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As escolhas de palavras na redação impactam fortemente o conteúdo. Portanto, neste artigo, mostraremos palavras a evitar na redação, em nome do respeito, e termos inadequados. Atualmente, o termo “índio” para referir-se aos nativos brasileiros não é mais apropriado. A linguagem evolui com o tempo, e expressões antes aceitáveis podem se tornar ofensivas conforme a sociedade e sensibilidades mudam. Nosso objetivo é auxiliar na substituição de expressões que podem ser consideradas desrespeitosas ou ofensivas na redação. Então, vamos iniciar esta jornada. Termos para evitar na redação: “Pessoa com deficiência” em vez de “portador de deficiência” É melhor enfatizar a pessoa e não a deficiência, concorda? Trata-se de uma pessoa antes de ser definida por sua deficiência. Isso demonstra respeito pela individualidade e humanidade da pessoa. Por exemplo, não use “ceguinho”, “surdinho”, “surdo mudo”, “criança excepcional” (para designar uma Síndrome de Down), “doente mental”, “doente de lepra”. Prefira “Indígena” em vez de “índio” A palavra índio deriva do engano de Cristóvão Colombo: ele achava que tinha encontrado as Índias, na sua viagem de 1492. Assim, a palavra foi utilizada para designar uma infinidade de grupos indígenas. Se você não sabe, os indígenas são bem diferentes entre si – o Instituto Socioambiental (ISA) identificou cerca de 305 etnias indígenas diferentes em 2021! Então, o termo “indígena” em vez de “índio” indica mais respeito à autoidentificação e valorização da diversidade cultural dos povos indígenas. Termos para evitar na redação: “Pessoa em situação de rua” em vez de “morador de rua” Aqui há uma mudança na forma de abordar e se referir às pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. Ao escrever “pessoa em situação de rua” você está reconhecendo que a condição de estar sem moradia é temporária e não define a identidade da pessoa. Assim você respeita a dignidade e a individualidade dela, reconhecendo que é um ser humano com direitos como qualquer outro. A expressão “velho” pode ser depreciativa ou pejorativa, isto é, focando mais na idade cronológica do que na própria pessoa. “Idoso” em vez de “velho” Esta substituição indica uma abordagem mais respeitosa, positiva e inclusiva ao se referir a pessoas mais velhas. A palavra “idoso” demonstra consideração pela dignidade das pessoas na terceira idade. A expressão “velho” pode ser depreciativa ou pejorativa, focando mais na idade cronológica do que na própria pessoa. Palavras para evitar na redação: “Estadunidense” em vez de “americano” “Americano” é um termo que inclui todos os que vivem nas Américas, por isso “estadunidense” está sendo preferido para se referir aos moradores dos EUA. “Norte-americano” cria um problema semelhante, já que canadenses e mexicanos são tão norte-americanos quanto a população dos EUA – evite-o. “Comprometer” em vez de “denegrir” Esta é uma sugestão recente do TSE. A ideia é desvincular o termo “negro” de qualquer conotação negativa. Mas continue usando “negro” ao se referir à etnia que tem pele escura. Palavras para evitar na redação: “Homossexualismo” em vez de “homossexualidade” O uso do sufixo “ismo”, comum em termos de doenças como “astigmatismo”, “botulismo”, “alcoolismo”, etc., constitui o problema. Desde 1999, o Brasil não considera mais a homossexualidade uma doença. Então use “homossexualidade” ou mesmo “gay”, se for o caso. “Orientação sexual” em vez de “opção sexual” “Orientação sexual” é ideal, pois se baseia na ideia de que a atração por pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto ou de ambos os sexos é uma característica inata e não uma escolha. E o fato é que muitas pesquisas científicas apontam para a origem biológica e genética da orientação sexual, portanto não seria mesmo uma escolha. Desse modo, o uso do termo “opção sexual” implica, de forma incorreta, uma escolha da orientação sexual da pessoa, algo que a evidência científica não apoia. Termos que não devem usar: “Soropositivo” em vez de “aidético” O termo “aidético” pode carregar um estigma negativo e perpetuar estereótipos prejudiciais em relação às pessoas vivendo com a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Usar “soropositivo” é mais respeitoso e ajuda a combater o estigma associado à infecção por HIV. Além disso, Soropositivo” descreve precisamente o estado de um portador do HIV, indicando a detecção do vírus nos testes de sorologia, mas não implica necessariamente o desenvolvimento da AIDS. Já o termo “aidético” implica o desenvolvimento da doença, ou seja, o que nem sempre acontece. “Profissional do sexo” em vez de “prostituta” O termo “prostituta” muitas vezes carrega conotações negativas e estigmatizantes que podem contribuir para a discriminação e a marginalização das pessoas que trabalham na indústria do sexo. O termo “profissional do sexo” reconhece adequadamente que pessoas escolhem ou são forçadas a entrar na indústria do sexo por circunstâncias complexas, isto é, sem presumir que todas na indústria são vítimas. Usar “profissional do sexo” também confere dignidade às pessoas que escolheram essa profissão, como também destaca que têm todos os direitos de qualquer outra. “Mãe solo” em vez de “mãe solteira” Esta substituição recente ainda está em processo de assimilação. Por que dizemos “mãe solteira” e não “pai solteiro”?! Ser solteira ou casada não muda em nada a condição de uma mãe! Geralmente, percebe-se que o termo “mãe solteira” provoca uma sensação de “pena”, como se ela tivesse sido abandonada, refletindo formas antigas de pensar. “Dependente químico” em vez de “drogado” Você também pode preferir escrever “usuário de droga” em vez de “drogado”. Infelizmente “drogado” carrega um forte preconceito e transforma todos os envolvidos em vícios químicos em criminosos – esse é o problema. “Vulnerável” em vez de “grupo de risco” A questão é que “grupo de risco” dá a ideia de que existem pessoas que tiveram o azar de passarem por doenças. Como isso não corresponde sempre à realidade, é melhor usar o termo “vulnerável” ou ainda “pessoas com comportamento de risco”. “Comunidade” em vez de “favela” Nem todos concordam com essa substituição, já que favelas têm sua cultura, sua história, e é um termo que até poetas adotam. E, por outro lado, comunidades não são apenas as favelas!Mas é verdade também que o termo favela carrega uma ideia de marginalização –

Existem várias formas de se fazer uma redação com coesão e coerência perfeitas. Conectivos, repetição, pronomes… Dessa forma, vamos ensinar exatamente como usar todas as estratégias de coerência e coesão neste artigo repleto de dicas úteis. Aliás, sabe quando você está lendo um texto e parece que você lê fácil, rápido, e tudo faz sentido? Pois é: é o resultado de dominar as estratégias de coerência e coesão e conseguir uma redação coesa e fluida! Sem dúvida, é seu sonho com sua redação, não é? Como você pode fazer sua redação “fluir” desse jeito? É acertando na coesão e na coerência, caro candidato! Nesse sentido, se você não viu nosso artigo sobre o que é coesão e coerência, antes de mergulhar com a gente nas dicas práticas, dê uma lida nele. Afinal, essa separação entre coesão e coerência é mais técnica, para ajudar o corretor a avaliar seu texto de forma mais justa, mas coesão e coerência estão extremamente ligadas. Logo, para você, candidato, o importante é pensar em ligar tudo, conectar tudo. Agora sim, aqui estão dicas práticas dadas por nossos corretores, para aprimorar sua coesão e coerência. 