudiciais ao ambiente. (…) Assim, como o agricultor não pode usar fungicidas sintéticos, ele se vale do sulfato de cobre, um produto natural, mas muito tóxico. A ingestão de cobre é deletéria para fígado e rins em humanos, e o produto também apresenta toxicidade elevada para pássaros e pequenos mamíferos. O sulfato de cobre não degrada no solo, e pode contaminar rios e lençóis freáticos. É classificado como altamente tóxico para o meio-ambiente, altamente tóxico para microrganismos de solo, e altamente tóxico para animais aquáticos. A bula indica seu armazenamento em local com sinalização de “VENENO” para evitar acidentes. fonte: aprosoja TEXTO 2 Por que o agrotóxico é polêmico? Para ambientalistas, o produto químico muda a naturalidade do ecossistema de onde ele é aplicado, o que cria uma nova população de insetos, bactérias e ervas daninhas que não são necessariamente próprias da região. Se mal aplicado, o agrotóxico também pode atingir lavouras vizinhas, criando problemas para produções orgânicas ou, até mesmo, matar plantações e florestas sensíveis ao produto químico. Isso sem contar os riscos que os trabalhadores rurais correm se o produto não for usado da maneira correta. Além disso, o veneno mal utilizado pode ser responsável pela morte de abelhas, insetos importantíssimos para garantir a polinização das plantas, um processo fundamental no ciclo da agricultura. Ademais, outro ponto é que o agrotóxico pode deixar resíduos nos alimentos e no lençol freático, atingindo água de rios. No caso da comida, em alguns casos, o pesticida fica apenas na casca do produto, podendo ser eliminado em uma lavagem. Assim, em outras situações, ele age dentro do organismo da planta e de seus frutos, e não é possível eliminar 100% desse residual. Adaptado de: g1 globo TEXTO 3 Reginaldo Minaré, diretor técnico-adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), reconhece que os pesticidas são produtos químicos perigosos e, por isso, “precisam ser manuseados com cuidado”. Entretanto, ressalva que, considerando o volume aplicado no país, o trabalhador está até “bastante protegido”. “Temos a preocupação de preparar os agricultores e de fornecer assistência técnica para que façam uso adequado dessas substâncias, essenciais para a agricultura nacional”, diz. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) capacitou mais de 200 mil trabalhadores rurais para o uso de agrotóxicos na última década, segundo Minaré – há no Brasil 15 milhões de pessoas ocupadas em estabelecimentos agropecuários, conforme o Censo Agro 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ademais, o diretor da CNA defende que é preciso ampliar a conscientização sobre o emprego correto dos equipamentos. “Mas não vejo despreparo dos trabalhadores. Estamos caminhando para um patamar interessante de segurança.” fonte: Yuri Vasconcelos e Frances Jones, pesquisa Fapesp em https://revistapesquisa.fapesp.br/agrotoxicos-podem-afetar-a-saude-de-trabalhadores-rurais/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Causas e consequências do uso de agrotóxicos” livro – o livro Agradeça aos agrotóxicos por estar vivo, do jornalista Nicholas Vital, é leitura obrigatória, até para leigos; resultou de uma vasta e séria pesquisa que comprova o título. estatísticas – O Guia do Estudante tem números interessantes para ajudar no repertório sobre agrotóxicos, não perca! vídeo – o professor Thiago Maia, do RJ, é muito didático ao explicar o que agricultura orgânica tem a ver com agrotóxicos – assista ao vídeo! https://www.youtube.com/watch?v=vwLN0UJocMY 1 – reportagem – o site CropLife Brasil responde se os pesticidas ficam nos alimentos, e derruba outros mitos sobre eles; pode usar como repertório: a CropLife Brasil reúne especialistas em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção agrícola sustentável! 2- reportagem – se precisar de repertório para embasar as consequências dos defensivos agrícolas, este artigo do Estadão tem tudo. 3 – reportagem – pode ser que outros países usem mais pesticidas que o Brasil; pelo menos é o que diz o artigo da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil. 4 – vídeo – há casos em que os pesticidas adoecem os trabalhadores, e você vai ver tudo sobre isso nesta reportagem. 5 – vídeo – um debate cheio de repertório para sua redação sobre os defensivos agrícolas (os agrotóxicos), no ótimo canal da USP Talks. 6 – notícia – se você acha que a polêmica é pouca, saiba que o Senado facilitou a importação de agrotóxicos no Brasil. 7 – vídeo – uma verdadeira aula cheia de repertório de estudiosos, sobre os agrotóxicos, organizada pelo pessoal da UFSC. Falar de causas e consequências do uso dos agrotóxicos não é fácil. Assim, quer dizer, não pra você, afinal você já tem todo o material necessário. E sua redação? Vai enviar para nossos corretores? Queremos ver seu nome aqui, hein…

O problema [do fanatismo] surge quando tal admiração atinge um ponto em que o fã não consegue tolerar aquilo que é diferente ou antagônico a seu objeto de fanatismo.

