Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Você sempre usa filtros? Ou nem sabe o que é isso? Bem, prepare-se, porque é um tema que tem tudo para cair na sua prova de redação! Então, leia os textos motivadores e, com base nos conhecimentos, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Medidas para reduzir o impacto negativo dos filtros do Instagram sobre a autoestima”. Não esqueça de aproveitar a lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! Texto 1 filtros autoestima Fonte: Cosme Junior (@cfsousarj) / Twitter TEXTO 2 Nas redes, mulheres incentivam a coragem de publicar foto sem filtro A psicóloga e doula Carol Oruê começou a usar os filtros nos stories do Instagram pela praticidade de aparecer em casa sem precisar se arrumar. Com o tempo que toda vez que abria a câmera para gravar vídeos e se via sem os filtros, se incomodava com sua imagem real. “Não reconhecia pequenos detalhes do meu rosto natural, que não via por estar sempre usando os filtros”, relata. Ela entrou o desafio de não usar mais filtros. Apesar de parecer individual, a campanha “Sem filtros” no Instagram e outras redes sociais toma adesão de milhares de mulheres, incluindo a postagem de fotos com “peles de verdade”. Portanto, nota-se que chegam a 8.4 milhões de publicações e 89.2 mil publicações, respectivamente. De acordo com a psicóloga e mestre em psicologia Regi Morais, “quanto mais usamos e abusamos de filtros, mais insatisfeitos ficamos ao olharmos no espelho. Não nos reconhecemos, desaprendemos a nos olhar com verdade. Sofremos com essa comparação”. Além disso, avalia que como as comparações provocadas pelos filtros geram inseguranças que a gente acaba não percebendo. Fonte: https://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/nas-redes-mulheres-incentivam-a-coragem-de-publicar-foto-sem-filtro (adaptado) Texto 3 sobre filtros autoestima Entenda a relação entre a saúde mental e os filtros do Instagram Pesquisas mostram que, nos últimos anos, a busca por procedimentos estéticos e cirurgias plásticas aumentaram consideravelmente. Se tem como exemplo o preenchimento labial, botox, peeling, laser e suspensão com fios. Além disso, nas cirurgias plásticas, rinoplastia, bichectomia, lipoaspiração da papada e harmonização facial também tiveram uma grande procura. A reflexão trazida não é sobre usar ou não os filtros do Instagram, ou fazer procedimentos e cirurgias que mexem com a estética, mas, qual a relação que as pessoas estão tendo com essas mudanças? Não existe perfeição, ou seja, em algum momento poderá existir algo na parte física que a pessoa vai sentir a necessidade de fazer mudanças e esse sentimento poderá oscilar entre maior e menor. Ao contrário de procedimentos e cirurgias, os filtros trazem a ideia de perfeição sem custar nada, fazendo com que a pessoa se veja sem defeitos e mostre uma parte irreal de quem ela é. Isso pode gerar diversos sentimentos negativos, como o de frustração e de baixa autoestima. Texto: Eduarda Ferrari – Psicóloga Clínica (CRP: 02/17.312) (adaptado) TEXTO 4 Selfies aumentam busca por plástica: ‘Quero me encaixar nos padrões’ O desafio de conseguir a selfie perfeita não é uma obsessão apenas de adolescentes. Com 373 mil seguidores no Instagram, o digital influencer carioca Wallace Robyn, 29, iniciou sua jornada de modificações faciais em busca do autorretrato ideal aos 25, quando decidiu fazer um preenchimento da mandíbula. De acordo com os relatos do influencer digital, “a nossa vida é baseada em selfies e stories e isso faz com que passemos mais tempo nos olhando e querendo nos sentir mais confiantes para cada foto ou vídeo”, contou Robyn ao VivaBem. Ainda conta que “Isso começou quando eu editava as fotos no Photoshop para dar mais destaque no contorno do rosto. Depois, conversando com uma especialista em harmonização facial, combinamos algo que fosse dar mais destaque e ao mesmo tempo parecesse mais natural”. O influencer diz que, a partir daí, já investiu entre R$ 40 mil e R$ 50 mil em procedimentos estéticos, incluindo uma bichectomia para diminuir as bochechas; uma frontoplastia com avanço capilar para diminuir o tamanho da testa; e inserção de lentes de contato odontológicas para alongar os dentes. Além disso, Robyn afirma que recebia muitos comentários negativos em seus posts por conta de sua aparência anterior e garante que eles mexiam com sua autoestima.”No começo, todos os comentários eu tomava como verdade, então procurava me adaptar a todos que comentavam sobre a minha aparência para mudar e agradar o máximo das pessoas”. Atendendo em consultórios na capital paulista e em Salvador (BA), a dermatologista formada pela FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciência em Salvador) Bárbara Carneiro também tem recebido um número cada vez maior de pacientes jovens insatisfeitos com as selfies. Alguns inclusive já a procuraram para realizar procedimentos estéticos com o intuito de adaptar seus traços aos filtros das redes sociais. Filtros e autoestima | Repertórios para usar na redação Como você vê, os filtros do Instagram podem prejudicar mais do que você imaginava! Capriche e conte com a gente para a correção!

Saber como fazer uma boa redação no ENEM é essencial para quem está buscando a tão sonhada vaga em uma universidade. E por grande parte delas terem altas notas de corte e número excessivos de pessoas por vaga, quanto melhor for a sua redação, mais chances de se destacar você terá. Portanto, dominar as técnicas da boa escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. Para que isso aconteça, conhecer seu lado teórico, como as diferenças entre tipos e gêneros textuais, é muito importante. Aqui você encontra um resumo das teorias e dicas de como fazer uma redação de alta qualidade. E, claro, para que elas funcionem, você precisa colocar os ensinamentos em prática, pois o treino é tão importante quanto o jogo, não é mesmo? Então continue lendo esse post para conferir as dicas que preparamos para te ajudar a alcançar os seus objetivos e melhorar ainda mais as suas habilidades textuais. Como fazer uma boa redação no ENEM: entenda seus elementos Para tornar o nosso trabalho mais simples, vamos abordar cada parte e aspecto do texto de forma separada. Portanto, entender bem sobre as teorias e aspectos que tornam cada texto, não só adequado ao seu meio de circulação mas, também, com qualidade semântica, é essencial para qualquer aluno ou potencial candidato à uma vaga no Ensino Superior. Como falamos anteriormente, existem muitos tipos e gêneros textuais e cada um deles possui suas próprias características e regras que devem ser seguidas. No caso do Exame Nacional do Ensino Médio, um dos mais recorrentes é o texto argumentativo-dissertativo, que promove a abordagem de diversos assuntos por meio da argumentação bem elaborada. Então corra e pegue seu bloco de notas antes de acompanhar cada detalhe sobre os elementos estruturais e linguísticos que devem ser considerados antes de começar sua escrita. 1. Adapte a linguagem da sua produção na redação Imagine apresentar um artigo de uma organização de jogos eletrônicos para um senhor de 75 anos que só joga palavras cruzadas? O sentido das palavras se perderá e a mensagem não será passada, não é mesmo? E não é à toa, saber adequar o tom e a linguagem de acordo com o público-alvo é uma das tarefas mais fundamentais de quem se propõe a escrever qualquer coisa. Por esse motivo, antes de tudo, leia bem o comando e saiba quem será o leitor. Com essa informação em mãos, fica mais fácil saber como direcionar sua escrita, se pede por termos mais rebuscados ou se pode ser mais solta e mais voltada à linguagem formal na norma culta e não linguagem coloquial. Lembre-se que o texto é para quem irá ler e não para quem escreve. Mesmo que uma prova ou exame como ENEM sejam ambientes de simulação de situações, a intenção é a mesma. Comunicar a proposta de forma que ela chegue ao seu público e faça sentido. 