12 estratégias de coesão e coerência perfeitas na redação Planeje seu rascunho Imagine que você está prestes a fazer uma viagem. Sem dúvida, você não sai correndo pela porta sem saber para onde está indo, certo? Você também não entraria num táxi e diria “vamos para qualquer lugar, por favor”. O mesmo vale para a escrita. Antes de começar, planeje tudo num rascunho. Pense sobre seus principais pontos – ou seja, as principais ideias e como elas se relacionam. Portanto, a coesão e a coerência já começam ali! Por outro lado, quem escreve parágrafo por parágrafo já na folha final tem muito mais chance de falhar na coesão – acaba usando conectivos sem nexo! Dica de estratégia para coerência e coesão: Foque no que você pretende dizer ao corretor Imagine que você está assistindo a um filme e, de repente, os personagens mudam de atores no meio da cena. Ou imagine que eles passem a falar de um jeito estranho… Estranho, não é? O mesmo vale para a escrita. Seja a mesma pessoa do começo ao fim da redação. O que você pretende mostrar no início da redação precisa continuar sendo o mesmo durante o texto até o final. Escolha um estilo de escrita, um tom de voz, e mantenha-se fiel a ele ao longo do texto. Se começar de maneira informal e descontraída, continue assim. Seja formal, mantenha a formalidade. A consistência é chave para a coesão e é coisa que ninguém comenta por aí (não sabemos por quê). Use palavras de transição (conectores) Palavras como “portanto,” “além disso,” e “por conseguinte” são suas melhores amigas quando se trata de coesão. Há centenas – talvez milhares – delas, então não se prenda às que você sempre lê em outras redações. “Ademais”, “Nesse contexto”, “Nesse sentido”, “Pois”, “Porém” e “Numa primeira análise” são a moda do momento, mas se você quer se destacar da concorrência, varie seu vocabulário com outros conectivos! Conectivos ajudam a conectar ideias e guiar o leitor de um ponto para o próximo, e são uma das formas de coesão.Mas, cuidado, não exagere! Nada de usar um conectivo no começo de cada frase, por favor! Um toque sutil é tudo o que você precisa e é elegante – diferencia sua redação das outras que têm um ar mais padronizado. Dica de estratégia para coerência e coesão: Varie o tamanhos das frases Imagine um texto cheio de frases longas e complexas o tempo todo. Isso pode ser cansativo para o leitor (e a última coisa que você quer é aborrecer o corretor, não é mesmo?) Ou, pior: imagine um texto repleto de frases curtas, truncadas. A relação entre elas parece não existir… Ambos os casos afetam a fluência do texto, e fluência tem tudo a ver com coesão. Faça assim: Observe os artigos de jornais e as crônicas: eles são exatamente dinâmicos! E são dinâmicos porque combinam tamanhos variados de frases e tipos de coesão diferentes. Se sua redação é chata de ser lida, pode ter falha na coesão… Repita palavras de propósito! A repetição é parte da coesão – pelo menos alguns tipos de repetição. Repetir é um truque poderoso de coesão (que a gente usa o tempo todo na fala) e o efeito é bem elegante. Repetição do termo central da redação é importantíssimo para manter a coesão. Leia sua redação em voz alta e decida o que deve ou não ser repetido. Lógica é ponto-chave Você já leu uma redação onde as ideias pareciam surgir aleatoriamente? Pode ser que a sua redação seja assim… Isso acontece quando não há lógica. Se você está explicando um processo, isto é, algo que segue uma sequência, siga a ordem correta. Se estiver fazendo um argumento, organize seus pontos de forma que façam sentido. Redação dissertativa serve para explicar algo, não para mostrar o quanto você sabe do assunto. Foque no assunto central E já aconteceu de um correto ler sua redação e não entender alguma ideia, algum ponto? Coesão também tem a ver com pensamentos relacionados entre si, e quando eles são vagos ou excessivos a coesão vai embora… Tenha certeza de que cada frase tem uma utilidade na sua redação. Jamais deixe nela frases com a intenção apenas de impressionar o corretor. Então, se algo não se encaixa, é melhor tirar dali, sem dúvida. Referências pronominais claras Pronomes como “ele,” “ela,” “isso,” ou “eles” são ótimos para evitar repetições de palavras! Pronomes servem para substituir nomes – já viu isso antes? Mas eles precisam ter antecedentes claros. Quando você usa um pronome, veja se o leitor saberá facilmente a quem ou a quê ele se refere. Desse modo, isso de a gente ter de voltar à frase anterior na tentativa de entender a mensagem indica que a coerência tem algum problema. Estratégias de coerência coesão: revise com capricho Revisar a redação não pode levar só 5 minutinhos!

É simples fazer argumentos fortes na redação: é usar evidências indiscutíveis. Por isso, vamos mostrar 8 exemplos práticos de como fazer isso, neste artigo. Para desenvolver sua argumentação e conseguir uma nota máxima numa redação, é preciso saber fortalecer seus pontos de vista, sem dúvida. Desse modo, o segredo são as evidências! Pode observar : toda argumentação perfeita tem evidências indiscutíveis. Sempre é preciso mostrar evidências do que você está dizendo, comprovar que você tem razão. Mas ok, você quer saber como é isso na prática… Vamos mostrar exemplos de como sua argumentação fica imbatível com a evidência certa. Desenvolvimento argumentativo: as evidências que deixam argumentos imbatíveis! Exemplo 1 Quem iria duvidar de você nesta argumentação abaixo? A religião é usada pelo Homem como forma de dominação, não apenas como forma de conexão espiritual. No Período Colonial do Brasil, ao longo dos séculos XVI e XIX, os colonizadores tentavam converter os índios ao catolicismo, exatamente com base no pensamento português de soberania. E esse é apenas um dos casos que temos na História da Humanidade. É um fato. Nesse sentido, houve uso da religião no Brasil Colonial, para impor o domínio sobre os nativos, e isso dá força total ao argumento. Exemplo 2 Apesar de tantos brasileiros terem deixado as grandes cidades para trás, elas ainda Somos uma civilização com conflitos constantes entre o certo e o errado – conflitos de ordem moral e ética. Mas isso faz parte de sua condição humana e desde sempre. Já no século XVII Gregório de Mattos, poeta brasileiro, escreveu seus poemas inspirado nesse fenômeno do comportamento. Realmente a sociedade da época de Gregório oscilava entre valores corretos e incorretos, do ponto de vista moral e ético. Afinal, quem discutiria?! Exemplo 3 Aliás, veja como um estudo de Foucault deu respaldo a este argumento: O poder político envolve necessariamente controle sobre o povo. Essa situação foi estudada e confirmada por Michel Foucault, filósofo francês. Segundo ele, esse controle vem de uma linguagem específica que garante o resultado (favorável aos poderosos).Se você anda lendo filósofos, vai ter chances de usar as hipóteses deles como apoio para seus argumentos. Eles podem estar enganados, claro, mas são autoridades até prova em contrário, não é? Exemplo 4 Que tal ficou a lembrança sobre o livro citado abaixo? Não reforçou o argumento do candidato? Alguns comportamentos do brasileiro hoje podem ser explicados do ponto de vista histórico. Somos um povo muito afável, simpático (é o que dizem os estrangeiros, pelo menos), sem formalidades; e como não temos formalidades, também as leis por aqui às vezes “não pegam” – não são obedecidas. Essa hipótese foi levantada e consolidada na obra de Sérgio Buarque de Hollanda, Raízes do Brasil. Sendo assim, não seria muito fácil eliminar alguns defeitos que temos, já que estão entranhados nas nossas origens. Além disso, o corretor consideraria este argumento muito forte, já que tem embasamento nada mais nada menos que em Sérgio Buarque de Hollanda. Exemplo 5 Um candidato afirmava que os jovens de hoje sofrem com a falta de emprego – como ele poderia embasar essa afirmação, por exemplo? Veja como ele conseguiu: Um fenômeno bastante preocupante no Brasil envolve o baixo índice de ocupação no mercado de