O Guia do Estudante fez um levantamento dos temas que mais caem no vestibular da USP, desde 2009. Confira! Está chegando a Fuvest, o vestibular que seleciona estudantes para a tão almejada Universidade de São Paulo (USP). Então, se a esta altura você acha que já estudou tudo o que tinha para ser estudado e quer focar apenas na revisão, está no lugar certo. Portanto, listamos em parceria com o Guia do Estudante os conteúdos mais recorrentes na prova da Fuvest, separados por cada disciplina cobrada. Desse modo, confira abaixo e já comece a revisar! O que mais cai na disciplina de língua portuguesa O que mais cai na disciplina de Língua Portuguesa, “interpretação textual” lidera com folga (39%) as atenções. Em segundo lugar, aparece os “movimentos literários”, com 27% de incidência nas provas. Assim, confira os 8 assuntos de Português mais cobrados na primeira fase da Fuvest e seus percentuais de incidência nos anos anteriores: 1) Interpretação textual (39,48%) 2) Movimentos literários (27,66%) 3) Léxico (6,15%) 4) Teoria literária (5,67%) 5) Sintaxe (5,20%) 6) Literatura contemporânea (4,96%) 7) Morfologia (4,73%) 8) Figuras de linguagem (3,55%) O que mais cai em cada disciplina inglês Apesar de muitos estudantes darem menor atenção para o que mais cai na disciplina de Inglês, muitas vezes, por ser ser menos cobrado em relação às outras matérias, lembre-se: a disciplina também é importante para a aprovação. Então, na Fuvest, os tópicos mais abordados são: 1) Interpretação de Texto (87,01%) 2) Léxico (10,39%) 3) Adjetivos (2,60%). O que mais cai na disciplina geografia Já em relação ao que mais cai na disciplina de Geografia, o levantamento mostra que a Fuvest se divide bem entre Geografia Humana e Física. Desse modo, confira os 15 assuntos mais recorrentes: 1) População (10,92%) 2) Questões ambientais (10,50%) 3) Geopolítica (9,66%) 4) Clima (6,30%) 5) Vegetação (6,30%) 6) Agropecuária (5,88%) 7) Regiões brasileiras (5,88%) 8) Relevo (5,88%) 9) Urbanização (5,04%) 10) Cartografia 4,20%) 11) Globalização (4,20%) 12) Política econômica (3,78%) 13) Hidrografia (3,78%) 14) Fontes de energia (3,36%) 15) Espaço geográfico (3,36%) O que mais cai na disciplina história Há muito conteúdo para estudar na disciplina de História para a Fuvest. Então, você deve ter passado por eles durante todo o ano, e nessa reta final, uma ótima estratégia é fazer uma revisão especial dos temas que mais são cobrados no vestibular. Assim, Mundo contemporâneo, História do Brasil e Idade Moderna estão no topo de incidência da prova da USP. 1) Mundo contemporâneo (11,86%) 2) História do Brasil – Sistema Colonial (11,86%) 3) Idade Moderna (10,82%) 4) República Oligárquica (6,70%) 5) Antiguidade clássica (6,19%) 6) Conhecimentos gerais (5,67%) 7) Política (5,15%) 8)Segundo Reinado (4,64%) 9) Baixa Idade Média (3,61%) 10) Alta Idade Média (3,09%) 11) Atualidades (3,09%) 12) Nova República (3,09%) 13) Governos Militares (1964-1985) (3,09%) 14) Problemas sociais (3,09%) O que mais cai na disciplina química Então, o que mais cai na disciplina de Química, “química geral” e “físico-química” são as campeãs em incidência na primeira fase ao longo dos anos. Dessa forma, confira abaixo mais temas que aparecem com frequência no vestibular da USP: 1) Química Geral (33,53%) 2) Físico-Química (32,94%) 3) Química Orgânica (17,65%) 4) Atomística (10,59%) 5) Bioquímica (2,94%) 6) Meio Ambiente (2,35%) O que mais cai na disciplina Física São sete temas na disciplina de Física que mais marcam presença na Fuvest desde 2009. Ademais, disparado na frente, Mecânica é o tópico mais abordado da disciplina na prova da USP, com 38% de incidência. Então, já anota aí, e capricha nos exercícios desse tema! Dessa forma, confira outros que também aparecem com frequência: 1) Mecânica (38,41%) 2) Eletricidade (17,22%) 3) Termologia (11,26%) 4) Óptica (9,93%) 5) Ondulatória (9,27%) 6) Magnetismo (3,97%) 7) Física Moderna (3,31%) Biologia Então, para começar, é hora de saber O que mais cai na disciplina de Biologia! Dessa forma, confira o levantamento dos temas mais cobrados de Biologia na Fuvest desde 2009: 1) Ecologia (19,50%) 2) Fisiologia animal e humana (16,35%) 3) Reino vegetal (15,09%) 4) Genética (15,09%) 5) Citologia (14,47%) 6) Reino animal (9,43%) 7) Parasitologia (5,03%) 8) Evolução (3,77%) 9) Embriologia (1,26%) Matemática Então, de início, segundo o levantamento, “geometria plana” e “trigonometria” são os assuntos que mais caem na disciplina Matemática da Fuvest. Ademais, completa o top 3 “geometria espacial”. Desse modo, confira a lista completa. 