2. Mantenha sua linha de raciocínio Perder o foco e desviar do assunto é uma dos erros que mais penalizam os escritores em qualquer tipo de avaliação ou processo seletivo. Se desviar do assunto faz com que o seu leitor se perca no que está sendo proposto pelo seu texto e faz com que ele perca sua finalidade. Para isso, procure escrever com simplicidade. Prefira frases curtas que facilitem o domínio do que está sendo discutido, essa técnica ajuda a diminuir as chances de você se perder no texto. Amarre as frases e organize bem as ideias, sempre tomando cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação. 3. Procure manter a clareza e a objetividade Nesse ponto, o segredo está em não deixar nada subentendido, nem assumir que os seus leitores sabem tudo sobre o que você quer dizer. Com isso em mente, elabore sua redação de forma que evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas ideias, narrando um fato. O mais importante é que a mensagem seja passada da forma correta. E não há como realizar essa tarefa sem mencionar o quão importante é a objetividade. Sem ela, você corre o risco de divagar, se perder do tema e ainda tornar um assunto longo demais sem necessidade alguma, cansando seu público-alvo. Procure o equilíbrio entre a necessidade de expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras. Para tanto, não repita ideias e não use palavras demais ou outros recursos que sirvam somente para que o número de linhas aumente. Essa tática, a famosa “encher linguiça” não é bem vista por nenhuma banca avaliadora. Portanto, concentre-se no que é realmente necessário para o texto, uma pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que deve ser usado e o que deve ficar de fora. Utilize bem os textos de comando que o ENEM apresenta aos candidatos, eles são excelentes guias do que é esperado na redação. 4. Dê atenção à coerência textual da redação Um bom texto deve ter unidade e ser coeso, por mais longo que seja. E atingir esse objetivo pode não ser uma tarefa simples. Faça um esqueleto prévio do que você pretende abordar ao longo da sua produção e trace uma linha coerente do começo ao final, assim fica mais difícil se perder e fugir do assunto. O importante é não perder de vista essa trajetória. Para isso, elimine o desnecessário e o que não é essencial para que a ideia seja comunicada de forma eficiente. Lembre-se que mesmo no seu esboço, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da ideia. Esse pequeno exercício te ajuda a delimitar quais pontos serão discutidos e os que devem ser ignorados. Outra boa estratégia é obedecer uma ordem cronológica, que é muito efetiva, apesar de não expressar tanta criatividade. Nessa linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação, mas precisam de cuidado. 5. Dê ênfase aos pontos corretos A ênfase é uma das ferramentas mais eficientes quando

Não sei se você sabe, mas as normas da ABNT são regras que padronizam várias questões na sociedade. Inclusive, a formatação de trabalhos da faculdade e de todas as produções científicas. A fama dessas regras não é das melhores. De fato, formatar um trabalho nas normas da ABNT não é das tarefas mais fáceis. Mas existem alguns caminhos que podem facilitar esse percurso. Então, vamos lá. Esse é um guia com todos os aspectos para começar a fazer a formatação de trabalhos nas normas da ABNT. O que é ABNT? A ABNT é a sigla para Associação Brasileira de Normas Técnicas. É, de forma geral, uma entidade privada sem fins lucrativos, responsável por cuidar das normatizações do Brasil. Quer dizer, a ABNT propõe formas de normatizar todos os processos do país: desde tecnológicos, industriais até acadêmicos e científicos. O objetivo central da ABNT é, portanto, favorecer o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, através de padronizações. De onde surgiu a ABNT? Embora as normas referentes à padronização de trabalhos sejam as mais conhecidas, a ABNT não surgiu exatamente para isso. Em 1940, a partir do contexto do país, surgiu a necessidade de padronizar o uso do concreto armado. A ABNT surgiu então como uma forma de criar normas para esse mercado. Principais normas da ABNT para trabalhos acadêmicos O conjunto de regras para formatação de trabalhos nas normas da ABNT é bastante extensa. O ideal é que você consulte a NBR sobre o assunto, sempre que você precisar saber como funciona alguma formatação específica. Então, aqui estão as principais NBRs sobre trabalhos de faculdade: NBR 14724 – trabalhos acadêmicos NBR 10520 – Citações NBR 6022 – Artigos científicos impressos NBR 6023 – Referências NBR 6027 – Sumário NBR 6028 – Resumo e abstract NBR 6024 – Numeração progressiva das seções NBR 6023 – Índice NBR 15287 – Projeto de pesquisa Estrutura do trabalho nas normas da ABNT As normas da ABNT estabelecem uma estrutura básica para trabalhos acadêmicos que compreende: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são os que antecedem o texto do trabalho em si. Nas normas da ABNT, os elementos pré-textuais obrigatórios são: Vamos falar de cada um desses elementos. Capa A capa é o primeiro elemento obrigatório e serve para apresentar o trabalho. A NBR 14724 estabelece que é necessário que a capa apresente as seguintes informações nessa ordem: Nome da instituição de ensino Formatação: Nome do curso Formatação: Nome do autor ou autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Subtítulo Formatação: Número de volumes Formatação: Local da instituição de ensino Formatação: Data da entrega do trabalho Formatação: Folha de rosto A folha de rosto deve vir logo em seguida à capa, com as seguintes informações: Nome do autor ou da autora do trabalho Formatação: Título do trabalho Formatação: Natureza e objetivo do trabalho Formatação: Nome do orientador ou orientadora Formatação: Cidade e data de entrega do trabalho Formatação: Resumo e abstract O resumo e o abstract são os cartões de visita do trabalho. Eles são responsáveis por despertar ou não o interesse da pessoa leitora em continuar a leitura. A formatação do resumo deve ser da seguinte maneira: Sumário O sumário serve para organizar o conteúdo do trabalho acadêmico e facilitar a leitura. Afinal de contas, ele é a relação dos capítulos e das seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do título ou capítulo ou seção e o número da página em que estão. Além do mais, ele deve compreender um esquema da hierarquia dos títulos de cada capítulo. No sumário não devem ser listados os elementos pré-textuais, como resumo, abstract, dedicatória, agradecimentos e epígrafe. Formatação do texto: Elementos textuais Os elementos textuais são o próprio conteúdo do trabalho em si. Nesse sentido, compreendem a introdução, a fundamentação teórica e as considerações finais. Introdução A introdução é a primeira parte do texto do trabalho. O objetivo principal é, portanto, apresentar um panorama geral da pesquisa. Então, é importante apresentar: o tema, problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, hipóteses, justificativa e metodologia do trabalho. Por fim, é interessante que também compreenda uma estrutura de divisão dos capítulos. Fundamentação teórica A fundamentação teórica consiste no embasamento teórico do trabalho. A construção dessas ideias acontece através de bases de outras pesquisas, livros e artigos. Lembre-se, nesse ponto, que todas as autorias das fontes de pesquisas devem ser devidamente referenciadas, através das citações e das referências. Considerações finais As considerações finais ou conclusões devem conter as deduções lógicas que correspondem aos objetivos da pesquisa. Em resumo, você deve tentar responder ao problema de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais, como o próprio nome sugere, são os que estão depois do conteúdo do trabalho. Nesse sentido, o único elemento pós-textual obrigatório, conforme as normas da ABNT, são as referências bibliográficas. Referências bibliográficas As referências bibliográficas servem para dar crédito às citações e às bases teóricas. Ou seja: funcionam para informar quem é a autoria das fontes de pesquisa. Por esse motivo, é um elemento obrigatório do trabalho, especialmente para evitar que se cometa plágios. As normas da ABNT estabelecem uma ordem e uma formatação específica para construir a lista de referências bibliográficas conforme cada tipo de fonte de pesquisa. Outros detalhes da formatação de trabalhos nas normas da ABNT Existem outros detalhes importantes da formatação de um trabalho nas normas da ABNT, como as margens, espaçamento e numeração de páginas. Margens As normas ABNT definem que as páginas devem ter margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm. Segundo as regras da ABNT, o trabalho deve ser impresso em papel A4, em apenas um dos lados da folha e em tinta preta. Espaçamento O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm

Se você vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é importante começar a se preparar agora e isso inclui treinar muito para a prova de redação! Para isso, uma ótima forma de estudar é escrever redações sobre prováveis temas que podem cair no Enem 2022. Para ajudar você com os estudos, listamos neste artigo 10 temas de redação que são grandes apostas para o Enem 2022. Confira! 1 – A exclusão digital no Brasil A falta de acesso de grande parte da população ao ensino remoto, durante a pandemia da Covid-19, escancarou um problema sério que já existia no país: a exclusão digital. Isso acontece quando as pessoas não têm acesso à internet ou à infraestrutura para o seu uso e isso acaba fazendo com elas sejam excluídas da sociedade hiperconectada. Para resolver esse problema, é preciso pensar em formas para a inclusão digital e entender que o acesso à internet é um direito humano básico, como a ONU afirma. Temos uma proposta de tema e uma lista de repertórios aqui no nosso blog sobre exclusão digital. Confira! 2 – Crise hídrica e energética no Brasil Outro tema que é uma grande aposta para o Enem 2022 é a crise hídrica e energética. No Brasil, a crise hídrica está diretamente ligada à crise energética, uma vez que a principal fonte de energia do país são as hidrelétricas. Esse assunto alerta para a importância de diversificar a nossa matriz energética e investir em fontes de energia renováveis. Aqui no blog, temos duas sugestões de temas sobre esse assunto: a crise hídrica e a crise energética. 3 – Uberização do trabalho e precarização profissional Com a alta do desemprego e a falta de empregos formais, muitas pessoas têm procurado alternativas para gerar renda. Nesse cenário, a possibilidade de trabalhar para empresas privadas, como os aplicativos de entrega, tem levado cada vez mais pessoas à informalidade – ou seja, a trabalhar sem vínculo empregatício e fazer uso de materiais próprios, como carro e bicicleta. Esse fenômeno é chamado de “uberização do trabalho” e é um tema quente para o Enem! Como repertório, você pode usar vários documentários e até mesmo filmes que retratam o cotidiano de trabalhadores informais. Acesse o tema de redação e os repertórios. 4 – Cultura do cancelamento na internet A cultura do cancelamento é um assunto atual que tem sido muito discutido nos últimos anos. Trata-se do comportamento de ignorar ou até mesmo fazer ameaças à vida de uma pessoa, caso ela cometa um erro. Você certamente lembra de algum famoso que já foi cancelado na internet por ter tido uma atitude ou falado algo questionável, não é mesmo? Esse comportamento possui muitas consequências, como desencadear uma série de transtornos psicológicos à pessoa cancelada, além de impedir o espaço para um debate saudável. Para entender mais, confira o nosso tema sobre cultura do cancelamento e uma lista de repertórios sobre ele. 5 – Evasão escolar A evasão escolar é um problema que está diretamente ligado à desigualdade social e econômica do país. No contexto da pandemia e desemprego em alta, muitos estudantes tiveram que ajudar suas famílias a gerar renda e, por conta disso, tiveram que abandonar os estudos. Outro fator, no cenário da crise sanitária, foi a falta de acesso à internet que impossibilitou muitos alunos a participarem do ensino remoto. Trata-se de um problema sério em nosso país, que só aumenta ainda mais as desigualdades sociais. Para além da pandemia, o tema pode ser abordado no Enem de várias maneiras, por exemplo, com uma abordagem histórica sobre a falta de acesso à educação básica no país ou mesmo o aumento da evasão no ensino superior. 6 – A importância da educação financeira em questão no Brasil Falar sobre dinheiro é um tabu na sociedade brasileira e, por isso, muitas ações têm sido realizadas a fim de conscientizar a população para a importância da educação financeira. Uma delas foi a própria inclusão do tema na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2020. Por conta disso, a educação financeira no Brasil se tornou um dos assuntos mais falados nas mídias e uma das principais apostas de temas de redação do Enem 2022. Acesse o tema de redação e repertórios. 7 – Mobilidade urbana: uma questão de acessibilidade O Brasil enfrenta problemas graves na mobilidade urbana. Além das temáticas mais faladas, como a falta de planejamento urbano e a precarização do transporte público, o recorte sobre acessibilidade no espaço urbano é um tema que pode cair no Enem. A falta de infraestrutura para atender às necessidades das pessoas com deficiências físicas é preocupante nas cidades. Nesse sentido, para escrever uma redação sobre essa temática, é importante pensar em medidas para promover a inclusão de PcDs e melhorar a sua segurança no espaço urbano. Acesse o tema de redação e a lista de repertórios. 8 – A insegurança alimentar e a fome no Brasil A insegurança alimentar e a fome no Brasil é um dos maiores desafios enfrentados no país. A crise política e econômica, vivida especialmente nos últimos anos, levou muitas pessoas à extrema pobreza ou à falta de acesso a alimentos saudáveis e em quantidades suficientes. O problema envolve a negligência dos governantes diante desse problema e a falta de incentivo a políticas de crédito à agricultura familiar, que são tão importantes para promover a segurança e soberania alimentar. Acesse o tema de redação e repertórios. 9 – O aumento da adultização infantil A adultização infantil é quando uma criança vive a aceleração das fases da vida e é estimulada de forma inadequada a fazer “coisas de adulto”. Essa é uma problemática que tem aumentado em nossa sociedade, principalmente pela influência da mídia e ao uso precoce de tecnologias. Esse comportamento é grave porque priva a criança do direito à infância, uma vez que elas não vivem essa etapa da vida que é fundamental para