trabalho por parte de nossos jovens. Isso significa uma incerteza quanto ao futuro do nosso país, e, o pior: é um grupo que está aumentando. No último Censo do IBGE, a taxa desses jovens entre 14 e 29 anos caiu de 49,4% em 2019 para 42,8% em 2020. Em 2012, 53,7% deles tinham alguma ocupação. Números! Esse candidato se lembrou de números que tinha visto num portal de notícias e… sem dúvida, foi o suficiente para ter uma argumentação forte! Exemplo 6 Ademais, veja mais uma argumentação que ganhou força graças a números: Dentre os principais casos de agressão que se registram no Brasil hoje, talvez o racismo seja o mais preocupante. Basta que se analise os registros de racismo recente: saltaram de 1.464 casos, em 2021, para 2.458, em 2022, o que representa um aumento de 67%, conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023. E então? Não vale a pena estar sempre bem informado?! Claro que vale! Com dados assim concretos uma simples afirmação sua ganha impacto. Desenvolvimento argumentativo: exemplo 7 Em seguida, notícias estão ao nosso redor o tempo todo – por que não usá-las para facilitar a vida na hora de reforçar o ponto de vista de uma argumentação? Foi o que este candidato fez: O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) abriu, nesta segunda-feira (18), uma sindicância para apurar a morte da advogada Silvia de Oliveira Martins, de 40 anos, que sofreu complicações após uma lipoaspiração realizada em uma clínica em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Não é uma argumentação indiscutível?! Desenvolvimento argumentativo: exemplo 8 Por outro lado, outra simples notícia deixou esta argumentação indiscutível: O Brasil é conhecido como sendo o país onde mais se realizam cirurgias plásticas com fins estéticos no mundo. A questão é que toda cirurgia tem riscos, e esse tipo de cirurgia não é exceção. É preciso alertar pessoas interessadas em melhorar a aparência para que pesem prós e contras. Isso poderia evitar casos como o divulgado pelo jornal O Dia, recentemente: a advogada Silvia Corrêa, de 40 anos, sofreu complicações após uma lipoaspiração, no Rio de Janeiro, e morreu. Fatos concretos… uma evidência fácil de ser obtida e perfeita para argumentos fortes. Desenvolvimento argumentativo: tipos de evidências mais comuns para fortalecer argumentos Se você seguiu atentamente nossos exemplos acima, já viu os tipos de evidências mais fáceis de se usar em redações. Desse modo, são fáceis de lembrar e fáceis de usar. A lista abaixo inclui eles e alguns outros: O que não funciona para reforçar argumentos na redação É bom avisar que existem elementos usados em redação com jeito de evidências, mas não são. Veja estes dois casos: Leis em geral Constituição e leis são bastante usados por candidatos, mas não são exatamente evidências de um argumento. Ou seja,

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma etapa crucial para os estudantes que desejam ingressar em universidades de renome e garantir um futuro acadêmico promissor. Nesse sentido, uma das estratégias fundamentais para se destacar nessa prova é o uso adequado de sinônimos. Desse modo, vamos explorar por que isso é tão importante e vários sinônimos que você pode usar na sua redação. Variedade vocabular Primeiramente, um dos critérios de avaliação da redação do Enem é a competência “domínio da escrita”. Ou seja, isso inclui a habilidade de utilizar uma variedade de vocabulário e expressões de forma eficaz. Afinal, usar sinônimos ajuda os estudantes a evitar a repetição excessiva de palavras, o que pode tornar, sem dúvida, o texto monótono e limitar a pontuação, já que ao incorporar sinônimos, ou seja, os candidatos demonstram uma capacidade mais ampla de expressão e conhecimento vocabular. Sinônimos para usar na redação: clareza e precisão Em seguida, a clareza na comunicação é fundamental para a compreensão do leitor e para a persuasão eficaz. Logo, usar sinônimos adequadamente pode ajudar a evitar ambiguidades e garantir que as ideias sejam comunicadas de forma clara e precisa. Nesse sentido, isso é essencial para alcançar uma alta pontuação na competência “compreender a proposta da redação”. Sinônimos para usar na redação: expressão de argumentos complexos Por outro lado, em redações do Enem, os estudantes muitas vezes precisam expressar argumentos complexos e sofisticados. Desse modo, o uso de sinônimos permite que eles ampliem seu repertório linguístico e expressem nuances de significado de maneira mais eficaz. Por isso, é particularmente relevante na competência “desenvolvimento do tema com argumentos consistentes”. Evita repetição excessiva Ademais, a repetição constante de palavras pode distrair o avaliador e prejudicar a fluidez da redação. Afinal, ao empregar sinônimos de forma estratégica, ou seja, os estudantes podem evitar a repetição excessiva e manter a atenção do leitor focada no conteúdo do texto, isto é, o que é essencial para a competência “coesão textual”. Sinônimos para usar na redação: enriquece o texto Além disso, o uso de sinônimos não apenas melhora a qualidade técnica da redação, mas também enriquece o texto, ou seja, tornando-o mais agradável de ler. Já que isso pode fazer a diferença para o avaliador e contribuir para uma impressão geral positiva da redação, por exemplo. Lista com os sinônimos mais usados na redação do Enem Problema: Sociedade: Mostrar: Importante: Atualmente: Medida: Causa: Consequência: Conclusão Em resumo, o uso adequado de sinônimos desempenha, sobretudo, um papel fundamental na obtenção de uma pontuação alta na prova de redação do Enem. Afinal, ajuda os estudantes a demonstrar um domínio mais amplo do idioma, a comunicar suas ideias de forma clara e, sem dúvida, a enriquecer seus textos. Portanto, ao se preparar para o Enem, não subestime a importância de expandir seu vocabulário e incorporar sinônimos de maneira estratégica em suas redações. Por fim, e, é claro, além de usar mais sinônimos é importante praticar redação no modelo Enem com profissionais especializados para garantir sua aprovação! Conte com a nossa equipe pra isso e tenha suas correções corrigidas em até 24 horas!

A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma etapa crucial para os estudantes que buscam ingressar em universidades de prestígio e garantir um futuro acadêmico promissor. Nesse sentido, uma das habilidades mais valorizadas na redação é a capacidade de conexão e coesão textual, e é aí que entram os conectivos. Portanto, vamos explorar agora uma lista de conectivos para a sua redação do Enem. Lista de conectivos: operadores/conectivos argumentativos interparágrafos (início do parágrafo) Desenvolvimento 1: Lista de conectivos: desenvolvimento 2: Conclusão: Operadores argumentativos para o interior do parágrafo (intraparágrafo): Particularização de raciocínio: Adição de argumento: Confirmação do argumento anterior (retomar e comentar a citação): Causa e explicação: Oposição ou contra-argumento: Conclusão (intraparágrafos – dentro dos parágrafos): Relevo argumentativo: Argumento deôntico (obrigatório): Finalidade: Conectivos para iniciar uma citação: Proporção: Alternância: Conectivos de dúvida: Conectivos de condição ou hipótese: Termos diversos e coesões que evidenciam os 5 elementos da proposta de intervenção Agente: Ação (ideias de verbos para este fim): Modo/meio: Conectivos que indicam efeito: Detalhamento: Além disso, entenda a importância de usar corretamente os conectivos: Por fim, agora que você uma lista completa de conectivos, saiba esse é o seu ano de garantir sua aprovação com a gente! Desse modo, tenha correção e curso de redação para Enem, vestibulares e concursos, além de curso completo de gramática, literatura e interpretação completa do Profº Noslen! Correções em até 24 horas!