1) Geometria plana (13,95%) 2) Trigonometria (12,21%) 3) Geometria espacial (10,47%) 4) Funções (9,88%) 5) Geometria analítica (8,72%) 6) Grandezas proporcionais (6,40%) 7) Probabilidade ( 6,98%) 8) Logaritmos (6,40%) 9) Sistemas lineares (4,65%) 10) Matemática financeira (2,33%) 11) Análise combinatória (1,74%) 12) Progressão geométrica ( 1,74%) Por fim, este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Desse modo, Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Assim, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

No passado, os humoristas Rafinha Bastos e Danilo Gentili contaram piadas machistas na TV, e tiveram problemas com isso. Por sua vez, o saudoso humorista Jô Soares divertiu gerações com seus personagens gays. Assim, para você, tem graça esse tipo de humor que envolve estereótipos de gênero? Pode parecer uma pergunta fácil de responder, mas não é, não: onde entra a liberdade de expressão nessa hora? Então, temos abaixo opiniões variadas sobre o fato, inclusive do próprio Jô Soares. Use-as para escrever uma redação dissertativa-argumentativa sobre o tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira”. Pense em argumentos fortes e propostas de intervenção. O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 1 Significado de Humor n.m. 1. Ação de rir ou de fazer outra pessoa rir; 2. Característica ou atributo do que é engraçado ou divertido; graça, jocosidade ou jovialidade; 3. Ânimo, estado de espírito ou disposição de um indivíduo num dado momento; 4. Aptidão ou competência para admirar o que é jocoso ou cómico. (Etm. do inglês: humour) Fonte: lexico – humor O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 2 A (re)produção do estereótipo nas piadas: sobre os sentidos do humor Quer seja para tornar-se a todos acessível a compreensão ou como reprodutor dos discursos que circulam clandestinamente, o humor sempre tem à mão o estereótipo como provocador do riso. No caso do humor com o homossexual ele desenha uma identidade para esse grupo social que quase sempre se traduz numa atitude de desvalor para com aqueles sujeitos que a ele pertencem. Ademais, o indivíduo homossexual torna-se preso a uma identidade que lhe é imposta de forma preconcebida e vê-se tolhido de viver muitas vezes uma sexualidade plena e livre de limitações afetivas e sociais. As limitações presentes nas relações homoeróticas são prejudiciais também aos indivíduos heterossexuais que precisam entrincheirarem-se em suas identidades convencionalmente “estáveis”; o que delimita sua visão prática da sexualidade. Então, enunciar o homossexual como efeminado, frágil, pervertido e fútil tem sido uma regularidade no discurso humorístico. Logo, este é, sem dúvida, um estereótipo que traz consigo uma discursivização sobre homossexual cujos efeitos incidem sobre a maneira como estes sujeitos vivem e constituem sua sexualidade enquanto prática social. Fonte: revista uepb edu O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 3 Humor como contestação: a desconstrução de estereótipos preconceituosos da mulher nos vídeos do canal porta dos fundos Ao analisarmos dois vídeos do canal humorístico Porta dos Fundos, que propõe a inversão do papel da mulher e do homem em situações bastante comuns no dia a dia, percebemos como ainda é difícil ser mulher na sociedade atual. Pouco parece ter evoluído: ainda cultua-se o machismo como religião; ainda desfaz-se por completo dos desejos, realizações e aspirações femininas; ainda atribui-se um lugar desigual às mulheres, em relação aos homens, de maneira cega. A ideologia dominante e os estereótipos criados por ela são amplamente aceitos e propagados, sem pensamento crítico ou questionamento, causando sofrimento, medo e angústia. Ademais, é chegado o momento que canais como o Porta dos Fundos venham estampar, através do humor, o absurdo escondido detrás deste véu colocado sobre nossos olhos. Ao propor inversões de papéis e quebras de expectativas, o canal escancara comportamentos degradantes e ridiculariza a ação robótica de grande parte da sociedade. Assim, graças a canais como estes