Saber qual faculdade escolher pode ser um desafio para muitas pessoas. Especialmente por ser a decisão sobre um curso ou universidade que, teoricamente, irá “decidir” a sua carreira. Essa dúvida é muito comum entre os estudantes do ensino médio que estão em fase de descobertas e podem não estar preparados para determinar que o fazer para o resto de suas vidas. “Mas, o que eu devo fazer? Todos a minha volta já decidiram e eu ainda não sei”. Essa pressão pode ser intimidadora e causar muita ansiedade, além da preparação para o ENEM e vestibulares, que é bem cansativa. E pensando nisso, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar a resolver essa questão tão difícil. Acompanhe o nosso post e confira como começar a decidir qual caminho acadêmico combina mais com você. Como saber qual faculdade escolher? Antes de mais nada, lembre que um dos pontos mais importantes nessa decisão é pensar no que mais te agrada, sem influências de pais e amigos. Afinal, a pessoa mais impactada por isso tudo será você. Então pense de acordo com as suas preferências e aptidões, ok? O primeiro passo para decidir que profissão seguir é pensar em que área você gostaria de atuar, quais são os seus gostos quando o assunto é trabalho. Por exemplo, na escola, se as disciplinas que mais te atraem são as de Humanas, como Língua Portuguesa, História ou Filosofia, tente conhecer um pouco mais sobre as possibilidades que esses cursos oferecem. Nos dias de hoje, as atividades voltadas ao ramo da tecnologia têm feito muito sucesso e as possibilidades são inúmeras. Gosta de números, linguagens ou games? Dá pra fazer muita coisa bacana, como tradução, marketing, ilustração e muito mais. Explore carreiras novas e que são repletas de chances e diferentes tipos de atuação no mercado de trabalho. E o melhor, grande parte desses campos permite que você expanda seus horizontes e busque vagas internacionalmente. Já pensou em se mudar do país ou arrumar um emprego no estilo home office? Essas novas modalidades estão cada vez mais presentes entre as opções. Interessante, não é mesmo? Conheça mais sobre o dia a dia das profissões Outra estratégia que pode ser bastante interessante é ir a feiras de universidades. Grande parte organiza eventos onde os estudantes do Ensino Médio podem saber mais sobre cada curso com os próprios alunos. Essas visitas ajudam a ter um panorama um pouco melhor sobre cada opção disponível. Já imaginou fazer uma faculdade e curso sem saber como é a sua graduação e acabar se frustrando? Por esse e outros motivos, é essencial fazer pesquisas que elucidem quaisquer questionamentos que você tenha. Isso também inclui a infraestrutura das universidades, os programas de formação, auxílio aos estudantes e a reputação da instituição. Se informe bem sobre as opções de formação Atualmente, existem três formas disponíveis para obter um diploma com grau acadêmico aqui no nosso país, que são: bacharelado, licenciatura e cursos tecnólogos. E cada um deles possui suas particularidades e atuações diferentes, confira logo abaixo como funciona cada um deles. 1. Bacharelado Essa modalidade confere o título de bacharel, tem como objetivo formar pessoas com conhecimento mais amplo e generalizado da área. Isso faz com que os alunos, depois de terminarem o curso, possam atuar em vários campos do mesmo ramo, como é o caso do curso de Direito, que permite várias especializações mais específicas, como direito penal, constitucional, trabalhista e etc. Outras graduações ao nível de bacharel, são: Ciência da Computação, Enfermagem, Relações Internacionais, Farmácia, Engenharias, Design de Moda, Medicina, Turismo, Química, Ciência Política e muito mais. A duração média é de 3 a 6 anos para a obtenção do diploma. 2. Licenciatura Mais focadas no ensino, as opções de graduação na licenciatura são feitas para formar futuros professores e educadores. Por esse motivo, quem escolhe esse caminho recebe o grau de licenciado e poderá trabalhar no setor da educação, desde o nível infantil até o superior. Dentre as possibilidades, estão: Letras, Física, História, Matemática, Ciências Biológicas, Artes Cênicas ou Visuais, Educação Física, entre outros. Aqui, diferentemente do bacharelado, o escopo das disciplinas é mais focado. Contudo, muitas graduações citadas acima permite que o aluno escolha entre dar aulas (licenciatura) ou atuar de maneira mais prática, como bacharel. Para ter o título de licenciado, a duração pode ser entre 4 a 5 anos. 3. Tecnólogo Na carreira técnica, o objetivo é de estudar assuntos mais centrados na ideia de praticidade e funções objetivas de cada trabalho. Por isso, o Ministério de Educação, o MEC, organiza as áreas de acordo com eixos tecnológicos, que se alinham com as demandas do mercado, como: Segurança Pública, Gestão Ambiental, Design de Interiores, Processos Gerenciais, Logística e mais. Justamente por isso, o tempo médio de formação é mais curto, sendo geralmente de 2 a 3 anos de estudo. Sendo uma ótima escolha para quem quer começar a trabalhar o mais rápido possível. Organize suas prioridades e acerte na escolha Não importa qual caminho você queira seguir, desde que seja algo que te faça bem e que esteja de acordo com as suas pretensões profissionais. Então, faça uma análise do que é realmente importante e como você se enxerga no futuro. E mais uma coisa! Não comece uma faculdade em que você não se identifica, ou por que ainda não sabe o que fazer. Lembre-se que a maioria dos cursos superiores duram bastante tempo. Não adianta optar por um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele, isso gera frustração e pode te desmotivar bastante. Tente considerar as vantagens e desvantagens da área. O ideal seria se você conseguisse conciliar suas habilidades e seu hobby! Em último caso, procure testes vocacionais online. Mas cuidado com os testes que você escolhe. Procure fazer testes de fontes diferentes. Com isso em mente, a sua resolução será menos difícil e confusa. E saiba que, mudar faz parte do processo. Talvez o que você tenha escolhido no começo não seja mais o que te chama atenção, e tá tudo bem. A vida é repleta de novidades e transformação e, eventualmente,

Você já escreveu algum texto sobre a violência no esporte? Confira agora a nossa proposta e escreva uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema Medidas para combater a violência no esporte. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 Domingo no país do futebol é dia de jogo. Quem é fanático pelo esporte e membro de uma torcida, faz questão de ir ver o time de perto, no estádio. Dentro do campo, os jogadores disputam a bola, às vezes de forma agressiva. Há chutes, carrinhos mal sucedidos, faltas, cartões amarelos ou até vermelhos. Na torcida, gritos de guerra que incentivam os jogadores. A vibração a cada passe é crescente e aumenta cada vez que a redonda chega perto do gol. Tudo vai bem até que uma briga entre torcidas rivais paralisa a partida. Essa situação não é incomum nos campos brasileiros ou mesmo nos de outras nações. A violência está presente no esporte, não apenas entre os atletas nas modalidades de contato, mas também nos espectadores. Fora dos campos, dos ringues e das quadras, brigas entre torcedores não respeitam nenhuma regra e podem desembocar em finais trágicos, como a morte do torcedor do Santos pelos rivais são paulinos em fevereiro de 2014. Fonte: dicyt/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 2 Em 26 de fevereiro, em Porto alegre, a delegação do Grêmio foi atacada por pedras enquanto se dirigia ao Beira-Rio para enfrentar o Internacional. A torcida colorada teria atirado os objetos contra o ônibus da equipe. O meio-campista Matías Villasanti foi atingido na cabeça e sofreu traumatismo craniano e concussão cerebral. Ele chegou a ser internado, mas recebeu alta no dia seguinte. O Grêmio se recusou a disputar o clássico e o Gre-Nal foi adiado pela federação gaúcha, o que também teve a concordância do Internacional. Fonte: cnn brasi/ Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 3 O futebol brasileiro registrou cerca de 15 casos de violência só neste início de ano, entre ônibus atacados, invasões de campo e brigas entre torcedores dentro e fora dos estádios, segundo levantamento feito pela reportagem. Ou seja, um episódio a cada quatro dias. As cenas lamentáveis fizeram o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, e o atacante Willian, do Corinthians, se posicionarem nos últimos dias cobrando medidas das autoridades. “Hoje entrei aqui nessa coletiva de imprensa, me disseram que tinha havido uma rixa num jogo, inclusive acho que morreu uma pessoa. É preciso morrer quantas mais? Os organismos, quer sejam os do futebol, quer sejam extrafutebol, têm de assumir, dar as caras, exercer os cargos que têm. Pelo bem do futebol brasileiro. De todos nós. Que se juntem a CBF, quem organiza estaduais, o Ministério Público, mas que se tomem medidas”, disse Abel Ferreira, que já trabalhou em Portugal e na Grécia, dois locais que também conviveram