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) exige uma habilidade-chave:técnicas de memorização e revisão. São tantos nomes, datas, descrições, conceitos… como você faz para lembrar de tudo na hora H? Neste artigo, vamos revelar várias técnicas de memorização e revisão para ajudá-lo a memorizar tudo. Funcionam para todas as matérias – até redação! Memorização e releitura andam juntas: boa parte da memorização da matéria para sua prova do Enem depende de dominar a arte da releitura. Vamos falar muito hoje de revisar a matéria. Mas revisar decentemente! Continue para ver como é isso… Aprendizado ativo O aprendizado ativo é o que o nome indica: envolvimento ativo com o material. Às vezes os alunos apenas leem a matéria e se esquecem de usar outros sentidos para fortalecer a memória. A releitura ativa é diferente de simplesmente folhear suas anotações ou livros didáticos, ok? Em vez de simplesmente ler notas ou livros didáticos, faça assim: Assim você usa a visão e a audição, criando mais caminhos para as informações se fixarem em seu cérebro. Atenção: Ao reler apostilas, muitos alunos costumam fazer marcas coloridas em praticamente todas as linhas que leem. Isso não tem nenhuma eficiência para sua memória – marque pontos-chave, definições e exemplos importantes apenas. Ou seja, aprenda a detectar o que realmente é importante! Técnicas de memorização e revisão: Repetição espaçada A repetição espaçada é uma técnica cientificamente comprovada. Nela você vai revisar informações em intervalos crescentes ao longo do tempo. Em outras palavras, em vez de estudar tudo de uma vez, revise seu material de vez em quando, com intervalos cada vez mais longos entre cada sessão de revisão. Sem dúvida, esse método funciona porque reforça sua memória e ajuda as informações a passarem da memória de curto prazo para a memória de longo prazo. Memória de curto prazo X memória de longo prazo Técnicas de memorização e revisão: Mnemônicos Você já deve ter algum mnemônicos na sua memória… Eles podem incluir acrônimos, rimas ou imagens visuais. Por exemplo, o acrônimo famoso “Raio Forte Caiu Ontem, Fazendo Grande Estrago” serve para lembrar a sequência dos níveis taxonômicos dos seres vivos: Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie! É incrivelmente eficaz! Mapa mental O mapa mental é uma técnica visual que ajuda você a organizar e conectar informações de maneira significativa. Comece com uma ideia central ou tópico e ramifique com subtópicos relacionados e pontos-chave. Agrupamento O agrupamento envolve dividir grandes quantidades de informações em partes menores e mais gerenciáveis. Todavia, em vez de tentar memorizar uma longa lista de fatos, agrupe informações relacionadas. Por exemplo, ao memorizar datas históricas, em vez de memorizar uma por uma logo de início, agrupe-as por período de tempo ou importância, ou por país/região. Quais datas são importantes na primeira metade do século XIX? Quais datas são importantes na década de 60 do século XX? Técnicas de memorização e revisão: Exercícios Sim, fazer os bons e velhos exercícios é uma excelente maneira de memorizar a matéria! Uma dica é fazer os exercícios e rever a matéria relacionada àqueles que você errou – já que fixa perfeitamente o assunto na memória! Experimente acrescentar uma simulação das condições da prova do Enem e criar a pressão do tempo! Faça pausas Os alunos não acreditam muito quando dizemos isso, mas estudar por longas horas sem fazer pausas pode levar ao esgotamento e à redução da memorização. Não é o que você quer, certo? Já ouviu falar da técnica pomodoro? É assim: estude por 25 minutos e depois faça uma pausa de 5 minutos. Só isso! Afinal, se você é um dos milhares de alunos (talvez milhões) que estudam sozinhos, essas pausas curtas refrescam sua mente e melhoram seu foco. Mantenha-se saudável Pois é, outra dica que os alunos não levam muito a sério… Seus neurônios só se multiplicam enquanto você estiver dormindo, então… durma o tempo suficiente. Suas mitocôndrias só se multiplicarão (garantindo energia para sua memória) se você fizer exercícios regularmente. Uma simples caminhada? Sim, já ajuda! Alunos mais saudáveis têm memória mais eficiente – simples! Priorize o tópico mais importante Não tem jeito, o tempo é limitado para todos os candidatos. E nem todas as informações têm a mesma importância, você sabe. Identifique os conceitos, teorias ou fatos mais cruciais relacionados ao assunto. Concentre seus esforços em reler esses tópicos. Isso é o que chamamos de “abordagem direcionada”, ou seja, garante que você esteja reforçando o conhecimento mais essencial. Sem dúvida, o tempo é crucial para se preparar para o Enem! Cronometragem Aprenda a ler rápido, mas sem perder o conteúdo. Isso você consegue cronometrando sua leitura e tentando ler mais e mais rápido aos poucos (não se desespere, leva algum tempo). Uma boa velocidade de leitura que permite uma revisão eficaz seria a de 250 palavras por minuto. E uma dica que ajuda a aumentar sua velocidade até esse número é ler deslizando seus dedos sob a linha. Vale a pena tentar melhorar seu tempo de leitura – ou seja muitos alunos perdem um bom tempo nos textos motivadores da redação do Enem e nos textos das questões de alternativas também! Use a recordação ativa Já tinha ouvido falar dessa técnica? A recordação ativa é pouco conhecida dos alunos e envolve tentar recuperar informações da memória, sem ler. Mas pergunte a seus avós e eles saberão explicar: no passado era usada com frequência nas escolas. É simples: depois de ler e reler, afaste a apostila e tente recordar do que leu! Nesse sentido, você pode combinar com a criação de perguntas relacionadas ao assunto (como ensinamos acima) e tentar respondê-las sem olhar suas anotações ou livros didáticos. Aliás, essa prática fortalece incrivelmente sua memória e ajuda a identificar áreas que precisam de revisão adicional. Assista também: Revise seus erros Revise minuciosamente seus erros em provas e redações. Pode parecer coisa óbvia, mas nossos corretores sempre comentam sobre alunos que recebem as redações com os comentários e… não os leem! Compreenda por que você respondeu incorretamente e o que poderia ter feito

Veja que contradição: a nota da redação é o desempate no vestibular, mas tem candidato que deixa para treiná-la em cima da hora da prova… Venha ver no artigo de hoje por que você não pode ir por esse caminho arriscado! Vamos de Redação do Enem e Vestibulares: a importância da nota alta para alcançar a aprovação. Claro que todas as disciplinas precisam ser estudadas igualmente para sua prova de vestibular. Mas redação é um pouco diferente: a maioria dos vestibulares dão peso maior para ela do que para o restante das disciplinas. O peso real da nota de redação nos vestibulares Podemos dar um conselho? Aí vai: enquanto estuda as disciplinas todas, treine ela semanalmente. A gente tem motivos pra insistir nisso: Se você ainda acha pouco, olha isso: um candidato com nota mais alta tem mais chances de passar à frente dos concorrentes. Isso quer dizer que é mais fácil superar concorrentes pela nota de redação, que pela nota de outra disciplina. Estamos falando da hora crucial do desempate. Se nunca te contaram, a coisa funciona assim: em cursos com concorrência muito alta, o desempate é feito pela nota da redação. A tabela que você vê abaixo mostra os aprovados num certo concurso público. Veja como o candidato que ficou em primeiro lugar neste concurso público conseguiu esse feito tirando nota mais baixa que o candidato que ficou em segundo lugar em conhecimentos específicos! Já imaginou se isso acontecesse numa das últimas posições da classificação?! Que desespero, ein… Veja também como as médias são próximas. Uma nota alta na redação é tudo nessa hora, não?! Não vale a pena de jeito nenhum deixar para aprender redação 1 mês antes da prova, concorda? Qual a importância da nota de redação em um vestibular A nota de redação em um vestibular não é apenas uma pontuação, mas um reflexo da capacidade do candidato de se expressar, articular ideias e comunicar-se efetivamente. Em um mundo onde a comunicação é fundamental, a redação destaca habilidades essenciais, como pensamento crítico, análise e síntese. Além disso, a redação avalia a maturidade, o conhecimento cultural e a capacidade de relacionar o tema com eventos atuais. Negligenciar a redação pode comprometer a pontuação final, já que em alguns vestibulares ela tem um peso significativo. Portanto, encarar a redação como uma oportunidade de se destacar é crucial para o sucesso no processo seletivo. Como conseguir nota alta na redação de vestibular Nós sabemos qual a pergunta que está na sua cabeça agora: o que os candidatos bem sucedidos nos vestibulares fazem para aprender a escrever uma redação perfeita? Pois está tudo aqui – vamos revelar em primeira mão pra você! 1. Escrever uma redação por semana (sem falta!) Por que você