e os movimentos feministas, as mulheres hoje conseguem se apoderar um pouco mais de suas próprias vidas, se sentindo, pelo menos, capazes de reclamar, gritar, reagir, ao se verem alvo de comportamentos machistas e que as desqualificam. Só o fato de se sentirem capazes de reagir já demonstra um passo no caminho da libertação. Fonte: caderno paic fae O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 4 Fábio Porchat: “Para que fazer piada de loira burra em 2020?” O humorista defende a renovação das piadas à medida que a sociedade evolui. “Os tempos mudam. Está mudando no humor, na propaganda, na medicina. Está mudando para todo mundo. Você tem que ficar atento para não envelhecer. Ainda mais o humorista. Se tem uma coisa que envelhece é o humor. Se você assiste um negócio de 10 anos atrás, é mais difícil dar risada. Você tem que ficar muito atento com o que acontece em sua volta, não só as situações curiosas e engraçadas do dia a dia, mas também de como o mundo está. Temos que ver como o mundo está caminhando e como poder brincar com isso, sem ofender ninguém. As pessoas falam: ‘Ah, mas eu não posso mais contar piada de gordo?’. Claro que pode, mas não do jeito que se fazia há 20 anos. Você não pode mais diminuir e humilhar as pessoas. Não pode fazer o gay virar chacota por ele ser gay”, justifica. Fonte: revista quem glob – fabio porchat para que fazer piada de loira burra em 2020 O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 5 “Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo”- Frase de Goethe (1749-1832), escritor alemão. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira” Livro – Do que riem as pessoas inteligentes?, de Manfred Geier, mostra quais os motivos de risada em todas as épocas. Opinião – escolhemos para você a opinião de uma advogada sobre o humor que usa o estereótipo gay. Vídeo – Jô Soares era bem claro quanto a fazer humor com estereótipos, não deixe de ver este trecho de sua entrevista! Informativo – você precisa visitar esta página criada por alunos do curso de Comunicação da UEM – eles mostram os personagens de Jô Soares e Chico Anísio que fizeram sucesso com humor sobre gays. Llivro-tese – leia este estudo completo, realizado para a UnB, sobre o que está por trás do humor que envolve homossexuais na mídia. Reportagem – ótimo artigo

Vai encarar os dois vestibulares? Então é hora de saber as diferenças entre a redação do Enem e a da Fuvest (e as semelhanças também!). Aqui estão os dois maiores processos seletivos do Brasil: Fuvest e Enem. E adivinha? esses vestibulares têm as redações que causam mais calafrios nos candidatos! Vamos fazer assim: você verá uma comparação entre as duas redações com base em cada detalhe das provas. Comecemos! Diferença entre a redação do Enem e Fuvest nas propostas de intervenção Fuvest: Não costuma pedir propostas de intervenção, ou seja, soluções para os problemáticas da temática. É que os temas, geralmente, não são problemas a serem resolvidos, e… se não tem problema, não existe solução, não é mesmo? Veja se esta proposta de redação de 2022 espera alguma solução: Enem – Pede sempre proposta de intervenção porque seus temas são sempre ligados a problemas sociais. Observe nesta proposta de redação de 2020 como isso é pedido: Então, agora, vamos falar mais dos temas. Diferenças na redação do Enem da Fuvest nos temas Fuvest – Os temas da Fuvest envolvem comportamento humano e analisam a capacidade do candidato de observar o mundo ao redor e pensar sobre ele. Assim, a Fuvest leva os candidatos a um tipo de dissertação argumentativa parecida com um ensaio. Ensaio é um texto onde o autor expõe o que pensa, mas sem tentar convencer ninguém, nem de chegar a uma resposta definitiva, a uma solução. Esta proposta de redação de 2017 é um exemplo perfeito: Saiba como interpretar temas subjetivos como os da Fuvest: Enem – Sempre pede dissertações sobre problemas brasileiros. Embora seja uma dissertação-argumentativa, pode ter características expositivas também. Isso é normal, afinal os candidatos devem seguir o mesmo caminho: falarem do problema em si e dar soluções, então as redações ficam parecidas. E qual a marca registrada de cada prova? Diferença na redação do Enem e da Fuvest no padrão esperado Fuvest – Espera que o candidato “apareça” na redação, mostre sua personalidade, sem medo. Inclusive