recentemente com episódios de violência. Fonte: esportes r7 / Acesso em 27 de maio de 2022. TEXTO 4 Fonte: ge globo / Acesso em 27 de maio de 2022. Repertórios para o tema ”Medidas para combater a Violência no Esporte” O achou da proposta ”Medidas para combater a violência no esporte’‘? Antes de escrever a sua redação, confira uma listinha de repertórios socioculturais que preparamos. Eles podem te ajudar a compreender melhor o tema e até a fundamentar a sua redação. Estatuto do Torcedor | Lei 10.671/03 O Estatuto do Torcedor, como ficou conhecida a Lei 10.671/03, foi originado por conta dos episódios de violência nos jogos de futebol. De autoria do Poder Executivo e sancionada em 15 de maio de 2003, a lei tem por objetivo proteger os interesses do consumidor de esportes no papel de torcedor, obrigando as instituições responsáveis a estruturarem o esporte no país de maneira organizada, transparente, segura, limpa e justa. Art. 1oA. A prevenção da violência nos esportes é de responsabilidade do poder público, das confederações, federações, ligas, clubes, associações ou entidades esportivas, entidades recreativas e associações de torcedores, inclusive de seus respectivos dirigentes, bem como daqueles que, de qualquer forma, promovem, organizam, coordenam ou participam dos eventos esportivos (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Art. 41-B. Promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Pena – reclusão de 1 (um) a 2 (dois) anos e multa (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). § 1o Incorrerá nas mesmas penas o torcedor que: (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). I – promover tumulto, praticar ou incitar a violência num raio de 5.000 (cinco mil) metros ao redor do local de realização do evento esportivo, ou durante o trajeto de ida e volta do local da realização do evento (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). II – portar, deter ou transportar, no interior do estádio, em suas imediações ou no seu trajeto, em dia de realização de evento esportivo, quaisquer instrumentos que possam servir para a prática de violência (Incluído pela Lei nº 12.299, de 2010). Para entender a violência no futebol | LIVRO O sociólogo Mauricio Murad, um dos maiores especialistas brasileiros em esporte, revela que o aumento das mortes de torcedores durante partidas de futebol está diretamente ligado ao envolvimento de integrantes das torcidas com o crime organizado e ao acesso às drogas, à tecnologia e à internet. No livro, Murad apresenta um panorama atualizado do futebol no Brasil e do comportamento das torcidas – organizadas ou não. Citando outros países como exemplo , aponta caminhos para ajudar a pacificar o futebol e a própria sociedade, a partir do trinômio repressão-prevenção-educação. Ultras | Filme Disponível na Netflix, o filme tem como protagonista Sandro, líder de um violento grupo de torcedores ultras. Ele vê sua vida mudar drasticamente ao ser banido dos estádios. Suas últimas semanas do campeonato italiano são marcadas pela relação com Angelo, um jovem em busca de um mestre, e com

Prepare-se para o Enem! Redija um texto dissertativo-argumentativo sobre a violência no esporte. Analise textos motivadores com exemplos recentes e reflita sobre medidas para combater essa problemátic
As inscrições para o ENEM 2022 (Exame Nacional do Ensino Médio) chegaram ao fim no dia 21 de maio. O exame é a porta de entrada para muitas universidades públicas e privadas no Brasil, além de fazer parte dos critérios para bolsas de estudos e financiamento estudantil do governo federal. Se você vai fazer o exame neste ano, é melhor começar a se preparar agora. Leia este artigo até o fim e confira tudo o que você precisa saber sobre o ENEM 2022. Datas do Enem 2022: atente-se! As provas do ENEM 2022 serão aplicadas em dois domingos, nos dias 13 e 20 de novembro, para participantes inscritos nas versões impressa e digital. Já as provas do Enem PPL, para pessoas privadas de liberdade, serão realizadas nos dias 13 e 14 de dezembro dentro das unidades prisionais. Confira, agora, outras datas importantes que você não pode perder: Confira o Edital completo aqui: Edital Enem 2022. Como fazer a inscrição para o Enem 2022? As inscrições para o Enem 2022, das versões impressa e digital, ficaram abertas até o dia 21/05 na Página do Participante. A taxa de inscrição, assim como nos últimos anos, é de R$ 85,00 e poderá ser paga até o dia 27/05, por meio de PIX, cartão de crédito ou boleto. No momento da inscrição, os participantes tiveram de apresentar o número do seu CPF, carteira de identidade (RG) e data de nascimento. Quem pode se inscrever no Enem 2022? Qualquer pessoa que já concluiu o Ensino Médio ou que está prestes a concluir pode participar do ENEM 2022. No entanto, as pessoas que ainda não concluíram poderão participar apenas como treineiros e, nesse caso, o resultado da prova não poderá ser usado para ingresso no ensino superior. Isenção da taxa de inscrição do Enem 2022 No Enem é possível os participantes pedirem a isenção da taxa de inscrição e, assim, não pagarem a taxa cobrada. Para isso, a solicitação da isenção neste ano deveria ter sido feita por meio da Página do Participante entre os dias 4 e 15 de abril. Segundo o Edital, os participantes que tiveram direito à isenção deveriam atender alguns critérios: Como usar a nota do Enem 2022? A nota do Enem 2022 poderá ser usada para ingressar em universidades públicas e privadas. Ela também poderá ser usada para conseguir uma bolsa integral ou parcial do Prouni (Programa Universidade Para Todos), Sisu (Sistema de Seleção Unificada) e Fies (Financiamento Estudantil). Além disso, você também pode se isentar de fazer o vestibular para algumas faculdades particulares que aceitam a nota do Enem em sua seleção. Para isso, a sua pontuação no Enem deve ser igual ou superior a 450 pontos e você não pode ter zerado a redação. Como é a estrutura da prova do Enem 2022? A prova do ENEM, segundo o Edital, será constituída por quatro provas objetivas e uma redação em Língua Portuguesa. Cada prova objetiva terá 45 questões de múltipla escolha. No primeiro dia do exame serão aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias, com 5 horas e 30 minutos de duração. Já no segundo dia do Exame, serão aplicadas as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, com 5 horas de duração. Essa estrutura será igual para a versão impressa e digital. A única diferença é que na versão digital as questões objetivas serão respondidas no computador, menos a redação que deverá ser feita em um papel. Redação Enem 2022: prepare-se agora! A redação do Enem tem um grande peso na nota final do Exame, por isso é importante se preparar desde já para se sair bem na prova. Afinal, não se aprende redação de um dia para o outro, é necessário muito treino! Como já é tradição no Enem, será exigido um texto dissertativo-argumentativo, que deverá ser desenvolvido com no máximo 30 linhas. A nota da redação poderá variar entre 0 (zero) e 1.000 (mil) pontos e será avaliada de acordo com as competências de redação. Confira, a seguir, as 5 competências exigidas na redação do Enem 2022: Uma dica para você saber mais a fundo sobre como são avaliadas as competências, é conferir a Cartilha do Participante, disponibilizada no site do Inep. Lá você também tem acesso a alguns exemplos de redações nota mil de edições anteriores do Enem. Além disso, você também pode acompanhar os nossos conteúdos semanais aqui no blog. Neste espaço, sempre reunimos as melhores dicas de redação! Confira com a professora Chaiany Farias como começar a se preparar para o Enem 2022: https://www.youtube.com/watch?v=7euZtf6ijashttps://youtu.be/VgnPjaHwf9M Quer alcançar a nota máxima no Enem 2022? Comece a estudar agora mesmo! Nossos corretores e professores especializados em redação podem ajudar você. Confira os nossos planos de correção de redação do Enem!