acha que toda semana temos um tema novo neste blog? Exatamente porque seu treino precisa ser semanal. Você pode (deve!) ler todas as nossas orientações, em todos os nossos artigos, porque são baseadas nas dúvidas dos alunos que nos enviam redações para correção. Mas essas orientações só funcionam na hora que você se senta e tenta fazer o rascunho. As matérias de Geografia, História, Filosofia você decora e até gabaritar as questões delas na prova. Com redação é diferente: não tem matéria a ser decorada – ela depende de suor. E mais: uma coisa é você treinar 1 mês antes da prova; outra coisa é você treinar 6 meses antes da prova. Então aqueles candidatos aprovados com notas máximas em redação não são sortudos! Eles treinaram, isso sim. Mas vamos supor que você é do tipo que protela a redação semanal. Aqui vão 3 dicas maravilhosas: Estabeleça o dia de escrever sua redação semanal logo no começo de sua semana. No começo da semana você estará menos cansado e não inventará desculpas para procrastinar. Defina um tempo específico (2 horas é o ideal) para escrever sua redação. Tente agendar sua redação semanal para terminar na hor do almoço, por exemplo! Isso funciona porque você não poderá sair para almoçar enquanto não terminar a redação. Boa parte dos alunos que não conseguem treinar redação têm o péssimo hábito de escrevê-la em partes, distribuídas por um dia inteiro (e às vezes por vários dias!). Comece e termine sem interromper. Tenha meta na sua redação. Por exemplo, você pode decidir que deve tirar notas 1 ponto acima de sua faixa de nota atual, até o fim do mês. Assim que você atingir essa meta, verá como ficará feliz! Sua felicidade será um motivador para continuar treinando semanalmente. Aos poucos você chegará na nota máxima, sem sofrer. Receber orientação de professor de português Qual profissional é o melhor para ajudar se você tiver uma dor de cabeça? Um médico, é lógico! Parece uma pergunta estranha, mas pode acreditar: ainda tem vestibulando que nunca pediu ajuda de um professor para melhorar a redação! Somos suspeitos em dizer isso, mas é a pura verdade: escreva, dê a redação para um de nossos professores corrigir, e leia com toda a atenção as correções. Faça isso semanalmente e veja como a nota de sua redação vai subir rapidinho! Nota máxima na redação X nota máxima nas outras questões da prova Aproveitando que estávamos falando de gabaritar questões da prova, é raríssimo gabaritar todas as disciplinas e fazer uma redação nota máxima no mesmo vestibular. Mas gabaritar todas as questões de outras disciplinas não é a mesma coisa que tirar uma nota máxima na redação. Nas questões você precisa ter sangue frio, porque só há duas opções: resposta certa ou resposta errada. Por uma distração você pode errar a questão, e aí ela não vale nada. Mesmo que você saiba a matéria. Já na redação, você tem mais chances de se dar bem: ela não tem gabarito, e há muitas notas possíveis entre o zero e o 1000. Isso significa que quanto mais treinar, e mais detalhes aprender sobre redação, mais chances você tem de uma boa nota. Como você vê, a redação te dá muito mais chances de pontuar na prova, do que as

Muitos candidatos escrevem bem mas, não conseguem terminar a prova de redação em 1h30h (sim, esse é o tempo ideal!). Se você é um deles, leve a sério as 10 dicas que vamos dar agora sobre a redação. E por falar em dominar o tempo na escrita, já começamos com a primeira dica para ter um desempenho eficiente. 1. Treine com cronômetro do lado ao fazer a sua redação Comece a treinar usando nossos temas semanais, cronometrando sem se sabotar… Seja rigoroso com você: não interrompa sua escrita para atender telefone, ou brincar com seu pet! Fazendo assim, não haverá risco de entregar a redação sem conclusão, ou chutar outras questões da prova… 2. Saiba previamente como é a redação Ok, pode parecer uma dica óbvia. Mas você não tem ideia de quanta gente tenta descobrir como fazer uma redação 1000 na véspera da prova! Nosso blog quase “explode” de tantas buscas dias antes dela… E conhecemos alunos que viraram a noite fazendo isso na véspera da redação do Enem! Além de não dar certo, só aumentou o estresse pré-vestibular. E se você começar a prova de redação assim, todo atrapalhado, não vai conseguir dominar o tempo minimamente. 3. Pratique a escrita rápida da redação Olha só: não é que você precisa somente escrever rápido. Você também precisa escrever com letra legível! Então o processo é assim: primeiro você aprende a fazer uma redação excelente e depois treina a velocidade da escrita, mas com letra legível. Pensa com a gente: o que adianta um candidato escrever bem se não conseguir terminar a redação dentro do tempo de prova?!E nada de digitar sua redação para treinar! Geralmente a digitação é mais lenta que a escrita manual. Sem mencionar que o corretor precisa entender sua letra, então não digite a redação! https://youtu.be/eI8R8Eyv9vQ 4. Seja objetivo e direto ao escrever a sua redação Lembre-se de que a redação de provas não é um teste de aptidão artística. Esqueça a habilidade que o Machado de Assis, ou a Cecília Meirelles tinham para impressionar. O que isso tem a ver com dominar o tempo na escrita da redação?! Bem, escrever uma redação como se fosse um texto literário toma muito mais tempo do candidato (obras de arte não saem de uma hora para outra, né?). 5. Leia rápido as orientações da prova Se você descansou nos dias anteriores à prova de redação, está tudo sob controle: leia as orientações no caderno de provas com atenção. É perfeitamente possível ler com atenção e rápido. Ler rápido as orientações não significa só “bater o olho”, entende? E tudo é treino mesmo: de tanto ler nossos temas semanais você vai conseguir ler rápido e com atenção as orientações não vai perder seu tempo tendo de refazer nada depois. 6. Seja rápido na interpretação dos textos motivadores Além de compreender os textos motivadores, é preciso pensar no que dizem (concordar ou não com eles). Compreender o texto é o básico, mas, se você puder deduzir (interpretar) o que ele diz, poderá argumentar com personalidade! Esta é, no entanto, uma etapa que consome tempo, todo aluno reclama… Como fazer para ler os textos mais rápido sem deixar escapar nada de importante? De novo: treine toda semana como nossos temas! Eles têm textos motivadores de vários níveis de complexidade. Existe coisa melhor que isso?! Faça assim: escolha um deles, e cronometre seu tempo de leitura de um dos textos. A velocidade perfeita para ler os textos motivadores é 250 palavras por minuto – confere aí a sua. 7. Conexão com a realidade O que vem à sua mente agora que você leu os textos e as orientações da prova? Provavelmente você se lembra de casos, exemplos, situações… coisas que você tem vivido. Tudo isso vai enriquecer sua redação (todo mundo gosta de ler sobre fatos reais, não só teorias!). Os alunos iniciantes costumam reclamar dizendo assim: “Eu não sei o que acontece que na hora da redação eu não lembro de exemplo nenhum!” E sabe por quê? Por dois motivos: Use exemplos e fatos reais na sua redação! Eles vêm rápido à mente e aceleram muito sua escrita, você não imagina! A cada redação que escrever com nossos temas, você sentirá os exemplos surgindo mais rápido (e em maior quantidade)! 8. Criação rápida do rascunho É a hora de decidir onde vai cada informação, cada ideia. Rascunho é tudo numa redação! Dependendo da posição em que você inclui uma informação no texto ela pode ficar mais forte, até. Se você passa mais de meia hora no rascunho, a dica é não se preocupar com correção gramatical ou “palavras perfeitas”. Deixe isso para a próxima etapa – a revisão. Por enquanto, o importante é que todas as ideias vão para o papel (lembrar delas depois é arriscado), e que haja tese e argumentos claros. Não precisa nem se preocupar em dividir os parágrafos agora – parágrafos podem ser subdivididos depois! 9. Correção do rascunho Agora sim, faça a revisão do rascunho com todo o cuidado possível – esse é um momento crucial. É nesta etapa que você descobre falhas “bobas”, argumentos frágeis, trechos que não dá para entender direito… Mas gramática e ortografia não podem ficar para trás. Não se preocupe em enfeitar nada – enfeites não têm nota nenhuma e ainda vão ocupar seu tempo. 10. Faça uma pausa programada Pode não parecer, mas a pausa para ir ao banheiro, comer seu lanchinho, tomar água, fazer outras questões da prova ajuda na qualidade do texto. Então não elimine esta etapa pensando em terminar sua redação mais rápido. Quando o aluno dá uma pausa antes de passar a limpo, ele passa a limpo com “outra cabeça”. Faça isso! Conclusão sobre o tempo na escrita da redação Dicas e estratégias para dominar o tempo na escrita da redação e ter um desempenho eficiente você só encontra no nosso blog. Agora queríamos aproveitar que chegou até aqui e convidar você a fazer um teste com nosso serviço de correção de redação. Topa?

