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A FGV divulgou oficialmente, nesta segunda-feira (8), os cadernos das provas discursivas e da redação do Concurso Nacional Unificado (CNU 2025). Como já era esperado, cada bloco temático recebeu um tema específico, alinhado ao edital, às políticas públicas atuais e aos desafios estruturais do Estado brasileiro. Se você prestou o CNU ou está se preparando para próximas edições, entender o que efetivamente caiu é essencial, tanto para revisar seu desempenho quanto para antecipar padrões da banca. Este post reúne, de forma clara e organizada, todos os temas cobrados nos nove blocos da prova discursiva.A seguir, você confere um resumo completo dos assuntos exigidos em cada área antes de avançarmos bloco por bloco na análise detalhada. Temas das provas discursivas do CNU 2025 — Bloco por Bloco Abaixo, você encontra os temas oficiais, exatamente como foram apresentados pela banca. Bloco 1 — Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social) Tema:Democracia é Saúde: participação social, equidade nas políticas públicas e os desafios relacionados aos desastres climáticos, com foco em equidade e intersetorialidade. Bloco 2 — Cultura e Educação Tema: Inclusão Digital e Políticas Públicas de Cultura: como garantir acesso, participação e diversidade cultural no ambiente digital. Bloco 3 — Ciências, Dados e Tecnologia Tema: Impactos das Novas Tecnologias nas Esferas Econômicas e Sociais: o avanço tecnológico e suas repercussões no trabalho, na economia e na vida em sociedade. Bloco 4 — Engenharias e Arquitetura Tema: Planejamento e Integração de Projetos de Infraestrutura Pública: com foco em saneamento básico, acessibilidade, sustentabilidade e cumprimento das normas técnicas e legais. Bloco 5 — Administração Tema: Emendas Parlamentares e Comunicação Pública: transparência, critérios de alocação e o papel da comunicação institucional na administração pública. Bloco 6 — Desenvolvimento Socioeconômico Tema: Mercado de Trabalho e Extensão Rural: desafios contemporâneos da formação profissional, inclusão produtiva e apoio ao desenvolvimento regional. Bloco 7 — Justiça e Defesa Tema: Direito Internacional e Segurança Pública: princípios do Direito Internacional Público e Humanitário, funcionamento do SUSP e diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS). Bloco 8 — Nível Intermediário – Saúde Tema da Redação: Ocupações Irregulares nas Grandes Cidades: impactos na saúde pública e responsabilidades do Estado na prevenção, controle e mitigação dos riscos. Bloco 9 — Nível Intermediário – Regulação Tema da Redação: Mobilidade Urbana e Transporte Coletivo: o papel do Estado na implantação, expansão e popularização de sistemas de transporte público de qualidade e a atuação das agências reguladoras. O que caiu no BLOCO 1 – Seguridade Social? O Bloco 1 trouxe duas questões discursivas longas, densas e 100% interdisciplinares, exigindo: Foram temas extremamente alinhados com o núcleo do bloco:interseção entre saúde, assistência social, democracia e enfrentamento das desigualdades. A seguir, você verá cada questão separadamente, com análise completa. QUESTÃO 1 — “Democracia é Saúde” e a participação social no SUS e SUAS O que a questão pedia exatamente? A FGV solicitou um texto dissertativo-argumentativo respondendo a três eixos: 1) Explicar COMO a participação da comunidade contribui para: E precisava mencionar os mecanismos institucionais, como: 2) Escolher UMA política pública ligada ao seu núcleo profissional e mostrar como ela incorpora participação social. Exemplos possíveis (qualquer um seria aceito se bem explicado): Era essencial demonstrar: 3) Apresentar DOIS exemplos concretos de ações participativas Exemplos possíveis: Cada exemplo deveria funcionar como evidência da relação entre democracia, equidade e cidadania. 📥 Clique aqui e veja o tema completo em PDF (baixar). QUESTÃO 2 — Equidade, Justiça Climática e integração SUS + SUAS em desastres O que a questão pedia exatamente?Três partes: 1) Analisar a relação entre equidade e justiça social nas políticas de saúde e assistência social O candidato precisava: 2) Explicar a importância da intersetorialidade SUS + SUAS na gestão de desastres climáticos E apresentar DOIS exemplos práticos, como: A FGV queria ver que o candidato entende: 3) Indicar DOIS desafios para promoção da equidade em ações do SUS e SUAS Exemplos possíveis: Era preciso justificar cada desafio com argumentos coerentes. BLOCO 2 – CULTURA E EDUCAÇÃO: o que caiu no CNU? O Bloco Temático 2 avalia sua capacidade de analisar desigualdades culturais e digitais, compreender políticas de inclusão, interpretar dados, mobilizar teorias de referência e propor estratégias fundamentadas na sua área de formação. As duas questões do bloco articulam: São questões que exigem análise crítica, exemplos e proposta viável. QUESTÃO 1 — Inclusão Digital e Capacidades Humanas O que a banca queria avaliar? A questão avalia se você entende: Como responder (estrutura esperada) 1. Explicação conceitual articulada – conectividade significativa + Sen Exemplo concreto que deve aparecer: 2. Dois fatores que dificultam o alcance da conectividade significativa Você poderia selecionar, por exemplo: 3. Proposta de ação fundamentada na sua área de formação A banca quer:✔ Uma ação clara✔ Justificativa técnica✔ Relação com as capacidades humanas Exemplos possíveis: A banca avalia → clareza, fundamentação, impacto social e capacidade de argumentação. Treine temas como inclusão digital, políticas culturais e capacidades humanas com mais de 300 temas inéditos para concursos. QUESTÃO 2 — Desigualdades no Acesso à Cultura e Cultura Viva O que a banca queria avaliar? A questão exige que você: Texto I: acesso físico a equipamentos culturais (museus, cinemas, teatros). Texto II: acesso comunitário e territorializado via Pontos e Pontões de Cultura. Valorização dos coletivos comunitários. Participação social. Descentralização territorial. Reconhecimento das expressões locais. A banca quer ver interpretação crítica + visão de política pública cultural. Para treinar exatamente como a banca FGV exige:📥 Clique aqui para baixar o PDF da questão completa (ideal para estudo). BLOCO 3 – CIÊNCIAS, DADOS E TECNOLOGIA: O que caiu no CNU 2025? O Bloco 3 explorou revoluções tecnológicas, os ciclos de inovação descritos por Carlota Pérez, a bolha da IA, mercado de trabalho digital, regulação estatal, estratégias de soberania digital e Governo Digital. As duas questões pedem análise crítica, conexão teórica e proposta de ação sólida — exatamente o tipo de cobrança clássica da FGV. QUESTÃO 1 — IA, frenesi tecnológico e impactos socioeconômicos O que a banca pediu nesta questão? A questão cobra três movimentos: 1. Identificar duas

A UNESP (Universidade Estadual Paulista) é uma das maiores e mais concorridas instituições públicas do Brasil. Seu vestibular, aplicado pela banca VUNESP, é conhecido por temas sociais, filosóficos e culturais que exigem análise crítica, autonomia intelectual e domínio da norma-padrão. Em 2026, o segundo dia da segunda fase trouxe 12 questões discursivas de Linguagens e a redação, cujo tema foi: “Vivemos uma epidemia de solidão?” Neste post, você vai entender: Qual foi o tema da redação da UNESP 2026? A pergunta “Vivemos uma epidemia de solidão?” exige que o candidato analise: • O conceito de solidão como fenômeno social contemporâneo A banca não espera sentimentalismo, mas sim reflexão estruturada. • O uso do termo “epidemia” como metáfora sociológica Cabe discutir se a solidão se espalha como um problema coletivo — ligado a tecnologia, urbanização, trabalho, saúde mental, individualismo etc. • As causas estruturais da solidão moderna • As consequências sociais da solidão • O posicionamento claro sobre a pergunta A tese precisa responder SIM ou NÃO, com justificativas sólidas. Quer aprender a escrever redações do nível UNESP? Como interpretar o tema da UNESP 2026? A interpretação mais segura envolve três passos: 1. Identificar o problema central A solidão não é apenas individual: a palavra epidemia indica que é socialmente disseminada. 2. Analisar causas e processos sociais A banca valoriza explicações estruturais, não opiniões pessoais. 