Encontrar motivações para estudar pode ser um pouco complicado. Principalmente, quando o volume de conteúdos parece ser muito grande e impossível de concluir. Esse problema faz parte do dia a dia de muitos estudantes que estão buscando a sua tão sonhada vaga em uma universidade. A concorrência por vagas em alguns cursos pode ser muito grande, especialmente em instituições públicas de Ensino Superior. Mas não desanime! Com muito trabalho duro e dedicação, é possível chegar lá! E para isso, desenvolver atividades que te ajudem a manter o foco e o incentivo para estudar é fundamental. Ter os estímulos corretos na hora de por a “mão na massa” é tão importante quanto ter uma organização que aumente a produtividade nos estudos. E se o que você está procurando é uma mudança de hábitos que irá te ajudar nisso, aqui no Redação Online temos a resposta certa. Continue lendo para conhecer dicas essenciais que irão fazer a diferença. Conheça as dicas mais efetivas para ter motivações para estudar Montar cronogramas e ter o seu dia a dia dedicado a cada matéria é algo que aprendemos desde cedo quando o assunto é ENEM e vestibular. Mas e quanto à energia e concentração necessárias para cumprir essas tarefas? Às vezes parece uma tarefa difícil conseguir começar e terminar um assunto ou tópico sem desanimar. Por isso, dispor das estratégias corretas e que contribuam para a melhora da sua rotina de aprendizado ou revisão é fundamental. E a melhor parte é que, as dicas presentes nesse post não servem apenas para o período de cursinho ou pré-vestibular. Você pode aplicá-las durante a graduação, no trabalho e em qualquer contexto que exija dedicação e emprenho. Então vamos para o que realmente interessa, pois quando estamos motivados, com certeza temos maiores chances de aprender e absorver melhor os conteúdos. 1. Defina qual é o seu sonho e lute por ele Defina bem qual é o seu objetivo. Para isso, é importante se perguntar: o que eu desejo alcançar com a minha nota no ENEM? É o curso dos meus sonhos? Se a resposta for sim para um ou duas das opções, não deixe essa oportunidade ir embora! Toda vez que for estudar, pense no seu alvo e em como alcançá-lo. Dar razões para o seu estudo é uma ótima maneira de não se desviar do caminho traçado. Saber que ao fim de todo o esforço há a tão buscada aprovação é o combustível que todos precisam para ao menos começar. E assim como diz a tradução livre de um provérbio do filósofo chinês Laozi, “Uma jornada de mil milhas (ou quilômetros) começa com um único passo”. Então, por mais que pareça distante, lembre que tudo é uma construção e tem um início. Uma das maiores satisfações é poder ver seu nome na lista de aprovados no curso dos sonhos. 2. Programe-se para cumprir uma meta por dia Programe seus estudos. É importante criar uma meta de estudo por dia para não se sobrecarregar e acabar tendo o efeito contrário do esperado. Por exemplo, separar a quarta-feira para estudar matemática, plano cartesiano, matriz e resolver os exercícios das páginas 7 e 8 da apostila. O importante nessa etapa é ser específico e se organizar de acordo com os dias da semana dedicados ao estudo. Pode parecer bobo, mas se perde muito tempo indo de uma tarefa por a outra sem ter um cronograma bem definido. Quando chegar ao final do dia você já estudou e pôs em prática tudo aquilo que foi visto em sala de aula. Ajudinha extra: estude aquilo que foi aplicado na escola ou no cursinho naquele dia, assim fica mais fácil lembrar e fixar o conteúdo aprendido. 3. Divida o seu material de acordo com o seu ritmo Muito alinhada à técnica anterior, ter uma boa divisão dos tópicos ajuda a facilitar e muito na sua motivação. Isso porque umas das coisas que desanimam os estudantes, especialmente os de cursinho, é o tamanho das apostilas elaboradas para cada matéria, que podem chegar a uma média assustadora de 800 páginas. Não deixe que isso seja um fator desanimador na sua rotina. Divida as tarefas em grupos menores e que façam sentido com as suas possibilidades. Por exemplo, ao estudar 10 páginas por dia é possível finalizar o material em 80 dias. Claro, não há necessidade de “correr”, o importante é aproveitar cada momento e realmente absorver o conhecimento sem se cobrar tanto. Por esse motivo, aprenda a manter a calma na hora de estudar e sempre considere quanto tempo é possível dedicar a cada tópico. 4. Não perca tempo e elimine as distrações do seu ambiente É comum começar uma sessão de estudos e se pegar pensando em um milhão de coisas, como arrumar o quarto, lavar o banheiro, finalizar toda a apostila, etc. Nesse momento, acabamos gerando sentimentos de insatisfação, sensação de estar sobrecarregado e etc. E os efeitos disso podem ser vistos na quebra de concentração, na falta de ânimo em geral e muitos outros sentimentos negativos que impactam no seu rendimento. Por isso, ao estudar em casa, por exemplo, procure eliminar aos elementos que podem prejudicar o seu foco. Isso inclui celular, espaços desorganizados, barulho, entre outros. 5. Xô desanimo! Dopamine o seu cérebro! O hormônio conhecido como dopamina é o responsável por dar energia e gás para realizarmos atividades. E quando o nosso corpo recebe pouco estímulos, o cérebro tende a diminuir a produção ou até mesmo bloquear a passagem da dopamina, nos fazendo sentir cansados e desmotivados. Quando isso acontecer, escute aquela música que mais te anima ou levante-se e faça um alongamento até sentir que é possível continuar. Se movimentar contribui grandemente para a nossa saúde em geral, inclusive nas sinapses neurais. Por isso, fazer pausas de 10 a 15 minutos a cada hora de estudo ajuda muito. Outra boa estratégia é ouvir uma boa playlist. Escolha o que te faz melhor, pegue um bom chá ou suco e vá com tudo, porque a sua vaga está te esperando! E para descobrir outras técnicas relacionadas a vestibular, ENEM ou redação

Você já pensou nos impactos causados pelos algoritmos nas redes sociais? Eles causam o que alguns estudiosos chamam de ”Efeito Bolha”! Então, leia os textos motivadores e com base nos conhecimentos, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema Algoritmos e os impactos do ”Efeito Bolha”. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 As redes sociais e os mecanismos de buscas se tornaram a grande plataforma de mediação de acesso a informação do século XXI. Portanto, o seu sucesso é devido ao poder de seleção de conteúdo relevante para o usuário em face da grande quantidade produzida pela sociedade cibernética. Contudo, a seleção automática de conteúdo pelos algoritmos de inteligência artificial dessas plataformas produz efeito colateral, tais como o efeito bolha. O efeito bolha tem restringido o acesso das pessoas à diversidade dos conteúdos, o que gera questionamentos quanto ao seu potencial antidemocrático. Do ponto de vista legal e do Direito, a limitação dessas plataformas em fazer transitar conteúdos diversos e antagônicos nas mesmas redes sociais gera preocupações quanto a sua efetiva capacidade de cumprimento de decisões judiciais que envolvem o direito de resposta. Portanto, tal direito é definido na Constituição Federal de 1998, e sua existência está relacionada à proteção do direito de personalidade e direito à informação. Fonte: Capital Digital / Acesso em 18 mai. 2022. (Adaptado) TEXTO 2 A dor e a delícia de viver em sociedade é lidar com as diferenças. Ao mesmo tempo em que a divergência é capaz de gerar certos conflitos, é nela que surgem ideias para que os indivíduos evoluam. Mas, de uns tempos para cá, essa relação com o outro parece ter ficado homogênea. Cada um se rodeia por quem pensa e age igual a si e consome informações que corroboram suas percepções sobre o mundo. São as chamadas bolhas, intensificadas com o avanço das redes sociais. Nesse mundo virtual e algoritimizado, cada usuário do Facebook, Instagram ou Twitter é exposto majoritariamente a conteúdos com os quais