Se a argumentação é a parte mais importante da redação do Enem por causa da dissertação, este artigo é precioso! Role a tela e descubra o que vai dentro de uma argumentação forte de verdade. Para melhorar a argumentação que você usa na sua redação hoje, comece pelo começo. Pelo projeto de texto! É o que o Enem chama de “autoria”. O que a autoria tem a ver com a argumentação na redação do Enem Se um aluno tem o cuidado de pensar na ordem das ideias… na ordem dos parágrafos… na ligação entre as ideias… e nas ideias em si… ele está mostrando autoria. Então: cada pessoa argumenta de um jeito, e isso é uma marca registrada dela. (Não é normal que todos argumentem do mesmo jeito). Pense em como você falaria o que deseja falar, se estivesse frente a frente com o corretor. Qual sua intenção? A partir daí, faça o projeto do seu texto – esquematize as ideias em que quer dar destaque, antes de iniciar o rascunho. Siga a estrutura da dissertação e distribua nela suas ideias principais – seu esquema. Assim você garante autoria e sua redação será uma redação diferenciada. Saiba que o corretor percebe que existe um caminho definido, que as ideias não aparecem “do nada”. Portanto cuidado com trechos, ideias, ou citações que não têm nada a ver com sua sequência de pensamento. Isso pode parecer inofensivo mas o corretor percebe que foi usado sem uma finalidade. Isso é o oposto de autoria. O que a argumentação tem a ver com a competência III da redação do Enem? Tem tudo a ver. É na competência III que sua argumentação vai ganhar (ou perder) pontos. Uma dica valiosa que nossos corretores pediram para incluir neste artigo é a seguinte: sempre recupere o tema em si, e principalmente o recorte temático, durante a argumentação! Recuperar o recorte temático é simplesmente repetir em todos os parágrafos esse recorte. Você pode fazer isso repetindo os termos (é o mais indicado) ou substituindo-os por sinônimos. Apenas tenha muito cuidado porque não existem sinônimos perfeitos, e se você usar sinônimos que não são perfeitos… é quebra de coesão na certa. Primeiro, a tese contém menção ao tema e ao recorte temático: (…) Atualmente, em pleno século XXI, a imigração para o Brasil mantém-se crescente, desafiando não somente nossa sociedade como também nossa economia. Depois, no início de cada um dos parágrafos, até a conclusão, você pode ver como o tema ou o recorte temático se repetem: Assim como os antigos imigrantes, os indivíduos que hoje se instalam em território brasileiro anseiam por melhores e mais dignas condições de vida. (…) Como se não bastasse, a economia brasileira também tem sofrido com a chegada dos imigrantes. (…) Assim, com a finalidade de preparar a sociedade e a economia brasileiras para a chegada dos novos imigrantes, medidas devem ser tomadas. (…) Não é fácil entender a argumentação nesta redação? Um dos motivos é essa repetição do tema. Não custa lembrar que a argumentação só existe se existir uma tese. A tese é sua opinião ou posição sobre o assunto. Só a partir dela você poderia dar justificativas, portanto tenha certeza de que você escreveu uma tese mesmo (não um fato apenas). Do que é feita uma argumentação convincente para a redação do Enem? De explicações. De justificativas. E você pode usar, para isso, as formas mais comuns de se argumentar. Vamos a elas. Definição O candidato que escreveu esta redação usou uma definição dada por um filósofo (Pierre Bordieu). Mas você pode dar definições sem uma autoria definida, como esta: O termo política é derivado do grego e poderia significar tanto sociedade, quanto comunidade, coletividade e outros aspectos da urbanização. É essa visão que falta hoje entre a classe política. Ambas são perfeitamente válidas porque são indiscutíveis. Assim sendo, definições ideais são as extraídas de Áreas do Conhecimento, quer dizer, de matérias que você aprendeu na escola. Elas vêm de autoridades, de estudiosos, ou de consenso geral. Comparação de redação do Enem O candidato comparou o filme com nosso contexto sobre mecanismos tecnológicos que nos alienam. A intenção era dar força à explicação dele sobre a alienação pela tecnologia – e deu. O detalhe aqui é que esta é a introdução de uma redação, e não aconselhamos que você dedique seu tempo a criar argumentações na introdução. A introdução serve apenas para introduzir o assunto. Guarde sua argumentação para a parte central da redação. Comparar tem um incrível efeito – você não precisa dizer muito, a comparação é auto-explicável!. Explicação Localize a explicação que o candidato dá para argumentar, no trecho abaixo de redação 1000 do Enem: Quando o candidato escreve “pois em pleno século XXI as mulheres ainda são alvo de violência”, ele está explicando do jeito mais simples possível. E é uma explicação convincente, porque se baseia em fatos – difícil de ser refutada. Causa-consequência O trecho é de redação 1000 – ele usou causa ou consequência para reforçar a argumentação? Foi uma consequência! A consequência, que é a gentrificação, reforça o contexto exploratório, que o candidato estava afirmando existir na nossa sociedade. O que dizer?! Com uma consequência, é difícil discutir, não é mesmo? A relação de causa-consequência talvez seja a forma de argumentar mais usada pelos candidatos, a primeira que vem à mente. Ainda mais em se tratando de problemas sociais, que é o padrão do Enem. (Aliás, já demos temas que pedem exatamente causa e consequência, você viu?) Além do que causas e consequências são bem convincentes. Exemplo O exemplo aqui é o trecho que começa com “Bom exemplo disso são os índices que indicam…” Mesmo que o leitor não tenha entendido a explicação anterior, sobre discriminação no Brasil, o exemplo é inequívoco. Nada mais ilustrativo que exemplos! Todo mundo gosta deles! Quando dizemos ilustrativo, queremos dizer que o leitor é capaz de imaginar a cena na cabeça dele. Os exemplos são praticamente imagens, e são muito esclarecedores. Você mesmo não fica esperando o professor dar

Cansado de fazer sempre as mesmas introduções em todas as redações do Enem? Prepare-se para o artigo de hoje! Vamos ensinar 6 tipos de introdução, e o corretor vai se sentir seduzido por suas redações! Antes de começar a lista com dicas de como fazer a introdução perfeita para a redação do Enem, precisamos lembrar duas coisas: 1. Contexto histórico-social Esse é o tipo mais usado, é verdade, mas não há nada contra ele. Dar um contexto do que vai se falar é bem útil e didático. Mas não se prenda a citar momentos históricos estudados na escola. Revolução Industrial, Iluminismo, são sempre os preferidos… mas se não tiverem relação com o assunto, você pode perder pontos! Veja como esta introdução de uma redação 1000 contextualiza o assunto: A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas. Veja agora uma possível introdução com uma contextualização para outro tema: O trânsito brasileiro mata milhares de pessoas por ano, o que também significa um imenso prejuízo econômico. Boa parte dos acidentes vêm do consumo de bebidas alcoólicas, embora haja a Lei Seca, como tentativa de solução. Atenção para o seguinte: muitos acreditam que citar uma época histórica ou números no começo da redação funciona com repertório. Funciona como repertório, mas não necessariamente o repertório perfeito, ok? Se você quer que aquela citação inicial valha como repertório perfeito, é preciso usá-lo no texto de alguma forma – ele não pode virar enfeite! Repertório que pode ter a nota máxima é repertório de argumentação. 