3. Apresentar um ponto de vista claro A pergunta norteia toda a elaboração da tese. Quais foram os temas de redação da UNESP nos últimos anos? Eles seguem um padrão: fenômenos sociais contemporâneos analisados sob lente filosófica, política, midiática ou cultural. Ano Tema Oficial 2026 Vivemos uma epidemia de solidão? 2025 Medicalização da vida: a quem interessa? 2024 Faz-se necessária a proibição do uso de celular nas escolas? 2023 A lógica do condomínio: o espaço público está em declínio? 2022 “Tudo bem não estar bem?”: a tristeza em tempos de felicidade compulsória 2021 O carro será o novo cigarro? 2020 Tempo é dinheiro? Padrão da banca: Temas filosóficos, urbanos, comportamentais e sociológicos — sempre com estrutura reflexiva e analítica. Vai prestar UNESP? Nossos cursos têm correção por banca, aulas específicas e simulados discursivos. Treine como quem quer ser aprovado. O que os textos motivadores da UNESP 2026 abordavam? A proposta da UNESP 2026 trouxe um conjunto de cinco textos motivadores, todos articulados para construir uma visão ampla, crítica e multifacetada do fenômeno contemporâneo da solidão. Diferente do ENEM, a UNESP não usa textos apenas para contextualizar. Ela provoca interpretações complexas, reunindo história, poesia, sociologia, saúde pública e mídia, tudo para exigir do candidato análise, abstração e autonomia argumentativa. A seguir, veja o que cada texto motivador abordava e qual função desempenhava no projeto da banca: Texto 1 — A solidão como fenômeno histórico e evolutivo Trecho de Georges Minois, historiador. O texto explica que, durante milênios, o ser humano não podia sobreviver sozinho. A vida em grupo era essencial para proteção e continuidade da espécie. Função no conjunto: Texto 2 — A solidão na vida urbana moderna Poema de Drummond, retratando o isolamento humano em meio ao barulho, aos carros, às tecnologias. Função no conjunto: Texto 3 — A solidão como abandono e pedido de conexão Charge de Jean Vó, com humor crítico. Função no conjunto: Texto 4 — A solidão como problema de saúde pública global Dados e análises da OMS e da Comissão “Conexão Social”. O texto aponta que: Função no conjunto: Texto 5 — Solidão, mídia, infância e confusão conceitual Estudo da Universidade de Michigan. O texto discute: Função no conjunto: Em síntese: qual é a lógica da coletânea da UNESP 2026? A banca construiu um percurso argumentativo que permite ao candidato: Ou seja, a coletânea oferece matéria-prima rica, mas exige: Exatamente o estilo tradicional da UNESP. Quanto vale a redação da UNESP? A redação vale 28 pontos, calculados pela fórmula: Nota final = (nota atribuída × 28) ÷ 11 A nota máxima possível é:➡️ 28/28 Qual é o tipo de texto exigido pela UNESP? A banca exige um texto dissertativo-argumentativo, em prosa, com: A proposta de intervenção NÃO é obrigatória. Qual é a estrutura ideal para uma redação da UNESP? A UNESP não aceita modelos decorados. Ela quer autonomia. Introdução – 3 funções essenciais Desenvolvimento – 2 parágrafos Cada um deve conter: Conclusão Síntese + reafirmação da tese.Não precisa sugerir intervenção. Quais os critérios de correção da redação da UNESP? A banca avalia três critérios principais: A) Tema Zera se fugir ao tema ou ao gênero. Avalia: B) Estrutura / Coerência / Gênero Avalia: C) Linguagem e Coesão Avalia: Textos curtos (até 15 linhas) perdem nota. Há até 33 linhas disponíveis na folha. O que pode zerar uma redação na UNESP? A redação é zerada se houver: Redação da UNESP x Redação do ENEM: qual é a diferença? Elemento UNESP ENEM Gênero Dissertativo-argumentativo Dissertativo-argumentativo Proposta de intervenção Não é obrigatória Obrigatória Coletânea Proibido copiar; paráfrase excessiva é penalizada Pode ser usada indiretamente Estrutura Livre, analítica, filosófica Rígida, guiada por 5 competências Correção 3 critérios 5 competências Nota 0–28 0–1000 Penalização principal Falta de autonomia Falta de coesão e intervenção Tamanho Até 33 linhas 7 a 30 linhas Como estudar para a redação da UNESP? A UNESP premia: Como treinar de verdade: Cronograma oficial da UNESP 2026 Para orientar os candidatos e ajudar no planejamento, abaixo estão as principais datas da segunda fase, provas específicas e matrícula da UNESP 2026: 07/12/2025 — Primeiro dia da segunda fase 08/12/2025 — Segundo dia da segunda fase 16 a 22/12/2025 — Provas de Habilidades Específicas 21/12/2025 — Provas de Habilidades Específicas 30/01/2026 — Divulgação da Lista Geral de Classificação 02 a 04/02/2026 — Matrícula Virtual da 1ª Chamada Conclusão A redação da UNESP exige muito mais que fórmulas prontas: ela cobra interpretação fina, análise crítica e autonomia textual. O tema de 2026 — “Vivemos uma epidemia de solidão?” — reforça essa tradição ao exigir que o estudante compreenda fenômenos sociais complexos e articule argumentos consistentes. Conhecer o padrão da banca, estudar temas anteriores, dominar a

No dia 7 de dezembro de 2025, ocorreu a prova de redação do Vestibular Unificado UFSC/IFSC/IFC 2026. A banca apresentou um tema de grande relevância social: a desigualdade social no Brasil, construído a partir de textos literários, música popular e dados estatísticos. O candidato deveria escrever um texto de até 30 linhas, escolhendo entre três gêneros: A seguir, você encontra a análise completa do tema, dos textos motivadores, das propostas de redação e de como a UFSC espera que o candidato desenvolva sua resposta. Como a banca estruturou o tema de desigualdade social? O tema foi construído de forma interdisciplinar, unindo literatura brasileira, cultura popular e dados econômicos. Texto 1 — Quatro obras literárias obrigatórias Os fragmentos de: expõem realidades marcadas por exploração, precariedade, desigualdade de gênero, classe e raça. A banca apresentou essas obras não apenas como referências culturais, mas como pilares interpretativos: o candidato deveria reconhecer que a desigualdade social é histórica, estrutural e atravessa diversas formas de vida no Brasil. Texto 2 — Música “Xibom Bombom” A canção reforça a mobilidade social limitada, sintetizada no verso:“É que o de cima sobe e o de baixo desce”. A música reforça: Esse texto dialoga diretamente com narrativas individuais, tornando-o especialmente útil para a crônica e para a carta ao futuro. Texto 3 — Infográfico de desigualdade O infográfico apresenta dados como: A função desse texto é objetivar o problema, oferecendo subsídios concretos para embasar a argumentação no manifesto e dar verossimilhança à carta. Análise das três propostas de redação A UFSC avaliou não apenas o conteúdo, mas a capacidade de adequação ao gênero textual. Cada proposta exige uma estrutura, um propósito comunicativo e um tom próprio. 1. Manifesto — denúncia e mobilização coletiva O candidato poderia escrever: A estrutura esperada inclui: A banca avaliou se o estudante: 2. Crônica — o cotidiano atravessado pela desigualdade A crônica deveria mostrar como a desigualdade aparece na vida real: O que a banca esperava: A crônica não exige soluções diretas, mas uma reflexão vinculada ao cotidiano. 3. Carta ao “eu do futuro” — projeção social e responsabilidade histórica O candidato deveria imaginar-se em 2030, ao concluir sua graduação.Espera-se: A banca valorizou: Como a UFSC corrige a redação: análise aplicada ao tema 2026 A seguir, os quatro critérios aplicados ao tema deste ano, com explicação prática do que a banca procurou. 1. Adequação ao tema e ao gênero (2,5 pontos) O avaliador analisa: Erro comum: transformar crônica em dissertação ou manifesto em desabafo pessoal. 