em várias propostas de redação a Fuvest fez perguntas diretas ao candidato, levando-o a escrever em primeira pessoa. Foi o caso da prova de 2007: Dar opinião sem medo, ter pensamento crítico é de muito valor para a Fuvest! Ela considera também o nível de maturidade do candidato. Enem – Não é tão importante que o candidato apareça com sua personalidade na redação; o mais importante é o básico: ser claro e ter coerência no que escreve. Mesmo que o candidato escreva de forma 100% impessoal, pode chegar à nota máxima. Falemos sobre os textos de apoio de cada prova! Textos motivadores Como usá-los? Fuvest – Deseja-se que o candidato dialogue com os textos de apoio – quer dizer, não faça de conta que eles não existem! A Fuvest não só testa sua habilidade em escrever e ser claro, mas sua capacidade de compreender os textos e as nuances deles. Escrever uma redação para a Fuvest ignorando os textos de apoio não significa estar “fora da disputa”, de jeito nenhum, mas, numa competição alta, quem mostrar a habilidade de dialogar com os textos já está na frente. Enem – No entanto, aqui não exige que os textos de apoio sejam comentados na redação, não há nota específica para isso. Tipos de textos Fuvest – Os textos motivadores (de apoio) costumam ter um nível de dificuldade um pouco maior que os do Enem. Quando mencionamos nível de dificuldade alto, isso pode significar vocabulário mais amplo ou erudito, ou um raciocínio mais intrincado. Logo, para sentir na pele o que é isso, veja a proposta de redação de 1998: Viu como a Fuvest exige ótima capacidade de interpretação? Inclusive poemas e músicas podem aparecer como apoio na Fuvest. Enem – Os textos motivadores costumam ser de fácil compreensão. E mesmo que sejam ignorados, o importante na prova é o recorte temático, que vem geralmente em destaque. A prova de 2013 tem textos bem fáceis de serem compreendidos, veja: Agora… o ponto central de uma prova de redação! Proposta de redação Existem diferenças na redação do Enem e da Fuvest quando se trata da proposta de redação, e é importantíssimo não se perder! Afinal, isso pode custar sua nota! Fuvest – A proposta pode conter alguma pergunta direcionadora (que é o foco do tema), mas também pode ter mais de uma pergunta (o candidato pode até escolher qual prefere focar). Ou até… uma série de perguntas, para dar uma ajudinha! Veja se não foi o caso da prova de 2002: E já houve momentos em que não havia pergunta nenhuma! Foi o que aconteceu na prova de 1995: Como você vê, é bom estar preparado quanto à interpretação de textos! Enem – O importante mesmo é seguir o recorte temático, que sempre vem destacado com aspas, como nesta prova de 2018: Repertório Fuvest – Não existe qualquer pontuação a mais para quem cita fontes confiáveis, como filósofos, obras ou coisas do tipo. Apenas que, naturalmente, qualquer argumento que traga mais garantia tem o poder de reforçar a argumentação, isso sim. Enem – Algum repertório que tenha garantia da fonte – algum estudioso, ou alguma área do conhecimento – tem pontuação à parte. É o jeito de o Enem valorizar quem tem mais hábito de leitura e interesse. Então, hora de entrar em alguns detalhes. Extensão Fuvest – mínimo de 20 linhas. Enem – mínimo de 8 linhas. Título Fuvest – Pede título (embora ela não tenha tirado pontos de quem não põe título). Enem – Não pede título (embora não tire pontos de quem ponha título).Número de linhas por parágrafo Fuvest – Não há exigência de número exato de linhas ou frases por parágrafo. Enem – Embora não haja informação sobre número mínimo de linhas na cartilha do Enem, sabe-se, pela cartilha dos corretores, que parágrafos sem desenvolvimento são considerados embrionários. E parágrafo embrionário pode significar perda de nota. Semelhanças entre a redação do Enem e da Fuvest Saiba mais sobre a redação da Fuvest: Leia alguns artigos relacionados que