se identifica. Isso exclui uma infinidade de outras informações, que não chegam a esse usuário simplesmente porque o algoritmo julga que aquilo não é relevante. Como funciona os algoritmos? De modo geral, os algoritmos das redes trabalham da mesma forma: monitoram sua atividade, suas curtidas, comentários, compartilhamentos e até o tempo que passa diante de uma mesma publicação, sem rolar o feed. A partir desses dados, os algoritmos traçam um perfil do usuário, buscando compreender suas preferências para, assim, direcionar conteúdos que o façam interagir mais e mais com a própria rede. De acordo com a mestre em psicologia Etienne Janiake, esse comportamento faz com que a nossa visão de mundo fique menos abrangente. Para ela, esse processo de olhar para o mundo reforçando uma perspectiva restrita favorece a tendência de criticar e julgar aqueles que não fazem parte dela. “Com isso, a base de uma convivência e sociedade fortalecida e saudável, que é exatamente a diversidade de seus indivíduos, fica comprometida”, alerta. Opinião de especialistas Conforme a psicóloga, as relações genuínas se constituem de trocas, de compartilhar visões, de se abrir ao outro e de estar aberto a percebê-lo e acolhê-lo do jeito que ele se apresenta. “Com a fixação e estreiteza do olhar, que pode ser amplificada pelas redes sociais, as trocas interpessoais tendem a ficar bastante afetadas, pois tenho a falsa sensação de abertura e diálogo, quando, muitas vezes, estou apenas reforçando as minhas visões estabelecidas”, acrescenta Etienne. Para a pesquisadora em comunicação digital e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Pollyana Ferrari, a formação das bolhas serve à manipulação, que afeta até mesmo aspectos simples da vida, como seu gosto musical. “No Spotify, não ouça só as playlists que ele te recomenda. O aplicativo oferece e você pensa: ‘nossa, como ele me entende’, mas estará ouvindo sempre a mesma coisa”, diz. Fonte: Diário da Região / Acesso em 18 mai. 2022 (com alterações) Repertórios para o tema ”Algoritmos e os impactos do Efeito Bolha” O achou da proposta ”Algoritmos e os impactos do Efeito Bolha’‘? Antes de escrever a sua redação, confira uma listinha de repertórios socioculturais que preparamos. Eles podem te ajudar a compreender melhor o tema e até a fundamentar a sua redação. Bolha Virtual: Como as redes sociais nos influenciam? | VÍDEO A DW, uma emissora alemã, preparou um vídeo explicativo sobre como funcionam as bolhas virtuais, constituídas graças à tecnologia de inteligência artificial dos algoritmos, que entrega aos usuários somente aquilo que é de seu interesse. Assista ao vídeo e descubra se você está inserido em uma dessas bolhas! https://youtu.be/2H3rpQlUUi8 O Filtro Invisível: O Que A Internet Está Escondendo de Você | LIVRO Nesse livro, Eli Pariser, presidente do conselho da MoveOn, um dos principais portais de ativismo online, alerta o leitor sobre as bolhas sociais formadas pelos algoritmos existentes na web. O autor fala sobre os riscos de vivermos confinados a um universo pessoal único de informações e explica o que podemos fazer para tornar a web mais democrática. Como sair das bolhas | LIVRO A estudiosa Pollyana Ferrari mostra, dentro do contexto do jornalismo e das redes sociais falsas, que a fake news é facilitada pelo vício em celular e redes sociais. A autora alerta que hoje as pessoas convivem, mesmo virtualmente, com quem pensa parecido, com quem tem a mesma opinião política e gosta dos mesmos ídolos, da mesma música, facilitando o compartilhamento das fake news e estabelecendo características antidemocráticas a estes espaços Televisão (Titãs) | MÚSICA Ainda que seja uma música antiga e voltada para a televisão, sua letra se encaixa perfeitamente nos dias atuais e no tema de ”bolhas sociais”. Apresenta uma visão crítica sobre a influência dos meios de comunicação dos cidadãos e sobre como a televisão pode ”emburrecer”, permitindo a pessoa se perceber uma vítima deste processo. Black Mirror | SÉRIE Em Hang The Dj, quarto episódio da quarta temporada de Black Mirror, série da Netflix,
A escrita criativa é toda escrita autoral e não técnica, que tem o propósito de levar o leitor à imaginação. Diferente do que muitas pessoas pensam, a escrita criativa não é um dom natural, ela pode ser desenvolvida por qualquer pessoa, com muito treino e técnica. Esse tipo de escrita é muito importante para estudantes e profissionais, em especial aqueles das áreas criativas, como o marketing. Neste artigo, nós vamos explicar o que é a escrita criativa e dar dicas de como exercitá-la. Continue a leitura para conferir! O que é escrita criativa? Você provavelmente já percebeu que alguns textos seguem um certo padrão, como uma receita, um relatório técnico, um texto acadêmico e até mesmo uma redação do Enem. Nesses gêneros textuais não é possível sair muito do modelo preestabelecido. Na redação do Enem, por exemplo, você precisa respeitar as competências cobradas pela banca avaliadora e escrever um texto dissertativo-argumentativo. Por isso, não é possível inovar na sua estrutura. A escrita criativa, ao contrário desses gêneros textuais citados, possui uma liberdade maior para a criação. Trata-se de uma escrita autoral, ou seja, original e inovadora, que instiga a imaginação e a reflexão de quem lê. Alguns gêneros textuais muitos comuns que fazem uso da escrita criativa são as narrativas ficcionais e ensaios. Leia também: A redação do Enem precisa ser criativa e inovadora? A importância da escrita criativa para a vida profissional Algumas profissões demandam uma escrita criativa, como o marketing, por exemplo, mas sabemos que muitas vezes com a correria do dia a dia os profissionais e estudantes dessas áreas acabam deixando a criatividade de lado por falta de tempo e prática. Se você é um profissional ou estudante das áreas criativas – ou mesmo almeja ser um dia –, saiba que existem algumas práticas que podem ajudar você a estimular a sua criatividade, seja para melhorar a sua performance no trabalho ou nos estudos. Selecionamos algumas dicas a seguir. Continue lendo! Como praticar a escrita criativa? Como falamos anteriormente, a escrita criativa se desenvolve com prática! Mas que tipo de exercícios podemos fazer para exercê-la? Confira a seguir! Inclua o hábito de leitura na sua rotina Se você é estudante ou um profissional que trabalha muito com a leitura, sabemos que às vezes a leitura por prazer pode ser deixada de lado por causa da correria do dia a dia. Mas mesmo assim tente incluí-la na sua rotina, nem que seja lendo umas 5 páginas antes de dormir. Inclua leituras prazerosas e que estimulem a sua criatividade, além de gêneros textuais diferentes que você não está acostumado a ler – isso estimula muito a criatividade! Crie um bom repertório e explore áreas do saber diferentes Um bom repertório é sempre importante para tornar o seu texto mais interessante, original e prazeroso de ler. Leia livros, assista a filmes, escute músicas, leia pesquisas e qualquer outro conteúdo que for interessante. Além disso, lembre-se de explorar áreas de conhecimento diferentes, pois sair da zona de conforto ajuda a estimular a criatividade. Todo conhecimento é válido na hora de criar um conteúdo original e que tenha a sua cara! Faça anotações de ideias que surgem no dia a dia Uma das melhores técnicas de quem exerce a escrita criativa é ter um caderno para anotações. Sabemos que a inspiração na escrita é um mito, mas é comum que ideias e referências surjam em um momento que você não está escrevendo – como no meio do banho ou em uma caminhada, por exemplo. Escreva em um caderno essas ideias, quem sabe elas sejam úteis para o seu texto! Exercite a escrita com frequência Como falamos anteriormente, ao contrário do que muitos pensam, a escrita criativa não é um dom natural. Ela se desenvolve com o tempo, com muito treino e técnica. Por isso, a prática diária é tão