2. Modalidade escrita padrão (2,5 pontos) O foco é: Nesse tema, a banca penalizou: 3. Coerência e coesão (2,5 pontos) Avaliação da: Para este tema, espera-se: 4. Informatividade e argumentação/narratividade (2,5 pontos) É o critério que mais diferencia notas altas. A banca procurou: Como os textos motivadores dialogam com cada gênero? Gênero Relação com os textos motivadores Manifesto Uso direto do infográfico; denúncia baseada em obras literárias; tom crítico da música Crônica Expressões do cotidiano presentes nas obras e na música Carta ao futuro Projeções baseadas em dados do infográfico e nas críticas sociais das obras Temas semelhantes que o Redação Online já trabalhou Para fortalecer o repertório dos seus estudos, o Redação Online já abordou temas que dialogam diretamente com desigualdade e mobilidade social — núcleo da prova de 2026. Ambos complementam a discussão sobre desigualdade, políticas públicas e mobilidade social no país. Por que o tema de 2026 é coerente com a linha editorial da banca? Porque reforça características marcantes da UFSC: Esse tema sintetiza a essência do vestibular: avaliar formação crítica, leitura de mundo e capacidade comunicativa. Cronograma do Vestibular UFSC/IFSC/IFC 2026 Etapa Data Prova 1 6/12/2025 Prova 2 (Redação) 7/12/2025 Provas de Artes 16–22/12/2025 Provas da FAAC 21/12/2025 Lista geral de classificados 30/01/2026 Matrícula virtual 2 a 4/02/2026 Conclusão — o que o candidato aprende com a redação de 2026 A redação do Vestibular UFSC/IFSC/IFC 2026 mostrou que: Para quem prestará o Unificado 2027, a melhor estratégia é: A redação da UFSC não exige apenas escrita: exige consciência social e domínio técnico. Se você vai fazer o Vestibular Unificado UFSC/IFSC/IFC 2027, prepare-se com estratégia.No Redação Online, você treina todos os gêneros cobrados pela banca, estuda as obras obrigatórias, acompanha análises completas e participa do nosso Clube do Livro. Em 2026, teremos aulas específicas para esse vestibular.

O avanço das redes sociais transformou profundamente a forma como os indivíduos se informam, se relacionam e constroem percepções sobre o mundo. Nos últimos anos, porém, esse ambiente digital passou a ser marcado por um fenômeno preocupante: a “isca de raiva”, estratégia utilizada para provocar indignação e estimular engajamento rápido por meio de conteúdos provocativos, distorcidos ou emocionalmente carregados. O aumento expressivo desse tipo de publicação tem contribuído para a intensificação de conflitos online, a deterioração do diálogo público e o agravamento de problemas de saúde mental, especialmente entre jovens e adultos hiperconectados. Diante desse cenário, analisar os impactos socioemocionais e comportamentais da “isca de raiva” torna-se fundamental para compreender os desafios contemporâneos ligados à tecnologia, à desinformação e ao bem-estar psicológico. Por isso, o tema tem sido amplamente discutido por educadores, pesquisadores e avaliadores, configurando-se como uma possibilidade concreta para ENEM, vestibulares e concursos que exploram questões atuais da cultura digital. Textos motivadores sobre o tema “isca de raiva” Texto I – O que significa “isca de raiva” nas redes sociais? O termo “isca de raiva” (rage bait) foi eleito como expressão do ano pela Oxford University Press, após registrar uma alta expressiva no uso ao longo dos últimos meses. A expressão descreve táticas manipuladoras que buscam provocar irritação, indignação ou frustração no usuário para aumentar engajamento, tráfego e alcance de publicações. Segundo o dicionário, esse tipo de conteúdo é produzido deliberadamente para despertar emoções negativas, funcionando como uma evolução do clickbait. Enquanto o clickbait atrai pela curiosidade, a isca de raiva tem como objetivo direto provocar reações emocionais intensas, fazendo com que o público interaja mais. A escolha do termo reflete o clima emocional das discussões digitais de 2025 e se conecta ao aumento da exaustão mental, da polarização e do consumo acelerado de conteúdos provocativos nas redes sociais. Especialistas apontam que, mesmo sem perceber, a maioria dos usuários já foi alvo desse tipo de manipulação emocional enquanto rolava o feed. Fonte adaptada:g1 Texto 2 – Como o “rage bait” influencia emoções e polarização nas redes sociais? O dicionário de Oxford escolheu rage bait como palavra do ano de 2025. O termo descreve conteúdos digitais criados para provocar irritação e gerar alto engajamento nas redes sociais. Publicações provocativas despertam emoções fortes e são impulsionadas pelos algoritmos, que priorizam aquilo que captura mais atenção. Segundo a psicóloga Leihge Roselle, o cérebro humano tem tendência a prestar mais atenção a estímulos que provocam alerta ou ruptura de padrão. Essa inclinação favorece a difusão de conteúdos que despertam raiva, medo ou indignação, o que explica a velocidade com que esses materiais se espalham. O fenômeno se conecta também ao aumento das relações parasociais. O dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como palavra do ano. O termo descreve vínculos emocionais que indivíduos formam com figuras públicas mesmo sem contato real. A rotina de influenciadores nas redes desenvolve sensação de convivência e cria uma blindagem moral em torno dessas figuras, dificultando o pensamento crítico. Pesquisadores afirmam que o rage bait contribui para um ambiente digital mais tóxico. Segundo Marie Santini, professora da UFRJ, a indignação online é usada como estratégia de monetização e não promove avanços coletivos. Algoritmos reforçam esse ciclo ao recomendar conteúdos semelhantes sempre que percebem aumento do engajamento. Esse cenário amplia a polarização e reduz o espaço para debates racionais. A exposição constante ao rage bait intensifica emoções viscerais, produz ressentimento e dificulta o encontro de informações que contrariem as crenças dos usuários. Fonte: Adaptado de Poder360 Texto 3 – Como a ciberpsicologia explica os efeitos do rage bait na saúde mental dos usuários? A sensação de indignação ao navegar pelas redes é cada vez mais comum. Esse fenômeno é explicado pelo rage bait. O termo descreve conteúdos produzidos para provocar irritação e gerar engajamento emocional. Na ciberpsicologia, o rage bait revela como os algoritmos priorizam emoções intensas para manter o usuário conectado. O rage bait assume diversos formatos. Pode aparecer em opiniões extremas, manchetes sensacionalistas, ataques a grupos sociais ou vídeos editados para destacar trechos polêmicos. Mesmo quando a intenção é criticar o conteúdo, cada reação fortalece o seu alcance. O algoritmo interpreta comentários e curtidas como sinais de relevância. A exposição frequente a esse tipo de conteúdo afeta a saúde mental. A ativação constante do sistema de ameaça aumenta a ansiedade. O viés de negatividade faz com que estímulos provocativos capturem mais atenção. O cérebro reage como se estivesse diante de um risco real. Pesquisadores destacam que o consumo repetido desses gatilhos aumenta irritabilidade, reforça polarizações e alimenta a sensação de impotência. A pessoa passa mais tempo em alerta, desenvolve pensamentos automáticos distorcidos e interpreta situações de forma catastrófica. Essas respostas emocionais tendem a se intensificar com o uso contínuo. A psicologia observa que o rage bait pode estimular padrões como catastrofização, generalização e leitura mental. Esses processos cognitivos fortalecem a emoção de raiva. Técnicas de reestruturação cognitiva ajudam o indivíduo a questionar interpretações precipitadas e a reduzir o impacto emocional dessas interações. Estratégias práticas podem minimizar o efeito do rage bait. Entre elas estão a pausa consciente antes de reagir, o controle de exposição, a seleção de conteúdos mais saudáveis e a compreensão do funcionamento dos algoritmos. Essas medidas reduzem o ciclo de engajamento emocional. A ciberpsicologia aponta ainda que o problema é estrutural. O modelo de negócios das plataformas se baseia em atenção contínua. Enquanto isso permanecer, o rage bait terá vantagem. A discussão sobre educação digital, políticas públicas e regulação das plataformas é essencial para reduzir danos coletivos. Fonte: Adaptado de Psicoterapia e Afins. Disponível em:https://www.psicoterapiaeafins.com.br/2025/08/26/raiva-nas-redes-sociais-algoritmos-saude-mental/ Texto 4 – Por que o termo “rage bait” foi escolhido como palavra do ano pelo Oxford Dictionary? O Oxford University Press escolheu rage bait como a Palavra do Ano de 2025. O termo indica conteúdos criados deliberadamente para provocar irritação e aumentar o engajamento nas plataformas digitais. Essas publicações despertam emoções fortes e são impulsionadas por algoritmos que priorizam reações intensas. Fonte: Adaptado de O Globo. Quais repertórios socioculturais ajudam a explicar o fenômeno da isca de raiva?