Qualquer dorzinha e a gente já busca o Dr. Google para saber o que pode ser! Cuidado com a cibercondria, ein? Assim, antes que vire tema de redação, mostramos hoje os impactos de se buscar diagnóstico médico na internet! Então, para esta semana você vai escrever uma dissertação-argumentativa sobre a “cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde”. Assim, os textos de apoio, abaixo, têm todo o conteúdo que você precisa. Inclua suas propostas de intervenção, não esqueça. Texto 1 Você sabe o que é cibercondria? Os hipocondríacos da era digital resolvem estabelecer diagnósticos de forma onipotente. Fazem buscas pela internet e baseiam-se em sintomas, relatos do mundo virtual, informações em exames realizados em momentos diferentes, e experimentação de remédios, para determinar as suas doenças. Dessa forma, a pessoa acredita que esta é uma maneira eficiente para solucionar problemas de saúde, e deixa de procurar a ajuda especializada dos médicos. Alguns cibercondríacos vão ao consultório levando o seu diagnóstico definido, e exigem um tratamento avançado para o problema que acreditam ter. E não é raro esses pacientes se recusarem a passar pela avaliação do médico. Adaptado de: Santa casa sp Texto 2 O ‘doutor Google’ não é tão prejudicial quanto os médicos acham, avaliam pesquisadores Os resultados*, publicados na revista científica “Jama Network Open” no fim de março, mostravam que os participantes, depois de navegar na rede, tinham mais chances de acertar o diagnóstico e na triagem. David Levine, o médico que liderou o estudo, afirmou que costuma receber pacientes que dizem que o procuraram porque uma busca na web os convencera de que tinham câncer: “a pergunta que queria ver respondida era se todos são assim e nosso trabalho sugere que não há problemas em concordar que nossos pacientes pesquisem no Google. Na verdade, pode até ser benéfico”. Ademais, em 2018, levantamento feito pelo médico australiano Anthony M. Cocco já antecipava tal cenário. Quase 80% dos que pesquisavam os sintomas e as doenças relatavam que a investigação preliminar tinha sido uma ferramenta útil para terem elementos para discorrer sobre seu problema e entender o que o médico dizia. Então, moral da história: será inócuo tentar impedir uma consulta ao “doutor Google”, porque as pessoas não deixarão de fazê-lo. *referentes a um estudo de pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard sobre o impacto “cibercondria” Adaptado de: g1 globo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde” estatísticas – números sempre ajudam na hora do repertório e este artigo está cheio deles. documentário – “Diagnóstico” é uma série em que pacientes com os mesmos problemas de saúde se encontram na internet; será que conseguem obter diagnósticos confiáveis? assista! reportagem – uma consulta com o Dr. Google pode ter suas vantagens, sim! veja neste artigo! vídeo – este médico psiquiatra tem um alerta importante sobre a cibercondria, que pode virar repertório. estatística – você deve estar curioso para saber quais as doenças mais buscadas no Dr. Google… veja-as aqui! estudo – este é um periódico escrito por alunos da Universidade Estácio de Sá sobre o impacto da cibercondria em estudantes universitários – aproveite os ótimos dados e gráficos! música – o clássico do rock nacional “O Pulso”, dos Titãs, menciona a hipocondria – inspire-se para a redação. https://youtu.be/PH3kNbvjN9E reportagem – você encontra neste artigo um relato bem-humorado de médica sobre a cibercondria, bem como um histórico sobre como a hipocondria já criou pânico antes da internet existir. É isso: da próxima vez que você pensar em consultar o Dr. Google para saber o que é aquela dorzinha, lembre-se deste tema – a cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet para a saúde. Então, conta uma coisa pra gente: ter sua redação corrigida por professores seria bom? Envie a sua para nossos corretores e entenderá como conseguir nota 1000 na redação do Enem!

Respeito é bom e todo mundo gosta. Até criança! Aí é que está o problema: nem sempre a personalidade da criança é respeitada. Assim, o que pode acontecer com um adulto que foi desrespeitado na infância? Desse modo, é sobre isso a redação desta semana: “a importância do respeito à personalidade da criança em sua criação”. Planeje direitinho seu texto dissertativo argumentativo para o Enem, inclua nele seus argumentos e propostas de intervenção para minimizar esse problema. Então, para ajudar, escolhemos textos e organizamos para você, junto com repertórios! Assim, é só ler e usar! TEXTO 1 A importância de se respeitar a personalidade da criança O tempo de desenvolvimento da criança é assunto recorrente nessa praça. Infelizmente, a falta de respeito com elas tem me chamado a atenção. Hoje, há uma pressão para