necessária. Escreva diariamente, nem que seja por uma hora. Uma boa forma de manter o hábito de escrita é escrever em um diário. Reserve um momento do seu dia, à noite ou logo pela manhã, para escrever pensamentos, ideias e o que for importante para você. O ideal é deixar a mente fluir nas páginas, sem julgamentos! Tente impressionar o leitor Lembre-se de que você sempre escreverá para alguém. Por isso, pense no seu público-alvo, tente trazer analogias, exemplos e emoções para ajudar o leitor a se envolver com a sua escrita e se conectar com a mensagem que você quer passar. Não espere a inspiração chegar: escreva! Por fim, não espere a inspiração chegar: escreva logo! Reserve pelo menos uma hora do seu dia para se dedicar à sua produção textual. Defina um objetivo, organize a estrutura do seu texto, selecione boas referências e mãos à obra! A melhor dica é escrever sem críticas, mesmo não gostando do resultado. Depois de escrever, deixe o texto descansar por algumas horas e, depois, retorne para revisá-lo. Com a cabeça mais tranquila, se coloque no lugar de quem irá ler o texto, corte as ideias que você acredita não ser necessárias, ajuste os trechos truncados e aperfeiçoe o texto. Temos certeza de que o resultado será perfeito! Você já conhece o Redação Online? Somos uma plataforma de correção de redações do Enem, vestibulares e concursos públicos. Nossos professores e corretores especializados em redação ajudam os estudantes e concurseiros do Brasil todo a aperfeiçoar a sua escrita e alcançar a nota máxima tão esperada! Conheça nosso Instagram e canal no Youtube e continue acompanhando nossos conteúdos aqui no blog. Até logo! Se você gostou desse conteúdo, aproveite para ler também estes artigos:

O Dia do Vestibulando é comemorado em 24 de maio. Portanto, por ter como objetivo homenagear a dedicação dos estudantes que estão se preparando para vestibulares e Enem. “Vestibulando” é um termo que significa que a pessoa está em preparação para o vestibular, algumas provas que servem como medição para a admissão nas universidades brasileiras. Em princípio, é importante mencionar que a origem da palavra vestibular vem de origem latim, vestibulum, que quer dizer “entrada”. O uso oficial desse termo foi instituído em 1915, pelo Decreto 11.530, que teve como finalidade reestabelecer a responsabilidade do Estado e do governo federal como os gestores principais e reguladores de projetos educacionais no Brasil. A vida de um vestibulando não é nada fácil, pois é cercada pela alta carga de estudos e pela pressão dos pais, amigos, escola e de si mesmo. Já que o seu futuro pode depender de um bom desempenho no vestibular. Quer saber mais sobre a história do vestibular no Brasil e algumas indicações de estudos que podem ajudar no vestibular? Então, continue lendo esse artigo! História do vestibular no Brasil O vestibular se estabeleceu no Brasil como forma de seleção de estudantes no começo do século XX. Criou-se apenas no século XIX, quando a família real portuguesa fugiu para o Brasil, as primeiras instituições voltadas para o ensino superior. Um exemplo clássico é da Escola de Medicina de Salvador. Uma das primeiras universidades brasileiras criadas foi a Universidade do Rio de Janeiro, em 1920 por meio do Decreto nº 14.343. E a primeira universidade que de fato surgiu no Brasil foi a Universidade Federal do Paraná. Já existiam algumas instituições do tipo em nosso país que realizavam vestibulares para seleção de alunos desde 1911, quando se viu a necessidade de se estabelecer um método de seleção. Sendo assim, por meio do Decreto nº 11.530 no ano de 1915 o governo repôs algumas responsabilidades do Estado nas questões que se referiam aos ensinos secundário e superior. Usou no documento, pela primeira vez, o termo “vestibular” para referir-se aos exames de seleção para o ensino superior. Os critérios estabelecidos neste decreto para determinar quem seria aceito em uma instituição de ensino superior foram: Ter a idade mínima de 16 anos; Idoneidade moral; Aprovação no exame vestibular. Outrossim, um momento de crise foi na década de 1960, quando o acesso da população à educação secundária aumentou e não houve melhorias nas universidades. O que, por consequência, gerou superlotação nesses espaços e dificultando o acesso a eles. Após isso, os exames de seleção se tornaram populares em todas as universidades do país, públicas e privadas. Além disso, em muitas instituições públicas, os exames eram divididos em duas fases: uma com questões de múltipla escolha e outra com questões discursivas mais a redação. Hoje em dia, ainda existem vestibulares nesse modelo, como o da Fuvest. No entanto, o vestibular mais comum no Brasil é o Enem! Então, saiba mais sobre ele a seguir! O ENEM e sua importância O Enem foi criado em 1998, com o objetivo de avaliar o desempenho dos estudantes concluintes do ensino médio. Então, a partir de 2004, a prova passou a ser utilizada como principal ferramenta para ingresso em instituições do ensino superior e, em 2010, com sua inclusão no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), foi reconhecido como o maior e mais completo exame educacional do Brasil. Ademais, com o passar dos anos, o Enem acabou substituindo o tradicional vestibular realizado por faculdades e universidades nacionais. Dessa forma, se tornando também ferramenta para concessão de bolsas de estudo parciais e integrais em faculdades particulares, através do Programa Universidade Para Todos (Prouni). E não para por aí, pois o Enem é também o método utilizado para que estudantes obtenham os financiamentos disponibilizados pelo governo federal: Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). Além disso, o exame contempla ainda estudantes de cursos técnicos por meio do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Todos os anos milhares de estudantes realizam a avaliação. Dessa forma, fazendo o Enem você pode ter a chance de ingressar no tão sonhado curso superior por meio de diferentes processos seletivos ou por processos próprios de universidades que utilizam a nota obtida no exame. O Exame Nacional do Ensino Médio acontece em 2 domingos consecutivos. Saiba o que cai em cada dia de prova: 1º dia: ocorre a aplicação das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação), Ciências Humanas suas Tecnologias (história, geografia, filosofia e sociologia) e a redação, totalizando 5 horas e 30 minutos. 2º dia: ocorre a aplicação das provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (química, física e biologia) e Matemática e suas Tecnologias, em 5 horas de prova. Atividades para o Dia do Vestibulando As escolas de ensino médio podem fazer atividades extracurriculares para ajudar os alunos a se desempenharem com mais assertividade na hora de fazer um vestibular ou o Enem. Por isso, confira as sugestões: 1: Oferecimento de aulas especiais sanando as dúvidas sobre o funcionamento do Enem e dos principais vestibulares do país. 2: Realizar simulados de vestibular ou Enem, testar as competências dos alunos e analisar o que deve ser ajustado e melhorado nas aulas e nos estudos dos alunos. 3: Palestra com profissionais de diferentes áreas para sanar as dúvidas dos alunos acerca de suas escolhas profissionais. Frases sobre Vestibulando Outras celebrações relacionadas ao Dia do Vestibulando Repertórios para ajudar os vestibulandos nos estudos Filmes: O Nome da Rosa (1986), A Lista de Schindler (1993), Amistad (1997), O Homem da Máscara de Ferro (1998), Shakespeare Apaixonado (1998), Olga (2004), O Menino do Pijama Listrado (2008), Cruzada (2005), Wall-E (2008), A Onda (2008), Preciosa (2009), O Amante da Rainha (2012), Ele Está de Volta (2015). Livros: O que é isso, companheirismo? (Fernando Gabeira), Dom Casmurro (Machado de Assis), O Cortiço (Aluísio Azevedo), Capitães de Areia (Jorge Amado), Sagarana (Guimarães Rosa),
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