A edição 2026 do PAES UEMA trouxe um dos temas mais instigantes e socialmente relevantes dos últimos anos. A proposta convidou o candidato a refletir sobre como os diferentes cenários político-sociais, do Brasil e do mundo, atravessam, moldam e tensionam a experiência das juventudes brasileiras. A partir do romance As Meninas, de Lygia Fagundes Telles, e de textos sociológicos sobre juventude, a banca estruturou um tema que exige leitura crítica, sensibilidade social e domínio sólido do texto dissertativo-argumentativo. Ainda na abertura da prova, os estudantes foram informados de que não se pode falar de “uma juventude universal”, já que existem múltiplas juventudes, atravessadas por desigualdades, pertencimentos, culturas, identidades e transformações históricas. A questão central, portanto, consistia em analisar como esses diferentes contextos políticos e sociais impactam a vida dos jovens e, sobretudo, como esses impactos moldam suas perspectivas, seus desafios e suas possibilidades de futuro. Antes da análise detalhada, vale lembrar que já havíamos preparado um material completo sobre o PAES aqui: 👉 Clique aqui para ver tudo sobre o PAES UEMA 2026https://redacaonline.com.br/blog/paes-uema-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-dominar-a-prova-e-tirar-nota-maxima-na-redacao/ O que o tema realmente pediu? A prova exigiu um texto dissertativo-argumentativo, em prosa, que apresentasse pelo menos dois argumentos válidos, articulados logicamente e fundamentados pelos textos motivadores. Nesse sentido, alguns elementos fundamentais precisavam estar presentes: Para treinar esse gênero com profundidade e direcionamento específico: A coletânea: o que cada texto trouxe e como relacioná-los A banca utilizou duas bases principais: trechos críticos sobre o romance As Meninas e textos acadêmicos sobre juventude. Cada parte cumpre uma função importante. 1. O romance As Meninas: juventude, política e turbulência histórica As críticas literárias citadas na prova destacam: Nesse sentido, o romance funciona como uma lente para observar como contextos adversos moldam identidades, sonhos e traumas das juventudes. Assim, o candidato poderia desenvolver: 2. Textos sociológicos sobre juventude: múltiplas realidades, múltiplos desafios Os textos motivadores reforçaram que: Assim, o candidato precisava analisar como: O segredo era articular as perspectivas sociais do texto com a sensibilidade literária de As Meninas. Argumentos possíveis para desenvolver na redação 1. Juventudes e desigualdades estruturais Desigualdades econômicas, raciais e territoriais moldam experiências juvenis, influenciam pertencimento e criam barreiras para educação, cultura, trabalho e participação política. 2. Juventudes e instabilidade política Ciclos de crise institucional geram medo, desinformação e incerteza quanto ao futuro, especialmente para jovens em situação de vulnerabilidade. 3. Juventudes e violência física/digital A juventude brasileira é um dos grupos mais afetados por violência policial, violência de gênero, violência urbana e ataques digitais — fenômenos que influenciam autoestima, inclusão e projeto de vida. 4. Juventudes e resistência Apesar dos desafios, a juventude é protagonista histórica de movimentos culturais, políticos e sociais; transforma linguagens e mobiliza tecnologias para criar novas formas de resistência. Repertórios socioculturais possíveis Todos esses repertórios permitem aprofundar a tese e aplicar a coletânea de maneira produtiva. Como o Redação Online prepara você especialmente para o PAES Para além dos conteúdos aprofundados no blog, o Redação Online oferece: CONCLUSÃO Conclui-se que o tema do PAES UEMA 2026, “Os cenários político-sociais e seus impactos na vida das juventudes brasileiras”, representa uma oportunidade rara para que o candidato demonstre não apenas seu domínio do texto dissertativo-argumentativo, mas sobretudo sua capacidade de compreender as múltiplas camadas que atravessam a realidade social do jovem no Brasil. Ao articular o romance As Meninas com as análises sociológicas apresentadas na coletânea, a prova convidou o estudante a refletir, com profundidade, sobre como instabilidades políticas, desigualdades estruturais, transformações culturais e crises sociais impactam diretamente trajetórias juvenis, expectativas de futuro e processos identitários. Diante disso, preparar-se com o Redação Online torna-se uma estratégia essencial para quem deseja não apenas compreender profundamente esse tema, mas também dominar a forma como a UEMA cobra argumentação, leitura crítica e repertório. Com aulas específicas para o vestibular, correção direcionada em até 24 horas, análises dos principais gêneros, simulações da banca, banco com mais de 1.200 temas e acompanhamento completo, o estudante passa a ter segurança, método e constância para alcançar sua melhor performance. Por fim, se o seu objetivo é tirar nota máxima no PAES e construir textos consistentes, atuais e bem fundamentados, o caminho é claro: estudar com quem mais acerta temas de redação, quem prepara de forma estratégica e quem transforma conhecimento em resultado. 👉 Clique aqui e inicie agora sua preparação direcionada para o PAES UEMA 2027. Treine com método, receba correção profissional e alcance o alto desempenho que você merece.

A prova de redação da Universidade Estadual do Ceará (UECE) 2026 trouxe um tema profundamente alinhado à identidade da instituição: a importância da Uece para o povo cearense no ano em que a universidade completa 50 anos. A prova apresentou três propostas, carta aberta, artigo de opinião e crônica, todas relacionadas ao cinquentenário da UECE e à sua função social, científica e cultural no estado. Como a UECE completou cinco décadas de atuação transformadora, a banca convidou o candidato a refletir sobre memória institucional, impacto social, interiorização, pesquisa, extensão, qualidade de ensino e democracia.E mais uma vez, assim como acontece todos os anos, o Redação Online já havia trabalhado temas extremamente próximos — como universidade pública, interiorização do ensino, impacto social do conhecimento e desigualdades educacionais — em nosso banco de temas, nos simulados e no blog.👉 Confira aqui o guia oficial que já tínhamos publicado antes da prova:Redação da UECE 2026 — guia completo para entender, estudar e alcançar os 60 pontos 🔗https://redacaonline.com.br/blog/redacao-da-uece-2026-guia-completo-para-entender-estudar-e-alcancar-os-60-pontos/ O que a UECE pediu em 2026? A banca apresentou três gêneros textuais, todos exigindo domínio da norma padrão, coerência, progressão temática e adequação à situação comunicativa. Em todas as propostas, o candidato deveria: Antes de detalhar cada proposta, veja o que o texto motivador destacou e que poderia (e deveria) aparecer no seu texto: Análise detalhada do texto motivador O editorial “UECE: 50 anos de excelência na educação” reforça e fornece base argumentativa sólida para todas as propostas. Os principais pontos que o candidato poderia aproveitar: Em síntese: o texto motivador permite explorar impacto social, democratização do ensino, interiorização, pesquisa, ciência, políticas públicas, inclusão e cidadania. A seguir: análise completa das três propostas + exemplos de estrutura 1. Proposta 1 – Carta aberta ao Conselho Universitário (Consu) Gênero: Carta aberta Objetivo comunicativo: expressar opinião pessoal fundamentada, com tom respeitoso e institucional.Para quem se escreve: Conselho Universitário da UECE (professores, estudantes e servidores).Função: demonstrar motivos para sonhar em estudar na UECE. Como estruturar a carta: a) Local e data + vocativo institucional Fortaleza, 2025.Ao Conselho Universitário da Universidade Estadual do Ceará, b) Apresentação + intenção da carta Conectivos possíveis: Inicialmente, Antes de tudo, É com grande respeito que… c) Desenvolvimento 1 – Impacto social e interiorização Use dados: 65 mil profissionais formados, 71% de alunos da rede pública.Conectivos: Nesse sentido, diante disso, considerando o papel social… d) Desenvolvimento 2 – Qualidade científica e reconhecimento Use rankings e menção aos 50 anos.Conectivos: Além disso, Ademais, Paralelamente… e) Fechamento com reforço do sonho pessoal Conectivos: Por tudo isso, Em virtude do exposto… f) Despedida Atenciosamente,[Seu nome] 2. Proposta 2 – Artigo de opinião (tema mais provável para maior número de candidatos) Gênero: artigo de opinião Imprensa, circulação digital.Tom analítico, crítico, informativo. Estrutura recomendada: a) Título Uece 50 anos: universidade, democracia e compromisso com o Ceará b) Introdução – contextualização + tese Conectivos: No contexto do cinquentenário, Considerando o impacto social, Ao analisar a trajetória da UECE… c) Argumento 1 – Educação como transformação social Repertório possível: Darcy Ribeiro e a função social da universidade pública. d) Argumento 2 – Pesquisa, ciência e desenvolvimento tecnológico Repertório possível: Boaventura de Sousa Santos — “a universidade produz o conhecimento que liberta”. e) Argumento 3 – Democracia e fortalecimento institucional f) Conclusão – síntese + projeção de futuro Conectivos: Diante desse panorama, Portanto, Assim… 3. Proposta 3 – Crônica Gênero: narrativo, subjetivo, com leveza e afetividade.A UECE deve aparecer como cenário vivo: corredores, laboratórios, biblioteca, RU, projetos de extensão, eventos acadêmicos. Componentes essenciais: Como garantir os 60 pontos na UECE? A UECE avalia: 👉 Estude aqui a estrutura completa da redação e leia exemplos de nota máxima:🔗 Redação da UECE 2026 — guia completohttps://redacaonline.com.br/blog/redacao-da-uece-2026-guia-completo-para-entender-estudar-e-alcancar-os-60-pontos/ Como se preparar para a UECE 2027 Para chegar competitivo: 1. Domine os gêneros textuais da banca A UECE ama carta, artigo, crônica e memorial.Nós temos aulas específicas para cada um. 2. Estude a história e o papel social da UECE Temas institucionais podem voltar. 3. Treine com correções personalizadas A banca exige adequação total ao gênero — e isso se aprende com prática guiada. 4. Leia editoriais, artigos e textos jornalísticos A prova usa esse tipo de coletânea. 5. Use o Redação Online ao seu favor Correção em 24h, relatórios, IA por competência, banco de temas e cursos específicos para UECE. Conclusão A redação da UECE 2026 homenageou cinco décadas de compromisso público com educação, ciência e inclusão social.Com um texto motivador rico e propostas que valorizam memória, impacto e futuro, a prova exigiu do candidato domínio de gênero, leitura crítica e sensibilidade social. Para quem vai prestar a UECE 2027, o caminho é claro: estudar estrutura, treinar muito e escrever acompanhado de especialistas da banca. Com o apoio certo, é totalmente possível alcançar os 60 pontos, como fez Pedro Paulo, nosso estudante aprovado em Medicina.

A prova de Redação da UFRGS 2026, aplicada neste segundo dia de exame, surpreendeu muitos candidatos ao propor um tema social profundo, urgente e diretamente conectado à realidade brasileira: evasão e abandono escolar. O ponto de partida da proposta foi o artigo “Estudar? Para quê?”, publicado na Folha de S. Paulo por Michael França. Em seguida, a banca adicionou um texto informativo do Instituto Unibanco, oferecendo dados atualizados sobre abandono e evasão, criando uma coletânea que exige interpretação crítica, sensibilidade social e domínio textual. O candidato deveria produzir um texto dissertativo em formato opinativo, como se fosse realmente publicado em um caderno especial do próprio jornal — algo que exige argumentação consistente, posicionamento claro e articulação entre análise social, dados e leitura crítica. Tema base da prova:Como interpretar a relação entre desigualdade, desmotivação e abandono escolar no Brasil a partir do artigo “Estudar? Para quê?” e dos dados apresentados pelo Observatório do Ensino Médio? O que a UFRGS realmente cobrou na Redação 2026 A proposta exigiu que o candidato articulasse três camadas: 1. A realidade social do jovem brasileiro (segundo Michael França) O artigo argumenta que jovens pobres não abandonam a escola por incapacidade, mas pela percepção real de que o retorno da educação para eles é menor.França mostra que: 2. Os dados sobre evasão e abandono escolar no Brasil (segundo o Instituto Unibanco) O texto informativo reforça: Ou seja, o texto mostra aquilo que França analisa: o abandono escolar não nasce da falta de esforço individual, mas de estruturas sociais que limitam o estudante desde o ponto de partida. 3. O formato opinativo exigido pela banca A UFRGS pediu um texto: Como organizar uma redação perfeita para a UFRGS 2026 Para mandar bem, o candidato deveria estruturar o texto em três movimentos: 1. Introdução: apresentar a tese O ideal era começar contextualizando o debate sobre evasão, mencionar a desigualdade estrutural e posicionar-se sobre o argumento central de França. Exemplo de tese possível: “Embora o discurso tradicional atribua a evasão escolar à falta de interesse dos jovens, os textos mostram que o principal fator é estrutural: a desigualdade limita oportunidades e compromete o retorno da educação para jovens vulneráveis.” 2. Desenvolvimento: relacionar os textos e aprofundar o argumento O candidato poderia seguir dois caminhos argumentativos: Argumento 1 — A desigualdade reduz o retorno da educação para jovens pobres Conectar Michael França à realidade do Brasil: Repertórios possíveis: Argumento 2 — Fatores externos reforçam a evasão (dados do Instituto Unibanco) Repertórios possíveis: Relação direta com o tema que o Redação Online já tinha trabalhado A plataforma antecipou esse eixo temático ao publicar o tema: 👉 “Desafios para combater a evasão escolar no Brasil”https://redacaonline.com.br/blog/evasao-escolar-no-brasil-tema-de-redacao/ Assim como ocorreu na UESB e Unicamp, acertamos novamente a linha temática, reforçando nossa liderança nacional no acerto de temas. No conteúdo trabalhado anteriormente, discutimos: Exatamente os mesmos pilares explorados na UFRGS 2026. Como se preparar para a Redação UFRGS 2027 Se você vai prestar a próxima edição, atenção: 1. Entenda o perfil da banca A UFRGS adora temas sociais com forte base sociológica e política.Sempre exige leitura crítica e capacidade de articular dados. 2. Treine textos opinativos O formato não é uma dissertação “padrão ENEM”.É uma dissertação para jornal, com: 3. Estude repertórios sociológicos Marx, Bourdieu, Anísio Teixeira, Paulo Freire…Eles aparecem com frequência em correções de nota alta. 4. Treine com orientação especializada Nós oferecemos: Conclusão A Redação da UFRGS 2026 cobrou muito mais do que uma simples opinião sobre abandono escolar.Ela exigiu que o candidato compreendesse a complexidade da desigualdade brasileira, conectasse argumentos com dados, dialogasse com um texto jornalístico e produzisse uma análise madura — algo que realmente diferencia candidatos bem preparados. E, como mostramos, esse eixo temático já havia sido trabalhado pelo Redação Online, reforçando nossa capacidade de antecipar tendências e preparar estudantes com profundidade. Se você vai prestar a UFRGS, a hora de começar é agora.Treine, aprenda a construir argumentos sólidos e permita que especialistas te guiem até a aprovação.

A prova da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) trouxe, em 2026, um dos temas mais discutidos do ano: “Impactos da exposição digital excessiva no desenvolvimento de crianças e adolescentes brasileiros”.O texto deveria seguir o gênero dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, avaliando domínio do tema, clareza argumentativa, criatividade, seletividade de informações e norma padrão. Assim como nos anos anteriores, a UESB reforçou sua característica de cobrar temas sociais complexos, associados a políticas públicas e impactos cognitivos.E, mais uma vez, o Redação Online antecipou o tema em diversas publicações oficiais, confirmando nossa posição como a plataforma número 1 em acertos de temas de vestibulares e ENEM. Entendendo o Tema da Redação UESB 2026 A banca exigia que o candidato analisasse efeitos concretos da hiperexposição digital, considerando: A palavra-chave, “excessiva”, orientava o candidato a discutir o uso acima do saudável, indo além do consumo tecnológico cotidiano. Análise profunda dos textos motivadores 1. Texto sobre crianças, adolescentes e telas Apresentava bases científicas sobre desenvolvimento físico, emocional e psicossocial, indicando prejuízos como: Esse texto guiava o candidato para impactos cognitivos e emocionais, além de destacar direitos previstos no ECA. 2. Infográfico TIC Kids Online Com números expressivos (88% com perfil digital; 82% consumindo vídeos), fortalecia discussões sobre: 3. Matéria sobre adultização digital Evidenciava como algoritmos, monetização e busca por visibilidade levam crianças e adolescentes a vivenciarem experiências adultas precocemente.Tema conectado à: 4. Reportagem explicativa da UESB A própria universidade destacou três pilares fundamentais: E reforçou que a família não consegue atuar sozinha, sendo necessária regulação pública e políticas intersetoriais. Como o Redação Online trabalhou esse tema antes da prova Durante todo o ano, publicamos análises que cobriram exatamente os aspectos cobrados na UESB 2026: 1. Superexposição e saúde mental dos adolescentes 🔗https://redacaonline.com.br/blog/os-impactos-da-superexposicao-na-internet-sobre-a-saude-mental-dos-adolescentes-tema-de-redacao/ 2. Sharenting e riscos de exposição infantil (Conteúdo incluído no post acima) 3. Algoritmos, viralização e pressão estética (Outro eixo central presente no mesmo post) 4. “Chupeta digital”: impactos cognitivos e emocionais em crianças menores 🔗https://redacaonline.com.br/blog/chupeta-digital-impactos-do-uso-excessivo-de-telas-no-desenvolvimento-cognitivo-e-social-das-criancas-tema-de-redacao/ 5. Proibição do uso de celulares em escolas: regulação e proteção 🔗https://redacaonline.com.br/blog/proibicao-do-uso-de-celulares-nas-escolas-tema-de-redacao/ Essas publicações anteciparam todos os pilares exigidos pela banca, incluindo neurodesenvolvimento, regulação estatal, exposição precoce, economia da atenção, saúde mental e riscos algorítmicos. Como estruturar a redação (20–30 linhas) Introdução Contextualize o aumento do tempo de tela e os impactos comprovados pela neurociência.Apresente a tese destacando que a hiperexposição compromete o desenvolvimento integral e exige políticas públicas articuladas. Desenvolvimento 1 — Impactos cognitivos e emocionais Trabalhe: Conectivo recomendável: Em primeiro lugar,. Desenvolvimento 2 — Algoritmos, adultização e responsabilidade coletiva Discuta: Conectivo recomendável: Além disso,. Conclusão Retome os impactos e proponha: Repertórios socioculturais possíveis Esses repertórios dialogam diretamente com os textos motivadores da banca. Como se preparar para a UESB 2027 A tendência da universidade é cobrar temas: Para se preparar com segurança: 1. Treine semanalmente com correções em até 24h A avaliação rápida acelera seu progresso. 2. Estude com cursos completos para vestibulares Oferecemos trilhas exclusivas: 3. Acesse o banco de +1200 temas Com atualizações diárias e temas inéditos alinhados às bancas. 4. Utilize o Clube do Livro Com análises de obras cobradas em grandes vestibulares. 5. Pratique com propostas autorais focadas em tecnologia, saúde mental e políticas sociais Os três grandes eixos da UESB. Conclusão A redação da UESB 2026 confirmou uma cobrança densa e atual sobre exposição digital e desenvolvimento infantojuvenil. O candidato precisava articular evidências científicas, políticas públicas e impactos psicossociais, além de demonstrar domínio do gênero TDA. O Redação Online, ao longo de 2025, antecipou integralmente esse eixo temático — trabalhando superexposição, saúde mental, sharenting, chupeta digital, políticas de regulação e economia da atenção.Por isso, nossos alunos chegaram preparados e com vantagem competitiva. 🎯 Garanta sua preparação completa para a UESB 2027 e demais vestibulares.

A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir

A presença intensiva das redes sociais na vida cotidiana transformou a forma como informações sobre saúde circulam na sociedade brasileira. No contexto das campanhas de vacinação, esse fenômeno exerce influência direta na adesão ou rejeição da população aos imunizantes. Plataformas digitais, que poderiam fortalecer a comunicação científica, também se tornam ambientes onde boatos, interpretações equivocadas e conteúdos enganosos se espalham rapidamente, ampliando a hesitação vacinal e contribuindo para a queda da cobertura em diferentes regiões do país. Órgãos oficiais, como o Ministério da Saúde, têm intensificado ações de enfrentamento à desinformação, reforçando a segurança dos imunizantes e a necessidade de manter altas taxas de vacinação para evitar surtos de doenças já controladas. Da mesma forma, instituições científicas, como o Instituto Butantan, atuam para corrigir afirmações falsas que comprometem a confiança da população em vacinas seguras e comprovadas. Compreender esse cenário é fundamental para estudantes que se preparam para redações de ENEM, vestibulares e concursos, cujas propostas frequentemente envolvem temas relacionados à saúde coletiva, cidadania e responsabilidade informacional. A seguir, apresentamos textos motivadores que aprofundam a discussão e auxiliam na construção de uma argumentação sólida sobre o tema. Textos motivadores sobre campanhas de vacinação Texto 1 – Vacinas salvam vidas Quais informações oficiais esclarecem boatos sobre vacinas e destacam a importância da imunização? Publicações recentes do Ministério da Saúde reforçam que as vacinas são uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças graves e reduzir a mortalidade, especialmente entre crianças. A pasta alerta que a queda na cobertura vacinal tem sido influenciada pela circulação de desinformação nas redes sociais, o que compromete a proteção coletiva e facilita o retorno de doenças como sarampo e poliomielite. Entre os boatos mais difundidos está a falsa associação entre vacinas e transtorno do espectro autista, originada por um estudo fraudulento de 1998, posteriormente retirado por má conduta ética e falta de rigor científico. O Ministério esclarece que não existe evidência que comprove essa relação e destaca que os imunizantes distribuídos pelo Sistema Único de Saúde são seguros, passam por análises rigorosas e têm eficácia comprovada. Fonte: Ministério da Saúde– @minsaude. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude Texto 2 – Butantan reage a boatos sobre HPV e reforça eficácia da vacina distribuída pelo SUS Como instituições científicas respondem à desinformação e reforçam a segurança da vacina contra HPV? O Instituto Butantan publicou uma nota oficial para combater informações falsas que circulam sobre a vacina do HPV, fundamental para prevenir cânceres como os de colo do útero, pênis, orofaringe e ânus. Mesmo sendo segura, eficaz e distribuída gratuitamente pelo SUS, a vacina ainda enfrenta resistência por causa de boatos que associam o imunizante a infertilidade, trombose, reações graves ou início precoce da vida sexual. Especialistas afirmam que essas alegações não têm qualquer embasamento científico. O imunizante é composto por partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, tornando impossível que cause infecção ou câncer. Evidências internacionais, como um estudo dinamarquês com mais de 500 mil mulheres, confirmam não haver aumento no risco de trombose ou outros efeitos graves. O Butantan também destaca a importância da vacinação masculina, que reduz a circulação do vírus e fortalece a proteção coletiva. Fonte: Infomoney. Texto 3 – Brasileiros ainda deixam de se vacinar por medo e desinformação, revela pesquisa desenvolvida pelo CNMP Como pesquisas nacionais explicam o impacto do medo e da desinformação na queda da vacinação no Brasil? O Conselho Nacional do Ministério Público, em parceria com a Universidade Santo Amaro e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgou o Estudo sobre Consciência Vacinal no Brasil, uma análise aprofundada das percepções e atitudes da população diante das vacinas do Plano Nacional de Imunizações. A pesquisa, realizada entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro de 2024 e aplicada a três mil pessoas de todas as regiões do país, revela que o medo e a desinformação exercem influência direta sobre o comportamento vacinal. Segundo o levantamento, ao menos 1 em cada 5 brasileiros (20%) já deixou de se vacinar ou de vacinar uma criança após ler uma notícia negativa em plataformas digitais. Além disso, 27% dos participantes afirmaram ter medo de reações adversas e 66% desses receiam efeitos colaterais graves. Apesar das dúvidas, a confiança nas vacinas permanece predominante: 72% dos entrevistados afirmam confiar na segurança e eficácia dos imunizantes, enquanto 90% os consideram importantes para a saúde individual, familiar e comunitária. Ainda assim, os dados mostram que grupos com menor escolaridade, renda mais baixa ou pertencentes a alguns segmentos religiosos demonstram índices menores de confiança. A pesquisa também aponta que 74% da população apoia a inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário nacional de vacinação e considera que pais e responsáveis devem ser obrigados a seguir o calendário vacinal básico do Ministério da Saúde. Outro achado significativo é que 77% dos entrevistados que usam redes sociais e aplicativos de mensagens afirmam ter identificado fake news sobre vacinas nessas plataformas e defendem a regulação legal das redes com possibilidade de punição para quem espalha conteúdos falsos. O estudo conclui que, embora haja confiança científica generalizada, persistem barreiras como medo, desconhecimento, circulação de informações enganosas e dificuldades logísticas de acesso às vacinas, como indisponibilidade de imunizantes ou tempo de espera prolongado nas unidades de saúde. Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Texto 4 – Fake news sobre vacinas: entenda os perigos da desinformação Como conteúdos enganosos nas redes sociais distorcem evidências científicas e prejudicam a confiança na vacinação? Uma publicação que circula nas redes sociais e um livro recentemente lançado na internet têm disseminado informações falsas sobre a segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19. Esses conteúdos apresentam alegações infundadas, como supostas falhas nos ensaios clínicos da Pfizer e a criação de uma doença inexistente chamada Doença CoVax, termo que não aparece em nenhuma literatura científica reconhecida. Especialistas alertam que tais narrativas distorcem dados, geram medo e podem comprometer a adesão da população à imunização. O vídeo que circula no Instagram, já com milhares de visualizações, promove um livro que afirma, sem qualquer embasamento científico, que a vacina

A linguagem simples se tornou obrigatória em todo o país após a sanção da Lei 15.263/2025, que exige comunicação clara nos órgãos públicos. Essa mudança impacta diretamente o acesso à informação, a transparência do Estado e a participação social. Para quem se prepara para ENEM, vestibulares e concursos, compreender como a linguagem simples reduz barreiras burocráticas e torna os serviços públicos mais compreensíveis é essencial. Assim, antes de analisar os desafios dessa política, é preciso entender o que ela determina. Textos motivadores que ajudam a compreender a temática sobre a linguagem simples Texto I — Conceito e contexto A Lei 15.263, sancionada em novembro de 2025, torna obrigatória a Linguagem Simples em todas as comunicações de órgãos públicos federais, estaduais, distritais e municipais. Segundo a norma, Linguagem Simples é o conjunto de técnicas que garante que qualquer cidadão consiga encontrar, compreender e utilizar informações oficiais com facilidade. A política busca reduzir a dependência de intermediários, diminuir custos administrativos e agilizar o atendimento público. Além disso, pretende ampliar a transparência, fortalecer o acesso à informação e facilitar a participação social, especialmente de pessoas com deficiência. Para isso, a lei determina o uso de frases curtas, vocabulário acessível, listas, tabelas, linguagem inclusiva e formatos adequados para comunidades indígenas quando necessário. A legislação é resultado do PL 6.256/2019 e reforça o compromisso estatal com a democratização da comunicação pública. Fonte adaptada — Agência Senado Texto II — Comunicação pública e organização da informação (ANA) A Agência Nacional de Águas (ANA) afirma que a linguagem simples faz parte do compromisso institucional de comunicar de forma clara, acessível e transparente. A iniciativa busca traduzir a linguagem burocrática típica da administração pública, tornando informações técnicas compreensíveis para todos os cidadãos. Segundo a ANA, a linguagem simples é ao mesmo tempo uma técnica e uma causa social. Ela defende que o acesso aos serviços públicos e o entendimento dos direitos só ocorrem quando a comunicação é objetiva, direta e inclusiva. A agência também destaca que a prática fortalece a cidadania, facilita o acesso à informação e melhora a relação entre Estado e população. Fonte adaptada — Agência Nacional de Águas (ANA) Texto III — Transparência e acessibilidade na comunicação pública (IKHON) A linguagem simples é considerada essencial para a gestão pública porque torna informações oficiais mais claras, acessíveis e transparentes. Segundo especialistas, esse modelo de comunicação facilita o acesso do cidadão aos seus direitos e aos serviços públicos. A técnica envolve organizar ideias de forma objetiva, empática e adequada ao público-alvo. Ela também promove acessibilidade, permitindo que idosos, pessoas com deficiência e grupos com dificuldade de leitura compreendam informações essenciais. O texto em linguagem simples não é necessariamente informal. Ele pode ser formal, desde que utilize frases curtas, vocabulário comum e organização clara das informações. Técnicas como uso de listas, ordem direta e explicação de termos técnicos ampliam a compreensão. Especialistas afirmam que essa abordagem fortalece a participação popular, melhora a transparência governamental e contribui para a democratização da informação. Fonte adaptada — Ikhon Texto IV — Transparência regulatória e participação social (ANTT) A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) afirma que a Política Nacional de Linguagem Simples consolida práticas já adotadas pela instituição. A agência utiliza comunicação clara para aproximar o cidadão das decisões regulatórias. Segundo a ANTT, diretrizes como frases curtas, padronização visual, explicação de termos técnicos e organização lógica das informações tornam o processo regulatório mais acessível. A Resolução 6.020/2023 já incorporava esses princípios em audiências, consultas e reuniões participativas. A linguagem simples também orienta o ParticipANTT, plataforma digital de participação social da agência. O sistema foi criado para facilitar o acesso às informações de transporte e mobilidade. Para a ANTT, a clareza das informações amplia a participação popular e fortalece políticas públicas mais eficazes. A agência reforça que continuará aprimorando documentos e canais digitais para garantir transparência ativa e comunicação acessível a todos os usuários. Fonte adaptada — ANTT Texto V — Charge e crítica ao excesso de linguagem técnica A charge apresenta um cliente utilizando expressões jurídicas complexas para pedir um simples pão na padaria. Termos como data venia e fumus boni iuris criam uma situação absurda, destacando a distância entre a linguagem comum e o “juridiquês”. O padeiro, confuso, responde que tudo isso foi dito apenas para pedir pão de trigo. A imagem critica o uso excessivo de jargões profissionais, que dificultam a comunicação e afastam as pessoas da compreensão básica. A charge reforça a importância da linguagem simples como ferramenta para garantir clareza, acessibilidade e comunicação eficaz, especialmente quando se trata de serviços públicos ou interações cotidianas. Fonte: Charge de comunicação pública Repertórios socioculturais para usar sobre o tema “Como a Linguagem Simples pode ampliar o acesso à informação no Brasil?” A seguir, você encontra repertórios de livros, legislação, filmes, séries, pesquisas, atualidades e charges que podem fundamentar argumentos sobre linguagem simples, transparência pública e acesso à informação. 1. Livros e obras teóricas • Paulo Freire — “Extensão ou Comunicação?” (1971) Freire critica a comunicação autoritária e defende uma comunicação dialógica, baseada na clareza e na participação.Relação com o tema: A linguagem simples aproxima o cidadão do Estado, facilitando o diálogo e reduzindo desigualdades informacionais. • Pierre Bourdieu — “O Poder Simbólico” Bourdieu explica como a linguagem pode reforçar desigualdades de poder.Relação: O uso de jargões técnicos pelo Estado exclui pessoas com menos escolaridade, reforçando a concentração simbólica do poder. • Antônio Fausto Neto — Estudos sobre comunicação pública O autor analisa mediações entre Estado e sociedade.Relação: A linguagem simples atua como mecanismo de mediação que reduz ruídos comunicacionais. 2. Legislações e documentos públicos • Lei 15.263/2025 — Política Nacional de Linguagem Simples Torna obrigatória a comunicação clara em todos os órgãos públicos do Brasil.Aplicação: Repertório perfeito para fundamentar propostas e argumentos. • Lei de Acesso à Informação (LAI — Lei 12.527/2011) Garante transparência ativa e passiva.Relação: A linguagem simples é instrumento para concretizar a LAI. • Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) Prevê acessibilidade comunicacional.Relação: A linguagem simples fortalece a inclusão de grupos com barreiras de leitura.

A redação da Universidade de Brasília (UnB) é uma das mais técnicas e específicas entre os vestibulares públicos do país. Diferentemente do ENEM, ela não exige proposta de intervenção e pode cobrar diferentes gêneros textuais, dependendo se o candidato está no vestibular tradicional ou no PAS (Programa de Avaliação Seriada). Este guia reúne tudo o que você precisa para entender a prova, os critérios de correção, os erros mais comuns e um exemplo real de redação nota máxima. O que é avaliado na redação da UnB? A redação da UnB avalia três pilares centrais: Ao contrário do ENEM, a UnB pode solicitar:– Resumo – Texto dissertativo-argumentativo – Texto expositivo – Texto instrucional – Carta – Propaganda – Texto informativo – Texto argumentativo Cada gênero tem uma estrutura própria e não respeitá-la pode zerar o texto. Qual é o tipo de redação do vestibular da UnB? No vestibular tradicional, a UnB cobra uma redação em prosa, com até 30 linhas, podendo ser: A redação deve ser escrita à mão, com caneta preta e letra legível. A banca avalia: ✔ Macroestrutura ✔ Microestrutura Erros microestruturais são penalizados quantas vezes ocorrerem. Como é a redação do PAS UnB? O PAS UnB é totalmente diferente do vestibular tradicional.Ele avalia o candidato ao longo de três etapas (PAS 1, PAS 2 e PAS 3), sendo que apenas o PAS 3 possui peso máximo para ingresso. A prova do PAS inclui: ✔ Macroestrutura avaliada ✔ Microestrutura avaliada Veja esse vídeo completo sobre a redação da UNB com a professora Chay Quais são as principais regras da redação da UnB? A UnB estabelece regras rígidas. Entre as três regras mais importantes: 1. Respeitar o gênero textual pedido Se o comando solicitar uma carta, resumo ou texto instrucional e o candidato entregar argumentativo, a nota cai drasticamente — podendo zerar. 2. Escrever dentro das 30 linhas Título, se usado, conta como linha escrita. 3. Manter a legibilidade e a norma padrão A banca pune: Quais gêneros podem ser cobrados pela UnB? Segundo o edital, podem aparecer: Ou seja, conhecer apenas o “padrão ENEM” não é suficiente. Qual é a diferença entre o PAS e o vestibular tradicional da UnB? Característica PAS UnB Vestibular UnB Formato Avaliação seriada (3 anos) Prova única Peso da redação Alta (principalmente no PAS 3) Alta Gêneros cobrados Vários (resumo, carta, informativo) Vários Critérios Macro e microestrutura com fórmula Macro e micro, sem fórmula Número de linhas Até 30 Até 30 Tipo textual Variado Variado Penalização Cada erro impacta a nota final Erros descontados qualitativamente Texto base Muito frequente Frequente Quais são os 3 pilares mais importantes da redação da UnB? Como saber qual gênero devo usar? O comando da prova é explícito.Se pedir “redija uma carta”, você deve seguir: Se pedir resumo, deve: Erros recorrentes que tiram ponto na UnB Exemplo REAL de Redação Nota 10 do PAS (transcrição completa) (Ana Karolina – PAS 3 – Cartilha Medicina/TURMA 119) Segundo a filósofa existencialista Simone de Beauvoir, as mulheres devem utilizar a sua liberdade para romper as normas de gênero. Sob esse viés, nos cenários durante e após as guerras, as cidadãs estão presentes a favor de batalhar física e moralmente pelos seus ideais. Portanto, no Brasil e no mundo, a população feminina encara combates com a ótica de melhorar o futuro pós-embates. Nesse ínterim, durante o Brasil Império, Maria Quitéria se tornou um símbolo de resistência ao passo que contribuiu ativamente em prol da igualdade de raça e de gênero, visto que foi uma militar preta. Dessa maneira, apesar da maioria de soldados homens, Maria lutou por seus preceitos em prol de um futuro melhor para sua pátria. Além disso, essa heroína nacional corroborou com os ideais de igualdade de gênero, encorajando outras mulheres a servir aos seus países e a lutar por seus propósitos éticos e morais, os quais são essenciais para as gerações futuras. Assim, em uma batalha predominantemente masculina, Maria Quitéria rompeu paradigmas, trouxe a liberdade de escolha para as brasileiras e brigou pela segurança nacional ativamente. Em paralelo, após a Segunda Guerra Mundial, o globo estava desolado acerca dos sistemas políticos e de suas eficácias. Não obstante, a escritora Hannah Arendt, a qual era judia e sofreu diretamente com o holocausto, escreveu grandiosas obras como “Sobre a Violência”, um ensaio político que reanalisa a forma como poder, política e violência estão entrelaçados. Dessa forma, após encarar uma das maiores atrocidades da história da humanidade, Hannah escreveu livros extremamente importantes para a política contemporânea, os quais proporcionaram um melhor entendimento da sociedade pós-guerra. Logo, o trabalho desempenhado por mulheres como Hannah Arendt assegurou uma perspectiva inovadora para a posterioridade. Em suma, as cidadãs inovam no que tange às guerras, seja durante, seja após elas. Nesse sentido, seus trabalhos inspiraram a humanidade e a transformou positivamente, haja vista que a população feminina lutou, sim, pela liberdade ao longo da história nacional e mundial. Por fim, mesmo que grande parte de militares e acadêmicos sejam homens, mulheres lutam e reafirmam seus valores com o objetivo de garantir um amanhã próspero, tal qual propôs Simone de Beauvoir. Como é o vestibular da UnB? O vestibular da UnB é composto por: 📌 1º dia – 5h de prova 📌 2º dia – 5h de prova A redação é aplicada no 1º dia e vale 10 pontos. Calendário UnB (Vestibular) 2026 Depoimento de uma aluna — Redação 9,7 UnB Conclusão Por fim, a redação da UnB é exigente, técnica e detalhada.Entender o gênero solicitado, dominar a norma padrão e evitar erros microestruturais faz toda a diferença para conquistar nota alta. E, para alcançar esse resultado, o treinamento é essencial.