que a criança se enquadre em determinados parâmetros impostos pela sociedade desde o nascimento. Ela deve ser sempre feliz, sorridente, extrovertida, sociável e obediente – todos os dias e o dia todo. Timidez tem sido comparada a um pecado social. Há poucos dias, eu e minha filha presenciamos uma triste cena no supermercado: uma senhora foi brincar com uma criança que estava na fila e se escondeu entre as pernas da mãe. A tia, que a acompanhava, começou a brigar com a menina, chamando-a de bicho do mato, sem educação etc. Quanto mais a tal tia falava, mais a menina se encolhia. A minha filha, que também é um pouco tímida, olhou para mim e disse “mamãe, por que a moça está falando isso tudo para ela? Ela só está com vergonha e acho que está ficando muito assustada”. Naquele momento, ficou claro o desrespeito quanto ao tempo e à personalidade da criança. Sim, a criança deve ser educada, porém, ela tem o direito de ter dias – ou momentos – de mau humor, de tristeza, de “levadeza”ou até “braveza”. Fonte: na pracinha – a importância de se respeitar TEXTO 2 “(…) as crianças devem ser respeitadas como personalidades sociais e humanas de primeira grandeza. Por exemplo, nós achamos natural entrar [em algum lugar] e dizer às crianças: “O que vocês estão fazendo?”, “Por que você fez isso?”. Com grande frequência a criança não sabe responder. Essa interrupção abrupta não é sinal de respeito. Fazemos isso porque achamos que a personalidade da criança é inferior. Nisso estamos errados”. Maria Montessori (1870-1952) foi uma pedagoga e médica italiana, criadora do “Método Montessori” baseado na formação integral do jovem. TEXTO 3 Fonte: to gov – violência doméstica infantil e uma realidade preocupante nos lares brasileiros TEXTO 4 A partir do século XV, a preocupação com o sentimento infantil possibilita o surgimento de uma série de disposições legais, que mesmo sendo pouco aplicadas, essa legislação reforça algumas preocupações concretas com relação à proteção das crianças. Importante ressaltar que a evolução dos sentimentos com relação às crianças por parte do adultos em toda a Europa não foi manifestada de forma linear. Segundo os autores, “na França, por exemplo, o século XVII é um momento se não de reação, pelo menos de contenção. As convulsões políticas e religiosas constituem os sintomas de uma profunda crise de valores”. Há, nesse momento, inúmeras mudanças sociais. Então, a mudança cultural e social dessa época desperta o interesse pela educação. A Igreja e o Estado se encarregaram do campo educacional. Foram oferecidos alguns conhecimentos que os pais não seriam capazes de transmitir aos filhos. O casal, almejando o progresso dos filhos, era auxiliado pela Igreja e pelo Estado a deixar grande parte de seu encargo de educadores aos orientadores fornecidos por aquelas Instituições. Fonte: fdcl – a criança e a sociedade medieval Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do respeito à personalidade da criança em sua criação” Livro – O direito de ser criança, de David J. Smith, conta como é a questão do respeito ao mundo infantil em várias partes do mundo. Informativo – a personalidade da criança pode estar sendo afetada negativamente pelo ambiente em que vive; neste artigo importante você vê quais riscos ela corre Vídeo – uma entrevista completa com uma psicanalista sobre como podemos respeitar a personalidade das crianças. Informativo – conheça aqui os tipos de negligência contra crianças que podem passar despercebidos. Vídeo – este é um documentário ótimo do Unicef, feito com pais de vários países, que comenta sobre o desrespeito à personalidade da criança em forma de negligência. Informativo – a Unicef diz neste artigo quais os direitos da criança. Estatística – veja aqui tabelas que mostram o impacto da negligência sobre crianças pequenas. Vídeo – a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa explica em detalhes como é formada a personalidade da criança. Confira: Assim, aí está um material perfeito para te ajudar a escrever sobre a importância do respeito à personalidade da criança. A equipe do Redação Online é apaixonada por organizar material de temas que possam cair na redação do Enem, de vestibulares e de concursos! E nossos corretores amam ajudar os alunos a chegar na nota 1000. Então, conheça o nosso serviço de correção de redações!