2. Exemplo Este tipo de introdução é muito usado no jornalismo. Uma reportagem, por exemplo, pode começar a partir de um caso específico para só depois debater o assunto em geral. Vamos deixar claro com o exemplo abaixo: 25 de abril de 2023: uma jovem de 16 anos é agredida em uma escola municipal de Joinville, em Santa Catarina, após dizer que era praticante de umbanda, religião de matriz africana. A problemática do preconceito religioso que persiste intrinsecamente ligado à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social. Percebeu o impacto que cria? Envolve muito o leitor… Mas esse tipo de exemplo usado no começo de uma introdução não tem conectivo nenhum de exemplo, notou? Não é pra ter mesmo. Para ele ter o efeito impactante que você quer, é preciso iniciar diretamente, com o relato e nenhum comentário. Neste caso acima, fizemos como os jornalistas fazem: relatamos brevemente o fato e usamos um verbo no presente, para tornar o fato ainda mais tocante. E outro detalhe: esse exemplo só serve para fisgar o leitor, portanto, se você não quiser, não precisa mais usá-lo no texto. Vamos ver outra introdução escrita dessa forma: Recentemente 90 crianças carentes de Maceió foram ao cinema pela primeira vez. Embora o cinema tenha se popularizado, nota-se a sua limitação social, em virtude do discurso elitizado que o compõe e da falta de acesso por parte da população. Essa visão negativa pode ser significativamente minimizada, desde que acompanhada da desconstrução coletiva, junto à redução do custo do ingresso para a maior acessibilidade. Bem atraente, não é mesmo? 3. Crítica Não vai ser difícil fazer uma introdução para o Enem com uma crítica. A crítica leva automaticamente a algo que precisa ser modificado – e esse é o centro da redação do Enem. Por isso, sugerimos que sua crítica leve, automaticamente, à proposta de intervenção, assim fica mais natural. Veja um exemplo: Não se pode falar de cidadania no Brasil, já que não há acesso pleno ao lazer e à cultura por parte dos menos favorecidos. Ir ao cinema e ao teatro precisam ser atividades costumeiras e estendidas a todos os brasileiros. Como permitir que isso se realize numa situação de limitação econômica de tantos? Curto e grosso, né? Mais um exemplo: Está mais do que na hora de tratarmos as pessoas com transtornos mentais como cidadãos que merecem respeito. Até hoje, eles são estigmatizados, simplesmente por falta de informações corretas sobre o assunto e, também, existe uma carência de representatividade desse grupo nas mídias. Foi uma crítica contundente, bem direta. Críticas são assim mesmo… 4. Interrogação Nada como uma pergunta para levar o leitor a querer ler seu texto e descobrir a resposta. Afinal, todo mundo é curioso. E é um tipo de introdução também fácil de fazer. Fácil e atraente, portanto! Veja como usar: A importância dos indígenas no Brasil configura um fator indispensável à compreensão da diversidade étnica do nosso país. Contudo, ainda persistem desafios à valorização dessas comunidades, o que interfere na preservação de seus saberes. Quais medidas o Estado poderia tomar para melhorar esse cenário? (Mas, por favor, lembre-se de responder a pergunta no seu texto!) Olha só outro exemplo: Como seria o Brasil se não tivéssemos recebido imigrantes em nossa História? Eles marcaram todas as áreas possíveis da sociedade, e não poderíamos ser o que somos sem seu trabalho. E mesmo assim, o que se vê é uma ausência de políticas públicas eficientes para receber e integrar essas pessoas à sociedade. Observe que desta vez a pergunta teve mais um efeito de fazer o leitor pensar na importância dos imigrantes, de forma inversa – com a falta deles. Quer dizer, não haveria nenhuma resposta para a pergunta na argumentação. 5. Frase de alguém conhecido ou ditado popular Se você lembrar de uma frase de alguém, ou do povo, que tem tudo a ver com o que você pretende dizer em sua redação, ponha na introdução. Ao contrário do que se diz por aí, você pode usar ditado popular ou provérbios na redação, sim, desde que

Você sonha com uma vaga na Unicamp, não é mesmo?! Não é pra menos: ela está entre as 200 melhores universidades do mundo, segundo a QS World University Rankings 2023! Se você acha difícil passar no vestibular dela, não desanime: espere só pra ver a ajuda que daremos agora! Para se dar bem na Unicamp 2024, você precisa do calendário completo, e de dicas para estudar as obras literárias. Começamos com o calendário. Calendário Unicamp 2024 Inscrições e pagamento da Taxa de Inscrição: 31 de julho a 31 de agosto de 2023 Prova de Habilidades Específicas de Música: setembro e outubro de 2023 1ª fase: 29 de outubro de 2023 2ª fase: 3 e 4 de dezembro de 2023 Provas de Habilidade威而鋼 s Específicas: 7 a 9 de dezembro de 2023 As obras obrigatórias para a Unicamp 2024 Confira neste vídeo as obras obrigatórias para a Unicamp 2025 (ATUALIZADAS): Nós poderíamos apenas dar a lista de livros obrigatórios da Unicamp para você… mas faremos mais que isso: vamos falar o que é mais importante você saber sobre cada uma! A Tarde – Olavo Bilac Bilac foi o maior poeta parnasiano que o Brasil teve. Ele escreveu A Tarde alguns anos antes de morrer, em 1918. Então você pode imaginar que seus poemas eram os mais perfeitos que Bilac pôde criar, e são exemplos do Parnasianismo! Aliás, durante um bom tempo esse foi o mais famoso livro de sonetos da nossa literatura! Nele você vai encontrar alguns sonetos que falam da terra e dos mitos nacionais; outros sonetos falam de personagens bíblicos e da mitologia grega; e outros são homenagens a grandes artistas do passado. Tem também alguns sonetos que não pertencem a esses grupos, e são uma espécie de balanço de vida e avaliação do legado que ele imaginava estar deixando. Como os melhores poemas parnasianos, os deste livro contêm 14 versos decassílabos (ou, em alguns casos, dodecassílabos) divididos em dois quartetos e dois tercetos, com rimas. tudo formal bem ao gosto parnasiano. Você pode ler este livro gratuitamente neste link da USP: Olhos d`água – Conceição Evaristo A autora deste livro diz que o que ela fez nele foi uma “escrevivência”. É que são vários contos contando suas experiências de vida como alguém que foi uma excluída social. Conceição Evaristo foi uma menina negra, pobre, e mais tarde empregada doméstica, e muitos de seus personagens se parecem com ela: Ana Davenga, Maria, Duzu, Natalina, Luamanda, Ayoluwa… Os contos falam de violência doméstica, violência urbana, preconceitos… mas não se trata de um livro melancólico – ao contrário, suas personagens insistem em continuar vivendo e sonhando. Como você já deve ter adivinhado, os personagens do livro têm ascendência africana, então há ritos e memórias dos antepassados que vieram da África, o tempo todo. Você não vai conseguir ler este livro sem se comover. Carta de Achamento a el-rei D. Manuel – Pero Vaz de Caminha Muitos estudiosos consideram a Carta de Pero Vaz de Caminha a primeira literatura brasileira. Ou seria ela portuguesa?! Bem, o que importa para você que vai prestar a Unicamp é saber que ela traz as experiências que Caminha e seus conterrâneos portugueses viveram ao chegar ao que hoje é o Brasil. Os trechos que falam dos primeiros contatos com os indígenas têm grande chance de cair na sua prova – mostram os interesses econômicos dos colonizadores de Portugal. A linguagem da época pode atrapalhar um pouco, mas tudo que ele narra é bem curioso. É possível imaginar as cenas em que os indígenas usavam plumas e pinturas pelo corpo. Hoje, quando já sabemos do que houve com a população indígena do Brasil a partir do descobrimento, a Carta pode nos explicar mais sobre como tudo começou. A carta do escrivão Caminha está disponível de graça no site da Biblioteca Nacional. Casa Velha – Machado de Assis Este livro não nasceu como livro: era um folhetim na revista A Estação, lá pela década de 1880. Só virou livro em 1943. Você sabe o que era um folhetim, ou não? Folhetim era uma novela publicada em capítulos, de forma impressa, num jornal. Se a prova de vestibular perguntar, saiba que é uma obra da fase realista de Machado, mas alguns críticos acham que tem mais características românticas do autor. A história é a seguinte: um cônego (religioso ligado à administração de uma igreja) estava escrevendo um livro sobre o primeiro Império e vai até uma casa onde teria morado um ministro daquela época. A intenção dele era pesquisar documentos que estariam em meio às relíquias da casa velha. Acaba se tornando amigo da família e… descobre um caso de amor entre os moradores da casa. Não fica só nisso: outros casos também são descobertos e assim segue a história. A Casa Velha você pode ler imediatamente, sem pagar nada; basta baixar do site Domínio Público. O Ateneu – Raul Pompéia Você vai achar que este livro fala de bullying (que faz parte dos nossos temas de redação), mas não é o caso. Ele faz uma crítica ao ensino da elite brasileira no final do século XIX, e à relação entre amizades, relacionamentos, e posição social. Outro tema que ele toca é a homossexualidade, mas de forma discreta, como insinuação – alguns alunos nem percebem. Não espere uma sequência cronológica: os fatos são relatados fora da sequência, o que pode dar um pouco de trabalho para você entender. E também a linguagem é intrincada, formal: é preciso ler com atenção. A história em si é de Sérgio, um jovem adolescente que pela primeira vez fica longe da família para estudar num colégio interno masculino no Rio de Janeiro, o colégio Ateneu. A história é contada em primeira pessoa, muito tempo depois dos fatos. A princípio ele achava que amadureceria graças à experiência naquele colégio, mas muda de ideia posteriormente… O personagem Aristarco é muito marcante: trata-se do diretor do colégio, que se revela uma pessoa abominável, que humilha alunos publicamente. Pior são os colegas de Sérgio, que também têm suas

Chegou ao blog certo: só aqui você tem as informações todas (todas mesmo!) sobre como será o Enem 2023. Veja as datas e tudo sobre a redação! Antes de ver tudo o que você precisar saber sobre o Enem 2023, anote aí as datas pra quem vai fazer a prova – foram alteradas recentemente (não sabemos por quê): Inscrições: 5 a 16 de junho Provas: 5 e 12 de novembro (no dia 5 de novembro você fará sua prova de redação) Divulgação do gabarito: 24 de novembro Resultados: 16 de janeiro de 2024 Documentos para fazer a prova do Enem 2023 Nos dias da prova você pode levar seu documento de identificação no bolso ou de forma digital, se preferir. Então pode usar o e-Título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou o RG digital. Só não leve em forma de print ou em PDF – eles têm que estar nos aplicativos oficiais. Enem digital em 2023 Não vai ter mais Enem digital. Foi uma decisão do Inep, porque não havia muito interesse dos alunos nessa versão, e, ainda tinha o fator custo: era mais caro que a versão impressa. Número de questões na prova do Enem 2023 No primeiro dia de prova do Enem, você encontrará as seguintes questões: Tudo isso precisa ser feito em 5,5 horas. Como no segundo dia de prova do Enem não há mais a redação, você terá 5 horas somente para resolver as questões, que são as seguintes: Tanto no primeiro quanto no segundo dias de prova, as questões são sempre objetivas, e nosso cálculo é também de 3 minutos para cada uma, no máximo! A ideia de incluir questões dissertativas está suspensa momentaneamente, até que o Novo Ensino Médio seja readequado e voltar a valer. Siga nosso blog que vamos avisar imediatamente quando as questões dissertativas forem implantadas. Os alunos comentam que 3 minutos para cada questão é o ideal – nada mais que isso. Na redação, 1 hora e 50 minutos tem sido o tempo máximo ideal. Claro que isso vai depender de você: se você leva mais de 3 minutos em cada questão, seu tempo de redação será reduzido. Ainda falando do tempo, os alunos comentam com a gente que levam muito tempo para responder as questões do Enem, porque os enunciados são bem longos. Então treine cronometrando seu tempo! E, por favor, não chegue atrasado para a prova: os portões fecham às 13h, e a prova começa às 13:30 (horário de Brasília). Redação Enem 2023 Vamos agora mostrar como vai ser a redação do Enem 2023, que é a nossa especialidade. Se você vai prestar Enem pela primeira vez, este é o básico que precisa saber sobre a redação: A imagem abaixo faz parte da cartilha do enem, e mostra o que você precisa fazer na sua redação, mas não indica necessariamente a ordem dos itens. Logicamente você vai primeiro entender o tema, mas você pode dar soluções para o caso em qualquer ponto do seu texto. Estamos alertando para isso, porque muitos alunos acham que a proposta de intervenção deve vir na conclusão, Isso não é verdade – ela pode vir até na introdução, como diz o Inep na cartilha dos corretores. A imagem mostra apenas a sequência do seu pensamento – afinal você só pode imaginar proposta de intervenção depois de analisar o problema, não é mesmo? Critérios de nota da redação Enem 2023 Os corretores do Enem vão analisar sua redação e dar a nota seguindo vários critérios, e são tantos que eles agrupam os critérios em 5 competências. Se você é competente numa habilidade, é porque você a domina. Por exemplo, se você é competente em escrever com a gramática correta, é porque você domina a gramática Então as 5 competências são todas as habilidades que os alunos precisam ter para tirar a nota máxima – 1000 – no Enem. Esta tabela abaixo (da cartilha de corretores do Enem) mostra todas as competências e o que é analisado dentro de cada uma – você tem todas essas competências? E a nota funciona assim: os 1000 pontos máximos são divididos em 200 por 5 competências. Assim, cada competência vai te garantir no máximo 200 pontos. A gente já tinha explicado antes como as redações são corrigidas no Enem – e os corretores são sempre professores. Aliás, são 2 professores que vão corrigir sua redação. Se por acaso as notas que cada um der tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, ou se alguma das competências tiver uma diferença de mais de 80 pontos, entra em cena o terceiro corretor. E se a diferença de notas continuar, a redação vai ser avaliada por uma banca inteira de especialistas. Então, se você é o tipo do aluno dedicado, fique tranquilo porque a correção é séria. O título na redação Enem 2023 Não precisa pôr título na sua redação. O título não é obrigatório e não receberá nota, nem pode fazer você perder nota. Só tem um detalhe: se você decidir colocar título, não use nada que possa zerar sua redação como explicamos abaixo. O que pode zerar a redação Enem 2023 Nossos corretores nos contaram que sempre recebem redações com algum problema que poderia levar à nota zero. Então temos a obrigação de lembrar você do que leva um corretor do Enem a zerar uma redação. Primeiro, as razões ligadas principalmente a falta de atenção (ou quando o aluno “dá bobeira”): E agora as razões ligadas a falta de treino (e a candidatos iniciantes), portanto, que podem prejudicar até quem é atento. São essas que nossos corretores dizem que mais aparecem nas redações que eles recebem: Estamos tranquilos depois deste artigo: ele tem tudo que você precisa saber sobre o Enem 2023. Mas tudo mesmo! Podemos combinar uma coisa? Deixe que a gente te ajuda com a redação – nós temos professores treinados para corrigir o modelo Enem de um jeito que só aqui!