O tema da redação Enem 2022 foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”. Sendo assim, um tema bem adequado ao nível médio e presente na mídia constantemente. Então, vamos analisar passo a passo a prova e você vai entender o que poderia ser escrito na redação – continue lendo! Como de praxe, o Enem pedia uma dissertação-argumentativa sobre esse tema, incluindo proposta de intervenção respeitando direitos humanos. Analisando a prova de redação Enem 2022 “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” pressupõe que nossos povos tradicionais não têm sido suficientemente valorizados, percebeu? Muito bem… e qual seria o real valor dos povos tradicionais para o Brasil? Será que serviriam apenas como lembrança de um tempo distante, colonial? Não seriam importantes para o mundo de hoje? O candidato já poderia pensar num valor concreto: social, cultural… quem sabe econômico, também. Como repertório, vai bem comentar a importância econômica das quebradeiras de coco de Sergipe! Vamos agora pedir ajuda aos textos de apoio, que você pode conferir na íntegra aqui! Texto 1 do tema do Enem 2022 Esse é um texto jornalístico. A novidade que este texto traz é a lista de outros povos tradicionais, que não indígenas e quilombolas! E como usar essas informações? O candidato já poderia argumentar sobre comércio e modos de produção que envolvem essas comunidades, ou sua participação na conservação da biodiversidade. E poderia já aplicar o tema central, lembra? Qual seria o valor desses povos todos? Os indígenas são fundamentais, por exemplo, para frear o desmatamento – aqui estão as estatísticas que são ótimo repertório. Auxílio governamental e criatividade o brasileiro tem de sobra! Veja como esse raciocínio já daria ao candidato não só a argumentação de parte da redação, como ideia de proposta de intervenção! Texto 2 Neste infográfico do Ministério Público Federal há números que indicam a localização dessas famílias de povos tradicionais no Brasil. Cada aluno o interpretaria do seu modo, mas seria fácil aproveitar os números na redação. Vemos que a maior parte dos indígenas ficam no estado do AM e MS, onde há áreas verdes mais conservadas no país. Faz sentido. Os quilombolas e os povos de terreiro estão mais presentes na BA, o que tem relação com a intensa presença de etnias de matriz africana neste estado. Por falar em etnias de matriz africana, um bom repertório nessa hora é citar a influência cultural que os escravos africanos deixaram, por exemplo, com o candomblé! Bem, quando o candidato analisa esses dados, automaticamente se lembra do aspecto da conservação ambiental. E é um momento ideal para outro repertório: os números que mostram como o Brasil conserva seus biomas. O que o candidato deduziria nesse momento para colocar na redação sobre o tema do Enem 2022? Que essa conservação depende da presença desses povos tradicionais nessas localidades – desaparecendo os povos tradicionais, o meio ambiente desaparece também. Não estávamos falando de valor desses povos? Aí está um valor: a conservação ambiental sustentável. Agora vem uma “sacada” de um candidato atento! Povos tradicionais são seres humanos, e podem afetar involuntariamente os biomas onde vivem. Esse risco existe sempre. Por que não pensar numa ação educativa para que essa simbiose se mantenha?! Caminho aberto para ideias para a proposta de intervenção! Texto 3 Agora temos um texto extraído do site do Ministério do Desenvolvimento Social no tema de redação do Enem 2022. Nele ficamos sabendo da criação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, para reconhecer e preservar outras formas de organização social por parte do Estado. Seria boa hora de o candidato elogiar essa Política Nacional, pois já é meio caminho andado para se eliminar os riscos de desaparecimento desses povos ou de seus biomas, concorda? O Sebrae, aliás, dá sua ajuda e isso poderia ser usado como repertório! Mais ideias para a proposta de intervenção estão aí! Texto 4 O último texto: extraído de um site informativo sobre a Amazônia. Nele vemos a Carta da Amazônia 2021 que foi entregue aos participantes da COP26. Nela o candidato fica sabendo que algumas entidades de povos tradicionais da Amazônia não aceitam seguir somente a lógica do mercado com leis que ameaçam seus direitos que podem ser usados no tema de redação do Enem 2022. Um candidato atento teria notado que esses povos não são contra modos que chamamos capitalistas de produção, não! Desde que sejam consideradas a experiência de cada um dos povos tradicionais locais e a cultura histórica de cada um, estão abertos a propostas! E já que aceitam evoluir em seu modo de vida, é uma ótima oportunidade para se imaginar propostas de intervenção que lhes agradariam! Vale citar como repertório a participação da China juntamente com o governo do Pará no desenvolvimento econômico dos povos tradicionais daquela região! O que poderia ser escrito na redação Enem 2022 com esse tema É verdade que a proposta não ofereceu nenhuma informação sobre quais problemas reais são vividos pelos povos tradicionais, então… isso fica por conta do conhecimento do aluno e de suas deduções. Então, problemas envolvendo comunidades tradicionais que poderiam ser mencionados no tema de redação do Enem 2022: Reunindo, agora, os problemas enfrentados por eles e a importância (valor) deles para o Brasil, além de soluções possíveis, podemos imaginar uma estrutura assim: Além disso, confira também nosso vídeo sobre o tema do Enem 2022: Então, você acabou de ver, que na prova de redação do Enem é importante ler e pensar sobre o que é fornecido. Assim é que as ideias virão à sua cabeça. O que acha? Foi bom fazermos a análise do tema de redação do Enem 2022? Desse modo, quando quiser melhorar sua redação, lembre-se do nosso serviço de correção! Além disso, se quiser descobrir gratuitamente a sua nota na redação do Enem 2022, clique aqui! Veja alguns artigos relacionados que podem te interessar: Confira as principais dúvidas sobre temas de redação do Enem: